Ilhas Marshall substitui o USD por criptomoeda própria – Altcoin Buzz



Altcoin BuzzMarshall Islands substitui o USD por Cryptocurrency OwnAltcoin BuzzIsso significa que seria ilegal não aceitar a criptomoeda em troca de mercadorias, uma vez que agora é considerada como moeda legal. A nova moeda é chamada soberana ou SOV, e a venda simbólica está começando no terceiro trimestre de 2018. Haverá uma oferta finita …

Fila de carros se estende por mais de 10 quarteirões em posto de São Paulo – Notícias


Cerca de 200 veículos formavam uma fila que se estendia por mais de dez quarteirões na Vila Madalena, zona oeste de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (28). O objetivo era encher o tanque em um posto na esquina da avenida Heitor Penteado com a rua Pereira Leite.

No domingo, por volta das 11h, um caminhão-tanque escoltado conseguiu chegar ao local. Desde então, houve movimento contínuo de carros, inclusive na madrugada. Segundo os motoristas, a notícia de que havia combustível por ali chegou pelo boca a boca, em grupos de WhatsApp e por meio de aviso de parentes.

Diante de tanta procura e da falta de combustível, o estabelecimento impôs algumas condições: máximo de 20 litros de gasolina por carro, etanol sem restrições, mas nada de encher galões e outros recipientes. A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) intensificou a fiscalização na região.

Bruno Freitas/UOL

Guilherme Luciano da Silva, um dos primeiros da fila

“Estou aqui desde às 8h, mais de três horas na fila. Vim do Butantã. Trouxe um balde para tentar encher à parte, mas avisaram que não vão deixar. Depois que eu abastecer o carro, vou buscar a minha moto também”, disse Guilherme Luciano da Silva, um dos primeiros da fila.

Ele trabalha como motorista de Uber e é funcionário de uma seguradora.

Casal do interior ‘preso’ na capital

O empresário Francisco Oliveira, de Assis (434 km a oeste de São Paulo), estava no final da fila por volta das 11h. 

Bruno Freitas/UOL

Francisco Oliveira, um dos últimos da fila

“Estou preso em São Paulo desde a sexta-feira, pois não consigo voltar para casa. Tive de ficar em hotel. Minha empresa está fechada em Assis. Vou ficar na fila o tempo que for preciso, mesmo que leve quatro ou cinco horas”, declarou.

Veja dicas para economizar combustível no seu carro

Marcopolo suspense produção no país por desabastecimento devido à greve – Notícias


SÃO PAULO (Reuters) – A Marcopolo informou nesta segunda-feira a suspensão de atividades em suas fábricas no Brasil de 28 de maio a 1º de junho, em decorrência da greve dos caminhoneiros, que levou ao desabastecimento de suas linhas de produção.

Em comunicado, a fabricante de carrocerias de ônibus disse que a paralisação da produção foi aprovada após votação dos colaboradores e que haverá compensação das horas paradas para cumprir o compromisso de entregas aos clientes.

A paralisação dos caminhoneiros, que segue provocando desabastecimento no país, entrou no oitavo dia nesta segunda-feira, mesmo após o anúncio na véspera pelo presidente Michel Temer de uma série de medidas para atender demandas da categoria.

(Por Flavia Bohone)

Petroleiros incluem preço dos combustíveis em pauta da greve por apoio popular – 28/05/2018 – Mercado


Os petroleiros acreditam que a pauta do preço dos combustíveis ajudará a trazer apoio da população à greve de 72 horas marcada para a próxima quarta (30) e prometem paralisação por tempo indeterminado caso não haja negociações.

Nas últimas greves, os petroleiros têm conseguido reduzir a produção de petróleo, principalmente na Bacia de Campos, mas costuma haver poucos efeitos na produção de combustíveis, que é mantida por equipes de contingência.

“Agora o que está em jogo é a privatização das refinarias. As pessoas sabem muito bem que não terão o emprego. Há uma consciência maior da categoria e da sociedade também. Então essa greve vai ser diferente”, diz o diretor da FUP (Federação Única dos Petroleiros) Deyvid Bacelar.

 

 

Os sindicatos pedem mudanças na política de preços da Petrobras e a substituição de Pedro Parente no comando da companhia. Alegam que a política atual prejudica a empresa, ao permitir que importações tomem mercado do combustível brasileiro.

“A empresa está sendo prejudicada, pois as refinarias estão operando com cargas muito reduzidas, e a BR Distribuidora está perdendo participação no mercado”, argumenta Bacellar, que já participou do conselho de administração da companhia.

De fato, no primeiro trimestre, as refinarias operaram com 77% de sua capacidade. A perda de mercado foi uma das justificativas apresentadas pela estatal para autorizar reajustes diários em julho de 2017.

Bacelar defende a política adotada durante a gestão José Sergio Gabrielli, no governo Lula, que previa o acompanhamento do mercado internacional no longo prazo: os combustíveis passavam alguns períodos acima das cotações externas e outros abaixo.

“Tudo bem houve um período de controle excessivo talvez. Mas também, não precisa ser nem 8 nem 80”, disse o sindicalista, referindo-se ao governo Dilma, quando o represamento de preços trouxe perdas à estatal.

“Essa é uma greve de advertência. Uma greve por tempo indeterminado ainda será marcada”, afirmou. “A pauta é viável, só depende do governo federal.”

APOIO

A FUP só incluiu os preços da gasolina e do diesel na pauta da greve marcada para essa semana após o início da paralisação dos caminhoneiros. Antes, a greve estava sendo convocada para protestar contra o plano de venda de ativos da Petrobras.

“A greve por tempo indeterminada foi aprovada por mais de 90% dos petroleiros, em resposta ao maior desmonte da história da Petrobras, que avança sobre as refinarias, fábricas de fertilizantes, terminais e dutos de transporte”, disse a entidade em comunicado divulgado no dia 17 de maio.

Após o início da paralisação dos caminhoneiros, a questão dos preços dos combustíveis passou a fazer parte da lista de justificativas para a greve. Em comunicado do dia 22, a FUP passa a dizer que “a redução dos preços dos combustíveis é um dos eixos da greve”.

“O aumento diário dos preços da gasolina e do diesel faz parte do pacote de desmonte que a empresa vem sofrendo nesses dois anos do golpe”.

No dia 26, a entidade anunciou a paralisação de 72 horas dizendo que os petroleiros “vão à grave para baixar preços da gasolina e do diesel”. Os sindicatos dizem que a gestão da empresa pratica preços altos para permitir a importação de diesel dos Estados Unidos.

A greve começou a ser votada na segunda semana de maio, em assembleias nos 13 sindicatos filiados à FUP. Outros cinco são filiados à FNP (Federação Nacional dos Petroleiros), que decidiu aderir à greve na semana passada, mas por tempo indeterminado.

No mercado, porém, há grande apreensão com relação à greve anunciada, já que o tema combustíveis está mais próximo da população em geral do que pautas anteriores sobre reajustes salariais e benefícios da categoria.

OUTRAS CATEGORIAS

A Fenapef (Federação Nacional dos Policiais Federais) afirmou em nota que o protesto dos caminhoneiros contra “a absurda política de aumento de combustíveis” representa a vontade de todos os brasileiros e, por isso, as entidades sindicais dos policiais apoiam o movimento. “A luta da categoria é a nossa luta”, escreveram.

Os motoboys de São Paulo também demonstraram apoio aos caminhoneiros. “Já praticamente aderimos à greve desde quarta, pela indignação com os preços e porque não temos gasolina para abastecer as motos”, diz Gilberto Almeida dos Santos, presidente do SindimotoSP (sindicato dos motociclistas do estado), que conversa com outras categorias para organizar um ato na próxima sexta (1º) em frente ao prédio da Petrobras, na avenida Paulista.

 

Conversa compartilhada por serviço da Amazon levanta debate sobre privacidade – Notícias


Nora Quintanilla.

Nova York, 28 mai (EFE).- Uma conversa particular que um casal dos Estados Unidos teve na sua casa e que foi gravada e compartilhada sem seu consentimento por Alexa, o assistente digital da Amazon, levantou na semana passada o debate sobre privacidade que acompanha a chamada Internet das Coisas.

Danielle e seu marido, residentes em Portland (Oregon), receberam uma ligação desconcertante de Seattle, a quase 280 quilômetros: um funcionário do homem lhes dizia que tinham sido vítimas de um hacker e lhes sugeriu desligar a conexão com Alexa.

Segundo relatou a mulher à emissora local “Kiro 7”, o homem lhes disse que tinha recebido arquivos de áudio gravados dentro da sua casa e, diante da incredulidade do casal, este lhes revelou que tinham estado falando de pisos de madeira, além de enviar-lhes a prova.

“Me senti invadida, uma invasão total da privacidade. Imediatamente disse: ‘Nunca vou ligar esse aparelho dentro de casa, porque não confio nele”, declarou Danielle à emissora.

O casal vive em uma casa inteligente que tem cada quarto equipado com dispositivos da Internet das Coisas para controlar a temperatura, as luzes e a segurança, neste caso da marca da Amazon, de acordo com a emissora.

Após pedir explicações, a empresa californiana lhes informou que seus engenheiros tinham confirmado nos registros o que o casal alegava e, embora tenham pedido repetidas desculpas, não especificaram por que Alexa tinha cometido esse erro ou se era algo generalizado.

Em uma declaração enviada à Agência Efe, um porta-voz da Amazon explicou que o alto-falante inteligente, Echo, “acordou” ao escutar uma palavra, em uma conversa de fundo, que soava como “Alexa”, a senha para dar ordens de voz, e o diálogo que se seguiu depois foi escutado como um pedido de “enviar mensagem”.

O dispositivo indagou então “para quem?”, e “nesse momento, a conversa de fundo foi interpretada como um nome na lista de contatos do cliente”. Quando Alexa pediu uma confirmação desse comando entendeu “correto”, de novo, entre o palavreado.

“Apesar da improvável cadeia de eventos, estamos avaliando nossas opções para que este caso seja menos provável ainda”, afirmou o porta-voz.

Esse incidente “extremamente raro”, segundo a Amazon, se soma a um debate que ganhou notoriedade nas últimas semanas em torno da gestão da informação pessoal que fazem certas empresas com acesso a grandes quantidades de dados.

Não é a primeira vez que um dispositivo inteligente da Amazon protagoniza um incidente de funcionamento deste tipo e, à medida que seu uso se populariza nos lares, também cresce a dúvida sobre se estarão “escutando” em segredo.

Em março, alguns usuários de Alexa chamaram a atenção da Amazon com tuítes e vídeos que se tornaram virais nas redes sobre momentos em que seu assistente digital tinha rido de maneira espontânea ou após entender incorretamente um comando.

Mais grave foi uma vulnerabilidade descoberta pela empresa Checkmarx, que criou um aplicativo para o assistente capaz de gravar conversas e transcrevê-las sem que os usuários se dessem conta, embora depois tenha trabalhado com a Amazon para diminuir essa brecha.

Após o incidente em Portland, organizações como o EPIC (Electronic Privacy Information Center) pediram um maior escrutínio por parte das autoridades sobre os aparelhos domésticos inteligentes que “sempre estão ligados”, um mercado no qual participam Google, Apple e Microsoft, entre outras gigantes tecnológicas.

“A Ata Federal de Escutas Telefônicas considera um crime interceptar intencionalmente uma comunicação privada”, ressaltou o EPIC, que recentemente testemunhou perante a Comissão de Segurança de Produtos de Consumo sobre os riscos de privacidade presentes no escopo da Internet das Coisas.

Por sua parte, a União Americana de Liberdades Civis (ACLU) considerou que, se o que se diz em casa “é gravado e transmitido a uma empresa, todos dependemos apenas de boas políticas para proteger nossa privacidade”.

Laszlo Hanyecz em Por que Bitcoin ainda é o único sabor de cripto para ele


Você pode pensar que nunca ouviu falar de Laszlo Hanyecz, programador baseado na Flórida que trabalha para a empresa de varejo online GoRuck, mas provavelmente estaria errado – Hanyecz estava por trás da compra inspiradora de duas pizzas do Papa John’s por 10.000 Bitcoin (BTC) em 22 de maio de 2010, tornando esta semana uma celebração do aniversário de oito anos do Pizza Day.

Mas a transação não envolveu apenas uma pessoa: Jeremy Sturdivant, também conhecido como Jasco, participou do negócio de pizza Bitcoin original como o destinatário dos 10.000 BTC que ele transformou em duas pizzas.

Desde a fatídica primeira transação gravada do Bitcoin para um bem físico, o caso de uso da moeda decolou, com os clientes agora podendo usar o Bitcoin para negócios imobiliários, compras online, reservas de aviões e, é claro, pizza.

O Cointelegraph teve a oportunidade de falar com Laszlo e Jeremy esta semana sobre suas opiniões sobre o Bitcoin, como eles se sentem sobre o legado da “Bitcoin Pizza” e seu tipo favorito de pizza.

Cointelegraph: Você provavelmente faz essa pergunta muito, mas eu tenho que perguntar. Como 10.000 Bitcoins valem cerca de 80 milhões de dólares hoje, você já se arrependeu de ter pago 10.000 BTC por duas pizzas?

LH: Você sabe, eu não me arrependo. Eu acho que é ótimo eu ter feito parte da história inicial do Bitcoin, e as pessoas sabem sobre a pizza e é uma história interessante, porque todo mundo pode se relacionar com isso e ser como – “Oh meu Deus você gastou todo esse dinheiro! ” Eu também estava dando suporte técnico aos usuários nos fóruns e eu portei o Bitcoin para o MacOS, e você sabe, algumas outras coisas – consertar bugs e outros, e eu sempre quis que as pessoas usassem o Bitcoin e comprar a pizza Uma maneira de fazer isso. Eu não achei que ficaria tão popular quanto ele, mas isso tem sido uma história realmente cativante para as pessoas.

CT: Então você usa o Bitcoin na vida cotidiana?

LH: Sim, eu tento sempre que posso. Eu comprei muitas coisas ao longo dos anos com isso, eu brinco com o software Bitcoin e coisas assim, mas eu tento mantê-lo como um hobby.

Mas eu realmente não usei muito o Bitcoin em pagamentos cara a cara. Eu fiz isso principalmente online. É uma daquelas coisas em que gosto de ficar de olho e gosto de participar on-line, mas no que diz respeito a coisas cara-a-cara, sinto que não é realmente o melhor. Isso tende a ser mais frustrante, e o objetivo é que o Bitcoin se torne melhor que o status quo, certo?

CT: Qual é a sua criptomoeda favorita?

LH: Bitcoin! [Risos]

CT: Qual sua pizza favorita?

LH: Pizza? Eu gosto do Supremo.

CT: Em seu post original do primeiro Dia da Pizza, você comparou seu desejo de comprar uma pizza com a compra de um prato de café da manhã do hotel. Qual é o seu prato ideal de café da manhã?

LH: Oh, eu não sei. Eu gosto de ovos, bacon, panquecas – você sabe, coisas padrão.

Apenas para expandir isso – a razão que eu comparei dessa forma – eu estava pensando na experiência de pegar o telefone e dizer “Ei, eu gostaria de café da manhã no quarto 123”, e eu só sou cobrado na minha conta e eu recebo a comida entregue para mim – eu não me importo como eles fizeram isso. Quer seja um contratado, ou o Papa John, ou quem quer que o traga. O que eu estava tentando fazer era deixar claro que eu não queria que alguém me enviasse um cartão de presente de Papa John, ou um crédito de Domino ou qualquer coisa assim – eu queria comida e queria pagar Bitcoins por comida. Porque se eu posso comprar comida com isso, então é tão real quanto qualquer outro dinheiro, certo? Comida é uma necessidade básica – se eu posso comer do Bitcoin, eu posso viver fora do Bitcoin.

CT: O seu trabalho atual envolve o trabalho com criptomoedas?

LH: Eu realmente não gosto de me envolver nisso como um negócio principal, é meio que um projeto paralelo para mim. Eu sei que é meio estranho explicar para as pessoas, mas eu sinto que isso é mais divertido para mim – do que se fosse como uma coisa das nove às cinco de “Oh, você sabe, vamos fazer alguns negócios de criptografia. ” Eu não quero ser um desses caras com um esquema fraudulento da ICO ou algo parecido.

Recentemente, no meu trabalho, eu meio que convenci as pessoas aqui a aceitar o Bitcoin e, sendo um desenvolvedor, eu o integrei em nosso site. Estamos tentando ver como isso vai agora. As pessoas aqui estão animadas com isso, elas estão animadas sobre o que eu fiz e tudo. E então estamos tentando. Eu estou meio que aplicando meu passatempo no trabalho agora, então é muito legal quando você pode fazer isso.

CT: Você já pensou em comprar uma pizza com outras criptomoedas além do Bitcoin?

LH: Eu gosto de Bitcoin. Eu estava por perto cedo, quando era apenas Bitcoin, e para mim, as moedas de copycat ou o que você quiser chamá-las – você sabe que 90% dessas coisas são simplesmente um copy-paste do Bitcoin, e eles mudaram o logo, ou eles mudou alguma coisa. Eu não estou tão interessado nesses, estou interessado em Bitcoin.

CT: Você acha que sua compra original de pizza Bitcoin influenciou diretamente o fato de que agora você pode comprar pizza e outros alimentos com o Bitcoin?

LH: Eu gostaria de pensar que o que eu fiz ajudou. Mas acho que se não fosse eu, alguém teria aparecido. E talvez não fosse pizza. Mas eu acho que o Bitcoin estava meio destinado a ficar grande, e eu não sabia tudo sobre o Bitcoin naquela época – quer dizer, eu só estava jogando com ele há alguns meses, e eu descobri como fazer o meu, eu realmente escrevi o primeiro minerador de GPU – e foi assim que consegui todos aqueles Bitcoins que eu estava dando.

CT: Você acha que faz sentido as pessoas usarem o Bitcoin para comprar tipo pizza agora?

LH: Se todo mundo quisesse pagar por pizza com Bitcoin agora – não funcionaria – eles tentariam, eles perceberiam que suas transações não estão confirmando, e eles perderiam o interesse. E é assim que estamos hoje, certo?

Em dezembro, todo mundo ficou como “Bitcoin, Bitcoin, Bitcoin” e depois “Oh meu Deus, minha transação está lá há 12 horas, o que está acontecendo, essa coisa é uma droga!” As pessoas aprenderam como funciona e nós realmente vimos o mercado de taxas trabalhando e tudo isso, então eu acho que é realmente emocionante, mas eu não tenho idéia de como isso vai acontecer, eu acho que é realmente interessante de assistir.

CT: O que seria necessário para o Bitcoin se tornar mais amplamente usado?

LH: Eu sei que vocês cobriram quando eu fiz a coisa da Pizza Lightning. Eu sinto que quando algo assim – a Rede Lightning ou algo semelhante a ela – acaba se tornando mainstream, utilizável para as pessoas. Eu acho que é aí que se tornará mais interessante realmente gastar bitcoins face a face.

CT: Como você acha que a Lightning Network tornará o Bitcoin mais popular?

LH: A Rede de Iluminação também não é perfeita, tem problemas, pode ser abusada de várias maneiras, mas é um passo nessa direção, e para mim, se algo como Lightning Network decolar, eu acho que você vai ver todos os varejistas on-line apenas mudam para ele porque ninguém quer usar MasterCard, Visa e PayPal.

Eu acho que a Rede Lightning é definitivamente o objetivo lá, para trazer mais usabilidade para as pessoas, porque realmente permite pagamentos instantâneos, e os pagamentos de Bitcoins não são instantâneos. Se você está aceitando com zero a confirmação do pagamento, você não está realmente fazendo isso corretamente. E não há problema em fazer isso se você vai estender a confiança para as pessoas – porque a mesma coisa acontece com um cartão de crédito – tudo que você tem é a promessa de hoje, você não foi realmente pago. Então, em algumas empresas, tudo bem, mas esse não é o espírito do Bitcoin, você não deveria confiar em ninguém, você deveria ser capaz de dizer “Ei, eu tenho esse Bitcoin, e aqui está a prova criptográfica”. A Rede Lightning também pode nos devolver um pouco da privacidade que as pessoas originalmente pensaram erroneamente que tinham.

CT: Na foto de sua família comendo a “Lightning Network Pizza”, seus filhos estão vestindo camisetas “I <3 Bitcoin”. Você educa seus filhos sobre o Bitcoin?

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Fonte da imagem: Postagem de Laszlo Hanyecz em 25 de fevereiro na lista de discussão do Lightning-dev

LH: Liam é meu filho, ele tem sete anos e Amy, minha filha, tem nove anos. Eles realmente têm suas próprias carteiras de papel, possuem um milésimo de Bitcoin ou algo parecido. Eu mostrei a eles como ir no GDAX e coisas assim. Eu apenas fiz um marcador no computador deles para que eles pudessem verificar o preço. Eu mostrei a eles como multiplicar seu pequeno milésimo de Bitcoin pelo preço e coisas assim.

Passei o tempo explicando para eles, eles eram como:

– Papai, o que você está fazendo?

– Bitcoin

– O que é o Bitcoin?

Meus filhos são relativamente jovens, eu não posso realmente explicar as forças do mercado e coisas assim para eles ainda, mas eles entendem que mais é bom, e Bitcoin é bom, e que eu estou envolvido com o Bitcoin de alguma forma. Eu tento fazer com que eles aprendam, e acho que quando ficarem mais velhos, vou tentar ensiná-los coisas mais técnicas.

Jasco – o homem que ganhou 10.000 BTC vendendo duas pizzas
O Cointelegraph também teve a chance de falar com Jeremy Sturdivant, também conhecido como Jasco, que participou do negócio de pizza Bitcoin original como o destinatário desses 10.000 BTC que ele transformou em duas pizzas. Sturdivant, que disse ao CT que ele transformou o BTC de Hanyecz em uma viagem quando eles valiam algumas centenas de dólares, observou que ele ainda usa o Bitcoin em sua vida cotidiana “até certo ponto:”

“Fazer um contrato independente traz dinheiro de várias formas, e eu recebo em Bitcoin, Litecoin e até Dogecoin. No entanto, meus supermercados locais não aceitam, por isso, na maioria das vezes, eu o uso para colocá-lo em uso, além dos serviços […] on-line Steam, Humble Store e outros varejistas de videogames que aceitaram o Bitcoin durante muito tempo. das vezes que eu tinha tempo livre para jogos de vídeo. Certamente a maior parte da minha biblioteca Steam foi paga com o Bitcoin. ”

Quando perguntado sobre a maior quantidade de Bitcoin que ele já teve, Sturdivant estima que seja perto de 40.000 devido à mineração e comercialização no início:

“Eu nunca vi o Bitcoin como um investimento, e embora seja fácil olhar para trás e dizer ‘Eu poderia ter sido um milionário’, eu acho que é mais importante olhar para a mentalidade que eu tive durante a transação de pizza, não sendo aquela de adquirir um investimento, mas de fazer uso de uma forma de moeda. Se eu estivesse procurando acumular moedas, provavelmente não estaria no lugar certo na hora certa. ”

Sturdivant também observou que ele também continuou comprando e vendendo pizza em criptomoeda usando Bitcoin, Litecoin (LTC) e Ethereum (ETH), e que prefere pizza com carne e cebola roxa, embora “por um pouco de controvérsia, eu goste de ‘havaiano’. “pizza bastante.”



Laszlo Hanyecz em Por que Bitcoin ainda é o único sabor de Crypto para ele


Você pode pensar que nunca ouviu falar de Laszlo Hanyecz, programador baseado na Flórida que trabalha para a empresa de varejo online GoRuck, mas provavelmente estaria errado – Hanyecz estava por trás da compra inspiradora de duas pizzas do Papa John's por 10.000 Bitcoin (BTC) em 22 de maio de 2010, tornando esta semana uma celebração do aniversário de oito anos do Pizza Day .

Mas a transação não envolveu apenas uma pessoa: Jeremy Sturdivant, também conhecido como Jasco, participou do negócio de pizza Bitcoin original como o destinatário dos 10.000 BTC que ele transformou em duas pizzas.

Desde a fatídica primeira transação gravada do Bitcoin para um bem físico, o caso de uso para o moeda decolou, com os clientes agora capazes de usar Bitcoin para negócios imobiliários, compras on-line reservas de avião e, claro, pizza .

Cointelegraph teve a chance de falar com Laszlo e Jeremy esta semana sobre suas opiniões sobre Bitcoin, como eles se sentem sobre o legado da "Pizza Bitcoin" e seu tipo favorito de pizza.

Cointelegraph: Você provavelmente se perguntou muito esta pergunta, mas tenho que perguntar. Como 10.000 Bitcoins valem cerca de 80 milhões de dólares hoje, você já se arrependeu de ter pago 10.000 BTC por duas pizzas?

LH: Sabe, não me arrependo. Eu acho que é ótimo eu ter feito parte da história inicial do Bitcoin, e as pessoas sabem sobre a pizza e é uma história interessante, porque todo mundo pode se identificar com isso e ser [like] – "Oh my God você gastou todo esse dinheiro! " Eu também estava dando suporte técnico aos usuários nos fóruns e eu portei o Bitcoin para o MacOS, e você sabe, algumas outras coisas – consertar bugs e outros, e eu sempre quis que as pessoas usassem o Bitcoin e comprar a pizza Uma maneira de fazer isso. Eu não acho que seria tão popular como tem sido, mas tem sido uma história realmente cativante para as pessoas.

CT: Então você usa o Bitcoin no dia a dia?

LH: Sim, eu faço, eu tento sempre que posso. Eu comprei muitas coisas ao longo dos anos com isso, eu brinco com o software Bitcoin e coisas assim, mas eu tento mantê-lo como um hobby.

Mas eu realmente não usei muito o Bitcoin no rosto pagamentos imediatos. Eu fiz isso principalmente online. É uma daquelas coisas em que gosto de ficar de olho e gosto de participar on-line, mas no que diz respeito a coisas cara-a-cara, sinto que não é realmente o melhor. Ele tende a ser mais frustrante, e o objetivo é que o Bitcoin se torne melhor que o status quo, certo?

CT: Qual é a sua criptografia favorita?

LH: Bitcoin! [Laughs]

CT: Qual é a sua pizza favorita?

LH: Pizza? Eu gosto de Supreme

CT: Em seu post original do primeiro Dia da Pizza você comparou seu desejo de comprar uma pizza com a compra de um prato de café da manhã do hotel. Qual é o prato ideal para o café da manhã do hotel?

LH: Ah, eu não sei. Eu gosto de ovos, bacon, panquecas – você sabe, coisas padrão.

Apenas para expandir isso – a razão que eu comparei dessa forma – eu estava pensando na experiência de pegar o telefone e dizer "Ei, eu gostaria de café da manhã no quarto 123 ", e eu só sou cobrado na minha conta e recebo a comida entregue para mim – eu não me importo como eles fizeram isso. Quer seja um contratado, ou o Papa John, ou quem quer que o traga. O que eu estava tentando fazer era deixar claro que eu não queria que alguém me enviasse um cartão de presente de Papa John, ou um crédito de Domino ou qualquer coisa assim – eu queria comida e queria pagar Bitcoins por comida. Porque se eu posso comprar comida com isso, então é tão real quanto qualquer outro dinheiro, certo? Comida é uma necessidade básica – se eu posso comer de Bitcoin, eu posso viver fora do Bitcoin.

CT: Seu trabalho atual envolve o trabalho com criptomoedas?

LH: realmente não gosto de participar como um negócio principal, é meio que um projeto paralelo para mim. Eu sei que é meio estranho explicar para as pessoas, mas eu sinto que isso é mais divertido para mim – do que se fosse como uma coisa das nove às cinco de "Oh, você sabe, vamos fazer alguns negócios de criptografia. " Eu não quero ser um desses caras com um scam ICO ou algo assim.

Recentemente, no meu trabalho, eu meio que convenci as pessoas aqui a aceitar o Bitcoin, e, sendo um desenvolvedor, eu o integrei em nosso site. Estamos tentando ver como isso vai agora. As pessoas aqui estão animadas com isso, elas estão animadas sobre o que eu fiz e tudo. E então estamos tentando. Eu estou meio que aplicando meu passatempo no trabalho agora, então é muito legal quando você pode fazer isso.

CT: Você já pensou em comprar uma pizza com outras criptomoedas além do Bitcoin? [19659002] LH : Eu gosto do Bitcoin. Eu estava por perto cedo, quando era apenas Bitcoin, e para mim, as moedas de copycat ou o que você quiser chamá-las – você sabe que 90% dessas coisas são simplesmente um copy-paste do Bitcoin, e eles mudaram o logo, ou eles mudou alguma coisa. Eu não estou tão interessado nisso, eu estou interessado em Bitcoin.

CT: Você acha que sua compra original de pizza Bitcoin influenciou diretamente o fato de que agora você pode comprar pizza e outros alimentos com Bitcoin? ]

LH : Eu gostaria de pensar que o que eu fiz ajudou. Mas acho que se não fosse eu, alguém teria aparecido. E talvez não fosse pizza. Mas eu acho que o Bitcoin estava meio destinado a ficar grande, e eu não sabia tudo sobre o Bitcoin naquela época – quer dizer, eu só estava jogando com ele há alguns meses, e eu descobri como fazer o meu, eu realmente escrevi o primeiro minerador de GPU – e é assim que eu consegui todos aqueles Bitcoins que eu estava distribuindo.

CT: Você acha que faz sentido as pessoas usarem o Bitcoin para comprar tipo pizza agora?

LH : Se todos quisessem pagar por pizza com Bitcoin agora – não funcionaria – eles tentariam, eles perceberiam que suas transações não estão confirmando, e eles perderia o interesse. E esse é o tipo de lugar em que estamos hoje, certo?

Em dezembro, todo mundo ficou como "Bitcoin, Bitcoin, Bitcoin" e depois "Oh meu Deus, minha transação ficou lá por 12 horas, o que está acontecendo essa coisa é uma droga! As pessoas aprenderam como funciona e nós realmente vimos o mercado de taxas funcionando e tudo isso, então eu acho que é realmente emocionante, mas eu não tenho ideia de como isso vai acontecer, eu acho que é realmente interessante de assistir.

Demorou para o Bitcoin se tornar mais amplamente usado?

LH: Eu sei que vocês o cobriram quando eu fiz a coisa de Pizza Relâmpago . Eu sinto que quando algo assim – a Rede Lightning ou algo semelhante a ela – acaba se tornando mainstream, utilizável para as pessoas. Eu acho que é onde se tornará mais interessante gastar bitcoins face a face.

CT: Como você acha que a Lightning Network tornará o Bitcoin mais popular?

LH: The A Rede de Iluminação também não é perfeita, tem problemas, pode ser abusada de várias maneiras, mas é um passo nessa direção, e para mim, se algo como a Rede Lightning decolar, acho que você verá todos os varejistas on-line basta mudar para ele, porque ninguém quer usar MasterCard e Visa e PayPal .

Eu acho que o Lightning Network é Definitivamente, o objetivo é trazer mais usabilidade para as pessoas, porque realmente permite pagamentos instantâneos, e os pagamentos de Bitcoins não são instantâneos. Se você está aceitando com zero a confirmação do pagamento, você não está realmente fazendo isso corretamente. E não há problema em fazer isso se você vai estender a confiança para as pessoas – porque a mesma coisa acontece com um cartão de crédito – tudo que você tem é a promessa de hoje, você não foi realmente pago. Então, em algumas empresas, tudo bem, mas esse não é o espírito do Bitcoin, você não deveria confiar em ninguém, você deveria ser capaz de dizer "Ei, eu tenho esse Bitcoin, e aqui está a prova criptográfica". A Rede Lightning também pode nos devolver um pouco da privacidade que as pessoas originalmente erroneamente pensaram que tinham.

CT: Na foto de sua família comendo a “Lightning Network Pizza”, seus filhos estão usando camisetas do tipo “I <3 Bitcoin”. Você educa seus filhos sobre o Bitcoin?

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LH: Liam é meu filho, ele tem sete anos e Amy, minha filha, tem nove Eles realmente têm suas próprias carteiras de papel, possuem um milésimo de Bitcoin ou algo assim, eu mostrei a eles como continuar GDAX e coisas desse tipo. Eu apenas fiz deles um marcador no computador deles. para que eles pudessem verificar o preço, mostrei a eles como multiplicar seu pequeno milésimo de bitcoin pelo preço e coisas assim.

Eu gastei tempo explicando isso para eles, eles eram como:

– Papai, o que Você está fazendo?

– Bitcoin

– Oh, o que é o Bitcoin?

Meus filhos são bastante jovens, eu não posso realmente explicar as forças do mercado e coisas como isso para eles ainda, mas eles entendem que mais é bom, e Bitcoin é bom, e que eu estou envolvido com o Bitcoin de alguma forma. Eu tento fazer com que eles aprendam, e eu acho que quando ficarem mais velhos, vou tentar ensiná-los coisas mais técnicas.

Jasco – o homem que ganhou 10.000 BTC vendendo duas pizzas

Cointelegraph também teve a chance para falar com Jeremy Sturdivant, também conhecido como Jasco, que participou do negócio de pizza Bitcoin original como o destinatário dos 10.000 BTC que ele transformou em duas pizzas. Sturdivant, que disse ao CT que ele transformou o BTC de Hanyecz em uma viagem quando eles valiam algumas centenas de dólares, observou que ele ainda usa o Bitcoin em sua vida cotidiana "até certo ponto:"

. dinheiro em uma variedade de formas, e eu fui pago em Bitcoin, Litecoin, até Dogecoin. Meus supermercados locais não aceitam isso, então, na maioria das vezes, eu me vejo trocando para usá-lo, além dos serviços on-line […] Steam, Humble Store e outros varejistas de videogames aceitaram o Bitcoin durante a maior parte do tempo. vezes eu tinha tempo livre para jogos de vídeo. Certamente a maior parte da minha biblioteca Steam foi paga com o Bitcoin. ”

Quando perguntado sobre a maior quantidade de Bitcoin que ele já teve, Sturdivant estimou que seja perto de 40.000 devido a ambas mineração e negociação no início:

“Eu nunca vi o Bitcoin como um investimento, e embora seja fácil olhar para trás e dizer 'eu poderia ter sido um milionário', eu acho que é mais importante olhar para a mentalidade que eu tive durante a pizza transação, não sendo aquela de adquirir um investimento, mas de fazer uso de uma forma de moeda. Se eu estivesse olhando para acumular moedas, eu provavelmente não estaria no lugar certo na hora certa. ”

Sturdivant também observou que ele também continuou comprando e vendendo pizza em criptocorrência usando Bitcoin, Litecoin (LTC), e Ethereum (ETH), e que ele prefere pizza com carne e cebola roxa, embora “para um pouco de controvérsia, eu gosto muito de pizza 'havaiana'.” [19659048]

Governo acena garantir desconto do diesel na bomba para pôr fim a greve – Notícias


O governo federal acenou com a possibilidade de atender a três itens da lista de reivindicações dos caminhoneiros para tentar colocar fim à greve: fazer o desconto de 10% no valor do diesel nas refinarias (41 centavos) chegar às bombas, aumentar a previsibilidade de reajustes no combustível de 30 para 60 dias e deixar de cobrar pelos eixos suspensos nos pedágios.

O secretário de Governo, ministro Carlos Marun, se comprometeu com a análise das propostas durante reunião com representantes dos grevistas e o governador de São Paulo no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. O governador Márcio França havia feito a proposta da isenção do pedágio por eixo suspenso a caminhoneiros de seu estado, e agora a oferta foi federalizada.

Marun disse que vai se reunir com o presidente Michel Temer ainda na manhã deste domingo (27), em Brasília, para discutir a viabilidade das reivindicações. Ao mesmo tempo, os representantes dos grevistas vão consultar os caminhoneiros que estão parados nas rodovias para saber se a oferta é suficiente para terminar o movimento que começou na segunda-feira (21). Ambos os lados fizeram questão de ressaltar que se trata de uma negociação em curso, não um acordo firmado.

Novo encontro entre governo e lideranças dos grevistas deve ocorrer hoje no Palácio dos Bandeirantes, às 15h. A presença do governador e grevistas é dada como certa, e o ministro avalia se participa pessoalmente ou por videoconferência. Tanto Marun quanto os representantes dos caminhoneiros tentaram passar otimismo sobre o sucesso e usaram palavras cordiais para se referir um ao outro.

Reprodução/GloboNews

Carlos Marun, ao lado de Márcio França, em coletiva de imprensa na noite do sábado (26)

Propostas exigem desembolsos públicos

Os itens sinalizados pelo ministro significam que o governo terá de abrir o caixa. A isenção dos eixos suspensos nos pedágios será feita pelas concessionárias e o valor, reembolsado pelo poder público. Marun afirmou que não há um estudo sobre quanto isto custaria. Mas o governo de São Paulo estima que somente no estado seriam R$ 50 milhões por mês.

O secretário de Governo afirmou que a conta precisa ser calculada e disse que todos devem dividir o custo, se referindo ao governo federal e estados.

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Sobre a manutenção do preço do diesel 10% mais barato, declarou que o governo fará o ressarcimento e pedirá que a política de aumentos seja feita com certa previsão. Os caminhoneiros pedem 60 dias. Marun havia oferecido inicialmente um mês.

Um eventual prejuízo à Petrobras por represar variações do preço internacional ou variação cambial também seria compensado com repasse federal.

O ministro ainda falou que não sabe como garantir que o desconto nas refinarias chegue integralmente às bombas, mas prometeu estudar o caso e apresentar uma solução. Acrescentou que o governo federal não diminuiu o preço do litro do diesel para o lucro ficar com donos de postos de combustíveis.

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Grevistas vão avaliar proposta

As três medidas do governo são uma federalização de parte do que o governador de São Paulo apresentou aos caminhoneiros paulistas. Elas foram suficientes para destravar o Rodoanel, mas não surtiram efeito nos motoristas que estacionaram os caminhões na Regis Bittencourt. Os representantes de grevistas que estiveram no encontro, que começou às 21h de sábado e durou duas horas, vão ter nova conversa com motoristas de todo o país.

A apresentação da proposta feita no sábado pelo governador de São Paulo terminou em discussão acalorada na Regis Bittencourt. Grevistas de outros estados reclamaram que não estavam contemplados e ainda classificaram a oferta de esmola. Eles queriam diesel a menos de R$ 3 e defendiam que a população apoia o movimento. Afirmavam também que o desabastecimento na segunda-feira aumentaria o poder de barganha.

A outra ala argumentava que é melhor um acordo sem ter todas as pautas atendidas, do que boas reivindicações ignoradas. Estes acrescentavam que, esgotado o diálogo, só resta o uso da força para o governo. A oposição de pontos de vista evoluiu para uma conversa em tom áspero e elevado e terminou com cada um indo para seu lado de forma tensa. Por fim, a rodovia permaneceu fechada por ser considerada vital para o sucesso da greve.

Grevistas e governo trocam gentilezas

Logo que começou a falar, o ministro Carlos Marun encheu os grevistas de confetes. Elogiou os representantes, disse que as reivindicações são justas e “que o movimento já é vitorioso”. Ele disse que o governo aceitou negociar desde o primeiro momento mesmo com parte da imprensa criticando a medida.

O ministro reconheceu que o diesel está caro e que aumentos seguidos prejudicam os caminhoneiros. “A imprevisibilidade inviabiliza os negócios. [O caminhoneiro] parte de uma cidade e, no meio do caminho, o preço do diesel é outro.”

Os representantes dos caminhoneiros também mantiveram a porta aberta para o diálogo, adotando um tom ameno e conciliador nas menções ao ministro. Ressaltaram que tentam uma solução e que todos estão se esforçando. Os discursos são de que o final da greve está próximo. O mesmo otimismo reinava no final da primeira reunião, em que participou somente o governador. Ele não se justificou. Na tarde deste domingo, será dada a resposta se agora o otimismo faz sentido.

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Anunciada na sexta-feira, a corretora de imóveis de Beverly Hills Hilton & Hyland está formando uma parceria com a startup de blockchain, Propy, para leiloar a Palazzetto dentro do Palazzo Albertoni Spinola, uma mansão construída entre 1580 e 1616.

O patrimônio da Unesco foi projetado pelo arquiteto Giacomo Della Porta no início de 1600 e atualmente é avaliado em US$ 42 milhões. As partes interessadas podem fazer lances em moeda fiduciária ou em criptomoedas até 28 de junho, disse Natalia Karayaneva, diretora executiva da Propy.

Karayaneva disse que ela acredita que o leilão é uma oportunidade única para registrar a venda de um prédio histórico em uma blockchain, uma feita mais notável devido ao fato de que as aplicações imobiliárias de blockchain ainda estão em estágios iniciais.

Ela adicionou:

“Não é um teste de transferência de alguns dólares em valor, ou colecionáveis ​​digitais questionáveis ​​- mas um acordo multimilionário em que a falta de transparência pode resultar em um negócio significativamente pior para o investidor ou vendedor.”

No futuro, ela espera ver mais negócios imobiliários registrados em blockchains, observando que a segurança e o registro imutável por trás da tecnologia podem tranquilizar os compradores de que eles não estão arriscando seus fundos. Ela também acredita que a tecnologia blockchain pode tornar o processo de compra de edifícios mais eficiente ao automatizar as transações imobiliárias, o que diminuiria as taxas e daria aos proprietários uma forma de provar seus direitos de propriedade.

“O processo de compra de imóveis hoje não é transparente nem seguro até nos EUA. O mecanismo de ofertas cegas é muito manipulador. É por isso que é importante não apenas automatizar as gravações de pagamentos e escrituras … mas também para automatizar os mecanismos de leilão e oferta “, disse Karayaneva.

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