Ripple CEO: Bitcoin controlado por chineses, absurdo para pensar que poderia ser moeda primária mundial


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Brad Garlinghouse, CEO da Ripple, respondeu com franqueza durante uma entrevista sobre as perspectivas do crypto para o futuro. Entre outras críticas, ele ressaltou que a tecnologia blockchain é em grande parte exagerada, e que o núcleo de bitcoin (BTC) é controlado por mineradores chineses e não tem esperança de ser uma moeda mundial.

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CEO da Ripple Bashes Bitcoin

Os participantes da Stifel Cross Sector Insight Conference em Boston ontem provavelmente esperavam saber mais sobre o Ripple, a terceira criptografia mais popular do mundo por capitalização de mercado. Afinal, ninguém menos que o CEO da empresa, Brad Garlinghouse, foi convidado de honra para uma entrevista com Lee Simpson, analista da Stifel Tech. E enquanto Ripple certamente era o tema quente, Garlinghouse também aproveitou a oportunidade para bater seu principal concorrente descentralizado, o núcleo de bitcoin (BTC).

“Um número de pessoas proeminentes”, explicou Garlinghouse, “até Steve Wozniak, disse que ele vê um mundo onde o Bitcoin é a principal moeda. Eu acho isso absurdo. Eu não acho que nenhuma grande economia permita que isso aconteça. A propósito, não faz sentido. ”De fato, Woz disse isso, e Jack Dorsey, CEO do Twitter e Square, previu que isso aconteceria dentro da década.

 Ripple CEO: Bitcoin Controlado por chineses, Absurd to Pense que poderia ser a moeda do mundo primário

Brad Garlinghouse, 47 anos, ocupou sua posição atual desde 2015. Sua formação profissional é quase toda relacionada à tecnologia. Stints com o Yahoo !, AOL, trabalhando na área de investimentos com empresas como a Silver Lake Partners, a @Ventures, a @Home Network, a SBC Communications, complementam sua experiência anterior à Ripple.

Seus pontos de vista sobre o BTC e sua eventual influência o acharam muito citável ultimamente, especialmente neste mês. Ele gastou muito tempo tentando separar o aspecto de moeda do Ripple (XRP) da própria empresa, e isso levou a uma justaposição interessante em seu método de argumentação.

BTC Blockchain não é disruptivo, chinês no controle

Durante a entrevista em Boston, ele até aceitou a vaca sagrada do mundo corporativo, a tecnologia de contabilidade distribuída da BTC. “Há muita loucura no blockchain, mas há três indicadores de vencedores do mercado. Blockchain não irá atrapalhar os bancos […]ele terá um papel importante na maneira como o sistema funciona. É uma visão míope […]. Bitcoin não é a panacéia que pensamos que seria. ”

Garlinghouse então comparou o XRP ao BTC. “É assim que a liquidez será gerenciada no futuro. O Bitcoin hoje leva 45 minutos para liquidar uma transação. Os bancos usarão o que é eficiente e mais barato. E se você entregar um produto melhor a um preço melhor … hey vai usá-lo. ” CEO Ripple: Bitcoin Controlado por Chineses, Absurdo em Pensar que Poderia Ser Moeda Primária Mundial

Uma história pouco relatada, CEO da Ripple insistiu , é como o BTC é "de propriedade da China". Ele observou: "A coisa mais inteligente que você fez não é ter 'pouco' ou 'moeda' em seu nome. Eu vou te contar uma outra história que é subnotificada, mas vale a pena prestar atenção. O Bitcoin é realmente controlado pela China. Existem quatro mineiros na China que controlam mais de 50% do Bitcoin. Como sabemos que a China não intervirá? Quantos países querem usar uma moeda controlada pela China? Simplesmente não vai acontecer. ”

Por fim, ele assegurou:“ Eu tenho bitcoin. Muitas pessoas consideram isso como ouro digital. Eu reconheço, eu sou muito cripto. Eu aconselho as pessoas a investir apenas em criptografia apenas o que você está disposto a perder. É cedo para dizer como vai acontecer. Eu acho que é uma boa estratégia de investimento. Eu não penso no mercado de ativos digitais. Eu penso na experiência do cliente. Há milhões de pessoas sem banco ou sem banco. Quando penso na transformação, está mudando fundamentalmente a forma como milhões participam da atividade bancária. Podemos fundamentalmente mudar a maneira como isso funciona, para trazer uma população inteira para um passo no sistema. ”

Você acha que o CEO da Ripple está correto? Deixe-nos saber nos comentários.


Imagens através do Pixabay


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Como o pré-sal poderia ajudar o Brasil a usar menos diesel – Notícias


Com número recorde de empresas inscritas, mais uma área do pré-sal vai a leilão nesta quinta-feira (7). A 4ª rodada de partilha de produção colocou quatro campos em oferta, dois na bacia de Santos, dois na bacia de Campos, uma área de cerca de 4,2 mil km², o equivalente a três vezes o tamanho do município de São Paulo.

O aumento do preço do petróleo no mercado internacional e a alta produtividade das reservas brasileiras atraíram 16 petroleiras, entre as quais gigantes como Shell, Statoil e Exxon Mobil.

Um recurso do pré-sal que não é chamariz para essas multinacionais – o gás natural -, contudo, poderia ser aliado importante para o Brasil reduzir a dependência do diesel e aumentar a participação de fontes renováveis em sua matriz energética no médio e longo prazo.

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O gás natural está associado ao óleo nas áreas de exploração, dissolvido ou como uma capa sobre os reservatórios. O menos poluente entre os combustíveis fósseis, na Europa e nos Estados Unidos ele vem sendo cada vez mais usado como combustível de caminhões e de navios – neste último caso, como um caminho para que os países cumpram as metas de redução da emissão de gases poluentes pelo transporte marítimo.

No Brasil, o gás natural é usado para consumo doméstico, em setores industriais e nas usinas termelétricas. Ele também poderia ser aproveitado, entretanto, como combustível alternativo para os ônibus nas grandes metrópoles do país e para dar flexibilidade à geração eólica e solar – ou seja, como “backup” para fornecer energia quando essas fontes, que são intermitentes, não estivessem produzindo -, ressaltam especialistas ouvidos pela BBC Brasil.

Até 2026, justamente por causa da exploração do pré-sal, a oferta de gás natural na malha integrada de gasodutos do país deve crescer quase 40%, de 43 milhões de metros cúbicos por dia para 59 milhões, conforme as estimativas feitas pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) com base nas reservas já conhecidas.

Apesar do aumento, a diversificação do uso do gás natural enfrenta obstáculos que vão desde a baixa demanda interna, que dificulta a criação de um mercado com preços que atraiam empresas para a exploração do combustível, à falta de infraestrutura de gasodutos para a distribuição.

Caminhões, gás liquefeito e os ‘corredores azuis’

“O desenvolvimento do pré-sal nos conduz a rápidos e materiais excedentes de gás natural”, diz Edmilson Moutinho dos Santos, professor do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (IEE-USP).

“Trata-se de um gás difícil de monetizar, por questões logísticas, mas que representa uma oportunidade real de valorização no mercado doméstico, tornando nossa matriz energética muito mais sustentável e em linha com as demandas globais do século 21”, completa.

O especialista estuda o conceito de “corredores azuis”, rotas para veículos pesados, em expansão na Europa, que garantem autonomia para abastecimento de veículos movidos a GNC, gás natural veicular comprimido, ou GNL, gás liquefeito.

O uso do gás natural como combustível alternativo ganhou fôlego nos últimos dez anos, afirma Adriano Pires, sócio-diretor da Câmara Brasileira de Infraestrutura (CBIE), graças, em parte, à redução nos preços – reflexo, por sua vez, da exploração de gás de xisto (um tipo de gás “não convencional”, que não está atrelado às reservas de petróleo) nos EUA e da ampliação do uso da versão líquida do gás natural, o GNL, que não depende de gasoduto para ser transportado.

O GNL, aliás, vem sendo cada vez mais utilizado em navios, diante da pressão internacional para a fixação de metas mais agressivas pelo transporte marítimo para redução de emissão de gases poluentes.

“O gás natural é visto hoje como um caminho de transição para matrizes energéticas mais limpas, enquanto não se desenvolvem, por exemplo, as baterias que vão armazenar a produção por energia eólica”, ele acrescenta.

Ele não possui enxofre na composição e não gera fuligem quando queima, explica o professor de planejamento energético da Coppe-UFRJ Alexandre Szklo. “Não existe ‘queima limpa’ em combustível fóssil, mas a emissão de poluentes é menor.”

Coleta de lixo e ônibus urbano

Em uma de suas pesquisas, Moutinho, do Instituto de Energia e Ambiente da USP, simulou a troca de 30 caminhões de coleta de lixo a óleo diesel por GNV na cidade de Sorocaba, em São Paulo. Levando em conta as soluções tecnológicas já disponíveis no país, os resultados sinalizaram uma redução das emissões anuais de CO2 pela frota em 469 toneladas e a diminuição da emissão de poluentes como monóxido de carbono em mais de 95%.

Szklo, da Coppe-UFRJ, também vê potencial para substituição do diesel na frota de ônibus urbano, em áreas em que já exista malha de distribuição de gás, como a região Sudeste. Ele afirma que a alternativa já foi estudada na cidade do Rio de Janeiro, mas não foi para frente porque a mudança para o combustível a gás dificultaria a venda dos veículos no fim do seu ciclo de vida.

Depois de “aposentados”, os ônibus usados para transporte urbano na capital carioca são vendidos para cidades do interior – que, nesse caso, não teriam acesso à rede de distribuição de gás para abastecer.

“A questão do diesel é maior que uma bala de prata”, diz o especialista, que acha difícil que o combustível mais usado no Brasil seja largamente substituído no curto ou médio prazo.

O transporte de carga, por exemplo, movimenta em geral cargas pesadas, grandes volumes de produto com baixo valor agregado, como commodities. A margem de lucro, portanto, é pequena, e menor ainda para os caminhoneiros autônomos, responsáveis por 30% do total do frete. O espaço para investir em caminhões menos poluentes, portanto, é muito mais limitado.

Os navios que saem dos portos do país, por sua vez, também transportam produtos de baixo valor agregado – ou seja, é preciso ter volume para que o frete seja financeiramente rentável. Assim, à medida que os tanques para gás, maiores do que aqueles usados para o diesel, ocupariam espaço que poderia ser da soja ou minério de ferro, esse tipo de alternativa acaba se tornando menos atraente.

“O diesel é a nossa principal matriz energética. O Brasil consome mais diesel do que eletricidade”, destaca Szklo, para ilustrar o tamanho do desafio de reduzir de forma significativa a dependência do combustível que desencadeou a greve de caminhoneiros no último mês de maio.

O gás do pré-sal

De forma geral, parte do gás explorado no subsolo oceânico é reinjetada nos reservatórios, porque facilita a extração de óleo, uma parcela é consumida na plataforma, outra é perdida ou queimada e parte é disponibilizada para consumo.

No pré-sal, uma parcela maior do gás tem sido reinjetada porque faltam rotas de escoamento das plataformas “offshore”, no oceano, para a malha “onshore”, no continente, diz Szklo, da Coppe-UFRJ.

Parte do problema de infraestrutura, dizem Giovani Machado e Marcos Frederico, superintendentes da diretoria de estudos do petróleo, gás e biocombustíveis da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), se deve ao custo elevado para construir a rede de gasodutos com centenas de quilômetros que ligaria o mar ao continente.

Nos Estados Unidos e na Europa, como o gás é usado desde a década de 50 e 60 para calefação nas regiões mais frias, a malha de distribuição que passou a ser usada, por exemplo, para abastecer os caminhões, já estava disponível e “amortizada” – ou seja, os investimentos já haviam sido recuperados -, afirmam os especialistas.

Diante da capacidade limitada do setor público de gastar e da incerteza das empresas que exploram os reservatórios em relação à demanda – ou seja, se elas terão para quem vender o gás que eventualmente decidam explorar -, as vencedoras dos leilões do pré-sal têm pouco incentivo para ampliar a rede de distribuição.

“A infraestrutura não anda porque não tem demanda disposta a pagar por esse serviço”, destacam.

Os reservatórios do pré-sal têm uma proporção maior de gás em relação ao óleo do que os demais campos no país – o combustível, contudo, tem teor mais alto de contaminantes, como o CO2, que precisam ser isolados para que o gás seja comercializado.

Para concorrer com o GNL importado e com o gás barato que vem da Bolívia pelo gasoduto de 3,1 mil km inaugurado em 2010, o gás do pré-sal precisa ter um preço bem mais competitivo do que tem hoje, diz Larissa Resende, do Centro de Estudos de Energia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Energia).

Uma das soluções nesse sentido, ela exemplifica, seria a “ancoragem” em projetos de termelétricas a gás – grandes consumidoras, que garantiriam parte da demanda – e a estocagem subterrânea do combustível, para que ele ficasse mais próximo dos centros consumidores e reduzisse o impacto negativo das oscilações de demanda sobre os preços.

Em paralelo, ela acrescenta, o país precisa de mudanças regulatórias e de formulações de política energética voltadas para fomentar o mercado de gás. O chamado “PL do gás”, o projeto de lei 6407, de 2013, está parado no Congresso.

“Essa abundância de gás que a gente tem no pré-sal só vai ser aproveitada, inclusive como energia de transição para construir uma matriz energética mais limpa, se houver mercado. O Brasil corre o risco de perder uma oportunidade.”

O leilão desta quinta-feira

As últimas rodadas de leilões do pré-sal foram realizadas em outubro do ano passado, quatro anos depois da primeira.

Desde 2016, a Petrobras não precisa mais ser operadora única dos campos do pré-sal – uma lei de 2010 previa que a empresa deveria ter participação mínima de 30% na exploração de todos os blocos em operação.

Com a mudança, a estatal passou a ter direito de preferência sobre as áreas ofertadas. Ou seja, ela tem a prerrogativa de decidir antes do leilão se deseja ou não ser operadora e de confirmar esse interesse no dia do certame, caso a oferta vencedora feita pelas empresas que farão parte do consórcio esteja acima de sua capacidade financeira.

Na 4ª rodada, a Petrobras exerceu direito de preferência em três dos quatro campos em oferta – Dois Irmãos, Três Marias e Uirapuru -, com 30% de percentual mínimo de exploração requerido.

As vencedoras do leilão serão aquelas que oferecerem o maior excedente em óleo para a União. O regime, dito de partilha e instituído em 2010, é diferente do aplicado para as demais áreas produtoras de petróleo do país, o de concessão – que seleciona as empresas a partir dos valores de bônus que elas oferecem ao governo.

A 5ª rodada de leilões está prevista para o próximo mês de setembro e a 6ª, para o primeiro semestre de 2019.

Basta cavar para achar petróleo?

China construiu um sistema Blockchain que poderia substituir as verificações de cheques


O banco central da China terminou um sistema baseado em blockchain que digitaliza cheques emitidos por empresas domésticas, de acordo com um alto funcionário.

Em um editorial publicado por uma fonte de notícias local na terça-feira, Di Gang, vice-chefe do laboratório de pesquisa em moeda digital do Banco Popular da China, disse que o departamento “completou a infra-estrutura de um sistema que emite cheques digitais baseados em blockchain com tecnologia de contratos inteligentes “.

De acordo com Di, o trabalho vem depois de um ano de pesquisa e desenvolvimento que começou em 2016, quando o laboratório anunciou seus planos para buscar a tecnologia blockchain, na esperança de resolver a questão da fraude de cheques no mercado chinês. Mais tarde, foi relatado que, em janeiro de 2017, a agência havia testado com sucesso um protótipo em um ambiente virtual.

Com base na explicação de Di, as verificações físicas de negócios na China funcionam como ordens de pagamento, exceto que, além de serem usadas para reivindicar um pagamento de um banco, os destinatários também podem trocá-las com outras entidades.

Um problema aparente com o sistema existente é o grande número de intermediários que assumem o papel de bancos tradicionais para emitir cheques, o que traz mais riscos de fraude, disse ele. Posteriormente, cheques falsos podem circular entre os bancos comerciais e potencialmente prejudicar a integridade financeira do país.

Construído para chegar a um consenso com o uso da prática tolerância a falhas bizantinas (PBFT), Di disse que a plataforma blockchain da agência pode essencialmente simbolizar cheques, enquanto as transações podem ser controladas através de contratos inteligentes.

Um dos principais benefícios do sistema, segundo ele, é fornecer aos reguladores uma visão geral transparente de todo o ciclo de vida de um cheque digital, independentemente de estar sendo resgatado em dinheiro ou usado como garantia para fazer backup de outros ativos corporativos.

Di explicou:

“Uma vez que as regras do contrato inteligente são definidas no blockchain, qualquer participante não pode alterar o sistema facilmente. Mesmo para atualizações de código, os reguladores terão acesso total ao registro, o que aumenta a eficiência regulatória e reduz o custo removendo um processo de verificação para transações cruzada manual.”

É oficial: Segwit será ativada no Bitcoin em breve

É oficial! A proposta de melhoria do código do Bitcoin, chamada de “Segregated Witness (SegWit)” atingiu seu limite de lock-in (período de fixação). A atualização de escalabilidade discutida há muito…


FMI diz Bitcoin poderia criar menos demanda por dinheiro Fiat regular baseado na dívida


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<p><b> Neste mês, o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou um relatório sobre a política monetária global na era digital que explica que “os ativos criptográficos podem um dia reduzir a demanda por dinheiro do banco central”. O estudo do FMI foi escrito após uma discussão da equipe do FMI. que detalha que as criptomoedas poderiam um dia diminuir a demanda por moedas fiduciárias ao criar uma mudança de “dinheiro de crédito para dinheiro de commodities”. </b></p>
<p><b><em><strong> Também Leia: </strong></em></b><em> <a href= Streamers Twitch Agora Podem Dizer Com Quatro Criptomoedas

Eventualmente será mais amplamente adotado

Uma coisa é certa que o FMI tem muito a dizer hoje em dia sobre a tecnologia Bitcoin e outras soluções de criptomoeda. Mais recentemente, o diretor administrativo do FMI, Christine Lagarde teve muitas palavras positivas a dizer sobre as moedas digitais. Além disso, o FMI também mostrou uma imagem do dinheiro evoluindo com uma imagem de um bitcoin que foi exibida na primeira página do site IMF we b . Agora, o FMI divulgou um relatório escrito por uma variedade de pesquisadores do FMI que afirmam:

Não podemos descartar a possibilidade de que alguns ativos criptográficos sejam adotados mais amplamente e cumpram mais as funções do dinheiro em algumas regiões ou privadas. -commerce networks

 Detalhes do Relatório do FMI As Criptomoedas Podem Criar Menos Demanda para a Fiat
Esta foto é exibida em um dos artigos apresentados na página principal do site do FMI.

A mudança de pagamento

O estudo observa que a crise financeira global e os resgates dos bancos "renovaram o ceticismo em alguns setores" do mundo e existe a possibilidade de ativos digitais afetarem o mercado monetário global tradicional. políticas. Fala-se também de uma "mudança de pagamento" dentro do estudo, onde as criptomoedas podem substituir o decreto em algumas regiões.

“Tal mudança também poderia pressagiar uma mudança na forma como o dinheiro é criado na era digital: do dinheiro do crédito ao dinheiro das commodities, podemos voltar ao ponto em que estávamos no Renascimento”, explica o relatório do FMI.

Os economistas continuam a debater as origens do dinheiro e por que os sistemas monetários parecem ter alternado entre commodities e crédito ao longo da história. Se os ativos criptográficos realmente levarem a um papel mais proeminente para o dinheiro das commodities na era digital, a demanda por moeda do banco central provavelmente cairá.

 Detalhes do relatório do FMI Criptomoedas poderiam criar menos demanda para a Fiat
Alguns especialistas argumentaram que os computadores pessoais nunca seriam adotados, e que os tablets seriam usados ​​apenas como bandejas de café caras, então acho que pode não ser prudente descartar as moedas virtuais ”, disse a diretora do FMI, Christine Lagarde em setembro. O papel do FMI também detalha como os bancos devem reagir com a pressão competitiva e eles devem continuar a solidificar as moedas fiduciárias como uma “unidade de conta”. Criptomoedas, entretanto, de 1973. , ter dificuldade em se tornar uma unidade de conta padrão, observa o FMI, e isso ocorre porque "a avaliação é largamente baseada em crenças que não estão bem ancoradas", o que fez com que a maior parte da curra digital As pesquisas são bastante voláteis.

O artigo do pesquisador menciona que os bancos centrais poderiam contrabalançar com suas próprias moedas digitais. Ele continua dizendo que os bancos têm muitos desafios e oportunidades nesta era digital, mas eles precisam reconquistar a confiança do público para permanecer relevante. "Eles podem permanecer relevantes ao fornecer unidades de conta mais estáveis ​​do que os ativos criptográficos e tornando o dinheiro do banco central atrativo como meio de troca na economia digital", conclui o documento do FMI.

O que você pensa sobre o relatório do FMI? Quão positiva esta organização é em relação às criptomoedas? Deixe-nos saber seus pensamentos nos comentários abaixo.


Imagens via Shutterstock, Getty Images e o site do FMI.


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Vitalik Buterin: Fragmentação e Plasma Poderia Escala Ethereum por 10.000x



Vitalik Buterin lançou alguma luz sobre os temas de Sharding e Plasma enquanto essencialmente sugerindo que a rede da Ethereum será capaz de suportar dezenas de milhares de transações por segundo. OmiseGO (OMG) realizou um especial de férias AMA em 30 de maio, que contou com o fundador da Ethereum, Vitalik Buterin. Enquanto toda a sessão foi preenchida com uma visão interessante, o que definitivamente chamou a atenção da maioria dos espectadores foram pensamentos Buterin sobre Sharding e Plasma – dois principais
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Como a Blockchain poderia transformar a maneira de se… | News


Ilya Orlov, um dos fundadores da TravelChain, uma administradora descentralizada de dados para as indústrias de viagens, acredita que a tecnologia Blockchain oferece uma oportunidade prodigiosa para os jogadores da indústria de viagens. Os viajantes agora podem ganhar dinheiro para compartilhar sua experiência de forma direta e segura com as empresas de viagens, e as empresas podem integrar novos produtos e serviços mais facilmente usando a Blockchain.

Rápido e poderoso

Ilya Orlov explica que, ao contrário de outros, a plataforma TravelChain possui sua própria Blockchain baseado em grafeno, que permite que as empresas de viagens se integrem ao sistema e criem seus modelos de negócios em cima da plataforma fornecida pela TC.

A diferença entre a Blockchain baseado em grafeno e a “padrão” é que as baseadas em grafeno permitem aos usuários disponibilizar a informação publicamente para cada área do sistema, enquanto criptografa com segurança a informação privada. Os usuários individuais possuem as chaves privadas para seus dados, a fim de controlar o armazenamento seguro em tempo real. Ilya Orlov adiciona:

“Neste momento, não há Blockchain mais rápida e mais poderosa do que a de Graphene. Além disso, a comunidade desta tecnologia é ideologicamente próxima de nós. Compartilhamos e construímos a hipótese de reunir, armazenar e transferir dados na Blockchain.”

O outro lado da moeda

Ao planejar uma viagem, os viajantes navegam em centenas de sites, blogs, fóruns, leem artigos, revisam, assistem vídeos. Todo esse conteúdo é criado gratuitamente por milhões de pessoas porque eles querem compartilhar sua experiência com seus amigos, colegas ou mesmo o mundo inteiro. Mas não ocorre com eles que eles estão criando valor e não recebem recompensas por isso. É exatamente para isso que o TravelChain foi criado: para mudar toda essa experiência para melhor.

No entanto, outros viajantes não são os únicos a se beneficiar da plataforma. As pequenas e médias empresas podem reduzir seus custos ao meio, melhorar e segmentar suas ofertas e crescer em passos usando os dados que os usuários estão dispostos a vender.

Ilya explica como isso funciona

“Traveler Passport” é um componente chave do funcionamento do TravelChain. É um modelo com confiança distribuída que permite formar uma imagem de outra pessoa sem estar familiarizado pessoalmente.”

A idéia é coletar esses perfis chamados “passaportes”, motivando os viajantes  a compartilhar suas informações em troca de uma recompensa. Os usuários recebem tokens de viagem para compartilhar a informação, como preferências (em comida ou entretenimento, por exemplo), localização, modo de vida e viagem, etc. A questão que aparece em mente “quem precisa desses dados e como ele será usado?”

Orlov esclarece que os principais consumidores desta informação são empresas de viagens, também usando a plataforma TravelChain. Essas empresas vão comprar dados de clientes potenciais com tokens de viagem, e os viajantes, no final, obterão tokens de viagem como recompensa. Aqui está a explicação de como ele funciona com um exemplo real:

“Por exemplo, digamos que você tenha um restaurante vegetariano, graças ao TravelChain, você descobrirá que existem 150 vegetarianos que atualmente moram no bairro. Você pode comprar os dados mais específicos, como seus gostos e preferências, em troca de Tokens de Viagem. Depois de obter a informação, os usuários receberão os tokens como uma recompensa.”

De acordo com Orlov, os dados são um problema privado. Os viajantes podem hesitar em compartilhar suas informações pessoais com um terceiro. Ele acredita que o usuário deve decidir quais informações estão dispostas a compartilhar e com quais categorias de membros da plataforma. Além disso, uma vez compartilhado, os dados pessoais serão tão seguros como poderia ser usando o Blockchain.

A estrada a frente

Segundo Orlov, o universo Blockchain evolui no setor de viagens, a TravelChain permite integrar novos produtos e serviços sem custos de investimento excessivos ou esforços de implementação excessivamente complicados.

“Temos planos ambiciosos para 2018. O ponto-chave é que não competimos com ninguém, estamos nos esforçando para melhorar o mercado e os serviços integrando a indústria.”

Atualmente, uma das principais prioridades do TravelChain é integrar-se às empresas de viagens. A partir de agora, eles têm um acordo com IZI.Travel, tourister.ru, tvil.ru, mais acordos estão em discussão e logo serão anunciados.  

Outro passo na lista é o seu objetivo é a integração com EOS.io Infra-estrutura para aplicativos descentralizados. A TravelChain planeja alocar contratos inteligentes para a maioria dos aplicativos na plataforma da Cadeia de Viagem na EOS.

Para resumir, Orlov explicou sua visão sobre o futuro da humanidade através do desenvolvimento Blockchain:

“As plataformas Blockchain, como o TravelChain, podem mudar completamente a paisagem do mercado de viagens, e os usuários participam ativamente da criação de valor, comunicação e compartilhamento de dados, evitando diretamente intermediários e agregadores.”

 

Aviso legal. A Cointelegraph não endossa nenhum conteúdo ou produto nesta página. Embora tenhamos o objetivo de lhe fornecer todas as informações importantes que possamos obter, os leitores devem fazer suas próprias pesquisas antes de tomar quaisquer ações relacionadas à empresa e assumir a total responsabilidade por suas decisões, nem este artigo pode ser considerado como um conselho de investimento.



Compartilhando o Selfies poderia agora ajudá-lo a ganhar dinheiro na cripta … | Notícia


Compartilhar as últimas imagens de brindes de abacate e corações de latte com o mundo pode se tornar uma parte da economia de criptografia. A startup chamado Selfllery, quer criar uma nova opinião sobre os influenciadores das mídias sociais no Instagram, Snapchat e outras plataformas de compartilhamento de imagens bem conhecidas, apenas com uma torção de criptografia.

"Da arte da rocha para anúncios modernos, os seres humanos valorizaram a arte ", diz Vadim Onishchenko, fundador e CEO de Selfllery . Acabamos de chegar em 2018, mas de acordo com estatísticas cerca de 1,2 tln fotos digitais foram realizadas no ano passado. As redes sociais de hoje têm mecanismos para que os usuários ganhem dinheiro com suas atividades on-line, acrescenta Onishchenko .

Pode ser emocionante para a maioria dos usuários sempre que um "polegar" ou "coração" ping na sua As telas que sinalizam alguém lá fora no multiverse da Internet gostam da foto deles. Agora, Selfllery quer dobrar a emoção, dando às pessoas a oportunidade de serem pagas por cada "como" que sua foto compartilhada recebe. Pessoas com enorme quantidade de seguidores podem ganhar uma enorme quantidade de dinheiro, enfatiza a empresa. Mas também há uma maneira alternativa, vendendo suas fotos ao mercado de fotos em estoque incorporado, e as empresas também podem se beneficiar de sua publicidade na plataforma.

Os influenciadores sociais se preparam

A popularidade dos usuários na plataforma se manifestaria sob a forma de "multiplicadores de token", que determinaria o quanto VOCÊ moedas que ganhariam para cada interação. Com todos os gostos, o comentário e a participação em concursos fotográficos aumentariam a sua taxa de multiplicação e, assim, os tokens que ganham.

A empresa permite que os usuários monetizem seu conteúdo visual, recompensando-os em YOU tokens Selfllery's own cryptocurrency, construído no Ethereum Blockchain.

Você tokens podem ser trocados por bens e serviços em seu mercado interno. As pessoas poderiam comprar fotos de outros usuários de Selfllery, dar tokens a amigos e até mesmo doar determinada porcentagem de sua renda por uma boa causa. Encorajando essa opção, a empresa também distribui 10% de sua renda token mensal para instituições de caridade. E se os usuários quiserem dar um passo para o mundo da economia criptográfica mais amplo, eles podem retirar YOU tokens (um Token é igual a 0,001 ETH) para suas carteiras Ethereum.

Blockchain for safety

A plataforma baseia-se na tecnologia Blockchain e no contrato inteligente garantindo não só segurança, mas também transparência e velocidade. Por exemplo, os participantes de uma competição de fotos podem ter uma visão geral clara sobre os termos e condições, graças a um contrato inteligente, que assegura que tudo corre bem, de acordo com as regras do anunciante. Selfllery também estendeu sua abordagem inovadora aos direitos autorais para fornecer uma melhor proteção às fotos e vídeos dos usuários

Outros como Steemit já aproveitaram as redes de redes sociais quando se trata de monetizar compartilhado conteúdo, mas seus usuários são recompensados ​​não só por fotos ou vídeos, mas depois de artigos e comentários. No entanto, inúmeros estudos mostraram fotos e vídeos continuam sendo o tipo de conteúdo mais envolvente e conduzem o maior número de tráfego para uma plataforma.

Nossa cultura digital realmente se mudou para encorajar pessoas em todo o mundo a produzir e compartilhar suas Conteúdo um com o outro. E, como os smartphones estão ficando cada vez mais acessíveis, o número de pessoas que tiraram fotos ou vídeos disparou. No entanto, a estrada para ganhar dinheiro depois que suas fotos podem parecer infinitas para a maioria de nós. Selfllery tenta mudar isso e recompensar as pessoas de forma rápida e segura, que talvez não sejam fotógrafos profissionais, mas talentosos o suficiente para criar conteúdo visual convincente.

A empresa ICO começará em 5 de março e já arrecadou mais de US $ 1 milhão em sua pré-venda.

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