Tesouro anuncia que fará leilões de compra e venda de NTN-F e LTN nos dias 25, 27 e 29 de junho e de NTN-B nos dias 26 E 28 – Notícias


SÃO PAULO (Reuters) – Em atuação coordenada com o Banco Central, o Tesouro Nacional informou nesta sexta-feira que realizará leilões de compra e venda de títulos na próxima semana, podendo fazer novas ofertas se avaliar necessário.

    A autoridade já vinha atuando diariamente desde 25 de maio para ajudar a tranquilizar o mercado após o nervosismo recente. O Tesouro informou ainda que foram cancelados os leilões tradicionais marcados para os dias 26 e 28 da próxima semana.

    Nos dias 26, 27 e 29 de junho, serão leiloados Notas do Tesouro Nacional Série F (NTN-F) com vencimentos em 2023, 2025, 2027 e 2029 e Letras do Tesouro Nacional para 01/07/2020, 01/07/2021, e 01/01/2022.

Nos dias 26 e 28, será a vez dos leilões de Notas do Tesouro Nacional Série B (NTN-B) para os vencimentos 15/08/2020, 15/05/2021, 15/08/2022 e 15/05/2023.

    As portarias com os volumes serão divulgadas no dia imediatamente anterior à oferta.

    Em 25 de maio, o Tesouro Nacional anunciou que estava cancelando parte dos leilões tradicionais de títulos e que passaria a atuar extraordinariamente, com o objetivo de “fornecer suporte ao mercado de títulos públicos garantindo bom funcionamento desse e de outros mercados correlatos”.

    Durante sete pregões, vendeu Notas do Tesouro Nacional série F (NTN-F) em três vencimentos. A partir do oitavo pregão, colocou mais um vencimento e passou também a fazer leilões de venda do mesmo papel, estratégia que usou também por sete dias.

    O passo seguinte foi incluir nos leilões diários compra e venda de Letras do Tesouro Nacional (LTN) e Notas do Tesouro Nacional série B (NTN-B), processo que fez durante toda essa semana.

Também nesta sexta-feira, o BC anunciou que continuará atuando no mercado de câmbio na próxima semana por meio de leilões de swaps cambais, equivalentes à venda futura de dólares, mas não informou qual o volume pretende injetar, como fez desde a semana passada. O BC também fará um leilão de linha, venda de dólares com compromisso de recompra. 

Projeto que viabiliza venda das distribuidoras da Eletrobras é adiado e preocupa setor – 21/06/2018 – Mercado


A votação do projeto que lei que viabiliza a venda das distribuidoras de energia da Eletrobras no Norte foi adiada mais uma vez nesta quarta (20), o que gerou apreensão entre o setor elétrico. 

O objetivo do projeto é permitir que as dívidas bilionárias das companhias sejam pagas com fundos setoriais —ou seja, incluídas na conta de luz do consumidor—, o que possibilitaria a atração de investidores aos leilões, marcados para o dia 26 de julho.

A solução é apontada por analistas do setor como a única saída para evitar outro cenário ainda mais grave: a liquidação das empresas. 

A liquidação é considerada uma medida extrema, pois geraria dúvidas sobre a continuidade da prestação do serviço, a possibilidade de uma demissão em massa de funcionários e uma enorme transferência de passivos à Eletrobras, controladora das empresas. 

“Criaria um problema, porque nunca houve uma liquidação de uma concessionária na história”, afirmou Nelson Leite, presidente da Abradee, associação das distribuidoras de energia.  

As quatro distribuidoras localizadas no Norte do país acumulam passivos de R$ 29,8 bilhões. A Amazonas Energia tem a situação mais grave, com débitos de R$ 20,37 bilhões. 

A solução é essencial para atrair interessados ao certame e evitar a liquidação, principalmente no caso da empresa amazonense, afirma Gustavo de Marchi, sócio do  Décio Freire & Associados. 

A cada vez menor janela de oportunidade para votar o projeto, porém, preocupa o setor. 

Há um requerimento de urgência que aguarda votação do plenário da Câmara, para que o texto siga diretamente ao plenário. 

Para que a urgência do projeto de lei seja aprovada, é preciso o voto de 257 deputados –o que será difícil na próxima semana, em que a bancada nordestina deverá se ausentar para participar das festas juninas em seus estados, diz o analista político Leandro Gabiati.

Ainda haveria a possibilidade de votação na primeira semana de julho, a última antes do recesso parlamentar. No entanto, a pauta da Câmara segue disputada, e a matéria ainda deverá passar pelo Senado, ele explica. 

A Eletrobras já obteve autorização para prorrogar a prestação do serviço nos seis estados enquanto o leilão não é realizado —falta apenas a aprovação da prorrogação na assembleia de acionistas da estatal. 

No entanto, analistas do mercado avaliam que os atrasos podem prejudicar o interesse dos investidores e, à medida que as eleições se aproximam, a votação fica ainda mais difícil. 

O equacionamento das dívidas das distribuidoras do Norte era um dos pontos presentes na medida provisória 814, que caducou no último mês. O projeto de lei é uma nova tentativa de aprovar a medida. 

Associações do setor elétrico também pressionam pela inclusão de outra solução que estava presente na MP 814: a resolução do chamado risco hidrológico, briga do setor que tem gerado um rombo de R$ 6 bilhões não pagos por geradores hidrelétricos. 

No entanto, há uma resistência em incluir esta e outras emendas para simplificar a tramitação e garantir que o problema das distribuidoras seja resolvido. 

O governo já trabalha formas de resolver o problema do risco hidrológico no âmbito regulatório, sem que haja a necessidade de passar pelo Congresso. 

Urgência de decreto que permite venda direta de etanol é rejeitada – Notícias


O plenário da Câmara dos Deputados rejeitou na noite desta quarta-feira, 20, a urgência do projeto de decreto legislativo que permite a venda direta de etanol pelos produtores aos postos de combustíveis. Eram necessários 257 votos favoráveis para a urgência, mas só houve 213 apoios. Outros 98 deputados votaram não e três se abstiveram.

Vice-líder do governo, o deputado Beto Mansur (PRB-SP), disse que a votação da urgência era desnecessária. “Isso é um jabuti eleitoral”, afirmou.

A proposta em apreciação foi apresentada pelos deputados, mas o projeto de decreto aprovado ontem no Senado Federal deve tramitar em conjunto.

A estratégia dos parlamentares é apressar a aprovação do decreto, que terá efeitos imediatos e não pode ser sustado pelo Executivo. Com a urgência, ele ganharia prioridade e poderia ser votado diretamente no plenário, sem passar por comissões.

Só depois da aprovação do decreto é que um projeto de lei minimizando o impacto fiscal da medida será colocado em pauta. A ideia é obrigar o governo a aprovar essa proposta para conseguir ao menos recompor as receitas que seriam perdidas com a venda direta.

Se a Câmara optasse por votar diretamente o projeto de lei, ele poderia ser vetado pelo presidente Michel Temer. A aprovação do decreto primeiro acaba fazendo com que o governo precise aprovar o projeto de lei para reverter perdas.

O deputado Evandro Gussi (PV-SP) disse que o governo vai perder R$ 2,8 bilhões em receitas com a aprovação do decreto.

Senado aprova projeto de resolução que permite venda direta de etanol das usinas a postos de combustível – Notícias


BRASÍLIA (Reuters) – O Senado aprovou nesta terça-feira projeto de resolução que permite a venda direta de etanol das usinas a postos de combustíveis.

A matéria de origem no Senado, aprovado por 47 votos a dois, ainda precisa ser avaliada pela Câmara dos Deputados e pode retornar aos senadores caso haja qualquer alteração no texto.

A recente crise deflagrada com a greve dos caminhoneiros no final de maio que trouxe problemas de abastecimento em cidades brasileiras, trouxe à tona questionamentos sobre a necessidade de rediscussão da política de preço dos combustíveis e movimentou projetos legislativos relacionados ao tema.

Segundo o autor da proposta, senador Otto Alencar (PSD-BA), o projeto não tem a intenção de prejudicar os distribuidores de etanol hidratado, mas trazer mais competitividade à cadeia.

“A minha visão, diante do que aconteceu com a greve dos caminhoneiros, é a de que o consumidor precisa saber com transparência, com clareza, o porquê de, no nosso país, o preço dos combustíveis ter aumentado muito nos últimos anos, e agora este ano, então, que levou à crise grave que nós atravessamos, com consequências de demissão do então presidente da Petrobras”, disse o senador no plenário.

“São várias distribuidoras que hoje dominam esse mercado, e, consequentemente, há um…eu considero que é um cartel, um oligopólio, que domina esse setor e que, a partir daí, estabelece os preços acima do que o consumidor deveria pagar.”

Segundo nota técnica legislativa obtida pela Reuters, o setor tem se posicionado de forma dividida em relação ao projeto. Enquanto grandes produtores são contra a liberação do comércio direto, associações e representantes de usinas do Nordeste defendem a aprovação da medida.

“Você junta um lobby forte do Nordeste, em um cenário eleitoral, com um momento super sensível para a população, e ela passa a ficar com a sensação de que isso (venda direta) vai trazer benefícios em termos de redução de preços (do etanol)”, disse à Reuters uma fonte do setor de biocombustíveis, sob condição de anonimato.

A líder do MDB e da Maioria na Casa, Simone Tebet (MS), havia defendido mais cedo que houvesse mais discussão sobre o tema. Ela é favorável à venda direta, mas com regras mais claras, para que não haja insegurança jurídica na cadeia produtiva.

Ela explica que a simples sustação de um decreto da Agência Nacional do Petróleo (ANP) que determina que o fornecedor só comercialize o etanol com outro fornecedor cadastrado na ANP, com um distribuidor autorizado pela agência, ou com o mercado externo, não torna a proposta viável, porque há uma lei em vigor que também aborda o tema.

“A usina vai precisar colocar uma química nesse etanol. Ela vai ter um custo para processar. Além disso, ela vai pagar pela distribuição? Ela vai assimilar 100 por cento do PIS/Cofins? Se ela vai assimilar tudo isso —mais custo e tudo mais— e como ela não é especializada em distribuição, ela vai ter um custo maior que a especializada? Como é que eu falo que o etanol vai diminuir na bomba?”, disse à Reuters mais cedo.

A senadora defende a edição de uma proposta legislativa que defina regras claras sobre o tema.

(Reportagem de Maria Carolina e Ricardo Brito)

AES foca renováveis e pioneirismo em baterias no Brasil após venda da Eletropaulo – Notícias


Por Luciano Costa

SÃO PAULO (Reuters) – A elétrica norte-americana AES vai focar as operações no Brasil em energia renovável e buscará ainda desenvolver seu negócio de baterias no mercado local, após fechar no início deste mês a venda de toda sua fatia na distribuidora de energia Eletropaulo à italiana Enel.

A AES informou na semana passada que vendeu toda sua fatia de 16,84 por cento na Eletropaulo à Enel, por cerca de 1,27 bilhão de reais, um valor considerado “justo” pelo presidente da companhia no Brasil, Julian Nebreda.

“O negócio foi fechado de acordo com nossas expectativas. Consideramos o valor justo”, disse o executivo à Reuters, em respostas por e-mail, adicionando que a companhia irá agora focar a atuação no país em geração limpa.

“O Brasil segue sendo extremamente relevante para a AES Corp, que tem como missão global o investimento em renováveis. Por suas dimensões continentais, (o país) oferece uma ampla gama de oportunidades em geração de energia renovável”, destacou.

A AES Tietê, braço de geração de energia limpa da empresa, tem buscado ampliar sua capacidade por meio de aquisições, que envolveram mais recentemente a compra de dois projetos solares a serem implementados e um parque eólico já em operação, o complexo Alto Sertão II.

A empresa também viabilizou um projeto solar em um leilão promovido no final do ano passado pelo governo federal. O empreendimento precisa iniciar operação até 2021.

Os projetos solares da AES Tietê, que somam 300 megawatts em capacidade, deverão entrar em operação entre julho deste ano e 2019, com investimentos totais estimados em 1,3 bilhão de reais.

“Juntos, os três complexos solares farão da AES Tietê uma das maiores geradoras de energia fotovoltaica do país”, afirmou Nebreda.

A AES Tietê tem uma meta de chegar a 2020 com 50 por cento da geração de caixa proveniente de empreendimentos renováveis não-hidrelétricos com contratos de longo prazo.

“Para atingir esse objetivo, temos um plano de investimentos para o Brasil… temos como objetivo investir em projetos que possam gerar valor excepcional, com sinergia na operação, como Alto Sertão II, muito importante para o portfólio da AES Brasil”, disse Nebreda.

BATERIAS

Outro foco da atuação da AES no Brasil será no desenvolvimento de seu negócio de armazenamento de energia por meio de baterias.

“Esta tecnologia, umas das mais inovadoras e versáteis disponíveis no mercado, vai consolidar-se como uma proposta de valor no setor de distribuição. E queremos ser pioneiros nisso”, disse Nebreda.

Ele apontou que a tecnologia pode apoiar a integração de fontes renováveis ao sistema elétrico, compensando a intermitência da geração eólica e solar, ou ser utilizada para aliviar redes de transmissão ou distribuição.

Outras possibilidades de uso das baterias são em regiões isoladas do sistema elétrico, como no Norte do país, ou em projetos direcionados ao consumidor final, em associação com soluções de geração distribuída, como sistemas de painéis solares em telhados.

“Nossa missão é oferecer soluções inovadoras a nossos clientes, e armazenamento de energia é uma delas”, disse Nebreda, adicionando que a companhia pretende anunciar novidades no segmento “muito em breve”.

(Por Luciano Costa)

Justiça nega pedido de liminar e permite venda de ativos da Petrobras em Sergipe – Notícias


O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) negou pedido de liminar que requeria a suspensão do processo de venda pela Petrobras de dez campos terrestres de petróleo em Sergipe, informou a petroleira estatal em nota.

A medida manteve a decisão anterior da 2ª Vara Federal da Seção Judiciária de Sergipe, que já havia manifestado entendimento nesse sentido, ressaltou a empresa.

Os campos em questão que estão à venda são Angelim, Aguilhada, Aruari, Brejo Grande, Ilha Pequena, Atalaia Sul, Siririzinho, Castanhal, Mato Grosso e Riachuelo.

“A Petrobras reafirma que o processo em questão está de acordo com a Sistemática para Desinvestimentos da Petrobras e está alinhado às orientações do Tribunal de Contas da União (TCU)”, disse a empresa em nota.

Keplertek: Venda Especial Devido à Incrível Demanda (19 de junho a 21 de junho)



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Venda do Token GBTC da GigTricks Lançou Estourando


GigTricks – Um ecossistema completo sob demanda com o modelo de atualização zero para o cliente está em destaque com sua venda de tokens e revela um desconto de dados de 50%

14 de junho de 2018 – Um GigTricks completou com sucesso your selling private and people in todo o mundo apoiam a startup sediada em Gibraltar com o escritório de suporte em Dubai por causa de suas soluções e inovadoras e modelo de mídia pós-receita.

GigTricks, Amir Shaikh expressou sua gratidão como tal:

"Estamos muito satisfeitos e honrados com a confiança como pessoas estão demonstrando na GigTricks e seu conceito de ter cinco produtos inovadores em um ecossistema histórico."

que a GigTricks recebeu, junto da Private Sale, como as pessoas ainda estão animadas para o lançamento da pré-venda da GigTricks e já foi hora de os veteranos da empresa fazerem um oito oficial Sobre os dados de lançamento da Pré-Venda.

A data e a data da pré-venda e da promoção principal da GigTricks estão abaixo, marque suas agendas e defina seus lembretes para ela:

Pré-Venda – a partir de 1º de julho de 2018 08:00 UTC / GMT até 30 de julho de 2018 23:59 UTC / GMT

Venda Principal – de 1 de setembro de 2018 08:00 UTC / GMT até 30 de setembro de 2018 23:59 UTC / GMT

Esta é uma alocação de um total de 1 bilhão de fichas Gigbit (GBTC):

Sobre o anúncio do período de pré-venda Principal dissertação, Shaikh acrescentou:

”Teremos que todos tiveram a chance de investir nos tokens GBTC”, continuou ainda, “tem três fases durante a venda dos tokens nos permite fazer exatamente isso, ou seja, triplicar sua alegria” e Mastercard nos methods de pagamento Juntamente com ETH, BTC e transfere as bases e estamos em conversações com uma bolsa HitBTC . ”

O anúncio não termina aqui, pois ainda há mais por vir, porque foi uma pura alegria e uma cereja no topo do bolo quando o cérebro de trás do GigTricks anunciou que não existem condições de bloqueio nos tokens GBTC comprados durante a O que é que é agora, o que é agora, pode ser o seu tipo de convite, uma vez que tenha sido incluído nas bolsas.

O GigTricks é um modelo de negócio pós-receita e seu mercado já está VIVO ”, que faz um investimento para seu dinheiro, pois o período de espera não será muito longo. Especula-se que, após o término da venda principal, levaria cerca de 4 semanas para os tokens GBTC são definidos nas exchanges.

Nenhum GigTricks poderá ter o seu negócio com a missão ZERO. Venha se registrador no GigTricks, ganhe Tokens GBTC (GigBit) pelo seu tempo socializando no GigTricks Social e gaste these tokens para dar um salto e receber seus sonhos.

Transforme sua paixão em seu negócio, nutre o que você ama e leve para o próximo nível.

O Whitelist GigTricks é um conjunto aberto de 15 de junho a 30 de junho de 2018 para permitir que todos os setores interessados ​​em configurá-los. bonus for the help you the make the best of the best-seller and the best sellers:

Partilhar esta notícia em autonoma e na demanda por 5 produtos inovadores em um ecossistema. A pré-venda do GigTricks estará em funcionamento de 1 de julho de 2018 a 30 de julho de 2018.

Site: https://www.gigtricks.io/

Whitepaper: https://drive.google.com/file/d/1TFJsc9UfibgG3y0lOZD7R9jqX1nQ0-u6/view

Contato: [email protected]

Telegrama: ] https://t.me/gigtricks

Edital de venda de distribuidoras da Eletrobras sai no dia 15, diz Dyogo – Notícias


O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Dyogo Oliveira, informou nesta quarta-feira, 13, que o edital da privatização de seis distribuidoras da Eletrobras será divulgado na sexta-feira, 15.

“É o pontapé efetivo do processo das distribuidoras. No Congresso, a boa notícia é que aprovaram a urgência da votação do PL projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras. É uma pauta super importante da agenda de reformas. Havia alguma dificuldade, mas conseguimos destravar essa agenda”, disse Dyogo Oliveira após participar de um evento promovido pelo Santander na capital paulista.

Em entrevista a jornalistas, ele chegou a dizer que o banco estava se preparando para soltar ainda nesta quarta o edital.

Venda de distribuidoras da Eletrobras é uma das prioridades no Congresso, diz Marun – Notícias


BRASÍLIA (Reuters) – O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse nesta terça-feira que um projeto de lei que visa permitir a venda de distribuidoras de energia da Eletrobras é um dos focos da gestão do presidente Michel Temer no Congresso Nacional, assim como o cadastro positivo e a criação do Ministério de Segurança Pública.

Marun, que falou com jornalistas após conversa com os ministros Eduardo Guardia (Fazenda) e Esteves Colnago (Planejamento) e lideranças do Congresso, disse ainda que o governo quer discutir a autonomia do Banco Central no Congresso, mas sabe que o tema é polêmico.

(Reportagem de Mateus Maia)