Concurso Público para Juiz tem Prova com Questão Sobre Bitcoin


(Foto: Pixabay)

Um concurso público para vagas de Juiz Federal no Tribunal Regional Federal da 3ª Região, que abrange as comarcas de São Paulo e Mato Grosso do Sul, teve uma questão sobre a atual situação legal do Bitcoin. A prova foi aplicada no domingo (10) e alguns dos concurseiros foram postaram imagens da pergunta nas redes sociais.

Nas alternativas da questão 57 da prova, pergunta-se se o Bitcoin é moeda eletrônica; se as empresas que operam com a criptomoeda são autorizadas pelo Banco Central; se se trata de um valor imobiliário ou se o criptoativo não é regulado pelo Bacen.

De acordo com o gabarito, a resposta correta é a alternativa B, dizendo que o Bitcoin não é regulado pelo Banco Central. Entretanto, isso não é sinônimo de ilegalidade a maioria das exchanges brasileiras possui cadastro de CNPJ. A falta de regulamentação apenas indica que, no Brasil, não há legislação específica sobre o tema.

Segundo o edital do concurso, a prova é a primeira fase do processo seletivo para preencher 107 vagas de Juiz Federal no TRF 3, sendo cinco destinadas a pessoas com deficiência e 21 a pessoas autodeclaradas negras e pardas.

Para concorrer ao cargo é preciso ser bacharel em Direito há três anos, no mínimo, por instituição de ensino superior, oficial ou reconhecida, com diploma registrado na forma da lei, além de não ter nenhum antecedente criminal.

A segunda fase da prova é escrita e está marcada para os dias 12 e 14 de outubro. O último concurso aberto pela entidade estatal foi aberto em 2015.

Quem for aprovado ganhará em torno de R$27 mil, mais benefícios.

Leia também: Análise Técnica Bitcoin 13/06/18 – Próximos Alvos do Preço

 

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Bitcoin Core (BTCC): um Altcoin que prova um ponto – Ethereum World News (blog)



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Lançamento de prova de Merkle Tree da Zcoin busca trazer mineração mais justa


A Zcoin, um ativo focado em privacidade, está lançando uma versão funcional do MTP v1.2 (Merkle Tree Proof) – um algoritmo de prova de trabalho (PoW) resistente a ASIC – em seu testnet. O conglomerado chinês de mineração Bitmain anunciou recentemente o lançamento de um ASIC projetado para minerar a criptografia Zcash semelhante, baseada em privacidade, que levou a algumas preocupações no espaço de criptomoeda, e Zcoin está procurando oferecer segurança. Fundado em setembro de 2016, Zcoin foi construído para lidar com questões de descentralização e privacidade no blockchain. Também foi a primeira moeda a implementar o protocolo Zerocoin e fornecer privacidade financeira usando provas de conhecimento zero. Criado por Alex Biryukov e Dmitry Khovratovich em junho de 2016, o MTP foi projetado para direcionar a centralização de mineração causada por ASICs e permitir a entrada no espaço de mineração. para CPUs e GPUs. Falando com a Bitcoin Magazine, o diretor de operações da Zcoin, Reuben Yap, explicou como a MTP trabalha para demonografar o espaço de mineração de criptomoeda: “Quando você tem máquinas especializadas, X dólares te dará uma taxa de hash 1000 vezes mais forte do que se eu gastar X dólares em uma CPU ou GPU, por isso, se eu gastar US $ 2.000 em uma mineradora ASIC bitcoin, obtive um desempenho mais alto do que se eu gastasse US $ 2.000 em uma plataforma de GPU ”, disse ele. “O objetivo da MTP é tornar o preço e o desempenho tão próximos uns dos outros, independentemente de você usar um ASIC, GPU ou CPU, para que ninguém possa obter uma vantagem injusta com o uso de hardware especializado. Voltou à ideia da mineração igualitária, onde Satoshi estava expressando uma CPU por voto. ”Yap apontou que os fabricantes de ASIC, como a Bitmain, não são incentivados a vender mineradores a preços mais acessíveis. Mas, ao permitir que as pessoas usem seu hardware existente, sem exigir algo especializado para se manterem competitivas, todos podem ser mantidos “em pé de igualdade, em oposição a apenas os fabricantes de minas terem controle”. O sistema foi publicado pela primeira vez em janeiro de 2018 e foi usado para fortalecer algoritmos contra ataques encontrados tanto em revisões acadêmicas quanto em programas de recompensa do MTP financiados pelo Zcoin. O MTP pode lidar com grandes tamanhos de memória de dois a oito GBs, o que o coloca favoravelmente contra outros sistemas líderes de PoW, como o Scrypt, Equihash e Cryptonight.MTP também desencoraja o uso de botnets – computadores infectados que são controlados por minas criptomoedas – como seu alto uso de memória provavelmente alertaria os usuários de sistemas infectados devido a impactos pesados ​​no desempenho de um sistema. Botnets frequentemente tiram proveito de algoritmos resistentes a ASIC no passado, embora o MTP exija consideravelmente mais memória para cálculos de provas como mineração do que para verificação de provas. A Zcoin agora está refinando seu código MTP para preparar o aplicativo para testes estendidos. Também será lançada recompensas por mineiros de código aberto e software de pool antes de seu lançamento na rede principal.

Este artigo apareceu originalmente na revista Bitcoin.

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Especialista em Marketing Digital cria modelo de negócio à prova de crise


O número de empresas que abrem no Brasil não para de crescer. Em contrapartida, é grande também o número de empreendimentos que não conseguem se manter no mercado, principalmente em razão das adversidades. Especialistas sugerem uma mudança de abordagem, com a construção de um modelo à prova de crise.

Uma pesquisa realizada pela gigante Google, em parceria com a Forrester Research, mostra que as vendas online vão dobrar até 2021. O setor de e-commerce, por exemplo, que atualmente representa pouco mais de 5% das vendas no varejo, nos próximos anos irá abocanhar uma fatia de 9,5% desse mercado.

Fernando Gonçalves, especialista em Marketing Digital e fundador de diversos negócios nesse segmento, como aplicativos mobile e e-commerce, sugere a exploração das possibilidades geradas pelo mercado digital. A aposta é em um modelo de negócio que seja à prova de crise.

O modelo consiste de quatro pontos fundamentais. O primeiro deles é a identificação dos problemas que precisam de solução. Bons empreendedores conseguem apresentar ao consumidor soluções eficazes para os problemas das pessoas. E os problemas não param de surgir, abrindo espaço para novos players.

Quanto maior a capacidade de um negócio de solucionar problemas, maior o seu sucesso. O primeiro passo do modelo de negócio proposto por Fernando Gonçalves é, nesse sentido, estabelecer de forma clara o maior problema do consumidor, dentro de um nicho específico.

O segundo ponto do método baseia-se no timing. Mais do que lançar um novo negócio, é preciso esperar a hora certa para apresentar a ideia ao mercado. Muitos empreendimentos não alcançam êxito por serem lançados em um contexto desfavorável. Para que exista boa recepção, o público-alvo deve estar instruído e já apresentando sinais claros do problema que o empreendimento se presta a solucionar.

O terceiro ponto diz respeito ao potencial de escalabilidade do negócio. Modelos escaláveis conseguem prosperar muito mais no mercado do que modelos não escaláveis. Um exemplo claro de negócio escalável é a venda de produtos. Se a demanda aumenta, basta que o empreendedor aumente a produção, melhorando os resultados.

Negócios não escaláveis, como a prestação direta de um serviço, contam com limitações específicas, como a falta de tempo para atender a um número maior de clientes. Nesse caso, mesmo que a demanda cresça, o empreendedor se verá incapaz de expandir o negócio. É importante, nesse contexto, questionar se o negócio é ou não escalável.

O quarto e último ponto pensado por Fernando Gonçalves para criar um modelo de negócio à prova de crise é investir em empreendimentos com baixo custo e maior abrangência. Essa possibilidade surgiu muito recentemente graças ao poder da internet, que possibilita comercializar produtos no Brasil e no mundo, atraindo clientes por meio de anúncios segmentados.

O mercado digital dispensa a utilização de lojas físicas, aumentando as possibilidades de negócio. O investimento deixa de ser na estrutura operacional, passando a ser realizado em áreas como a do Marketing Digital. Ao apostar na segmentação de anúncios, empreendedores conseguem atrair clientes e gerar conversões.

Esse é o modelo de negócio à prova de crise. Baseado na capacidade de solucionar grandes problemas, no timing de lançamento do negócio, no grau de escalabilidade e na redução de custos, com aumento da abrangência, esse modelo só é possível graças ao mercado digital. Fernando Gonçalves deixa claro: o presente e o futuro dos negócios está na internet.

A biografia completa de Fernando Gonçalves, fundador do Grupo FG e especialista em Marketing Digital, pode ser vista aqui: https://www.fgresultados.com

Link pesquisa: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/10/1823568-vendas-na-internet-devem-dobrar-ate-2021-indica-google.shtml

Website: http://www.mdncursos.com