Vendas no varejo britânico surpreendem e avançam 1,3% em maio – Notícias


As vendas no varejo do Reino Unido tiveram expansão de 1,3% em maio ante abril, segundo dados publicados hoje pelo Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, na sigla em inglês). O resultado do mês passado surpreendeu analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam avanço bem menor nas vendas, de 0,3%.

Na comparação anual, o setor varejista britânico ampliou as vendas em 3,9% em abril, também superando de longe a projeção do mercado, que era de alta de 2,2%. Fonte: Dow Jones Newswires.

Produção industrial e varejo da China crescem menos que o esperado em maio – Notícias


A produção industrial, as vendas no varejo e os investimentos em ativos fixos tiveram em maio expansão mais moderada que a projetada por analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires.

De acordo com dados do Escritório Nacional de Estatísticas (NBS, na sigla em inglês), a produção industrial chinesa cresceu na margem 0,58% em maio e 6,8% na comparação com igual mês de 2017. A projeção de analistas era de crescimento anual de 7,0%.

A produção de aço somou 97,1 milhões de toneladas em maio, crescimento de 11% em relação a igual mês de 2017. No intervalo de janeiro a maio, foram produzidas 434,7 milhões de toneladas – expansão em base anual de 6,2%.

Já a de petróleo foi de 16 milhões de toneladas, queda de 1,6% ante o mesmo mês do ano passado. Do começo do ano até maio, a soma foi de 78,2 milhões de toneladas, recuo de 2% na comparação anual.

Atividade

O setor de varejo na China apresentou crescimento na margem de 0,29% em maio. Em base anual, a expansão das vendas foi de 8,5%, ante projeção de alta 9,6%.

Os investimentos em ativos fixos não-rurais subiram 6,1% em maio, na comparação anual, enquanto o mercado previam expansão de 7,0%.

Já as vendas de moradias cresceram 12,8% na comparação do intervalo de janeiro a maio com o mesmo período de 2017. Em igual comparação, as construções iniciadas tiveram expansão de 10,8%. Fonte: Dow Jones Newswires.

Vendas no varejo alemão sobem 2,3% em abril ante março – Notícias


As vendas no varejo da Alemanha subiram 2,3% em abril ante março, no cálculo com ajustes sazonais, segundo dados divulgados hoje pela agência de estatísticas do país, a Destatis. O resultado surpreendeu analistas consultados pela Trading Economics, que previam aumento bem menor, de 0,7%.

Na comparação anual, as vendas no varejo alemão subiram 1,2% em abril, em termos reais. Neste caso, a projeção dos analistas era de ganho um pouco maior, de 1,4%.

O indicador de vendas no varejo alemão é volátil e sujeito a grandes revisões. Por esse motivo, economistas normalmente acompanham os números mensais com cautela e levam mais em consideração as médias em três meses.

Vendas no varejo chegam a cair mais de 30% com greve dos caminhoneiros, diz Cielo – 29/05/2018 – Mercado


As vendas no varejo no país caíram fortemente nos últimos dias em meio ao agravamento dos efeitos da paralisação dos caminhoneiros, afirmou à Reuters nesta segunda-feira o diretor de Inteligência da Cielo, Gabriel Mariotto

Segundo dados do ICVA, índice da companhia que mede a atividade do varejo, o faturamento do varejo no sábado caiu 20% ante data comparável do ano passado. No domingo, a queda foi de 28%. As maiores quedas foram nas regiões Sul e Sudeste do país, com recuos de 37% e 29% no domingo.

 

Segundo  Mariotto, apesar das dúvidas em relação aos desdobramentos da paralisação nos próximos dias, já é possível apontar um recuo do setor ante maio do ano passado.

“Provavelmente vai ter uma desaceleração”, disse o executivo.

O setor mais atingido foi naturalmente o de postos de combustíveis. Entre terça e quinta-feira da semana passada, o setor teve um pico de faturamento, com altas de cerca de 30% em relação a datas comparáveis do ano passado, com pessoas correndo aos postos para encher o tanque de seus veículos.

“Mas esse efeito já foi mais do que compensado pela queda forte a partir de sexta-feira, com o esvaziamento dos postos”, disse Mariotto.

Um movimento parecido de menor intensidade vem acontecendo em outras áreas, como os supermercados e estabelecimentos que comercializam alimentos, como restaurantes, disse ele.

Uma das poucas exceções, por enquanto, é o setor de farmácias e drogarias, que aparentemente ainda não acusou os efeitos da paralisação dos caminhoneiros, concluiu.

Vendas no varejo recuaram 29% no domingo ante período sem greve, capta ICVA – Notícias


As vendas no varejo brasileiro recuaram 29% no domingo, 27, na comparação com períodos equivalentes antes da paralisação dos caminhoneiros, conforme levantamento do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). No sábado, 26, o recuo foi de 21%.

Até sexta-feira, 25, o ICVA vinha registrando ainda algum crescimento nas vendas em supermercados, consequência da corrida de consumidores para fazerem estoque de alimentos. No fim de semana, no entanto, essa tendência já reverteu. Supermercados e hipermercados viram suas vendas recuarem em 14% no domingo e 1% no sábado.

Em postos de combustível, as vendas também afundaram. No início da crise, na quarta e quinta-feira, dias 23 e 24, as vendas de combustíveis dobraram, com consumidores correndo aos postos com medo de desabastecimento.

Já no final de semana, com o fim dos estoques, o setor caiu 54% no sábado e 60% no domingo.

Vendas no varejo em 2017 têm primeira alta em 3 anos – 10/02/2018 – Mercado


Apesar do recuo em dezembro, as vendas no varejo brasileiro fecharam 2017 com alta de 2%, no primeiro resultado positivo desde 2014, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (9).

Em dezembro de 2017, o volume de vendas caiu 1,5%, na comparação com o mês anterior, mas subiu 3,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A expectativa em pesquisa da agência Reuters era de baixa de 0,40% na comparação mensal e de avanço de 4,70% sobre um ano antes.

Com crescimento de 9,5% frente a 2016, o setor de móveis e eletrodomésticos foi o que mais contribuiu no balanço anual.

Segundo a gerente da pesquisa, Isabella Nunes, o resultado foi estimulado pela redução da taxa de juros em 2017. “Com uma dinâmica de vendas associada à maior disponibilidade de crédito, o setor se recuperou após dois anos em queda.”

Nunes também atribui o resultado positivo à recuperação do setor de supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que cresceu 1,4% no ano.

“O bom resultado nessa categoria foi influenciado principalmente pela redução sistemática dos preços e a recomposição da massa de rendimentos”, explica.

O desempenho anual, no entanto, foi afetado por quedas em combustíveis e lubrificantes (-3,3%), livros, jornais, revistas e papelaria (-4,2%) e equipamentos para escritório, informática e comunicação (-3,1%).

Apesar do avanço, Nunes afirma que ainda é cedo para falar em recuperação total. “[O ano de] 2017 rompe um período de dois anos de queda nas vendas nacionais, mas ainda está longe de recuperar a perda de 10,2% acumulada nesse período”, pondera a pesquisadora.

AMPLIADO

No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos e de material de construção, o volume de vendas subiu 4% no ano passado –o acumulado em 12 meses mais elevado desde fevereiro de 2014.