Produção industrial e varejo da China crescem menos que o esperado em maio – Notícias


A produção industrial, as vendas no varejo e os investimentos em ativos fixos tiveram em maio expansão mais moderada que a projetada por analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires.

De acordo com dados do Escritório Nacional de Estatísticas (NBS, na sigla em inglês), a produção industrial chinesa cresceu na margem 0,58% em maio e 6,8% na comparação com igual mês de 2017. A projeção de analistas era de crescimento anual de 7,0%.

A produção de aço somou 97,1 milhões de toneladas em maio, crescimento de 11% em relação a igual mês de 2017. No intervalo de janeiro a maio, foram produzidas 434,7 milhões de toneladas – expansão em base anual de 6,2%.

Já a de petróleo foi de 16 milhões de toneladas, queda de 1,6% ante o mesmo mês do ano passado. Do começo do ano até maio, a soma foi de 78,2 milhões de toneladas, recuo de 2% na comparação anual.

Atividade

O setor de varejo na China apresentou crescimento na margem de 0,29% em maio. Em base anual, a expansão das vendas foi de 8,5%, ante projeção de alta 9,6%.

Os investimentos em ativos fixos não-rurais subiram 6,1% em maio, na comparação anual, enquanto o mercado previam expansão de 7,0%.

Já as vendas de moradias cresceram 12,8% na comparação do intervalo de janeiro a maio com o mesmo período de 2017. Em igual comparação, as construções iniciadas tiveram expansão de 10,8%. Fonte: Dow Jones Newswires.

Biosev está “desafiando limites” ao maximizar produção de etanol, diz CEO – Notícias


SÃO PAULO (Reuters) – A Biosev, maior processadora de cana do mundo, está “desafiando limites” ao maximizar a produção de etanol na atual safra 2018/19, iniciada em abril, uma vez que o biocombustível apresenta maior remuneração frente o açúcar, disse nesta quarta-feira o CEO da companhia, Rui Chammas.

O executivo participou de teleconferência com analistas e investidores sobre os resultados da companhia no ano-safra 2017/18, encerrado em março, no qual a empresa teve prejuízo bilionário.

(Por José Roberto Gomes)

Produção industrial da zona do euro recua 0,9% em abril – Notícias


A produção industrial da zona do euro diminuiu 0,9% em abril ante março, segundo dados publicados hoje pela agência oficial de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. O resultado veio abaixo da expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam queda de 0,7%.

Na comparação anual, a indústria do bloco aumentou a produção em 1,7% em abril, mas o resultado ficou bem aquém da projeção do mercado, de acréscimo de 3,2%.

A Eurostat também revisou os dados de produção industrial de março, para alta mensal de 0,6% e ganho anual de 3,2%. Fonte: Dow Jones Newswires.

BRF vai desativar linha de produção de carne de peru em Goiás – Notícias


SÃO PAULO (Reuters) – A BRF vai desativar uma linha de produção de carne de peru em Mineiros (GO), afirmou nesta terça-feira o vice-presidente da empresa, Jorge Lima, em comissão no Senado, citando impactos de restrições à exportação.

“Temos feito o possível e o impossível para não fecharmos ativos, mas o fato é que nossos mercados para frangos e peru têm sido muito afetados. O mercado para suínos está na dependência da Rússia, caso eles abram, como estão prometendo”, disse o executivo na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), segundo a Agência Senado.

O objetivo da reunião foi debater os impactos da atuação da BRF em Goiás.

Segundo a agência, o executivo disse que a decisão da BRF é parte de redimensionamento “com o qual a empresa busca adaptar-se a dificuldades enfrentadas nos mercados local e global”.

Na semana passada, a China anunciou que vai impor direito antidumping sobre importações de carne de frango do Brasil. Os importadores chineses de carne de aves brasileiras terão que pagar tarifas de 18,8 a 38,4 por cento sobre o valor de suas compras a partir de 9 de junho.

Em março, a empresa informou que concedeu férias coletivas de 30 dias para os cerca de 500 funcionários da linha de produção de carne de peru da fábrica em Mineiros, em meio a ajustes na produção.

(Por Alberto Alerigi Jr.)

Volkswagen Caminhões retoma ritmo de produção no RJ após greve de caminhoneiros – Notícias


Por Alberto Alerigi Jr.

SÃO PAULO (Reuters) – A fábrica de caminhões e ônibus do grupo alemão Volkswagen em Resende (RJ) voltou na segunda-feira ao ritmo de produção do início do ano ,após ficar uma semana parada por causa da greve dos caminhoneiros que atingiu todo o setor automotivo brasileiro no final de maio.

A empresa deve conseguir recuperar o impacto financeiro gerado pela paralisação entre este mês e julho, disse o presidente da Volkswagen Caminhões e Ônibus para a América Latina, Roberto Cortes, em entrevista à Reuters.

“Não recebemos nenhum cancelamento de pedidos anteriores. Retomamos na segunda-feira o nível de produção depois de ficarmos fechados sete dias”, disse o executivo evitando dar detalhes sobre o ritmo diário de produção. Ele acrescentou que a montadora conseguiu retomar a produção logo após o fim da greve na semana passada por ter implantado plantões de recebimento de peças.

“As vendas estão voltando aos poucos. Tenho a impressão que a vida volta ao normal…o setor vinha num ritmo de crescimento de vendas de 57 por cento nos primeiros quatro meses do ano sobre o mesmo período de 2017, até que em maio as vendas praticamente pararam por causa da greve”, disse Cortes. “Estamos produzindo em um turno diário, com algumas horas extras, e usando alguns sábados”, acrescentou.

De janeiro a maio, as vendas de caminhões novos no Brasil subiram 52,7 por cento sobre a base de comparação fraca no mesmo período do ano passado, a 26,3 mil unidades. Já as vendas de ônibus avançaram 28 por cento, para 4,7 mil. As vendas da Volkswagen Caminhões e Ônibus no período somaram 7.282 caminhões, alta anual de 67 por cento, e 755 ônibus, aumento anual de 17 por cento.

Apesar do impacto da greve de caminhoneiros no Brasil, as operações da comerciais da Volkswagen Caminhões e Ônibus para a América Latina, com sede no Brasil, seguiram funcionando, com a unidade da companhia no México conseguindo acertar uma venda de 610 ônibus rodoviários para o grupo mexicano de transportes Iamsa, afirmou o executivo.

O contrato de 60 milhões de dólares envolve fornecimento dos veículos a partir da Alemanha, onde os modelos da marca MAN são produzidos, disse Cortes. A entrega será feita em até cinco anos e a transação, fruto de negociações que duraram quatro meses, “é o maior negócio dos últimos anos em ônibus para nós”, disse Cortes sobre as operações no México, que tem acordo comercial com a Europa.

Questionado sobre as medidas que o governo de Michel Temer tomou para encerrar a greve dos caminhoneiros, como a reoneração fiscal de alguns setores, Cortes afirmou que ainda não ficou claro qual será o impacto sobre a indústria de veículos.

Na semana passada, o governo anunciou redução de benefícios tributários para exportadores, empresas de refrigerantes e indústria petroquímica para cobrir a perda de receita de 4 bilhões de reais neste ano decorrente da decisão de diminuir impostos sobre o diesel para encerrar a paralisação dos caminhoneiros.

O projeto que saiu do Congresso previa que 28 setores poderiam continuar desonerados, mas o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, afirmou que 17 setores permanecerão na desoneração até 31 de dezembro de 2020, incluindo transporte de passageiros, transporte rodoviário de cargas e fabricação de veículos e carrocerias.

“Ainda não está muito claro (o impacto da reoneração), alguns fornecedores vão ser impactados. Ainda estamos analisando”, disse Cortes, citando que a companhia de bebidas Ambev comprou 400 caminhões da empresa no ano passado.

Segundo ele, se a instabilidade gerada pela manifestação dos caminhoneiros se agravar, a decisão de compra de veículos comerciais pelos empresários pode ser atingida nos próximos meses. Por outro lado, a manutenção dos juros da economia em patamares reduzidos aliado ao processo de renovação da frota nacional deve ajudar a minizar as preocupações dos compradores.

“A indústria de caminhões sofreu tanto nos últimos anos que a tendência é de recuperação…Óbvio que se a instabilidade se agravar, o motivo de preocupação aumenta, o que atinge a decisão de compra”, disse Cortes.

(Por Alberto Alerigi Jr.)

Plano Safra 2018/19 ofertará 2,1% mais recursos; ministro vê produção indo a 250 mi t – Notícias


BRASÍLIA/SÃO PAULO (Reuters) – O governo brasileiro vai oferecer um total de 194,37 bilhões de reais para o Plano Safra 2018/19, superando em 2,1 por cento os 190,25 bilhões do ciclo anterior, enquanto as taxas de juros para o crédito rural, que responde pela maior parte do montante, serão reduzidas em 1,5 ponto percentual.

Conforme o Ministério da Agricultura, serão 191,1 bilhões de reais para custeio e investimentos, 2,6 bilhões para o apoio à comercialização (Aquisição do Governo Federal, contratos de opções, PEP, Pepro) e 600 milhões para subvenção ao seguro rural.

Para o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, os recursos podem permitir ao Brasil elevar a produção de grãos e oleaginosas para 250 milhões de toneladas no ciclo 2018/19, que se inicia oficialmente em 1º de julho.

A declaração foi dada em cerimônia no Palácio do Planalto, ao lado do presidente Michel Temer e outras autoridades, para lançamento do Plano Safra.

Segundo o detalhamento apresentado pela pasta, as operações de custeio contarão com 151,1 bilhões de reais, dos quais 118,8 bilhões com juros controlados (taxas fixadas pelo governo) e 32,3 bilhões com taxas livres.

Os juros de custeio foram reduzidos para 6 por cento ao ano para os médios produtores (com renda bruta anual de até 2 milhões de reais) e para 7 por cento ao ano para os demais. Já as taxas para os financiamentos de investimento ficaram entre 5,25 por cento e 7,5 por cento ao ano

Parte dos recursos captados em Letras de Crédito do Agronegócio será destinada ao financiamento complementar de custeio e de comercialização, com juros de até 8,5 por cento ao ano, segundo o ministério.

Para o apoio ao setor cafeeiro, o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) está destinando 4,9 bilhões de reais para financiamentos de custeio e de comercialização.

A pecuária também foi beneficiada dentro do Plano Safra. De acordo com o ministério, o apoio contempla prazo de até dois anos no crédito de custeio para a retenção de matrizes bovinas de leite, suínas, caprinas e ovinas, ao passo que também foi aprovada linha de financiamento de até 50 milhões de reais para capital de giro a cooperativas de leite, com juros de 7 por cento ao ano e 12 meses de prazo para pagamento.

Além disso, os pecuaristas também poderão contar com empréstimos para aquisição de animais para reprodução ou criação, a juros controlados de 7 por cento ao ano e limite de 450 mil reais por beneficiário no ano agrícola.

(Por Lisandra Paraguass e José Roberto Gomes)

Produção de diesel no Brasil cai 8% até abril e é a menor em 15 anos, diz ANP – Notícias


A produção de diesel no País nos quatro primeiros meses do ano foi a menor para esse período em 15 anos. Os dados estão no relatório de produção da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). De janeiro a abril, foram produzidos 12,367 bilhões de litros, 8% menos do que no mesmo período do ano passado. As refinarias da Petrobras, que respondem por 99% da produção de derivados, entregaram 12,224 bilhões de litros.

No mesmo período, a produção de gasolina alcançou 7,902 bilhões de litros, 11% menos do que os 8,919 bilhões de litros produzidos no primeiro quadrimestre de 2017. Foi a menor produção para o período entre janeiro e abril desde 2011. Nas refinarias da Petrobras, a queda da produção de gasolina no período foi de 6%. A petroleira entregou 32,573 bilhões de litros de gasolina no período.

Não à toa, em vídeo distribuído aos funcionários em seus últimos dias no comando da Petrobras, Pedro Parente respondeu às críticas sobre a produção de derivados e sobre o aproveitamento da capacidade de refino. No vídeo, ele declarava não ser responsável pela “carga das refinarias” e dizia que não saberia como estabelecer isso. “Não tenho esse poder. Nem saberia fazer”, dizia.

O assunto também foi abordado na série de vídeos pelo gerente executivo de logística da companhia, Cláudio Rogério Linassi Mastella, indicando que o tema mobiliza o debate interno dos funcionários. “Nossas refinarias têm capacidade de transformar petróleo em derivados mais valiosos, mas existe um ponto ótimo. A partir de um determinado ponto, começamos a gerar derivados que valem menos ou que não têm mercado perto de onde produzo, e começo a gerar custos de transporte”.

A queda mais significativa na produção de diesel ocorreu nos meses de janeiro e fevereiro, quando a média mensal de diesel produzido foi 16% menor da média mensal verificada em 2017. Em março, a produção voltou ao patamar médio mensal praticado em 2017, mas ainda cerca de 10% abaixo da média mensal verificada nos últimos anos. É que no ano passado, a produção já foi bem menor que em anos anteriores. Na média mensal, ficou 11% abaixo da média mensal de 2016.

Produção nacional de diesel é a mais baixa em 15 anos – 03/06/2018 – Mercado


A produção nacional de óleo diesel atingiu no primeiro trimestre de 2018 o pior nível para o mesmo período desde 2003. A retração é resultado de nova estratégia de gestão do refino da Petrobras, que vem sendo criticada por abrir mercado a combustíveis importados.

Com a paralisação dos caminhoneiros, representantes da oposição e até aliados do governo passaram a questionar a política de preços dos combustíveis da Petrobras e o crescimento da participação de combustíveis importados no mercado brasileiro.

Pressionado pelas críticas, Pedro Parente pediu demissão da estatal na sexta (1º) e será substituído pelo diretor financeiro da companhia, Ivan Monteiro.

Na gestão Parente, a Petrobras mudou a estratégia de gestão do refino, optando por produzir menos diesel sob a justificativa de que, a partir de determinado volume, pode ser mais vantajoso para a companhia exportar petróleo e importar o combustível.

De acordo com dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), o país produziu 9 bilhões de litros de diesel no primeiro trimestre, volume 9,2% inferior ao verificado no mesmo período de 2017 e 25% menor do que o recorde atingido em 2013.

A queda se deu em um momento de recuperação, ainda que pequena, das vendas internas do combustível, que cresceram 1,8% no trimestre, para 13,1 bilhões de litros. Foi o primeiro ano de aumento desde 2014, quando se iniciou a recessão.

Os dados da ANP mostram que o diesel nacional está sendo substituído por importações, apesar da mudança de frequência dos reajustes promovida pela Petrobras em julho de 2017, que permitiu ajustes diários para competir com produtos importados.

As importações de diesel atingiram 3,6 bilhões de litros no primeiro trimestre, alta de 5,3% com relação ao ano anterior e custaram ao país US$ 1,8 bilhão no período. O volume importado é o maior desde 2000, quando a ANP passou a compilar dados sobre o mercado de combustíveis no país.

Assim, no primeiro trimestre, a participação de diesel importado nas vendas do combustível no país chegou a 28%, a maior da série histórica e 27% superior à segunda maior, em 2017. O crescimento das importações reduz a operação das refinarias e é um dos alvos da greve iniciada pelos petroleiros na última quarta (30).

“A empresa está sendo prejudicada”, afirma o diretor da FUP (Federação Única dos Petroleiros), Deyvid Bacelar, que já representou os empregados da Petrobras no conselho de administração da estatal. Ao fim do primeiro trimestre, o nível de utilização das refinarias da empresa era de 77%.

A estratégia passou a ser questionada por políticos tanto da oposição quanto do governo e ganhou destaque entre postulantes a cargos públicos nas eleições de 2018 após o início da greve dos caminhoneiros.

“Vejam que absurdo: na hora em que o Brasil tem superprodução [de petróleo], nós viramos importador crescente de derivados em dólar”, criticou nesta semana o pré-candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes.

PONTO ÓTIMO 

A Petrobras defende que o recuo na produção de diesel é parte de uma estratégia de gestão do refino, que prioriza a rentabilidade das operações ao invés dos volumes de produção. E que, em certos casos, é melhor exportar petróleo do que refinar no Brasil.

“Existe um ponto ótimo de refino que gera o melhor resultado”, disse em vídeo gravado esta semana o gerente executivo de Logística do Refino e Gás da Petrobras, Claudio Mastella. No vídeo, ele argumentava para os empregados da companhia as vantagens da política.

Segundo ele, a partir desse “ponto ótimo”, o refino começa a gerar derivados que valem menos do que o petróleo ou que não têm mercado perto das refinarias, o que aumenta o custo de transporte. “Nessa hora, comparando com a alternativa, que é exportar o petróleo, vende exportar o petróleo”, afirmou, dizendo que a decisão considera as condições de demanda e preço do petróleo e dos derivados.

Marcopolo suspense produção no país por desabastecimento devido à greve – Notícias


SÃO PAULO (Reuters) – A Marcopolo informou nesta segunda-feira a suspensão de atividades em suas fábricas no Brasil de 28 de maio a 1º de junho, em decorrência da greve dos caminhoneiros, que levou ao desabastecimento de suas linhas de produção.

Em comunicado, a fabricante de carrocerias de ônibus disse que a paralisação da produção foi aprovada após votação dos colaboradores e que haverá compensação das horas paradas para cumprir o compromisso de entregas aos clientes.

A paralisação dos caminhoneiros, que segue provocando desabastecimento no país, entrou no oitavo dia nesta segunda-feira, mesmo após o anúncio na véspera pelo presidente Michel Temer de uma série de medidas para atender demandas da categoria.

(Por Flavia Bohone)

Produção industrial do México cai em 2017 – Notícias


México, 9 Fev 2018 (AFP) – A produção industrial no México cresceu 0,9% em dezembro em relação ao mês anterior, mas caiu 0,6% em 2017, informou nesta sexta-feira o Instituto Nacional de Estatística e Geografia do México (Inegi).

A queda foi provocada pela mineração (-9,8%), segundo a instituição.

A extração de petróleo e gás, a geração, transmissão e distribuição de eletricidade e o abastecimento de água e gás também tiveram desempenho negativo no ano passado.

Em dezembro, o setor de construção cresceu 3,7%, e a indústria, 0,1%, segundo o Inegi.

A atividade industrial do México está intimamente ligada aos Estados Unidos. A indústria mexicana, muito orientada para a exportação, representa quase 30% da economia total do país.

O México, os Estados Unidos e o Canadá estão atualmente renegociando o acordo comercial que entrou em vigor há 24 anos e que tem sido fundamental para o crescimento do comércio exterior no país latino-americano.