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Um sonho tornado realidade: Um jogo a mais compensa o Crypto – Altcoin Buzz



Altcoin BuzzA O sonho se torna realidade: Mais um jogo paga CryptoAltcoin A BuzzGMO Internet Inc, uma gigante japonesa da tecnologia, desenvolveu um novo recurso, o CryptoChips byGMO, que irá remunerar os jogadores que jogam a Whimsical War. O comunicado de imprensa oficial diz: “Os CryptoChips podem ser montados na aplicação do jogo e permitem aos jogadores … e muito mais”

A realidade do Brasil é uma, a do setor privado é outra, diz Luis Moreno – 03/06/2018 – Mercado Aberto


“A realidade do Brasil é uma, e a do setor privado é outra”, disse Luis Moreno, presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), sobre as dificuldades que o país enfrenta. “O Brasil é o único país da América Latina que tem esse tamanho, essa escala e tantos empreendedores tecnológicos. O setor privado está animado, sabe das dificuldades do Brasil e o que tem de mudar.”

Moreno conversou com a coluna na quarta-feira (30), quando a paralisação dos caminhoneiros ainda não havia se encerrado.

“Essa greve é terrível. Mas o Brasil nunca chega a extremos”, afirmou ao comentar sobre rumos que o movimento poderia tomar. “Por que as pessoas não estão nas ruas? Porque a inflação está baixa, mesmo o desemprego está caindo um pouco, e há muitos empreendedores”, responde.

Pelo BID, Moreno conheceu vários presidentes brasileiros. Prefere não comentar especificamente sobre nenhum.

“Mas, diria que quando pensamos que estava tudo bem, não estava tão bem, e quando pensamos que está ruim, não está tão ruim”, afirmou bem-humorado.

 

Investimento

Caiu nos anos de recessão porque, em razão da responsabilidade fiscal, os estados não tinham as contrapartidas para tomar empréstimos do BID. Nossa carteira é de US$ 12 bilhões (cerca de R$ 45,1 bilhões) no setor público e de US$ 1.3 bilhão no privado, que cresce muito rapidamente.

Esse valor é o maior do BID na América Latina, e sempre foi.

Fiquei impressionado, vocês têm um ecossistema de inovação de porte mundial. E ao mesmo tempo, têm uma Embraer. Mas ainda resta o desafio de melhorar a qualidade da educação.

Tendências na região

Vemos um regresso ao centro: Argentina, Chile, Peru, Costa Rica. Na Colômbia, [onde falta o segundo turno das eleições] deve caminhar nessa direção. No Brasil e no México está difícil antecipar o resultado. Mas as instituições brasileiras demonstram que se pode ter qualquer tipo de governo, que a institucionalidade tem o controle político.

Foi uma evolução importante também para a economia: autonomia do Banco Central e regras fiscais que vocês têm.

Corrupção

O problema número um na América Latina é segurança, o número dois é corrupção, segundo o Latinobarómetro, que pesquisa em 18 países.

A grande corrupção vem do financiamento político. O escândalo da Odebrecht mostrou a fragilidade dos nossos países. Será a grande questão ainda nos próximos dez anos na região.

Nafta e TPP

A Parceria Transpacífica (TPP), como se sabe, foi assinada em março no Chile, com todos os países, menos os Estados Unidos. Nafta tem dificuldade de negociação e o calendário político não ajuda: eleições no México em julho, em novembro no Congresso americano, e em províncias do Canadá.

É uma oportunidade para acelerarmos a integração, a conversa da Aliança do Pacífico com o Mercosul. Há mais de 30 acordos na América Latina, com normas diferentes, o que não beneficia o comércio.

Greve de caminhoneiros

Não há dúvida de que terá um impacto imenso na economia. O trimestre será afetado. Também na Colômbia há dois anos, caminhões pararam o país. Eles têm tanto poder porque não desenvolvemos um sistema multimodal, usando rios e ferrovias.

Se tiver, os custos baixam e a capacidade de chantagem diminui. Daqui a alguns anos, difícil que isso venha a ocorrer. Um grande número de caminhões não terá motorista.

Investidor estrangeiro

O Brasil é o que recebe mais investimento na região. O investidor de longo prazo vê a sexta economia do mundo fazendo reformas, um mercado de consumo gigantesco.

Uma empresa global não tem alternativa, tem de estar no Brasil. O combate à corrupção é muito admirado. Leva à Justiça, não importa quem.

 

A insensibilidade de Parente

Se o governo falhou em não detectar a tempo a crise que se avizinhava com a insatisfação dos caminhoneiros, o agora ex-presidente da Petrobras Pedro Parente também errou, avaliam executivos do mercado financeiro, que não quiseram ser identificados. 

Embora ressaltem os méritos da gestão de Pedro Parente na Petrobras, alguns deles classificam os reajustes diários dos combustíveis como excessivos, a exemplo do economista Eduardo Giannetti. 

Em entrevista à Folha, ele afirmou que não faz sentido transmitir ao consumidor as variações do preço mundial de petróleo e do câmbio no país, quando até o Banco Central intervém no mercado para atenuar a volatilidade. 

Mesmo bancando os sucessivos aumentos —o diesel subiu 59% desde julho—, caberia a Parente ter alertado o governo de que a nova política de preços da companhia geraria problemas na categoria, e para todo o país, na opinião de dois gestores experientes.

Ministro-chefe da Casa Civil no governo de Fernando Henrique Cardoso, Parente se notabilizou ao enfrentar a crise do apagão. Não é, portanto, um presidente de empresa sem experiência política.

 

Acabar com jeitinho

A Dínamo, associação que reúne oito entidades ligadas a startups, redigiu uma proposta de marco regulatório para o setor. A ideia é levar o projeto a candidatos ao Executivo e ao Legislativo, diz o diretor-presidente, Rodrigo Afonso.

O texto já deveria ter sido apresentado no Congresso, mas a greve dos caminhoneiros esvaziou a comissão e a associação decidiu adiar.

Uma das alterações na legislação prevê a criação de um novo tipo de pessoa jurídica, uma sociedade anônima simples. O objetivo é isolar investidores de riscos que não deveriam ser deles, no entendimento dos autores.

“Quem faz aportes em várias startups não deveria ser passível de responder por eventuais dívidas trabalhistas, que são de responsabilidade de executivos. Isso afasta investimentos no setor.”

A questão é resolvida hoje com jeitinho, uma debênture conversível em ações, diz, mas é preciso que haja regra específica para fundos ou investidores pessoa física.

 

Trem de fora

O setor ferroviário pressiona o Congresso a rever a reoneração da folha do segmento, uma das 28 aprovadas pelos parlamentares na última terça-feira (29).

“Os transportes rodoviário e aeroviário tiveram a desoneração mantida, mas não o ferroviário. Não faz sentido em um país tão dependente de rodovias”, diz Fernando Paes, diretor-executivo da ANTF (associação do setor).

“O impacto na arrecadação será mínimo, de R$ 13,2 milhões neste ano, se a medida for adotada a partir de setembro, e de R$ 30 milhões em 2019. Falta uma política estruturada para incentivar a diversificação dos modais.”

Cerca de 15% do transporte de cargas no Brasil é feito por trem. O país tem onze concessões ferroviárias administradas por seis empresas, que empregam 40 mil pessoas.

 

com Felipe Gutierrez, Igor Utsumi e Ivan Martínez-Vargas

Bitcoin Continua em Queda e US$ 8.000 já é Realidade; Altcoins Despencam


Um novo dia começou mas a situação continua a mesma. Bitcoin amanhece mais um dia em queda, tendo chegado a US$ 8.094 às 7:00 na Bitstamp.

Gráfico BTC/USD da Bitstamp

Esse é o menor preço desde o dia 25 de novembro do ano passado.

Ao conversar com um grande amigo meu, experiente no mercado e trader a vários anos, ele disse que o principal suporte do bitcoin agora encontra-se perto dos US$ 7.000, portanto, eu não me assustaria caso o bitcoin chegasse próximo disso.

No Brasil, a coisa também está feia e o bitcoin já acumula uma queda superior a 20% desde ontem, sendo negociado agora próximo aos R$ 25.000. O volume nas últimas 24 horas nas principais exchanges do Brasil foi de 4.098 BTC, um volume bem alto perto do normal.

Uma outra coisa interessante é que há exatamente 1 ano atrás, o bitcoin era cotado a US$ 960. Dito isso, a criptomoeda acumula uma alta de quase 800% em 365 dias.

Tratando-se de notícias que possam justificar a queda, nada diferente do que já foi informado ontem.

Altcoins em queda

Entre as criptomoedas, o bitcoin é o que está mais suportando a queda. Com exceção dele, todas as altcoins desvalorizaram mais de 20% nas últimas 24 horas. Com isso, o bitcoin volta a aumentar o seu marketcap, que agora é de 36%.

Cardano, NEM e Stellar amarguram as piores quedas, com mais de 30% cada.

O valor de mercado das criptomoedas agora representa agora  US$ 390 bilhões, menos de 50% do que já foi um dia, quando chegou a US$ 830 bilhões.

Leia Também: Janeiro foi o Sétimo Pior Mês da História do Bitcoin

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Os reais motivos da Inflação e o IPCA longe da sua realidade


real

Caros leitores deste blog, a inflação brasileira é algo que preocupa. No último mês de maio tivemos alta de 0,78%, o maior desde 2008. No ano de 2016 o acumulado já está em 4,05% e em 12 meses é de 9,32%. No ano passado a inflação fechou em dois dígitos, 10,67%, a maior desde 2002. É verdade, não estamos mais em épocas de hiperinflação, quando políticas monetárias e fiscais atrapalhadas nos levaram a mais de 5000% por ano de corrosão do nosso poder de compra, mas estamos bem longe da meta de inflação estipulada pelo Banco Central e, pior, numa época de recessão. Basicamente, o cenário que temos hoje é de famílias endividadas após alguns anos sucessivos de crédito farto, barato e irresponsável que levou ao estrangulamento de suas rendas. Além disso, vivemos também um momento de crescente desemprego, que junto com o fator anterior levou ao declínio do consumo das famílias. No ano passado, nosso PIB teve uma queda de 3,8% – o pior resultado em 25 anos, sendo que o consumo das famílias caiu 4%. Esse é um item de bastante peso no nosso Produto Interno Bruto.

Antes do plano Real, a forma encontrada de driblar a inflação foi na verdade responsável por aumentar ainda mais esse problema. Congelamento de preços, confisco de poupança, entre outras coisas. O plano Real foi responsável por dar estabilidade à moeda e reduzir a inflação drasticamente implementando diversas medidas, entre elas o famoso tripé macroeconômico que tem como pilares as metas de inflação e de superávit primário, assim como o câmbio flutuante. Entretanto, muitos não entendem que as causas da inflação não estão apenas no aumento generalizado de preços, como se fosse algo meramente sazonal. O principal motivo da inflação ainda continuar alta no Brasil, mesmo com a demanda desaquecida, são os gastos públicos exagerados que ainda precisam ser ajustados. Como curar o doente se o remédio dado não é o correto? Explico.

A inflação decorre do aumento de dinheiro na economia, justamente o que foi feito de forma expansiva nos últimos anos, até a conta chegar e ficar bastante cara. A inflação atua como transferidor de renda dos mais pobres para os mais ricos, já que quando há maior oferta de dinheiro, as pessoas que primeiro tem acesso a ele são os ricos. Quando esse dinheiro for sendo distribuído para o resto das camadas sociais, o preço dos bens e serviços já terá aumentado (oferta x demanda), ao passo que os últimos a receber esses recursos pagarão mais caro que os primeiros, além do fato de este dinheiro não ter sido gerado por aumento de produção, ao contrário, é um dinheiro sem lastro. E sabe por que isso acontece? Por uma política fiscal irresponsável, onde o governo gasta mais do que tem e acaba tendo que se financiar, a juros cada vez maiores. O aumento generalizado de preços é uma consequência desta oferta desenfreada de moeda e um fato que prova que inflação não seja apenas o aumento de preços, se dá pela política de congelamento dos preços, que falei anteriormente.

Com a inflação, quem sofre mais sempre são os mais pobres porque estarão sujeitos a variações bruscas de preços para um salário que não tem como acompanhar esta subida. Aliás, um dos grandes problemas do Brasil foi o aumento do salário mínimo acima da produtividade deste, o que acaba gerando desemprego mais para frente. Mais do que a perda do poder de compra com o aumento dos preços como consequência das políticas econômicas erradas, houve grande construção de dívidas das famílias, que aconteceu pelo já falado aumento do crédito desenfreado,a lém da redução de juros irresponsável, dois fatores que aumentaram a oferta de moeda consideravelmente. Com o endividamento, após a fase de bonança, muitas são as famílias que agora tem parcelas de imóveis para pagar, indexadas aos índices de inflação ou juros, além de automóveis e outros bens comprados a prazo. Com o aumento do desemprego e instabilidade da economia, ainda há o problema de ter que talvez, aceitar um emprego novo ganhando menos, aumentando o percentual de sua dívida em relação ao total de sua renda. A inflação e os problemas gerados, comprimem cada vez mais as pessoas e claro, o mais pobre é o que sofre mais e vai continuar sofrendo nos próximos anos, ao passo que sem crescimento não há solução de curto prazo para melhorar essa condição. E o que deve ser feito? Corte de gastos drásticos e urgentes. O novo governo e sua equipe econômica precisam demonstrar capacidade de fazer isso e bem rápido. Nossa credibilidade foi jogada no lixo junto com nosso Investment Grade. Recuperá-los não será fácil.

Além disso, você já deve ter reparado que o número divulgado pelo IBGE, o IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo, é bem diferente do que você sente todos os dias ao fazer compras. O número não é mentiroso, apenas não reflete a inflação individual de cada um por um motivo muito simples: esse número apenas considera uma cesta média de produtos que vale para balizar a meta de inflação e, por consequência, definir os juros. Essa cesta é composta de alguns produtos e serviços determinados pelo IBGE em 11 das principais regiões metropolitanas do país, apontando mensalmente a variação do custo de vida médio de famílias que têm renda mensal entre 1 e 40 salários mínimos. São coletados os preços em aproximadamente 30 mil comércios.

Dentro dessa cesta de produtos, há os preços que são deliberadamente definidos ao sabor do mercado, ou seja, os preços livres definidos por oferta e demanda, mas há também o que chamamos de preços administrados, que são aqueles que sofrem pouco ou praticamente nada com a influência do mercado. Nesse caso, são preços administrados por contratos ou monitorados, dependendo de autorização do governo ou de algum órgão público. Estes podem ser regulados em nível federal ou em nível estadual e municipal. Da cesta atual, temos 28 bens ou serviços classificados nesta categoria, que dá quase 30% do total, sendo que o maior peso está nos produtos derivados do petróleo. Isso explica porque a Petrobrás foi utilizada tanto tempo como instrumento de política monetária, erroneamente. Ao segurar a inflação artificialmente através dos preços administrados, criou-se uma falsa sensação de que o poder de compra estava assegurado, além de prejudicar sistematicamente a geração de caixa da empresa. Em algum momento isso precisa acabar e a conta fica mais cara para pagar. Depois dos derivados de petróleo, vêm os preços ligados ao transporte, telefonia, planos de saúde, energia elétrica residencial e produtos farmacêuticos.

É claro que é preciso ter um índice que nos dê direcionamento, mas é importante saber que a nossa inflação individual será muito maior de acordo com a nossa própria cesta de produtos e serviços. Uma conta que é comum de ser feita é o do ganho real em investimentos, onde subtraímos a inflação dos juros recebidos. Com juros de 14,25% ao ano e IPCA de 9,32% por enquanto, teríamos que o ganho líquido seria de 4,93%. Porém, ao analisar sua inflação individual, a verdade é que você provavelmente está apenas reduzindo a corrosão do seu poder de compra, não tendo ganho real. Para ter uma noção melhor de seu orçamento e tomar melhores decisões, contas como essa são importantes de serem feitas.

O cintos estão apertados e a recessão continua. Esperamos que as medidas necessárias sejam tomadas rapidamente por Henrique Meirelles – ministro da Fazenda, e companhia. Já chega de trabalharmos com realidade artificial.

 

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Importante: As opiniões contidas neste texto são do autor do blog e não necessariamente refletem a opinião do InfoMoney.

MARK.SPACE: Ecossistema de Realidade Virtual Alimentado pelo Blockchain


MARK.SPACE, uma plataforma de interação social que utiliza as tecnologias RV e 3D, está buscando tornar a RV acessível a todas as camadas sociais em plena funcionalidade com a incorporação do blockchain. A visão deste projeto é oferecer uma ferramenta fácil para criar e lançar qualquer projeto de RV/3D rapidamente sem gastar uma fortuna.

A Plataforma de código aberto 3D e RV alimentada pelo blockchain para criação e integração de espaços e objetos, MARK.SPACE, está agora a avançar fortemente no mundo em rápida evolução com a Realidade Virtual. A recente campanha de crowdsale de seu token do projeto já chamou a atenção dos investidores e entusiastas de todos os cantos do mundo.

Não há como negar o fato da RV ser uma tecnologia incrível com possibilidades ilimitadas. No entanto, em termos de produção de conteúdo e usabilidade, esta tecnologia pode ser bastante complicada para a maioria dos potenciais usuários. Além disso, até agora, a necessidade de equipamentos caros restringiu o crescimento do público.

A MARK.SPACE procura superar essas barreiras ao desenvolver e implementar uma ferramenta fácil de usar para criar e lançar rapidamente todos os tipos de projetos de RV e 3D. Mais importante ainda, todos os projetos criados nesta plataforma de código aberto podem ser acessados ​​a partir dos dispositivos comumente usados, como PCs, laptops, tablets ou smartphones através de qualquer navegador da Web, ou usando um fone de ouvido RV. O objetivo final do projeto é criar uma economia que melhoraria, complementasse e, em última instância, substituísse a economia online existente através da fusão da realidade virtual (RV), da realidade aumentada (RA), da realidade mista (RM) e das criptomoedas em um ecossistema totalmente funcional.

O ecossistema MARK.SPACE compreende múltiplas unidades de RV, cada uma das quais pode ser vinculada diretamente ao seu próprio domínio de nível superior. Todas as transações envolvendo essas unidades são registradas no blockchain para garantir o direito de propriedade das unidades. Todos os proprietários da unidade poderão comprar, vender ou alugar suas unidades para outros executando contratos inteligentes na plataforma. Todas as transações dentro da plataforma podem ser completadas usando uma moeda interna chamada token MARK (MRK). Este token de utilidade permite aos usuários vender e comprar espaços e objetos de RV, consumir vários bens e usar serviços, pagar salários para seus funcionários e comprar anúncios para promover seus negócios através do MARK.SPACE.

Ao contrário das outras plataformas de RV existentes, a MARK.SPACE permite visitar os espaços virtuais sem pré-registrar ou pagar taxas de adesão. Atualmente, a plataforma oferece quatro distritos temáticos, ou seja, compras, negócios, residenciais e comunidade. Esses distritos permitem aos usuários visitar cópias virtualizadas de boutiques de moda reais, escritórios, apartamentos e fã-clubes. Também apresenta lucrativas oportunidades comerciais para os empresários ou freelancers para criar um fluxo de renda e produzir processos, transformando os serviços virtuais em bens vendidos. A demo da plataforma está atualmente disponível on-line em https://demo.mark.space/

Nos últimos meses, a MARK.SPACE recebeu muita atenção em alguns dos mais conhecidos eventos e conferências de tecnologia blockchain em todo o mundo. Durante a World Blockchain Summit em Dubai, a equipe da MARK.SPACE teve a oportunidade de conhecer importantes representantes dos setores financeiro e imobiliário e institutos de ciência. A equipe também lançou a plataforma para uma grande empresa de arquitetura enquanto participava do evento CryptoBazar em Hong Kong. Em novembro de 2017, a Jaguar Land Rover Rússia decidiu colaborar com a MARK.SPACE para integrar produtos e serviços ao sistema de RV da plataforma.

Sediada em Cingapura, a MARK.SPACE é a iniciativa de uma equipe de especialistas com grande experiência em uma ampla gama de indústrias e áreas funcionais. Esta equipe investiu mais de dois anos e mais de US$ 5 milhões de fundos pessoais para trazer o MARK.SPACE ao seu estágio atual.

Destacando o seu plano de desenvolvimento, um porta-voz da MARK.SPACE mencionou: “Após a venda do Token, nosso protótipo será aprimorado para melhorar a funcionalidade. O objetivo é alcançar uma descentralização completa para o benefício de ambos os usuários e aqueles que fornecem capacidade computacional e recursos de armazenamento. Isso permitirá funcionalidades ricas da plataforma.”

Mais informações sobre a MARK.SPACE podem ser encontradas em https://mark.space/

Contato: Utushkin Vladislav, CMO da MARK.SPACE

Website: http://mark.space/

Email: [email protected]

Conheça como a realidade aumentada pode ser aplicada na medicina e saúde


Realidade Aumentada:

Já pensou na possibilidade de objetos reais interagirem com objetos virtuais? Com a realidade aumentada isso é possível, e a cada vez mais essa tecnologia está revolucionando o modo como o ser humano interage no dia a dia. Mas antes de tudo, você deve entender o que é esse grande avanço. Muitas pessoas a confundem com a realidade virtual, que é apenas a imersão do ser humano no mundo virtual por meio de ferramentas computacionais, com a realidade aumenta, que por meio de um software, um marcador no mundo físico e um GPS, permite a interação entre dois mundos, o físico e o virtual.

A realidade aumentada está cada vez mais presente em nosso mundo, como por exemplo os QR Codes em pontos turísticos, através do aplicativo quando o tablet ou smartphone realiza a leitura, você pode ter acesso a um guia virtual, que pode traçar rotas, apresentar imagens, tudo interagindo entre o mundo real, e o mundo virtual, através do seu smartphone.

Como a tecnologia cresce cada vez mais, hoje você já pode encontrar até mesmo modelos de óculos com realidade aumentada, como o Headset Meta 2, que permite que através dele você tenha acesso a diversos documentos e imagens, possibilitando substituir computadores físicos por um trabalho digital e manipulável e muito mais prático. Outras empresas como a Apple, já estão trabalhando para inovar em aparelhos com a realidade aumentada, uma previsão para 2019 é o lançamento do T288, um par de óculos com painel sensível ao toque, reconhecimento de movimento de cabeça e comandos por voz conectados.

Quais os benefícios da Realidade Aumentada:

Agora que você entendeu como a Realidade Aumentada funciona, está na hora de entender o que ela de fato vai melhorar em nosso mundo. Bom, por conta da alta tecnologia, além de proporcional maiores possibilidades no campo dos jogos, ela pode ser muito útil também no campo profissional.

Como ela traz elementos digitais para nosso cotidiano, através de um par de óculos você poderá utilizar a realidade aumentada em seu dia a dia, já pensou acessar documentos enquanto caminha pela rua? A previsão é de que em um futuro próximo, os computadores físicos sejam substituídos por óculos com realidade aumentada. Além de facilitar o trabalho, deixando-o muito mais prático, ela pode auxiliar em diversos casos, como em um atendimento a um paciente. Isso mesmo, graças a um aplicativo de realidade aumentada, o Nomadeec, o médico ou socorrista pode obter diversas informações sobre o paciente e prestar um atendimento mais completo.

Realidade Aumentada e Medicina:

Graças a tecnologia da Realidade Aumentada, a Medicina avança cada vez mais no tratamento de pacientes, além disso ela pode ser muito útil para a educação, simulações e treinamentos.

Diversas aplicações reais da realidade aumentada estão sendo aplicadas na medicina, como o Nomadeec, o sistema ARBioMed e o capacete de realidade aumentada (HMD – Head Mounted Display).

O Nomadeec é um sistema desenvolvido para auxiliar em atendimentos médicos, conectada e móvel, permite que um exame clínico em qualquer local. Essa plataforma permite que profissionais de campo, como médicos de emergência, paramédicos, socorristas, bombeiros e enfermeiros, consultem avaliações e obtenham informações precisas do paciente, em casos mais graves, uma videoconferência pode ser realizada para saber sobre mais informações. A plataforma permite uma ligação entre profissionais de campo a um médico remoto.

O sistema ARBioMed foi criado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com a função de armazenar sinais cardiológicos que serão convertidos em formatos digitais. Ou seja, através desses formatos, é possível visualizar os sinais cardiológicos em tempo de execução. Através de um “colar” com um código no paciente, o médico pode realizar a leitura e verificar o coração e seus sinais. Para produzir a visualização final, é necessário escolher modelos virtuais a serem utilizados na visualização, além disso, é possível redimensionar o coração com base nas dimensões torácicas.

O capacete de realidade aumentada (HMD – Head Mounted Display), foi desenvolvido e vem sendo atualizado pela Universidade Tecnológica de Munique. O médico que utiliza o capacete é capaz de operar seus pacientes com uma maior precisão, pois o periférico da realidade aumentada exibe virtualmente a posição em 3D do órgão na posição em que está sendo operado.

Além disso, a Realidade Aumentada na Medicina pode auxiliar em casos de pessoas que sofrem com fobias. Pessoas que sofrem com fobias a baratas ou aranhas, podem utilizar da realidade aumentada no tratamento, com um smartphone ou óculos, o médico pode apresentar em níveis os modelos do inseto caminhando sobre a palma da mão do paciente, por exemplo. Auxiliando no tratamento da fobia sem ter que usar uma aranha ou barata real.

Benefícios da Realidade Aumentada na Medicina:

Como apresentado, a Realidade Aumentada pode auxiliar muito na Medicina, seja na prática de alguma cirurgia, no auxílio do atendimento a um paciente, ou até mesmo tratar fobias, mas além disso, quais benefícios a Realidade Aumentada pode proporcionar na Medicina?

Ela pode ser muito útil no estudo e aprendizado de estudantes na área da Medicina, com aparelhos e plataformas, podem praticar e se aprofundar ainda mais no campo médico, afinal com a realidade aumentada tudo é possível.

Como apresentado, a realidade aumentada vem se tornando uma plataforma cada vez mais avançada, seja para ser utilizada em momentos de descanso ou profissionais, principalmente em aplicações médicas. Projetos e soluções para melhorar a realidade aumentada já é algo comum, e mesclar o mundo real ao virtual é algo que irá acontecer em breve. A cada dia estamos mais conectados e com um campo vasto para novos equipamentos, softwares e aplicações, a qualidade de vida pode se tornar muito melhor.

Website: https://www.livrariaflorence.com.br/