Pela Primeira Vez, Suprema Corte dos EUA Fala sobre Bitcoin


Suprema Corte dos Estados Unidos, Washington DC

O bitcoin estreou na Suprema Corte dos Estados Unidos. Na quinta-feira (20), a menção à criptomoeda surgiu durante o caso Wisconsin Central Ltd. versus United States, que nada tem a ver com a regulação digital.

O processo é sobre a possibilidade de stock options (uma opção a funcionários de empresas comprarem ações da companhia com preços abaixo do mercado) representarem uma compensação tributável de acordo com uma lei sobre impostos da aposentadoria de ferroviários, de 1937.

O juiz Stephen Breyer questionou a Corte se não era o momento de considerar um “entendimento mais amplo” sobre o significado de dinheiro: “talvez um dia funcionários sejam pagos com bitcoin ou com outro tipo de criptomoeda”.

Breyer prosseguiu afirmando que não se deve ficar limitado às “formas de dinheiro comumente usadas na década de 1930”. O juiz defende que ações devem ser classificadas como uma compensação tributável.

“Nossa moeda originalmente incluía moedas e barras de ouro, mas, depois de 1934, o ouro não pode ser usado como meio de troca. (…) Nada no estatuto sugere que o significado desta disposição deva ficar preso em um período de tempo monetário, sempre limitado a formas de dinheiro comumente usadas na década de 1930.”

O desfecho, entretanto, foi contrário a essa ideia. A maioria dos juízes entendeu que os funcionários não deveriam ser taxados por esses investimentos, uma vez que uma ação não constitui “remuneração monetária”.

Apesar de o caso não estar relacionado diretamente a criptomoedas, alguns sites, como o CoinDesk, consideraram a referência positiva, pois indica que integrantes que compõem o tribunal americano são simpáticos à ideia de critptomoedas serem consideradas dinheiro. As juízas Ruth Bader Ginsburg, Sonia Sotomayor e Elena Kagan concordaram com a proposição de Breyer.

Em decisões recentes sobre o assunto nos Estados Unidos, a Receita Federal determinou que criptomoedas são uma forma de propriedade e a Comissão de Negociação de Contratos Futuros de Commodities julgou que se tratam de commodities.

Leia também: Controlador da Mt. Gox não Poderá mais Despejar Bitcoins no Mercado

 

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A inovação financeira do bitcoin: desta vez é diferente




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Cada vez mais empresas públicas japonesas entram no espaço das criptomoedas


Após os relatos de seis empresas listadas publicamente lançando suas próprias exchanges de criptomoedas no Japão, três outras empresas listadas na Bolsa de Valores de Tóquio anunciaram planos para entrar no espaço com várias ofertas de criptomoedas.

Empresas de capital aberto no Japão estão cada vez mais buscando entrar no espaço das criptomoedas para oferecer vários serviços relacionados à mesmas. Recentemente foi informado que seis empresas públicas planejam lançar suas próprias exchanges de criptomoedas, incluindo Money Forward, que opera um dos aplicativos de finanças pessoais mais populares do Japão. Outras três empresas também anunciaram seus planos de entrar no espaço com diferentes ofertas de produtos.

A Samurai & J Partners (TYO: 4764), fundada em 1996, oferece serviços de banco de investimento, tecnologia financeira e TI. Em seu negócio principal, a empresa “investe em companhias listadas usando o método chamado investimento PIPE (investimento privado em capital público)”, descreve seu website.

Uma subsidiária da empresa opera uma plataforma de crowdfunding que “conecta pessoas que querem gerenciar ativos e empresas que precisam de dinheiro”. A plataforma, chamada Samurai, já lista um fundo relacionado à criptomoedass chamado Virtual Currency Mining Fund. Em seu site, a empresa também indica um novo serviço para ofertas de token.

Além disso, a empresa anunciou recentemente seus planos de entrar em um “negócio de empréstimo de dinheiro para detentores de moedas virtuais”.

A Appbank Inc (TYO: 6177) planeja, produz e gerencia a distribuição de conteúdo, como por meio de vídeos e transmissões ao vivo de jogos sociais. Ela opera um site de mídia relacionado a jogos e smartphones chamado Appbank.net. Lançado em outubro de 2008, o site afirma ser o “maior serviço de mídia do iPhone do Japão”.

Na semana passada, a empresa anunciou o lançamento de sua plataforma de distribuição de moeda virtual chamada @Blast, com o evento de inauguração planejado para este mês.

“A @Blast é uma plataforma de serviços web que distribui moedas virtuais através de vários conteúdos centrados em jogos e entretenimento.”

Usando essa plataforma, a empresa planeja “promover a disseminação de moedas virtuais, oferecendo aos usuários um lugar para interagir com moedas virtuais por meio desse serviço”.

A I-Freek Mobile Inc (TYO: 3845) fornece conteúdo móvel para usuários de telefones celulares. A empresa anunciou recentemente que modificou seu Estatuto Social para adicionar “negócios de moedas virtuais”. Espera-se que os Artigos alterados sejam adotados na assembleia geral de acionistas da companhia em 27 de junho.

A publicação de Minkabu citou o detalhamento da empresa:

Nós adicionamos negócios de câmbio virtual … [para expandir] o negócio de conteúdo da empresa e suas subsidiárias e [preparar] para o desenvolvimento de negócios futuros.

Você acha que mais empresas japonesas deveriam oferecer serviços relacionados à criptomoedas? Deixe-nos saber na seção de comentários abaixo.

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Inflação ao produtor de maio sobe na China pela segunda vez consecutiva – Notícias


Por Lusha Zhang e Stella Qiu e Philip Wen

PEQUIM (Reuters) – A inflação ­­para os produtores na China aumentou pelo segundo mês consecutivo para uma máxima de quatro meses em maio, impulsionada pelos preços mais altos das commodities, sugerindo que a segunda maior economia mundial tenha mantido o ritmo de crescimento apesar das relações comerciais turbulentas com os Estados Unidos.

A inflação anual ao consumidor se manteve estável em maio ante o mês anterior, enquanto os preços dos alimentos se mantém em grande parte estáveis, segundo os dados oficiais divulgados neste sábado.

O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês), subiu 4,1 por cento em maio em relação ao ano anterior, impulsionado por um salto recente nos preços das commodities e em comparação com uma base menor no ano passado, de acordo com o Escritório Nacional de Estatísticas (NBS). Isso comparado com uma aceleração de 3,4 por cento em abril.

Mês a mês, o PPI subiu 0,4 por cento em maio, comparado com uma queda de 0,2 por cento em abril.

Analistas consultados pela Reuters esperavam que a inflação ao produtor de maio subisse a 3,9 por cento, e previram que a inflação ao produtor irá subir novamente em junho, enquanto os preços globais do petróleo bruto continuam aumentando.

Os preços das matérias primas cresceram 7,4 por cento em maio ante o ano anterior devido à demanda saudável do setor do aço e uma diminuição das restrições de poluição de inverno. Isso comparado com um aumento de 5,7 por cento em abril.

A inflação mais alta nas fábricas ajudou a aliviar preocupações de um impulso de queda na economia enquanto as autoridades implementam controles de poluição mais duros sobre indústrias “de chaminé” e governos regionais sem dinheiro reduzem grandes projetos de investimento, freando a demanda por materiais de construção.

O aumento também poderia gerar um aumento nas receitas. Os lucros de empresas industriais chinesas subiu no ritmo mais rápido em seis meses em abril, com os rendimentos das empresas de processamento de aço e ferro saltando 260 por cento.

INFLAÇÃO AO CONSUMIDOR ESTÁVEL

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 1,8 por cento ante o ano anterior, em conformidade com as expectativas e sem alteração em relação ao ganho de 1,8 por cento em abril.

Na base mensal, o CPI caiu 0,2 por cento.

O centro do índice de preços ao consumidor, que elimina os preços voláteis de energia e alimentos, subiu 1,9 por cento em maio, queda ante os 2 por cento em abril.

O índice de preços dos alimentos aumentou 0,1 por cento em relação ao ano passado, após subir 0,7 por cento em abril.

Os preços de não alimentos cresceram 2,2 por cento, comparado com a alta de 2,1 por cento há um mês.

Com a inflação da China em nível estável, o tenso conflito comercial entre os dois pesos-pesados da economia mundial está gerando preocupações sobre uma pressão de alta sobre o índice de preços ao consumidor do país.

Produtos da agricultura em particular podem saltar caso Pequim siga com sua ameaça de impor tarifas sobre as importações dos Estados Unidos. Isso poderia levar a mais pressão sobre os preços da carne suína, que tem grande peso na cesta de inflação ao consumidor.

Analistas, no entanto, acreditam que a inflação já passou do pico, com os custos de empréstimo maiores e um arrefecimento do mercado imobiliário amortecendo as pressões aos preços. Dados econômicos de abril mostraram sinais de desaceleração enquanto o crescimento de investimentos atingiu mínima de quase 20 anos e o crescimento das vendas do varejo se enfraqueceu.

“O impulso da (pressão) inflacionária geral tem diminuído no ano, indicando o efeito de um aperto fiscal e monetário mais rápido que o esperado e sugerindo certo espaço para política ‘ajuste fino’, escreveram analistas de macroeconomia em pesquisa da CICC após a divulgação dos dados.

Como resolver os problemas de armazenamento de dados do Blockchain uma vez por todas



Vivemos em um mundo onde os dados estão se tornando cada vez mais importantes a cada dia. Para destacar o quão massiva esta revolução de dados tem sido, aqui está um fato: a cada dois dias nós criamos tantos dados quanto fizemos desde o começo do tempo até 2003. Isso mesmo – foi preciso quase toda a civilização humana para criar tantos dados quanto nós produzimos mais de um único fim de semana hoje. Os dados estão em toda parte agora. Obrigado ao
Leia Mais
O post Como Resolver os Problemas de Armazenamento de Dados do Blockchain Once and For All apareceu primeiro no Bitcoinist.com.

Projeto para punir cartéis é adiado pela segunda vez em comissão do Senado – 06/06/2018 – Mercado Aberto


A votação de um projeto de lei que pretende criar incentivos para empresas lesadas por cartéis buscarem a Justiça foi adiada duas vezes.

O texto seria apreciado na Comissão de Assuntos Econômicos na semana passada, mas, com a paralisação dos caminhoneiros, foi remarcado esta terça-feira (5).

Não houve quórum suficiente de senadores na segunda data, e o projeto não foi votado.

A proposta tem a relatoria do senador Armando Monteiro (PTB-PE) e deverá ser pautada pela terceira vez na terça-feira (12), segundo o gabinete do político.

Se aprovada por 14 votos na comissão, ela segue direto para a Câmara dos Deputados.

Pelas regras do projeto, uma empresa que sofreu danos de um cartel poderá pedir na Justiça o dobro do prejuízo que teve, a título de ressarcimento.

O prazo para prescrição aumenta e passa a ser de cinco anos após o julgamento do Cade (Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência). O órgão só aplica multas que vão para o Tesouro, referentes a interesses difusos.

A Justiça é quem determina o ressarcimento às empresas que foram vítimas dos cartéis.

O texto cria a tutela de evidência: se há juízo do Cade sobre a formação de cartel, a Justiça já poderá considerar a questão decidida.

O projeto é positivo, mas pode ser aperfeiçoado, diz Bruno Drago, advogado do Demarest: “A possibilidade de ressarcimento equivalente ao dobro do prejuízo poderia valer também para condutas de empresas monopolistas”.

A criação de mecanismos para que companhias busquem a aplicação de regras é uma tendência, diz Edson Vismona, presidente do ETCO (instituto de ética concorrencial).

“Discute-se a fiscalização e reforço por parte dos pares, que apontam desvios e pedem providências às autoridades.”

 

Pílulas de beleza

A venda de nutricosméticos —como suplementos e vitaminas para cabelo e pele— cresceu 7,1% em volume no acumulado de 12 meses até abril de 2018, segundo a Iqvia, que audita o setor.

Em receita, no entanto, houve queda de 1,6%, resultado da preferência de consumidores por itens de menor valor, segundo a companhia

“Os preços tiveram impacto maior nas linhas de venda direta para o cliente, sem receita”, diz Jorge Duhalde, diretor da fabricante FQM.

Não é algo que ocorre tanto nas marcas indicadas por médicos porque os compradores costumam seguir a recomendação dos profissionais, afirma o executivo. 

“A perspectiva para os próximos meses é que [a pressão nos preços] mude. Já tivemos melhora em maio e prevemos dois lançamentos neste ano.”

A fabricante Cimed tem priorizado produtos mais baratos, o que levou a um incremento durante a recessão, diz o diretor Hélio Melo. 

“Projetamos agora uma aceleração [do mercado], com pelo menos mais quatro itens novos em 2018.”

 

Morreu de velho

O faturamento total das seguradoras aumentou 9% em 2017 em comparação com 2016, de acordo com o Sincor-SP (sindicato dos corretores) e atingiu o patamar de R$ 144 milhões.

O cálculo exclui as receitas de DPVAT, VGBL e PGBL.

O ramo de pessoas impulsionou a alta e, sozinho, foi 12% maior do que o resultado registrado do ano anterior.

“Nos últimos três anos, esse tipo de produto teve altas consecutivas. É uma tendência que se manteve”, diz Francisco Galiza, consultor econômico da entidade.

Outro fator que explica esse protagonismo, segundo Galiza, é a queda na produção de automóveis no ano passado, que afetou a venda de seguros de autos —tradicionalmente fortes no país. 

 

Remédio concentrado

A Funcional, uma empresa que oferece planos para companhias que subsidiam a compra de remédios de seus empregados e outros serviços, adquiriu a Fidelize, de tecnologia da informação para o setor farmacêutico.

O valor não é revelado. O faturamento da empresa comprada no ano passado foi de R$ 18 milhões, diz Fábio João Hansen, sócio da Funcional.

“O ponto de equilíbrio do investimento é em cinco anos.  Usamos um empréstimo lastreado em capital próprio.”

Com a operação, a empresa dele passa a atuar em um novo segmento, o de tecnologia para vendas para as drogarias.

 

Pé… A confiança do empresário teve alta tímida de 0,9% em maio deste ano em comparação com o último mês, segundo a Fecomercio-SP (federação paulista do comércio).

…atrás Incerteza eleitoral e desemprego são os fatores que mais frustraram o crescimento previsto para este ano, segundo afirma Guilherme Dietze, assessor econômico da entidade.

Instrumentos… Foco na atividade principal da empresa e orçamento base zero estão entre as ferramentas de gestão que mais deverão ganhar força na América Latina em 2018, segundo a Bain & Company.

…de trabalho Essas ações são utilizadas, respectivamente, por 27% e 11% das empresas brasileiras. A mais utilizada é metas de planejamento estratégico (62%). A consultoria ouviu 1.268 executivos na região.

Já foi… O fluxo de visitantes em lojas na semana que antecede o Dia dos Namorados deverá crescer 9% em relação à média deste ano, segundo a Seed, empresa de análise de dados do varejo.

…melhor Na comparação com o mesmo período do ano passado, porém, a queda deverá ser de até 33%. A proporção é semelhante à registrada no Dia das Mães, segundo a companhia.

Estética Produtos para cabelo passaram a representar 81% de todos os nutricosméticos vendidos no acumulado de 12 meses até abril deste ano, uma alta de 13,4%, segundo a Iqvia, que audita o setor.

 

com Felipe Gutierrez, Igor Utsumi, Ivan Martínez-Vargas e Diana Lott

Bitcoin morre pela 300ª vez



Um artigo publicado no site da Forbes em 30 de maio afirma que o “calcanhar de Aquiles” do bitcoin é a enorme quantidade de eletricidade necessária para a mineração. Como destacado pelo especialista da revista, France Coppola, os mineradores subestimam os riscos associados ao consumo de energia em escala global. A matéria aborda questões como roubo de eletricidade e equipamentos de mineração, que está se tornando cada vez mais caro.

“Como esperado, os mineradores de bitcoin minimizam o consumo de energia e a ameaça que representam para as pessoas comuns, as empresas comuns e o planeta” , diz o material.

De acordo com o site 99bitcoins, na última “morte”, o bitcoin foi negociado em torno de $ 7.312. De acordo com as estatísticas da 99Bitcoins, este ano a criptomoeda “morreu” 62 vezes. Até o momento ao longo do ano, o bitcoin morreu 85 vezes.

Ao longo de 2016, relatos da iminente “morte” do bitcoin surgiram 28 vezes, o que não impediu que a primeira criptomoeda em dezembro daquele ano superasse a marca dos US $ 800 e atingisse o maior nível desde os indicadores de fevereiro de 2014.

Guia do Bitcoin

Bitcoin "Dies" pela 300ª vez, negociando a US $ 7.300


O Bitcoin (BTC) recentemente "morreu" pela 300ª vez, de acordo com 99Bitcoins lista de obituários do Bitcoin. A criptomoeda enfrentou sua "morte mais recente" no último "obituário" fornecido por Forbes .

Bitcoin celebra seu 300º aniversário de morte após um artigo publicado pela Forbes em 30 de maio. artigo alega que "Aquiles Heel" do Bitcoin é a enorme quantidade de eletricidade exigida pela criptografia operações de mineração

.

De acordo com a Forbes, mineradoras de Bitcoin subestimam os riscos associados à energia consumo na escala global. O relatório também enfatiza questões como roubo de energia e o custo de equipamentos de mineração que está ficando cada vez mais caro:

“Previsivelmente, mineradoras de Bitcoin minimizam o uso de energia e a ameaça que representa para pessoas comuns, negócios comuns e o planeta que ocupam. ”

Na época da última“ morte ”registrada pela 99Bitcoins, a BTC estava sendo negociada a US $ 7.312. Em dezembro, quando o Bitcoin morreu [200459014] 200 morte, o preço do BTC atingiu a marca de US $ 11.000. De acordo com estatísticas 99Bitcoins, a principal criptomoeda "morreu" 62 vezes este ano.

Este ano, vários especialistas e figuras públicas proferiram suas próprias sugestões de porque Bitcoin está fadado ao fracasso, incluindo o notório Warren Buffet ] afirmação de que o Bitcoin é "provavelmente veneno de rato ao quadrado" e Bank of England A alegação do governador Mark Carney de que o BTC "falhou" como moeda

. Enquanto o Bitcoin enfrentou recentemente sua 300ª morte e caiu em valor em torno de 20% no mês passado, várias figuras proeminentes nos mundos de tecnologia e negócios fizeram declarações otimistas sobre seu futuro. Recentemente, o co-fundador da Apple, Steve Wozniak disse que “apenas Bitcoin é ouro digital puro”, reiterando a declaração do CEO Jack Dorsey que em uma década BTC será a "moeda única" do mundo e da Internet . [19659019] De acordo com Índice de preços da Cointelegraph BTC está sendo negociado a $ 7.407 no momento da impressão, tendo ganho cerca de 4% sobre a semana passada.