Presidente cubano quer correr riscos para agilizar investimentos estrangeiros – Notícias


Havana, 21 jun (EFE).- O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, pediu a seu governo que “corra riscos” e insistiu em “dar um impulso maior aos investimentos estrangeiros” para garantir o desenvolvimento econômico do país, cujas finanças atravessam um momento complicado.

“É preciso ser criativo e correr riscos, sem afetar a nossa soberania”, indicou o presidente durante uma reunião do Conselho de Ministros realizada no início desta semana, a terceira que ele lidera desde sua chegada ao poder em abril, segundo publicaram nesta quinta-feira os veículos de imprensa estatais da ilha.

O principal órgão executivo e administrativo de Cuba decidiu que supervisionará a cada mês, caso por caso, “as exportações e os negócios com investimentos estrangeiros, assim como a gestão e execução dos créditos vindos do exterior”, diz o relatório oficial da reunião.

Assim, o governo cubano quer enfrentar os impedimentos burocráticos e legais que dificultam ou impedem os investimentos estrangeiros e que desincentivam os potenciais investidores, segundo reconheceram reiteradamente as autoridades da ilha.

Para o seu desenvolvimento econômico, Cuba necessita atrair anualmente cerca de US$ 2,5 bilhões em investimentos estrangeiros diretos, principalmente em 15 setores-chave como o industrial, o agroalimentar, o turismo, a mineração, a biotecnologia, o petróleo e as energias renováveis, segundo estimativas oficiais.

Os ministros também avaliaram em sua reunião os resultados econômicos do primeiro trimestre, assim como a situação atual do orçamento, as exportações e os créditos externos.

Embora estime um desempenho “aceitável” da economia cubana, o Conselho advertiu sobre os lastros para seu rendimento, desde o embargo dos EUA até “fatores de caráter subjetivo e organizacional que limitam as exportações, o uso dos créditos e a atração de investimentos estrangeiros”.

A Política para o Investimento Estrangeiro, aprovada em 2014, impôs um novo marco regulador que permitiu aumentar os investimentos com capital vindo de fora do país.

No entanto, o Conselho de Ministros alertou em sua reunião desta semana de que os investimentos estrangeiros ainda têm “um peso muito baixo” em relação ao total de investimentos (estatais) de Cuba.

A carteira de negócios cubanos para capital estrangeiro inclui – em sua quarta versão atualizada – 456 projetos por um montante superior a US$ 10,7 bilhões.

Muitos desses projetos são oferecidos dentro da Zona Especial de Desenvolvimento de Mariel (ZEDM), o programa mais ambicioso do país caribenho para atrair capital estrangeiro e que oferece condições fiscais e trabalhistas vantajosas para empresas do exterior.

Com este centro empresarial e porto mercante situado 45 quilômetros ao leste de Havana, Cuba assegurou mais de US$ 1,191 bilhão desde a sua apresentação oficial em 2013.

Quanto aos investimentos em nível nacional, Díaz-Canel enfatizou a necessidade de priorizar os que têm “impacto produtivo”, como os relacionados com o turismo e a indústria alimentícia e para melhorar a produção agrícola.

O Conselho de Ministros também avaliou, sem oferecer números concretos, que no primeiro trimestre do ano foram registrados “aumentos moderados no setor de construção e comércio” e “realizações favoráveis nas principais produções agrícolas”, bem como avanços no setor turístico, ao ultrapassar o número de 2 milhões de visitantes.

Após seis anos, presidente da Embrapa deixará cargo em outubro – 21/06/2018 – Vaivém das Commodities


Maurício Lopes, presidente da Embrapa, deixa o cargo em 12 de outubro, período que encerra seu mandato.

O conselho de administração da Embrapa, reunido nesta quarta-feira (20), decidiu pela abertura do processo de sucessão na presidência em sua próxima reunião, no fim de julho, e o atual presidente não pleiteou ampliação do mandato.

O processo será semelhante ao último realizado para a seleção dos diretores-executivos, em atendimento à Lei das Estatais.

Segundo informações, o processo de sucessão da presidência da Embrapa não altera a revisão estrutural, conduzida pela diretoria-executiva e atualmente em discussão com os empregados.

Não haverá mudança estrutural antes da conclusão do processo de sucessão na empresa. Caberá ao novo presidente e aos atuais diretores-executivos a decisão por sua implantação em acordo com os órgãos superiores.

A gestão de Maurício Lopes, no cargo desde 2012, gerou algumas polêmicas na empresa. Uma delas foram as críticas do pesquisador Zander Navarro, feitas no início deste ano.

Para ele, houve uma substituição de pesquisadores por uma geração com pouco vínculo com a agropecuária.

Além disso, a Embrapa não teria ajustado a agenda de pesquisas às demandas crescentes da agropecuária.

Os trabalhos da empresa cada vez mais se voltam para ricos segmentos do empresariado rural, afirmou Navarro.

Em resposta ao pesquisador, à época, a empresa disse que os resultados dos trabalhos são amplamente divulgados e que há um aprimoramento constante da prática de gestão.

A empresa informou em nota, ainda, que as tecnologias desenvolvidas são voltadas para todos os segmentos da agropecuária.

Navarro foi demitido e, após decisão judicial, retornou ao trabalho.

A gestão de Lopes está sendo marcada, ainda, por polêmicas devido a uma proposta de atualização da empresa.

As propostas estão sendo feitas por uma força-tarefa e têm gerado descontentamento de parte dos funcionários da empresa. 

As reformas vão desde a retirada de nomes específicos das Embrapas regionais (que passariam a ser apenas Embrapa em todo o país) à junção de áreas administrativas de várias unidades.

A Embrapa tem afirmado que essas propostas de reformas são para dar mais agilidade à empresa.

 

Procura externa pela soja brasileira segura ritmo de queda

A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China e as perspectivas, por ora, de uma boa safra americana de soja começam a fazer efeito sobre a renda dos produtores brasileiros.

O contrato de julho da leguminosa foi negociado, em média, a US$ 10,24 por bushel (27,2 quilos) no mês passado. Nesta quarta-feira (20), a soja esteve a US$ 8,90 na Bolsa de Chicago.

A queda se refletiu no preço recebido pelo produtor. No início de junho, a saca de soja valia R$ 70 em Sorriso (MT). Nesta quinta, estava em R$ 62, segundo Adriano Gomes, analista de mercado da AgRural.

Boa parte dessa queda dos preços da soja no Centro-Oeste se deve, porém, à confusão instalado no setor com o tabelamento de frete.

Não fosse a evolução nos custos dos fretes, a queda poderia ter sido menor, uma vez que a demanda pela soja brasileira continua aquecida.

Em Paranaguá, a saca recuou apenas R$ 4 neste mês, para R$ 83 nesta quarta. O ritmo menor da queda se deve ao pagamento de um prêmio pelo produto brasileiro de US$ 1,50 por bushel.

Esse prêmio mostra quanto o valor da soja brasileira, negociada em Paranaguá, supera o da leguminosa na Bolsa de Chicago.

Há duas semanas, o pagamento do prêmio estava entre US$ 0,80 a US$ 0,85, segundo Gomes.

O dólar em alta deveria elevar as receitas em reais, mas as indefinições no mercado de frete fazem com que os compradores fiquem retraídos.

Com o comprador fora do mercado e preços em queda, o produtor também fica retraído, segundo o analista da AgRural.

O primeiro contrato de soja fechou nesta quarta-feira em US$ 8,8950, valor próximo dos US$ 8,8900 de terça-feira (19), quando havia registrado forte queda.

Na liderança A região paulista de Barretos foi a que obteve o maior Valor Bruto de Produção da agropecuária no estado, em 2017, conforme estimativas do Instituto de Economia Agrícola.

Mudança de posição Classificada em segundo lugar em 2016, Barretos assumiu a liderança em 2017 ao somar R$ 3,83 bilhões de receitas agropecuárias. Em segundo lugar, vem São João da Boa Vista, com R$ 3,47 bilhões.

Total O Valor Bruto da Produção do estado somou R$ 76,2 bilhões em 2017. Esses dados proveem da produção e de preços das cadeias de produtos animal e vegetal de 50 produtos selecionados.

Criptomoedas não são Solução, diz Presidente da Rússia, Vladimir Putin


Presidente russo durante o discurso na Coréia (Foto: Coréia do Sul / Flickr)

Tratar de criptomoedas com cautela no cenário interno, mas com ousadia não internacional. (19459021)

O primeiro livro da novela foi lançado pelo portal CCN a partir do presidente do presidente, Vladimir Putin, um um programa anual na TV russa não há perguntas de cidadãos. Algumas das aplicações se referiram justamente a uma aplicação que utiliza as criptografias feitas por Moscou [1965903] O Banco Central do país, que é contrário à sua adoção

“Na maioria dos países, a criptomoeda não significa uma solução. O Banco Central da Federação Russa acredita que as criptogramas não podem ser um meio de pagamento, liquidação ou reserva de valor. Essas contas não são garantidas por nada ”, disse o Presidente.

A precaução publicada por Putin é à mineração das criptomoedas, De que ajuda . “Não é regulado por nós, mas trataremos com cuidado.”

Cautela interna, ousadia externa

As restrições citadas por Putin não são unanimidade na Rússia. Ministros e outras autoridades – O nosso governo agora – ainda disponível agora para ser capaz de identificar o futuro.

A Rússia também é um terreno fértil para uma mineração de criptomoedas, a carregar para as vividas pelo país.

No separador externo, essa opção é realmente construído de um lado. Durante o programa de TV russa, Putin insinuou uma possibilidade de usar uma tecnologia blockchain para "impedir as finanças e os mercados globais", em uma referência às sanções à Rússia por Estados Unidos e outros países aliados de Washington.

O uso do blockchain já é estudado internamente na Rússia para sistemas de registro de registro de propriedades.

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Criptomoedas são Excêntricas e Arriscadas, diz Presidente do Itaú


Cândido Bracher, principal executivo do Itaú (Foto: Fórum Econômico Mundial / Benedikt von Loebell) [1965902] O presidente do banco Itaú, Cândido Bracher, disse que as criptomoedas da forma como estão instaladas hoje São Paulo, 19 de junho de 1945, 19 de dezembro de 1945, 19 de dezembro de 1941, 19 de agosto de 1941, Bracher fez algumas perguntas sobre a plateia que comparou na terça-feira (12) na 28ª edição do Ciab Febraban que acontece de 12 a 14 de junho no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

O evento, promovido pela mesma Federação Brasileira de Bancos, é realizado anualmente e trata sobre tecnologia de informação para o setor financeiro.

No decorrer da participação do presidente do Itaú, aquele salarial que é o mercado de dividendos não é algo que faz um grande mercado financeiro tradicionalmente um curto prazo. Logo, não é necessário alguma diferença no sistema atual. Para ele, a tecnologia é apenas uma “experiência interessante”.

Amazon e Google se tornarem concorrenciais no mercado financeiro, o executivo respondeu:

“Nosso mercado tem controle extremamente restritiva. Você não está vendo o seu imóvel neste site? Tendo em conta as regras, os novos participantes e concorrentes, e acho que são competidores formidáveis.

Em outra pergunta, dessa vez sobre a concorrência com fintechs, Bracher afirmou que elas são fertilizantes. O mercado, que deve ser seguido pelas regras de concorrência no mercado.

Otávio Damásio, diretor do Banco Central – que criou uma estratégia para fintechs de crédito, permitindo que eles atuem no mercado sem o suporte de um banco pré-estabelecido. ———————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————— O Itaú contra já fechou contas de corretoras corretoras brasileiras de criptomoedas. Os casos mais conhecidos são o Mercado Bitcoin, em 2015 que chegou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) mas foi derrotado, e CoinBR, em 2016 que após entrar em processo contra o banco de ouro favorável ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

No entanto, o início do ano a instituição foi anunciada como uma das empresas que utilizam o sistema xCurrent da plataforma Ripple para facilitar pagamentos internacionais em tempo real.

Banco velho x Banco novo

Desde 2016, todos os grandes bancos são brasileiros acompanhados de agências de formação sistemática. O presidente do Itaú disse que não há uma meta para fechar a comunicação com os clientes para migrar os sistemas digitais, mas admitiu que a tendência é exista um número muito menor de unidades.

as bases digitais, Bracher disse que o Itaú não oferece uma divisão do banco velho.

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GPA mantém planejamento apesar de turbulências recentes, diz presidente – Notícias


SÃO PAULO (Reuters) – As turbulências das últimas semanas no país, incluindo a greve dos caminhoneiros, ainda não justificam mudanças no planejamento do Grupo Pão de Açúcar (GPA) para este ano, disse nesta terça-feira o presidente da companhia, Peter Estermann.

“Não mudamos as premissas orçamentárias para esse ano por enquanto… temos potencial para recuperar o pequeno impacto”, afirmou a jornalistas às margens do Brazilian Retail Week 2018, destacando a maior resiliência das operações de varejo alimentar.

De acordo com o executivo, a expectativa para as vendas na Copa do Mundo é positiva tanto nas bandeiras do GPA quanto na Via Varejo. “Estamos bem preparados, com bom estoque”, comentou.

Questionado sobre a saída de seis executivos da Via Varejo , sendo três da diretoria executiva, Estermann disse que a decisão buscou horizontalizar a operação.

Ainda segundo ele, um dos diretores-executivos, Vitor Fagá, saiu para assumir uma função no próprio GPA. Os outros dois, Marcelo Lopes e Luiz Henrique Vendramini, deixaram a empresa.

Com as mudanças, a diretoria executiva passa a ser composta por quatro pessoas, contra sete anteriormente. Além de Paulo Naliato (COO), Felipe Negrão (CFO e RI), Izabel Branco (RH e Sustentabilidade), a Via Varejo ainda está em processo de contratação de um “chief digital officer”, que se encarregará de toda a parte de transformação digital.

Às 11:33, as units da Via Varejo subiam 4,4 por cento, liderando a ponta positiva do Ibovespa, que subia 0,9 por cento.

(Por Gabriela Mello)

PIB deve cair com paralisação de caminhoneiros, diz presidente da Fiesp – 11/06/2018 – Mercado


O efeito da paralisação dos caminhoneiros sobre a indústria ainda não foi quantificado, segundo o presidente interino da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), José Roriz Coelho, mas deve vir com a redução do PIB neste ano.

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, esteve em reunião com Coelho na tarde desta segunda-feira (11) para tratar de assuntos como a paralisação dos caminhoneiros e a carga tributária sobre a indústria. 
 

Presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), Coelho assumiu a presidência na semana passada, após Paulo Skaf sair para concorrer às eleições deste ano.

Segundo o presidente interino da entidade, o PIB deste ano não deve ultrapassar um crescimento de 2%, e a perspectiva mais realista é que fique em torno de 1,5%.

“Qualquer número agora é prematuro, mas o PIB que se imaginava de até 3% dificilmente será atingido.”

Coelho também se posicionou contra a nova tabela de fretes do governo, uma das medidas cedidas aos caminhoneiros.

“Hoje o tabelamento dos fretes vai ser um problema para as empresas enviarem seus produtos. Quem paga essa conta é o consumidor final”, disse. 

“Somos contra qualquer tabelamento, estamos voltando ao Brasil de 40 anos atrás.”

Coelho afirma que, passado o calor do momento, os problemas que ficaram são piores do que os que já havia antes das manifestações nas estradas.

“Precisamos corrigir alguns excessos que foram negociados e que são impraticáveis pelas empresas.”

No encontro com Coelho, o ministro da Fazenda não se posicionou sobre como será a revisão da tabela de frete, discutida entre o governo Temer, o setor produtivo e representantes dos caminhoneiros.

Mais cedo, Guardia afirmou a jornalistas que “a economia voltou ao normal, após desabastecimentos e perdas causadas pela paralisação de caminhoneiros”. Segundo Guardia, o país está retomando a trajetória de crescimento, mas precisa que as reformas continuem para atingir um desempenho sustentável”. 

Segundo Guardia, a alta de preços influenciada pela falta de produtos que não conseguiam chegar ao consumidor pela paralisação nas estradas tende a não contaminar a economia por muito tempo.

O ministro admite que a paralisação gerou prejuízos, porém diz ter visto exageros.  “O que a gente tem que discutir agora é qual é o impacto disso e eu vi muitos números que me parecem excessivos.”

Chevron nomeia presidente do Brasil para liderar operações na Venezuela após prisões – Notícias


Por Alexandra Alper e Marianna Parraga

RIO DE JANEIRO/HOUSTON (Reuters) – A petroleira Chevron nomeou o presidente no Brasil para dirigir suas operações venezuelanas, após os meses de detenção de dois executivos aumentarem as tensões entre a nação-membro da Opep e empresas petrolíferas estrangeiras.

Javier La Rosa, presidente da Chevron Brasil desde 2016, foi nomeado neste mês presidente da Chevron Venezuela, confirmou a empresa à Reuters nesta sexta-feira. Ele substituiu o presidente da empresa na Venezuela, Christopher Whatley.

La Rosa ingressou na Chevron em 2000 e liderou as operações da Venezuela para a empresa de 2005 a 2008, segundo sua página no LinkedIn. Ele voou para Caracas logo depois funcionários da Chevron serem detidos para liderar temporariamente a unidade da Venezuela, segundo duas outras pessoas a par do assunto.

A nomeação de La Rosa ocorre após um tenso confronto entre petrolíferas estrangeiras e o governo nos últimos meses à medida que o colapso político e econômico da Venezuela se agravou.

Autoridades venezuelanas libertaram nesta semana os dois executivos presos desde abril como parte de uma investigação sobre o setor petroleiro, que tem assustado outras companhias estrangeiras parceiras da petrolífera estatal PDVSA.

La Rosa deixa o Brasil no momento em que a Chevron, num consórcio com a Petrobras e a Shell, conquistou seu primeiro bloco no pré-sal brasileiro.

Não ficou claro de imediato quem comandará as operações da Chevron no Brasil.

Presidente da SEC distingue criptomoeda da ICO


 Presidente da SEC

Qual é a diferença entre uma OIC e uma criptomoeda? Bem, de acordo com o presidente da SEC, Jay Clayton, Criptomoedas como Bitcoin (BTC) não devem ser consideradas uma garantia, no entanto, o presidente da agência acredita que uma ICO é uma segurança.

Por que isso acontece? Basicamente, tudo se resume ao fator de risco: uma ICO é considerada mais um risco para os investidores, já que muitas dessas “moedas” podem não se concretizar – o que significa que o retorno prometido aos investidores pode nunca acontecer. Também é bem conhecido que muitos OICs são fraudes puramente fraudulentas disfarçadas de oportunidades legítimas de investimento. No entanto, se uma moeda faz passar a fase da OIC e se torna estabelecida – já não é um risco da mesma maneira. Torna-se uma moeda, como USD ou Yen, onde seu valor depende das flutuações e tendências do mercado e é o único risco do investidor – muito parecido com os mercados de ações regulares.

Os comentários de Jay Clayton refutaram um debate sobre a diferença entre os tokens da OIC e os digitais. Este é um debate que já existe nos últimos anos e mais uma vez os comerciantes e participantes do mercado estão mostrando suas preocupações.

[1945905] O presidente diz que eles não vão mudar a definição de segurança, já que os EUA já construíram um mercado de títulos de US $ 19 trilhões sobre as regras atuais

Não vamos violar a tradicional definição de segurança que funcionou por muito tempo ”, Jay Clayton disse à CNBC na quarta-feira . “ Estamos fazendo isso há muito tempo; não há necessidade de mudar a definição . ”

Ao explicar sua posição, o presidente da SEC diz que as criptomoedas simplesmente“ substituem ”moedas soberanas, incluindo o euro, o dólar e o iene. Portanto, esses tipos de moeda não devem ser considerados títulos.

Um token, um ativo digital, onde eu lhe dou meu dinheiro, e você sai e faz um empreendimento, e em troca por lhe dar meu dinheiro, eu digo "você pode obter um retorno", que é uma garantia, e nós regulamos isso ", disse Clayton. " Regulamos a oferta dessa garantia e regulamos a negociação dessa garantia ."

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Traders questionam, no entanto, que todos os tokens são emitidos ou começam a vida através da OIC. Então, como faz sentido que o token existente seja considerado moeda, mas no momento do ICO, isso é considerado uma segurança? Anteriormente, vários outros especialistas, incluindo o Presidente do Federal Reserve, recusaram-se a aceitar moedas criptografadas como moeda mas ainda deram argumentos diferentes que não são semelhantes ao ponto de vista do Presidente da SEC. O debate está em andamento e os participantes do mercado estão apresentando suas idéias, mas o presidente da SEC, no final do dia, detém a posição legal para definir a diferença entre criptomoedas e ICOs.

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Após pedido de desistência, presidente do STF tira da pauta ação sobre parlamentarismo – Notícias


BRASÍLIA (Reuters) – A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, decidiu nesta segunda-feira retirar da pauta do plenário do dia 20 uma ação movida há mais de 20 anos por petistas que visava discutir se o sistema de governo presidencialista poderia ser alterado para parlamentarista por meio de uma emenda constitucional.

A decisão dela ocorre pouco depois do deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) e ex-deputados petistas terem apresentado ao relator do processo no Supremo, ministro Alexandre de Moraes, pedido para desistir da ação, com o consequente arquivamento do caso.

No parlamentarismo, o país seria governado pelo primeiro-ministro enquanto o presidente da República é o chefe de Estado com atribuições, de modo geral, mais de caráter diplomático. Esse regime de governo já foi rejeitado em duas consultas populares no passado.

O STF iria apreciar o mérito da ação, uma vez que em 1997 uma liminar foi indeferida pelo então ministro Néri da Silveira.

O debate sobre a troca do regime de governo voltou às vésperas do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, tendo sido discutida nos bastidores, na ocasião, como uma solução para o impasse institucional pelo qual o país passava.

O presidente Michel Temer já se manifestou favoravelmente à mudança do regime de governo e, em várias ocasiões, afirmou que governava numa espécie de semipresidencialismo. O ministro do STF Gilmar Mendes é outro forte entusiasta da proposta.

(Reportagem de Ricardo Brito)