‘Operação XP e Itaú deveria ser reprovada’, diz conselheira do Cade – Notícias


Voto vencido no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no julgamento da compra da XP pela Itaú, a conselheira Cristiane Alkmin defende que o Banco Central reprove ou imponha restrições mais duras do que as estipuladas pelo órgão antitruste na análise da operação. “Para ser coerente com o meu voto, considero que a operação deve ser reprovada. Se eu fosse o Ilan, eu vetaria”, afirmou.

Para a conselheira, os cinco maiores bancos em operação no País têm muito poder de mercado. Cristiane acredita que o Estado deve estimular – e não atrapalhar – a entrada de novos concorrentes, sobretudo as fintechs (startups voltadas para o mercado financeiro). Procurados, XP e Itaú preferiram não comentar.

O mercado bancário brasileiro é concentrado?

O ponto central é o problema do poder de mercado, não exatamente a concentração. Os cinco maiores bancos do Brasil detêm, aproximadamente, 85% dos depósitos bancários. O poder de mercado dos bancos se dá também de forma vertical, estão nos mercados de investimento, de crédito, de cartões de crédito, de seguradoras e, agora, de bureaus de crédito. E com o poder conglomeral, hoje há uma preocupação em relação ao montante de dados que têm acesso. A competição no setor bancário está vindo destes pequenos players que trazem tecnologias disruptivas, que estão de alguma maneira chacoalhando com o status quo daqueles elefantes, que têm estruturas mais pesadas.

A operação entre Itaú e XP atrapalha este processo?

Pode atrapalhar. Essa operação não vai acabar com o processo de desbancarização, mas pode atrasá-lo.

Em seu voto, a senhora sugeriu que a operação entre Itaú e XP seria uma carta branca para que outros bancos continuem comprando pequenas plataformas.

Se eu aceitar um caso em que o maior banco privado está comprando a maior corretora de plataforma aberta, que é a XP, que tem praticamente 50% do mercado, como vou evitar que outra instituição compre a segunda plataforma, que tem 10% ou 15% do mercado? Como o Cade falará não para essa operação? A plataforma da XP era, definitivamente, a maior, muito longe da segunda colocada. A razão da operação é que os clientes do Itaú estavam migrando para essa nova plataforma. E os clientes futuros do Itaú já não iriam para o Itaú, e sim para a plataforma. Então, no fundo, essa é uma operação em que o Itaú quis recomprar seus clientes.

O BC deve ser mais duro do que o Cade foi?

Não quero aqui confrontar ou pedir que o BC corrija um ato do Cade, não existe isso. Mas, para ser coerente com o meu voto, considero que a operação deve ser reprovada. O Itaú é um minoritário megapoderoso. Eu acho que seria uma ótima sinalização se o BC reprovasse essa operação, mas já seria uma boa sinalização a retirada da possibilidade de o Itaú ser o controlador. Talvez isso não trouxesse tanto risco para o processo de desbancarização. De qualquer forma, se eu fosse o (presidente do Banco Central) Ilan Goldfajn, como sinalização, eu vetaria essa operação. E diria que o BC estará de olho quando um dos cinco maiores bancos estiver comprando fintechs.

Mas seria função do BC fazer isso? O veto não devia ter ocorrido no Cade, mais indicado para colocar este tipo de freio?

Devia. Mas agora já temos um memorando que diz que as duas instituições (Cade e BC) podem agir na área de fusões de aquisições.

Então, o BC não está olhando somente o risco sistêmico.

As duas instituições analisam atos de concentração. Olhando agora, depois que o ato XP/Itaú foi aprovado pelo Cade, acho bom haver dois crivos, o do Cade e o do BC. O memorando (que estabelece trabalho conjunto dos órgãos para analisar atos de concentração) foi uma boa saída. Antigamente, olhávamos o BC apenas como uma autoridade monetária. Hoje, ele está muito dividido no papel de regulador e de autoridade monetária.

O Cade errou ao permitir que bancos se tornassem proprietários de credenciadoras de cartões?

O Cade agiu de duas maneiras. Uma delas, aprovando atos de concentração que eu, como conselheira independente, não aprovaria. É o caso de Itaú com Mastercard. Acredito que este caso não deveria ter sido aprovado. Por outro lado, o Cade tem atuado por meio de acordos com as empresas de cartão. A atuação do BC junto ao Cade tem sido boa. Enquanto o BC pensa numa maneira estrutural para resolver o problema, o Cade faz acordos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

BB faz permuta de imóveis com Ministério do Planejamento; operação terá impacto positivo de R$73 mi no 2º tri – Notícias


SÃO PAULO (Reuters) – O Banco do Brasil anunciou nesta sexta-feira que fez uma permuta de imóveis com a Secretaria do Patrimônio da União, do Ministério do Planejamento.

Na troca, o BB recebeu um terreno avaliado em 162 milhões de reais e transferiu imóveis situados em Brasília, Campo Grande, Porto Alegre e Rio de Janeiro.

“Estima-se que a permuta impactará positivamente o resultado do segundo trimestre em 73 milhões de reais, líquidos de impostos”, afirmou o banco em comunicado.

(Por Aluísio Alves)

Operadora de LA enfrenta acusação de operação ilegal de moeda fiar para bitcoin


Uma operadora de Bitcoin em Los Angeles, Califórnia, está enfrentando um processo judicial por supostamente administrar um negócio de transmissão multimilionária sem registro de dinheiro para bitcoin, a NBC LA reportou ontem, 11 de junho.

Sob o pseudônimo de “Bitcoin Maven”, Theresa Tetley, 50, supostamente ganhou pelo menos $300.000 por ano com seu negócio no mercado negro, que foi executado entre 2014 e 2017 através de uma listagem no localbitcoins.com. O gabinete do procurador nos EUA alegou que “Maven” trocou entre $6 e $9,5 milhões no curso de suas operações.

O caso é supostamente considerado o primeiro desse tipo no sul da Califórnia.

Tetley se declarou culpada das acusações federais de operar um negócio de transmissão de dinheiro não registrado, bem como de conduzir uma transação financeira que os promotores alegam estar envolvido com o produto do tráfico de drogas.

Nos documentos judiciais, os promotores acusam Maven de “abastecer” um sistema financeiro do mercado negro (…) que propositadamente e deliberadamente existia fora da indústria bancária regulamentada “.

O governo está buscando uma sentença de 30 anos de prisão pelo crime federal, com o auxílio de defesa de Tetley brigando por um prazo reduzido de um ano.

Promotores federais ainda pedem uma ordem de confisco por 40 Bitcoin (cerca de $ 269.600 no momento da publicação), além de $292.264 e 25 barras de ouro sortidas que foram apreendidas 30 de março.

Os promotores adiaram a sentença na segunda-feira, 11 de junho, e ainda não anunciaram uma data remarcada.

O Departamento da Rede de Execução de Crimes Financeiros do Tesouro (FinCEN) dos EUA regula transações de criptomoeda sob a legislação existente para transmissores de dinheiro.

Desde 2011, os operadores e administradores de criptomoedas dos EUA foram sujeitos à Lei de Segredos do Banco (BSA). Em 2013, o FinCEN emitiu orientações adicionais esclarecendo que eles são obrigados a registrar-se como empresas de serviços monetários (MSB) e cumprir medidas contra lavagem de dinheiro (AML) e um conjunto de salvaguardas internas visando a prevenção do crime financeiro.



Operação Prowli Malware infecta mais de 40.000 máquinas, que foram usadas para mineração de criptografia


A equipe de segurança GuardiCore descobriu uma campanha de mineração de manipulação de tráfego malicioso e cryptocurrency de acordo com um anúncio publicado em 19 de junho de 1945. A campanha infectou mais de 40.000 máquinas em vários setores, incluindo finanças A campanha chamada Operação Prowli usou várias técnicas, como exploits e força bruta de senhas, para espalhar malware e assumir dispositivos, como servidores web, modems e Internet-of-the-art. Coisas ( IoT ) dispositivos. GuardiCore descobriu que os atacantes por trás Prowli estavam focados em ganhar dinheiro, em vez de ideologia ou espionagem.

Segundo o relatório, os dispositivos comprometidos foram infectados com um mineiro Monero (XMR) eo worm r2r2, um malware que executa ataques de força bruta de SSH dos dispositivos hackeados e apóia o Prowli para afetar novas vítimas. Em outras palavras, ao gerar aleatoriamente blocos de endereços IP, o r2r2 tenta forçar logons SSH com um dicionário de usuário / senha e, após interromper, executa uma série de comandos na vítima. O GuardiCore escreveu:

"Os ataques se comportaram da mesma forma, comunicando-se com o mesmo servidor C & C para baixar uma série de ferramentas de ataque chamadas r2r2, juntamente com um mineiro de criptomoeda."

Além disso, os cibercriminosos usaram um webshell de código aberto. chamado “WSO Web Shell” para alterar os sites comprometidos para hospedar códigos maliciosos que redirecionam os visitantes do site para um sistema de distribuição de tráfego, que os redireciona para vários outros sites maliciosos. Uma vez redirecionado para um site falso, os usuários são vítimas de clicar em extensões de navegadores maliciosos. A equipe GuardiCore informou que Prowli conseguiu comprometer mais de 9.000 empresas

No mês passado, um novo pedaço de malware de crypjacking usou meio milhão de computadores para extrair 133 tokens Monero em três dias. A empresa de segurança cibernética 360 Total Security descobriu que o malware, conhecido como WinstarNssmMiner, representa um novo desafio para os usuários, devido à sua capacidade de minerar e danificar máquinas infectadas.

Fuzileiros navais iniciam operação de segurança no Porto de Santos – Notícias


Um segundo navio da Marinha atracou na tarde deste domingo, 27, no Porto de Santos para garantir a retomada das operações portuárias, afetadas desde a última segunda-feira pelos protestos dos caminhoneiros. O Navio Doca Multipropósito Bahia chegou com 260 fuzileiros navais a bordo e equipado com sete caminhões de transporte de tropas, três blindados e dois helicópteros. No sábado, o Navio Patrulha Macaé já havia desembarcado 22 fuzileiros no cais de Santos.

O deslocamento atende à determinação do presidente Michel Temer (MDB) para que o porto retome as operações o mais rápido possível.