CoinX Explica: O que é um ataque DDoS e Como Proteger as Corretoras de Criptomoedas


Qualquer um na internet pode ser vítima de um ataque DDoS – tanto sendo o alvo, quanto sendo silenciosamente usado como ferramenta pelos hackers. Em 2017, foram 7,5 milhões de ataque no mundo, dos quais 264,9 mil aconteceram no Brasil. Neste ano, o Github, maior plataforma de hospedagem de código-fonte do mundo, entrou para as estatísticas com o maior ataque DDoS da história. E, cada vez mais, as exchanges de criptomoedas têm sido alvo deste mesmo tipo de hackeamento. Neste artigo, você vai entender o que é um ataque DDoS, suas consequências e maneiras de se proteger dele.

Ataque DDoS: derrubando tudo

O ataque distribuído de negação de serviço (Distributed Denial of Service) consiste no sobrecarregamento da rede de um site por meio de um número de acessos simultâneos maior do que o servidor pode suportar. Este tráfego é criado artificialmente pelos hackers usando máquinas “zumbis“, chamadas bots, como computadores, celulares e dispositivos IoT sob o poder da máquina mestre, que infecta seu “exército” (formando um botnet) silenciosamente para executar remotamente o comando dos acessos direcionados à vítima. Uma vez que os servidores têm um limite de acessos simultâneos, quando o comando do hacker é executado os sites saem do ar, resultando na negação do acesso aos seus usuários comuns.

Além da técnica acima, chamada Zombie Flood, existem outros quatro principais tipos de estratégias de DDoS:

  1. Syn Flood: conexões mascaradas (hackers disfarçados de usuários comuns) para paralisar parcialmente a rede até ela cair.
  2. ICMP Flood: pacotes de ICMP (Internet Control Message Protocol) transportam os servidores até a falha de seu sistema para que ele entre em colapso.
  3. Non-Service Port Flood: protocolos de TCP (Transmission Control Protocol) e UDP (User Datagram Protocol) aumentam o tráfego nas portas menos usadas do site.
  4. Service Port Flood: acessos simultâneos dentro e fora da rede por meio de portas que já recebem alto tráfego normalmente.

Aqui você pode ver uma lista completa dos tipos de ataques DDoS.

Os estragos deixados

Quando direcionado para negócios, os ataques distribuído de negação de serviço impedem a possibilidade de conversão – seja ela uma venda, um contato ou um download. Já em casos de entidades governamentais, como já aconteceu com as páginas da Receita Federal e da Presidência da República, o problema se concentra na credibilidade destas. No caso de exchanges e criptomoedas, sofre-se ambos prejuízos.

Se, por um lado, este tipo de hackeamento não rouba nenhuma quantia, por outro, ele impede que as transações sejam feitas em tempo hábil, resultando na queda da cotação de criptomoedas de alto valor e, consequentemente, em prejuízos para seus titulares. Estes, por sua vez, não só ficam enfurecidos com as plataformas, como também podem deixar de confiar nelas para realizar suas transações mesmo depois que o problema for resolvido.

É o caso das americanas Poloniex e Kraken, bem como do Bitcoin Gold, uma das bifurcações do Bitcoin. Durante o lançamento deste último, houveram mais de 10 milhões de acessos por minuto, resultando no colapso da página.

O pior caso de todos, no entanto, parece ter sido o da Bitfinex, uma das principais exchanges do mundo. Quando o Bitcoin estava na casa dos US$11.450, no dia 4 de dezembro de 2017, a plataforma ficou fora do ar e declarou estar sob um ataque de DDoS. Desde o colapso do site até o momento em que seus técnicos mitigaram os acessos maliciosos, o valor da criptomoeda foi a US$10.780. Este foi apenas mais um dos três ataques sofridos pela exchange em questão de um mês.

Por que as exchanges?

Os ataques de DDoS frequentemente são direcionados a negócios de alta visibilidade. Com a crescente popularização das criptomoedas, as exchanges têm ganhado a atenção dos hackers, especialmente porque, por dependerem exclusivamente do tráfego para suas plataformas, os estragos de uma suspensão de acesso refletem em todo o ecossistema. E quanto maior a exchange, maior o impacto.

Algumas soluções

Considerando que há diversas formas de executar um ataque de DDoS, a estratégia de proteção deve contar com uma combinação de vários métodos para ser, de fato, efetiva. O maior desafio é distinguir o tráfego orgânico (bom) do criado pelos hackers (malicioso), que dispõem de recursos complexos para misturar com os usuários comuns do site. Uma das soluções para essa questão é a criação de camadas, possibilitando a eliminação apenas daquelas contaminadas. Outros recursos mais simples são a contratação de sistemas de detecção de intrusos e proteção remota.

É preciso também investir em banda larga – quanto maior for a conexão do site com a internet, melhor ele vai lidar com o tráfego sobrecarregado. A blockchain pode, inclusive, ajudar nisso, uma vez que é possível alugar largura de banda nela. Uma conexão reserva também pode minimizar o impacto do ataque ao permitir que os principais usuários sejam redirecionados para um caminho diferente daquele afetado. Em caso de sites maiores, pode até ser mais vantajoso trabalhar com um servidor próprio, a fim de que a equipe interna possa analisar seu tráfego e identificar atividades suspeitas, bem como mitigá-las o quanto antes.

Existem algumas estratégias mais avançadas, como a limitação do tráfego que será aceito em determinado tempo. O Anycast, por sua vez, é um método de difusão/roteamento do tráfego para outras redes próximas, aliviando o impacto no principal canal. Por sua vez, a inserção de uma Web Application Firewall (WAF) entre a internet e o servidor pode filtrar os acessos de acordo com regras personalizadas para identificar um ataque DDoS. Finalmente, a técnica de Black Hole Routing (roteamento nulo) afunila o tráfego para uma rota que funciona como um buraco negro, que absorve os acessos maliciosos com base nos critérios de restrição definidos.

Sistema de segurança da CoinX

A exchange brasileira CoinX emprega uma estratégia de proteção que combina diferentes técnicas contra DDoS, além de possuir a certificação High SSL, uma tecnologia de criação de camadas criptografadas. Saiba mais sobre o assunto no website: https://www.coinx.com.br.



Um Oásis de Liberdade – com Gabriel Calzada




Em agosto de 2017, estive na Ciudad de Guatemala para proferir uma palestra sobre criptomoedas na Universidad Francisco Marroquín (UFM) e para …

General Electric sairá do Dow Jones após mais de um século no índice – Notícias


(Reuters) – A General Electric perdeu o lugar que ocupava no índice Dow Jones há mais de um século, em mais um revés para a companhia que já liderou o cenário corporativo norte-americano e que enfrenta dificuldades para seguir como uma potência industrial.

A S&P Dow Jones Indices afirmou que a ação da GE, um membro original do Dow quando foi formado por Charles Dow em 1896 e integrante contínuo desde 1907, será substituída pelo papel da rede de farmácias Walgreens Boots Alliance a partir do pregão de 26 de junho.

Uma década e meia atrás a GE era a companhia listada em bolsa mais valiosa do mundo. Mas a companhia enfrentou dificuldades em uma série de importantes setores nos últimos anos e um ingresso no mercado de serviços financeiros arrastou o conglomerado industrial para o centro da crise financeira internacional de 2008.

A GE hoje é a sexta menor integrante do Dow Jones em valor de mercado e tem o menor preço de ação do índice, o que torna o papel um componente menos influente do indicador.

Enfrentando resultados fracos e pedidos para se dividir em mais empresas, a companhia criada há 126 anos está cortando custos, vendendo ativos e tentando fortalecer seu balanço sob uma nova gestão.

A ação da GE acumula queda de quase 80 por cento em relação ao pico atingido na década dos anos 2000. No mês passado, o presidente-executivo, John Flannery, alertou que a GE pode não conseguir pagar dividendos em 2019.

“Ela foi em um momento talvez uma das quintessências das companhias norte-americanas e como outras que saíram do Dow, é um reflexo de que não está mais iluminada”, disse Rick Meckler, sócio na Cherry Lane Investments.

A saída da GE do Dow é um testemunho de várias companhias que acumularam poderio elevado por décadas antes de se tornarem vítimas da evolução da economia. Algumas simplesmente desapareceram, enquanto outras encontraram novas formas de sobreviver. A lista inclui Eastman Kodak, Sears Roebuck, International Paper, Goodyear, Bethlehem Steel, Westinghouse e Chrysler.

Co-fundada pelo inventor Thomas Edison, a GE foi a maior companhia dos EUA em valor de mercado a partir de 1993, sendo superada em alguns momentos pela Microsoft, até que foi alcançada pela Exxon Mobil em 2005.

Com a entrada da Walgreens, o Dow vai refletir melhor a importância dos consumidores e do cuidado com a saúde na economia dos EUA, afirmou a S&P Dow Jones, em comunicado.

Mercado de ICO para enfrentar um “reconhecimento regulatório”


O presidente da CBOE Global Markets, Chris Concannon, afirmou que o mercado de oferta inicial de moedas (ICO, sigla em inglês) poderá enfrentar em breve um “balanço” duplo de regulamentação, informa o Business Insider em 19 de junho.

De acordo com Concannon, o cálculo será feito em duas levas. Primeiro, a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) classificaria as ICO como títulos não registrados e as participações de investidores seriam “tornadas sem valor”. Isso causaria subsequentemente a segunda leva, já que uma série de ações coletivas são movidas contra as empresas. por trás dos projetos da ICO:

“O balanço virá em duas levas. Primeiro a SEC irá atrás dos participantes do mercado da ICO. Então, ações judiciais coletivas contra as equipes por trás dos projetos de ICO aumentarão”.

Concannon disse que os investidores de ICO “deveriam dormir com um olho aberto”, preocupados com a incerteza no mercado de ofertas iniciais de moedas. Concannon explicou que, se alguém oferecesse uma moeda não registrada, eles tecnicamente teriam emitido um título não registrado, e aos olhos da lei seria considerado um “emissor não registrado”.

“Se você vendeu a alguém um título não registrado, você é responsável por ele se decidirem levá-lo ao tribunal”.

Se a SEC processaria retroativamente os projetos de ICO permanece incerto. O professor de regulamentação financeira da Universidade de Cornell, Robert Hockett, disse que a SEC provavelmente só agiria em circunstâncias atenuantes:

“Não acho que seja o caso de pessoas envolvidas no negócio serem processadas, como se estivessem violando a lei. Mas há um pouco de espaço para exceções com algo particularmente notório”.

Em 2017, o mercado de ICO quebrou recordes de financiamento, arrecadando o equivalente em fiduciário de US $ 4 bilhões. Usando dados do Token Report, a Business Insider estima que as ICOs levantarão US $ 7 bilhões em 2018.

Os reguladores financeiros têm repetidamente instado o público a cumprir as leis existentes e tomar medidas contra aqueles que não o fizeram. Em uma investigação em grande escala sobre produtos suspeitos de investimento em cripto apelidados de “Operação Cryptosweep”, reguladores americanos e canadienses de 40 jurisdições abriram 70 investigações.

Hoje, o fundador do software antivírus McAfee e entusiasta de cripto John McAfee anunciou que deixará de cooperar com as ICOs e promover projetos ICO devido a supostas ameaças da SEC. McAfee, que revelou sua segunda candidatura a presidente no início de junho, afirmou que cobra US $ 105 mil por tuíte para promover projetos e produtos de criptomoeda.



Mercado da OIC para enfrentar um "reconhecimento regulatório"


CBOE O presidente da Global Markets, Chris Concannon, afirmou que o mercado de oferta inicial de moedas (ICO) poderá enfrentar em breve um duplo reconhecimento regulatório, Business Insider reporta 19 de junho.

De acordo com Concannon, o cálculo será feito em duas ondas. Primeiro, os EUA. A Comissão de Valores Mobiliários (SEC) classificaria as OIC como títulos não registrados e as participações de investidores seriam “tornadas sem valor”. Isso causaria subsequentemente a segunda onda, já que uma série de ações coletivas são movidas contra as empresas por trás. Projetos da OIC:

“O cálculo será feito em duas ondas. Primeiro, a SEC irá atrás dos participantes do mercado da OIC. Então, ações judiciais coletivas contra as equipes por trás dos projetos da OIC crescerão. ”

Concannon disse que os investidores da OIC“ deveriam ficar acordados à noite ”se preocupando com a incerteza no mercado da OIC. Concannon explicou que se alguém oferecesse uma moeda não registrada, tecnicamente eles teriam emitido uma garantia não registrada, e aos olhos da lei seria considerado um “subscritor não registrado”.

“Se você vender a alguém uma garantia não registrada, se decidirem levá-los ao tribunal. "

Se a SEC processaria retroativamente os projetos da OIC permanece incerta. O professor de regulamentação financeira da Universidade de Cornell, Robert Hockett, disse que a SEC provavelmente só agiria em circunstâncias atenuantes:

"Eu não acho que seja o caso de pessoas envolvidas no negócio serem processadas como se tivessem violar a lei. Mas há um pouco de espaço para exceção com algo particularmente chocante. "

Em 2017, o mercado da OIC quebrou recordes de financiamento levantando um fiat equivalente a US $ 4 bilhões. Usando dados do Token Report, o Business Insider estima que as OICs levantarão US $ 7 bilhões em 2018.

Os reguladores financeiros repetidamente recomendaram que o público cumpra as leis existentes, e tomaram medidas . ] contra aqueles que não o fizeram. Em uma investigação em grande escala sobre produtos suspeitos de investimento em criptografia apelidados de “Operação Cryptosweep”, EUA e reguladores canadenses de 40 jurisdições abriram 70 investigações.

John McAfee fundador do McAfee Antivirus Software e entusiasta de criptografia anunciou que deixará de cooperar com ICOs e promovendo projetos da OIC devido a supostas ameaças da SEC. A McAfee, que revelou sua segunda candidatura a presidente no início de junho, afirmou que ele cobra US $ 105.000 por tweet para promover projetos e produtos de criptomoeda.

Quanto combustível um jato comercial consome por voo? – Economia


Avião da companhia japonesa ANA durante abastecimento (Divulgação)

Por Vinícius Casagrande

O combustível de aviação é um dos principais custos das companhias aéreas, além de causar problemas ambientais. Para cada viagem, são necessários milhares de litros de querosene de aviação. O Airbus A380, o maior avião de passageiros do mundo configurado, em média, para até 500 passageiros, por exemplo, pode levar até 320 mil litros de combustível, o que garante uma autonomia de 15 mil quilômetros.

No entanto, um avião não pode consumir todo o combustível durante um voo. As regras internacionais da aviação exigem que os aviões sejam abastecidos com combustível suficiente para chegar até o seu destino, ser desviado para um aeroporto de alternativa, voar por mais 45 minutos, pelo menos, em caso de necessidade e ainda pousar com um estoque de reserva de segurança dentro dos tanques.

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Os cálculos de consumo de combustível dos jatos comerciais são bastante complexos. Há diversas variáveis que influenciam, como o peso do avião (passageiros e carga a bordo), altitude de voo, temperatura do ar e velocidade. Um voo lotado de passageiros e cheio de bagagem precisa de mais combustível do que se o mesmo avião estivesse com menos carga a bordo.

Cálculo é feito em toneladas

No planejamento e durante os voos, todos os cálculos são feitos com base no peso do combustível. Conforme o avião sobe ou desce, a temperatura do ar se altera, o que muda também a densidade do combustível. Assim, o querosene de aviação também pode ganhar ou perder volume, mas o peso permanece o mesmo.

Como o fluxo de combustível que alimenta os motores do avião permanece sempre o mesmo, desde que mantida a mesma aceleração, os cálculos de acordo com o peso do combustível são mais precisos.

Na hora de calcular a quantidade de combustível necessária para um voo, os técnicos das companhias aéreas, chamados despachantes operacionais de voo (DOV), levam todas essas questões em consideração.

Caminhão faz a ligação entre os dutos dos aeroportos até o tanque dos aviões (Divulgação)

Mas quanto combustível um avião gasta?

O blog utilizou programas e sites de planejamento de voo para fazer cálculos aproximados do consumo de combustível de diversos modelos de avião. O peso do combustível foi convertido de quilos para litros usando a taxa de densidade padrão de 0,8. A conta não pode ser considerada 100% precisa por causa dessas diversas variáveis, mas se aproxima da realidade.

Em uma viagem entre os aeroportos de Guarulhos (SP) e Brasília (DF), por exemplo, um Airbus A320 pode consumir aproximadamente 3.000 litros de querosene de aviação. Considerando que o A320 pode levar até 180 passageiros, o consumo é de 16,6 litros por pessoa.

Se a mesma viagem fosse feita de carro, um veículo econômico, com consumo de 15 km/l, gastaria cerca 67 litros para percorrer os 1.000 quilômetros que separam as duas cidades. Levando quatro passageiros a bordo, o consumo por pessoa na mesma viagem seria de 16,75 litros por pessoa, praticamente o mesmo gasto por passageiro do avião.

Para ter uma ideia de como o peso influencia no consumo de combustível do avião, um Airbus A380 vazio gastaria aproximadamente 113 mil litros de combustível na rota entre São Paulo e Paris (França). Com 470 passageiros a bordo e sem nenhuma bagagem, o consumo subiria para cerca de 130 mil litros de combustível, ou 15% a mais. Seriam 276 litros por passageiro.

Na mesma rota entre São Paulo e Paris, um Boeing 777-200 com 370 passageiros a bordo gastaria cerca de 60 mil litros de combustível, ou 162 litros para cada passageiro.

Aviões diferentes apresentam consumo diferente. Mesmo um avião menor pode, eventualmente, gastar mais combustível que um maior. Para isso, é preciso levar em conta fatores aerodinâmicos do projeto, motor utilizado e até os materiais usados na fabricação do modelo.

Veja outros exemplos de consumo aproximado de combustível dos aviões:

São Paulo – Nova York (EUA)
Boeing 787-8 (330 passageiros): 40 mil litros
Boeing 767-300 (290 passageiros): 43 mil litros
Airbus A350-900 (315 passageiros): 45 mil litros
Airbus A330-200 (290 passageiros): 47 mil litros

Rio de Janeiro – Paris (França)
Boeing 777-200 (320 passageiros): 60 mil litros
Boeing 747-8 (460 passageiros): 93 mil litros
Airbus A380-800 (470 passageiros): 117 mil litros

São Paulo – Salvador (BA)
Embraer E195 (120 passageiros): 3.500 litros
Airbus A320-200 (180 passageiros): 4.200 litros
Boeing 737-800 (184 passageiros): 4.500 litros

São Paulo (Congonhas) – Rio de Janeiro (Santos Dumont)
Embraer E195 (120 passageiros): 1.000 litros
Airbus A320-200 (180 passageiros): 1.400 litros
Boeing 737-800 (184 passageiros): 1.550 litros

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A humanidade tem mil problemas, mas a blockchain não é um deles


Nos últimos séculos, as instituições da civilização ocidental forneceram a arquitetura para a economia global. A economia forneceu uma quantidade imensa de riqueza, alimentação, educação e liberdade para milhões de pessoas. Mas agora que as engrenagens capitalistas foram postas em movimento, parece difícil frear que as corporações multinacionais e de 1% controlem níveis tirânicos de poder.

Como a tecnologia acelerou exponencialmente, as instituições que compõem esta economia parecem cada vez mais antiquadas. Como é possível que os bancos possam continuar a apostar com o dinheiro dos depositantes e contar com os resgates do governo? Como é possível que as eleições ainda possam ser manipuladas? Como é possível que haja violações de dados que afetam uma parcela significativa da população humana? Por que ainda leva vários dias para liquidar uma transferência de dinheiro? Podemos pousar um homem na lua, mas não podemos enviar a minha avó no México o dinheiro para pagar o seu aluguel até sexta-feira?

Em suma, a humanidade tem uma tonelada de problemas. Mas, felizmente, a tecnologia blockchain pode resolver muitos deles.

As criptomoedas e seus ecossistemas eliminam completamente a necessidade de bancos. Toda vez que eu leio sobre o futuro das criptomoedas, eu tenho uma visão metafórica da cena no filme Fightclub … quando os arranha-céus da empresa de cartão de crédito caem no chão (ninguém morreu). Isso foi estranhamente catártico. Se você não concordar, é provavelmente porque você gosta de longas esperas com cordas de veludo.

A tecnologia blockchain pode garantir total transparência para as eleições e uma infinidade de outros processos organizacionais. Quando Edward Snowden apontou a maneira exata como as máquinas de votação nos EUA durante as eleições de 2016 poderiam ser comprometidas, eu fiquei tipo “Por que ele é considerado um inimigo do estado? E não podemos construir uma máquina de votação com provas falsas? !!

Ironicamente, de todos os país a Russia é que já está no processo de usar blockchain para garantir eleições locais transparentes.

Todos os nossos processos governamentais não precisam ser substituídos (juntamente com todos os políticos)? O governo da Estônia (também conhecido como SkypeLandia) está construindo um governo digital inteiro parcialmente baseado na tecnologia blockchain. Acho que isso significa que você não teria mais que guardar seu frágil cartão de seguridade social com sua vida. Não seria tão orgástico, mas aparentemente antipatriótico, queimá-lo?

A Blockchain da empresa Bloom, está trabalhando em um processo disruptivo que substituirá a necessidade das três agências de crédito que todos nós odiamos (Experian, Equifax e Transunion).

Existe uma razão pela qual nós os odiamos. Eles não fazem um bom trabalho com o que dizem, cobram preços exorbitantes e continuam violando nossos dados! Role a cena do Fightclub novamente por favor.

E a minha avó teórica no México? Ela precisou do meu dinheiro ontem e eu não quero pagar à essa empresa obscura chamada Western Union taxas ridículas. Eu não quero que ela tenha que sair de casa, para um ônibus lotado e para uma mercearia … só para ser mandada de volta porque ela não tinha a identificação certa. Western Union? Eles provavelmente ainda estão usando a tecnologia telegráfica! Eu os odeio. Nós te odiamos, PARE. Você só entenderá essa piada se assistir filmes antigos.

Mas, na verdade, a Western Union está investindo na tecnologia blockchain.

Boa ideia Western Union. Eu pareço lembrar de uma empresa chamada Blockbuster que simplesmente não viu a escrita na parede. A Ripple é uma empresa de blockchain apoiada pelo google ventures que está ajudando a substituir a tecnologia de transferência de dinheiro interbancária que leva tanto tempo. E aqui estão mais 11 empresas que estão interrompendo o espaço de remessas.

Mas isso é apenas o começo. Ethereum e Holochain não são criptomoedas (Ether e Holo são). Eles são potenciais backbones de um futuro digital. Eu não posso esperar até que eu esteja executando contratos inteligentes que eliminem a necessidade de um sistema legal. Sim, claro que odeio advogados.

Ethereum e Holochain estão escrevendo o DNA que poderá criar organismos sociais que serão realmente democráticos e transparentes.

Em resumo, a humanidade vai para o inferno em uma cesta de mão. Mas estamos percebendo que somos capazes de mais do que tecnologia de tecelagem de cestos. Eu, pelo menos, tenho um plano que não envolve queimar um arranha-céu ou meu cartão de seguridade social. Estou me mudando para a Estônia. Terra dos livres. Lar dos bravos. Eu só tenho que descobrir onde ela está localizada primeiro.

(Sean O’Donoghue Morgan)

Fonte: https://blog.goodaudience.com/humanitys-got-99-problems-but-a-blockchain-ain-t-one-bac4deb57a55

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LATIUM Lança Nova Plataforma Revolucionária Para A Economia De Gig E Instantaneamente Criou Um Novo Paradigma No Caminho Gig Trabalhadores Na Comunidade Global Interagir



Madison, Mississippi, 16 de junho de 2018 – Cryptocurrency e Blockchain Technology entraram em quase todos os nichos da sociedade atual em escala global. Era apenas uma questão de tempo até que uma empresa inovadora a apresentasse na forma de uma nova plataforma on-line para criar um modus operandi vastamente aprimorado para o mundo sempre em expansão dos Gig Workers. Um segmento sobre a CNN Money publicou recentemente um artigo que descobriu que a economia dos Estados Unidos representava aproximadamente 19459001 Read More
O post LATIUM lança nova plataforma revolucionária para a economia do gig e criou instantaneamente um novo paradigma na forma O Global Community Interact apareceu primeiro no Bitcoinist.com.