Tabelar frete é ir contra ‘regra pétrea’ da economia, diz Fundação Dom Cabral – Notícias


Tabelar o frete rodoviário, como está sendo proposto pelo governo federal, é uma medida que vai contra a regra “pétrea” de oferta e demanda que rege a economia, avalia Paulo Resende, coordenador do Núcleo de Logística, Infraestrutura e Supply Chain da Fundação Dom Cabral (FDC). “Acho que qualquer poder que quiser mediar uma discussão de tabela de frete corre o risco de mediar uma coisa que não dá fruto”, disse durante evento da FDC para lançar a Plataforma de Infraestrutura em Logística de Transportes (PILT).

Ainda na discussão sobre o frete, o especialista disse enxergar um “vácuo preocupante de intermediação técnica” no País. “A intervenção da instância suprema do Judiciário mediando situações desse tipo nos mostra a grande distorção institucional que o Brasil vive”, opina Resende.

Conforme dados da plataforma lançada nesta quinta-feira pela FDC, os embarcadores de carga deverão ver um aumento de cerca de R$ 130 bilhões de seus custos logísticos até 2035 – cenário que considera a implementação dos principais projetos federais nos setores de rodovias, portos, hidrovias e ferrovias até 2025 e a manutenção do estoque de infraestrutura existente.

Porém, Paulo Resende destaca que essa elevação dos custos nos próximos 20 anos não irá, necessariamente, se reverter em alta do frete. “O frete é um preço final, é uma remuneração final. Você tem a formação dos custos e o frete. Entre o frete e a formação dos custos, você tem a margem, seja do autônomo ou das transportadoras. Se nós tivermos um olhar estratégico, uma das formas de melhorar a margem do caminhoneiro e do transportador é melhorar a infraestrutura brasileira”, conclui.

Pesquisadores de dinheiro em Bitcoin propõem uma nova regra de pedidos de transação


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<p>                 Tecnologia e segurança<br />
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<p><b> Nesta semana, quatro pesquisadores e desenvolvedores do Bitcoin Cash (BCH) propuseram um processo de ordenação de transação diferente para o protocolo BCH chamado 'canonical transaction ordering'. O método proposto ordenaria transações contra seus identificadores, em vez da regra atual de ordenação topológica das transações. facilitando para a rede processar blocos muito grandes </b></p>
<p><span style= Leia também: Criptografia e realidade virtual se encontram na ficção científica de Ken Liu

Uma nova regra de pedidos de transação proposta para o Bitcoin Cash

 Pesquisadores de dinheiro em Bitcoin propõem uma nova regra de pedidos de transação
Pesquisador Joannes Vermorel (Lokad).

Joannes Vermorel (Lokad), Amaury Séchet (Bitcoin ABC), Shamma Chanceler (Bitcoin ABC), e Tomas van der Wansem (Bitcrust) publicaram um novo artigo que propõe mudar a atual transação topológica regra de ordenação dentro da rede BCH. O documento chamado "Canonical Transaction Ordering for Bitcoin" argumenta que um processo de pedidos canônicos seria mais eficiente e permitiria um melhor escalonamento. Atualmente, as regras de consenso processam transações em um formulário de lista em que os pares remotos encaminham as transações para seus vizinhos. A maneira como funciona agora a lista deve ser topologicamente ordenada, mas se a regra foi alterada para um método canônico que funciona com blocos como um conjunto, ao contrário de uma lista, ela permite que o BCH processe blocos muito grandes

. pesquisadores afirmam que a mudança faz com que alguns casos de uso "atraentes".

“Primeiro, permite produzir provas compactas de inclusão / exclusão de transações, tornando os aplicativos sem corrente mais capazes”, explica o artigo.

Segundo, ele dá um novo grau de controle aos participantes do Bitcoin para localizar sua transação dentro de blocos.

Propagação de bloco mais eficiente e a possibilidade de aplicativos sem corrente

Em última análise, o novo processo tornaria a propagação de blocos e as emissões mais eficientes , explica a proposta. As implementações de software são simplificadas e as provas de inclusão de transações são aprimoradas. Os pesquisadores detalham que os resultados permitem que os participantes da rede utilizem sua capacidade de largura de banda de forma mais eficiente “propagando o máximo de informação possível antes da emissão de um novo bloco.”

A Regra de Ordenamento de Transações Canônicas (CTOR) também permite localidade opt-in entre os participantes, e poderia possivelmente produzir aplicações sem corrente inovadoras . '

“O CTOR oferece a possibilidade de qualquer participante ampliar um bloco para identificar se uma transação é encontrada ou não sem processando todo o bloco ”, enfatiza a proposta.

Esta propriedade é de grande interesse porque os aplicativos sem corrente ganham a possibilidade de verificar os fluxos de transações sem serem sobrecarregados por uma blockchain arbitrariamente grande.

 CTCO pode fazer a propagação de blocos mais eficiente e permitir a possibilidade de 'aplicativos sem corrente'. Uma resolução mais alta desta foto pode ser encontrada em <a href= http://media.lokad.com/bitcoin/taxonomy-schema-2018-05-07.pdf

O artigo publicado em 12 de junho discute principalmente a importância de aliviar a carga computacional daqui para frente e a CTOR poderia ajudar a cadeia a processar blocos de tamanhos gigantes com facilidade. Os apoiadores do Bitcoin Cash em fóruns e mídias sociais pareciam favorecer a idéia, e conversaram sobre se essa mudança de consenso seria ou não adicionada ao próximo hard fork previsto para novembro.

O que você acha do método proposto de ordenação de transação canônica? Você acha que os desenvolvedores devem adicionar essa ideia para a próxima atualização em novembro? Deixe-nos saber seus pensamentos sobre este assunto na seção de comentários abaixo.


Imagens via Shutterstock, Lokad.com e Pixabay.


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Toda regulação é interferência, diz ANP sobre nova regra de reajuste de preços – Notícias


O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone, admitiu que a formulação de uma regulamentação do período de reajuste dos combustíveis é uma interferência. “Toda regulação é uma interferência” no mercado.

Em coletiva de imprensa para apresentar o resultado do 4º Leilão de Partilha da produção, no qual foram oferecidas áreas de pré-sal, Oddone aproveitou a oportunidade para reafirmar que, em sua opinião, a melhor alternativa seria não haver regulamentação sobre o tema. Mas, como há um monopólio de fato no refino, a agência reguladora se vê na responsabilidade de se manifestar.

Oddone afirmou também que a decisão de regular a periodicidade de reajuste dos preços da Petrobras partiu da própria agência, no último sábado, e não do governo. “Liguei para o ministro e na segunda-feira fui até ele. Não houve em nenhum momento instrução ou ordem para que a ANP fizesse qualquer coisa. Nunca recebi instrução, pedido ou solicitação que interferisse nas ações regulatórias que nós tomamos. Agora, é uma situação particular a que vivemos no Brasil”, afirmou.

Comissão do Senado aprova nova regra para benefício fiscal – 06/06/2018 – Mercado


Sob protestos da Unafisco (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal), a CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado aprovou, nesta terça-feira (5), projeto que regulamenta a concessão de benefício fiscal no país.

Na opinião da Unafisco, o projeto —que depende de aprovação do plenário do Senado— flexibiliza as normas para a instituição de programas de parcelamento de dívidas tributárias, o chamado Refis, provocando prejuízos aos cofres públicos.

De autoria da senadora Lúcia Vânia (PSB-GO), o projeto altera a Lei de Responsabilidade de Fiscal. O relator da proposta é o senador Armando Moteiro (PTB-PE).

Nele, considera “benefício de natureza tributária a desoneração legal de tributo, em exceção a sua legislação de referência”.

O projeto cria o conceito de benefício fiscal para aplicação da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Mas o texto não inclui o perdão de juros e de multas, nem o alongamento das dívidas, nessa definição de incentivo fiscal.

Para a Unafisco, essa omissão permitirá a concessão de perdão de juros e multas, bem como prazos alongados de pagamento de tributos, sem que seja submetida aos requisitos definidos pela atual legislação sobre o tema.

O diretor de Assuntos Técnicos da Unafisco, Mauro Silva, afirmou que a Lei de Responsabilidade Fiscal é a base de pareceres da Receita Federal sobre programas de parcelamento de dívidas.

E, segundo essa legislação, todo o benefício fiscal deve ser acompanhado de previsão de impacto e compensação no Orçamento.

Na opinião da Unafisco, com a nova redação da Lei de Responsabilidade Fiscal, a renúncia fiscal sofrida com o Refis não será mais enquadrada na lei.

A autora do projeto discorda dos auditores. “Não tem nada a ver com o Refis. [O projeto] trata exclusivamente de fazer um regramento para incentivos fiscais”, disse a senadora Lúcia Vânia.

Segundo a senadora, o projeto foi amplamente discutido no Senado, sendo elogiado até mesmo pela Receita Federal.

Lúcia Vânia afirmou também que a intenção da Unafisco é incluir, neste projeto, regras para o Refis, que permite prazo de até 15 anos para parcelamento de dívidas.

“Eles [os auditores] querem colocar um jabuti dentro do projeto para regulamentar o Refis. Eles têm razão. O Refis precisa ser regulamentado. Mas não cabe aqui”, disse a senadora.

Ainda segundo Silva, diretor de Assuntos Técnicos da Unafisco, o texto não fixa limites para a vigência dos incentivos fiscais, exigindo apenas que esses benefícios sejam avaliados a cada dois anos.

O projeto —relatado por Monteiro— cria mecanismos para a fiscalização desses incentivos fiscais.

O texto determina ainda que os governos informem metas de política pública a serem alcançados com a instituição de incentivos.

Anualmente, governos, prefeituras e União deverão encaminhar relatórios ao Legislativo, com dados sobre os benefícios tributários vigentes, estimativa de renúncia e apresentação do resultado obtido com a medida.

O relatório deverá ser analisado com a proposta orçamentária a ser apreciada pelo Legislativo.