Os bancos querem mesmo usar Blockchain?


Em 18 de junho, Carlos Torres, CEO do banco espanhol BBVA, declarou que o blockchain “não está maduro” e enfrenta grandes desafios. Durante o mês passado, a eficácia e a maturidade do blockchain também foram questionadas por jogadores do tamanho do Banco do Canadá (BoC), o Banco Central Russo e o DNB, o Banco Central dos Países Baixos.

Embora o blockchain possa, de fato, melhorar a eficácia dos pagamentos transnacionais e reduzir os custos eliminando o intermediário, ele ainda não se provou como uma ferramenta pronta para uso em escala industrial. O que é mais importante é que alguns dos bancos podem não ficar muito felizes em desistir dessas taxas de margem.

Do Banks Even Want to Go Blockchain?

Tentativas da Ripple para modificar o sistema

A Ripple, uma empresa de protocolo e rede de pagamentos baseada na Califórnia, foi criada em 2012. Essencialmente, ela foca na facilitação de transferências entre grandes corporações financeiras.

O Ripple não é exatamente sua criptomoeda média — alguns argumentam que não é sequer uma criptomoeda. Primeiro de tudo, ele não defende os sonhos de derrubar o governo junto com o sistema bancário. Por outro lado, optou por trabalhar com os principais intervenientes financeiros desde o início. Como Brad Garlinghouse, CEO da Ripple, disse à Cointelegraph:

Nós estávamos desde o início realmente olhando como trabalhamos com os governos, como trabalhamos com os bancos. E eu acho que alguns na comunidade cripto têm sido muito, “Como nós vamos destruir o governo? Como vamos dar a volta nos bancos?”.

Garlinghouse acredita que os governos não vão a lugar nenhum, dizendo: “Na minha vida, eu não acho que isso está acontecendo”, então é lógico cooperar com eles e trabalhar dentro da estrutura regulatória existente. Essa atitude ajudou a Ripple a conseguir parcerias cruciais com players importantes, incluindo a provedora de pagamentos sediada na China Lian-Liana Autoridade Monetária da Arábia SauditaWesternUnion, entre outros.

A Ripple espera ser a pioneira do sistema financeiro tradicional com o xRapid, sua ferramenta para facilitar as transferências fiduciárias transfronteiriças entre instituições financeiras. A recentemente comprovou economizar custos de transação em 40 a 70%, não tendo que usar provedores de câmbio e aumentando a velocidade de transação para “pouco mais de dois minutos”. Em comparação, de acordo com uma pesquisa da McKinsey, os pagamentos internacionais típicos levam de três a cinco. dias úteis para serem concluídos.

Em maio de 2018, a Ripple reportou resultados positivos para seu programa piloto xRapid. A empresa testou pagamentos entre EUA e México. E há outros players que já introduziram recursos semelhantes de forma semelhante, divulgando-os para seus clientes de varejo.

Experiência do Santander

Em abril, o banco internacional espanhol Santander anunciou o lançamento de sua rede de pagamento baseada em blockchain baseada em Ripple chamada One Pay FX, tornando-se o primeiro banco do mundo a fazê-lo.

A One Pay FX é uma aplicação móvel para pagamentos transfronteiriços apoiada pelo blockchain Ripple. Ele é baseado na tecnologia xCurrent — não no xRapid mencionado acima — que não elimina o banco correspondente de todo o process, não alterando, assim, o sistema convencional, mas modificando-o.

Em outras palavras, o xCurrent usa um protocolo “interlocutor” imutável, que “não é um livro-razão distribuído”,  como confirmado por David Schwartz, criptógrafo chefe da Ripple. No caso do xCurrent, os pares da rede não têm acesso a um razão compartilhado, que é a base das principais redes blockchain, como Ethereum (ETH) ou Hyperledger. No entanto, a tecnologia xCurrent supostamente permite “eventualmente conectar” transações transnacionais em livros distribuídos.

No entanto, a tecnologia ainda permite reduzir os custos e o tempo normalmente exigidos pelas tradicionais transferências internacionais de fundos. Foi apresentado aos titulares de contas do Santander na Espanha, Reino Unido, Brasil e Polônia, com o banco prometendo adicionar mais países à lista “nos próximos meses”. A presidente executiva Ana Botín afirmou que “as transferências para a Europa podem ser feitas no mesmo dia” e o banco pretende entregar transferências instantâneas em vários mercados “no verão”.

O sistema está em andamento há cerca de três anos, quando o relacionamento do Santander com a Ripple começou em 2015, quando o banco investiu pela primeira vez na startup da Califórnia. No ano seguinte, os testes mostraram que a tecnologia da Ripple concluiu as transferências em menos de um dia. A operação do banco no Reino Unido disponibilizou os pagamentos móveis apoiados por blockchain disponível para os funcionários.

O Santander não é o único banco que espera implementar a tecnologia para pagamentos supostamente mais rápidos e mais baratos. O banco sul-coreano Woori Bank pretende introduzir remessas internacionais “comercializadas” baseadas em Ripple neste ano. Seu Departamento de Estratégia Digital realizou testes iniciais em janeiro e os resultados foram positivos.

Notavelmente, esse teste foi parte de um esquema baseado no Japão envolvendo o Ripple e o SBI Group, com 37 outras instituições participando do teste. Destes, juntamente com pelo menos 23 mais envolvidos na tentativa de envio de remessas de blockchain, a grande maioria são bancos japoneses, de modo que a Ásia parece estar particularmente madura para soluções de blockchain para as fiações tradicionais de dinheiro. De fato, em Cingapura, a ideia de pagamentos transfronteiriços movidos a blockchain é até mesmo impulsionada pelo banco central local. Em março, o diretor administrativo da Autoridade Monetária de Cingapura (MAS), Ravi Menon, reafirmou que os planos blockchain do país — apelidados de “Projeto Ubin” —vão “resolver o desafio” de aumentar a eficiência na arena:

“Um dos casos de uso potencialmente mais fortes de tokens de cripto é facilitar os pagamentos internacionais em moedas tradicionais”

Outras startups tentando disromper o sistema bancário

Em 21 de maio, o argentino Banco Masventas (BMV) anunciou uma aprceria com a Bitex, uma startup local de tecnologia financeira fundada em 2014 com foco no “desenvolvimento do mercado de Bitcoins na América Latina”. Agora, os clientes do BMV podem usar o Bitcoin para pagamentos internacionais como alternativa para formas convencionais.

Como resultado, afirma o banco, os clientes conseguem transferir dinheiro de uma conta para outra em menos tempo do que as transferências bancárias tradicionais: o BMV afirma que o novo serviço reduzirá os tempos de transferência em até 24 horas.

José Humberto Dakak, um grande acionista do Masventas, disse que a medida pretende fortalecer os serviços digitais e baseados em smartphones do banco e reduzir os custos dos serviços bancários. Além de acelerar as transferências, a Bitex afirma que pode fornecer transações mais seguras.

Além disso, há a Wyre, uma startup de tecnologia financeira de São Francisco, cuja aautointitulada plataforma de pagamentos transfronteiriços alegou em 2016 tornar os pagamentos internacionais mais rápidos e mais rentáveis ao colocá-los em um blockchain. Além disso, o Red Belly Blockchain — um projeto de pesquisadores da Universidade de Sydney — vem desenvolvendo novas tecnologias blockchain para transferências rápidas e seguras de moedas virtuais que supostamente ultrapassaram a rede Visa e Bitcoin com “mais de 440.000 transações por segundo em 100 máquinas”. No entanto, essas startups não lidam com o sistema bancário existente, essencialmente tentando substituí-lo.

Finalmente, há também grandes players da liga experimentando com o blockchain: Em fevereiro de 2018, o JP Morgan (JPM), cujo CEO infamemente chamou o Bitcoin de fraude, lançou a Interbank Information Network (IIN) em colaboração com o Royal Bank of Canada junto com Australia and Nova Zelândia Banking Group Limited. A plataforma, que é baseada em blockchain privado do banco, permite que o JPMorgan troque informações com outros bancos e “minimize o atrito no processo de pagamentos globais”, acelere o processo e melhore a segurança, de acordo com o banco.

Além disso, a IBM anunciou uma solução bancária blockchain que visa reduzir o tempo de liquidação e os custos dos pagamentos internacionais; e a MasterCard (MA) introduziu sua própria tecnologia blockchain para bancos parceiros e comerciantes.

Other startups trying to disrupt the banking system

SWIFT, o player dominante, está cetico sobre o blockchain

Os sistemas baseados em blockchain parecem desafiar os atores de longa data do setor diretamente. Ana Botin, do Santander, disse ao Financial Times que sua empresa está confiante em assumir grandes empresas de tecnologia financeira, como a TransferWise, na esperança de expandir seu One Pay FX para pequenas empresas — e agora disponível apenas para indivíduos — e até mesmo lançar um aplicativo separado para abrir pagamentos de mercado. “Acho que o Santander oferece mais e melhor [sic] do que muitas dessas outras empresas a partir de hoje”, disse ela.

Sugestão no SWIFT, um ator de longa data e extremamente significativo no setor bancário. O SWIFT é um serviço de mensagens interbancárias com sede na Bélgica, com 45 anos de existência, que lida com cerca de 50% dos pagamentos internacionais de alto valor do mundo e uma cooperativa que é propriedade de cerca de 11.000 bancos membros.

Qual é a opinião da SWIFT sobre a nova tecnologia no jogo que está mostrando resultados proeminentes? Bem, ela realmente não compartilha o entusiasmo, dando sinais mistos sobre o blockchain.

No início de março de 2018, a SWIFT disse que havia concluído um teste de “block-proof” de blockchain para coordenar pagamentos entre as contas de 34 bancos. O resultado: o blockchain não está pronto para o uso mainstream, já que “é necessário mais progresso antes que ele esteja pronto para suportar aplicações de nível de produção em infraestruturas globais de missão crítica em grande escala”, embora os testes tenham sido “extremamente bons”.

Como a SWIFT explicou ao Financial Times, uma quantidade substancial de bancos teria de modernizar drasticamente seus sistemas antes de poder recorrer a um sistema baseado em blockchain para seus pagamentos transnacionais.

Segundo consta, o teste envolveu a criação de 528 sub-registros para 28 bancos participantes para evitar que informações confidenciais fossem reveladas aos rivais. Assim, como disse Damien Vanderveken, chefe de pesquisa e desenvolvimento da SWIFT, todos seus membros — os milhares de bancos — exigiriam a instalação de 100.000 sub-livros-razão, o que é tecnicamente oneroso devido a problemas de manutenção, entre outras razões.

No entanto, a SWIFT também reporta resutlados positivos para o blockchain, já que a Tecnologia de Livro-razão Distribuído (DLT) ajudou a reconciliar as contas de Nostro para os credores (uma conta de Nostro é basicamente uma conta bancária em moeda estrangeira em outro banco).

Em abril de 2017, a SWIFT anunciou que usaria a plataforma Hyperledger como base para atualizar suas práticas de pagamentos de mercados internacionais em colaboração com o Australia and New Zealand Banking Group, o BNP Paribas, o BNY Mellon e outros. Mais tarde, em julho de 2017, o projeto de teste da SWIFT acrescentou mais 22 bancos, incluindo o Commerzbank, a Societe Generale e o JPMorgan Chase Bank. Os bancos participantes tinham seu próprio nó implantado em uma sandbox SWIFT DLT, com a tecnologia subjacente sendo o Hyperledger Fabric v1.0.

Os resultados da PoC mostraram que o DLT poderia fornecer as funções necessárias para a reconciliação de conta Nostro, incluindo “manipulação de eventos em tempo real, atualizações de status de transação, trilhas de auditoria completas, visibilidade dos saldos esperados e disponíveis, confirmação simplificada de entradas em conta em tempo real, entradas e potenciais questões relacionadas, e […] os dados necessários para apoiar os relatórios regulamentares. ”

Blockchain melhora o sistema ao criar competição

Como relata o Financial Times, as iniciativas de blockchain levaram a SWIFT a reajustar seu sistema fulminante. Assim, além de prosseguir com seus próprios testes sobre o potencial do blockchain, eles atualizaram seu sistema de mensagens lançando um serviço chamado Global Payments Innovation (GPI), que está supostamente sendo usado por 165 bancos. De acordo com os representantes da SWIFT, mais de 50% das transferências de dinheiro da GPI estão chegando a seu destino “dentro de 30 minutos depois de serem iniciadas”. Harry Newman, chefe de serviços bancários da SWIFT, disse à empresa:

“Não é nenhum segredo que o correspondente bancário é um modelo de 1998 e estamos ocupados com isso, trazendo-o para um modelo de 2018… Mas em termos de velocidade, quais problemas você está tentando consertar? Temos nossas próprias soluções de nuvem e API e já estamos fazendo pagamentos em minutos ou até segundos”.

Quanto ao blockchain, no final, a SWIFT não parece entusiasmada, atribuindo o escalonamento como um dos principais problemas. Newman elabora:

“[Blockchain] não é fácil de escalar e ainda não é apropriado fazê-lo… Todos os anúncios [feitos por bancos sobre seus projetos de blockchain] feitos até o momento, são projetos internos ou bilaterais entre bancos. À medida que você aumenta a escala, aumenta a complexidade”.

Blockchain improves the system by creating competition

Alguns bancos não estão prontos para o blockchain

Não é apenas a SWIFT que não está tão contente com a ideia de mudar para o blockchain: alguns dos bancos também são pessimistas. Em primeiro lugar, mudar para formas descentralizadas de transferir dinheiro significa abrir mão de uma grande fatia de margens, uma importante fonte de renda para os bancos. No momento, os clientes do Santander no Reino Unido não são obrigados a pagar taxas adicionais usando o sistema One Pay FX, enquanto o custo médio de um banco para executar um pagamento através do banco correspondente custa de US $ 25 a US $ 35, de acordo com uma pesquisa da McKinsey.

De fato, como o relatório do “Banco do Futuro” do Citibank sugere, as empresas de tecnologia financeira estão disrompendo ativamente o mercado bancário com novas tecnologias e removendo participantes de longa data. Por exemplo, o jornal estima que, até 2025, os principais bancos norte-americanos poderão perder 34% do lucro de áreas tradicionais, como pagamentos, investimentos e empréstimos pessoais.

Da mesma forma, pode-se argumentar que o Santander espera expulsar concorrentes de tecnologia financeira, como a TransferWise, WesternUnion, etc. e, assim, aumentar sua base de clientes ao custo de comissões mais baixas. No futuro, mais bancos poderão ter que começar a lidar com a concorrência interligada com as novas tecnologias, mudando suas estratégias financeiras tradicionais.

Além disso, um número significativo de bancos centrais expressou suas preocupações em relação às capacidades do blockchain. O Banco da Inglaterra começou a testar seu serviço de Liquidação Bruta em Tempo Real (RTGS) para conduzir a transferência de fundos entre bancos em “tempo real” e “base bruta” com planos de colocá-lo em uma blockchain, mas depois mudou sua decisão após ensaios, citando a imaturidade da tecnologia.

Da mesma forma, em 14 de junho, um funcionário do Banco do Canadá (BoC) questionou a eficácia e a segurança do uso da tecnologia blockchain para serviços bancários.

Enquanto discutia o Projeto Jasper do BoC, um sistema de pagamento de Prova de Conceito utilizando a chamada Tecnologia de Livro-razão Distribuído (DLT) em uma conferência em Seul, James Chapman, diretor de pesquisa sênior do departamento de banco e gestão de fundos do banco, mencionou que, embora O teste tenha mostrado alguns resultados promissores, o BoC não estava tão interessado na tecnologia, citando a segurança como um problema:

“Neste momento, não há efeito de redução de custos em comparação com o sistema do banco central existente. Hackers e outros riscos operacionais provavelmente ocorrerão”.

Mais bancos centrais ecoaram esse sentimento. Assim, o primeiro vice-governador do Banco Central russo disse recentemente que a tecnologia blockchain ainda não está “madura” o suficiente para uso em escala industrial, enquanto o banco central da Holanda, após três anos de experimentação com a DLT, concluiu também que os algoritmos atuais são incapazes de lidar com o volume de transações das infraestruturas do mercado financeiro de forma totalmente segura e eficiente em termos energéticos.



IBM fecha nova parceria para usar Blockchain no setor de marketing e publicidade



O braço de estratégia digital da IBM iX e o provedor de software de anúncios Mediaocean estão se unindo para formar um consórcio de blockchain destinado a resolver alguns dos maiores problemas no mundo da publicidade.

O consórcio, que já contratou grandes marcas como Kelloggs, Kimberly-Clark, Pfizer e Unilever, usará a tecnologia blockchain para “proporcionar transparência e criar confiança e responsabilidade” no setor de publicidade, de acordo com um comunicado de imprensa.

O projeto verá a criação de uma nova solução blockchain – usando a IBM Blockchain e a plataforma de gerenciamento de campanhas da Mediaocean – que as empresas dizem que fornecerá uma visão abrangente e imutável da cadeia de suprimentos de anúncios digitais, ajudando empresas a identificar exatamente onde seu orçamento de publicidade está realmente sendo gasto.

Bill Wise, CEO da Mediaocean, disse no comunicado:

“Nos últimos anos, a indústria tem sido afetada por questões econômicas e de transparência insustentáveis ​​que dificultam o progresso – particularmente em torno de taxas intermediárias e meios de comunicação que não funcionam. Em parceria com a IBM, podemos lançar a primeira solução blockchain de publicidade que irá melhorar a transparência do gasto – em escala “.

Babs Rangaiah do IBM iX comentou que a blockchain poderia fornecer “uma fonte única de verdade para qualquer compra de mídia, eliminando a dúvida e a incerteza que é comum hoje em dia”.

O Projeto blockchain será lançada em julho, afirma o anúncio.

Bitfury recebe as boas vindas na Noruega para minerar criptomoedas

A gigante Bitfury está envolvido na produção do software e hardware necessários para atividades de mineração. Com a nova parceria, a empresa estabeleceu um novo centro de dados na Noruega. Em seguida, eles planejam…


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Numa parceria com o InfoMoney, apresento o curso inédito no Brasil: SEGREDOS DO BITCOIN. INSCRIÇÕES SOMENTE ATÉ 15/SET, SEXTA-FEIRA, ÁS …

Vale a pena usar o Dlive? (Serviço descentralizado de vídeo baseado em blockchain)


Alternativa para YouTube e Twitch, esse dapp para streaming via steem blockchain é incrível. Após testar, compartilho meus resultados e opiniões.


Acima está o link para a livestream de League of Legends que fiz afim de conhecer melhor o procedimento de fazer uma live, a qualidade da imagem da mesma considerando meu hardware e internet, além da eficiência e atraso do streaming de dados para quem estiver assistindo tanto durante quanto depois.

Também pedi feedback para alguns amigos e conhecidos tanto durante quanto depois para saber se é uma alternativa viável ao twitch e youtube. Alguns tinham uma boa velocidade de internet, outros não.

O vídeo não sofre downgrade algum, exibindo aquilo que você grava na melhor definição possível. No exemplo, usei a resolução 1200×674 com taxa de bits do vídeo de 2500, que são as configurações padrões no OBS e recomendadas para o usuário mediano desse meio.

Gravando do Brasil, quem está assistindo ao vivo fica apenas 15 segundos atrás do tempo real, o que é ótimo. A não ser que a internet dos que estiverem acompanhando seja muito precária mesmo, não terão problemas de carregamento mesmo na qualidade original, para a qual não há opções de ajuste.

Vale ressaltar

  • Também há opção para envio de vídeos já gravados.
  • Não há partilha dos ganhos com os desenvolvedores do DLive.
  • Todos recebem votos de bots como incentivo a usar o serviço.
  • Além da tradicional curtida (upvote), há opções na interface para enviar $ de presente ao streamer.
  • O tempo de atraso pode vir a melhorar caso consigamos uma witness na América Latina.

DLive é superior a YT e T.TV de diversas formas, e compensa muito para quem não tem um canal gigante, já que a monetização depende através das “curtidas” pode ser muito mais fácil, ao invés dos tradicionais anúncios.

(Felipe Joys)

Fonte: https://steemit.com/pt/@felipejoys/vale-a-pena-usar-dlive

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Ripple está sendo processada por manipular e usar a XRP para fins próprios


A Ripple foi acusada em mais uma ação judicial ligada à criptomoeda XRP, mostram registros judiciais.

O investidor Vladi Zakinov entrou com uma ação coletiva na terça-feira, acusando a Ripple Labs, o CEO Brad Garlinghouse e outras 25 pessoas anônimas como réus. A queixa foi submetida ao Tribunal Superior da Califórnia, no condado de San Mateo.

A alegação de Zakinov centra-se na alegação de que o token XRP é uma segurança controlada pela Ripple. O processo afirma que Zakinov comprou XRP em janeiro de 2018 e “foi lesado por isso”.

Ele argumentou na denúncia:

“XRP, apesar de seu nome como ‘token’, é na verdade uma garantia sob a lei da Califórnia. Em particular: (i) a Ripple usa os fundos arrecadados com a venda da XRP para financiar seus empreendimentos; (ii) a Companhia oferece indiscriminadamente XRP para venda ao público em geral; (iii) o autor e a Classe (conforme definido neste documento) são efetivamente impotentes para controlar o sucesso da Ripple e XRP; e (iv) o investimento do requerente e dos membros da Classe está substancialmente em risco e é sem segurança “.

O arquivamento continuou afirmando que a Ripple e os outros réus nomeados “eram obrigados a registrar XRP ao oferecê-lo ou vendê-lo”, mas não o fizeram. Além disso, a ação reclama que os réus “fizeram uma série de declarações impróprias que elevaram o preço da XRP”, o que ajudou a Ripple a receber retornos maiores da venda dos tokens.

No entanto, a ação continua, os investidores perderam dinheiro – e têm o potencial de continuar perdendo dinheiro – porque os proprietários de XRP não podem controlar a Ripple.

Um porta-voz da Ripple pressionou fortemente contra as reclamações do processo:

“Este é apenas mais um exemplo de um extorsionista trazendo uma ação oportunista que carece de mérito. Nós nos sentimos confiantes de que as alegações sobre a XRP são completamente infundadas tanto na lei quanto nos fatos”, disse o representante.

Os advogados de Zakinov não quiseram se pronunciar.

Coinbase bloqueia conta da Wikileaks sem claras explicações

De uma só vez, a Coinbase, plataforma de negociação de criptomoedas dos EUA, impediu que o WikiLeaks Shop realizasse transações na bolsa. Como resultado, a Coinbase “não pode mais processar…


Exchange chilena entrou com processo contra 10 bancos no país

A empresa Buda.com entrou com uma ação ontem com o tribunal de livre concorrência contra 10 bancos chilenos “abuso de posição dominante devido ao fechamento de contas correntes”. “Estamos em busca de justiça…


Brasil quer usar Macau como plataforma para PMEs – 09/06/2018 – Mercado


Em entrevista ao Plataforma, Jorge Arbache,  secretário dos Assuntos Internacionais do Ministério Planejamento, disse estar confiante que Macau possa ser “uma plataforma para micro e pequenas empresas brasileiras, que têm uma dificuldade maior em entrar na China, não só pela distância física, mas muito também por causa da distância cultural”.

Leia a reportagem completa.

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Chefe do BC diz que não vai usar taxa de juros para conter alta do dólar – Notícias


O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, afirmou nesta quinta-feira (7) que a entidade não usará a taxa básica de juros (Selic) para conter a disparada do dólar.

Em entrevista coletiva, Goldfajn disse que a política monetária (de juros) é separada da política cambial e que não há relação mecânica entre as duas. “A política monetária olha para as expectativas de inflação e o balanço de riscos, e não será usada para controlar taxa de câmbio.

Com a recente disparada do dólar, que fechou esta quinta-feira em alta de 2,28%, cotado a R$ 3,926 na venda, analistas passaram a especular que o BC poderia subir a taxa de juros em um ponto percentual (dos atuais 6,5% para 7,5% ao ano) até o final do ano, começando já na próxima reunião, marcada para os dias 19 e 20 de junho.

Como o pré-sal poderia ajudar o Brasil a usar menos diesel – Notícias


Com número recorde de empresas inscritas, mais uma área do pré-sal vai a leilão nesta quinta-feira (7). A 4ª rodada de partilha de produção colocou quatro campos em oferta, dois na bacia de Santos, dois na bacia de Campos, uma área de cerca de 4,2 mil km², o equivalente a três vezes o tamanho do município de São Paulo.

O aumento do preço do petróleo no mercado internacional e a alta produtividade das reservas brasileiras atraíram 16 petroleiras, entre as quais gigantes como Shell, Statoil e Exxon Mobil.

Um recurso do pré-sal que não é chamariz para essas multinacionais – o gás natural -, contudo, poderia ser aliado importante para o Brasil reduzir a dependência do diesel e aumentar a participação de fontes renováveis em sua matriz energética no médio e longo prazo.

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O gás natural está associado ao óleo nas áreas de exploração, dissolvido ou como uma capa sobre os reservatórios. O menos poluente entre os combustíveis fósseis, na Europa e nos Estados Unidos ele vem sendo cada vez mais usado como combustível de caminhões e de navios – neste último caso, como um caminho para que os países cumpram as metas de redução da emissão de gases poluentes pelo transporte marítimo.

No Brasil, o gás natural é usado para consumo doméstico, em setores industriais e nas usinas termelétricas. Ele também poderia ser aproveitado, entretanto, como combustível alternativo para os ônibus nas grandes metrópoles do país e para dar flexibilidade à geração eólica e solar – ou seja, como “backup” para fornecer energia quando essas fontes, que são intermitentes, não estivessem produzindo -, ressaltam especialistas ouvidos pela BBC Brasil.

Até 2026, justamente por causa da exploração do pré-sal, a oferta de gás natural na malha integrada de gasodutos do país deve crescer quase 40%, de 43 milhões de metros cúbicos por dia para 59 milhões, conforme as estimativas feitas pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) com base nas reservas já conhecidas.

Apesar do aumento, a diversificação do uso do gás natural enfrenta obstáculos que vão desde a baixa demanda interna, que dificulta a criação de um mercado com preços que atraiam empresas para a exploração do combustível, à falta de infraestrutura de gasodutos para a distribuição.

Caminhões, gás liquefeito e os ‘corredores azuis’

“O desenvolvimento do pré-sal nos conduz a rápidos e materiais excedentes de gás natural”, diz Edmilson Moutinho dos Santos, professor do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (IEE-USP).

“Trata-se de um gás difícil de monetizar, por questões logísticas, mas que representa uma oportunidade real de valorização no mercado doméstico, tornando nossa matriz energética muito mais sustentável e em linha com as demandas globais do século 21”, completa.

O especialista estuda o conceito de “corredores azuis”, rotas para veículos pesados, em expansão na Europa, que garantem autonomia para abastecimento de veículos movidos a GNC, gás natural veicular comprimido, ou GNL, gás liquefeito.

O uso do gás natural como combustível alternativo ganhou fôlego nos últimos dez anos, afirma Adriano Pires, sócio-diretor da Câmara Brasileira de Infraestrutura (CBIE), graças, em parte, à redução nos preços – reflexo, por sua vez, da exploração de gás de xisto (um tipo de gás “não convencional”, que não está atrelado às reservas de petróleo) nos EUA e da ampliação do uso da versão líquida do gás natural, o GNL, que não depende de gasoduto para ser transportado.

O GNL, aliás, vem sendo cada vez mais utilizado em navios, diante da pressão internacional para a fixação de metas mais agressivas pelo transporte marítimo para redução de emissão de gases poluentes.

“O gás natural é visto hoje como um caminho de transição para matrizes energéticas mais limpas, enquanto não se desenvolvem, por exemplo, as baterias que vão armazenar a produção por energia eólica”, ele acrescenta.

Ele não possui enxofre na composição e não gera fuligem quando queima, explica o professor de planejamento energético da Coppe-UFRJ Alexandre Szklo. “Não existe ‘queima limpa’ em combustível fóssil, mas a emissão de poluentes é menor.”

Coleta de lixo e ônibus urbano

Em uma de suas pesquisas, Moutinho, do Instituto de Energia e Ambiente da USP, simulou a troca de 30 caminhões de coleta de lixo a óleo diesel por GNV na cidade de Sorocaba, em São Paulo. Levando em conta as soluções tecnológicas já disponíveis no país, os resultados sinalizaram uma redução das emissões anuais de CO2 pela frota em 469 toneladas e a diminuição da emissão de poluentes como monóxido de carbono em mais de 95%.

Szklo, da Coppe-UFRJ, também vê potencial para substituição do diesel na frota de ônibus urbano, em áreas em que já exista malha de distribuição de gás, como a região Sudeste. Ele afirma que a alternativa já foi estudada na cidade do Rio de Janeiro, mas não foi para frente porque a mudança para o combustível a gás dificultaria a venda dos veículos no fim do seu ciclo de vida.

Depois de “aposentados”, os ônibus usados para transporte urbano na capital carioca são vendidos para cidades do interior – que, nesse caso, não teriam acesso à rede de distribuição de gás para abastecer.

“A questão do diesel é maior que uma bala de prata”, diz o especialista, que acha difícil que o combustível mais usado no Brasil seja largamente substituído no curto ou médio prazo.

O transporte de carga, por exemplo, movimenta em geral cargas pesadas, grandes volumes de produto com baixo valor agregado, como commodities. A margem de lucro, portanto, é pequena, e menor ainda para os caminhoneiros autônomos, responsáveis por 30% do total do frete. O espaço para investir em caminhões menos poluentes, portanto, é muito mais limitado.

Os navios que saem dos portos do país, por sua vez, também transportam produtos de baixo valor agregado – ou seja, é preciso ter volume para que o frete seja financeiramente rentável. Assim, à medida que os tanques para gás, maiores do que aqueles usados para o diesel, ocupariam espaço que poderia ser da soja ou minério de ferro, esse tipo de alternativa acaba se tornando menos atraente.

“O diesel é a nossa principal matriz energética. O Brasil consome mais diesel do que eletricidade”, destaca Szklo, para ilustrar o tamanho do desafio de reduzir de forma significativa a dependência do combustível que desencadeou a greve de caminhoneiros no último mês de maio.

O gás do pré-sal

De forma geral, parte do gás explorado no subsolo oceânico é reinjetada nos reservatórios, porque facilita a extração de óleo, uma parcela é consumida na plataforma, outra é perdida ou queimada e parte é disponibilizada para consumo.

No pré-sal, uma parcela maior do gás tem sido reinjetada porque faltam rotas de escoamento das plataformas “offshore”, no oceano, para a malha “onshore”, no continente, diz Szklo, da Coppe-UFRJ.

Parte do problema de infraestrutura, dizem Giovani Machado e Marcos Frederico, superintendentes da diretoria de estudos do petróleo, gás e biocombustíveis da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), se deve ao custo elevado para construir a rede de gasodutos com centenas de quilômetros que ligaria o mar ao continente.

Nos Estados Unidos e na Europa, como o gás é usado desde a década de 50 e 60 para calefação nas regiões mais frias, a malha de distribuição que passou a ser usada, por exemplo, para abastecer os caminhões, já estava disponível e “amortizada” – ou seja, os investimentos já haviam sido recuperados -, afirmam os especialistas.

Diante da capacidade limitada do setor público de gastar e da incerteza das empresas que exploram os reservatórios em relação à demanda – ou seja, se elas terão para quem vender o gás que eventualmente decidam explorar -, as vencedoras dos leilões do pré-sal têm pouco incentivo para ampliar a rede de distribuição.

“A infraestrutura não anda porque não tem demanda disposta a pagar por esse serviço”, destacam.

Os reservatórios do pré-sal têm uma proporção maior de gás em relação ao óleo do que os demais campos no país – o combustível, contudo, tem teor mais alto de contaminantes, como o CO2, que precisam ser isolados para que o gás seja comercializado.

Para concorrer com o GNL importado e com o gás barato que vem da Bolívia pelo gasoduto de 3,1 mil km inaugurado em 2010, o gás do pré-sal precisa ter um preço bem mais competitivo do que tem hoje, diz Larissa Resende, do Centro de Estudos de Energia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Energia).

Uma das soluções nesse sentido, ela exemplifica, seria a “ancoragem” em projetos de termelétricas a gás – grandes consumidoras, que garantiriam parte da demanda – e a estocagem subterrânea do combustível, para que ele ficasse mais próximo dos centros consumidores e reduzisse o impacto negativo das oscilações de demanda sobre os preços.

Em paralelo, ela acrescenta, o país precisa de mudanças regulatórias e de formulações de política energética voltadas para fomentar o mercado de gás. O chamado “PL do gás”, o projeto de lei 6407, de 2013, está parado no Congresso.

“Essa abundância de gás que a gente tem no pré-sal só vai ser aproveitada, inclusive como energia de transição para construir uma matriz energética mais limpa, se houver mercado. O Brasil corre o risco de perder uma oportunidade.”

O leilão desta quinta-feira

As últimas rodadas de leilões do pré-sal foram realizadas em outubro do ano passado, quatro anos depois da primeira.

Desde 2016, a Petrobras não precisa mais ser operadora única dos campos do pré-sal – uma lei de 2010 previa que a empresa deveria ter participação mínima de 30% na exploração de todos os blocos em operação.

Com a mudança, a estatal passou a ter direito de preferência sobre as áreas ofertadas. Ou seja, ela tem a prerrogativa de decidir antes do leilão se deseja ou não ser operadora e de confirmar esse interesse no dia do certame, caso a oferta vencedora feita pelas empresas que farão parte do consórcio esteja acima de sua capacidade financeira.

Na 4ª rodada, a Petrobras exerceu direito de preferência em três dos quatro campos em oferta – Dois Irmãos, Três Marias e Uirapuru -, com 30% de percentual mínimo de exploração requerido.

As vencedoras do leilão serão aquelas que oferecerem o maior excedente em óleo para a União. O regime, dito de partilha e instituído em 2010, é diferente do aplicado para as demais áreas produtoras de petróleo do país, o de concessão – que seleciona as empresas a partir dos valores de bônus que elas oferecem ao governo.

A 5ª rodada de leilões está prevista para o próximo mês de setembro e a 6ª, para o primeiro semestre de 2019.

Basta cavar para achar petróleo?