Guantánamo aposta em café e cacau para deixar fama de prisão dos EUA de lado – Notícias


Lorena Cantó.

Guantánamo (Cuba), 24 jun (EFE).- Guantánamo quer afastar o fato de ser lembrada apenas como local que abriga uma base militar usada como prisão pelos Estados Unidos e aposta no desenvolvimento sustentável de café e coco para mudar sua própria história.

Enquanto os rumores sobre a transferência dos presos vão e voltam, os 500 mil habitantes de Guantánamo garantem que a região é muito mais do que a base militar americana.

Há fertilidade para produção agrícola e uma juventude apta a ajudar Cuba a se desenvolver, já que a baía tem a maior taxa de natalidade do país, que enfrenta sérios problemas de envelhecimento.

Nos últimos dois anos, Guantánamo também enfrentou outro problema: o furacão Matthew devastou a região em 2016, e o Irma passou perto da região em 2017, atingindo a costa norte do país.

Agora, Guantánamo tem como prioridade se recuperar dos furacões, aprender com os erros do passado e, com investimentos industriais, buscar o autoabastecimento e escorar a economia com a exportação de café, cacau e coco.

O impacto dos furacões sobre as colheitas dos dois últimos produtos foi brutal, já que os ciclos de produção de ambos são longos – três anos para o cacau e cinco para o coco.

“O Matthew foi como uma bomba atômica e arrasou milhares de hectares de plantações”, explicou à Agência Efe Odel Cobas, diretor da usina processadora de coco e frutas de Baracoa, uma vila histórica no litoral nordeste de Guantánamo.

“Ironicamente, isso contribuiu para aumentar os níveis de eficiência da história porque nos obrigou a não deixar as fábricas paradas e os agricultores sem renda, enquanto os coqueiros e as plantas de cacau se recuperavam”, completou Cobas.

Na fábrica de usina de processamento de coco – do qual se aproveitam polpa, óleo, água, fibras e casca – foi instalada com o apoio de recursos do governo da Espanha.

Onde antes só se processava coco e cacau, agora é possível utilizar manga, goiaba, banana, abacaxi e mamão, frutas que se recuperam mais rápido após a passagem de furacões.

A mudança faz com que os produtores optem por uma variação de cultivos para abastecer a indústria, mantendo a renda durante crises como as ocorridas no Matthews e no Irma.

Com os coqueiros destruídos, a fábrica vive hoje de transformar manga em polpa para sucos e outros produtos destinados ao mercado nacional e externo.

Perto dali, a usina processadora de cacau aguarda a chegada de novas máquinas para substituir a tecnologia obsoleta e aumentar a produção, hoje quase artesanal, de um dos segredos melhor guardados do leste de Cuba: o chocolate.

“O equipamento é da época de Che, de fabricação alemã”, explicou à Efe um operário que trabalha no local.

Ernesto Che Guevara, nomeado ministro de Indústria por Fidel Castro pouco depois do triunfo da Revolução Cubana, em 1959, quis modernizar a ilha na busca de soberania tecnológica e alimentícia.

Desde então, muitos dos equipamentos não foram renovados e hoje, enferrujados, atrapalham um setor com bastante potencial.

Com as novas máquinas, a fábrica, que compra sementes de cerca de 3 mil produtores, será capaz de processar 1 tonelada de cacau por hora.

Outra joia de Guantánamo é o café: a região produz metade das exportações cubanas para outros países, como Japão, Nova Zelândia e União Europeia.

O setor, que quase morreu devido aos baixos preços pagos aos produtores, reviveu em 2015, quando o governo cubano aumentou a compra. Isso fez os produtores aumentarem a área dedicada à cultura nas montanhas do leste da ilha.

Cerca de 1.900 camponeses são fornecedores da empresa Alta Sierra, uma das principais fábricas do país, com capacidade para processar 18 toneladas por dia, explicou o diretor da companhia, Osmel de la Cruz.

O furacão Matthews destruiu 98% das casas da região e 95% dos prédios governamentais. O dinheiro da produção de café está ajudando a reconstrução da área, que em cerca de um ano e meio já praticamente se restabeleceu.

PF e MPF cumprem 15 mandados de prisão em investigação sobre desvios em obras de Rodoanel de SP – Notícias


(Reuters) – A Polícia Federal e o Ministério Público Federal deflagraram nesta quinta-feira operação para cumprir 15 mandados de prisão como parte de investigação sobre superfaturamento de centenas de milhões de reais em obras do Rodoanel Viário Mário Covas, em São Paulo, iniciadas durante gestão do ex-governador e atual candidato à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB).

De acordo com a PF e o MPF, a chamada operação Pedra no Caminho irá cumprir ainda 56 mandados de busca e apreensão, além de prisões temporárias, na capital paulista e nas cidades de Ribeirão Preto, Bofete, Arujá e Carapicuíba, além de Marataízes, no Espírito Santo.

Um dos principais alvos da operação, segundo o portal de notícias G1, é Laurence Casagrande Lourenço, ex-presidente da estatal paulista responsável pelas rodovias do Estado, a Dersa, e atual presidente da Companhia Energética de São Paulo (Cesp). Lourenço foi secretário de Transportes e Logística no governo Alckmin.

“São alvos dos mandados ex-diretores da Dersa, executivos das construtoras OAS e Mendes Junior, de empresas envolvidas na obra e gestores dos contratos com irregularidades”, disse o MPF em comunicado, sem identificar os investigados.

Segundo o MPF, uma apuração do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou um impacto financeiro consistente em acréscimos indevidos que somam mais de 600 milhões de reais nas obras do Rodoanel, que tiveram início em 2013 e ainda estão em andamento.

“Para maquiar o sobrepreço adotou-se a prática de ‘jogo de planilhas’, expediente comum em fraudes a licitações com muitos itens contratados de forma global, em que o licitante oferece preço acima do mercado para alguns itens e abaixo da referência para outros, de modo a colocar-se artificialmente como menor preço global. Esse expediente é comum em fraudes às licitações”, disse o MPF.

O inquérito policial foi instaurado em 2016, após um ex-funcionário de uma empresa que atuou nas obras apresentar à Polícia Federal informações sobre possíveis manipulações em termos aditivos da obra para aumentar o valor pago a empreiteiras que já haviam vencido a licitação para realizar as obras.

No início de abril, o ex-diretor da Dersa durante governos do PSDB Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, foi preso a pedido da força-tarefa da operação Lava Jato em São Paulo sob acusação de ter desviado milhões de reais. Paulo Preto foi solto no fim de maio por ordem do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.

Procuradas pela Reuters, as empresas Dersa, Cesp, OAS e Mendes Junior não estavam disponíveis de imediato para comentar a operação da PF e do MPF.

(Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

Negociante de Bitcoin é Condenada a 30 Meses de Prisão nos EUA 


Trader Theresa Tetley (Foto: Arquivo pessoal)

A Justiça dos Estados Unidos condenou uma negociante de Bitcoin da cidade de Los Angeles a mais de dois anos de prisão por ter feito operações ilegais de troca de bitcoins por dinheiro. De acordo com o NBC Los Angeles, a negociante Theresa Tetley, de 50 anos, obteve lucros de US$ 300 mil por ano.

Tetley, que usava o apelido ‘Bitcoin Maven’ (Especialista em Bitcoin), é acusada de alimentar um sistema financeiro no mercado negro da Califórnia. Ela praticou essas ações proibidas a partir da plataforma ‘Localbitcoins’ entre 2014 e 2017.

A ‘expert’ também fez transações de US$ 6 milhões a US$ 9,5 milhões durante esse período. Ela já se declarou culpada por não avisar nenhum órgão financeiro do governo americano da troca de 80 BTCs a US$ 70 mil cada, que segundo documentos oficiais da promotoria, envolvia lucros obtidos através de tráfico de drogas.

Ainda, segundo o relatório da Justiça, Tetley, condenada a 30 meses de prisão, guardava 40 BTCs, US$ 292.264 e 25 barras de ouro. Os valores foram apreendidos por policiais em março deste ano e o destino será os cofres públicos.

O governo dos Estados Unidos têm tido forte postura em relação a práticas relacionadas a criptomoedas nos últimos meses. A Comissão de Valores Mobiliários (SEC) ‘barrou’ uma série de ICOs de startups que não obtiveram licença para a oferta.

Em maio, na operação Cryptosweep (Operação Varredura Cripto) da Associação Norte-Americana de Administradores de Valores (NASAA), muitas ‘empresas’ foram notificadas para encerramento imediato das atividades, bem como orientadas que tal atividade viola a lei estadual de valores mobiliários.

Pelo menos 70 casos estão sendo investigados. Desses, 35 já foram averiguados e confirmadas fraudes com ICOs, segundo a NASAA.

No entanto, nenhuma ação legislativa decisiva ainda foi tomada pelo governo dos EUA para regular o mercado de criptomoedas, um fato que muitos argumentam que está atrasando o desenvolvimento da indústria de blockchain.

O caso da ‘Bitcoin Maven’ é considerado o primeiro do tipo no sul da Califórnia. Outros traders de bitcoin também enfrentaram as autoridades americanas em outras jurisdições no ano passado.

Em Detroit, o trader Sal Mansy foi condenado em dezembro de 2017 a 366 dias de prisão por operar de forma parecida com a de Theresa Tetley. Ele também usou a plataforma ‘Localbitcoins’ para ‘fazer’ mais de 2 milhões de dólares num período de dois anos.

 

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Outro comerciante de Bitcoins dos EUA enfrenta prisão por transmissão ilegal de dinheiro


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<p><b> Esta semana, no sul da Califórnia, uma mulher de Los Angeles que se autodenomina "Bitcoin Maven" será sentenciada nesta segunda-feira depois de se declarar culpada de transmissão ilegal de dinheiro. De acordo com a lei, a mulher fez cerca de US $ 300.000 por ano vendendo BTC na Localbitcoins de troca peer-to-peer. </b></p>
<p><em><strong> Leia também: </strong><a href= Inovação em dinheiro do Bitcoin continua com a primeira aposta atômica na cadeia

LA Mulher chamada de "Bitcoin Maven" condenada por vender Bitcoins sem uma licença

EUA. a polícia prendeu e condenou outro vendedor de Localbitcoins que supostamente fez 300 mil dólares por ano vendendo ativos digitais. Theresa Tetley, de 50 anos, usou o apelido "Bitcoin Maven" e vendeu bitcoins sem se registrar junto às autoridades financeiras. Promotores dizem que as operações da Tetley “alimentaram um sistema financeiro do mercado negro no Distrito Central da Califórnia que propositalmente e deliberadamente existia fora da indústria bancária regulada.”

A Procuradoria dos EUA alega que a Tetley processou cerca de US $ 6-9,5 milhões. bitcoins ao longo de seu mandato. Operando como "Bitcoin Maven", a Tetley vendeu a BTC entre 2014 e 2017 usando a plataforma de negociação on-line. Tetley se declarou culpada e sua defesa pede um ano de prisão por seus atos errados, mas os promotores pediram ao juiz distrital Manuel Real que sentencie Tetley a 30 meses em uma prisão federal.

 Outro comerciante de Bitcoin dos EUA enfrenta prisão por dinheiro ilegal Transmissão
No ano passado, agentes da lei dos EUA começaram a prender comerciantes locais que lidavam com grandes quantidades de BTC.

A Aplicação da Lei dos EUA Continua a Interceptar Vendedores de Localidade por Vender Grandes Quantidades de Ativos Digitais Sem Permissão

Tetley é um dos muitos casos em que os comerciantes de Localidades dos EUA foram detidos por transmissão ilegal de dinheiro. No Missouri, um comerciante chamado Jason R. Klein se declarou culpado por negociar a BTC por decreto sem se registrar junto às autoridades financeiras. Thomas Constanzo, (também conhecido como "Morpheus") foi preso pela Homeland Security no Arizona pelo mesmo crime. Um homem de Ohio chamado Daniel Mercede foi preso em maio do ano passado por vender grandes quantidades de BTC no exterior. Além disso, Richard Petix de Nova York foi outro comerciante que foi considerado culpado por vender BTC e acusado de "negócios de transmissão de dinheiro ilegal" e "fazer declarações falsas".

Então, em fevereiro passado houve outro caso em que a Imigração e Alfândega dos EUA A equipe do Enforcement (ICE) e a Homeland Security prenderam Morgan Rockcoons (também conhecido como 'Morgan Rockwell') em Las Vegas Nevada por uma transação da BTC em novembro de 2016. Naquele mês, Rockcoons acusou de dinheiro não licenciado transmissão de negócios e lavagem de dinheiro

No caso de Theresa Tetley (aka "Bitcoin Maven"), a Procuradoria dos EUA está pedindo uma perda de 40 BTC confiscados durante sua prisão e 25 barras de ouro.

O que você acha sobre a mulher de LA acusada de transmissão ilegal de dinheiro por vender BTC na plataforma Localbitcoins? Deixe-nos saber o que você pensa sobre este assunto na seção de comentários abaixo.


Imagens via Shutterstock e Pixabay.


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Justiça nega pedidos de prisão por locaute feitos pela PF – Notícias


A Polícia Federal já abriu 48 inquéritos para investigar a ocorrência de locaute na paralisação dos caminhoneiros e encaminhou vários pedidos de prisão, mas todos até agora foram negados pela Justiça, segundo apurou a Agência Brasil.

O locaute ocorre quando patrões usam os trabalhadores para obter vantagens financeiras e é uma ilegalidade punível com prisão e multa. Por conta desses inquéritos, o governo está certo de que donos de transportadoras também estiveram à frente da paralisação.

Os investigadores identificaram que a logística para planejar e manter uma paralisação nacional, que completa nove dias nesta terça-feira (29), foi muito bem executada.

Os principais entrocamentos rodoviários chegaram a ser fechados, assim como todos os corredores que levavam a refinarias e principais aeroportos. A rede de suprimentos para os caminhoneiros em greve também se mostrou organizada.

Governo investiga ação de ‘infiltrados’

Estão sendo apuradas ainda a ação de infiltrados, já identificados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e com auxílio dos serviços de inteligência, conforme informou na segunda-feira (28) o diretor-geral do órgão, Renato Dias.

Ainda na segunda-feira, o presidente da Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros), José da Fonseca Lopes, denunciou que grupos políticos ameaçavam caminhoneiros que queriam voltar ao trabalho e forçavam a manutenção da paralisação. O objetivo dessas ações, informou a Abcam, seria prejudicar a estabilidade do governo.

A investigação é uma das linhas de atuação do governo federal nesses nove dias de movimento. A outra diretriz é abertura dos corredores de abastecimento para permitir a viagem de comboios, sob escolta da PRF e das Forças Armadas, com combustíveis, insumos para usinas termelétricas, estações de tratamento de água e hospitais, além de alimentos, medicamentos e rações para animais.

A primeira linha de atuação foi a negociação com os grevistas –ação prioritária, considerada já concluída pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. Mas o governo sustenta que o diálogo continua aberto com os motoristas autônomos, cujos representantes se disseram satisfeitos com as medidas já efetivadas.

Brasileiro que levou autoridades dos EUA a US$ 17 mi escondidos em colchão é condenado a prisão – Notícias


BOSTON, Estados Unidos (Reuters) – Um brasileiro cuja detenção levou autoridades dos Estados Unidos a descobrirem 17 milhões de dólares escondidos em um colchão foi condenado nesta quinta-feira a quase três anos de prisão por tentar lavar dinheiro ligado ao esquema de pirâmide financeira conhecido como TelexFree.

Promotores federais em Boston disseram que Cleber Rene Rizerio Rocha, 28, viajou aos Estados Unidos em várias ocasiões para ajudar a recuperar dinheiro que um co-fundador da TelexFree deixou para trás quando fugiu do país.

Raymond Sayeg, advogado que representa o brasileiro, argumentou que Rocha não deveria cumprir mais do que os 13 meses que ele já cumpriu desde sua prisão em janeiro de 2017.

Mas o promotor Andrew Lelling disse que Rocha, que se declarou culpado em outubro de conspiração e lavagem de dinheiro, desempenhou papel-chave em atividade ilícita ao atuar como mensageiro e custodiante de dinheiro de um esquema de pirâmide que o co-fundador da TelexFree Carlos Wanzeler escondeu.

“O senhor Rocha não é um cordeiro inocente”, disse Lelling.

O juiz Leo Sorokin, ao impor uma sentença de 33 meses de prisão, deu crédito a Rocha por ter colaborado com as autoridades ao menos inicialmente, ao ajudá-las a localizar o apartamento em Westborough, no Estado de Massachusetts, onde os 17 milhões de dólares foram encontrados.

“É essencialmente uma cooperação imperfeita, pode-se dizer, e essa cooperação revelou um montante gigantesco de dinheiro”, disse.

Promotores disseram que a TelexFree vendia um telefone via internet, mas na verdade se tratava de um esquema de pirâmide, cujo dinheiro vinha não do produto, mas de pessoas que pagavam para se inscrever para serem “promotoras” e divulgavam anúncios online para isso.

Sediada em Massachusetts, a TelexFree faliu em 2014, provocando 3 bilhões de dólares em perdas para quase 1,89 milhão de pessoas em todo o mundo, disseram promotores.

James Merrill, outro co-fundador da TelexFree, foi preso em maio de 2014 e sentenciado a seis anos de prisão em março de 2017 depois de se declarar culpado das acusações de fraude e conspiração.

Wanzeler, que é cidadão brasileiro, fugiu para o Brasil em 2014 e não pode ser extraditado. Ele deixou para trás dezenas de milhões de dólares que lavou de contas da TelexFree, disseram os promotores.

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