Trump ameaça impor tarifas de 20% a todos os automóveis da UE – Notícias


Washington, 22 jun (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nesta sexta-feira impor tarifas de 20% a todas as importações de veículos que venham da União Europeia (UE).

“Baseando-me nas tarifas e nas barreiras ao comércio que os Estados Unidos, as grandes companhias e os trabalhadores sofrem na União Europeia, se estas tarifas e barreiras não forem eliminadas em breve, estaremos aplicando uma tarifa de 20% sobre todos seus automóveis”, afirmou Trump na sua conta do Twitter.

“Que os fabriquem aqui”, acrescentou o líder em seu tuíte.

Esta advertência foi feita semanas depois que o Governo de Trump decidiu cancelar a isenção da UE às tarifas 25% para o aço e do 10% ao alumínio, uma medida que teve resposta desde Bruxelas com mais encargos.

Os EUA também decidiram então impor essas tarifas a outros dois parceiros comerciais importantes, como Canadá e México, países que também tinham eximido a princípio.

No caso de as tarifas dos veículos europeus serem finalmente aplicados, o setor do automóvel da UE seria golpeado “com força”, segundo um estudo do Instituto de Viena para Estudos de Economia Internacional Comparada publicado em maio.

Esta não é a primeira vez que Trump ameaça com sancionar os veículos fabricados na Europa, já que em março fez o mesmo depois que a União Europeia assegurou que ia responder com contundência às tarifas impostas ao aço e ao alumínio.

A resposta da UE às tarifas de Trump – Notícias


Bruxelas, 22 Jun 2018 (AFP) – A União Europeia (UE) taxará a partir desta sexta-feira dezenas de produtos americanos, entre eles o tabaco, o uísque bourbon, as calças jeans e as motos, em resposta às tarifas alfandegárias impostas por Washington sobre o aço (25%) e o alumínio (10%).

Esta lista já havia sido enviada pela UE à organização Mundial de Comércio (OMC) no dia 18 de maio, prevendo a decisão de Washington.

A Comissão Europeia se encarregará de reatualizá-la em função das medidas precisas decididas pelos americanos.

A lista de artigos emblemáticos estabelecido pela Comissão afetam em alguns casos estados dos EUA, vários deles agrícolas, que votaram em Trump em 2016.

São produtos fabricados no território americano e não vendidos pelas marcas desse país – que podem ser fabricados em várias partes do mundo.

Esses produtos integram a lista de acordo com uma nomenclatura aduaneira muito precisa, que não dá nenhum nome de marca ou empresa, embora o presidente da Comissão, Jean-Claude Juncker, no começo de março mencionou a Harley-Davidson e a Levi’s.

A União Europeia exportou 5,3 bilhões de euros em aço e 1,1 bilhão em alumínio para os Estados Unidos em 2017.

As contra-medidas europeias sobre os produtos da lista buscam compensar em 2,8 bilhões de euros os prejuízos que as tarifas americanas causarão à sua indústria americana, uma cifra “calculada”, segundo a Comissão, que quer que este procedimento respeite plenamente as regras da OMC.

No futuro, outros produtos poderão ser taxados pela UE, no valor de 3,6 bilhões de euros, caso o bloco vença a disputa com os Estados Unidos na OMC.

– AçoVárias dezenas de produtos, como alguns aços laminados, as barras em aço inoxidável, os tubos sem soldadura, fios de aço, portas, janelas, ferramentas, talheres etc.

– Agricultura e alimentaçãoFeijões, milho, arroz (processado ou não), cranberries, suco de laranja, manteiga de amendoim, uísque bourbon, cigarros e cigarros e tabaco.

– TêxtilAs camisetas e malhas de algodão, lã ou tecido sintético, calças jeans ou de algodão, shorts, roupa de cama de algodão e determinados sapatos de couro.

– VeículosMotos com cilindrada superior a 500 cm3, veleiros, de passeio ou esportivos, com ou sem motor, botes de remos e canoas.

– OutrosBatons, maquiagem para os olhos, esmaltes para unhas e base de maquiagem e cartas de baralho.

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Trump planeja novas tarifas contra China e Pequim denuncia ‘chantagem’ – Notícias


Pequim, 19 Jun 2018 (AFP) – China e Estados Unidos estavam, nesta terça-feira (19), mais perto do que nunca de uma guerra comercial, depois que a China prometeu adotar “represálias” contra as ameaças de Donald Trump de impor novas e proibitivas tarifas a produtos chineses importados.

As Bolsas da China encerraram a terça-feira (horário local) com forte queda em consequência dessas ameaças do presidente americana: Xangai terminou em baixa de 3,78%, assim como Shenzhen (-5,77%), enquanto Hong Kong, a uma hora do fechamento das operações, perdia 3%.

Tóquio também terminou com perdas (-1,77%), enquanto as principais Bolsas europeias abriram suas sessões de hoje com queda acentuada.

Com as duas maiores economias mundiais já mergulhadas em um duelo temido pelos mercados e pela indústria, Trump disse que adotará novas medidas punitivas contra a “inaceitável” decisão de Pequim de aumentar suas próprias taxas.

Ele advertiu que, “se a China aumentar suas tarifas mais uma vez”, Washington retaliará bens chineses com taxas de 10%, equivalentes a US$ 200 bilhões, para um possível total de US$ 450 bilhões, ou seja, quase todas as importações chinesas.

A reação da China foi quase imediata. O Ministério chinês do Comércio classificou a decisão de Trump como “chantagem”.

“Se os Estados Unidos perderem o bom senso e publicarem uma lista [de produtos afetados pelas sobretaxas], a China se verá obrigada a adotar uma mistura de medidas quantitativas e qualitativas sob a forma de vigorosas represálias”, disse o Ministério em uma nota.

– Novas ações -Em um comunicado, Trump disse que “novas ações deverão ser tomadas para pressionar a China a mudar suas práticas desleais, abrir seu mercado aos bens dos Estados Unidos e admitir uma relação comercial mais equilibrada”.

“Aparentemente, a China não tem nenhuma intenção de mudar suas práticas ilegais de aquisição de propriedade intelectual e tecnologia americana”, afirmou.

“A relação comercial entre Estados Unidos e China deveria ser mais equilibrada”, insistiu Trump, que estabeleceu como meta reduzir em US$ 200 bilhões o déficit comercial com o gigante asiático.

Esta grave ameaça de guerra comercial preocupa o mercado e demais agentes econômicos.

“Nesta perigosa escalada (…) o Congresso deve intervir e exercer sua autoridade sobre a política comercial” afirmou a National Retail Federation (NRF), um lobby americano do varejo, em um comunicado.

Cerca de 455.000 empregos americanos estão ameaçados pelas últimas medidas punitivas contra a China, calculou a NRF, que estima que outra consequência será uma alta dos preços dos produtos de base.

Em 2017, os Estados Unidos exportaram para a China, segunda potência econômica mundial, US$ 130,4 bilhões em bens e mercadorias. No mesmo período, os EUA importaram US$ 505,6 bilhões, ou seja, um déficit de mais de US$ 375 bilhões.

– Medidas e represálias -Na última sexta-feira, a Casa Branca anunciou a imposição de taxas aduaneiras de 25% a bens importados da China, da ordem de US$ 50 bilhões, para compensar o que Washington denuncia como roubo de propriedade intelectual e de tecnologia por parte de Pequim.

O governo chinês respondeu, anunciando represálias equivalentes contra produtos americanos.

“Tenho uma excelente relação com o presidente Xi (Jinping) e continuaremos trabalhando juntos em muitos temas. Mas nem a China nem outros países se aproveitarão mais dos Estados Unidos em comércio”, disse Trump.

O presidente americano deu sinal verde para as medidas punitivas depois de meses de um instável processo diplomático, no qual a promessa dos chineses de comprar mais bens americanos não aplacou as queixas de Trump sobre o desequilíbrio comercial bilateral.

A China prometeu aumentar a importação de bens americanos em US$ 70 bilhões para reduzir o déficit comercial americano, enquanto Trump pedia um corte do déficit em US$ 200 bilhões.

A disputa com a China é apenas uma das frentes comerciais abertas pelo protecionismo de Trump. Desde 1º de junho, as importações de aço e de alumínio de União Europeia, México e Canadá pagam tarifas de 25% e 10%, respectivamente.

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China responde a EUA com tarifas no valor de US$ 50 bilhões – Notícias


O governo da China anunciou neste sábado (15) que imporá novas medidas tarifárias no valor de cerca de US$ 50 bilhões a produtos americanos, uma medida que responde ao último anúncio do governo de Donald Trump de novas taxas a produtos chineses.

O Conselho de Estado decidiu impor tarifas adicionais de 25% sobre 659 produtos dos Estados Unidos, entre eles veículos e produtos agrícolas, dois dos setores mais sensíveis para o país.

O anúncio feito através de um comunicado divulgado pela Comissão de Alfândegas aconteceu horas depois de a Casa Branca ter informado que imporá tarifas de 25% a importações chinesas no valor de US$ 50 bilhões que contenham “tecnologias industrialmente significativas”.

Trump aprova tarifas de US$ 50 bilhões sobre produtos chineses – Notícias


Washington, 15 jun (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou na quinta-feira a imposição de tarifas no valor de US$ 50 bilhões aos produtos chineses, uma medida que ameaçava há meses e que Pequim prometeu responder, informou a imprensa americana.

O presidente tomou a decisão em reunião na Casa Branca com seu secretário de Comércio, Wilbur Ross; seu secretário do Tesouro, Steven Mnuchin; e responsável do Comércio Exterior, Robert Lighthizer.

Segundo os veículos de imprensa que vazaram a notícia citando fontes conhecedoras da decisão, a Casa Branca poderia anunciar nesta sexta as tarifas, que entrariam em vigor “em breve”.

Trump avançou em março seus planos de impor as tarifas de US$ 50 bilhões aos chineses pelo déficit comercial de Washington em relação a Pequim, e iniciou desta forma um período de confronto comercial entre as duas maiores economias do mundo.

O governo de Trump identificou cerca de 1,3 mil produtos chineses que planejava taxar em uma lista que incluía dispositivos de última geração das indústrias aeroespacial e robótica.

Estas tarifas seriam adicionadas àquelas já impostas por Trump em nível mundial as importações de aço (25%) e alumínio (10%).

A China, por sua vez, disse que responderia aos encargos de Washington com tarifas de 25% sobre um total de 106 produtos importados dos Estados Unidos, incluindo a soja, automóveis e aviões, no valor de US$ 50 bilhões.

Tarifas de Trump podem eliminar mais de 400 mil empregos nos Estados Unidos – 15/06/2018 – Patrícia Campos Mello


Na véspera do que promete ser mais uma rodada de medidas protecionistas dos Estados Unidos –o presidente Donald Trump deve anunciar hoje os produtos da China que serão afetados por tarifas, em um total de US$ 50 bilhões em exportações– vale a pena olhar para os custos dessas medidas para a própria economia americana.

Segundo relatório da consultoria Trade Partnership divulgado na semana passada, é verdade que as tarifas de 25% sobre aço e 10% sobre alumínio importados impostas por Trump (e cotas que limitam a exportação de países como Brasil, Argentina e Coreia do Sul) vão ter um impacto positivo sobre os empregos das siderúrgicas e indústrias de alumínio nos Estados Unidos. Essas medidas vão gerar 26.280 empregos nesses setores nos primeiros um a três anos. .

Mas o efeito dessas tarifas (e consequentes retaliações, já anunciadas por Canadá, União Europeia, China, México, Índia) sobre outros setores vai ser muito maior do que o ganho das indústrias supostamente “protegidas”.

Haverá eliminação de 432.747 empregos em indústrias como a de transformação de metais, automotiva e de autopeças. Portanto, haverá uma perda líquida de 400.445 empregos. São 16 empregos perdidos para cada um gerado.

Como resultado, essas medidas protecionistas e as reações a elas vão reduzir o PIB americano em 0,2% por ano, segundo a consultoria.

A Trade Partnership também calculou os impactos das tarifas sobre importações chinesas, a pedido da Federação Nacional dos Varejistas dos EUA.

O cálculo se baseia na lista de produtos chineses divulgada em abril pela Casa Branca, considerando imposição de sobretaxa de 25% em US$ 50 bilhões de importações da China.

O relatório também considera o cenário em que a China irá retaliar com sobretaxa de 25% sobre US$ 50 bilhões em produtos americanos, como anunciou.

De acordo com a consultoria, as sobretaxas e as retaliações levariam a renda líquida dos agricultores americanos a cair 6,7% e o setor agrícola perderia 67 mil empregos –a China já declarou que a soja americana deve ser um dos alvos (Os EUA exportam US$ 14 bilhões por ano em soja para a China).

O PIB dos EUA perderia US$ 2,9 bilhões.

Para cada emprego gerado por causa das medidas protecionistas, quatro seriam eliminados –haveria uma perda líquida de 134 mil postos de trabalho.

A lista final dos produtos chineses a ser sobretaxados e a magnitude das sobretaxas só devem ser divulgados nesta sexta-feira (15). Ou seja, pode ser até pior.

General Motors diz que tarifas nos EUA já elevam seus custos – Notícias


Detroit, Estados Unidos, 12 Jun 2018 (AFP) – As elevadas tarifas dos Estados Unidos sobre as importações de aço e alumínio aumentaram os gastos da General Motors (GM), mas a empresa ainda examina o impacto dessa decisão, afirmou nesta terça-feira (12) sua presidente-executiva Mary Barra.

“Notoriamente, queremos manter a rentabilidade nos nossos veículos. Estamos vendo o aumento dos custos”, disse.

“Estamos trabalhando para entender o impacto” das tarifas, pois indicou que há “inúmeros fatores no comércio, e a indústria do automóvel é um negócio muito complexo”.

Barra afirmou ainda que as negociações para atualizar o Acordo de Livre-Comércio da América do Norte (Nafta, na sigla em inglês) não foram concluídas e deu a entender que o panorama é incerto.

Desde 1 de junho, o governo do presidente Donald Trump impôs tarifas de 25% sobre o aço e de 10% sobre o alumínio provenientes de grandes parceiros, como União Europeia, Canadá e México – que começaram a executar medidas de represália.

Já a renegociação do Nafta está estagnada por exigências de Washington de que os automóveis fabricados em países-membros tenham maior quantidade de componentes americanos para ficarem isentos de tarifas.

Barra disse que, apesar da incerteza comercial, a GM não viu a necessidade de alterar suas previsões de longo prazo.

“No chegamos a uma posição na qual devemos mudar nossos planos”, disse.

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UE irá agir contra tarifas dos EUA para aço e alimínio, diz Merkel – Notícias


BERLIM (Reuters) – A Europa implementará medidas contra as tarifas norte-americanas em aço e alumínio, afirmou a chanceler alemã, Angela Merkel, neste domingo, manifestando pesar sobre a decisão abrupta do presidente Donald Trump de retirar o apoio dos Estados Unidos para um comunicado do G7.

     “A retirada, por assim dizer, via tweet é claro … séria e um pouco deprimente”, disse Merkel, em uma entrevista para a televisão da ARD, após a cúpula do G7 no Canadá.

     Assim como o Canadá, a União Europeia está preparando contra-medidas às tarifas dos EUA sobre aço e alumínio importações, disse Merkel.

(Reportagem de Michael Nienaber)

Congressistas republicanos desafiam Trump sobre tarifas – Notícias


Washington, 7 Jun 2018 (AFP) – Vários senadores republicanos desafiaram nesta quarta-feira a Casa Branca e propuseram uma lei para obrigar o presidente americano a pedir autorização do Congresso para impor certos tipos de sanções.

O governo Trump, alegando razões de segurança nacional, anunciou na semana passada a imposição de tarifas às importações de aço e de alumínio contra diversos países, incluindo União Europeia, Canadá e Japão, contrariando os partidários do livre comércio no Congresso americano.

O projeto de lei, promovido por seis senadores republicanos e quatro democratas, exige o exame no Congresso de qualquer proposta para impor tarifas às importações no interesse da “segurança nacional”, sob a Seção 232 da Lei de Expansão Comercial.

“Lamentavelmente, o governo está abusando da autoridade na Seção 232 delegada pelo Congresso ao presidente”, disse o senador republicano Bob Corker, que promove o projeto.

“Se o presidente de fato acredita que é necessário invocar a Seção 232 para proteger os Estados Unidos de uma genuína ameaça, deveria apresentar o caso ao Congresso e ao povo e fazer o trabalho necessário para garantir que o Congresso o aprove”, declarou Corker.

Os legisladores analisam apresentar a medida como uma emenda a um projeto de lei de autorização de defesa nacional que será debatido no Senado.

Vários republicanos, incluindo o presidente da Câmara de Representantes, Paul Ryan, manifestaram sua frustração com a disposição de Trump em desafiar a orientação partidária e recorrer a tarifas punitivas contra seus aliados, o que traz o risco de uma guerra comercial que prejudicaria produtores, trabalhadores e consumidores americanos.

Conversas terminam com China alertando sobre riscos a benefícios comerciais se EUA impuser tarifas – Notícias


PEQUIM (Reuters) – A China alertou os Estados Unidos neste domingo que qualquer acordo alcançado sobre comércio e negócios entre os dois países será anulado se Washington implementar tarifas e outras medidas comerciais, no momento em que os dois países terminaram sua última rodada de negociações em Pequim.

Uma breve declaração, divulgada pela agência de notícias oficial Xinhua, não mencionou nenhum novo acordo específico depois que o secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, se reuniu com o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He.

Em vez disso, referiu-se ao consenso alcançado no mês passado em Washington, quando a China concordou em aumentar significativamente suas aquisições de bens e serviços dos EUA.

“Para implementar o consenso alcançado em Washington, os dois lados se comunicaram bem em várias áreas, como agricultura e energia, e fizeram progressos positivos e concretos”, disse a agência de notícias estatal, acrescentando que os detalhes estão sujeitos à “confirmação final por ambas as partes”.

Os Estados Unidos e a China têm reciprocamente ameaçado tarifar produtos em até 150 bilhões de dólares cada.

A Xinhua disse que a atitude da China tem sido consistente e que está disposta a aumentar as importações de todos os países, incluindo os Estados Unidos.

“Reforma, abertura e expansão da demanda doméstica são estratégias nacionais da China. Nosso ritmo estabelecido não vai mudar”, acrescentou.

“As conquistas alcançadas pela China e pelos EUA devem se basear na premissa de que os dois lados devem chegar a um meio-termo e não travar uma guerra comercial”, disse a Xinhua.

“Se os Estados Unidos introduzirem sanções comerciais, incluindo o aumento de tarifas, todas as conquistas econômicas e comerciais negociadas pelas duas partes serão anuladas”.

Não houve comentários ou declarações imediatas da delegação dos EUA ou do próprio Ross.

(Por Martin Quin Pollard e Ben Blanchard)