Eu não entendo o bitcoin | Blockchain Público vs Privado




Palestra proferida no evento Blockchain Forum de Porto Alegre no dia 07 de junho de 2018. Eu não entendo o bitcoin, segurança pela descentralização e a …

Concurso Público para Juiz tem Prova com Questão Sobre Bitcoin


(Foto: Pixabay)

Um concurso público para vagas de Juiz Federal no Tribunal Regional Federal da 3ª Região, que abrange as comarcas de São Paulo e Mato Grosso do Sul, teve uma questão sobre a atual situação legal do Bitcoin. A prova foi aplicada no domingo (10) e alguns dos concurseiros foram postaram imagens da pergunta nas redes sociais.

Nas alternativas da questão 57 da prova, pergunta-se se o Bitcoin é moeda eletrônica; se as empresas que operam com a criptomoeda são autorizadas pelo Banco Central; se se trata de um valor imobiliário ou se o criptoativo não é regulado pelo Bacen.

De acordo com o gabarito, a resposta correta é a alternativa B, dizendo que o Bitcoin não é regulado pelo Banco Central. Entretanto, isso não é sinônimo de ilegalidade a maioria das exchanges brasileiras possui cadastro de CNPJ. A falta de regulamentação apenas indica que, no Brasil, não há legislação específica sobre o tema.

Segundo o edital do concurso, a prova é a primeira fase do processo seletivo para preencher 107 vagas de Juiz Federal no TRF 3, sendo cinco destinadas a pessoas com deficiência e 21 a pessoas autodeclaradas negras e pardas.

Para concorrer ao cargo é preciso ser bacharel em Direito há três anos, no mínimo, por instituição de ensino superior, oficial ou reconhecida, com diploma registrado na forma da lei, além de não ter nenhum antecedente criminal.

A segunda fase da prova é escrita e está marcada para os dias 12 e 14 de outubro. O último concurso aberto pela entidade estatal foi aberto em 2015.

Quem for aprovado ganhará em torno de R$27 mil, mais benefícios.

Leia também: Análise Técnica Bitcoin 13/06/18 – Próximos Alvos do Preço

 

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BANKEX divulga o primeiro sistema de água potável com acesso público baseado em blockchain no Quênia



Muito além do mercado de criptomoedas e outros aplicativos de negócios, a tecnologia blockchain é a chave para resolver vários problemas persistentes em todo o mundo atualmente. O BANKEX está aproveitando o poder da tecnologia blockchain para oferecer soluções para o problema global de escassez de água limpa. A Água Global de Escassez de Água Limpa cobre 70% da terra. No entanto, apenas cerca de três por cento desse volume está apto para consumo humano sem a necessidade de processos de purificação abrangentes. A maior parte de
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Fiasco total: empresa brasileira faz “desafio” com atores da Globo e confunde público


Na data de hoje (10/06), tivemos no Brasil um evento online bastante divulgado a respeito de criptomoedas cujo objetivo, aparentemente, era popularizar o conhecimento e o investimento em Bitcoin e criptomoedas em nosso país.

O evento foi promovido por uma controversa empresa do mercado, que segundo informações em seu próprio website, supostamente já teria mais de 240 mil usuários e mais de 30 milhões de dólares investidos em sua plataforma.

Ela promete a realização de arbitragem e negociação de bitcoins através de um “robô de alta frequência” (sabe Deus o que isso significa). Segundo dados oferecidos pelo site oficial da iniciativa, o tal robô oferece uma espécie de retorno garantido ao investidor que deixa seus bitcoins com a empresa, mas ao mesmo tempo a porcentagem do retorno oferecida no site é bem mais baixa que a média produzida por traders de carne e osso que são relativamente experientes e competentes nesse mercado.

O evento ao vivo ocorreu dentro do horário programado, mas foi apresentado de tal forma que, ao final, provavelmente mais confundiu do que esclareceu qualquer pessoa que tenha tido o desejo de conhecer realmente as criptomoedas. Lembrando que a ideia toda era que através do “desafio” novos investidores pudessem ser capazes de tomar uma decisão de investimento minimamente bem formada diante de um mercado de alto risco.

Os principais chamarizes de todo o movimento eram os atores globais, prêmios vultuosos em bitcoin, além de ampla divulgação e marketing, mas ainda assim os números, provavelmente, não foram animadores para os organizadores. Poucas milhares de visualizações no Facebook e no Youtube marcaram o programa, cujo conteúdo foi marcado por erros primários, gafes, desorganização e praticamente nenhuma informação de qualidade sobre a tecnologia, história ou a forma de uso/investimento das criptomoedas na atualidade.

Aproveitando a movimentação em torno da questão como um todo no dia de hoje, o Guia do Bitcoin aproveita para chamar a atenção da comunidade de criptomoedas no Brasil a algumas questões que não devem ser ignoradas, em nossa visão. Nosso objetivo em assim agir não é a de pré-julgar intenções ou ações da empresa, mas oferecer claramente algumas perguntas formuladas também por nossos leitores que contextualizem a necessidade de respostas mais transparentes e claras, valores essenciais para uma comunidade construída sob o fundamento da tecnologia da “blockchain”.

O ecossistema das criptomoedas é novo, controverso em função de seu potencial disruptivo e bastante pautado em princípios como transparência e segurança da informação. Diante disso, a empresa responsável pelo evento poderia trazer a público alguns esclarecimentos, que não implicam em segredo industrial ou comercial:

  1. Quando haverá uma auditoria externa, confiável e pública das contas da empresa e das provas de realização de arbitragem?
  2.  A empresa diz ter mais de 30 milhões de dólares investidos (e supostamente sendo negociados) na plataforma. Isso a tornaria uma das maiores empresas do mundo nesse segmento. Tais números estão exagerados ou representam a realidade?
  3. De onde vem o lucro da empresa, que presumimos ser muito grande dada a quantia de dinheiro necessária para se realizar um evento do porte como o de hoje, se a margem de ganho na arbitragem é geralmente bem pequena?
  4. Por que um dos responsáveis pela empresa apagou comentários de pessoas que questionavam a necessidade de uma auditoria no negócio em um post no facebook?

Além de tais perguntas, no site oficial da empresa consta a informação de que até hoje o algoritmo da empresa “nunca teve prejuízo”. Consultamos o Escola do Bitcoin, Rafael Motta, para dar um parecer técnico sobre a informação:

“É importante não confundir “nunca ter tido prejuízo” com nunca ter perdido”. Durante operações de alto risco, ganhos e perdas são frequentes. O objetivo de qualquer operador, é claro, é garantir que os acertos sejam mais substanciais e constantes que os erros. O problema da declaração da empresa é justamente a falta de transparência no que se refere à comprovação do que eles afirmam, motivo pelo qual há uma enorme quantidade de usuários exigindo uma auditoria ampla e honesta para confirmar, inclusive, se a startup de fato opera com arbitragem”, disse ao Guia do Bitcoin.

Um representante da empresa falou em um prazo de 90 dias para uma auditoria financeira e contábil a ser realizada pela empresa Grant Thornton, e que, após essa consultoria, seria divulgada uma informação oficial pela empresa em até 30 dias. Ou seja: lá se vão 120 dias para uma simples pergunta: de onde vem, exatamente, os lucros da empresa?

O CMO da empresa foi questionado por que a forma como o projeto foi desenhado não garante por si só verdadeira transparência sobre as metodologias da empresa, tendo a mesma de apelar à contratação de uma empresa terceirizada para realizar a auditoria, assim como o Tether. No entanto, ele se recusou a prestar maiores esclarecimentos.

Essas questões são importantes e não devem ser tratadas com paliativos. O Guia do Bitcoin está aqui para informar e a nossa lição com este post é: abra os olhos e desconfie de qualquer promessa de “rendimento” em um mercado extremamente volátil e novo como o das criptomoedas. Se eles dizem ter 30 milhões de dólares investidos, de onde vem tanto volume para arbitragem se uma das maiores exchanges de Bitcon do mundo negociou apenas 40 milhões de dólares nas últimas 24 horas?

Conselho

Invista seu dinheiro sabendo que o mercado de criptomoedas é um mercado de alto risco e que sim, há chances de ter prejuízo. No entanto, não depender de terceiros para operar ou realizar arbitragem pode ser muito mais lucrativo:

“Apenas na data de hoje, houve uma oportunidade de arbitragem com lucratividade aproximada de 9,5%. Isso representa o dobro do que fora supostamente executado pelo “robô de alta frequência” da empresa. Aprendendo a fazer arbitragem e a operar por conta própria e com qualidade, você certamente terá oportunidades de proporções quânticas para aproveitar”, afirma Rafael Motta.

Equipe do Guia do Bitcoin

OBS: no desafio do investidor, escolhemos o #TimeAuditoria

Canadá: Reguladores aprovam primeira ETF do Bitcoin

Após extensos testes internos, a Harvest Portfolios recebeu a aprovação para emitir o primeiro Fundo Exchange Traded (ETF) baseado em Blockchain, conforme relatado em um comunicado de imprensa em 1º…


Gov’t belga lança site para avisar o público sobre fraudes, riscos em criptomoeda


Autoridades belgas lançaram um site para aumentar a conscientização sobre os riscos associados a investimentos em cripto, anunciou a FPS Economy (FPS) em uma declaração pública em 5 de junho.

O FPS notou o aumento acentuado no interesse em investimentos em criptografia, o que eles disseram “faz com que muito mais pessoas sejam enganadas”. Segundo o comunicado, investidores belgas relataram a perda de € 2,2 mi (US $ 2,5 milhões) em fraudes de cripto para o FPS ano passado. O FPS disse que isso é “apenas a ponta do iceberg”, já que apenas 4% dos casos de fraude criptográfica são reportados. Segundo suas estimativas, os investidores na Bélgica perdem cerca de 130 milhões de euros (US $ 152 milhões) para fraudar projetos de cripto por ano.

O site “Bom demais para ser verdade” da FPS Economy e da Autoridade Federal de Serviços e Mercados (FSMA) alerta o público sobre os riscos do investimento criptográfico, enfatizando que os fraudadores de criptomoedas geralmente “prometem grandes lucros” e “geralmente parecem confiáveis”. incentiva os potenciais investidores cripto a verificar cuidadosamente os detalhes dos projetos antes de investir, bem como a ser “cautelosos ao pagar on-line com criptomoedas”.

O site oferece um portal com o qual os usuários podem relatar instâncias de empresas scammy, além de um scanner que faz a varredura de sites por reclamações de fraude.

O site alega que “a ausência de [um] aviso sobre uma empresa” após a verificação não significa necessariamente que o projeto de cripto tem uma “licença válida”, e que isso pode exigir mais consideração. O site diz que as empresas às vezes mudam seus nomes para evitar aparecer em listas de projetos fraudulentos ou fraudulentos.

No mês passado, o Departamento de Educação e Defesa dos Investidores da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) lançou um site falso de oferta inicial de moedas (ICO) para aumentar a conscientização sobre os sinais típicos de esquemas fraudulentos e promover a educação dos investidores. O site dos chamados “HowieCoins” incluía detalhes arquetípicos de uma fraude da OIC, incluindo um papel branco indistinto e embaçado, garantia de devoluções e endosso de celebridades.



Pioneira no Brasil, Teresina vai Usar Blockchain para Gestão do Transporte Público


Prefeitura de Teresina quer usar Blockchain para gerir o transporte público municipal.
(Foto: Renato Bezerra/ASCOM)

Os usos do Blockchain ainda são incertos, mas já existem tentativas de aplicação até mesmo em políticas públicas. A cidade de Teresina, capital do Estado do Piauí, anunciou que vai empregar essa tecnologia para administrar o transporte público municipal.

O projeto, considerado pioneiro no mundo, é promovido pela Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (Semplan) e pela Agenda 2030.

O objetivo é usar o Blockchain para armazenar todas as informações relativas ao transporte público, como relatórios de viagem, ordens de serviço, entre outros registros.

“A administração municipal já faz esse monitoramento, mas buscamos algo mais tecnologicamente evoluído. Então elaboramos uma proposta que pudesse melhorar o transporte público na sua gestão”, ressaltou a coordenadora da Agenda 2030 em Teresina, Gabriela Uchoa, para o site da prefeitura da cidade.

A ação conta com apoio ainda da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito, da Organização dos Estados Americanos (OEA), por meio de sua Escola de Governo Aberto, e da Fundação Hyperledger, focada no desenvolvimento de projetos de Blockchain.

Com o projeto, Teresina será a cidade pioneira no uso do Blockchain para gestão do transporte público. “A ideia é que se crie um comitê de co-gestão e monitoramento desses dados e validação deles e toda essa parte de funcionamento que envolve o transporte coletivo seja monitorado através do sistema Blockchain”, completa Gabriela.

Apesar dos planos, ainda não há uma data prevista para que a ação comece a ser testada na prática no transporte público da capital piauiense.

Múltiplas possibilidades do Blockchain

Além de Teresina, outros governos mundo afora têm estudado formas de empregar a tecnologia para aperfeiçoar as políticas públicas.

Um caso emblemático é o da Estônia, ex-república soviética que entrou para a União Europeia em 2004 e que é chamada de “Nação Blockchain”, por ser uma das referências em estudos e aplicação dessa tecnologia.

O país usa o sistema para garantir a segurança de dados do governo, como registros médicos, legais e policiais. Tudo isso depois de ter sido alvo de um grande ataque cibernético, em 2007.

A edição de maio da revista Época Negócios trouxe um especial de 25 páginas sobre Blockchain e seus impactos na sociedade. Suas aplicações chegariam até mesmo aos sistemas político e jurídico, além dos usos já conhecidos no mercado financeiro e em políticas públicas.

Leia também: Brasil: Muitas Exchanges de Criptomoedas e Pouco Volume de Bitcoin

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Binance para John Mcafee: o livro público Blockchain refuta seu FUD



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75% do público que aposta em Self Storage são pessoas físicas


O self storage é uma solução que muitas empresas, e também pessoas físicas, encontraram para guardar seus pertences de forma prática e eficiente, tanto em relação à conservação quanto à segurança dos bens.

O sistema de auto-armazenagem funciona por meio do aluguel de boxes de vários tamanhos para pessoas que precisem guardar móveis, documentos, estoques, entre muitos outros objetos. É importante ressaltar que não é permitido guardar produtos que estraguem com facilidade, como alguns alimentos ou produtos que coloquem a estrutura física do local em risco.

Esses boxes podem ser alugados por tempo indeterminado. Quando o cliente não quiser mais utilizar, poderá desistir sem pagar nenhuma multa por isso, bem diferente do que acontece com contratos de aluguel, em que a multa existe e é bem pesada em alguns casos.

Pessoas físicas optam por esse tipo de solução no Brasil

Criado nos Estados Unidos, o self storage chegou ao Brasil no início dos anos 1990 e vem ganhando muito espaço por ser uma excelente solução para a falta de espaço.

Segundo Edouard Moreau, administrador da Storage Guarda-Tudo, empresa que atua há 20 anos no Brasil, sendo uma das pioneiras no país, 75% do público que opta por self storage são pessoas físicas. A cada dia que passa, as construções e apartamentos estão ficando menores e isso é um problema quando se tem muitos pertences.

“A locação de uma casa ou galpão apresenta custos muito altos para o cliente, já que além do aluguel, ele terá que arcar com custos que o self storage não tem, como luz, segurança, limpeza, etc. Por isso, a relação custo x benefício oferecida pelo self storage é incomparável.”, afirma Moreau.

Os self storages também são escolhidos por pessoas físicas que passam por algum tipo de reforma em sua casa, pessoas que mudam para uma residência menor e precisam de outro lugar para guardar móveis ou até mesmo pessoas que desejam mais espaço em casa para tornar-se hospedeiro do Airbnb.
A segurança é essencial para garantia desse resultado

A segurança que a empresa de self storage garante para seus clientes fez com que o seu público fosse composto, majoritariamente, por pessoas físicas. Mas empresas, lojas, e-commerces, escritórios de direito, arquitetura e contabilidade também são públicos cada vez mais frequentes e em franca expansão.

Os boxes que são alugados contam com uma estrutura feita de metal, são muito bem ventilados e arejados, proporcionando garantia de conservação para os pertences que estão guardados.

Além de toda essa estrutura física, as empresas que oferecem essa solução também contam com monitoramento de segurança que funciona 24 horas. Apenas a pessoa que alugou o box e pessoas autorizadas por ela conseguem ter acesso a ele, algo que nem mesmo a equipe de limpeza do estabelecimento possui.

A Storage Guarda-Tudo é a empresa ideal para quem guarda estoque, guarda documentos e qualquer outro bem. Com opções para todas as necessidades, as soluções da empresa são ideais para os mais variados públicos, além de proporcionar o melhor custo-benefício do mercado, pois seus boxes – além de econômicos, possuem 3m de altura, oferecendo assim mais m3 por m2.

Website: http://storageguardatudo.com.br/