Existe um valor mínimo e um máximo para sacar dinheiro no PIS/Pasep? – Notícias


Começou na semana passada o pagamento do fundo do PIS/Pasep, após a liberação de saques extras. Têm direito a ele quem trabalhou com carteira assinada em empresa privada ou no serviço público entre 1971 e 1988. Mas existem valores mínimos e máximos de saque que uma pessoa pode fazer?

Leia também:

Valor médio para cada um é R$ 1.370

Não há valor mínimo ou máximo porque a quantia depende da conta de cada um. O ministério do Planejamento só informa o valor médio do saque extra, de R$ 1.370. 

O governo também não diz quais foram os maiores e menores valores sacados em situações passadas de liberação do fundo PIS/Pasep. 

Já os bancos responsáveis pelos pagamentos -Caixa Econômica e Banco do Brasil- divulgaram mais alguns detalhes. 

Caixa 

Quem era empregado do setor privado recebe o fundo do PIS, pela Caixa Econômica Federal. O valor médio a ser pago nesses casos é de R$ 1.320. 

Banco do Brasil

Quem era empregado do setor público recebe o fundo do Pasep, pelo Banco do Brasil. O valor médio a ser pago para eles é de R$ 1.262.

Mais da metade dos cotistas (52,76%) tem mais de R$ 750 para sacar. Cerca de 14% deles têm um valor mais baixo, de até R$ 200. 

Abono vai de R$ 80 a R$ 954

Existe também um outro pagamento ligado ao PIS/Pasep, o abono salarial, feito anualmente e que não tem relação com essa liberação extraordinária que foi anunciada na semana passada pelo governo.

Nesse caso, os valores variam de acordo com o tempo de trabalho no ano de referência, chegando no máximo a até um salário mínimo.

O que está sendo pago atualmente é o abono relativo a 2016, que começou a ser liberado em julho do ano passado. Os valores vão de R$ 80 a R$ 954 (salário mínimo atual). Se a pessoa trabalhou o ano todo, recebe R$ 954. Se trabalhou só um mês, por exemplo, ganha 1/12 do mínimo (o que significa R$ 79,50, que são arredondados para R$ 80).

O prazo para todos sacarem termina em 29 de junho. Quem não sacar perde o dinheiro, que vai para o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), de acordo com o Ministério do Trabalho. Porém, já houve casos de trabalhadores que conseguiram na Justiça o direito de sacar os valores mesmo após o fim do prazo. 

O governo ainda não começou a pagar o benefício para quem trabalhou em 2017.

Se não sabe responder a estas 5 questões, será difícil ficar rico

o valor do Bitcoin está no olho de quem vê


Esta entrevista foi editada e compactada.

Recentemente, no BlockShow Europe 2018, a Cointelegraph teve a chance de falar com Bobby Lee – co-fundador da corretora chinesa BTCC e um membro do conselho na Bitcoin Foundation – sobre o que ele tem feito no espaço cripto desde que o BTCC encerrou no outono passado.

Molly Jane: Nos últimos meses, as regulamentacõess chineses para moedas digitais têm aumentado continuamente, desde a proibição de ICO no outono do ano passado, a proibição em janeiro de serviços similares ao câmbio, ea proibição em fevereiro de bolsas estrangeiras. Com sua experiência trabalhando na China em mente, você acha que, no futuro, a China será mais aberta e acolhedora para a comunidade cripto?

Bobby Lee: É possível. Eu já disse isso antes e às vezes as pessoas entendiam errado. Eu acho que a China tem espaço para mudar suas políticas. Isso pode acontecer dentro de alguns meses, pode levar alguns anos, pode levar décadas. A China é um mistério quando se trata de regulamentação e políticas por causa do governo anterior ser esse tipo de governo. Não é muito transparente em termos do que eles querem fazer com as moedas digitais.

Nada é permanente na China.

Mesmo a política do filho único, acabou sendo derrubada depois de muitas décadas. Então,(a) proibição do Bitcoin, a proibição de corretoras, a falta de licenciamento, a falta de regulamentação (…) Acho que está aqui para ficar a curto prazo, mas é difícil dizer se isso será suspenso em breve.

MJ: Você vê algum país que está acertando em termos de regulamentação de criptomoeda?

BL: Nenhum dos grandes países. Ou nenhum dos países grandes, populares e famosos está fazendo certo, ainda. Eu acho que é um terreno muito difícil de navegar. Alguns dos países pequenos que são mais propensos ao risco, estão fazendo o certo. Eles estão fazendo isso por uma abordagem laissez-faire. Eles estão dando boas-vindas às empresas para estabelecer uma jurisdição em seu país e para estabelecer entidades e licenciar tudo. Alguns estão fazendo isso de forma mais agressiva do que outros. É assim que as coisas são. Porque diferentes países escolherão caminhos diferentes, adotarão uma forte abordagem de adoção ou se adotarão uma abordagem mais reservada de esperar para ver. Eu acho que a China é da abordagem de esperar para ver.

MJ: Você poderia me contar um pouco sobre o que aconteceu com o BTCC desde o aumento das regulamentações de criptomoeda na China?

BL: BTCC foi adquirida. Um grupo de investimento em Hong Kong adquiriu a empresa no ano passado e a fechou no início deste ano. Há uma nova gerencia no lugar. Eu permaneci como consultor da empresa, então estou apenas ajudando-os em alguns projetos estratégicos. Em termos de material real do dia-a-dia, não tenho visibilidade para compartilhar.

MJ: O que você está fazendo agora?

BL: Este é o meu ano sabático, tirando um tempo de folga, falando em conferências. Eu vou jogar poker na World Series deste ano em Las Vegas, e então eu quero começar a escrever um livro sobre o Bitcoin.

MJ: O que te inspirou a querer escrever um livro sobre Bitcoin (BTC)?

BL: Eu acho que este ano eu finalmente tenho mais tempo em minhas mãos. Eu sempre quis escrever um livro, ser um autor. E considerando todo o conhecimento sobre Bitcoin e criptos que acumulei nos últimos anos, tenho uma certa perspectiva de informação privilegiada sobre a criptomoeda. E tendo muita experiência em palestras, conversando com pessoas, respondendo suas perguntas, tenho uma perspectiva única sobre o tipo de perguntas que eles fazem. Eu quero juntar tudo isso em um livro. Basicamente, será para o público em geral, uma iniciativa, para explicar o impacto do Bitcoin, porque é significativo para a nossa sociedade e o que é o futuro.

Você pode assistir a entrevista aqui:

MJ: Qual é a pergunta que você mais recebe em conferências?

BL: Nas conferências de criptomoeda, as pessoas me perguntam qual é a minha previsão de preço, que ativos tenho e que moedas digitais eu tenho. Eles perguntam por que o Bitcoin é valioso quando os governos não o endossam. Essa é uma espécie de perspectiva negativa. Os não-crentes pensam que, para a cripto ter um futuro, os governos devem aprová-la ou apoiá-la.

MJ: Falando nisso, você disse em algumas entrevistas que uma das razões pelas quais o Bitcoin não é uma bolha é porque tem utilidade inerente. Você poderia falar mais sobre isso?

BL: Novamente, a utilidade é apenas (no) olho de um observador que a considera útil. Mas o Bitcoin é muito, muito útil como uma forma de pagamento para pessoas separadas pela distância ou pelo tempo. O que significa que, se as pessoas quiserem enviar grandes ou pequenas quantias de dinheiro quando estiverem geograficamente separadas – geralmente longas distâncias entre fusos horários, países e jurisdições – o Bitcoin é uma maneira muito eficiente de enviar valor, contanto que ambas as pessoas valorizem Bitcoin e entenda que seu preço de mercado varia.

O Bitcoin também é útil para ser enviado através do tempo. Se você pensar sobre isso, os investidores do Bitcoin – pessoas como eu e possivelmente você e outros, que investem no Bitcoin – o que estamos realmente fazendo é o que estamos dizendo,

“Deixe-me colocar $1000 nesta máquina Bitcoin, e vou enviar para o meu futuro 10 anos depois.”

Ou cinco anos depois. Ou dois anos depois, certo? Não funciona a curto prazo porque essa coisa é volátil. Se eu enviar para mim uma semana depois, vou abrir e vender Bitcoin, pode ser que não chegue em $1000. Mas certamente 5 anos, 10 anos – agora estamos falando, onde pode valer muito. Esse é o investimento,tipo um aspecto do Bitcoin ao longo do tempo.

MJ: Você disse uma vez em uma entrevista que não tocaria em nenhum altcoins, mas acrescentou que poderia mudar de idéia no futuro. Você ainda se considera um purista do Bitcoin?

BL: Eu já disse isso muitas vezes, tanto nos últimos tempos quanto ao longo dos anos, eu sou um maximalista do Bitcoin, eu diria. Eu acho que é assim que eles chamam. Talvez um purista. As únicas quatro moedas que eu tenho e guardo são Bitcoin, Bitcoin Cash (BCH), Litecoin (LTC) e Ethereum (ETH). Essas são as únicas que eu possuo. Todo o resto eu considero uma altcoin e, claro, os próprios tokens. Eu não toco em tokens descentralizados emitidos por empresas e grupos.

MJ: Última pergunta. Muito recentemente, houve uma celebração do Dia da Pizza Bitcoin. Minha pergunta é: qual é a sua pizza favorita?

BL: Minha pizza favorita é pepperoni. Pepperoni e queijo.

MJ: E você já usou Bitcoin para comprar uma pizza?

BL: Ainda não. O que fizemos na BTCC foi (perguntar) quantos Bitcoins você gasta para comprar pizza para todo o escritório. E em um ponto foi mais de cinco Bitcoins, no ano passado foi tipo três ou dois Bitcoins. E este ano, certamente menos de um Bitcoin. Tem sido incrível ver isso. Vindo de, o que é, 10.000 Bitcoin, agora menos de um Bitcoin para alimentar todo o escritório.

MJ: Muito obrigada por falar com a gente!

BL: Obrigado você!



O valor do Bitcoin está no olho de quem vê


Recentemente, em

BlockShow Europe 2018 a Cointelegraph teve a oportunidade de falar com Bobby Lee – co-fundador da Chinese crypto exchange BTCC e membro do conselho na Bitcoin Foundation – sobre o que ele tem feito no crypto space desde o fechamento do BTCC no outono passado

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Molly Jane: Nos últimos meses, os regulamentos de criptografia chineses têm aumentado continuamente, desde a proibição da OIC no outono do ano passado a proibição de janeiro de “serviços similares a bolsas ”, e Proibição de bolsas estrangeiras em fevereiro . Com sua experiência trabalhando na China em mente, você acha que, no futuro, a China será sempre mais aberta e acolhedora para a comunidade de criptografia?

Bobby Lee: É possível. Eu já disse isso antes e às vezes as pessoas tomavam o caminho errado. Eu acho que a China tem espaço para mudar suas políticas. Isso pode acontecer dentro de alguns meses, pode levar alguns anos, pode levar décadas. A China é um mistério quando se trata de regulamentação e políticas porque o governo anterior é esse tipo de governo. Não é muito transparente em termos do que eles querem fazer com a criptografia.

Nada é permanente na China.

Mesmo a política do filho único, acabou por ser anulada após muitas décadas. Então, [the] proibição de Bitcoin, a proibição de trocas, a falta de licenciamento, a falta de regulamentação […] Acho que está aqui para ficar a curto prazo, mas é difícil dizer se isso será suspenso em breve.

MJ: Você vê algum país que está fazendo certo em termos de regulação de criptografia?

BL: Nenhum dos grandes países. Ou nenhum dos grandes, populares e famosos países está fazendo certo, ainda. Eu acho que é um terreno muito difícil de navegar, se você quiser. Alguns dos países pequenos que são mais propensos ao risco, estão fazendo o certo. Eles estão fazendo isso por uma abordagem laissez-faire. Eles estão dando boas-vindas às empresas para estabelecer uma jurisdição em seu país e para estabelecer entidades e licenciar tudo. Alguns estão fazendo isso de forma mais agressiva do que outros. É assim que as coisas são. Porque diferentes países escolherão caminhos diferentes, se adotarão uma forte abordagem de adoção ou se adotarão uma abordagem mais reservada de esperar para ver. Acho que a China é uma abordagem de esperar para ver.

MJ: Você poderia me contar um pouco sobre o que aconteceu com o BTCC desde o aumento dos regulamentos de criptografia na China?

BL: BTCC foi adquirido. Um grupo de investimento em Hong Kong adquiriu a empresa no ano passado e a fechou no início deste ano. Há um novo gerenciamento no lugar. Eu permaneci como consultor da empresa, então estou apenas ajudando-os em alguns projetos estratégicos. Em termos de coisas reais do dia a dia, eu não tenho essa visibilidade para compartilhar

MJ: O que você está fazendo agora?

BL: Este é o meu ano sabático, tirando algum tempo, falando em conferências. Eu vou jogar um pouco de pôquer na World Series este ano em Las Vegas, e então eu quero começar [writing] um livro sobre Bitcoin.

MJ: O que te inspirou a querer escrever um livro sobre Bitcoin (BTC)?

BL: Acho que este ano eu finalmente tenho mais tempo em minhas mãos. Eu sempre quis potencialmente escrever um livro, ser um autor. E considerando todo o conhecimento sobre Bitcoin e criptografia que acumulei nos últimos anos, tenho uma certa perspectiva de informação privilegiada sobre a criptomoeda. E tendo muita experiência em palestras, conversando com pessoas, respondendo suas perguntas, tenho uma perspectiva única sobre o tipo de perguntas que eles fazem. Eu quero juntar tudo isso em um livro. Basicamente, será para o público em geral, uma iniciativa, se você quiser, para explicar o impacto do Bitcoin, porque é significativo para a nossa sociedade e qual é o futuro.

Você pode assistir a entrevista aqui: [19659017] MJ: Qual é a pergunta que você mais faz em conferências?

BL: Em conferências sobre criptomoeda, as pessoas me perguntam qual é a minha previsão de preço, quais ativos eu possuo e que moedas de criptografia eu tenho. Eles perguntam por que o Bitcoin é valioso quando os governos não o endossam. Essa é uma espécie de perspectiva negativa. Os não-crentes pensam que, para a criptografia ter um futuro, os governos têm que apoiá-la ou apoiá-la.

MJ: Falando nisso, você disse em algumas entrevistas que uma das razões pelas quais o Bitcoin não é um bolha é porque tem utilidade inerente. Você poderia expandir mais sobre isso?

BL: Novamente, a utilidade é apenas [in] o olho de um observador que a considera útil. Mas o Bitcoin é muito, muito útil como uma forma de pagamento para pessoas separadas pela distância ou pelo tempo. O que significa que, se as pessoas quiserem enviar grandes ou pequenas quantias de dinheiro quando estiverem geograficamente separadas – geralmente longas distâncias entre fusos horários, países e jurisdições – o Bitcoin é uma maneira muito eficiente de enviar valor, contanto que ambas as pessoas valorizem Bitcoin e entenda que seu preço de mercado varia

O Bitcoin também é útil para envio no tempo. Se você pensar sobre isso, os investidores do Bitcoin – pessoas como eu e possivelmente você e outros, que investem no Bitcoin – o que estamos realmente fazendo é dizer,

“Deixe-me colocar $ 1000 nessa máquina Bitcoin, e Vou enviá-lo para o meu futuro 10 anos depois. ”

Ou cinco anos depois. Ou dois anos depois, certo? Não funciona a curto prazo porque essa coisa é volátil. Se eu enviar para mim uma semana depois, vou abrir e vender Bitcoin, pode não atingir $ 1000. Mas certamente cinco anos, 10 anos – agora estamos falando, onde pode valer muito. Esse é o investimento, mais ou menos, um aspecto do Bitcoin ao longo do tempo.

MJ: Você disse uma vez em uma entrevista que não tocaria em nenhum altcoins, mas acrescentou que poderia mudar de idéia no futuro. Você ainda se considera um purista do Bitcoin?

BL: Eu disse isso muitas vezes, tanto nos últimos tempos quanto ao longo dos anos, eu sou um maximalista do Bitcoin, eu diria. Eu acho que é assim que eles chamam. Talvez um purista. As únicas quatro moedas que tenho e mantenho são o Bitcoin, Bitcoin Cash (BCH), Litecoin (LTC) e Ethereum (ETH). Essas são as únicas coisas que eu tenho. Tudo o mais eu considero uma altcoin e, claro, as próprias fichas. Eu não toco tokens descentralizados emitidos por empresas e grupos.

MJ: Última pergunta. Muito recentemente, houve uma celebração do Dia da Pizza Bitcoin . Minha pergunta é: qual é o seu tipo de pizza favorita?

BL: Minha pizza favorita é pepperoni. Pepperoni e queijo

MJ: E você já usou Bitcoin para comprar uma pizza?

BL: Eu não tenho. O que fizemos no BTCC foi [to ask] quantos Bitcoins você gasta para comprar pizza para todo o escritório. E em um ponto foi mais de cinco Bitcoins, no ano passado foi como três ou dois Bitcoins. E este ano, certamente menos de um Bitcoin. Tem sido incrível ver isso. Vindo de, o que é, 10.000 Bitcoin, agora para menos de um Bitcoin para alimentar todo o escritório

MJ: Muito obrigado por falar com a gente

BL: você!

Em busca do tesouro? Quanto mais difícil a aventura, maior valor ele tem.


Assistimos a uma queda que tange há mais de 10% de queda, nos levando ao patamar de preço do início de abril, nos colocando novamente no canal de queda que estamos desde o início de maio.

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Fonte: Coinmarketcap

E sempre nesses momentos marcantes, a angústia do mercado especulativo, leva a teorizações e a mais uma morte do bitcoin, acredito que poucos personagens culturais morreram tanto, nem o gato chega perto, nem os super heróis dos quadrinhos.

Sabemos que o mercados de ativo é totalmente dependente ainda do valor do bitcoin, que deveria funcionar como um volatilidade, já que sabemos o valor das blockchains e de suas aplicações, o crescimento contínuo, as tecnologias ainda muitas a ser funcionantes, mas muitas já funcionando, os governos mais receptivos.

E especular, na utopia de que o mercado descentralizado existe sem o poder do preço e do dinheiro, quem governa o mundo é o dinheiro, não seria diferente aqui, por mais que o sonho de Satoshi fosse o meu também.

E nos encontramos em um mercado sem lei, o que desencoraja grandes investidores, que não tem porque correr risco, enquanto possuem hedges bem mais consistentes e rentáveis, com muito menor risco.

Afinal, quem perde dinheiro em mercado especulativo, são em grande maioria, os aventureiros, os mesmos que estão aqui se aventurando na possibilidade, de assim como perde-se, poder ganhar muito.

E é por isso que não se deve alocar o grande capital individual no alto risco, já que o alto risco é a possibilidade de perder.

Enquanto isso, estamos diante de um cenário de curto prazo, onde os que não entendem a temporalidade do mercado, vendem seus ativos na iminência da perda, e os que entendem, aprendem a ganhar com a perda, ou mesmo aprender a perder menos.

De qualquer forma, sou também um aventureiro, com gosto, navegando no alto risco do mercado de ativos, e cada vez mais fascinado com o valor da rede, e a proporção de que pode chegar.

Mesmo que seja contra o racional, que opera em grande parte, e deve, para não perdermos o que não temos, a intuição, com a interpretação, o conhecimento, nos leva a caminhar tranquilos, quando sabemos utilizar o racional junto a interpretação.

O preço do bitcoin é alto, então as tendências de altas e baixas nesse mercado volátil tendem a ter muitos ganhos, e muitas perdas. Não se deve esquecer de deixar as ordens de stop, que evitam maior perda, levando em conta, novamente enfatizo, a volatilidade desse mercado.

Quem está investindo no steem, claro que amargura o retorno a curto a passos lentos, e se pensa no curto é para amargurar, não faz sentido investir no steem a curto prazo, já que o SP, tem um tempo longo de retirada, e mesmo assim sempre percorre a história que vemos com o bitcoin, a morte anseia a angústia do homem.

Que logo em pensamento, e por vezes em ato, mata o que tiver que matar, seja para benefício, seja pela sobrevivência, quanto mais instintivos e imaturos, mais agimos impulsivamente, e é onde os traders experientes ganham.

Eu confesso com certo ar de acredito que todos deveriam fazer isso, sigo recomendações de analistas diferentes, que acredito serem muito bons no que fazem, já que não vivo disso, e utilizo as argumentações para aprender a interpretar junto ao saber que adquiro dos meus estudos e vida.

Quem sabe um dia possa viver. Como trouxe ontem a vida nos ensina a cada momento, é só estar disposto a aprender, todos nós somos capazes de aprender.

Estou tranquilo, se o dinheiro que está aqui estivesse em bitcoin, teria perdido muito mais, e até mais tranquilo, o mercado está em promoção há um tempo, agora mais ainda, e quem quiser me vender só entrar em contato no discord, compro ativos diferentes, e trabalho com conta itaú e santander, postarei um protocolo para [1].” class=”glossaryLink ” target=”_blank”>P2P futuramente, para ficar mais claro.

Enquanto isso, vou me organizando, preparando estratégias, ouvindo especialistas, e lendo tudo que o tempo permite ler, sem nenhuma angústia em relação ao valor do mercado que me aventuro aqui, claro que estaria mais feliz com os preços lá no alto, mas fico também com os preços lá em baixo.

Ainda tenho que me posicionar melhor para as altas, e me posicionar melhor nas quedas, mesmo que nessa queda esteja melhor posicionado.

Esses dias vi uma entrevista de um grande investidor, que saber ganhar é o mais fácil, e saber perder que é o mais difícil. E quando o mercado cai assim, perdemos, podemos perder momentaneamente, ou podemos perder como ansiosos que vendem tudo na angústia da morte, e efetivamente perdem o valor aplicado.

Lembro que o real está bem desvalorizado, e que o steem e SBD estão dando um banho nele. É hora de capitalizar!

E hoje escrevo aqui, tranquilo como um grilo, esperando até onde vai cair, sabendo que vamos subir, sem saber quando, mas quando subir, podemos ganhar no curto, mas no longo prazo, quando subir mesmo, isso sim nos fará ver que ser aventureiro e nos arriscarmos nessas aventuras, chegaremos ao verdadeiro prêmio, e assim o tesouro terá seu real valor, e tenho certeza que será recompensador.

Até mais! Obrigado pela leitura!

Obs: Esse é um texto de opinião, e não recomendação de investimento.

(Matheus ggr)

Fonte: https://steemit.com/pt/@matheusggr/investimentos-3-em-busca-do-tesouro-quanto-mais-dificil-a-aventura-maior-valor-ele-tem

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China responde a EUA com tarifas no valor de US$ 50 bilhões – Notícias


O governo da China anunciou neste sábado (15) que imporá novas medidas tarifárias no valor de cerca de US$ 50 bilhões a produtos americanos, uma medida que responde ao último anúncio do governo de Donald Trump de novas taxas a produtos chineses.

O Conselho de Estado decidiu impor tarifas adicionais de 25% sobre 659 produtos dos Estados Unidos, entre eles veículos e produtos agrícolas, dois dos setores mais sensíveis para o país.

O anúncio feito através de um comunicado divulgado pela Comissão de Alfândegas aconteceu horas depois de a Casa Branca ter informado que imporá tarifas de 25% a importações chinesas no valor de US$ 50 bilhões que contenham “tecnologias industrialmente significativas”.

Ethereum não é Valor Mobiliário, diz Órgão Regulador Americano


(Foto: Pixabay)

O diretor da divisão de finanças corporativas da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC), William Hinman, disse que o Ethereum (ETH) não é um valor mobiliário de acordo com as diretrizes federais americanas vigentes.

O anúncio foi feito na ‘All Markets Summit: Crypto’, reunião da cúpula Yahoo Finance, na quinta-feira (14).

Hinman afirmou que a criptomoeda nativa da rede Ethereum não pode ser considerada como uma garantia no mercado tradicional.

“Não vemos como regular o Ether da maneira como hoje ele está estruturado e operando numa rede altamente descentralizada”, disse o diretor.

Hinman dissertou sobre o funcionamento da plataforma da Ethereum quando, em 2014, o ‘ether’ era lançado através de uma ICO. Ele se referiu que daquela maneira a rede já se tornava descentralizada, deixando de ter uma parte controladora, segundo análise da CCN.

Sobre o mesmo assunto, o presidente da SEC, Jay Clayton, reiterou no início deste mês que o Bitcoin, a criptomoeda com o maior valor de mercado, também não é um valor mobiliário, em entrevista à CNBC, na qual ele mostrou sua visão para o futuro das blockchains, criptomoedas e Ofertas Iniciais de Moedas (ICO).

Embora a agência do governo americano ainda não tenha nomeado nenhuma criptomoeda como um valor mobiliário, os comentários de Hinman trazem mais clareza sobre a questão que dominou o espaço de criptomoedas nos últimos meses: quais projetos podem estar violando as leis de valores mobiliários dos EUA?

Repercussão

Nathaniel Popper, correspondente do New York Times, fez uma observação dos comentários adicionais de Hinman em um tweet na tarde desta quinta-feira, que sugerem que o XRP da Ripple, em contraste, pode ser uma garantia.

“Hinman, o funcionário da SEC, disse que se um token é guiado por um terceiro que detém muitos tokens e toma ações para aumentar o seu valor, provavelmente é uma garantia. Isso soa muito como uma descrição de XRP, da Ripple”.

O tweet de Popper foi comentado por Elizabeth Stark, diretora-executiva do Lightning Labs, que observou o mesmo, ou seja, Hinman deixou uma ‘brecha’ sobre o que pode ou não ser um valor mobiliário.

“Eles estão deixando espaço para contratos futuros de tokens, das ICOs”.

No Brasil

No Brasil, as criptomoedas não possuem ainda natureza jurídica definida. A primeira investida da CVM contra os Bitcoins ocorreu em 24 de julho de 2012, com a Deliberação nº 680, na qual um Grupo de Investimento em Bitcoin sofreu acusações de oferecer publicamente a administração de carteira de valores mobiliários, aplicação em fundos e outros veículos de investimento.

Em março deste ano, o superintendente de Relações com Investidores Institucionais da CVM, Daniel Maeda, disse que não há como afirmar que as criptomoedas sejam valores mobiliários:

“No Brasil e em outras jurisdições tem se debatido a natureza jurídica e econômica dessas modalidades de investimento e não se chegou a nenhuma conclusão, em especial no mercado e regulação domésticos”.

Leia também: Análise Técnica Bitcoin 15/06/18

 

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Site do BB só diz se há saldo do Pasep; para ver valor, tem de ir ao banco – Notícias


O governo liberou o saque do Fundo PIS/Pasep para cotistas de todas as idades que trabalharam entre 1971 e 1988. Para quem trabalhou no setor público, o fundo é o Pasep, que fica depositado no Banco do Brasil.

Para atender os cotistas, o banco disponibilizou em seu site uma página em que é possível consultar a existência ou não de saldo, informando o número de inscrição do Pasep (disponível na carteira de trabalho) ou o CPF e a data de nascimento. O valor da cota não é informado.

Leia também:

O material de divulgação do banco não deixava isso claro, e leitores do UOL perceberam que a página apenas informava se o trabalhador possuía ou não cota, sem mostrar o saldo.

Procurado pela reportagem, o BB confirmou que o site apenas informa os participantes do Pasep sobre a existência ou não de saldo da cota. O valor disponível não é exibido por ser uma informação protegida por sigilo bancário e a consulta ser feita em ambiente aberto, segundo o banco.

Para saber o saldo disponível, o cotista terá de ir a uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento oficial de identificação, como RG ou carteira de motorista (CNH).

Questionado sobre o site não informar a existência de saldo mesmo para quem tem menos de 60 anos, o BB afirmou que a página só mostrará que o cotista possui saldo a partir do momento em que o recurso for liberado para saque (veja o calendário de liberação abaixo neste texto). “Assim, a partir da próxima segunda-feira (18), a mensagem apresentada aos cotistas com idade a partir de 57 anos será de que ele possui cota e que ela está disponível para saque.”

Média de R$ 1.370 por pessoa

Com a liberação do PIS/Pasep, o governo diz que 25 milhões de pessoas podem ser beneficiadas com um montante de R$ 34,3 bilhões. Quer dizer que, em média, cada um tem R$ 1.370 a receber.

Mas o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, diz que o governo trabalha com uma “estimativa prudente” de apenas R$ 15 bilhões injetados de fato na economia.

O prazo para o saque termina em 28 de setembro. Depois dessa data, só poderá sacar quem tiver 60 anos de idade ou mais. 

Trabalhadores do setor privado recebem pela Caixa

O fundo dos trabalhadores do setor privado é o PIS, que fica depositado na Caixa Econômica Federal.

O banco criou uma página no seu site para fornecer informações sobre o saque, como valores a receber, datas e canais disponíveis para realização do pagamento.

Nela, é possível consultar a existência ou não de saldo usando a data de nascimento e seu número de CPF ou número NIS (Número de Identificação do Trabalhador). O NIS pode ser encontrado no Cartão Cidadão, na carteira de trabalho ou no extrato do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Para saber seu saldo no fundo é necessário o NIS e cadastrar uma senha de internet. Há casos em que o site informa automaticamente o número NIS para quem faz a busca pelo CPF. 

– Quem tem a senha do Cartão Cidadão:

  • Acesse esse site
  • Digite seu número do NIS
  • Clique no botão “Cadastrar Senha”
  • Leia o contrato de prestação de serviços e clique em “Aceito”
  • Informe a senha do Cartão do Cidadão e a senha de internet que quer cadastrar

– Quem não tem a senha do Cartão Cidadão:

  • Acesse esse site
  • Digite seu número do NIS
  • Clique em “Cadastrar Senha”
  • Leia o contrato de prestação de serviços e clique em “Aceito”
  • Preencha os dados solicitados e clique em “Confirmar”
  • Cadastre a senha desejada e clique em “Confirmar”
  • Se tiver o Cartão do Cidadão, faça o pré-cadastramento da senha pelo telefone 0800-726-0207. Para finalizar o cadastro, é preciso ir a uma lotérica
  • Se não tiver o Cartão do Cidadão, será preciso ir a uma agência da Caixa

Outros canais disponibilizados para a consulta são o telefone 0800-726-0207, o aplicativo Caixa Trabalhador e caixas eletrônicos, por meio do Cartão do Cidadão. Correntistas da Caixa também podem fazer a consulta pelo serviço de internet banking, na opção “Serviços ao Cidadão”. 

Quando sacar?

O saque das cotas para quem tem menos de 60 anos de idade começa na próxima segunda-feira (18) e vai até 28 de setembro. Veja o calendário para sacar o dinheiro do fundo:

  • 18 de junho: pode sacar quem tem 57 anos de idade ou mais (não recebem rendimento anual*)
  • 30 de junho a 7 de agosto: saque interrompido para cálculo dos rendimentos anuais das cotas
  • 8 de agosto: liberação de saque para cotistas de todas as idades que possuem contas na Caixa (PIS) e no Banco do Brasil (Pasep). Cotistas a partir de 57 anos continuam podendo sacar, agora com o rendimento anual 
  • 14 de agosto: saque liberado para cotistas de qualquer idade que tenham conta em outros bancos 
  • 29 de setembro: pagamento volta a ser feito apenas aos cotistas que atendem aos critérios habituais de saque (leia mais abaixo)

*Os pagamentos dos rendimentos do fundo PIS/Pasep são feitos uma única vez ao ano, sempre ao final de junho. A partir de 8 de agosto, todos recebem o pagamento com o rendimento anual. Quem sacar antes disso, portanto, não recebe o rendimento. 

Saiba mais

O que é o Fundo PIS/Pasep?

De 1971 até 1988, as empresas e órgãos públicos depositavam dinheiro no Fundo PIS/Pasep em nome de cada um dos seus funcionários e servidores contratados. Cada trabalhador, então, era dono de uma parte (cota) no fundo.

Portanto, quem trabalhou como contratado em uma empresa ou servidor público antes de 4 de outubro de 1988 tem uma conta do PIS/Pasep.

Depois de 28 de setembro, quem poderá sacar?

Após 28 de setembro, voltam a valer os critérios habituais para o pagamento das cotas do Fundo PIS/Pasep. Quem perder o prazo só poderá sacar o dinheiro se preencher pelo menos um dos seguintes requisitos:

  • 60 anos de idade ou mais
  • estar aposentado
  • invalidez
  • câncer
  • portador do vírus HIV
  • doenças graves listadas em portaria interministerial do governo
  • idoso e/ou pessoa com deficiência que recebe o Benefício da Prestação Continuada (BPC)
  • transferência para reserva remunerada ou reforma (no caso de militar)
  • em caso de morte do trabalhador, a família pode sacar

Quem trabalhou depois de 1988 tem direito?

Não. A partir de outubro de 1988, os trabalhadores deixaram de ter contas individuais do Fundo PIS/Pasep. Desde então, o dinheiro arrecadado vai para o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), que é usado para pagar benefícios como seguro-desemprego e abono salarial.

Herdeiros podem sacar?

Para herdeiros de cotistas que morreram, o saque pode ser feito independentemente do calendário. Basta ir a qualquer agência da Caixa (se o titular tiver trabalhado em empresa privada) ou do Banco do Brasil (se for servidor) portando o documento oficial de identificação e o documento que comprove a condição de herdeiro, para realizar o saque.

Diferente do abono do PIS/Pasep

O saque do Fundo PIS/Pasep é diferente do abono salarial pago todos os anos para quem recebe até dois salários mínimos. Quem trabalhou pelo menos um mês em 2016 tem até o fim do mês para sacar o dinheiro do abono, que é de até um salário mínimo (R$ 954).

(Com agências)

Como cobrar dívida de um amigo

($6.100) Preço do Bitcoin continua caindo e atinge valor mais baixo desde fevereiro



O preço do bitcoin continuou a subir nos níveis de suporte na quarta-feira, empurrando a criptomoeda para cerca de mais US$ 100 de sua baixa no ano.

O Bitcoin havia entrado no dia em uma trajetória descendente e – para surpresa de ninguém – continuou a perder peso durante toda a manhã e início da tarde. Aproximadamente às 16:22 UTC, esse declínio se tornou ainda mais precipitado, pois uma série de grandes pedidos de venda reduziu o preço do bitcoin para US$ 6.107 – sua marca mais baixa desde 5 de fevereiro e menos de US $ 110 alcançou um novo recorde no ano.

O sell-off é uma continuação de uma correção de mercado que, apesar de várias recuperações falsas, começou no final de dezembro e persistiu ao longo do primeiro semestre de 2018.

No entanto, o declínio de hoje também está correlacionado com a publicação de novas pesquisas acadêmicas que sugerem que o rali do ano passado foi apoiado em certa medida pela manipulação de mercado relacionada ao token USDT indexado pelo Tether.

Longo prazo é otimista

Muitos analistas continuam otimistas em relação ao longo prazo, mas as perspectivas de curto prazo do bitcoin parecem cada vez mais sombrias.

Conheça a plataforma de comunicação criptografada Crypviser

Você considera importante proteger sua privacidade? Se sim, então você precisa conhecer a Crypviser, que garante troca de informações seguras baseadas na Blockchain. A plataforma pode ser usada por indivíduos…


Valor do bitcoin despenca após ataque a Bolsa coreana Coinrail – Notícias


SEUL, 11 Jun (Reuters) – A bolsa de moedas digitais sul-coreana Coinrail anunciou que sofreu um ataque hacker no final de semana, o que disparou uma queda acentuada no valor do bitcoin em meio a preocupações renovadas sobre a segurança de mercados de criptomoedas e em um momento em que autoridades globais avaliam regulamentação dessa classe de ativos.

Em comunicado publicado nesta segunda-feira, a Coinrail afirmou que seu sistema foi atingido por uma “ciber intrusão” no domingo, causando uma perda de cerca de 30 por cento das moedas negociadas na bolsa. A empresa não quantificou o valor da perda, mas o veículo de notícias sul-coreano Yonhap estimou que cerca de 40 bilhões de wons (37,28 milhões de dólares) em moedas digitais foram roubados.

O roubo na Coinrail, uma bolsa relativamente pequena de criptomoedas da Coreia do Sul, fez o preço do bitcoin despencar para o menor nível em dois meses.

A Coreia do Sul é um dos maiores mercados de moedas digitais do mundo e abriga uma das mais movimentadas bolsas de criptomoedas do mundo, a Bithumb.

Na Bitstamp, sediada em Luxemburgo, o bitcoin BTC=BTSP era negociado às 9h32 (horário de Brasília) a 6.777 dólares, queda cerca de 10 por cento ante a sexta-feira, acumulando baixa de cerca de 65 por cento em relação ao pico atingido em meados de dezembro.

Mais cedo neste ano, a bolsa japonesa Coincheck sofreu um ataque hacker que roubou mais de meio bilhão de dólares em moedas digitais.

Ja em 2014, a bolsa japonesa Mt. Gox, que já chegou a lidar com 80 por cento dos negócios com bitcoin do mundo, fez pedido de recuperação judicial depois de perder bitcoins avaliadas em cerca de 500 milhões de dólares. Mais recentemente, a bolsa sul-coreana de criptomoedas Youbit fechou as portas após ser atacada por hackers duas vezes.

Autoridades globais têm alertado que investidores precisam ter cautela ao negociar com moedas digitais dada a falta de regulação.

“A Coinrail não era membro de um grupo de autoregulação para melhoria da segurança. É uma empresa pequena no mercado e é possível ver como bolsas pequenas, com padrões de segurança menores, podem estar expostas a mais riscos”, disse Kim Jin-Hwa, representante da Associação da Indústria de Blockchain da Coreia.

Na Coreia do Sul, 14 grandes bolsas de criptomoedas adotaram medidas de segurança em janeiro para proteger melhor os clientes, incluindo restrições na criação de mais de uma conta.

A Coinrail disse 70 por cento das moedas digitais negociadas na bolsa estão agora seguras em uma “carteira fria”, que funciona sobre plataformas que não estão diretamente conectadas à Internet. A empresa é local de negociação de mais de 50 criptomoedas e é a 98ª bolsa de moedas digitais, segundo a Coinmarketcap.com. 

Argentina e FMI chegam a acordo de 36 meses no valor de US$ 50 bilhões – Notícias


A Argentina e o Fundo Monetário Internacional (FMI) fecharam nesta quinta-feira um acordo stand-by para o empréstimo de US$ 50 bilhões ao país por um período de 36 meses. De acordo com a diretora-gerente da instituição, Christine Lagarde, os termos ainda serão submetidos ao conselho executivo do órgão.

Com o acordo, a Argentina modificou suas metas de resultado primário e de inflação. Segundo o governo argentino, “para assegurar uma rápida convergência do equilíbrio fiscal”, a meta do déficit primário deste ano passou a ser de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) e de 1,3% do PIB em 2019. Segundo Lagarde, o pacto prevê que o país alcance superávit primário até 2020.

“Para reduzir a inflação, o plano reforça o esquema de metas com tipo de câmbio flutuante e fortalecimento da autonomia do Banco Central da República da Argentina (BCRA)”, disse nota do Ministério da Fazenda argentino. Agora, as metas de inflação passam a ser de 17% no próximo ano, de 13% em 2020 e de 9% em 2021.

De acordo com o Ministério da Fazenda argentino, “o programa é inovador, já que protege especialmente os setores mais vulneráveis. Em efeito, se inclui explicitamente o monitoramento de indicadores sociais e, pela primeira vez na história em um programa do FMI, uma salvaguarda que permite aumentar o gasto social se o governo argentino considerar necessário”.

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