Um sistema financeiro sem atividades bancárias não é só desejável, mas possível


Nessa semana eu adquiri o livro “O fim dos bancos: moeda, crédito e a revolução digital” de Jonathan Mcmillan (pseudônimo), você pode adquirir o livro através desse link. Nele, os autores argumentam que

“um sistema sem atividades bancárias não só é desejável como também possível. Embora essas atividades já tenham sido úteis e exercessem funções econômicas essenciais, a revolução digital virou a mesa. As atividades bancárias fugiram do controle porque a tecnologia da informação tornou a regulação bancária ineficaz. A crise financeira de 2007-8 prenunciou uma nova era de descontrole. Mas os efeitos da revolução digital sobre os sistemas financeiros são duplos, de modo que tampouco precisamos das atividades bancárias. A tecnologia da informação oferece novas possibilidades que as tornam redundantes. Seu fim marcará o início de um novo sistema financeiro”.

A informação crucial para se vislumbrar corretamente a ideia do livro é que as chamadas “atividades bancárias” são definidas a partir de uma perspectiva macroeconômica e se referem à “criação de moeda por meio de crédito”. É disso que podemos prescindir em um novo sistema financeiro criado e gerido digitalmente.

A ideia acima exposta lida com uma questão crucial no sistema financeiro atual em torno da emissão de moeda em um contexto de uma relação promíscua entre governos e bancos. Um sistema financeiro digital, especialmente um que seja baseado numa blockchain descentralizada, aberta e pública, representa um avanço absolutamente gigantesco em relação ao modelo atual, do que queremos (e aparentemente podemos) nos livrar.

Os autores pretendem gastar o livro todo explicando sua visão a respeito do tema, mas adiantam que não fornecem soluções para a transição do paradigma atual para o próximo, mas têm por objetivo indicar o caminho para a concretização do ideal, que ainda demorará para se tornar realidade, caso isso venha a acontecer no sentido da substituição completa do modelo atual (baseado em dívida e gerido por governos e bancos macomunados) para um modelo mais livre, justo, transparente e atual.

Mudanças dessa magnitude não ocorrem sem alto grau de disrupção e sem contextos revolucionários, por isso é importante que a viabilidade da mudança seja entendida e apregoada aos demais seres humanos para que todos entendam que temos escolha e nosso destino não deve ficar atrelado a um sistema já arcaico e profundamente comprometido (em vários sentidos) com o status quo.

Queremos mudanças radicais e profundas e, por isso, somos agente disso que queremos. Fica a dica de leitura a todos os entusiastas leitores do guia do bitcoin.

Ezequiel Gomes

Guia do Bitcoin

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Ibrahimovic lucra com a Copa do Mundo mesmo sem jogar – Notícias


(Bloomberg) — Zlatan Ibrahimovic não joga pela Suécia há dois anos, mas a máquina de gols está atraindo quase tanta atenção na Copa do Mundo quanto os compatriotas que estão entrando em campo na Rússia.

O ex-capitão da seleção sueca está aparecendo em dezenas de comerciais na TV sueca de patrocinadores corporativos como Samsung Electronics, a rede de farmácias Apoteket e a empresa de apostas Bethard Group Affiliates, da qual é coproprietário.

Nenhuma delas é patrocinadora oficial da Copa do Mundo, nem da seleção sueca. Elas estão aproveitando a atenção gerada pela prestigiada competição fazendo alusão a ela, mas de forma indireta, para evitar protestos do departamento de marketing da competição.

Trata-se de uma tática conhecida como marketing de emboscada, em que as empresas usam celebridades, temas ou imagens para gerar uma conexão do público com um evento sem precisar pagar comissão oficial aos organizadores.

Em um dos comerciais da Bethard, Ibrahimovic se veste como torcedor de futebol, com uma camisa amarela que parece a oficial, mas não é. Em um anúncio da Samsung, Ibrahimovic está na piscina quando recebe uma ligação em seu relógio Gear S3 de “Janne”, em clara referência ao técnico da seleção sueca, Janne Andersson. Ele não atende.

“Se é possível produzir uma campanha para a Copa do Mundo sem ser patrocinador oficial da Fifa, do campeonato na Rússia ou da seleção, por que comprar direitos tão caros?”, disse Magnus Berglund, consultor de patrocínio e marca.

Ônibus, outdoors

O rosto sorridente de Ibrahimovic foi estampado em ônibus e outdoors na capital Estocolmo nesta semana. Ele apareceu em três comerciais na TV sueca que ocuparam a maior parte do intervalo comercial durante o jogo entre Inglaterra e Tunísia, em 18 de junho, e seus anúncios foram divulgados também no Facebook e no YouTube.

“Hoje existem tantas plataformas para anunciar que é mais fácil contornar” a exclusividade do patrocínio oficial, disse Berglund, em entrevista, por telefone.

O marketing de emboscada é um desafio constante para organizações como a Fifa, que embolsa quase toda a receita da Copa do Mundo, disputada de quatro em quatro anos. Nos exemplos mais predatórios, as empresas usam marketing para fazer os consumidores acreditarem que o anunciante está oficialmente associado a um evento.

Sem ressentimento

Na Associação de Futebol da Suécia não há sinal de ressentimento pelo fato de Ibrahimovic estar ganhando com a Copa do Mundo sem suar a camisa. O diretor de marketing e vendas Mikael Jiffer disse que a estrela global fez coisas fantásticas pelo futebol sueco e foi muito leal à associação enquanto jogou pela seleção.

Agora que foi embora, disse Jiffer, Ibrahimovic está livre para fazer o trabalho que quiser. Por ser um jogador de classe mundial e uma personalidade importante, é natural que ele atraia muitas marcas, disse.

“Acho que os consumidores conseguem perceber que ele está fazendo isso como indivíduo e que os nossos jogadores representam a seleção”, disse Jiffer.

Governo avalia buscar acordo com elétricas por risco hidrológico sem mudança em lei – Notícias


Por Luciano Costa

SÃO PAULO (Reuters) – O governo federal começou a buscar uma solução para uma briga judicial com empresas de energia que já envolve mais de 6 bilhões de reais por meio de uma proposta de acordo que não dependeria de uma alteração legislativa, disseram à Reuters executivos envolvidos nas negociações.

O movimento acontece devido à dificuldade de aprovação de um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional com mecanismos vistos como essenciais para viabilizar a privatização de distribuidoras de energia da Eletrobras no Norte e Nordeste.

Representantes de investidores em energia querem que deputados acrescentem ao projeto sobre a Eletrobras uma emenda que possibilitaria um acordo para acabar com a disputa, relacionada ao risco hidrológico na operação de usinas hídricas, mas o governo resiste à ideia porque teme que isso atrapalhe sua intenção de votar o texto antes do recesso parlamentar.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), havia prometido apreciar um requerimento de urgência para o projeto nesta semana, mas o tema ainda não foi levado à votação e não haverá sessão deliberativa nesta quinta-feira.

“Surgiu a proposta de resolver isso através de decreto ou resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A preocupação do governo agora é com as distribuidoras, ele optou por prioridades… mas para o setor elétrico é muito mais importante o risco hidrológico”, disse à Reuters o presidente do Fórum de Associações do Setor Elétrico (Fase), Mário Menel, que faz a interlocução das elétricas junto ao governo.

As empresas seguem trabalhando junto aos congressistas para que o acordo entre no projeto, mas Menel admite que o calendário fica cada vez mais apertado para a votação.

“Tem o calendário eleitoral, somado com Copa do Mundo, festas de São João… é muito apertado. E depois ainda vem a parte das eleições, a partir de agosto começa a campanha”, explicou.

O presidente do Conselho de Administração da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), Rui Altieri, confirmou que está em estudo uma proposta para evitar a exigência de alteração legal nas discussões sobre o risco hidrológico.

“Esse é o desafio que a gente tem. Encontrar agora uma possibilidade de acordo que não necessite de alteração legislativa, que seria feita no âmbito da regulação. Tem muita dificuldade de colocar uma mudança legislativa com o calendário que temos hoje, com férias, eleição”, afirmou.

A briga judicial entre as empresas e o governo começou ainda em 2015, quando elétricas recorreram aos tribunais para evitar custos com o chamado “risco hidrológico” –quando operadores de hidrelétricas precisam comprar energia no mercado para cumprir seus compromissos devido à menor produção das usinas por questões como o baixo nível dos reservatórios.

NOVAS COMPENSAÇÕES

Liminares que protegem as elétricas de arcar com custos do risco hidrológico têm deixado mais de 6 bilhões de reais em aberto nas últimas liquidações financeiras da CCEE, que promovem mensalmente acertos de contas entre as empresas que atuam no mercado de energia.

Autoridades já admitiram que uma parte do valor em disputa deve-se a questões que não podem ser atribuídas à hidrologia, como o acionamento de termelétricas emergenciais e importações de energia que impactaram a produção hídrica nos últimos anos.

A proposta do governo para um acordo previa um cálculo de quanto dessa conta poderia ser atribuída a fatores “não-hídricos”, para que esse custo fosse compensado aos geradores por meio de uma prorrogação dos contratos de exploração de suas usinas, o que garantiria a elas um faturamento maior no futuro.

Em troca, as elétricas teriam que retirar sua ações na Justiça, mas a renovação das concessões nesse molde exigiria uma mudança legislativa.

Assim, uma nova proposta precisaria prever algum outro tipo de reparação às empresas, segundo Menel, do Fase, como a eventual criação de um encargo, possivelmente com impacto maior para os consumidores que a simples extensão dos contratos das usinas.

“Teria que ser diferente”, disse.

Para o consultor de negócios da Safira Energia, Josué Ferreira, uma saída sem alteração legal é viável, mas poderia gerar alguma insegurança nos investidores.

“Você tem instrumentos… a Aneel poderia regulamentar isso com uma resolução… mas na prática me parece que um mecanismo legal, uma lei, daria um pouco mais de conforto ao investidor”, afirmou.

A CCEE tem estimado que os valores envolvidos na disputa judicial do risco hidrológico podem alcançar 13 bilhões de reais até o final do ano se não houver nenhuma solução para a questão.

(Por Luciano Costa)

Camboja: lidar com criptomoedas sem licença é ilegal


De acordo com uma nota publicada pelo Banco Nacional do Camboja, qualquer tipo de operação com criptomoedas sem a licença adequada é ilegal. De acordo com a nota:

“As autoridades competentes esclarecem que a propagação, circulação, compra, venda, negociação ou compensação de criptomoedas sem a obtenção de licença junto às autoridades são atividades ilegais”

O documento foi anunciado em 11 de maio de 2018, mas só saiu hoje no site oficial do banco. Foi assinado pelo Banco Nacional do Camboja, a Comissão de Valores Mobiliários do Camboja e o Comissariado Geral da Polícia Nacional. Eles citam moedas locais específicas, como a KH Coin, a SunCoin, K Coin, One-coin e Forex coin. A One-coin já sofria suspeitas de ser um esquema de pirâmide, e inclusive seus servidores foram fechados pela polícia na Bulgária.

De acordo com as agências do governo, as criptomoedas representam um risco social significativo. Entre as razões para a proibição estão o fato de que as criptomoedas não contam com colateral, a volatilidade das criptomoedas, o alto risco de roubo e golpes, e a ausência de mecanismos de proteção ao consumidor.

Esse é mais um movimento do país na direção da proibição do Bitcoin. Em dezembro, o Banco Nacional do Camboja anunciou que os bancos locais estavam proibidos de negociarem ou fazerem propaganda de criptomoedas. Como resultado, os cidadãos vêm encontrando dificuldades em usar suas contas bancárias para comprar criptomoedas. Apesar disso, a competência de regulação ainda não está clara no país. O Banco Nacional cuida de algumas partes, enquanto a Comissão de Valores Mobiliários do Camboja cuida de outros.

O país curiosamente está explorando a possibilidade de criar sua própria criptomoeda. Em uma nota liberada logo depois de uma reunião da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), o país sugeriu que estava investigando um projeto chamado Entapay, parecido com o Petro venezuelano.

Outros países com proibições semelhantes incluem Índia e Paquistão.

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Camboja: lidar com criptomoedas sem licença é ilegal

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Regulamentadores cambojanos dizem que negociar criptomoeda sem licença é ilegal


Negociar moedas digitais sem obter uma licença das autoridades relevantes foi declarado ilegal no Camboja, de acordo com uma declaração oficial publicada na terça-feira, 19 de junho.

A declaração conjunta foi redigida pela primeira vez em 11 de maio pelo Banco Nacional do Camboja (NBC), a Comissão de Valores Mobiliários do Camboja (SECC) e o Comissariado Geral da Polícia Nacional, e agora foi divulgada publicamente no site da NBC:

“Autoridades competentes esclarecem que a propagação, circulação, compra, venda, comercialização e liquidação de moedas digitais sem obter autorização das autoridades competentes são atividades ilegais.”

A declaração refere-se a criptomoedas específicas, como “KH Coin, Suncoin, K Coin, One Coin, Forex Coin”, declarando que representam um risco potencial para o público e “a sociedade como um todo”. O OneCoin, como a Cointelegraph reportou no início deste ano, enfrentou longas alegações difundidas de ser um esquema Ponzi.

As autoridades especificam esses riscos como incluindo o fato de que a emissão de criptomoedas “não é apoiada por garantias”, vulnerabilidade a crimes cibernéticos, volatilidade de preço e falta de mecanismos de proteção ao investidor que resultam da natureza pseudônima das transações cripto.

As autoridades aumentam ainda mais a preocupação com a potencial facilitação do branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo, que eles também atribuem ao pseudonimo.

A declaração apela ao público para ser “cauteloso” ao lidar com criptomoedas que não possuem uma licença devida, afirmando que as atividades não licenciadas estarão sujeitas a penalidades “de acordo com as leis aplicáveis”.

Como o jornal local The Phnom Penh Post relatou no início deste ano, a NBC emitiu uma diretriz em dezembro de 2017 proibindo todos os “bancos e instituições de microfinanças” domésticas de comercializar moedas cripto e fazer publicidade. A reportagem do Post destacou que a clareza regulamentar ainda não havia sido divulgada pelas autoridades do país até momento da publicação, com as criptomoedas permanecendo em uma “área cinzenta” entre as jurisdições do SECC e da NBC.

Já em 2014, a NBC disse que não reconheceria o Bitcoin (BTC) como moeda, dado que não é emitido por “um banco central de qualquer jurisdição”.

Em março deste ano, um comunicado de imprensa da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) Blockchain Summit sugeriu que o Camboja pode, no entanto, ser mais receptivo à idéia de uma moeda digital emitida em território nacional.

O comunicado de imprensa sugeria que o governo cambojano estava investigando um projeto de criptomoeda apelidado de Entapay, que foi compardo diretamente com o Petro da Venezuela.



Protocolo Chainbet adiciona apostas multijogador, leilões e rolagens de dados sem confiança


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<p>                 Tecnologia e Segurança<br />
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<p><b> Apenas recentemente news.Bitcoin.com informou sobre o protocolo Chainbet criado pelo desenvolvedor Jonald Fyookball, projetado para adicionar recursos de apostas sem confiança para a rede Bitcoin Cash. Após o lançamento deste conceito, o desenvolvedor do Openbazaar, Chris Pacia, brincou com a idéia e completou a primeira aposta atômica na cadeia. Agora, esta semana os contribuidores da Chainbet, Fyookball, Pacia e James Cramer estenderam o protocolo para incluir apostas multiplayer, leilões e jogadas de dados. </b></p>
<p><strong><em> Também Leia: </em></strong><a href= Um olhar para dentro da Carteira Electron Cash chegando ao iOS 19659006] Bitcoin Cash-Chain Betting protocolo Chainbet adiciona novos conceitos

 Chainbet protocolo acrescenta Trustless Multiplayer apostas, leilões e dados Rolls O Chainbet protocolo foi atualizado com alguns métodos mais complexos de apostas sem confiança como leilões, apostas multijogador e lançamentos de dados. Os recursos adicionais foram adicionados depois que o desenvolvedor do Openbazaar, Chris Pacia utilizou o OP_Codes BCH para criar a primeira aposta atômica na cadeia . Os torcedores do Bitcoin Cash ficaram entusiasmados com esses novos conceitos e com a inovação que vem ocorrendo com os Satoshi OP_Codes reativados desde a atualização em maio.

Apostas multijogador

A recém-adicionada aposta multijogador é uma Aposta onde o vencedor leva tudo entre vários participantes com chances iguais, explica o repositório Chainbet Github. O leiame explica que a aposta tem as seguintes propriedades: “Não permite fraude por conluio, mesmo contra um atacante controlando todos os adversários – E protege um participante honesto de perder dinheiro, mesmo se um participante desonesto age irracionalmente”, explica a página do Github.

No entanto, as notas de Fyookball adicionam o final do resumo da aposta multijogador de que o esquema de apostas também pode ser realizado com uma aposta de dados e a praticidade da aposta multijogador entra em questão.

“Devido ao grande depósito de segurança, a praticidade do esquema de apostas está em questão. O mesmo resultado poderia ser conseguido com um dado como apostar em muitas aplicações ”, detalha Fyookball.

Por exemplo, 6 pessoas apostando umas nas outras poderiam ser simuladas por cada uma delas apostando em um teste de dados, com mais flexibilidade, pois nem todas as 6 pessoas precisariam ser reais. No entanto, este esquema pode servir como um bloco de construção outros esquemas e nos dar mais idéias para o futuro.

 Protocolos Chainbet Adiciona apostas Multiplayer Trustless, Leilões e Rolos de Dados

Leilões e Rolos de Dados sem confiança

Fyookball detalha o método de leilão é uma “versão sem confiança de um leilão de preço aberto e ascendente que pode ser construído na blockchain do BCH”. Isso significa que o vendedor tem a garantia de receber os fundos do maior lance de forma descentralizada. Além disso, apenas o maior lance pagará, pois todos os lances perdidos serão devolvidos aos legítimos proprietários. Quando o leilão termina, o vendedor reclama os fundos dentro do último endereço usado.

“Isso é feito usando um conjunto de segredos. Cada vez que alguém é superado, um segredo é revelado que libera fundos de volta para o licitante perdedor enquanto o próximo segredo é criado para o novo licitante mais alto ”, detalha a página do Github.

 Protocolo Chainbet adiciona apostas multijogador, leilões e dados sem confiança Rolls

Protocolos de Apostas Descentralizadas Poderia Revolucionar o Jogo Online

Por fim, o protocolo Chainbet agora vai além da simples aposta coin flip com a adição de uma aposta de dados de seis lados . A página do Github detalha como um simples lançamento de dados, mas o processo poderia ser mais complexo adicionando todos os tipos de apostas diferentes.

 O protocolo Chainbet adiciona apostas multijogador, leilões e rolagem de dados

Embora o “resultado de um "já é uma abstração derivada de grandes números secretos, é divertido para os jogadores adivinharem seus números da sorte", enfatiza Fyookball.

Portanto, é valioso incluir uma maneira de Bob escolher o número que deseja. Isso é feito com o campo "guess" na carga útil e precisa ser implementado no script, com um caminho IF-ELSE. Se o palpite coincide com o restante (mais um), o participante que tira as probabilidades ganha a aposta, caso contrário ele perde.

Os recursos adicionais adicionados ao protocolo Chainbet podem ser usados ​​de várias maneiras e podem inovar toda a indústria de jogos de azar on-line, fornecendo apostas sem confiança sem depender de terceiros. Portais de jogos como Satoshi Dice e outros sites de jogos poderiam utilizar esses conceitos para criar uma atmosfera de apostas descentralizada mais robusta.

O que você acha das últimas adições ao protocolo Chainbet? Deixe-nos saber seus pensamentos sobre este assunto na seção de comentários abaixo.


Imagens via Shutterstock e Pixabay.


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Jogue e Ganhe Dinheiro Sem Preocupações: 4 Benefícios da Emissão de Contrato Inteligente da Game Stars


O mundo blockchain introduziu o contrato inteligente para proteger transações digitais. De acordo com a pesquisa de 1 milhão de contratos feitos por um grupo de entusiastas da University College London e da NUS Singapore, apenas 3,5% deles eram vulneráveis ​​a ataques. Esse alto nível de segurança garante que sua moeda digital estará segura. A plataforma Game Stars introduziu seu próprio contrato inteligente para eSports. O projeto já está em demanda: a fase de pré-venda vendeu tudo, com mais de 10.000 jogadores que se inscreveram para a emissão do contrato inteligente. A Game Stars fornece aos participantes do mercado de eSports pagamentos garantidos e também oferece a compra de tokens de GST com um bônus de 10%.

Contrato inteligente é um contrato de auto-execução em que os termos do contrato são registrados no código do blockchain. Não é possível alterar as informações no contrato pelas partes que não estão envolvidas com a transação real. Contrato inteligente oferece condições justas para seus participantes e impede qualquer tipo de fraude.

A Plataforma Blockchain Game Stars está focada nos principais problemas do mercado de eSports. O sistema da plataforma é baseado na emissão de um contrato inteligente para cada jogador registrado. Desta forma, Game Stars protege não apenas os jogadores, mas também o direito de todos mencionados no contrato (equipe, investidores, etc.).

Especialmente para os leitores do Portaldobitcoin.com, preparamos um presente que lhe dará 20% de bônus! Como conseguir isso?

Insira nosso código promocional “Portaldobitcoin” no campo e receba bônus de 20% na compra de GSTs!

O código promocional é válido até o final da 3ª etapa. Se você não sabe como obter o GTS, leia nosso guia passo a passo aqui. O código promocional é válido apenas se estiver usando o BTC. O bônus é dado uma vez para toda a transação. Só é aplicável uma vez. Se houver várias doações, um acréscimo de 10% será adicionado apenas ao primeiro.

Quais são os benefícios do contrato inteligente da Game Stars?

1. Pagamentos justos

Termos e condições, bem como ações dos participantes, são registrados no contrato. Seja o prêmio em dinheiro para torneios ou a participação do patrocinador na renda de um jogador, o dinheiro será pago automaticamente de forma completa e no prazo.

2. Ações permanentes de tokens para um jogador e uma equipe

As ações fixas e o tempo estabelecido para o congelamento de tokens motivam os participantes do contrato inteligente a trabalhar por melhores resultados. Assim, os tokens pessoais do jogador aumentarão de valor.

3. Transparência

A lógica do contrato inteligente está disponível publicamente.

4. Autonomia

Contrato inteligente pode ser usado fora da plataforma. Por exemplo, para distribuição de ganhos entre treinadores, jogadores e o clube em qualquer partida esportiva.

Como funciona o contrato inteligente da Game Stars?

A plataforma emite um contrato inteligente para cada jogador registrado junto com tokens pessoais de 100 jogadores. Dependendo do tipo de contrato (básico ou profi), um jogador, uma equipe e os investidores têm suas ações fixas.

Uma parte dos tokens que pertencem a um jogador é atribuída permanentemente sem a possibilidade de vender ou transferi-los. Isso motiva o jogador a se desenvolver profissionalmente. Se o jogador não avançar, o valor de seus tokens pessoais diminuirá.

Outra ação pode ser vendida pelos jogadores através do procedimento CICO (Cyberathlete Initial Coin Offering). Os fundos arrecadados podem ser gastos em desenvolvimento profissional e os investidores obtêm sua parcela de renda do jogador.

Tokens alocados para a equipe são bloqueados por 6 meses. Isso motiva os gerentes de equipe a desenvolver seus jogadores. Se o jogador não tiver um time, esses tokens serão reservados na plataforma até que ele encontre um.

Informações detalhadas sobre o contrato e o CICO estão disponíveis no White Paper do projeto.

Game Stars está atualmente realizando a 3ª etapa do Token Sale. Os tokens GST podem ser adquiridos no site oficial do projeto. Você pode ganhar 10% de tokens de bônus até 30 de junho de 2018. Inscreva-se nas contas da Game Stars na rede social para receber as últimas notícias sobre o projeto.

Coinbase Fecha Conta de Rival do Twitter Gab Sem Explicação


A Coinbase, uma das maiores exchanges de criptomoedas do mundo, fechou recentemente a conta de uma rede social rival do Twitter, aparentemente sem qualquer explicação. A conta era presumivelmente utilizada para gerir doações.

Isto, de acordo com o cofundador e CEO do Gab, Andrew Torba, que revelou o que aconteceu através da sua rede social, que se descreve como uma plataforma onde valores como a liberdade individual e a liberdade de expressão vêm primeiro. Torba escreveu (traduzido):

“[A] Coinbase baniu a conta do Gab. Corretoras / carteiras centralizadas são cancerígenas e contraditórias a tudo o que as criptomoedas representam.”

Na sua publicação Torba acrescentou ainda uma imagem da mensagem que a Coinbase enviou à sua empresa. Nesta, é possível ler-se apenas que a corretora baseada em San Francisco teve de fechar a conta, e avisa que a rede social deve retirar os seus fundos.

Vários usuários aconselharam Torba a utilizar uma outra solução em que este pudesse controlar as chaves privadas das carteiras de criptomoedas que viesse a gerir, e apontaram algumas opções que permitem fazer isto.

Enquanto uns usuários afirmaram que o que a Coinbase, empresa que se autoavalia em mais de US$ 8 bilhões, fez vai contra os valores do Bitcoin por se tratar de censura e elitismo, outros afirmaram que a corretora é uma empresa privada que pode fazer o que entende ser melhor.

Gab e o mundo das criptomoedas

O Gab é uma rede social fundada em 2016 em resposta a controvérsias com censuras em grandes redes sociais como o Facebook e o Twitter. Estas chegaram a ver antigos empregados afirmar que artigos conservadores eram manualmente censurados, e até na comunidade das criptomoedas a conta @bitcoin chegou a ser banida do Twitter sem aparente razão.

Torba criou o Gab para lutar com aquilo que ele chama o “grande monopólio social da esquerda,” tendo já entrado em batalha legal com estes titãs dos mídias sociais. Os fundos que a empresa utiliza para gerir esta batalha vêm de donativos feitos por usuários, em Bitcoin, Ethereum, e por PayPal.

Acredita-se que a conta da Coinbase era utilizada para gerir os donativos que a rede social recebia. É de notar que esta tem a decorrer a sua própria oferta inicial de moedas (ICO), que já angariou mais de US$ 5 milhões que serão utilizados para ajudar a empresa a fazer crescer a sua plataforma.

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Banco Central da Índia admite banir contas criptografadas sem pesquisa


] Em uma nova reviravolta, o Banco da Reserva da Índia (RBI) admitiu que emitiu espontaneamente a proibição de contas relacionadas à criptomoeda, sem ter tempo para estudar e entender como funcionam as criptomoedas.Em resposta a uma consulta de Direito à Informação O banco revelou que a decisão de banir as contas relacionadas à criptomoeda no país foi tomada sem a devida consulta ou estudo. Como o banco central da Índia, o Banco Central da Índia, começou a alertar seus cidadãos contra os perigos de investir em criptomoedas em 2013, que foi seguido por dois outros avisos em 2017, antes de cair duro na indústria no início deste ano. Em 5 de abril de 2018, RBI publicou um anúncio, afirmando que estava proibindo os bancos do país de lidar com qualquer negócio ou "entidades que lidam com ou liquidam [virtual currencies]". Vice-Governador do RBI B.P. Kanungo, que falou com os repórteres, disse que há um período de carência de três meses para as empresas que fornecem esses serviços para encerrar as operações. O banco disse que a medida foi motivada pela necessidade de proteger os clientes indianos e evitar lavagem de dinheiro. Em 2017, antes da proibição, o governo indiano havia formado um comitê, que incluía o RBI, com o objetivo de estudar moedas virtuais e como elas funcionam. O comitê havia sugerido a proibição das trocas de criptomoedas no país, mas o preço crescente da bitcoin no final do ano levou a uma rápida reversão dessa posição e à criação de um novo painel para estudar as criptomoedas. Surpreendentemente, em sua resposta à consulta de Blockchainlaw91 O Banco da Reserva da Índia revelou que sua decisão de banir as atividades do banco com empresas baseadas em criptografia não foi apoiada por nenhum estudo ou pesquisa independente.Petições e MigraçãoA Associação de Internet e Mobile da Índia (IAMAI) – que inclui troca de criptografia indiana Zebpay – Enviaram uma petição por escrito para derrubar a proibição do RBI, que proíbe os bancos de lidar com negócios baseados em criptografia. O caso está atualmente no Supremo Tribunal com uma data de audiência fixada para 20 de julho. Desde a proibição de criptografia, tem havido alegações de que as empresas blockchain poderiam ser forçadas no exterior. Joel John, analista de pesquisa em uma empresa de blockchain baseada no Reino Unido que falou com a mídia local, acredita que as empresas de criptografia podem facilmente migrar para países mais amigáveis ​​para criar novas entidades. Ele disse: "As empresas que se deslocam no exterior não são uma tendência nova, mas as complexidades regulatórias enfrentadas pelas empresas de blockchain aceleraram." Está gradualmente se tornando um padrão para os governos tomarem decisões espontâneas sobre criptomoeda sem primeiro tentar entender como funciona. A Rússia e o Japão tentaram banir os negócios de criptografia antes de finalmente suavizar suas posições.

Este artigo apareceu originalmente na revista Bitcoin.

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Sem caminhões, soja lota silos em Goiás – Notícias


Dentro de um galpão de armazenamento de grãos em Cristalina (GO), a 120 quilômetros de Brasília, cerca de 370 mil sacas de soja aguardam, sem previsão, a chegada dos 700 caminhões que levarão a produção até os portos do Sudeste. A espera se repete nas dezenas de silos que se espalham pelo município, onde a sensação é de que a greve dos caminhoneiros não acabou. As carretas estão à disposição, mas não há quem se disponha a contratar o serviço, nem data para que isso ocorra.

O acordo que o governo firmou com os caminhoneiros para acabar com paralisação de 11 dias que provocou uma crise de abastecimento no País pode ter minimizado parte da crise, mas alimentou outra. Entre os produtores rurais, o clima é de indignação. Ninguém quer pagar pelo tabelamento do preço mínimo do frete.

As tradings de grãos, que compram a produção das fazendas e transportam a produção até os portos, já compraram tudo o que está nos estoques, mas com base nos valores antigos do frete. Agora, com a indefinição dos preços, essas empresas se negam a retirar a produção para não terem prejuízos. Sob pressão, o governo já editou duas versões da tabela. A primeira atendeu aos caminhoneiros, mas revoltou o agronegócio, que fala em aumentos de até 150% nos preços. A segunda procurou aliviar o custo dos produtores, mas contrariou os caminhoneiros. O governo a revogou. Uma terceira versão está em discussão desde o fim da semana passada.

“Elas preferem pagar o produtor para estender o tempo de estoque da produção nos galpões do que bancar o que os caminhoneiros estão pedindo”, diz o produtor rural Alécio Maróstica. “O resultado é que todo o setor está parado, com galpões abarrotados e sem previsão de retirada dessa produção. Viramos reféns de uma situação absurda.”

Nas fazendas e centros de produção, cada dia é uma agonia. O que agora tira o sono dos produtores é o início da safrinha de milho, que começa daqui a uma semana, no dia 20 de junho. “Estamos sem saber o que fazer. Daqui a uma semana começa a chegar a safrinha do milho. Se essa produção de hoje não sair, não teremos onde por mais nada. Vai travar tudo de uma vez”, afirma Emilton Kennedy.

Nos dias de paralisações dos caminhoneiros, o produtor rural Luiz Carlos Figueiredo entrou em desespero, depois de perder 30 mil litros de leite por dia. Hoje, vive o drama de não ter onde colocar a safrinha do milho. “Tivemos que jogar todo o leite na terra. Irrigamos a plantação com o leite perdido. Perdemos ainda 20 caminhões com milhares de caixas de ovos. Foi R$ 1 milhão de prejuízo”, diz ele. “Agora, estou com 70% da produção de soja trancada no armazém, porque ninguém consegue fechar o preço do frete.”

Perecíveis

O drama logístico não afeta só a colheita de soja e milho. Em Cristalina, boa parte da produção de 2,5 milhões de toneladas por ano está atrelada ao plantio de batata, cenoura, alho, cebola e tomate, uma cesta de 50 tipos de produtos.

Nessa lista de perecíveis, a maioria não pode ficar sequer uma semana em estoque. Depois de sair da terra, é um dia para ser beneficiada e ir direto para o caminhão e seu destino final.

“Além de sentir esse preço do frete, que não se define, meu produto está desvalorizado agora, porque ficamos 20 dias sem entregar e agora há muita oferta no mercado”, diz João Gruber, que produz batatas em uma área de 680 hectares de Cristalina. “Depois de o nosso preço explodir nos dias da greve, agora caiu absurdamente. É uma situação insustentável, porque meu produto não pode esperar. Ele tem que sair, mesmo se for com prejuízo.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.