Quanto combustível um jato comercial consome por voo? – Economia


Avião da companhia japonesa ANA durante abastecimento (Divulgação)

Por Vinícius Casagrande

O combustível de aviação é um dos principais custos das companhias aéreas, além de causar problemas ambientais. Para cada viagem, são necessários milhares de litros de querosene de aviação. O Airbus A380, o maior avião de passageiros do mundo configurado, em média, para até 500 passageiros, por exemplo, pode levar até 320 mil litros de combustível, o que garante uma autonomia de 15 mil quilômetros.

No entanto, um avião não pode consumir todo o combustível durante um voo. As regras internacionais da aviação exigem que os aviões sejam abastecidos com combustível suficiente para chegar até o seu destino, ser desviado para um aeroporto de alternativa, voar por mais 45 minutos, pelo menos, em caso de necessidade e ainda pousar com um estoque de reserva de segurança dentro dos tanques.

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Os cálculos de consumo de combustível dos jatos comerciais são bastante complexos. Há diversas variáveis que influenciam, como o peso do avião (passageiros e carga a bordo), altitude de voo, temperatura do ar e velocidade. Um voo lotado de passageiros e cheio de bagagem precisa de mais combustível do que se o mesmo avião estivesse com menos carga a bordo.

Cálculo é feito em toneladas

No planejamento e durante os voos, todos os cálculos são feitos com base no peso do combustível. Conforme o avião sobe ou desce, a temperatura do ar se altera, o que muda também a densidade do combustível. Assim, o querosene de aviação também pode ganhar ou perder volume, mas o peso permanece o mesmo.

Como o fluxo de combustível que alimenta os motores do avião permanece sempre o mesmo, desde que mantida a mesma aceleração, os cálculos de acordo com o peso do combustível são mais precisos.

Na hora de calcular a quantidade de combustível necessária para um voo, os técnicos das companhias aéreas, chamados despachantes operacionais de voo (DOV), levam todas essas questões em consideração.

Caminhão faz a ligação entre os dutos dos aeroportos até o tanque dos aviões (Divulgação)

Mas quanto combustível um avião gasta?

O blog utilizou programas e sites de planejamento de voo para fazer cálculos aproximados do consumo de combustível de diversos modelos de avião. O peso do combustível foi convertido de quilos para litros usando a taxa de densidade padrão de 0,8. A conta não pode ser considerada 100% precisa por causa dessas diversas variáveis, mas se aproxima da realidade.

Em uma viagem entre os aeroportos de Guarulhos (SP) e Brasília (DF), por exemplo, um Airbus A320 pode consumir aproximadamente 3.000 litros de querosene de aviação. Considerando que o A320 pode levar até 180 passageiros, o consumo é de 16,6 litros por pessoa.

Se a mesma viagem fosse feita de carro, um veículo econômico, com consumo de 15 km/l, gastaria cerca 67 litros para percorrer os 1.000 quilômetros que separam as duas cidades. Levando quatro passageiros a bordo, o consumo por pessoa na mesma viagem seria de 16,75 litros por pessoa, praticamente o mesmo gasto por passageiro do avião.

Para ter uma ideia de como o peso influencia no consumo de combustível do avião, um Airbus A380 vazio gastaria aproximadamente 113 mil litros de combustível na rota entre São Paulo e Paris (França). Com 470 passageiros a bordo e sem nenhuma bagagem, o consumo subiria para cerca de 130 mil litros de combustível, ou 15% a mais. Seriam 276 litros por passageiro.

Na mesma rota entre São Paulo e Paris, um Boeing 777-200 com 370 passageiros a bordo gastaria cerca de 60 mil litros de combustível, ou 162 litros para cada passageiro.

Aviões diferentes apresentam consumo diferente. Mesmo um avião menor pode, eventualmente, gastar mais combustível que um maior. Para isso, é preciso levar em conta fatores aerodinâmicos do projeto, motor utilizado e até os materiais usados na fabricação do modelo.

Veja outros exemplos de consumo aproximado de combustível dos aviões:

São Paulo – Nova York (EUA)
Boeing 787-8 (330 passageiros): 40 mil litros
Boeing 767-300 (290 passageiros): 43 mil litros
Airbus A350-900 (315 passageiros): 45 mil litros
Airbus A330-200 (290 passageiros): 47 mil litros

Rio de Janeiro – Paris (França)
Boeing 777-200 (320 passageiros): 60 mil litros
Boeing 747-8 (460 passageiros): 93 mil litros
Airbus A380-800 (470 passageiros): 117 mil litros

São Paulo – Salvador (BA)
Embraer E195 (120 passageiros): 3.500 litros
Airbus A320-200 (180 passageiros): 4.200 litros
Boeing 737-800 (184 passageiros): 4.500 litros

São Paulo (Congonhas) – Rio de Janeiro (Santos Dumont)
Embraer E195 (120 passageiros): 1.000 litros
Airbus A320-200 (180 passageiros): 1.400 litros
Boeing 737-800 (184 passageiros): 1.550 litros

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Quanto maiores ficam as criptomoedas, pior é sua performance, diz BIS – Notícias


LONDRES (Reuters) – Criptomoedas não são escaláveis e têm mais chance de sofrer uma quebra de confiança e eficiência quanto maior o número de pessoas usando elas, disse o Banco de Compensações Internacionais (BIS) neste domingo, em seu mais recente alerta sobre o avanço de moedas virtuais.

Para que qualquer tipo de dinheiro funcione em diferentes redes, é preciso confiança na estabilidade de seu valor e em sua habilidade de escalar eficientemente, disse o BIS, um grupo guarda-chuva para os bancos centrais do mundo, em seu relatório anual.

Mas a confiança pode desaparecer instantaneamente por causa da fragilidade de redes descentralizadas das quais dependem as criptomoedas, disse o BIS.

Essas redes também são propensas a congestionamento à medida que ficam maiores, de acordo com o BIS, que citou as altas taxas de transação da moeda digital mais conhecida, o bitcoin, e o limitado número de transações por segundo com que eles podem lidar.

“A confiança pode evaporar a qualquer momento, por causa da fragilidade do consenso descentralizado por meio do qual as transações são registradas”, disse o grupo baseado na Suíça em seu relatório.

“Isso não apenas coloca em xeque a finalidade de pagamentos individuais, também significa que a criptomoeda pode simplesmente parar de funcionar, resultando em completa perda de valor.”

O chefe de pesquisa do BIS, Hyun Song Shin, disse que dinheiro soberano tem valor porque possui usuários, mas muitas pessoas possuem criptomoedas puramente por razões especulativas.

“Sem usuários, seria simplesmente um token sem valor. Isso é verdade no caso de ser um pedaço de papel com um rosto ou um token digital”, disse ele, comparando moedas virtuais a cartões de baseball ou Tamagotchi.

Nenhum banco central emitiu moeda digital, embora o Riksbank na Suécia, onde o uso de dinheiro vivo caiu, esteja estudando uma e-krona para uso em pequenos pagamentos.

O BIS também disse em seu relatório anual que uma regulação efetiva de moedas digitais precisaria ser global, mirando tanto instituições financeiras reguladas como também empresas oferecendo serviços relacionados às criptomoedas.

(Por Tommy Wilkes)

((Tradução Redação São Paulo, 55 11 5644 7757))

REUTERS ID

Quanto maiores ficam as criptomoedas, pior é sua performance, diz BIS – 17/06/2018 – Mercado


Criptomoedas não são escaláveis e têm mais chance de sofrer uma quebra de confiança e eficiência quanto maior o número de pessoas usando elas, disse o BIS (Banco de Compensações Internacionais) neste domingo, em seu mais recente alerta sobre o avanço de moedas virtuais.

Para que qualquer tipo de dinheiro funcione em diferentes redes, é preciso confiança na estabilidade de seu valor e em sua habilidade de escalar eficientemente, disse o BIS, um grupo guarda-chuva para os bancos centrais do mundo, em seu relatório anual.

Mas a confiança pode desaparecer instantaneamente por causa da fragilidade de redes descentralizadas das quais dependem as criptomoedas, disse o BIS.

Essas redes também são propensas a congestionamento à medida que ficam maiores, de acordo com o BIS, que citou as altas taxas de transação da moeda digital mais conhecida, o bitcoin, e o limitado número de transações por segundo com que eles podem lidar.

“A confiança pode evaporar a qualquer momento, por causa da fragilidade do consenso descentralizado por meio do qual as transações são registradas”, disse o grupo baseado na Suíça em seu relatório.

“Isso não apenas coloca em xeque a finalidade de pagamentos individuais, também significa que a criptomoeda pode simplesmente parar de funcionar, resultando em completa perda de valor.”

O chefe de pesquisa do BIS, Hyun Song Shin, disse que dinheiro soberano tem valor porque possui usuários, mas muitas pessoas possuem criptomoedas puramente por razões especulativas.

“Sem usuários, seria simplesmente um token sem valor. Isso é verdade no caso de ser um pedaço de papel com um rosto ou um token digital”, disse ele, comparando moedas virtuais a cartões de baseball ou Tamagotchi.

Nenhum banco central emitiu moeda digital, embora o Riksbank na Suécia, onde o uso de dinheiro vivo caiu, esteja estudando uma e-krona para uso em pequenos pagamentos.

O BIS também disse em seu relatório anual que uma regulação efetiva de moedas digitais precisaria ser global, mirando tanto instituições financeiras reguladas como também empresas oferecendo serviços relacionados às criptomoedas.

Em busca do tesouro? Quanto mais difícil a aventura, maior valor ele tem.


Assistimos a uma queda que tange há mais de 10% de queda, nos levando ao patamar de preço do início de abril, nos colocando novamente no canal de queda que estamos desde o início de maio.

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Fonte: Coinmarketcap

E sempre nesses momentos marcantes, a angústia do mercado especulativo, leva a teorizações e a mais uma morte do bitcoin, acredito que poucos personagens culturais morreram tanto, nem o gato chega perto, nem os super heróis dos quadrinhos.

Sabemos que o mercados de ativo é totalmente dependente ainda do valor do bitcoin, que deveria funcionar como um volatilidade, já que sabemos o valor das blockchains e de suas aplicações, o crescimento contínuo, as tecnologias ainda muitas a ser funcionantes, mas muitas já funcionando, os governos mais receptivos.

E especular, na utopia de que o mercado descentralizado existe sem o poder do preço e do dinheiro, quem governa o mundo é o dinheiro, não seria diferente aqui, por mais que o sonho de Satoshi fosse o meu também.

E nos encontramos em um mercado sem lei, o que desencoraja grandes investidores, que não tem porque correr risco, enquanto possuem hedges bem mais consistentes e rentáveis, com muito menor risco.

Afinal, quem perde dinheiro em mercado especulativo, são em grande maioria, os aventureiros, os mesmos que estão aqui se aventurando na possibilidade, de assim como perde-se, poder ganhar muito.

E é por isso que não se deve alocar o grande capital individual no alto risco, já que o alto risco é a possibilidade de perder.

Enquanto isso, estamos diante de um cenário de curto prazo, onde os que não entendem a temporalidade do mercado, vendem seus ativos na iminência da perda, e os que entendem, aprendem a ganhar com a perda, ou mesmo aprender a perder menos.

De qualquer forma, sou também um aventureiro, com gosto, navegando no alto risco do mercado de ativos, e cada vez mais fascinado com o valor da rede, e a proporção de que pode chegar.

Mesmo que seja contra o racional, que opera em grande parte, e deve, para não perdermos o que não temos, a intuição, com a interpretação, o conhecimento, nos leva a caminhar tranquilos, quando sabemos utilizar o racional junto a interpretação.

O preço do bitcoin é alto, então as tendências de altas e baixas nesse mercado volátil tendem a ter muitos ganhos, e muitas perdas. Não se deve esquecer de deixar as ordens de stop, que evitam maior perda, levando em conta, novamente enfatizo, a volatilidade desse mercado.

Quem está investindo no steem, claro que amargura o retorno a curto a passos lentos, e se pensa no curto é para amargurar, não faz sentido investir no steem a curto prazo, já que o SP, tem um tempo longo de retirada, e mesmo assim sempre percorre a história que vemos com o bitcoin, a morte anseia a angústia do homem.

Que logo em pensamento, e por vezes em ato, mata o que tiver que matar, seja para benefício, seja pela sobrevivência, quanto mais instintivos e imaturos, mais agimos impulsivamente, e é onde os traders experientes ganham.

Eu confesso com certo ar de acredito que todos deveriam fazer isso, sigo recomendações de analistas diferentes, que acredito serem muito bons no que fazem, já que não vivo disso, e utilizo as argumentações para aprender a interpretar junto ao saber que adquiro dos meus estudos e vida.

Quem sabe um dia possa viver. Como trouxe ontem a vida nos ensina a cada momento, é só estar disposto a aprender, todos nós somos capazes de aprender.

Estou tranquilo, se o dinheiro que está aqui estivesse em bitcoin, teria perdido muito mais, e até mais tranquilo, o mercado está em promoção há um tempo, agora mais ainda, e quem quiser me vender só entrar em contato no discord, compro ativos diferentes, e trabalho com conta itaú e santander, postarei um protocolo para [1].” class=”glossaryLink ” target=”_blank”>P2P futuramente, para ficar mais claro.

Enquanto isso, vou me organizando, preparando estratégias, ouvindo especialistas, e lendo tudo que o tempo permite ler, sem nenhuma angústia em relação ao valor do mercado que me aventuro aqui, claro que estaria mais feliz com os preços lá no alto, mas fico também com os preços lá em baixo.

Ainda tenho que me posicionar melhor para as altas, e me posicionar melhor nas quedas, mesmo que nessa queda esteja melhor posicionado.

Esses dias vi uma entrevista de um grande investidor, que saber ganhar é o mais fácil, e saber perder que é o mais difícil. E quando o mercado cai assim, perdemos, podemos perder momentaneamente, ou podemos perder como ansiosos que vendem tudo na angústia da morte, e efetivamente perdem o valor aplicado.

Lembro que o real está bem desvalorizado, e que o steem e SBD estão dando um banho nele. É hora de capitalizar!

E hoje escrevo aqui, tranquilo como um grilo, esperando até onde vai cair, sabendo que vamos subir, sem saber quando, mas quando subir, podemos ganhar no curto, mas no longo prazo, quando subir mesmo, isso sim nos fará ver que ser aventureiro e nos arriscarmos nessas aventuras, chegaremos ao verdadeiro prêmio, e assim o tesouro terá seu real valor, e tenho certeza que será recompensador.

Até mais! Obrigado pela leitura!

Obs: Esse é um texto de opinião, e não recomendação de investimento.

(Matheus ggr)

Fonte: https://steemit.com/pt/@matheusggr/investimentos-3-em-busca-do-tesouro-quanto-mais-dificil-a-aventura-maior-valor-ele-tem

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Evite ICOs Fraudulentos | Por que não é tão difícil quanto parece!


 Evitar ICOs fraudulentos

O advento da tecnologia blockchain trouxe consigo alguns novos avanços, sendo um deles o surgimento de ofertas iniciais de moedas (ICOs). Esse mecanismo inovador de financiamento de capital tem consequências poderosas, por exemplo, as OICs estão desafiando a visão comumente aceita de que investir em promissoras start-ups em estágio inicial é um direito reservado exclusivamente para fundos de capital de risco ou indivíduos com patrimônio líquido elevado. Apesar da imensa promessa que essa nova ferramenta de captação de recursos possui, sua imaturidade resultou em atos fraudulentos que são uma mancha nos objetivos gerais da comunidade de criptomoeda. Assim, evitando tal atividade enganosa é uma obrigação.

Confira as 3 melhores maneiras de evitar fraudulentas ICOs

1. Tendo a mentalidade certa

O primeiro passo para evitar as ICO fraudulentas é entrar neste subconjunto da comunidade com a mentalidade correta. As ICOs são retratadas como um mecanismo que pode resultar em riqueza instantânea. No entanto, a primeira pergunta que se deve fazer não é: “quanto retorno sobre o investimento uma OIC pode produzir?”, Mas: “O que este projeto está tentando fazer e é viável?”. O problema de se concentrar apenas no elemento monetário é que ele pode cegar os óbvios sinais de alerta de que uma OIC é fraudulenta. É por isso que, mesmo depois de documentados golpes de alto perfil da OIC, os indivíduos ainda são vítimas dos futuros. Assim, o primeiro passo para evitar a OIC fraudulenta, na realidade, começa com o indivíduo

. Determinar a viabilidade do projeto

Conforme mencionado no parágrafo anterior, o primeiro curso de ação que se deve empreender quando se pretende envolver-se em uma OIC é determinar a viabilidade do projeto. O problema que o projeto procura resolver é realmente um problema que precisa ser resolvido? Em caso afirmativo, o whitepaper explica bem, em detalhes, as soluções técnicas para o problema? Um sinal de que um ICO é provavelmente fraudulento é um white paper que é composto principalmente de chavões. Em vez de discussão técnica é um white paper que não tem clareza e define metas irrealistas que são desprovidas da realidade afiada que vem com sucesso trazendo uma idéia para o mercado. Além disso, não terceirize a responsabilidade de determinar a viabilidade de um projeto da OIC. Uma classificação de cinco estrelas de uma OIC não deve influenciar sua decisão de investimento, que deve ser deixada apenas para a pesquisa que você mesmo realizou.

3. Encontre Projetos com Protótipos de Trabalho

A melhor maneira de garantir que um não esteja sujeito a uma OIC fraudulenta é investir apenas em projetos com um protótipo funcional. A concepção prevalecente no mercado de ICO parece ser a de que os investidores devem implantar seu capital em um projeto prospectivo da OIC e, em seguida, a equipe se esforçará para construir o que está declarado em seu informe oficial. Isto está errado. Antes mesmo de conduzir uma OIC, deve haver evidências de que uma ideia declarada possa funcionar. No campo do capitalismo de risco, antes que qualquer start-up inicial receba financiamento, os investidores garantem que, até certo ponto, uma ideia possa realmente funcionar. Ele serve como um indicador quanto ao potencial de sucesso futuro do projeto. Por exemplo, AirBnB não recebeu financiamento com base em sua crença de que o aluguel de casas poderia funcionar. Em vez disso, os fundadores tiveram que provar primeiro que as pessoas estavam dispostas a alugar suas casas em alguma escala.

Desenvolvimento futuro de ICOs

Para concluir, as ICOs tiveram um impacto significativo na forma como o financiamento de capital é visto, tirando-o efetivamente das mãos de poucos e colocando-o nas mãos de muitos. Eles também mudaram as estruturas de incentivo de rede que são incorporadas por criptomoedas como o Bitcoin. Na rede Bitcoin, por exemplo, há um claro incentivo para dedicar recursos de computação em troca de bitcoins na forma de uma recompensa em bloco. Você também tem eventos de redução de bits do Bitcoin que incentivam a valorização do Bitcoin por meio da escassez. Isso está em contraste com alguns projetos da OIC, em que o único papel que os tokens subjacentes realmente servem é como um ativo especulativo, apesar do fato de que os projetos argumentarão que eles são "tokens de utilidade". Vender esses tokens para levantar capital pode acabar sendo prejudicial. Porque os indivíduos com os tokens não estão realmente interessados ​​em usá-los em primeiro lugar, pois estão mais interessados ​​em obter lucro. No entanto, o que é importante lembrar é que as OICs são uma maneira extremamente nova de levantar capital, não há dúvida de que continuaremos a ver mudanças significativas em sua estrutura avançando.

Imagem destacada: depositphotos / peshkova

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Ataque de 51%: Quanto Custa Atacar o Bitcoin e Outras Criptomoedas?


Marco Verch/Flickr

Ataques do tipo 51% ou Gasto Duplo começam a se tornar mais frequentes em redes de blockchain, especialmente nas usadas para validar transferências de criptomoedas pequenas. Recentemente, o Bitcoin Gold sofreu ataques que levaram à perda do equivalente a US$ 18 milhões. Operadores de Verge e Monacoin também foram roubados.

A ameaça é especialmente grave para investidores de Ofertas Iniciais de Moeda (ICO, em inglês), que aplicam capital em iniciativas de criação de tokens buscando lucrar com sua valorização futura.

Mas, afinal, como funciona um ataque de 51%, e quais criptomoedas são mais vulneráveis?

O poder do blockchain

Para compreender a resposta, primeiro é necessário entender um pouco sobre como funcionam redes de blockchain.

Criptomoedas nada mais são do que pacotes de informação – ou blocos – que são enviados de um lugar para o outro. Esses blocos são divisíveis e transferíveis. Como qualquer informação digital, as criptomoedas necessitam de computadores com processadores potentes para analisar os bytes e realizar as operações pedidas.

Ao contrário do dinheiro digitalizado e emitido por bancos centrais, que são processados em grandes centros de computadores, os blocos de criptomoedas podem passar por praticamente qualquer computador caseiro ligado à rede de blockchain.

Mineradores

Cada transação de uma carteira digital a outra envolve milhares de computadores ligados entre si, chamados mineradores, cada um processando uma parte do bloco de informações emitido. Deixar um computador na capacidade máxima de processamento, entretanto, gera altos custos de energia.

Por isso, todas as redes de blockchain são criadas de forma a criarem novos blocos conforme as criptomoedas são transferidas. Esses novos blocos criados são distribuídos automaticamente para os mineradores proporcionalmente à sua contribuição nas transações.

Apesar de pequenas, as remunerações valem a pena em regiões de baixo preço de energia. É cada vez mais comum grandes mineradores investirem em vários processadores que ocupam salas inteiras.

As redes de blockchain, porém, por conectarem todos os dados de uma vez, impedem que o mesmo bloco de informações seja tranferido e mantido no local de origem simultaneamente. Não há cópias: cada unidade de criptomoeda é única e, portanto, escassa. É isso que lhe confere seu valor como meio de troca.

Acúmulo de poder

É nisso que se baseiam os ataques de 51%. Quando alguém detém a maioria da capacidade de processamento de uma rede de blockchain, ele se torna capaz de fazer transações, lucrar com elas, e ainda manter unidades da criptomoeda consigo, como se o dinheiro fosse quase infinito, à custa de quem fez a transação.

Ataques de 51% não burlam as regras do blockchain, mas as seguem à risca. Os ataques recentes a diversas altcoins aconteceram com usuários que detiam mais de 51% da rede. Eles enviaram remessas de criptomoedas para exchanges e receberam de volta outra criptomoeda, mas, fora da rede, criavam cópias idênticas das moedas que haviam enviado.

Quando conectavam suas cópias à rede, o blockchain, que não permite repetições de moedas, automaticamente excluía a versão do bloco enviada à exchange, fazendo-a arcar com o prejuízo, enquanto os hackers permanecem com o lucro do câmbio e mantêm consigo a unidade da criptomoeda, podendo usá-la quantas vezes quiser sem perdê-la.

O investimento de um hacker para conseguir ter domínio sobre a rede pode custar milhões de dólares em processadores, refrigeração e energia. O lucro obtido em usar as mesmas unidades da moeda de forma indiscriminada, porém, pode mais que compensar os gastos.

Risco maior para ICOs

Os tokens de ICOs, ou criptomoedas iniciantes, são justamente as mais vulneráveis a esse tipo de ataque. Primeiro, pela quantidade menor de mecanismos de defesa de suas redes. Além disso, como as conexões são menores, é relativamente mais fácil adquirir a maioria do poder de mineração dos blocos.

As leis do mercado oferecem alguns freios à prática do 51%. Se o poder de processamento de rede estiver na mão de um só, o risco de hacker é tão alto que a criptomoeda corre risco de perder valor, como explica João Ferreira. Além disso, as exchanges podem passar a recusar transações com a mesma criptografia usada anteriormente de forma fraudulenta.

Quanto custa para realizar um ataque?

O site crypto51 fez uma tabela listando o custo necessário para realizar 1 hora de ataque em diversas criptomoedas.

De acordo com eles, o site destina-se a mostrar o risco de ataques de 51% a criptomoedas menores. Não se destina a incentivar ou ajudar a completar um ataque, mas sim a fazer com que as pessoas falem sobre o problema e as possíveis soluções.

Para realizar uma hora de ataque no bitcoin, por exemplo, seria necessário US$ 698 mil, enquanto no Bytecoin, apenas US$ 850. A lista completa pode ser encontrada no site deles.

Leia também: BitcoinTrade Inicia Negociação de Litecoin e faz Outras Melhorias

 

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Vai brincar no Carnaval? Veja quanto é o imposto de camisinha e caipirinha – Notícias


  • Reprodução/YouTube

Brincar o Carnaval, como tudo o mais que envolve consumo, tem o custo bem elevado pelos impostos. Levantamento encomendado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) ao Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) mostra que as bebidas, como a caipirinha (76,66%), lideram o ranking dos impostos. A camisinha, por outro lado, tem uma incidência bem menor: 18,75%.

Confete e serpentina pagam 43,83% de impostos. Veja a porcentagem de impostos em alguns produtos típicos da época:

  • Caipirinha (76,66%)
  • Chope (62,20%)
  • Cerveja (55,60%)
  • Refrigerante em garrafa (46,47%)
  • Colar havaiano (45,96%)
  • Refrigerante em lata (44,55%)
  • Máscara de plástico (43,93%)
  • Confete/serpentina (43,83%)
  • Hospedagem em hotel (29,56%)
  • Passagem aérea (22,32%)
  • Camisinha (18,75%)

“O ICMS e o IPI são os impostos que mais pesam sobre as bebidas. Em contrapartida, a alta do consumo desses produtos é o que movimenta as vendas de bares, restaurantes e lanchonetes”, diz Marcel Solimeo, superintendente institucional da Associação Comercial, em nota distribuída à imprensa.

“O Carnaval impacta pouco o varejo tradicional paulistano, pois o consumo concentra-se na aquisição de itens de menor valor. Além disso, fevereiro já é um mês mais fraco para o comércio por ter menos dias úteis. Por outro lado, o Carnaval pode beneficiar o setor de serviços”, afirma.

O superintendente institucional da ACSP declara que a tributação geral dos produtos no Brasil é alta, “o que emperra a elevação do poder de compra e a engrenagem da economia”.