Por que todo mundo quer saber sobre este investimento? – De grão em grão


Eles representam o investimento mais desejado dos brasileiros e atualmente é possível adquiri-los com valores bem abaixo dos de mercado. Essa situação não ocorre muitas vezes e também não costuma durar muito tempo. Quem chama a atenção para essa oportunidade é o especialista cuja entrevista transcrevo abaixo.

Você provavelmente já sabe que estou falando de imóveis. O melhor veículo para aquisição de imóveis como investimento são os Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs). Eles agregam vantagens em custo, liquidez, rentabilidade, benefício fiscal por isenção de IR sobre os dividendos mensais e maior diversificação, ou seja, menor risco de vacância.

Para falar sobre esse investimento e porque estamos vivenciando uma oportunidade de mercado, entrevistei Giancarlo Gentiluomo.  Gentiluomo é o responsável pela área de FIIs da XP Investimentos e tem mais dez anos de experiência nesse segmento.

Na entrevista Giancarlo explica o que está ocorrendo com o mercado, compartilha quais setores devem mais se beneficiar e dá uma dica de ativo que você pode adquirir para se beneficiar com a valorização.

 

O que está ocorrendo com as cotas dos Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs)?

A recente queda das cotas dos fundos de investimento imobiliários foi decorrente do stress momentâneo que abateu sobre os mercados. Em menos de dois meses o índice de ações Ibovespa caiu 18%, o Real se desvalorizou 10%, e a taxa de juros de longo prazo subiu mais de 200 pontos base (2%), fazendo com que os títulos de renda fixa de longo prazo se desvalorizassem mais de 10%.

Por ser um produto listado em bolsa as cotas apresentaram volatilidade. Deve-se levar em consideração que os FIIs de tijolo são lastreados em imóveis de fato. Estes por sua vez seguem uma dinâmica intimamente relacionada com a economia real e com o ciclo de incorporação dos diferentes tipos de ativos.

O que se observa com relação a estes aspectos é que a economia tem apresentado uma retomada de crescimento, ainda que gradual, e esta tem se refletido em uma maior demanda pela utilização de espaços corporativos.

Portanto, é de se esperar uma pressão altista dos preços dos imóveis e consequentemente, valorização do patrimônio líquido dos FIIs, para os quais os preços de mercado tendem a convergir no médio prazo.

 

Há oportunidades?

A recente queda abriu excelentes oportunidades. Há alguns casos em que o desconto do valor de mercado para o valor patrimonial supera 20%. Ou seja, é como se você comprasse um imóvel 20% mais barato que sua aquisição diretamente no mercado real.

 

Qual seria um exemplo de FII nesta situação?

Um exemplo é o FII BC Fund (BRCR11). Atualmente, suas cotas são negociadas a 70% de seu valor patrimonial e o valor de mercado das cotas representa um preço por metro quadrado implícito entre R$ 7 mil e R$ 8 mil.

Este valor é significativamente abaixo do custo de reposição dos imóveis no portfólio. Importante lembrar que seus imóveis estão concentrados em São Paulo e Rio de Janeiro onde o preço por metro quadrado é bem superior à média do país.

 

Quais setores de FIIs devem se beneficiar mais do cenário de recuperação econômica?

Assim como temos divulgado nos relatórios para nossos clientes, os ativos que mais se beneficiarão do ciclo são os de Lajes Corporativas situadas nas regiões comerciais de maior demanda na cidade de São Paulo, Ativos Logísticos próximos às regiões metropolitanas da região Sudeste e os Shopping Centers que devem se beneficiar com a elevação da renda disponível aos consumidores.

 

Os investidores que adquiriram cotas nas últimas ofertas públicas observaram o recuo dos preços de suas cotas. Como estes investidores devem se comportar?

É importante lembrar que investimentos no mercado imobiliário possuem horizonte de médio a longo prazo. Dentro desse contexto, é necessário acertar o momento do ciclo, que conforme comentei acima está favorável ao investidor neste instante.

Como Warren Buffet menciona, o mercado financeiro é um mecanismo que transfere dinheiro dos impacientes para os pacientes. Portanto, aqueles que tiverem disciplina em manter os bons ativos em carteira serão beneficiados com retornos reais (acima da inflação) superiores a 10% ao ano.

 

E quem não tem, agora é a hora de comprar?

Sem dúvida. Estamos vivenciando uma janela de oportunidade poucas vezes vista. Normalmente, nesses momentos os investidores ficam assustados e vendem suas cotas a preços excessivamente baixos.

Fundos Imobiliários, diferentemente de empresas, são imóveis cujo valor intrínseco fornece uma margem de segurança elevada em momentos de crise e se valorizam acima da inflação no longo prazo.

Portanto, esse é o momento de ir às compras.

 

Quais os FIIs mais defensivos e os mais arriscados e que podem se valorizar mais?

A resiliência dos FIIs é intimamente relacionada a perspectiva de ocupação, pois quanto mais estável for a receita de alugueis maior a previsibilidade para os investidores e mais conservador ele será. Assim, aqueles que possuem contratos atípicos de longo prazo, ou localizações privilegiadas, tendem a ser mais conservadores.

Os FIIs que possuem maior potencial de valorização são aqueles que apresentam maiores taxas de vacância e, consequentemente, se encontram mais descontados. Por isso, o setor de lajes corporativas se destaca em termos de perspectiva de valorização.

 

Michael Viriato é professor de finanças do Insper e sócio fundador da Casa do Investidor.

Cantor Akon quer construir na vida real a cidade mágica do filme Pantera Negra – Notícias


O cantor americano Akon quer construir uma “Wakanda da vida real” no Senegal – uma espécie de cidade futurista, inspirada no país fictício do filme Pantera Negra, onde o dinheiro seria sua recém-anunciada criptomoeda, a Akoin.

A ideia já contaria inclusive com o apoio das autoridades locais: nesta semana, durante o festival Cannes Lions, o artista declarou que o governo havia disponibilizado um terreno de 2 mil acres (cerca de 800 hectares) para que ele desse início ao projeto.

Até onde se sabe, contudo, nem o Senegal nem Akon têm um estoque de vibranium – o metal que, na ficção, deu a Wakanda sua riqueza e poder. E cidades não custam barato.

Onde seria construída a ‘Wakanda da vida real’?

Não está claro. A BBC tentou entrar em contato com o governo senegalês e com a equipe de Akon em busca de maiores detalhes, mas não teve retorno.

A área de 2 mil acres – que equivale a 2 mil campos de futebol -, informa o próprio site do cantor, estaria a cinco minutos do novo aeroporto internacional do Senegal, próximo da capital, Dakar.

A localização bate com a da cidade de Diamniadio, que está atualmente em construção. Ela foi anunciada três anos atrás e é parte do plano do governo do presidente Macky Sall para revitalizar a economia do país.

Outro fator sinaliza que ambos podem se tratar do mesmo empreendimento: nas imagens promocionais da “nova Wakanda” aparecem alguns dos prédios que também estão no material de divulgação de Diamniadio, apartamentos de alto padrão e prédios futuristas.

Se de fato se tratar de Wakanda, a “criptocidade” vai custar caro.

Quanto?

A resposta curta é: muito.

A estimativa atual para a Diamniadio Lake City é de US$ 2 bilhões (aproximadamente R$ 7,5 bilhões), de acordo com a revista fDi Intelligence, uma publicação do Financial Times.

Akon, que tem 41 anos e é filho de pai e mãe senegaleses, tem uma fortuna avaliada em US$ 80 milhões (cerca de R$ 300 milhões) – um patrimônio de volume considerável, mas que não chega perto do investimento necessário para dar cabo ao projeto.

No papel, entretanto, essa cidade dentro de uma cidade – já que foi pensada, entre outras razões, como uma solução para o rápido e desordenado crescimento urbano de Dakar – não parece ter relação com o cantor. A Diamniadio Lake City está sendo construída pelo grupo Semer, que tem escritórios no Senegal e em Dubai.

Procurada pela BBC, a companhia não comenta sobre uma eventual relação com o artista.

E a criptomoeda?

A criptomoeda anunciada por Akon, a Akoin, estaria no centro da vida financeira da cidade, de acordo com a descrição que consta em seu site.

Mais que isso, se estabeleceria como “uma moeda estável que circularia por toda a África”.

“Ela trará o poder de volta ao povo e segurança ao sistema monetário”, disse Akon no festival Cannes Lions, na última segunda-feira.

Akon não foi capaz de explicar, contudo, como o ambicioso sistema funcionaria – e admitiu que deixou a tarefa de transformar sua ideia em realidade nas mãos dos “geeks”.

O presidente da Associação Queniana de Blockchain, Michael Kimani, é cético – ainda que diga entender o desejo de Akon de afastar o continente africano da dependência das moedas ocidentais.

“É uma utopia”, ele afirmou à BBC.

Especialmente, ele acrescenta, quando se trata do continente como um todo: para ser utilizada e funcionar na África, uma criptomoeda precisaria ser estável, além da amplamente aceita.

“Eu enxergo esse tipo de possibilidade para as criptomoedas, mas em pequenas comunidades”, explica. “Se há por aí uma comunidade formada apenas por pequenos negócios, ela poderia de fato se beneficiar se tivesse sua própria moeda.”

A avaliação não leva em conta ainda que, à primeira vista, a Akoin precisa de um smartphone para funcionar.

O Senegal está pronto para a economia dos aplicativos?

A renda média do Senegal no fim do último ano fiscal era de 96.206 francos CFA (cerca de US$ 170, R$ 640), segundo a APA News.

Um plano mensal de dados de 2,5 GB com a Orange, uma das maiores operadoras de telefonia móvel do país, custa 5.000 CFA (US$9 ou R$ 34) – o que corresponde a aproximadamente 5% do rendimento médio.

Mesmo que os senegaleses conseguissem pagar pelo serviço, quanto da população poderia de fato fazer download de aplicativos?

Ainda que os telefones móveis sejam disseminados no país, os dados mais recentes levantados pela empresa americana de pesquisa Pew Research Centre indica que apenas 34% da população possui um smartphone.

A curto prazo, portanto, não parece que o país inteiro vá passar a usar uma criptomoeda que funciona por meio de um aplicativo.

O que os senegaleses pensam sobre isso?

Ainda não muito, diz a jornalista da BBC Alex Duval Smith, baseada em Dakar.

O anúncio de Akon não chegou a ter grande repercussão no país, ela afirma, e os porta-vozes do presidente não retornaram os pedidos de entrevista.

Em meio à febre da Copa do Mundo, as estatísticas de mídias sociais mostram que apenas algumas poucas dezenas de internautas estão usando a hashtag #Akoin.

Presidente cubano quer correr riscos para agilizar investimentos estrangeiros – Notícias


Havana, 21 jun (EFE).- O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, pediu a seu governo que “corra riscos” e insistiu em “dar um impulso maior aos investimentos estrangeiros” para garantir o desenvolvimento econômico do país, cujas finanças atravessam um momento complicado.

“É preciso ser criativo e correr riscos, sem afetar a nossa soberania”, indicou o presidente durante uma reunião do Conselho de Ministros realizada no início desta semana, a terceira que ele lidera desde sua chegada ao poder em abril, segundo publicaram nesta quinta-feira os veículos de imprensa estatais da ilha.

O principal órgão executivo e administrativo de Cuba decidiu que supervisionará a cada mês, caso por caso, “as exportações e os negócios com investimentos estrangeiros, assim como a gestão e execução dos créditos vindos do exterior”, diz o relatório oficial da reunião.

Assim, o governo cubano quer enfrentar os impedimentos burocráticos e legais que dificultam ou impedem os investimentos estrangeiros e que desincentivam os potenciais investidores, segundo reconheceram reiteradamente as autoridades da ilha.

Para o seu desenvolvimento econômico, Cuba necessita atrair anualmente cerca de US$ 2,5 bilhões em investimentos estrangeiros diretos, principalmente em 15 setores-chave como o industrial, o agroalimentar, o turismo, a mineração, a biotecnologia, o petróleo e as energias renováveis, segundo estimativas oficiais.

Os ministros também avaliaram em sua reunião os resultados econômicos do primeiro trimestre, assim como a situação atual do orçamento, as exportações e os créditos externos.

Embora estime um desempenho “aceitável” da economia cubana, o Conselho advertiu sobre os lastros para seu rendimento, desde o embargo dos EUA até “fatores de caráter subjetivo e organizacional que limitam as exportações, o uso dos créditos e a atração de investimentos estrangeiros”.

A Política para o Investimento Estrangeiro, aprovada em 2014, impôs um novo marco regulador que permitiu aumentar os investimentos com capital vindo de fora do país.

No entanto, o Conselho de Ministros alertou em sua reunião desta semana de que os investimentos estrangeiros ainda têm “um peso muito baixo” em relação ao total de investimentos (estatais) de Cuba.

A carteira de negócios cubanos para capital estrangeiro inclui – em sua quarta versão atualizada – 456 projetos por um montante superior a US$ 10,7 bilhões.

Muitos desses projetos são oferecidos dentro da Zona Especial de Desenvolvimento de Mariel (ZEDM), o programa mais ambicioso do país caribenho para atrair capital estrangeiro e que oferece condições fiscais e trabalhistas vantajosas para empresas do exterior.

Com este centro empresarial e porto mercante situado 45 quilômetros ao leste de Havana, Cuba assegurou mais de US$ 1,191 bilhão desde a sua apresentação oficial em 2013.

Quanto aos investimentos em nível nacional, Díaz-Canel enfatizou a necessidade de priorizar os que têm “impacto produtivo”, como os relacionados com o turismo e a indústria alimentícia e para melhorar a produção agrícola.

O Conselho de Ministros também avaliou, sem oferecer números concretos, que no primeiro trimestre do ano foram registrados “aumentos moderados no setor de construção e comércio” e “realizações favoráveis nas principais produções agrícolas”, bem como avanços no setor turístico, ao ultrapassar o número de 2 milhões de visitantes.

PR: músicos sempre foram roubados – Qravity quer consertá-lo


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<p><small><i> Este é um comunicado de imprensa pago, que contém frente O Bitcoin.com não endossa nem suporta este produto / serviço Bitcoin.com não é responsável por qualquer conteúdo, precisão ou qualidade dentro do comunicado de imprensa. </i></small></p>
<p> O modelo de negócios da indústria da música sempre foi quebrado.Por mais de 100 anos, os artistas ganharam uma fração dos ganhos que sua música ganha.Pegue Enrico Caruso, um cantor de ópera italiano do início dos anos 1900, considerado um dos primeiros artistas gravados Ao longo de sua vida, ele fez mais de 488 gravações, quase exclusivamente para Victor, uma gravadora hoje conhecida como RCA e de propriedade da Sony Music.Embora se diga que isso tornou Caruso extremamente rico, ganhando quase US $ 2 milhões, sua gravadora ganhou duas vezes e ainda está ganhando dinheiro com suas gravações hoje. </p>
<p> Muitos acham que a idade de ouro dos discos de vinil e CD foi uma época em que os artistas eram justamente recompensados, mas mesmo assim os músicos não foram exatamente atraídos. , quando os discos ainda eram populares, de cada US $ 1.000 de álbuns vendidos, 18% foram para os músicos, 63% para a gravadora e 24% para os distribuidores. O que significa que cada artista tem um total de US $ 23,40. </p>
<p> Depois veio a Internet. </p>
<p> Times They Are A Changin '</p>
<p> De acordo com The Economist, em 1997, o CEO da Amazon, Jeff Bezos, procurava oportunidades de varejo on-line. . Ele considerou vender música, mas rapidamente percebeu que havia apenas algumas grandes gravadoras, e eles teriam o poder de sufocar qualquer empreendimento online que apresentasse concorrência séria. </p>
<p> O primeiro serviço de compartilhamento de música on-line, o Napster, ignorou completamente as gravadoras. e facilitou o compartilhamento peer-to-peer livre de arquivos de música compactados. Obviamente, isso não deu certo para eles, e não demorou muito para o Napster se ver diante de litígios de todos os ângulos. A empresa foi fechada por ordem judicial em 2001, após menos de três anos de operação. A marca Napster só sobreviveu porque os ativos da empresa foram liquidados e comprados por outras empresas através de processos de falência </p>
<p> Dinheiro Livre </p>
<p> Então o que mudou para tornar os serviços de streaming online um modelo de negócio viável para empresas como Spotify e Apple Music? ]A resposta é…. Nada </p>
<p> Os músicos não ganham mais agora, apesar de terem um novo canal de receita. O Spotify admite o pagamento médio por transmissão para titulares de direitos em algo entre US $ 0,006 e US $ 0,0084. Como mostra este modelo, um artista precisa obter 200 mil reproduções por mês na Apple Music e 230 mil reproduções para ganhar o salário mínimo dos EUA. </p>
<p> Os investidores também não estão enriquecendo. Apesar de uma taxa de crescimento de receita de 40% ao ano e ter 140 milhões de usuários ativos mensais, o Spotify registrou um prejuízo operacional trimestral de € 41 milhões (em torno de $ 47.814.000) em maio de 2018. Jimmy Lovine, cujo incipiente serviço Beats Music foi adquirido pela Apple Music, alertou no ano passado que o streaming de música não é um grande negócio e que não há margem de lucro. </p>
<p> Apesar das perdas, as equipes executivas ainda levaram o bacon para casa. No ano passado, os executivos do Spotify ganharam, em média, US $ 1,34 milhão cada, com os cinco principais levando para casa mais de US $ 26 milhões entre eles. </p>
<p> Mas de longe os maiores vencedores são, sem surpresa, as gravadoras. No ano passado, os "três grandes" fizeram um recorde de US $ 14,2 milhões por dia com serviços de streaming como o Spotify e a Apple Music. Somente o Universal Music Group faturou US $ 4,5 milhões a cada 24 horas </p>
<p> Então, o que pode ser feito para consertar esse modelo de negócio quebrado e garantir que os artistas recebam uma compensação justa? O produtor austríaco e compositor David Brandstaetter acredita que ele tem a resposta. </p>
<p> “Serviços de streaming pagam aos artistas tostões, em parte porque tanto é engolido pelas gravadoras. O Spotify não é lucrativo, mas o público não apoiará um aumento de preço ”, diz David.“ A única maneira de artistas e colaboradores receberem pagamentos justos por seus esforços é descentralizando a indústria e tirando o poder das mãos de as gravadoras e serviços de streaming. A tecnologia Blockchain é o facilitador perfeito para isso. ”</p>
<p> Nos últimos dois anos, David e seu parceiro comercial Dr. Sascha Dennstedt desenvolveram uma plataforma chamada Qravity, que permite que os criativos se conectem uns aos outros e desenvolvam e monetizem coletivamente conteúdo digital. A plataforma usa tokens virtuais no blockchain Ethereum para rastrear a criação de mídia digital e distribuir participações de projeto entre os membros da equipe criativa </p>
<p> David continua: “Usando o Qravity, os músicos podem colaborar e trabalhar em troca de participações no projeto. O conteúdo será direcionado ao mercado, por isso, se um compositor tem, por exemplo, uma participação de 30% no projeto, ele recebe 30% da receita toda vez que suas músicas são transmitidas ou baixadas. ”</p>
<p> conjunto de ferramentas de gerenciamento e comunicação de projetos para ajudar os criativos a colaborar remotamente; ela também os recompensa com uma participação maior nos projetos conforme eles completam cada marco. </p>
<p> “Queremos reformular completamente todo o setor”, diz David, “Com a Qravity, estamos transferindo o poder e os lucros dos executivos para a empresa. talento, de forma transparente e eqüitativa. ”</p>
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BIS quer regras mais duras para oferta de crédito por fintechs e fundos – Notícias


Por Huw Jones

LONDRES (Reuters) – Regulações introduzidas depois da crise financeira há uma década para suavizar os ciclos de crédito devem ser estendidas para fundos que oferecem crédito e fintechs, disse o Banco de Compensações Internacionais (BIS) neste domingo.

A introdução de políticas “macroprudenciais”, exigindo que bancos construam provisão de capital se o mercado se tornar muito turbulento representam o centro da inovação da era de crise.

Estas provisões podem ser liberadas se empréstimos começarem a azedar e mantêm a resiliência do sistema financeiro a choques – um abandono do tradicional foco microprudencial na estabilidade de bancos individualmente.

O BIS, um forum para os bancos centrais do mundo, disse em seu relatório anual neste domingo que ferramentas macroprudenciais desenhadas até agora podem não ser eficientes o suficiente em lidar com risco de outras financeiras, como fundos de gerenciamento de ativos.

Estes fundos são conhecidos como shadow banks porque eles também oferecem crédito. Os negócios cresceram significativamente desde a crise, à medida que bancos mais regulados controlam os empréstimos para suavizar o peso da exigência de capital.

(Por Huw Jones)

BIS quer regras mais duras para oferta de crédito por fintechs e fundos – 17/06/2018 – Mercado


Regulações introduzidas depois da crise financeira há uma década para suavizar os ciclos de crédito devem ser estendidas para fundos que oferecem crédito e fintechs, disse o BIS (Banco de Compensações Internacionais) neste domingo.

A introdução de políticas “macroprudenciais”, exigindo que bancos construam provisão de capital se o mercado se tornar muito turbulento representam o centro da inovação da era de crise.

Estas provisões podem ser liberadas se empréstimos começarem a azedar e mantêm a resiliência do sistema financeiro a choques – um abandono do tradicional foco microprudencial na estabilidade de bancos individualmente.

O BIS, um fórum para os bancos centrais do mundo, disse em seu relatório anual neste domingo que ferramentas macroprudenciais desenhadas até agora podem não ser eficientes o suficiente em lidar com risco de outras financeiras, como fundos de gerenciamento de ativos.

Estes fundos são conhecidos como shadow banks (bancos sombra) porque eles também oferecem crédito. Os negócios cresceram significativamente desde a crise, à medida que bancos mais regulados controlam os empréstimos para suavizar o peso da exigência de capital.

“Cripoeconomia é maior que o Bitcoin”, diz Deputado Federal que Quer Criptomoedas Regulares


Deputado Federal (RJ) Aureo Ribeiro com o microfone na mão. (Foto: Alexandre Antunes / Portal do Bitcoin)

“A cripoeconomia é muito maior que o Bitcoin ”. A frase ditado pelo deputado federal Aureo Ribeiro (PRTB), autor do projeto de Lei de alteração de código, sintetiza o que foi discutido na noite de quinta-feira (15), no evento “Regulação Financeira no Brasil: Sistemas de Pagamento e Moedas Virtuais ".

O debate foi promovido na capital carioca, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), e teve uma base composta por quatro especialistas, além do deputado que foi o último a expor sua apresentação.

de todas as expectativas estarem voltadas para a direção de Ribeiro, o evento foi marcado também pela apresentação de uma maquininha que possibilitou o intercâmbio comercial Oportunidades de sucesso. Pareceu-lhe que traz uma possibilidade de alguém com intuito ilegal de se beneficiar da inovação na vista da facilidade de se transacionar esses criptoativos. Para ele, o fato de as criptomoedas não serem reguladas e reduzidas como um exemplo de “dinheiro” dificulta a criminalização de práticas como o jogo do bicho:

“Imagine um contracionista do jogo do bicho como essa máquina para estabelecer como apostas. Aquilo não é mais uma contravenção. É uma brincadeira, porque o Bitcoin não é importado no Brasil e você não tem como penalizar. "Como uma instituição federal pode ser uma questão de ação, é uma questão que faz com que as grandes empresas e as bolsas de valores se tornem uma espécie de empresa pública."

Mercado Bitcoin Entre As Direcionar e Ouvir Atentados Como Palavras Proferidas Pelo Deputado Defensor “Uma Proteção Libertária”, Mas isso é claro Projeto de Lei nº 23.03 / 15 Não se limita apenas ao bitcoins e Altcoins.

“Eu tenho uma defesa de uma possibilidade que pode ser o avanço na criptoeconomia. Muito se discute sobre o bitcoin, mas o projeto é muito maior. Você tem que voltar e muitas preocupações ”, afirmou Aureo Ribeiro.

O avanço da criptoegonomia

O deputado disse que“ a criptoeconomia é um avanço no mundo ”. A frase veio a calhar à uma janela feita pelo administrador e embaixadora da NEM [1945906] no Brasil, João Guilherme Lira.

Lira evidenciou que a Blockchain criou novas formas de monetização e chamou a attention for the facts of block blocks over the same major that a California and "as flags of companies blockchain a that that a economy"

"A blockchain é uma nova internet" econômico com ela ”. A plataforma Steemit foi citada como exemplo por Lira para demonstrar que esta nova tecnologia traz uma espécie de economia participativa ao mesmo que meio de rede social.

seus algoritmos. A Curecoin é umitos casos. Ela é uma cópia criptografada que financia pesquisa na área médica. Outro exemplo é o da FoldingCoin que adquire financiamento através da mineração de criptoativos.

O administrador da NEM que tem a mesma pesquisa sobre o bloqueio da Universidade Federal Fluminense (UFF), chama a atenção the estatal existing by the reality have have an crisis of the latest countries in development.

“Se você é um criptomoeda, destrói qualquer nova forma de economia. Um bitcoin da compra da compra no Zimbábue e Venezuela em cara de hiperinflação negócios países. O risco de uma moeda convencional é maior. Essa tecnologia está dando conta do Estado e mostrando o que está fazendo uma nova sociedade que lança.

O engenheiro de automação Alexandre Barbosa, que abriu uma noite, explicou um pouco sobre uma Blockchain, dizendo que “o O que faz com que ele seja encontrado em um exercício de consenso? ”e apontou para a cautela na hora de regular“ esse banco de ações único ”para que não seja uma inovação que“ ainda está em fase embrionária e de desenvolvimento ”

Barbosa disse que a Blockchain tem capacidade de fazer negócios e vai além da moeda digital. “A Ethereum além de moeda digital exerce uma função de contratos inteligentes que vai além da inclusão financeira.”

Em face às ponderações, o deputado falou em “criar um ambiente seguro” nesse mercado ao seu ver O que é que você quer dizer sobre a suspensão das comunicações?

Você também pode gostar de falar sobre a regulação, a professora de economia da UERJ, Susan Schommer e o advogado Witoldo Hendrich Junior, que têm breves comentários sobre o problema da ausência de controle, o qual pode favorecer atividades ilícitas. Como falar sobre a causa

Como falar sobre a possibilidade de usar os blocos como uma forma de chamar a atenção sobre uma blockchain e a criação do Bitcoin.

de regulação e clareza sobre como as políticas criptografadas beneficiam os que esperam agir sob uma ilegalidade e pretendem enriquecer Leia mais: [19659029] Análise Técnica Bitcoin 15/06/18

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Força-Tarefa contra lavagem de dinheiro quer criar regras para exchages de Criptomoedas


A Força-Tarefa de Ação Financeira (FATF), uma organização intergovernamental que desenvolve políticas para combater a lavagem de dinheiro, está planejando desenvolver regras vinculantes para as bolsas mundiais de criptomoedas, indica um relatório.

De acordo com um relatório da Reuters na terça-feira, um funcionário do governo japonês disse que o grupo pretende manter conversações sobre o assunto a partir de 24 de junho.

O movimento foi aparentemente iniciado por apelos por uma política globalmente coordenada sobre criptomoedas dos líderes econômicos mundiais na reunião do G20 em março. Embora que nas diretrizes atuais não vinculantes sugiram alguns controles de lavagem de dinheiro para o setor – incluindo o fato de que as exchanges devem ser registradas, ter atividades suspeitas relatadas e clientes verificados – atualmente, a critério de diferentes nações, se e como elas são implementadas.

As negociações do GAFI, de acordo com o relatório, também irão analisar a eficácia das regras existentes, sua aplicação a novos intercâmbios e com qualquer novo sistema funcionaria com países que proibiram o comércio de criptomoedas.

O Japão – que aprovou uma lei em abril de 2017 reconhecendo criptomoedas como um método legal de pagamento e também estabeleceu um sistema de registro para exchanges de criptomoedas – assumirá a liderança do G20 em 2020. Reuters cita o funcionário dizendo que o governo do país pretende pressionar regras vinculativas para as exchanges até 2019 ou mais cedo, se possível.

Na reunião do G20 em março, os países membros presentes concordaram que questões com criptomoedas precisam ser examinadas, mas que mais informações eram necessárias antes que qualquer regulamentação pudesse ser proposta.

Como resultado, um prazo foi definido em julho para recomendações sobre quais dados são necessários. Além disso, em um relatório para o G20 no mesmo mês, outro órgão intergovernamental, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), pediu cooperação no estudo das consequências tributárias das criptomoedas.

Governo quer reduzir multa por distratos – Notícias


O governo quer reduzir pela metade a multa a ser paga por quem comprar imóvel na planta e, depois, desistir do negócio. O Palácio do Planalto trabalha para que a penalidade seja de 25% do valor já pago e não 50% como aprovou a Câmara na semana passada. O tema está em debate no Senado, onde o texto começa a tramitar.

O Planalto articula a retirada de um parágrafo do projeto de lei aprovado pelos deputados. Esse trecho estabelece uma multa de 50% nos casos de devolução de imóveis construídos no chamado regime de afetação – regime da maioria dos empreendimentos, pelo qual cada prédio tem CNPJ próprio para proteger interesses dos compradores.

Sem o parágrafo, a multa será de 25% para todos os casos de devolução do imóvel. Assim, a penalidade ficará mais próxima de decisões recentes da Justiça que estabeleceram valor de 10% a 25% do valor pago à construtora.

A mudança terá impacto no bolso do consumidor. Para se ter uma ideia, é possível tomar como exemplo um edifício com apartamentos de dois quartos lançado recentemente em São Paulo. O empreendimento, com preços a partir de R$ 580 mil, fica pronto em 2021. Se o comprador assinar o contrato hoje e desistir do negócio um ano antes da entrega das chaves, terá pago R$ 101,5 mil com a soma da entrada, parcelas mensais e intermediárias. Pela regra aprovada na Câmara, a desistência geraria multa de R$ 50,7 mil. Com a mudança defendida pelo governo, o valor cai pela metade, para R$ 25,3 mil.

Suficiente

Um dos argumentos do governo é que o novo porcentual é suficiente para cobrir custos das empresas. Construtoras reconhecem que o valor cobre os gastos na maioria dos casos, mas desde que a multa seja apenas destinada à empresa e não pague despesas adicionais, como a corretagem do imóvel.

Para mudar o texto, existem duas possibilidades: que o Senado tire esse trecho do projeto ou que o presidente vete o parágrafo. As duas opções não exigem retorno do projeto à Câmara e permitem uma solução rápida. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não se opõe à derrubada do parágrafo.

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), confirmou a perspectiva de mudança. “Se o Senado entender que há necessidade, vamos adequar para que o assunto tenha um final feliz para todos”, disse, na terça-feira, 12, após reunião com representantes do setor imobiliário.

O presidente da Confederação Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), José Carlos Martins, disse que não solicitou alteração no texto e salientou que a prioridade é uma conclusão rápida desse processo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.