Petrobrás pode perder R$ 15 bi com ação trabalhista – Notícias


A maior ação trabalhista da história Petrobrás será julgada na quinta-feira, 21, no plenário Tribunal Superior do Trabalho (TST). Se a empresa perder, terá de desembolsar mais de R$ 15 bilhões e a folha de pagamento ainda aumentará em até R$ 2 bilhões por ano.

Aberto pelos trabalhadores, o processo pede recálculo de um acordo coletivo de 2007 que concedeu adicionais ao salário, como trabalho noturno, por sobreaviso e confinamento. Os extras têm sido pagos, mas milhares de empregados querem outra conta que, grosso modo, dobra os adicionais. A estatal classifica como “possível” perder a ação.

A disputa entre Petrobrás e os trabalhadores tem origem em um acordo coletivo firmado há mais de dez anos. Em 2007, a estatal e os empregados chegaram a um entendimento para reajuste salarial que previa, entre outros benefícios, a adoção de uma política para equalizar salários com uma remuneração mínima por cargo e região – é a chamada remuneração mínima por nível e regime (RMNR).

Com a nova regra, em alguns casos o salário mais que dobrou em relação à remuneração básica. Um exemplo são os petroleiros que atuam em plataformas no regime de 12 horas. O grupo passou a ganhar 30% mais por periculosidade, 26% extras por adicional noturno, 39% por hora de repouso, 30% por confinamento e 4% de um complemento negociado. Assim, o salário passou a ser 125% maior que o salário básico dos petroleiros.

No início da década, porém, alguns trabalhadores passaram a questionar a metodologia de cálculo dessa remuneração. Empresa e petroleiros citam que há cerca de 50 mil empregados da ativa e aposentados que questionam o tema em ações individuais e coletivas.

O principal argumento usado nos processos é que a redação do acordo coletivo dá a entender que a conta para a nova remuneração pode ignorar extras e adicionais que já estavam no salário – o que aumenta expressivamente o montante a ser recebido pelos trabalhadores. No processo, é citado o exemplo de um petroleiro que atua confinado em plataforma, cujo salário aumentaria de R$ 21.750,09 para R$ 31.029,02 pela nova conta, conforme valores de 2014.

O tema já foi debatido por duas comissões no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Uma deu vitória para a Petrobrás e outra para os trabalhadores. Sem consenso, o processo subirá ao plenário que agendou o julgamento para quinta-feira.

Impacto

Se a Petrobrás perder, o impacto imediato seria de R$ 15,2 bilhões, conforme balanço do primeiro trimestre de 2018. O valor, porém, não foi separado no caixa porque a empresa classifica a hipótese de perder o processo como “possível” – o que não exige provisionamento. A reserva dos valores só ocorreria caso a perspectiva de derrota fosse considerada “provável”.

Além desse impacto imediato, a folha de pagamento cresceria até R$ 2 bilhões por ano.

No plenário, advogados dos trabalhadores defenderão que a redação do acordo é imprecisa e permite dupla interpretação. Nesse caso, argumentarão que, de acordo com a jurisprudência da Justiça do Trabalho, deve prevalecer a versão que beneficia o trabalhador.

Já os advogados da estatal manterão a defesa de que não há dupla interpretação e que os próprios sindicalistas concordaram, na época, com as condições defendidas pela empresa. Além disso, citarão que eventual decisão favorável aos trabalhadores criará insegurança jurídica nos acordos coletivos – mecanismo que ganhou força na reforma trabalhista.

Se a empresa perder, é possível entrar com recurso no próprio TST. Caso os ministros mantenham a decisão, a estatal poderia, em seguida, questionar o tema no Supremo Tribunal Federal (STF). Enquanto questiona o assunto em uma das duas instâncias, não seria necessário fazer nenhum desembolso que só seria feito com a extinção da possibilidade de apelação.

Procuradas, a Petrobrás e a Frente Única dos Petroleiros (FUP) não se pronunciaram sobre o tema. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Banco digital é mais barato, mas pode ser difícil resolver problemas – Notícias


Praticamente sem cobrar tarifas e com menos burocracia, os bancos digitais estão avançando no mercado brasileiro, especialmente sobre o público mais jovem. Especialistas ouvidos pelo UOL, porém, afirmam que os consumidores enfrentam mais dificuldades no momento de resolver um problema. 

Como essas instituições não possuem agência física, os clientes precisam fazer pedidos e resolver todas as dúvidas por meio de plataforma digitais, principalmente chats. 

“Os consumidores estão encantados com as facilidades, mas há muitos riscos por trás dessas operações”, disse a economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) Ione Amorim.

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Meio virtual joga mais responsabilidade para clientes

Ione afirmou que a migração dos serviços para as plataformas virtuais trouxe mais responsabilidade para as mãos dos consumidores e, consequentemente, um ônus maior para eles.

“Quem realiza todas as operações é o cliente. Se houver um erro no pagamento, por exemplo, ele responde por isso. O banco passa a ser a plataforma de negociação”, disse a economista.

Na opinião de Ione, a facilidade para contratar um produto bancário pode induzir o consumidor a tomar decisões sem refletir sobre as condições oferecidas. Ao tomar um empréstimo, por exemplo, ele pode olhar apenas o valor da parcela e não analisar todo o custo envolvido na transação.

“Essas informações não estão em nenhum aplicativo. O cliente pode contratar um serviço até por acidente, ao teclar indevidamente no celular”, disse.

Consumidor pode desistir em até sete dias

O consultor jurídico da Associação de Defesa do Consumidor e Trabalhador (Abradecont), Willian Rocha, disse que, como as transações são todas feitas digitalmente, os consumidores podem desistir em até sete dias a partir de sua assinatura.

Esse período é conhecido como prazo de arrependimento e está previsto no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor. “Como essas transações são feitas digitalmente, esse dispositivo se aplica. Mas o consumidor precisa ter boa-fé ao solicitar o cancelamento”, disse.

Segundo Rocha, o cliente não deve, por exemplo, pedir um empréstimo para cobrir o cheque especial temporariamente e, dentro de uma semana, devolver o dinheiro. “Existe muita polêmica sobre isso. O direito deve ser considerado quando não há má-fé”, afirmou.

Efetivação de empréstimo depende de dupla confirmação

O diretor de Autorregulação da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Amaury Oliva, disse que o prazo de arrependimento é previsto em normativo da instituição.

“Quando contrata um empréstimo por meio remoto, o consumidor pode pedir o seu cancelamento em sete dias desde que devolva o valor e os juros que incidiram sobre ele nesse período”, disse.

Oliva afirmou que os normativos também preveem a chamada dupla confirmação para que um empréstimo seja efetivado no meio digital. “O cliente contrata o crédito e o sistema pergunta se ele tem certeza que quer realizar a operação. O cliente também tem direito a informações objetivas e claras sobre o crédito oferecido”, afirmou.

Banco oferece tutoriais na internet e atendimento nas redes 

Priscila Salles, superintendente de Marketing e Relacionamento com o Cliente do Banco Inter, disse que a instituição oferece, na sua página na internet, uma série de vídeos com tutoriais sobre as operações e com dicas sobre investimentos.

Os consumidores também podem ler artigos para tirar suas dúvidas antes de entrar em contato por meio do chat da página do banco ou nas próprias redes sociais.

Segundo Priscila, cerca de 70% das pessoas que leem os textos não chegam a entrar no chat. Priscila disse que o cliente também pode conversar diretamente com o atendente antes de buscar ajuda nos textos.

Outra aposta do banco, de acordo com a superintendente, é o fechamento de parcerias com influenciadores digitais que dão dicas sobre investimentos. “Além do chat, há o atendimento por telefone. Mas os canais que hoje fazem diferença são as redes sociais. O cliente entra no chat do Facebook, por exemplo, e não precisa de nenhum outro tipo de burocracia”, disse.

Chat do Facebook e canais de voz

O diretor-executivo de Pessoa Física do Banco Original, Marcelo Santos, disse que uma das inovações adotadas pela instituição é o sistema de atendimento por meio do chat do Facebook.

Segundo ele, o objetivo principal dos canais de atendimento online é tirar dúvidas a respeito de atividades do dia a dia, como depósito, transferência e uso dos aplicativos.

“Hoje, 70% dos contatos são para dúvidas ou informações resolvidas sem intervenção humana. Quando é um caso que requer alguma resolução do Banco Original, o cliente é redirecionado automaticamente para os canais de voz no qual é atendido por consultores”, afirmou Santos.

Se não sabe responder a estas 5 questões, será muito difícil ficar rico

Wendy McElroy: Crypto pode criar um sistema político "perfeito"


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<p> A Revolução Satoshi: Uma Revolução das Expectativas Crescentes <br /> Seção 3: Descentralização <br /> Capítulo 8, Parte 6 <br /> A Criptografia Pode Criar um Sistema Político “Perfeito” </p>
<p style= Os anarquistas… trabalham não por um perfeito estado social, mas por um sistema político perfeito. Um estado social perfeito é … totalmente livre de pecado, crime ou loucura; um sistema político perfeito é meramente um sistema no qual a justiça é observada, na qual nada é punido, mas crime e ninguém coagido senão o invasor.

-Victor Yarros, anarquista, advogado e autor americano

A sociedade perfeita é incorporada pelas instituições que os indivíduos criam e através dos quais funcionam. O mesmo vale para uma sociedade distópica. É por isso que a análise institucional é essencial para entender como a liberdade e o totalitarismo funcionam. Uma instituição é a criptomoeda, que afeta profundamente outras instituições da sociedade e vai muito além das financeiras.


O que é uma instituição?

O dicionário da Random House define uma instituição como “ um padrão bem estabelecido e estruturado de comportamento ou de relacionamentos que é aceito como parte fundamental de uma cultura, como casamento, voto ou falência. Uma instituição é um mecanismo estável e amplamente aceito para atingir metas dentro da sociedade. O termo se aplica a conceitos abrangentes e complexos, como “família”, “livre mercado”, “common law”, “religião” e “o estado”.

Nem todas as instituições são compatíveis, no entanto, porque alguns buscam fins antitéticos; A criptografia do livre mercado e o sistema bancário central são um exemplo gritante. A criptografia é um empoderamento espontâneo e descentralizado dos indivíduos; o sistema bancário é uma expressão centralmente planejada e unificada de controle governamental. Como uma questão prática, uma sociedade freqüentemente contém as duas instituições em paralelo desconfortável, mas suas metas antagônicas levam ao inevitável conflito. O governo tentará regulamentar ou banir a criptografia do livre mercado porque, caso contrário, o livre mercado fará o que faz quando deixado livre: prevalecer.

A sociedade moderna é uma zona de guerra política: guerra cultural, guerra racial, mídia armada guerra de classes contra o 1%, a guerra contra as drogas, uma guerra pela democracia, a polícia militarizada, a nova Guerra Fria, uma guerra contra o terrorismo … Uma batalha fornece um tema comum para todos eles. É uma guerra sobre a estrutura e os objetivos das instituições concorrentes. Todo conflito social envolve um choque de instituições que expressam diferentes ideologias, incluindo a criptomoeda. Criado por anarquistas que usam a tecnologia inovadora, está em guerra com o desejo dos governos de regulamentar e apropriar-se dele. Tecnologia versus governo. Liberdade versus controle

Em geral, existem dois tipos de instituições: espontâneas e projetadas. Um exemplo de uma instituição espontânea é a família. Na cultura ocidental, pelo menos, ninguém predetermina quem se casará e produzirá filhos; essas decisões são deixadas para os indivíduos envolvidos. Todas as instituições espontâneas e não violentas expressam liberdade na forma como elas funcionam . Por outro lado, um exemplo de uma instituição projetada é o sistema de escola pública, criado por autoridades e especialistas que impõem sua visão às crianças às custas do contribuinte.

Nem todos os sistemas projetados são iguais, e alguns podem também ser veículos de liberdade. Estes são sistemas de livre mercado projetados voluntariamente, como uma fábrica de automóveis ou uma fábrica de conservas de atum. As fábricas podem impor regras rígidas, porque a produção de um produto específico as exige, mas todo aquele que "obedece" o faz de bom grado e por interesse próprio, o que geralmente vem na forma de um contracheque. A questão central para uma instituição projetada é se ela é coagida ou voluntária. Todas as instituições coercitivas expressam o governo ou a violência em como elas funcionam. Todos os que “obedecem” o fazem sem a opção de dizer “não”.

Criptomoedas de livre mercado são altamente planejadas e inteiramente voluntárias. Os bancos centrais podem oferecer um verniz de ser voluntário – por exemplo, as pessoas não são compelidas a se tornarem clientes – mas toda a economia é regulada de modo a proibir alternativas que se recusem a agir como um braço do governo. Os mesmos argumentos são implantados contra eles e contra criptografia. Diz-se que as instituições financeiras de livre mercado são golpes de evasão fiscal e outros criminosos, como traficantes de drogas. Eles defraudam pessoas honestas, que tolamente confiam neles dinheiro. A verdadeira motivação da supressão não é falada: instituições financeiras alternativas ameaçam o monopólio do governo sobre dinheiro e comércio. E, assim, a violência institucionalizada – isto é, a aplicação da lei – é usada contra a concorrência; justifica-se como proteção contra o crime ocasional e contra o julgamento pobre de indivíduos deixados para decidir por si mesmos.


O que é análise institucional?

A análise institucional examina a dinâmica pela qual as instituições da sociedade expressam e definem leis, costumes e cultura. Ele pergunta: Qual é o propósito de uma instituição, as regras pelas quais ela funciona, seu impacto?

Instituições paralelas que pretendem servir ao mesmo propósito são freqüentemente comparadas através de um processo chamado “análise institucional comparativa”. o Federal Reserve cria moeda com a forma como um sistema alternativo, como a criptomoeda, o faz. Um bom ponto de partida da análise são as suposições concorrentes sobre as quais uma instituição concebida centralmente e uma instituição de livre mercado descansam. O primeiro sistema usa representações matemáticas, precedentes históricos e manipulações de mercado para produzir moeda, porque acredita que uma economia pode ser cientificamente projetada por autoridades e especialistas. O segundo sistema percebe que os seres humanos são falíveis, movidos por preferências fluidas, por interesse próprio e por outros fatores que não podem ser previstos, analisados ​​apenas em retrospecto. O próprio banco central baseia-se em modelos matemáticos, que podem ser falsos ou falsos, e na autoridade central, que pode estar ou estar muito enganado. As alternativas de livre mercado baseiam-se no comportamento humano que enfrenta o rápido feedback das consequências, e que pode ser insensato, mas não falso.

A análise comparativa examina as estruturas e procedimentos das instituições concorrentes, que determinarão o que produzem. Não considera motivações. Em outras palavras, desde que procedimentos específicos sejam seguidos, as motivações são irrelevantes. Um trabalhador em uma fábrica de chapéus pode pretender produzir vestidos de noiva. Contanto que ele siga as regras do local de trabalho, no entanto, o resultado será um chapéu. Um policial pode acreditar no modelo de justiça do livre-mercado-anarquista de Murray Rothbard, mas enquanto ele seguir o procedimento policial, ele aplicará leis que punem o comportamento pacífico. Somente quebrando as regras, o fabricante de chapéu e o oficial honesto podem atingir suas metas pessoais.

A análise comparativa também considera o impacto diferenciado das instituições paralelas. Por exemplo, o que pode parecer ser a natureza "caótica" das instituições espontâneas proporciona um enorme benefício para a sociedade – a inovação, que não pode ser projetada centralmente. Sua força motriz é a capacidade de pessoas criativas se adaptarem às mudanças das circunstâncias. A adaptação pode ser rápida como a criptografia, e os adaptadores bem-sucedidos são ricamente recompensados ​​pela fortuna que favorece os primeiros a chegar. Os arriversos tardios também são recompensados, no entanto, porque uma inovação só sobreviverá se fornecer valor.

Em 300 BD, o filósofo taoísta chinês Chuang-tzu escreveu

foi uma coisa como deixar a humanidade sozinha; nunca houve uma coisa como governar a humanidade com sucesso. A boa ordem resulta espontaneamente quando as coisas são deixadas sozinhas. ”

Por outro lado, as instituições de engenharia central sufocam a inovação porque suas estruturas e procedimentos resistem a todo feedback, suas falhas são incorporadas e protegidas. As instituições servem os interesses de uma classe de elite, não de indivíduos ou da sociedade.


O efeito de cascata institucional da criptografia do mercado livre

O efeito da criptografia em instituições financeiras autorizadas é bem conhecido. Mas uma porta tão massiva para a liberdade não se abre apenas; ela rompe todas as suas dobradiças e abala outras instituições da sociedade. Para tocar em vários, de passagem:

Foreign Policy. A comida é freqüentemente usada como arma de política externa. Um artigo recente no Free Thought Project descreve como blockchain está ignorando a armamento de alimentos: " revolucionária Blockchain Tech está ajudando vítimas de desastres e alimentando os com fome sem governo

." Crypto permite nações e indivíduos necessitados para contornar sanções econômicas impostas pelos poderosos. Isso torna mais difícil privar as pessoas de vantagem política.

Política Doméstica. Quando o governo da Venezuela desvalorizou o Bolívar, removendo três zeros da moeda, os cidadãos aderiram à alternativa de mercado livre do bitcoin com a qual eles já estavam familiarizados. Crypto resgata empresas; salva vidas; pode derrubar governos.

O controle social de 'Vice'. “Operation Chokepoint” era uma política bancária da era Obama que atacava negócios supostamente indesejáveis ​​mas legais, como a venda de maconha medicinal. O sistema bancário fechou contas, cancelou cartões de crédito e recusou todos os serviços a clientes mal-intencionados. A prática está sendo revivida. Os bancos têm como alvo a venda de maconha, profissionais do sexo (legais ou não) e empresas de armas. Cada vez mais, esses vendedores estão recorrendo à criptografia para sustentar seus meios de subsistência.

Proteção da Liberdade de Expressão. Depois de circular documentos que envergonhavam os governos, o Wikileaks enfrentou um bloqueio bancário que matou seu acesso a doações, que eram seu sangue vital. O Wikileaks abriu doações para o bitcoin, e a riqueza entrou . Censura foi evitada

O Fluxo Livre de Informações. Processos de propriedade intelectual (IP) são geralmente baseados em seguir o dinheiro e descobrir o indivíduo no outro extremo. Como a criptografia pode ser quase anônima, essa estratégia é destruída . Para aqueles que rejeitam a validade da PI, como eu faço, este é um incrível "bom" para o fluxo global de informações.

Política de Imigração. A imigração e a migração temporária baseiam-se frequentemente na possibilidade de enviar dinheiro para casa. Mas os migrantes são muitas vezes “sem banco” ou pagam taxas enormes para o fazer, com as suas famílias dias de espera pelas transferências . Trump ameaçou cortar esse incentivo à migração, fechando canais de transmissão. Transferências rápidas e baratas de criptografia serão incrivelmente difíceis de controlar.

The Strangle-Hold de Advogados e Tribunais. Contratos inteligentes são contratos juridicamente vinculativos que usam software para se executarem. Contratos inteligentes estão a caminho de se tornarem onipresentes, desde transações imobiliárias até indenizações de seguros, o que dramaticamente reduz a necessidade de advogados .

A autonomia da família. Os impostos sobre herança são hediondos porque são uma dupla tributação; a riqueza da família que já foi tributada é repassada pelos governos. A criptografia pode dividir os ativos de forma invisível entre os entes queridos [1965906]
Conclusão

O que precede é um sabor passageiro de como as criptomoedas estão redefinindo as instituições da sociedade

. a revolução institucional, no entanto, é necessário focar mais intensamente o contraste nas duas instituições humanas fundamentais. Em seu trabalho clássico, o sociólogo alemão Franz Oppenheimer identificou um deles em seu livro The State (1914). A outra é a Sociedade.

[To be continued next week.]

As reimpressões deste artigo devem dar crédito ao bitcoin.com e incluir um link para os links originais de todos os capítulos anteriores


Wendy McElroy concordou em publicar ao vivo seu novo livro A Revolução Satoshi exclusivamente com Bitcoin.com. Todos os sábados, você encontrará outra parcela em uma série de postagens planejadas para conclusão após cerca de 18 meses. Ao todo, eles comporão seu novo livro "The Satoshi Revolution". Leia aqui primeiro

Saque do PIS/Pasep começa na segunda-feira; veja calendário e se você pode – Notícias


Começa na segunda-feira (18) o saque do Fundo PIS/Pasep. O governo liberou na semana passada o saque do PIS/Pasep para cotistas de todas as idades que trabalharam entre 1971 e 1988. O valor médio é de R$ 1.370, mas cada um pode ganhar mais ou menos, conforme o seu caso.

Têm direito a sacar na segunda-feira as pessoas com 57 anos ou mais, mas não é obrigatório fazer isso na segunda-feira. O prazo apenas começa na segunda e vai até 28 de setembro. Para as outras idades, o saque começará em agosto (dia 8 para quem tem conta na Caixa ou no Banco do Brasil e dia 14 para os demais). O prazo também será 28 de setembro. Depois dessa data, só poderá sacar quem tiver 60 anos ou mais.

Quem puder esperar e deixar para tirar o dinheiro depois de 8 de agosto, em vez de sacar nesta segunda, pode ganhar até 10% a mais, porque ainda será feito cálculo do rendimento anual do PIS/Pasep, conforme explicou o ministro do Planejamento, Esteves Colnago. Isso atualiza e aumenta o valor a ser recebido.

Veja abaixo todas as datas para saques:

  • 18 de junho: pode sacar quem tem 57 anos ou mais (se não sacar nesse dia e esperar até agosto, pode ganhar até 10% a mais)
  • 30 de junho a 7 de agosto: saque interrompido para cálculo dos rendimentos anuais das cotas
  • 8 de agosto: liberação de saque para cotistas de todas as idades que possuem contas na Caixa (PIS) e no Banco do Brasil (Pasep). Cotistas a partir de 57 anos continuam podendo sacar (e podem ganhar até 10% a mais, por causa do reajuste anual)
  • 14 de agosto: saque liberado para cotistas de qualquer idade que tenham conta em outros bancos 
  • 28 de setembro: último dia para saque. A partir do dia seguinte, pagamento volta a ser feito apenas aos cotistas que atendem aos critérios habituais de saque (leia mais abaixo)

Leia também:

Como consultar o valor

Para o PIS (trabalhadores de empresas privadas)

O fundo dos trabalhadores do setor privado fica depositado na Caixa Econômica Federal.

O banco criou uma página no seu site para fornecer informações sobre o saque, como valores a receber, datas e canais disponíveis para realização do pagamento.

Nela, é possível consultar a existência ou não de saldo usando a data de nascimento e seu número de CPF ou número NIS (Número de Identificação do Trabalhador). O NIS pode ser encontrado no Cartão Cidadão, na carteira de trabalho ou no extrato do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Para saber seu saldo no fundo, é necessário o NIS e cadastrar uma senha de internet. Há casos em que o site informa automaticamente o número NIS para quem faz a busca pelo CPF.

– Quem tem a senha do Cartão Cidadão:

  • Acesse esse site
  • Digite seu número do NIS
  • Clique no botão “Cadastrar Senha”
  • Leia o contrato de prestação de serviços e clique em “Aceito”
  • Informe a senha do Cartão do Cidadão e a senha de internet que quer cadastrar

– Quem não tem a senha do Cartão Cidadão:

  • Acesse esse site
  • Digite seu número do NIS
  • Clique em “Cadastrar Senha”
  • Leia o contrato de prestação de serviços e clique em “Aceito”
  • Preencha os dados solicitados e clique em “Confirmar”
  • Cadastre a senha desejada e clique em “Confirmar”
  • Se tiver o Cartão do Cidadão, faça o pré-cadastramento da senha pelo telefone 0800-726-0207. Para finalizar o cadastro, é preciso ir a uma lotérica
  • Se não tiver o Cartão do Cidadão, será preciso ir a uma agência da Caixa

Outros canais disponibilizados para a consulta são o telefone 0800-726-0207, o aplicativo Caixa Trabalhador e caixas eletrônicos, por meio do Cartão do Cidadão. Correntistas da Caixa também podem fazer a consulta pelo serviço de internet banking, na opção “Serviços ao Cidadão”. 

Para o Pasep (servidores públicos)

O fundo dos trabalhadores do setor público fica depositado no Banco do Brasil. É possível consultar a existência ou não de saldo pelo site da instituição ou nos caixas eletrônicos, informando o número de inscrição do Pasep (disponível na carteira de trabalho) ou o CPF e a data de nascimento. O valor da cota não é informado.

O material de divulgação do banco não deixava isso claro, e leitores do UOL reclamaram que a página apenas informava se o trabalhador possuía ou não cota, sem mostrar o saldo.

Procurado pela reportagem, o BB confirmou que o site apenas informa os participantes do Pasep sobre a existência ou não de saldo da cota. O valor disponível não é exibido por ser uma informação protegida por sigilo bancário e a consulta é feita em ambiente aberto, segundo o banco.

Para saber o saldo disponível, o cotista terá de ir a uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento oficial de identificação, como RG ou carteira de motorista (CNH).

Questionado sobre o site não informar a existência de saldo para quem tem menos de 60 anos, o BB afirmou que a página só mostrará que o cotista possui saldo a partir do momento em que o recurso for liberado para saque (veja o calendário de liberação acima neste texto). “Assim, a partir de segunda-feira (18), a mensagem apresentada aos cotistas com idade a partir de 57 anos será de que ele possui cota e que ela está disponível para saque.”


Saiba mais

O que é o Fundo PIS/Pasep?

De 1971 até 1988, as empresas e órgãos públicos depositavam dinheiro no Fundo PIS/Pasep em nome de cada um dos seus funcionários e servidores contratados. Cada trabalhador, então, era dono de uma parte (cota) no fundo.

Portanto, quem trabalhou como contratado em uma empresa ou servidor público antes de 4 de outubro de 1988 tem uma conta do PIS/Pasep.

Depois de 28 de setembro, quem poderá sacar?

Após 28 de setembro, voltam a valer os critérios habituais para o pagamento das cotas do Fundo PIS/Pasep. Quem perder o prazo só poderá sacar o dinheiro se preencher pelo menos um dos seguintes requisitos:

  • 60 anos de idade ou mais
  • estar aposentado
  • invalidez
  • câncer
  • portador do vírus HIV
  • doenças graves listadas em portaria interministerial do governo
  • idoso e/ou pessoa com deficiência que recebe o Benefício da Prestação Continuada (BPC)
  • transferência para reserva remunerada ou reforma (no caso de militar)
  • em caso de morte do trabalhador, a família pode sacar

Quem trabalhou depois de 1988 tem direito?

Não. A partir de outubro de 1988, os trabalhadores deixaram de ter contas individuais do Fundo PIS/Pasep. Desde então, o dinheiro arrecadado vai para o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), que é usado para pagar benefícios como seguro-desemprego e abono salarial.

Herdeiros podem sacar?

Para herdeiros de cotistas que morreram, o saque pode ser feito independentemente do calendário. Basta ir a qualquer agência da Caixa (se o titular tiver trabalhado em empresa privada) ou do Banco do Brasil (se for servidor) portando o documento oficial de identificação e o documento que comprove a condição de herdeiro, para realizar o saque.

Diferente do abono do PIS/Pasep

O saque do Fundo PIS/Pasep é diferente do abono salarial pago todos os anos para quem recebe até dois salários mínimos. Quem trabalhou pelo menos um mês em 2016 tem até o fim do mês para sacar o dinheiro do abono, que é de até um salário mínimo (R$ 954).

(Com agências)

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Durante a Copa, morador pode colocar bandeira na janela e aumentar o volume da TV – 16/06/2018 – Márcio Rachkorsky


A Copa do Mundo já começou e, assim como nas ruas, o clima nos condomínios ainda está morno, sem grande animação. Quase nada de decoração, bandeiras, pinturas ou programação para assistir aos jogos com os vizinhos. 

Reflexo, claro, da desesperança que nos assola, combinada com as lembranças da Copa de 2014 —a vergonha do 7 a 1 contra a Alemanha e a raiva do dinheiro gasto nos estádios da competição.
Talvez ao longo do Mundial a empolgação surja e, conforme o Brasil for avançando, o clima de Copa domine.

Há exatos quatro anos, eu escrevi aqui sobre a necessidade de conter os gastos nas festas e decorações organizadas pelos condomínios na Copa, sobre a necessidade de aprovar em assembleia a aquisição de novos televisores ou telões para os salões de festas e ainda acerca da moderação no consumo de bebidas alcoólicas. Outros tempos, de euforia e certa cegueira. 

Não queremos mais ouvir falar de “padrão Fifa”, mas sim de transparência, equilíbrio e respeito ao próximo, sobretudo nas relações de vizinhança

Assim, excepcionalmente nesta época de Copa, os síndicos e moradores precisam ser um pouco mais tolerantes e flexíveis, valendo as seguintes recomendações:

1) Bandeiras nas janelas são permitidas e não configuram alteração de fachada;

2) Volume mais alto na TV e comemorações mais efusivas nos horários de jogos são compreensíveis e não devem gerar aplicação de multas e advertências;

3) Utilizar áreas comuns, tais como salões de festas e churrasqueiras, para assistir aos jogos com os vizinhos é uma iniciativa saudável e, mediante autorização expressa do síndico, promove a integração e reforça os elos de amizade entre os moradores;

4) Moderação no consumo de bebidas alcoólicas é primordial para evitar excessos, abusos e litígios;

5) É terminantemente proibido soltar fogos de artifícios pelas janelas ou de qualquer outra área do condomínio, colocando em risco a vida de todos os vizinhos. Essa atitude deve ser punida com extremo rigor.

É importante reforçar os procedimentos de segurança do prédio com as equipes de portaria, já que muitos moradores recebem diversos amigos e familiares nos dias de jogos. Todo cuidado é pouco para evitar que meliantes se aproveitem de qualquer distração ou relaxamento para cometer delitos. Uma lista de convidados previamente entregue na portaria facilita esse processo.

Obtê-los enquanto você pode Gamers, preços de placas gráficas ter Crashed


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<p>                 Economia<br />
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<p><strong> Como as taxas de câmbio de todas as criptomoedas declinaram este ano, o mesmo aconteceu com a atração da mineração por GPU usando placas gráficas. Como resultado, os preços dos cartões que podem ser usados ​​tanto para jogos quanto para mineração foram drasticamente reduzidos e nivelados, trazendo-os de volta a um território mais acessível. </strong></p>
<p><strong><em> Também Leia: <a href= Censura das Críticas de Criptomoeda no Reddit Obtém Kafkaesque

Bin da Barganha

Longe estão os dias de placas gráficas sendo arrematadas a granel a preços premium muito mais altos do que o preço de varejo sugerido pelo fabricante. O custo de um novo cartão é agora de dezenas de porcentagens menor do que o de apenas alguns meses, e alguns podem até ser encontrados abaixo do preço listado.

Olhando para os gráficos de preços médios em tempo real para o representante cartões de uso duplo em rastreadores como pcpartpicker, podemos ver que os picos do começo do ano foram quase completamente erodidos, e os preços estão agora muito próximos de seus níveis antes da mania. Por exemplo, o preço médio da Geforce GTX 1070 Ti passou de cerca de US $ 900 no seu auge para cerca de US $ 550 hoje. E se você for procurar pechinchas, você pode até encontrar alguns cartões que caíram mais de 50%.

 Get Them enquanto você pode Gamers, preços de placas gráficas ter deixado
GeForce GTX 1070 Ti (preço médio em USD) pcpartpicker .com

Fatos dos fabricantes materializados

Embora os jogadores possam gostar de ver os mineiros finalmente parando para expulsá-los do mercado, isso deve ser totalmente diferente para os fabricantes de GPU e seus acionistas. Embora as grandes empresas repetidamente tentassem tranquilizar seus clientes tradicionais de videogames que continuam sendo seu foco principal, chegando até a pedindo aos varejistas que limitassem o número de placas gráficas que vendem para mineradoras, os fabricantes de hardware estavam no topo. De acordo com um relatório de analistas os três principais produtores de GPUs (AMD, Nvidia e Intel) venderam mais de 3 milhões de placas gráficas para minas de criptomoeda em 2017, com receita chegando a US $ 776. milhão. Esta é uma parte significativa de seus negócios, e agora parece que eles estavam certos em temer que a demanda decrescente das mineradoras pudesse afetar as vendas este ano. Os próximos relatórios de resultados trimestrais provavelmente vão lançar mais luz sobre o impacto.

 Get Them enquanto você pode Gamers, preços de placas gráficas ter Crashed
Esta placa Radeon RX 580 usado para ir acima de US $ 600 apenas alguns meses atrás, agora está mesmo abaixo do preço listado

Os mineiros de GPU vendem todos os cartões que compraram no pico ou simplesmente não compram novos? Compartilhe seus pensamentos na seção de comentários abaixo.


Imagens cedidas pela Shutterstock


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Crescimento dos EUA vai acelerar, mas inflação pode surpreender, prevê FMI – Notícias


Washington, 14 Jun 2018 (AFP) – O crescimento da economia dos Estados Unidos irá acelerar, sustentado pelo estímulo orçamentário do governo Trump, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Mas a entidade alertou para a inflação, que pode surpreender, e o potencial impacto das medidas protecionistas, nesta quinta-feira (14).

Em seu exame anual da maior economia do mundo, o Fundo confirma uma projeção de crescimento de 2,9% neste ano e de 2,7% em 2019, o que marcará “o período mais longo de expansão” da história dos Estados Unidos.

O FMI alerta, contudo, para o risco “maior de uma inflação surpreendente” e do potencial impacto negativo das tarifas de importação.

Entre as boas notícias, o Fundo destacou que a maioria das economias do mundo poderão se beneficiar, no curto prazo, da expansão da economia americana.

O FMI destacou particularmente que os Estados Unidos parecem se aproximar do pleno emprego, já que atualmente o nível de desemprego está em 3,8%, seu nível mais baixo desde a década de 1960.

– Guerra comercial deixa apenas derrotados -Contudo, o FMI alertou que existem preocupações claras com as consequências de uma eventual guerra comercial generalizada, e que essas preocupações crescem “mais e mais”.

O FMI apresentou seu relatório sobre a economia americana no contexto do Artigo IV da organização, e em suas conclusões alertou sobre a adoção unilateral de tarifas por parte de Washington, que pode ter consequências desastrosas para o comércio mundial.

O governo do presidente Donald Trump decidiu revisar as relações comerciais dos Estados Unidos.

Como parte dessa nova política, impôs pesadas tarifas às importações de aço e alumínio, inclusive do México e do Canadá, dois aliados do Acordo de Livre-Comércio da América do Norte (Nafta, na sigla em inglês).

De acordo com o FMI, a adoção de restrições comerciais “pode ter consequências negativas para a economia dos Estados Unidos e seus associados”.

Por isso, a entidade fez um pedido para os países “resolverem suas discordâncias comerciais sem recorrer às tarifas aduaneiras e outras barreiras”.

A disputa pode “criar um ciclo de represálias”, alerta o Fundo, levando aos países para justificaram as restrições às importações em nome da segurança nacional, “afetando o fornecimento de transnacionais americanas e países emergentes mais vulneráveis”

A diretora-geral do FMI, Christine Lagarde, alertou que uma guerra comercial “não tem vencedores, mas perdedores dos dois lados”.

– Rápido aumento dos juros – No plano interno, os cortes de impostos que estimulam uma economia que já está no máximo de seu potencial indicam “uma inflação mais rápida que o previsto”, alerta o FMI.

“Isso poderia forçar o Federal Reserve a acelerar (seu ritmo de aumento das taxas de juros) e provocar volatilidade e turbulências” nos mercados financeiros.

O Fed acaba de elevar seus juros pela segunda vez no ano a prevê voltar a fazê-lo pelo menos outros duas vezes.

Sua previsão de inflação de 2,1% em 2018, com base no índice PCE, é inferior à do FMI, que antecipa 2,8%.

O FMI também teme que a atual política econômica americana tenha “repercussões importantes sobre as empresas, os lares e o endividamento de outros países”, especialmente os que têm grandes dívidas em dólares.

“Isso poderia precipitar uma revisão líquida dos fluxos de capitais”, fortalecendo o dólar, alerta a instituição.

Washington reagiu imediatamente, expressando suas divergências com o Fundo sobre as perspectivas a médio prazo da maior economia do mundo.

“Embora apreciemos o trabalho do FMI e tenhamos as mesmas projeções a curto prazo sobre o crescimento da economia, discordamos sobre suas projeções a médio e longo prazo”, escreveu o Tesouro em nota.

“O Departamento do Tesouro está convencido de que nossas políticas, inclusive a reforma fiscal e a desregulamentação que busca impulsionar a produtividade, gerarão mais crescimento durável”, afirma o governo Trump, que projeta um crescimento durável superior a 3%.

Alta do Bitcoin em 2017 pode ter sido manipulação do Tether, segundo pesquisadores


Os manipuladores de mercado usaram o token USDT do Tether para inflar artificialmente o preço do bitcoin durante a alta prolongada de 2017, de acordo com uma nova pesquisa explosiva dos processadores financeiros da Universidade do Texas, John Griffin e Amin Shams, mais conhecida por identificar atividades suspeitas no Tether no ano passado.

Relatório indica que Tether foi usada para dar suporte ao preço do Bitcoin

Escrevendo em um relatório de 66 páginas (em inglês), intitulado “O Bitcoin está realmente desconectado?”, Griffin e Shams argumentam que a Tether, uma “stablecoin” supostamente apoiada pelo dólar na proporção de 1:1, tem sido repetidamente usada para fornecer suporte ao preço do Bitcoin durante as desacelerações do mercado.

“No geral, descobrimos que o Tether tem um impacto significativo no mercado de criptomoedas. O Tether parece ser usado tanto para estabilizar quanto para manipular os preços do Bitcoin”, escreveram os pesquisadores. “Menos de 1% das horas com transações Tether pesadas estão associadas a 50% do aumento meteórico do Bitcoin e 64% das outras criptomoedas maiores.”

Embora essa correlação possa ser simplesmente devido ao fato de que um influxo de ligações sinaliza um aumento na demanda dos traders, os pesquisadores afirmam que outros dados sugerem que a ligação não pode ser totalmente garantida pelo dólar (USD) – pelo menos não o tempo todo.

Como evidência para essa afirmação, Griffin e Shams observam que tende a haver uma pressão negativa no final do mês sobre o preço do bitcoin em meses, quando um grande número de faixas foi emitido, mas não em outros. Isso, dizem eles, pode indicar uma “necessidade de fim de mês para reservas em dólar relacionadas a Tether”, sugerindo que o Tether emite tokens sem respaldo para ajudar a sustentar o preço do bitcoin e depois vender BTC suficiente no final do mês para apoiar totalmente o preço com o USDT pendente.

Como o Guia do Bitcoin informou, o Tether (USDT) tem sido cada vez mais analisada à medida que o valor de mercado da marca de tokens aumentou durante o ano passado. Como as bolsas frequentemente enfrentam dificuldades em encontrar os parceiros bancários e alcançar a conformidade regulatória necessária para oferecer pares de negociação fiat-para-cripto, muitas bolsas de altcoin usam o Tether como proxy para o dólar (USD) físico.

A Comissão de Negociação de Futuros de

Alerta: Preço do Bitcoin pode cair para menos de $6.000, segundo analista, mas para longo prazo não se preocupe


Ran Neu Ner, fundador da Onchain Capital, e apresentador do Cryptotrader na CNBC Africa, estava no programa Fast Money, da CNBC, oferecendo sua previsão de que o bitcoin deverá sofrer um movimento de baixa em relação ao dólar americano, possivelmente chegando a US$ 5.900.

Bitcoin é o ouro digital

O problema, de acordo com Neu Ner, não tem a ver com quaisquer hacks recentes em exchanges, da mesma forma que qualquer banco que está sendo roubado não significa que haja algum problema com o dólar americano. No entanto, ele enquadra Bitcoin como ouro digital, e precisa haver uma demanda para sustentar seu valor. Essa demanda simplesmente ainda não chegou, levando ao mercado de ações atual da Bitcoin. Ele não forneceu detalhes sobre exatamente como essa demanda deveria ser criada para contrabalançar a tendência atual.

Holders, continuem tranquilos. Day traders, se preocupem

O conselho de Neu Ner foi que, se você acredita no potencial da tecnologia blockchain de permear todos os setores de negócios, seus altos e baixos de curto prazo, medidos em semanas ou até meses, não importam. Se o preço do Bitcoin for de 20, 40 ou 80 mil dólares em questão de anos, ninguém se importará se comprar a 6 mil dólares. Somente os day traders que trabalham em escalas de menos de um ano devem se preocupar com as quedas atuais no valor de mercado.

No entanto, Neu Ner ofereceu que havia um marco significativo se o Bitcoin caísse para US$ 5.000. Isso, segundo ele, é mais ou menos onde se torna difícil para as mineradoras manter a lucratividade em suas operações. A queda abaixo desse ponto poderia fazer com que as operações de mineração mudassem para outras moedas ou saíssem do Bitcoin, levando a mudanças na infraestrutura do Bitcoin que poderiam prejudicar sua viabilidade a longo prazo. Neu Ner não entrou em detalhes sobre quais poderiam ser exatamente as conseqüências do Bitcoin ser menos lucrativo para o meu, mas estava claro que US$ 5.000,00 era um ponto de preço para prestar uma atenção especial.

Deve-se notar que a análise de Neu Ner foi restrita a Bitcoin, e ele não mencionou outras criptomoedas. Ele falou de forma intercambiável sobre a tecnologia blockchain e o Bitcoin, deixando claro se ele achava que o Bitcoin sustentava a totalidade do mercado de criptomoedas, ou se o mercado de criptomoedas sobreviveria a um significativo crash do Bitcoin. A possibilidade alternativa de o Bitcoin perder o domínio e outras criptomoedas que preenchem o vazio não foi discutida.

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Análise Técnica: até quanto cai o Bitcoin?

Postado em junho 13, 2018

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