Regras sobre precatórios fazem os valores de venda subirem – 24/06/2018 – Mercado Aberto


O estado e a cidade de São Paulo aprovaram regras para incluir novas formas de quitar precatórios (ordens de pagamentos que a Justiça determinou que os governos façam) que alteraram o mercado por esse tipo de título.

As duas esferas administrativas vão aceitar que se use esses direitos de recebimento para dívidas de impostos, com 40% de desconto do valor original.

A regra no estado passou a valer com uma regulamentação de maio da Procuradoria Geral. No município, a Câmara aprovou uma lei com diretriz semelhante em junho.

“As normas novas vão organizar esse mercado”, diz Marcelo Gatt Reis Lobo, da comissão de precatórios da OAB.

Esse pagamento de 60% é uma garantia mínima que o detentor do precatório deve receber do estado, diz ele.

Nas transações, quanto maior o valor a receber, mais se paga, diz Pedro Corino, diretor-executivo da Sociedade São Paulo de Investimentos, um fundo que adquire e revende essas dívidas da administração pública.

“Um precatório federal é negociado por cerca de 80% da face. Antes das novas regras, os do estado de São Paulo eram comercializados por uma porcentagem de cerca de 35% do papel.”

Empresas com dívidas tributárias aumentaram a demanda em junho, diz ele.

“Os detentores de precatórios ficaram empoderados com essa norma”, diz Claudia Romano, coordenadora da administração financeira da Secretaria da Fazenda.

O governo não tem um cálculo de qual volume de dívidas de impostos serão quitadas dessa forma porque não há um histórico de pagamentos com os títulos, diz ela.

 

Turbulência precificada

A rentabilidade dos planos fechados de previdência privada cresceu 3,14% no primeiro bimestre deste ano, de acordo com a Abrapp (associação do setor).

A variação é considerada positiva porque acompanhou a redução de 17,5% do déficit dos cerca de 180 fundos de pensão que não estão com suas metas atuariais em dia, diz Luis Ricardo Martins, presidente da entidade.

Há, porém, uma perspectiva negativa para o resultado dos próximos meses devido a fatores como a paralisação dos caminhoneiros e tensões geopolíticas.

“Os [valores dos] papéis da Petrobras, por exemplo, tiveram uma volatilidade negativa, e vários fundos possuem ações da estatal”, afirma.

“Sabemos que esses eventos serão precificados tanto na renda fixa como na variável, onde estão alocados os recursos dos planos.”

 

É tudo embalagem

A filial brasileira da Bemis, fabricante de embalagens de origem americana, vai aportar cerca de R$ 80 milhões em maquinário para suas plantes e na adoção de um novo sistema de gestão de processos.

“Nossa intenção é recapitalizar nossas fábricas com equipamentos novos. Temos 12 ao todo”, afirma o CEO para a América Latina, Carlos Alberto Santa Cruz.

Entre as aquisições, estão uma impressora de rótulo e uma formadora de sachês. As aquisições deverão ser utilizadas nos segmentos de cuidados pessoais, tomates e vegetais, fármacos e pets.

“Tivemos no primeiro e no segundo trimestres resultados melhores que os de 2017. Em maio e junho, a paralisação dos caminhoneiros afetou a operação, mas ainda assim vamos crescer cerca de 3% neste ano”, diz o executivo.

Cerca de 95% da produção da Bemis no país se destina atualmente ao mercado brasileiro. O restante é exportado a países do continente, com destaque para Argentina, Chile, Peru e Uruguai.

R$ 2 bilhões
é a receita anual no país

US$ 4,04 bilhões (R$ 15,3 bilhões)
foi o faturamento global em 2017

3.900
são os funcionários no Brasil

 

Mais leitos infantis

O Grupo Leforte, de hospitais, vai investir R$ 23,5 milhões em infraestrutura e equipamentos para suas áreas de oncologia e pediatria neste ano.

O maior aporte, de R$ 15 milhões, será na expansão da capacidade de internação do complexo hospitalar em 50 leitos até dezembro.

“Teremos uma nova unidade pediátrica em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo. Em 2017, investimos R$ 5 milhões em um ponto atendimento infantil”, diz o CEO, Rodrigo Lopes.

Para o tratamento de câncer, a empresa comprou um equipamento de radioterapia por R$ 8,5 milhões, que entrou em operação em março.

“O aparelho reduz o tempo da sessão de 20 minutos para cerca de três minutos”, diz ele.

A companhia, que opera com quatro unidades, estima crescer 10% em faturamento em 2018.

R$ 630 milhões
foi a receita em 2017

400
é o número de leitos

 

Bolão executivo

Piotr Jas
vice-presidente de mercados internacionais da BlaBlaCar

 O jogo da Polônia contra Colômbia será um grande desafio, afirma o polonês Piotr Jas, vice-presidente de mercados internacionais da plataforma francesa de caronas BlaBlaCar. “É preciso aprimorar as jogadas da primeira partida.”

Embora reconheça a necessidade de seu país melhorar a performance após a derrota para o Senegal, o executivo espera uma vitória de 2 a 1 neste domingo (24).

Para a final, ele diz que os resultados surpreendentes até agora dificultam qualquer favoritismo. Brasil e Croácia, porém, são fortes candidatos. “Os brasileiros mostraram um belo futebol no último jogo.”

Ficha técnica
País: 
Polônia
PIB em 2017: R$ 1,985 trilhão*
Inflação em 2017: 2,08%
Desemprego no 1º trimestre: 6,6%
 *em 2017, no câmbio atual

 

Doe Cerca de 30 associações de ONGs e Oscips formaram uma coalização para pressionar o Congresso a aprovar benefícios fiscais para empresas que doarem para fundos filantrópicos —hoje, só há isenção para projetos.

Transformação A FGV lançou seu portal em chinês para atrair estudantes. Nos EUA, os chineses são 33% dos alunos estrangeiros.

Réus Na terça (26), o STJ julga um grupo que usava marcas de grandes empresas alimentícias em produtos lácteos falsificados.

 

com Felipe Gutierrez, Igor Utsumi, Ivan Martínez-Vargas e Arthur Cagliari

Comissão de Valores Mobiliários dos EUA investiga mais uma ICO fraudulenta


Um fato comum da grande maioria dos governos mundiais é a capacidade de cortar o mal pela raiz, mesmo quando esse mal não seja tão maléfico assim. Mas parece que o governo dos Estados Unidos está tentando fugir desse padrão.

É de conhecimento público que nem sempre a melhor forma de se controlar uma praga é cortando a arvore fora. Qualquer pessoa com um mínimo de bom senso, tenta ao menos ver as possibilidades de apenas podar alguns galhos infectados e controlar a proliferação, para que toda a arvore acabe sendo poupada. É uma opção válida, principalmente se a arvore for frutífera. Contudo, parece que alguns governadores preferem jogar tudo ao fogo.

Se substituirmos as arvores por ICOs, temos uma ideia do que está acontecendo de fato ao redor do mundo. As ofertas iniciais de moedas tem conquistado o coração de vários empreendedores que viram nessa oportunidade uma nova chance de conseguir dinheiro para seus projetos. O problema é que, além deles, outras pessoas não tão bem intencionadas, também estão aproveitando dessa oportunidade para roubara dinheiro com fraudes.

Até aqui tudo bem, nada que não fosse comum para a grande maioria dos países, o problema é quando os governos incompetentes que não conseguem garantir uma segurança financeira para os investidores, acabam tentando “cortar o mal pela raiz” e proíbem as ICOs, acusando-as de serem uma porta aberta para fraudes. Fazendo parece que o problema das fraudes são as ofertas inicias e não a segurança precária. Mas os Estados Unidos, ao que parece, está tentando fazer o que deve ser feito, ou seja, controlar as ICOs fraudulentas e apenas isso.

Comissão de Valores Mobiliários dos EUA luta contra as ICOs fraudulentas

A SEC (Comissão de Valores Mobiliários) está mais uma vez tomando medidas contra uma Em 15 de junho, a SEC obteve uma ordem judicial de emergência para congelar os ativos de Dominic Lacroix. Essa é a segunda vez que Lacroix esta na mira da SEC. Em 2017 ele foi processado ele por violações de valores mobiliários e fraudes.

Na agência ele é conhecido como “violador recidivado da lei de títulos de Quebec” por sua tentativa anterior de lançar uma ICO. Na época ela foi declarada como uma “scam completa”.

Já em dezembro, Lacroix e uma outra co-fundadora do projeto, Sabrina Paradis-Royer, e sua empresa PlexCorp, foram processadas por fraude de valores mobiliários e tiveram seus ativos congelados em uma ordem emergencial similar.

A PlexCorp teria arrecadado US $ 15 milhões em investimentos através de uma SEC disse que US $ 810 mil foram depositados com o processador de pagamento Stripe. No entanto, acredita-se que uma quantia desconhecida permaneça nas carteiras de criptomoedas controladas pela empresa.

A SEC já informou que Lacroix tem aproveitado desses fundos desde o congelamento. Pois, como os mesmo estão em uma carteira secreta, a entidade não consegue ter acesso.

“Lacroix vinha usando contas secretas, incluindo uma conta no nome de seu irmão, mas que ele controlava, para uso pessoal [são] ativos digitais obtidos de investidores durante a Oferta Inicial de Moedas da PlexCoin.” declarou a agência.

Além das ações da SEC de 2017 contra o projeto e seus fundadores, um tribunal canadense ordenou uma sentença de dois meses de prisão contra Lacroix e US $ 100 mil em multas contra sua empresa por desacato ao tribunal. No ultimo comunicado, a SEC disse que também está procurando uma posição de diretor para Lacroix.

Nos Estados Unidos, as ofertas públicas de moedas não são ilegais, mais são monitoradas pela SEC, qualquer tentativa de oferta que seja suspeita de fraude é barrada e investigada. Pode não ser a melhor forma de controlar as ICOs, pois sabemos que em vários casos, ICOs legítimas são afetadas pelos processos de segurança e protocolos que a SEC as fazem passar, contudo, esse cenários ainda é muito melhor do que o cenários vivido pelas as ICOs chinesas.

Na sua opinião, as ICOs devem ser fiscalizadas ou não pelos órgãos competentes? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

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Dicas para apostar e ganhar Bitcoin na Copa do Mundo

Postado em junho 23, 2018

Lista dos próximos “Forks” do Bitcoin

  Criamos uma lista completa dos próximos forks do Bitcoin para que você possa aprender sobre as várias direções alternativas que o Bitcoin pode seguir.   Índice1 O que é…


Bolsa de Valores de Toronto negociará novo ETF Blockchain


A Bolsa de Valores de Toronto (TSX) listará um novo fundo negociado em bolsa (ETF) a partir de quinta-feira, informou a Bloomberg em 20 de junho. O Horizons Blockchain Technology and Hardware Index ETF se unirá a outros ETFs da Harvest Portfolio Group Inc. e da Evolve Funds Group Inc. .

Um ETF é um título comercializável que rastreia um índice, uma commodity ou uma cesta de ativos que são representados proporcionalmente nas ações do fundo. Os ETFs experimentam mudanças de preço ao longo do dia à medida que são comprados ou vendidos em uma bolsa de valores.

As novas participações do ETF incluem empresas que desenvolvem aplicativos relacionados ao blockchain, como a Hive Blockchain Technologies Ltd., a Nvidia Corp. e a Digital Realty Trust Inc.

O ETF Horizons, que será negociado sob o símbolo BKCH, é baseado no Índice de Tecnologia e Hardware Solactive Blockchain, enquanto o fundo se concentrará em hardware e serviços. Steve Hawkins, codiretor executivo da Horizons ETFs Management Canada Inc., disse em uma entrevista à Bloomberg:

“Não sabemos quais empresas individuais de blockchain vão funcionar, não temos ideia de qual será a extensão dos aplicativos blockchain, mas sabemos que as pessoas terão que investir na infraestrutura para criar blockchain. É nesses serviços auxiliares à tecnologia blockchain onde os vencedores estarão no final do dia”.

Hawkins disse à Bloomberg que atualmente o fundo não pretende investir em empresas de capitalização de mercado de US $ 20 milhões, devido ao alto risco relacionado. “Os investidores precisam investir na infraestrutura global bem estabelecida para blockchain, não necessariamente assumindo riscos nas startups de desenvolvimento de blockchain”.

O primeiro ETF baseado em blockchain do Canadá, iniciado pela Harvest Portfolios, recebeu aprovação em fevereiro deste ano. O fundo se concentra em grandes e pequenas empresas de blockchain. De acordo com a Bloomberg, o ETF Blockchain Technologies da Harvest Cartfolios perdeu 25% desde o seu lançamento e declinou 17% de seu preço de emissão de C $ 10.

No início deste mês, uma empresa de gestão de investimentos, a VanEck and SolidX Partners Inc., registrou uma solicitação para listar um ETF baseado em Bitcoin na Comissão de Valores Mobiliários dos EUA. Se aprovado, o preço das ações do fundo será de aproximadamente US $ 200.000 para atingir investidores institucionais.



Bolsa de valores Russa de olho nas ICOs



O Moscow Exchange (MOEX) está planejando compartilhar informações sobre ofertas iniciais de moedas (ICOs), disse o CEO Alexander Afanasiev à Reuters na sexta-feira.

A bolsa está atualmente desenvolvendo uma plataforma para publicar dados de venda de tokens e planeja lançá-la ainda este ano, disse Afanasiev. A exchange não listará os tokens diretamente, mas fornecerá descrições de certos tokens e detalhes sobre as ICOs para os investidores.

Ele explicou:

“Estamos tratando-os enquanto tratamos as moedas fiduciárias até agora, porque as criptomoedas não têm um status de ativos legalmente protegidos, mas se mudarmos as colocaremos em nosso sistema também.”

A bolsa também pode emitir produtos futuros para ICOs, se houver demanda, disse Afanasiev, acrescentando que “estamos trabalhando em uma possível estrutura de tais futuros agora”.

Dito isto, a Rússia é cautelosa quanto às criptomoedas e aos regulamentos de blockchain, com as autoridades financeiras apoiando principalmente o amplo uso de blockchain e as agências de aplicação da lei inclinadas a proibir tais atividades. Agora, dois projetos de lei que introduzem a terminologia básica e as regras de supervisão aguardam sua vez nas repartições do Estado ou no parlamento russo.

Na quinta-feira, o presidente Vladimir Putin disse durante uma aparição em um programa nacional de televisão que a Rússia deveria explorar as oportunidades em torno da blockchain e possivelmente usá-la para “evitar várias limitações no comércio financeiro global”.

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Comunidade vota “GO” e blockchain EOS será lançada

Postado em junho 09, 2018

HODL Bitcoin: Vender ou manter? Eis a questão

Primeiro, uma curiosidade. O termo HODL começou como um erro de digitação para a palavra “HOLD” em um fórum do bbitcointalk.com, e logo a comunidade achou tão divertido que eles decidiram usar “HODL”…


Coinbase Adquire Firmas de Investimento para Oferecer Valores Mobiliários Criptografados Regulamentados


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<p><strong> A Coinbase está tentando se tornar uma corretora de valores totalmente licenciada por meio da aquisição de três empresas regulamentadas pelo governo federal. A empresa está confiante de que obterá as aprovações necessárias para começar a oferecer títulos de criptografia totalmente regulamentados. </strong></p>
<p><em><strong> Também se lê: <a href= Yahoo! Japão confirma entrada no espaço Crypto

Coinbase como corretor-negociante regulado

Uma das maiores empresas de criptomoedas do mundo, a Coinbase, implementou um plano para listar títulos criptografados, anunciou a empresa na quarta-feira. O presidente e COO, Asiff Hirji, escreveu:

Hoje, estamos anunciando que a Coinbase está no caminho certo para operar uma corretora regulamentada, aguardando a aprovação das autoridades federais. Se aprovada, a Coinbase em breve será capaz de oferecer títulos baseados em blockchain, sob a supervisão da Securities and Exchange Commission (SEC) e da Autoridade Reguladora da Indústria Financeira (Finra).

Com presença em 32 países, a San Empresa de criptomoeda baseada em Francisco negociou US $ 150 bilhões em ativos e afirma ter mais de 20 milhões de clientes.

Obtenção de licenças

 A Coinbase adquire firmas de investimento para oferecer valores mobiliários criptografados Nos EUA, tokens de criptografia exibem as características dos títulos estão sujeitas à supervisão da SEC

Hirji explicou que tornar-se uma corretora regulamentada para a empresa é “possibilitada pela nossa aquisição de uma licença de corretora (BD), uma licença de sistema de negociação alternativa (ATS ), e uma licença de consultor de investimentos (RIA) registrada ”, acrescentando:

Se aprovadas, essas licenças definirão a Coinbase como um caminho para oferecer serviços futuros que incluem títulos criptografados trad. Negociação de balcão, margem e over-the-counter (OTC) e novos produtos de dados de mercado

A empresa espera garantir essas licenças através da aquisição de três empresas reguladas pelo governo federal: Keystone Capital Corp, Venovate Marketplace Inc e Digital Riqueza LLC. Todos eles estão registrados na Finra

Operando sob as licenças da Keystone

A Keystone Capital é uma corretora registrada na Finra com licenças para operar um sistema de comércio alternativo (ATS) e como consultor de investimento registrado.

 A Coinbase adquire empresas de investimento para oferecer títulos criptografados regulados É necessária uma aprovação regulatória para que a Coinbase opere com as licenças da Keystone, explicou o Wall Street Journal, acrescentando que “a Coinbase está comprando a Keystone essencialmente para suas licenças.”

De acordo com Hirji, a empresa "está confiante de que obterá essas aprovações", após o que levaria vários meses para integrar as operações da Keystone, observou a publicação, acrescentando:

A compra da Keystone também aumenta a perspectiva da Coinbase, mais adiante, expandir para produtos ligados a ações ou outros títulos.

No blog da empresa, o COO escreveu: “Em última análise, podemos imaginar um mundo onde possamos até mesmo trabalhar com os reguladores para separar os tipos existentes de títulos, trazendo para esse espaço os benefícios dos mercados baseados em criptomoedas – como negociações 24/7, liquidação em tempo real e cadeia de títulos. ”

O que você acha da Coinbase oferecer títulos criptografados regulados? Deixe-nos saber na seção de comentários abaixo


Imagens cortesia de Shutterstock, Coinbase e Finra


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Criptomoedas agora são consideradas mercadorias na Bolsa de Valores da Indonésia


O Trade Ministry’s Futures Exchange Supervisory Board (Bappebti) da Indonésia assinou um decreto para tornar a criptomoeda uma mercadoria legalmente negociável na bolsa de valores, segundo notícia local do The Jakarta Post hoje, 4 de junho

De acordo com Dharma Yoga, chefe do departamento de supervisão e desenvolvimento do mercado Bappebti, o Future Exchange Supervisory Board decidiu permitir que a criptomoeda fosse comercializada como uma mercadoria como resultado de um estudo de quatro meses sobre criptos.

O Dharma também observou que o governo indonésio em breve divulgará a legislação correspondente sobre regulamentação das empresas de câmbio, tributação e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo.

A Bappebti, que trabalhará com as casas de câmbio na regulamentação, pedindo-lhes que avancem sobre especificações de produtos e procedimentos de negociação, também colaborará com a BI e uma variedade de agências governamentais financeiras, fiscais e policiais.

Por outro lado, o banco central do país, o Bank Indonesia (BI), não reconhece moedas criptos como instrumentos de pagamento, e essa falta de reconhecimento causou o fechamento. de duas bolsas indonésias. Mais recentemente, em meados de janeiro, o Banco da Indonésia também emitiu um aviso para todos os cidadãos contra o uso de criptomoedas, citando seu alto risco.



A Crypto agora é considerada uma commodity na Bolsa de Valores da Indonésia


O Conselho Fiscal da Bolsa de Futuros do Ministério do Comércio (Bappebti) assinou um decreto para tornar a criptomoeda uma mercadoria legalmente negociável numa bolsa de valores, local The Jakarta Post reporta hoje De acordo com Dharma Yoga, chefe do departamento de supervisão e desenvolvimento do mercado de Bappebti, o Future Exchange Supervisory Board decidiu permitir que a criptografia fosse negociada como uma commodity como resultado de um estudo de quatro meses sobre criptomoedas.

Dharma também notou que o governo indonésio em breve divulgará a legislação correspondente sobre regulamentação das empresas de câmbio, tributação e combate ao branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo.

Bappebti, que trabalhará com trocas de criptografia na regulamentação pedindo-lhes para avançar relatórios sobre especificação de produto e procedimentos de negociação, também irá colaborar com BI e uma variedade de agências governamentais financeiras, fiscais e policiais.

Por outro Por outro lado, o Banco Central do país, o Banco da Indonésia (BI), não reconhece moedas criptográficas como instrumentos de pagamento, e sua falta de reconhecimento de criptografia levou a duas bolsas de criptografia indonésias fechando no outono passado . Mais recentemente, em meados de janeiro, o Banco da Indonésia também emitiu uma advertência a todos os cidadãos contra o uso de criptomoedas, citando seu alto risco.

Bolsa de Valores da Alemanha está de olho no Bitcoin e nas Criptomoedas



A empresa-mãe da Bolsa de Valores de Frankfurt, a Deutsche Boerse AG, parece ter começado a trabalhar em tecnologia que lhes permitirá oferecer aos seus clientes produtos relacionados com bitcoins e criptomoeda.

Em dezembro de 2017, os reguladores nos mercados futuros de bitcoin em luz verde dos EUA negociaram para o CME Group e CBOE Futures Exchange, mas desde então, nenhuma grande bolsa européia entrou em pânico. Falando em um evento do setor em Londres em 23 de maio de 2018, Jeffrey Tessler, chefe de clientes, produtos e mercados principais para a Deutsche Boerse, disseram que estão considerando oferecer produtos com criptomoeda:

“Estamos trabalhando profundamente com isso”.

Dois meses atrás, a Deutsche Boerse anunciou um plano para trabalhar com a empresa de gestão financeira HQLAX e a plataforma de blockchain Corda, do R3, para implementar um sistema que pode oferecer uma liquidação mais eficiente de títulos via blockchain. O HQLAX e o R3 já têm uma solução para empréstimos de títulos com vários grandes bancos, como o ING e o Credit Suisse.

Tessler acrescentou:

“Antes de avançar com algo como bitcoin, queremos entender a volatilidade e garantir que os clientes estejam alinhados e garantir que os reguladores estejam alinhados”.

Via: BitcoinMagazine