Samsung começou a fabricar hardware ASIC voltado para a mineração



De acordo com site de notícias The Bell, afirmou que o acordo de parceria entre a e a empresa taiwanêsa Taiwan já estava resultando em “produção em massa”, as fontes confirmaram a parceria, com analistas sugerindo que era prematuro considerar o aumento da lucratividade.

No entanto, a posição da TSMC como um fornecedor para o mercado do gigante Bitmain poderia ver o movimento da Samsung fornecer uma dose tão necessária de concorrência na .

No final de outubro, a Samsung insinuou seu interesse no setor de mineração de com o lançamento de um produto completamente experimental em uma conferência de desenvolvimento em São Francisco.

Um “equipamento” composto por 40 smartphones Galaxy S5 reutilizados e outros produtos descrito como “inovador” pela Vice, considerada no momento parte de uma contribuição discreta para a indústria de mineração. Veja aqui.

“Esta plataforma inovadora fornece uma maneira ambientalmente responsável para dar nova vida a dispositivos móveis Galaxy velhos, oferecendo novas possibilidades e potencial de maior valor para dispositivos que, de outra forma, poderiam ser esquecidos em gavetas de mesa ou descartados”.

 

O que você acha do envolvimento da Samsung na mineração de criptomoedas? Deixe-nos saber nos comentários abaixo!

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Bitcoin: Conheça aqui os tipos de carteiras

Se você tomou a decisão de comprar alguns bitcoins, agora pode estar se perguntando como armazenar a moeda digital. Os detalhes exigem uma pequena explicação. As chaves privadas que são…




Samsung entra para o mercado de mineração de criptomoe… | News


A Samsung anunciou um acordo na segunda-feira, dia 29 de Janeiro, para produzir o ASIC,um hardware de mineração taiwanês em produção TSMC. A “produção em massa” do chip ASIC já começou em Janeiro, de acordo com a central de notícias coreana The Bell .

Um chip ASIC , que representa o circuito integrado de aplicativo-específico, é uma peça de hardware especialmente projetada para mineração de criptomoeda baseada em um algoritmo de hash específico, como o SHA256 ,algorítimo esse que o Bitcoin e o Litecoin são executados. Isso tudo faz parte de um dispositivo de criptomoeda.

A TSMC fornece os chips ASIC necessários para a mineração de criptomoedas para a Bitmain , uma empresa de mineração Bitcoin sediada na China. A Bitmain também fabrica seu próprio hardware, tendo lançado dois produtos no estilo ASIC em Setembro de 2017 com crítica relativamente negativa, bem como um lançamento inesperado de um minerador chamado SiaCoin , em 19 de Janeiro.

No que diz respeito à rentabilidade da Samsung entrar no mercado de criptomoeda, Hwang Min-seong, analista de segurança da Samsung, disse ao The Bell:

“A Samsung Electronics poderia aumentar suas receitas através da fabricação de chips ASIC, mas porque a fundição apenas representa uma pequena porção do desenvolvimento de produção de semi-condutores da empresa, é difícil prever que o empreendimento de mineração da empresa terá um impacto significativo nas receitas da empresa. “

O acordo da sul coreana Samsung com a TSMC vem após um mês turbulento nos mercados de criptomoedas na Ásia, com exchanges proibidas na China, acusações de transações internas e confusão sobre a regulamentação na Coreia do Sul caminhando para perdas substanciais .



Planalto passa lista de deputados indecisos para agentes de mercado trabalharem pela reforma da Previdência – Notícias


Por Iuri Dantas e Lisandra Paraguassu

BRASÍLIA (Reuters) – O Palácio do Planalto repassou uma lista com nomes de deputados indecisos para que agentes do mercado e empresários auxiliem no convencimento a favor da reforma da Previdência, que tem votação prevista para 20 de fevereiro na Câmara.

Documento obtido pela Reuters com uma fonte do setor privado mostra uma lista de quase 90 parlamentares que o governo vê como indecisos sobre a reforma. Fonte palaciana confirmou a existência da lista e a estratégia de ter a ajuda dos agentes de mercado e empresários no esforço pela aprovação da proposta. As duas fontes pediram para não serem indentificadas.

Na véspera, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, reuniu-se com confederações de empresários. Na noite desta terça-feira, deve comparecer a conversa com líderes da base patrocinada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O governo batalha para obter os votos necessários para aprovar a reforma da Previdência na Câmara em fevereiro. Por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), precisa de ao menos 308 votos favoráveis dentre os 513 deputados em dois turnos de votação. Depois, ainda precisa passar pelo Senado.

O cálculo no Planalto hoje é de que 270 deputados estariam dispostos a votar pela reforma, faltando 38 votos para se alcançar o mínimo necessário. Considerando a margem de segurança para a votação, que o governo vê entre 320 e 330 deputados a favor da reforma, a distância é ainda maior.

Por isso mesmo o Planalto, intensificou seus esforços midiáticos pela aprovação da reforma da Previdência. Desde seu retorno de Davos, na Suíça, na semana passada, o presidente Michel Temer entrou em uma maratona de entrevistas e martelou sobre a importância da readequação das regras previdenciárias.

COLOCAR PARA VOTAR

Um dos principais responsáveis pelo levantamento de números do governo na Câmara, o vice-líder do governo na Câmara Beto Mansur (PRB-SP) afirmou nesta terça que já não há mais espaço para indecisões na Casa.

“O parlamentar tem que fazer a sua opção”, disse o deputado a jornalistas.

“Eu acho que a gente tem que ter opinião a favor ou contra. Agora, ficar indeciso em um momento como este não dá.”

O vice-líder defende que a proposta seja colocada em votação em fevereiro, mesmo que o governo não conte com votos suficientes.

“Não precisamos ficar cozinhando essa questão da reforma da Previdência durante todo esse tempo.”

(Reportagem adicional de Maria Carolina Marcello)

Você Está Preparado Para Investir Em Criptomoedas? Veja Tudo o Que Precisa Saber Sobre Moedas Digitais. – Bitcoin BRASIL


Estima-se que mais de 1 milhão de brasileiros negociem criptomoedas. Mas será que a população está preparada?

Recentemente, as notícias sobre as criptomoedas chamaram a atenção não apenas do mercado financeiro, mas também de pessoas interessadas em investir nelas. O Bitcoin chegou a se valorizar 1.500% somente no ano de 2017, muito acima do que qualquer outro investimento, conforme pode-se ver no gráfico a seguir, disponibilizado na Infomoney:

Gráfico bitcoin em 2017

Fonte: http://images.infomoney.com.br/uploads/mercados/bitcoin/grafico.jpg?1514997341394

Isso fez com que muitas pessoas no Brasil passassem a investir na criptomoeda, algo que antes nunca tinham ouvido falar. Para se ter uma ideia, em outubro de 2017, 610.364 investidores pessoas físicas investiam nelas na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). Porém, se estima que mais de 1 milhão de brasileiros as tenham negociado.

Entretanto, apesar da alta valorização, uma das criptomoedas mais conhecidas, o Bitcoin, já teve queda após a sua grande alta. Isso fez com que alguns especialistas dissessem que essa é uma bolha e que muita gente pode perder dinheiro.

Mas, o que são as criptomoedas?

 

O Que São Criptomoedas?

As criptomoedas são moedas digitais. Isso quer dizer que não existem de forma física como o real, dólar ou outra moeda emitida por qualquer outro país.

Na verdade, ela não é vinculada a nenhum país e, por isso, não tem regulamentações, o que faz com que deixe de oferecer algumas seguranças.

Existem centenas de criptomoedas em circulação, como a Bitcoin, Ethereum, Litecoin, Ripple e outras. A mais conhecida é a primeira, que ocupa cerca de 55% desse mercado.

circulacao de bitcoin

Foto: Bitcoin. Imagem: Pixabay

A grande vantagem dessas criptomoedas é que podem ser transferidas imediatamente de uma conta para outra e não possuem altas taxas de negociação.

Outro ponto é que não é preciso se identificar para negociar essas moedas, o que pode preservar as identidades, mas também permitir negociações em que os envolvidos estejam praticando atos ilícitos e desejam se manter no anonimato.

A forma de adquirir essas criptomoedas seria comprando de outras pessoas ou minerando-as. Porém, hoje os computadores comuns já não conseguem minerar, uma vez que existem grandes centros de informática fazendo isso e tornando essa ação inviável.

Devido a prometerem altos ganhos em um curto espaço de tempo, são classificadas como opções binárias.

O Que Dizem os Especialistas Sobre as Criptomoedas?

As opiniões ao redor do mundo se dividem. Enquanto alguns apostam que esse é um bom investimento e que pode gerar grandes lucros, outros os veem com desconfiança e como uma febre passageira.

Para o banco central da Dinamarca, essa seria uma “aposta mortal”. No Reino Unido, um dos chefes financeiros alertou as pessoas para que estejam preparadas caso invistam em criptomoedas, como o Bitcoins.

O chefe da Financial Conduct Authority alerta que essas não são moedas seguras, já que não há governos e nem bancos centrais atrás da moeda.

Para Thiago Salomão, responsável pela Carteira Infomoney, chamar a valorização de Bolha não é algo errado, pois quando se tem uma valorização muito rápida fica difícil dela se sustentar.

Já Carlos André Montenegro, que possui a corretora de criptomoedas Bitcoin Trade, a visão é bem diferente. Ele não as enxerga como uma bolha, pois elas servem como reserva de valor e possuem um valor volátil.

Porém, ele reforça que o mercado brasileiro ainda não está pronto para as criptomoedas, pois muitas corretoras não estão preparadas para atender as grandes demandas.

Moedas altcoins

Foto: Criptomoedas. Fonte: Pixabay.

A Projeção das Criptomoedas Para 2018

Após a valorização do Bitcoin, nesse ano de 2018 devem surgir novas criptomoedas bastante valorizadas no mercado, uma vez que o tema ganhou grande abrangência.

Entre as possíveis que se valorizarão está: Litecoin, Monero, Neo, Cardano, Ripple, Iota e Bitcoin Cash.

Além disso, a aceitação de pagamento com as criptomoedas deve fazer com que suas transações aumentem. Existem rumores de que a Amazon aceitará o pagamento com elas, sem falar de outros estabelecimentos que já as aceitam.

Outra questão é que o acesso às criptomoedas deve ser facilitado e as corretoras devem criar alternativas para quem ainda não realiza transações com elas.

O economista Fernando Ulrich diz que o custo de criar uma criptomoeda é baixo, mas que somente algumas das mais de 1.300 que estão no mercado devem sobreviver.

Os Brasileiros Estão Preparados Para Esse Novo Mercado?

O brasileiro, muitas vezes, acaba investindo por um impulso em algo novo, sem avaliar os riscos. Por isso, antes de tudo é preciso buscar conhecer o que o mercado das criptomoedas oferece e quais os seus riscos.

Essa pode ser uma nova opção de investimento, mas, como qualquer outro, deve ser feito com cautela.

Para Thiago Salomão, da Carteira InfoMoney, o investimento em criptomoedas não deve ser superior a 5% dos investimentos, pois, assim, a renda não será afetada em caso de desvalorização.

Da mesma ideia compartilha o presidente da Mercado Bitcoin, Rodrigo Batista. Para ele não deve ser investido um valor significativo e que pode fazer falta.

Por isso, os brasileiros precisam entender que esse é um investimento como qualquer outro e, apesar das criptomoedas serem vistas como o dinheiro do futuro, é preciso não aplicar todo o dinheiro em um investimento considerado de risco.

Você Está Preparado Para Investir Em Criptomoedas? Veja Tudo o Que Precisa Saber Sobre Moedas Digitais. – Bitcoin BRASIL


Estima-se que mais de 1 milhão de brasileiros negociem criptomoedas. Mas será que a população está preparada?

Recentemente, as notícias sobre as criptomoedas chamaram a atenção não apenas do mercado financeiro, mas também de pessoas interessadas em investir nelas. O Bitcoin chegou a se valorizar 1.500% somente no ano de 2017, muito acima do que qualquer outro investimento, conforme pode-se ver no gráfico a seguir, disponibilizado na Infomoney:

Gráfico bitcoin em 2017

Fonte: http://images.infomoney.com.br/uploads/mercados/bitcoin/grafico.jpg?1514997341394

Isso fez com que muitas pessoas no Brasil passassem a investir na criptomoeda, algo que antes nunca tinham ouvido falar. Para se ter uma ideia, em outubro de 2017, 610.364 investidores pessoas físicas investiam nelas na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). Porém, se estima que mais de 1 milhão de brasileiros as tenham negociado.

Entretanto, apesar da alta valorização, uma das criptomoedas mais conhecidas, o Bitcoin, já teve queda após a sua grande alta. Isso fez com que alguns especialistas dissessem que essa é uma bolha e que muita gente pode perder dinheiro.

Mas, o que são as criptomoedas?

 

O Que São Criptomoedas?

As criptomoedas são moedas digitais. Isso quer dizer que não existem de forma física como o real, dólar ou outra moeda emitida por qualquer outro país.

Na verdade, ela não é vinculada a nenhum país e, por isso, não tem regulamentações, o que faz com que deixe de oferecer algumas seguranças.

Existem centenas de criptomoedas em circulação, como a Bitcoin, Ethereum, Litecoin, Ripple e outras. A mais conhecida é a primeira, que ocupa cerca de 55% desse mercado.

circulacao de bitcoin

Foto: Bitcoin. Imagem: Pixabay

A grande vantagem dessas criptomoedas é que podem ser transferidas imediatamente de uma conta para outra e não possuem altas taxas de negociação.

Outro ponto é que não é preciso se identificar para negociar essas moedas, o que pode preservar as identidades, mas também permitir negociações em que os envolvidos estejam praticando atos ilícitos e desejam se manter no anonimato.

A forma de adquirir essas criptomoedas seria comprando de outras pessoas ou minerando-as. Porém, hoje os computadores comuns já não conseguem minerar, uma vez que existem grandes centros de informática fazendo isso e tornando essa ação inviável.

Devido a prometerem altos ganhos em um curto espaço de tempo, são classificadas como opções binárias.

O Que Dizem os Especialistas Sobre as Criptomoedas?

As opiniões ao redor do mundo se dividem. Enquanto alguns apostam que esse é um bom investimento e que pode gerar grandes lucros, outros os veem com desconfiança e como uma febre passageira.

Para o banco central da Dinamarca, essa seria uma “aposta mortal”. No Reino Unido, um dos chefes financeiros alertou as pessoas para que estejam preparadas caso invistam em criptomoedas, como o Bitcoins.

O chefe da Financial Conduct Authority alerta que essas não são moedas seguras, já que não há governos e nem bancos centrais atrás da moeda.

Para Thiago Salomão, responsável pela Carteira Infomoney, chamar a valorização de Bolha não é algo errado, pois quando se tem uma valorização muito rápida fica difícil dela se sustentar.

Já Carlos André Montenegro, que possui a corretora de criptomoedas Bitcoin Trade, a visão é bem diferente. Ele não as enxerga como uma bolha, pois elas servem como reserva de valor e possuem um valor volátil.

Porém, ele reforça que o mercado brasileiro ainda não está pronto para as criptomoedas, pois muitas corretoras não estão preparadas para atender as grandes demandas.

Moedas altcoins

Foto: Criptomoedas. Fonte: Pixabay.

A Projeção das Criptomoedas Para 2018

Após a valorização do Bitcoin, nesse ano de 2018 devem surgir novas criptomoedas bastante valorizadas no mercado, uma vez que o tema ganhou grande abrangência.

Entre as possíveis que se valorizarão está: Litecoin, Monero, Neo, Cardano, Ripple, Iota e Bitcoin Cash.

Além disso, a aceitação de pagamento com as criptomoedas deve fazer com que suas transações aumentem. Existem rumores de que a Amazon aceitará o pagamento com elas, sem falar de outros estabelecimentos que já as aceitam.

Outra questão é que o acesso às criptomoedas deve ser facilitado e as corretoras devem criar alternativas para quem ainda não realiza transações com elas.

O economista Fernando Ulrich diz que o custo de criar uma criptomoeda é baixo, mas que somente algumas das mais de 1.300 que estão no mercado devem sobreviver.

Os Brasileiros Estão Preparados Para Esse Novo Mercado?

O brasileiro, muitas vezes, acaba investindo por um impulso em algo novo, sem avaliar os riscos. Por isso, antes de tudo é preciso buscar conhecer o que o mercado das criptomoedas oferece e quais os seus riscos.

Essa pode ser uma nova opção de investimento, mas, como qualquer outro, deve ser feito com cautela.

Para Thiago Salomão, da Carteira InfoMoney, o investimento em criptomoedas não deve ser superior a 5% dos investimentos, pois, assim, a renda não será afetada em caso de desvalorização.

Da mesma ideia compartilha o presidente da Mercado Bitcoin, Rodrigo Batista. Para ele não deve ser investido um valor significativo e que pode fazer falta.

Por isso, os brasileiros precisam entender que esse é um investimento como qualquer outro e, apesar das criptomoedas serem vistas como o dinheiro do futuro, é preciso não aplicar todo o dinheiro em um investimento considerado de risco.

Você está preparado para investir em Criptomoedas? Veja tudo o que precisa saber sobre moedas digitais. – Bitcoin BRASIL


Estima-se que mais de 1 milhão de brasileiros negociem criptomoedas. Mas será que a população está preparada?

Recentemente, as notícias sobre as criptomoedas chamaram a atenção não apenas do mercado financeiro, mas também de pessoas interessadas em investir nelas. O Bitcoin chegou a se valorizar 1.500% somente no ano de 2017, muito acima do que qualquer outro investimento, conforme pode-se ver no gráfico a seguir, disponibilizado na Infomoney:

Gráfico bitcoin em 2017

Fonte: http://images.infomoney.com.br/uploads/mercados/bitcoin/grafico.jpg?1514997341394

Isso fez com que muitas pessoas no Brasil passassem a investir na criptomoeda, algo que antes nunca tinham ouvido falar. Para se ter uma ideia, em outubro de 2017, 610.364 investidores pessoas físicas investiam nelas na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). Porém, se estima que mais de 1 milhão de brasileiros as tenham negociado.

Entretanto, apesar da alta valorização, uma das criptomoedas mais conhecidas, o Bitcoin, já teve queda após a sua grande alta. Isso fez com que alguns especialistas dissessem que essa é uma bolha e que muita gente pode perder dinheiro.

Mas, o que são as criptomoedas?

As criptomoedas são moedas virtuais. Isso quer dizer que não existem de forma física como o real, dólar ou outra moeda emitida por qualquer outro país.

Na verdade, ela não é vinculada a nenhum país e, por isso, não tem regulamentações, o que faz com que deixe de oferecer algumas seguranças.

Existem centenas de criptomoedas em circulação, como a Bitcoin, Ethereum, Litecoin, Ripple e outras. A mais conhecida é a primeira, que ocupa cerca de 55% desse mercado.

circulacao de bitcoin

Foto: Bitcoin. Imagem: Pixabay

A grande vantagem dessas criptomoedas é que podem ser transferidas imediatamente de uma conta para outra e não possuem altas taxas de negociação.

Outro ponto é que não é preciso se identificar para negociar essas moedas, o que pode preservar as identidades, mas também permitir negociações em que os envolvidos estejam praticando atos ilícitos e desejam se manter no anonimato.

A forma de adquirir essas criptomoedas seria comprando de outras pessoas ou minerando-as. Porém, hoje os computadores comuns já não conseguem minerar, uma vez que existem grandes centros de informática fazendo isso e tornando essa ação inviável.

Devido a prometerem altos ganhos em um curto espaço de tempo, são classificadas como opções binárias.

O que dizem os especialistas sobre as criptomoedas?

As opiniões ao redor do mundo se dividem. Enquanto alguns apostam que esse é um bom investimento e que pode gerar grandes lucros, outros os veem com desconfiança e como uma febre passageira.

Para o banco central da Dinamarca, essa seria uma “aposta mortal”. No Reino Unido, um dos chefes financeiros alertou as pessoas para que estejam preparadas caso invistam em criptomoedas, como o Bitcoins.

O chefe da Financial Conduct Authority alerta que essas não são moedas seguras, já que não há governos e nem bancos centrais atrás da moeda.

Para Thiago Salomão, responsável pela Carteira Infomoney, chamar a valorização de Bolha não é algo errado, pois quando se tem uma valorização muito rápida fica difícil dela se sustentar.

Já Carlos André Montenegro, que possui a corretora de criptomoedas Bitcoin Trade, a visão é bem diferente. Ele não as enxerga como uma bolha, pois elas servem como reserva de valor e possuem um valor volátil.

Porém, ele reforça que o mercado brasileiro ainda não está pronto para as criptomoedas, pois muitas corretoras não estão preparadas para atender as grandes demandas.

Moedas altcoins

Foto: Criptomoedas. Fonte: Pixabay.

A projeção das criptomoedas para 2018

Após a valorização do Bitcoin, nesse ano de 2018 devem surgir novas criptomoedas bastante valorizadas no mercado, uma vez que o tema ganhou grande abrangência.

Entre as possíveis que se valorizarão está: Litecoin, Monero, Neo, Cardano, Ripple, Iota e Bitcoin Cash.

Além disso, a aceitação de pagamento com as criptomoedas deve fazer com que suas transações aumentem. Existem rumores de que a Amazon aceitará o pagamento com elas, sem falar de outros estabelecimentos que já as aceitam.

Outra questão é que o acesso às criptomoedas deve ser facilitado e as corretoras devem criar alternativas para quem ainda não realiza transações com elas.

O economista Fernando Ulrich diz que o custo de criar uma criptomoeda é baixo, mas que somente algumas das mais de 1.300 que estão no mercado devem sobreviver.

Os brasileiros estão preparados para esse novo mercado?

O brasileiro, muitas vezes, acaba investindo por um impulso em algo novo, sem avaliar os riscos. Por isso, antes de tudo é preciso buscar conhecer o que o mercado das criptomoedas oferece e quais os seus riscos.

Essa pode ser uma nova opção de investimento, mas, como qualquer outro, deve ser feito com cautela.

Para Thiago Salomão, da Carteira InfoMoney, o investimento em criptomoedas não deve ser superior a 5% dos investimentos, pois, assim, a renda não será afetada em caso de desvalorização.

Da mesma ideia compartilha o presidente da Mercado Bitcoin, Rodrigo Batista. Para ele não deve ser investido um valor significativo e que pode fazer falta.

Por isso, os brasileiros precisam entender que esse é um investimento como qualquer outro e, apesar das criptomoedas serem vistas como o dinheiro do futuro, é preciso não aplicar todo o dinheiro em um investimento considerado de risco.

Rússia quer identificar mineradores para iniciar cobrança de impostos


O governo russo está preparando mais um projeto de lei para tentar “domar” o mercado de criptografia e, dessa vez, o alvo será os mineradores de moedas digitais.

De acordo com a publicação Vedomosti, a regulamentação da mineração de criptomoedas incluiria uma ferramenta que identificaria mineradores, além de uma redução de impostos e taxas menores nos custos de energia.

O Ministério das Comunicações e Mídias de Massa está desenvolvendo o sistema que cruzaria dados do tráfego de internet e do consumo de eletricidade para relacionar a capacidade de minerar das máquinas com os valores declarados por mineradores e assim iniciar a cobrança de impostos.

Fontes próximas as autoridades russas garantem que o projeto será apresentado à Câmara Baixa da Assembleia Federal do país até 1de fevereiro.

Esta não é a primeira vez que os russos planejam identificar os mineradores e taxá-los por exercer essa atividade. O Ministério da Energia acredita que “seria tecnicamente possível, mas é necessário entender se tais processos seriam viáveis economicamente”.

É ou não viável?

Os responsáveis pela legislação estão cogitando focar apenas em quem minera em escala industrial para facilitar a fiscalização.

Segundo eles, a principal questão será: como diferenciar os mineradores dos demais consumidores que podem simplesmente gostam muito de assistir televisão ou que deixam a calefação ligada por muito tempo.

O diretor do Centro de Pesquisas Econômicas da Universidade Synergy, Andrei Koptelov, afirma que será muito complicado distinguir uma fazenda de mineração de um aquecedor. Outro ponto levantado por ele é que atualmente as redes privadas de internet permitem criptografar o tráfego, deixando algo que já era difícil ficar impossível.

Como será

Mineradores iniciantes terão dois anos “férias fiscais” com contabilidade compulsória. Após esse período, eles serão obrigados a pagar impostos sobre lucros, mas não pagarão IVA.

Apesar disso, o ministro das Finanças, Alexei Moissev, afirmou que ninguém do seu ministério vê a necessidade de suspender o pagamento de taxas de mineradores por 24 meses.

O ministro da Energia, Alexander Novak, salientou que ninguém conseguiu explicar ainda porque os mineradores precisam ter condições especiais. E continuou: “Na Federação Russa, as tarifas existentes atualmente estão entre as menores do mundo, o que já torna as instalações de plantas relacionadas à computação bastante atraentes”.

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