Produção industrial da zona do euro recua 0,9% em abril – Notícias


A produção industrial da zona do euro diminuiu 0,9% em abril ante março, segundo dados publicados hoje pela agência oficial de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. O resultado veio abaixo da expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam queda de 0,7%.

Na comparação anual, a indústria do bloco aumentou a produção em 1,7% em abril, mas o resultado ficou bem aquém da projeção do mercado, de acréscimo de 3,2%.

A Eurostat também revisou os dados de produção industrial de março, para alta mensal de 0,6% e ganho anual de 3,2%. Fonte: Dow Jones Newswires.

França e Alemanha ainda têm diferenças sobre reforma da zona do euro, diz autoridade francesa – Notícias


PARIS (Reuters) – A França e a Alemanha progrediram, mas ainda precisam concordar em um plano de ação para as reformas da zona do euro, afirmaram autoridades francesas e alemãs à Reuters, depois que ministros de Finanças de ambos os países se reuniram em negociações em Paris no sábado.

O Ministro das Finanças francês Bruno Le Maire encontrou seu equivalente alemão Olaf Scholz em Paris no sábado em uma tentativa de diminuir suas diferenças.

“Discutimos todas as questões proeminentes e fizemos progresso substancial, trocando documentos e conversando noite adentro”, disse um oficial francês. “Ainda temos algum trabalho para fazer antes de conseguirmos concordar em um plano de ação”.

Um porta-voz do Ministério das Finanças alemão disse: “Conseguimos progredir significativamente com nossos amigos franceses em direção a uma proposta de reforma para a zona do euro, e continuaremos nossas conversa na semana que vem”.

A autoridade francesa confirmou que ambos os ministros concordaram em continuar as negociações durante a semana, provavelmente por vídeo conferência.

(Reportagem de Myriam Rivet em Paris e Michael Nienaber em Berlim)

Desemprego na zona do euro recua a 8,5% em abril, como previsto – Notícias


A taxa de desemprego da zona do euro caiu de 8,6% em março para 8,5% em abril, segundo dados publicados hoje pela agência oficial de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. O resultado veio em linha com a projeção de analistas consultados pelo The Wall Street Journal. A taxa de março foi revisada para cima, de 8,5% originalmente.

Em abril, o número de desempregados no bloco europeu teve queda de 56 mil em relação ao mês anterior, informou a Eurostat. Fonte: Dow Jones Newswires.

Inflação anual da zona do euro surpreende e acelera para 1,9% em maio – Notícias


O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 1,9% na comparação anual de maio, ganhando força em relação ao aumento de 1,2% observado em abril, segundo dados preliminares divulgados hoje pela agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat.

A prévia de maio surpreendeu analistas consultados pela Dow Jones Newswires, que previam aumento da taxa a 1,6%.

O resultado também mostrou que a inflação na zona do euro agora está em linha com a meta do Banco Central Europeu (BCE), que é de uma taxa ligeiramente inferior a 2%.

Apenas o núcleo do CPI do bloco, que exclui os preços de energia e de alimentos, teve alta de 1,1% na comparação anual de maio, maior que o acréscimo de 1% previsto por analistas. Fonte: Dow Jones Newswires.

Alemanha não deve ditar política econômica à zona do euro, diz Scholz do SPD – Notícias


BERLIM (Reuters) – A Alemanha não deve ditar as políticas econômicas a seus parceiros da zona do euro, disse Olaf Scholz, do Partido Social-Democrata Alemão (SPD), que deve se tornar Ministro das Finanças em uma nova coalisão governamental liderada pelos conservadores da chanceler Angela Merkel.

Seu comentário, feito em entrevista à revista Der Spiegel, publicado neste sábado, é o sinal mais claro até agora de que a Alemanha pretende aliviar sua rígida disciplina fiscal no bloco do euro.

“Não queremos ditar a outros países europeus como eles devem se desenvolver (economicamente)”, disse Scholz, prefeito pragmático de Hamburgo, amplamente esperado para suceder o conservador Wolfgang Schaeuble, que por oito anos foi o rosto da austeridade.

“Erros foram com certeza cometidos no passado”, acrescentou Scholz, em uma crítica sutil à Schaeuble, que concedeu ajuda financeira a países do Sul como Grécia e Portugal sob a condição de grandes cortes de gastos impopulares.

(Reportagem de Joseph Nasr)