Economistas do Fed de Nova Iorque: as "economias avançadas" podem não precisar de … | Notícia


O Banco da Reserva Federal de Nova York publicou uma entrevista em seu site sexta-feira, 9 de fevereiro, em que dois de seus economistas explicam cryptocurrency destacando o crypto " sem confiança "natureza, mas expressando dúvidas de que a cryptocurrency poderia sempre" competir realisticamente com os métodos de pagamento atuais . "

Michael Lee e Antoine Martin, ambos economistas do Grupo de Pesquisa e Estatística do Fed de Nova York, tomaram responde perguntas que cobrem conceitos básicos de cryptocurrency e confiança financeira.

Sobre a noção de que as moedas virtuais não são " apoiadas por algo real ", como ouro Lee declarou claramente:

"Você está certo de que eles [virtual currencies] não são apoiados por uma mercadoria física, mas também o dólar e a maioria das moedas modernas."

Lee acrescentou que a confiança em uma determinada moeda é o que lhe dá valor em um payme nt ambiente e torna um "meio de troca aceitável ". No caso da cryptocurrency, a referida confiança não é fornecida por nenhum governo ou instituição, mas por Blockchain tecnologia em si.

É criptografado o "futuro do dinheiro"?

Respondendo à questão de se as criptografia se tornariam ou não o "futuro do dinheiro", Martin expressou dúvidas, afirmando que o problema da cryptocurrency ostensivamente reside pode não precisar de resolver, pelo menos não em " economias avançadas ":

" Cryptocurrencies discute o problema de fazer pagamentos em um ambiente sem confiança, mas não é óbvio que este é um problema que precisa ser resolvido, pelo menos nos Estados Unidos e outras economias avançadas ".

Ele também cita falta de" [19459007 "e" volatilidade extrema "como fatores que manterão as criptografia da adoção convencional como uma moeda, observando" as pessoas tendem a confiar nas instituições financeiras para lidar pagamentos e bancos centrais para manter o valor do dinheiro ".

Como o próprio Lee observou na entrevista, há uma relação inversa entre a confiança no sistema financeiro fiat e o interesse em Bitcoin . Durante a crise financeira de 2015 na Grécia o número de transações da Bitcoin na rede atingiu um pico recorde.

Um aviso prévio no final da entrevista do Fed de Nova York deixa claro que as opiniões dos economistas " não refletem necessariamente "a posição oficial do Federal Reserve Bank of New York ou do Sistema da Reserva Federal como um todo.

Meirelles não descarta subsídio para reduzir preço do gás de cozinha – Notícias


BRASÍLIA (Reuters) – O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, não descartou nesta sexta-feira a possibilidade de haver subsídios para baixar os preços do gás de cozinha, que subiram com força recentemente por conta da nova política de preços da Petrobras.

“Ainda não há decisão”, afirmou Meirelles a jornalistas ao ser questionado sobre a possibilidade de subsídios.

O ministro afirmou que estava a caminho de um encontro com o presidente Michel Temer para tratar sobre os preços do gás de cozinha, entre outros.

(Reportagem de Marcela Ayres)

Bresser-Pereira não entende bulhufas de inflação



No grande debate sobre o impacto dos juros altos na inflação, Bresser-Pereira também deu sua contribuição. E, como de costume, não decepcionou. Para saber mais: Artigo do Bresser-Pereira…

Fizeram colmeia com torneira para não esmagar abelhas e arrecadaram milhões – Notícias


Eles não queriam machucar ou esmagar as abelhas ao recolher o mel produzido por elas. Acabaram inventando uma colmeia com torneira que retira o produto de um modo mais fácil e sem agredir os insetos. Além disso, viraram um caso de sucesso mundial de “crowdfunding” (vaquinha virtual), arrecadando milhões de dólares para o negócio.

Em fevereiro de 2015, os australianos Stuart e Cedar Anderson (pai e filho), proprietários da startup Flow, criaram uma campanha de crowdfunding para arrecadar US$ 70 mil (R$ 226 mil). Para surpresa dos dois, a quantia foi alcançada em cinco minutos.

Até o encerramento da campanha, em abril do mesmo ano, a empresa arrecadou US$ 13,3 milhões (R$ 43 milhões) -ou 190 vezes o esperado. O case é considerado um dos mais bem-sucedidas do mundo.

Leia também:

“Mundo está preocupado com morte das abelhas”

Para Stuart, que conversou com a reportagem do UOL por Skype, o resultado se deve a dois fatores. “Além de termos nos preparado para usar o crowdfunding, procurando entender bem como funciona, fizemos isso no momento em que o mundo está preocupado com a morte das abelhas”, conta.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), a população de abelhas está morrendo drasticamente, principalmente na Europa e nos Estados Unidos. O fenômeno é conhecido como “desordem de colapso das colônias”. Perda do habitat, uso de agrotóxicos e más práticas agrícolas seriam os principais fatores.

Tirar mel sempre foi o hobby da família Anderson. O fato de as abelhas ficarem machucadas ou esmagadas durante a extração foi o motivo para criarem um novo tipo de colmeia. Ele e o filho levaram dez anos para desenvolver o projeto.

Alavanca gira e libera o mel pela torneira

A colmeia é feita de araucária e cedro. Elas têm uma alavanca que, ao ser girada, libera o mel por meio da torneira conectada à estrutura. São três tipos, com tamanhos diferentes, que custam de US$ 499 (R$ 1.611) a US$ 699 (R$ 2.227).

A start-up também comercializa partes separadas da colmeia, a exemplo de ninhos para criar abelhas. Os preços variam de US$ 40 (R$ 129) a US$ 469 (R$ 1.514). Também vende roupas e kits para apicultores. Os produtos custam de US$ 15 (R$ 48) a US$ 150 (R$ 484).

Empresa tem 6 centros de distribuição no mundo

Desde 2015, a empresa vendeu 50 mil produtos para 130 países, incluindo o Brasil. O frete para cá, no entanto, é caro: US$ 340 (R$ 1.097).

Stuart diz que está buscando uma forma de diminuir o preço do envio. A empresa tem seis centros de distribuição em diversos países. O mais perto do Brasil fica nos Estados Unidos.

Hoje, a start-up conta com 35 funcionários em três fábricas – duas localizadas em Brisbane e uma em Portland (ambas as cidades na Austrália). Stuart não revelou faturamento ou lucro, mas afirma que a empresa “vêm crescendo de forma saudável, levando em consideração que somos uma empresa nova”.

Pedidos têm de ser atendidos para não afetar imagem

Para Erlon Labatut de Oliveira, professor do Instituto Superior de Administração e Economia do Mercosul, da Fundação Getúlio Vargas (ISAE/FGV), a empresa conseguiu tirar todo proveito do crowdfunding. “Ter receita e venda antes de produzir é a grande sacada dessa ferramenta, e a empresa foi certeira”, relata.

Ele diz, no entanto, que start-ups que usam o método devem ficar atentas à repercussão. “No caso de a campanha ser bem-sucedida, a empresa tem que estar preparada para o grande volume de pedidos. Caso não consiga atender, isso pode manchar a imagem”, afirma.

Negócios de impacto ambiental chamam atenção

A publicitária Lívia Hollerbach é cofundadora da Pipe Social, grupo que trabalha com o desenvolvimento de negócios de impacto ambiental e social. De acordo com ela, a Flow conseguiu colocar várias demandas atuais em um mesmo produto, e isso atraiu os consumidores. “Eles criaram um item que colabora para acabar com a extinção das abelhas e está conectado com uma cadeia de negócios mais sustentável”, diz.

Para Livia, o mercado de negócios de impacto já está estabelecido no mundo e tende a crescer ainda mais em países emergentes, como o Brasil. Por aqui, no entanto, ainda existem três grandes desafios. “Encontrar um meio de buscar mais facilmente capital inicial para os projetos, explorar melhor o que a tecnologia oferece e desenvolver ferramentas que mensurem o impacto do trabalho desenvolvido”, fala.

Onde encontrar:

Flow – www.honeyflow.com/

(Reportagem: Lucas Gabriel Marins; edição: Armando Pereira Filho)

Crédito imobiliário não segue a redução da Selic – 08/02/2018 – Mercado


O tomador de empréstimo para a compra do imóvel pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação), que usa recursos da poupança, continua encontrando um CET (custo efetivo total) do crédito em dois dígitos na maioria dos principais bancos do país.

O CET é o termômetro para a escolha do financiamento, porque, além da taxa de juros, inclui todos os encargos da operação, como seguros e custos contratuais.

Compradores poderiam supor que a queda vertiginosa da Selic, a taxa básica de juros do Brasil, ao longo do ano passado seria acompanhada de uma redução igualmente significativa nos juros do financiamento imobiliário, mas não foi o que aconteceu.

Até houve certo alívio. A taxa média de juros para crédito habitacional no mercado passou de 15,4% em dezembro de 2016 para 11% em 2017, segundo o Banco Central. A Selic do período, porém, caiu quase pela metade, de 13,75% ao ano para 7%, chegando a 6,75% nesta quarta (7).

Os bancos atribuem o ritmo mais lento na queda das taxas imobiliárias às dificuldades de captação da poupança e aos juros futuros.

Embora tenha fechado 2017 com captação líquida de R$ 17,13 bilhões, maior saldo positivo desde 2014, a poupança patinou durante o ano.

Além disso, Gilberto Duarte de Abreu Filho, presidente da Abecip (associação das entidades de crédito imobiliário), explica que “quando os bancos emprestam a dez anos, que é o tempo médio que o financiamento costuma ficar em suas carteiras, eles precisam ver o custo do dinheiro em dez anos”.

E contratos para 2028 estão com taxas de 10,2% ao ano. “Existe uma diferença de taxa de curto e longo prazo devido a riscos políticos e fiscais associados às reformas e à eleição”, diz Marink Martins, da corretora Icap.

Cenários

Fabrízio  Ianelli, superintendente executivo de negócios imobiliários do Santander, diz ver sinais de reação na poupança. “Se ela voltar com força e a curva de juros futuros começar a baixar, isso pode estimular uma redução nas taxas”, afirma.

Para Abreu Filho, se a reforma da Previdência passar, as taxas futuras caem no dia seguinte. “Se não acontecer neste ano, podem subir.”

Ainda que não exerce influência total nos juros imobiliários, a queda da Selic é um bom sinal para o mercado, avalia Leandro José Diniz, diretor de empréstimos e financiamentos do Bradesco. “O desemprego, que parou de aumentar, e a redução da Selic sugerem que as famílias podem ter maior capacidade financeira”, diz.

Adiar muito o empréstimo na espera de quedas bruscas nas taxas, porém, pode não funcionar. “Ainda que elas possam cair, deve haver certo embaraço conforme a eleição se aproxima. Para quem pensa sobre o assunto hoje, até maio pode ser melhor para decidir”, diz o planejador financeiro Marcelo Milech.

Para líderes, emenda aglutinativa não aumenta apoio da base à reforma da Previdência – Notícias


Por Ricardo Brito

BRASÍLIA (Reuters) – Líderes da base aliada afirmaram à Reuters que as concessões feitas pelo governo na reforma da Previdência, condensadas na emenda aglutinativa divulgada nesta quarta-feira pelo relator da proposta, deputado Arthur Maia (PPS-BA), em nada modifica o apoio dos parlamentares em favor da matéria.

As lideranças também enxergam dificuldades para aprovar a proposta na Câmara até o fim do mês, apesar do discurso otimista do governo de que, até lá, haverá apoio suficiente para passar o texto.

A nova versão traz as três inovações já anunciadas em novembro passado –a exclusão de qualquer modificação das regras para trabalhadores rurais e para os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a redução do tempo mínimo de contribuição de 25 para 15 anos– e acrescenta o direito de integralidade de pensão a cônjuges de policiais mortos em combate.

Pouco depois da apresentação do novo texto, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, admitiu que o governo considera a possibilidade de fazer novas concessões à proposta até a data limite para a apreciação da proposta, dia 28 de fevereiro.

Essas mudanças não podem, ressaltou, mexer no eixo principal da reforma, que é a adoção de uma idade mínima e um único tipo de regime previdenciário para todos os brasileiros.

O líder do PP na Câmara, Arthur Lira (AL), disse que as últimas modificações em nada influenciam os votos dos deputados. Ele alertou ainda para o fato de que novas concessões podem ter o efeito contrário ao pretendido com a reforma, ou seja, não ajude na melhoria das contas públicas do país.

“O governo vai ter que trabalhar para aprovar a reforma”, disse Lira, ao destacar que o governo precisa conquistar de 30 a 40 votos dos 308 necessários, mesma conta de Marun. Para tanto, Lira defendeu, é preciso fazer ajustes na reforma e tentar garantir o apoio dos governadores à proposta, o que também defende o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O líder do PR na Casa, José Rocha (BA), vai na mesma linha do colega do PP. Para ele, em vez das últimas mudanças, o governo precisa atender a demandas dos deputados da base, que reivindicam a liberação de emendas e a entrega de cargos. Há ainda, destacou, o receio dos parlamentares de apoiar a proposta e terem prejuízo eleitoral.

“Ainda há um medo dos deputados de não se reeleger”, afirmou José Rocha.

Um terceiro deputado, que deixou esta semana a liderança de um partido da base, disse que há um clima de desânimo entre os aliados quanto à aprovação da reforma. Ele afirmou que, além das recentes mudanças não surtirem efeito em termos de voto para a proposta, os deputados estão preocupados em apoiar a reforma e o texto não avançar no Senado.

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu indicações de que a proposta não vai tramitar de forma acelerada, se passar.

“Isso tira o entusiasmo, fazer um sacrifício e a reforma não seguir adiante”, afirmou essa liderança, que pediu para falar sob a condição do anonimato. Para ele, ainda assim, se colocar em votação agora na Câmara a matéria não será aprovada.

Nesta quarta, o PSDB –partido com 46 deputados– reafirmou sua decisão de fechar questão em favor da reforma sem, no entanto, prever punições a parlamentares que votarem contra a proposta.

Procurada pela Reuters, a assessoria de imprensa do novo líder do PSDB na Câmara, Nilson Leitão (MT), disse que o tucano ainda não havia feito uma análise das mudanças apresentadas pelo relator da reforma.

Os tucanos deixaram a base aliada de Temer no final do ano passado, mas o atual presidente da legenda, o governador paulista e pré-candidato à Presidência Geraldo Alckmin, tem defendido o voto do partido na reforma de olho num eventual apoio do presidente Michel Temer e de partidos aliados à sua campanha ao Palácio do Planalto.

Fevereiro é limite do governo para Previdência, mas proposta não irá a voto se houver risco de derrota – Notícias


Por Maria Carolina Marcello

BRASÍLIA (Reuters) – O governo ainda se articula para angariar votos para a reforma da Previdência e trabalha com o dia 28 de fevereiro como data limite para votá-la, mas se a perspectiva for de derrota, não colocará a proposta em votação.

Como parte dessa movimentação para aglutinar mais apoio à reforma, governistas pressionaram e conseguiram que o relator da proposta, Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), divulgasse o novo texto da medida, bem mais desidratado do que o aprovado pela comissão especial da Câmara que analisou o tema no ano passado.

“Vamos colocar em pauta com os votos necessários para aprovarmos”, disse o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), acrescentando que até lá o trabalho do governo será criar um “ambiente” favorável entre os deputados. “Seria um atentado colocar em votação uma matéria sabendo que você não aprovará essa matéria.”

“A ideia do presidente (Rodrigo) Maia é que a partir do dia 19 discutiremos a Previdência na Casa e nós, como governo, vamos trabalhar junto com a base para concluirmos esse enfrentamento até o dia 28”, acrescentou.

Além da apresentação do texto, a estratégia do governo inclui a expectativa que governadores se empenhem junto a seus deputados para elevar o placar de cerca de 270 votos favoráveis à medida. Por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), ela precisa de 308 votos dentre os 513 deputados em dois turnos de votação para ser aprovada na Câmara. Depois, ainda precisa passar pelo Senado.

Dentro dessa linha de ação, os chefes dos governos estaduais já foram avisados que há pautas de interesse dos Estados, como a da securitização de dívidas, que aguardam votação na Câmara. A mensagem não é exatamente uma ameaça ou um toma-lá-dá-cá, mas um lembrete de que se governadores ajudarem agora poderão ser ajudados mais à frente, informou uma fonte que acompanha o assunto de perto.

Em outra tentativa de consquistar votos, o governo também investe no discurso de que ainda há espaço para modificações no texto apresentado informalmente na terça-feira à noite a líderes da base e na manhã desta quarta-feira a jornalistas.

“Não estamos fechando as portas para negociação”, disse o relator da proposta, nesta quarta, ao divulgar a emenda que englobará as mudanças anunciadas.

A nova versão traz as três inovações já anunciadas em novembro passado –a exclusão de qualquer modificação das regras para trabalhadores rurais e para os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a redução do tempo mínimo de contribuição de 25 para 15 anos– e acrescenta o direito de integralidade de pensão a cônjuges de policiais mortos em combate.

Segundo o relator, há apenas dois pontos inegociáveis na proposta: o estabelecimento de uma idade mínima de 62 anos para mulheres e de 65 anos para homens, e a equiparação, ao final de todo o processo de transição, entre trabalhadores dos setores público e privado.

“Do presidente da República ao gari, ninguém poderá receber acima do teto”, disse Oliveira Maia a jornalistas.

Qualquer mudança, no entanto, terá de ser traduzida em votos favoráveis à PEC, ressaltaram tanto o relator quanto o líder do governo.

Mas ainda que tenha defendido a necessidade de votação da medida e demonstrado otimismo em conseguir as condições necessárias para aprovar a medida ainda em fevereiro, Aguinaldo não descartou uma retirada de pauta por falta de votos e nem a possibilidade de votação em novembro, após as eleições.

Para ele, caso se confirme a impossibilidade de votação em fevereiro, o tema voltará à pauta quando encontrar um ambiente “propício”.

A proposta deve ter sua discussão em plenário formalmente iniciada no dia 20 de fevereiro, segundo Aguinaldo. E pelos cálculos de Arthur Maia, a votação só deve ocorrer na semana seguinte.

Por que os empregadores não podem pagá-lo em Cryptocurrency | Notícia


Com a ajuda de manchetes de notícias recentes relatando o aumento substancial de algumas criptografia, mais membros do público estão descobrindo o que as pessoas que lidaram com moedas digitais como Bitcoin já conheciam. Embora a volatilidade seja constante, é possível tornar-se rico com Bitcoin e formas similares de dinheiro não físicas.

Então, você pode estar se perguntando, por que não é possível que o seu local de trabalho pague seus salários em cryptocurrency? Alguns empregadores realmente fazem – vamos abordá-los mais tarde. Mas primeiro, vamos discutir quatro barreiras que tornam difícil a adoção desse método de pagamento.

1. Algumas leis especificam pagamentos em dinheiro ou cheques apenas

Um dos principais regulamentos federais que cobrem os salários dos funcionários nos EUA é o Fair Labor Standards Act (FLSA). Ele estipula que os empregadores devem cumprir pelo menos alguns de seus requisitos de salário mínimo até pagando trabalhadores com dinheiro ou cheques – a partir de agora, os pagamentos da Bitcoin não se aplicam e o mesmo se aplica à compensação de horas extras. [19659002] No entanto, fora dos requisitos federais de salário mínimo e horas extras, os empregadores e os trabalhadores podem concordar com outras formas de pagamento, se desejado. Os empregadores poderiam em teoricamente pagar empregados parcialmente com dinheiro ou cheques, e depois dar-lhes montantes suplementares constituídos por criptografia.

O sistema não é tão direto em certos estados, no entanto. Por exemplo, Delaware e Texas são dois dos vários estados em que os salários só podem ser compostos pela moeda dos Estados Unidos.

2. As criptografia podem ser consideradas valores mobiliários

A Securities and Exchange Commission (SEC) emitiu uma declaração sobre cryptocurrencies para lembrar as pessoas que os investimentos associados a eles podem rapidamente atravessar outras fronteiras geográficas sem o conhecimento dos proprietários, o que aumenta a risco possível.

Além disso, a SEC pode, em última instância, decidir que algumas criptografia são designadas como valores mobiliários. Nesse caso, os empregadores teriam que cumprir leis adicionais para valores mobiliários além das regras relacionadas aos salários mencionadas acima.

3. Os empregadores podem se sentir cautelosos

As rápidas flutuações de valor associadas a Bitcoins e outras criptografia podem fazer com que os empregadores se recusem à idéia de pagar seus trabalhadores através desses meios não tradicionais. Da mesma forma, eles podem sentir que os comerciantes não aceitáveis ​​aceitam cryptocurrencies como pagamento ainda, mesmo que o número cresça.

No entanto, um cartão de débito BitPay permite que as pessoas convertam os montantes de suas carteiras de criptografia em dólares em minutos . As pessoas podem usar a moeda mais amplamente aceita em qualquer lugar que aceite a Visa. Esta capacidade cuida da questão potencial de alguém com cryptocurrency, mas não pode gastá-lo.

O cartão também oferece uma salvaguarda se os detentores de criptografia aprendem sobre as condições do mercado que sinalizam uma queda provável e súbita de valor. Em tal cenário, as pessoas poderiam rapidamente fazer conversões usando o cartão para evitar manter grandes quantidades de criptografia que poderiam perder valor substancial em alguns dias ou menos.

4. As implicações fiscais variam de acordo com o país

Se um empregador contrata regularmente trabalhadores remotos que são residentes legais em um país e pague impostos em outros, as diferentes formas pelas quais os países vêem criptografia para fins fiscais também podem ser uma barreira para a adoção.

In Canadá, por exemplo, o país vê ganhos de criptografia como transações de troca. As empresas com base nos EUA têm que converter valores de cryptocurrency para valores em dólares para o IRS nas datas em que os pagamentos ocorrem. Da mesma forma, os funcionários devem reportar todos os ganhos em dólares, mesmo quando obtidos como Bitcoins ou outra moeda.

Dependendo dos respectivos países, o lucro de criptografia de relatórios para fins fiscais pode ser um processo direto. No entanto, as empresas com grandes percentuais de trabalhadores internacionais podem decidir que descobrir a logística requer uma pesquisa muito demorada. Se isso acontecer, os trabalhadores que desejam fortemente os pagamentos de criptografia podem oferecer para descobrir os detalhes e informar seus empregadores.

Algumas empresas pagam funcionários com cryptocurrency

Apesar dos desafios que apresentamos, existem empresas pioneiras que pagar seus funcionários em criptografia. Notavelmente, nenhum dos negócios está dentro dos EUA, então alguns dos problemas que você aprendeu acima podem não se aplicar a eles. As diferenças geográficas aparecem, se um número crescente de empresas em todo o mundo concluir que os pagamentos de criptografia para funcionários fazem sentido, poderia encorajar outras entidades a seguir o exemplo.

A partir de fevereiro, a OGM da Internet, uma empresa japonesa, dará porções do empregado salários em Bitcoin. Os funcionários poderão receber o equivalente a US $ 890 por mês em Bitcoins. Um representante da empresa disse que a mudança para oferecer a Bitcoins como salário destinava-se a tornar a empresa em geral mais alfabetizada sobre o funcionamento das criptogramas.

Outra empresa a considerar é o Buffer, uma empresa associada a ferramentas de mídia social que economizam tempo e aumentar o tráfego. Ele paga um dos seus desenvolvedores, que residem na África do Sul, uma parcela de seu salário em Bitcoins . Nesse caso, o funcionário é um grande crente no potencial de Bitcoins. Como tal, ele queria receber cinco por cento de seus salários na moeda.

O homem se aproximou de um associado de pagamento que trabalha com Buffer e iniciou um diálogo, depois conclui pesquisa para encontrar uma empresa especializada em serviços de folha de pagamento relacionados a criptografia. Ele é um bom exemplo de um funcionário que foi pró-ativo e obteve resultados positivos, embora a empresa não ofereça pagamentos generalizados de criptografia.

Se uma empresa já estiver no mercado de criptografia, eles podem até mesmo pedir aos funcionários durante o processo de contratação se eles " aceitará pagamentos não físicos. Essa situação aconteceu no Bitedge, um estabelecimento de apostas esportivas com sede na Austrália. Os desenvolvedores da web da empresa recebem 100% de sua renda em Bitcoins .

O futuro é brilhante

Se você estiver ansioso para explorar a possibilidade de ser pago em cryptocurrency, é crucial estar ciente de a volatilidade associada aos valores da criptografia, bem como a possibilidade de os empregadores não estarem atualizados sobre as formas de pagamento digitais. Eles podem exigir que você investigue as especificidades e forneça orientação.

À medida que as criptografia se tornam mais proeminentes, encontrar maneiras de superar esses e outros desafios ficam mais fáceis. Você pode fortalecer sua postura como um adotador adiantado e in-the-know e se envolver no que poderia eventualmente revolucionar a forma como os empregadores dão uma compensação.

Reunião SEC e CFTC: mais ICOs legítimos e “se não houv… | News


A comissão do comércio de futuros de commodities “ Commodity Futures Trading Commision ” (CFTC) e a comissão de valores mobiliários dos EUA “ US Securities and Exchange Commision ” (SEC) encontraram-se na manhã de 6 de Fevereiro de 2018 para discutir seus papéis em Blockchain, moedas virtuais e ICOs. No edifício do senado de Dirksen em Washington, os comitês (bancário, de habitação e de assuntos urbanos) reuniram-se em sessão aberta por cerca de 2 horas. Antes da audiência começar, depoimentos foram divulgados em nome de ambas as testemunhas.

Os pré-depoimentos

(esses testemunhos foram divulgados em 5 de Fevereiro de 2018)

J. Christopher Giancarlo, presidente e testemunha da CFTC, expressou otimismo em seu depoimento em relação ao Blockchain / DLT, dedicando uma página e meia (Veja abaixo em potenciais benefícios) para as inúmeras formas pelas quais instituições financeiras, instituições de caridade, serviços sociais, agricultura e logística podem se beneficiar disso. Giancarlo parecia muito otimista ao permitir mais liberdades para DLT, mesmo comparando com a internet:

“Esta simples abordagem é bem reconhecida como a base regulamentar esclarecida da Internet que provocou mudanças tão profundas na sociedade humana. Durante os quase 20 anos de regulamentação “sem nenhum desespero”, uma grande quantidade de investimento foi feita na infra-estrutura da Internet. Produziu uma expansão rápida no acesso que apoiou a implantação rápida e a adoção em massa de tecnologias baseadas na Internet. As inovações baseadas na Internet revolucionaram quase todos os aspectos da vida americana, desde telecomunicações ao comércio, transporte e pesquisa e desenvolvimento. “(Sem) nenhum desespero” foi, sem dúvida, a abordagem certa para o desenvolvimento da Internet. Da mesma forma, acredito que essa é a abordagem direta e abrangente para a tecnologia Ledger. “

Apesar do seu otimismo, o presidente ainda afirmou que as moedas digitais “provavelmente exigirão uma supervisão regulamentadora mais atenta” em relação à “fraude e manipulação” Mas em sua conclusão, ele abordou que a SEC e a CFTC deveriam fazer o seu melhor para deixar espaço para o crescimento:

“Como vimos com o desenvolvimento da Internet, não podemos colocar o gênio da tecnologia de volta na garrafa. As moedas virtuais marcam uma mudança de paradigma na forma como pensamos sobre pagamentos, processos financeiros tradicionais e envolvimento na atividade econômica. Ignorar esses desenvolvimentos não os fará desaparecer, nem é uma resposta regulamentadora responsável “.

Jay Clayton , o presidente da SEC, estava um pouco menos animado com as moedas virtuais – mas também não estava negando seu papel em um ecossistema financeiro moderno.

“Para ser claro, estou muito otimista de que a evolução da tecnologia financeira ajudará a facilitar a formação de capital, oferecendo oportunidades de investimento promissoras para investidores institucionais e da “Main Street”. A partir de uma perspectiva de regulamentação financeira, esses desenvolvimentos podem nos permitir monitorar melhor as transações, participações e obrigações (incluindo exposições de crédito) e outras atividades e características do nossos mercados, facilitando assim a nossa missão regulamentadora, incluindo, principalmente, a proteção dos investidores “.

Mas ele também admitiu que ainda haviam muitas armadilhas:

“Ao mesmo tempo, independentemente da promessa desta tecnologia, aqueles que investem o seu dinheiro suado em oportunidades que se enquadram no âmbito das leis federais de valores mobiliários merecem as proteções completas concedidas ao abrigo dessas leis. Essa necessidade sempre presente surge quando o entusiasmo pela obtenção de uma peça rentável de uma nova tecnologia “antes que seja tarde demais” seja forte e amplo. Os golpistas e outros mal intencionados rezam por esse entusiasmo “.

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O presidente da SEC, Clayton e o presidente da CFTC, Giancarlo, fonte da imagem: c-span

Enquanto Giancarlo mencionou a palavra “ICO” uma vez em seu depoimento, Clayton mencionou 132 vezes.

Um recente estudo descobriu que 10% de todos as ICO foram perdidas por hacks e fraudes. O medo de Clayton é que muitos investidores não educados possam estar perdendo muito dinheiro. Ele mesmo passou a promover a recente proibição de publicidade de ICO do Facebook:

“Eu quero reconhecer que recentemente as plataformas de redes sociais restringiram a capacidade dos usuários de promover ICOs e criptomoedas em suas plataformas. Eu agradeço esse passo responsável. “

Clayton continua a louvar as inovações da DLT (Tecnologia Ledger distribuída), mais conhecida como “Blockchain”, mas esperançoso de criar alguns limites para as ICOs.

“Simplesmente disse, devemos abraçar a busca pelo avanço tecnológico, bem como novas e inovadoras técnicas para a crescimento de capital, mas não às custas dos princípios que minam nossa abordagem bem fundamentada e comprovada para proteger investidores e mercados”.

A posição geral

Clayton mencionou que ele e Giancarlo “construíram um relacionamento forte”. Eles estão dispostos a trabalhar juntos para criar um quadro regulamentar robusto. Nos termos mais simples, parece haver um avanço gradativo que começa em ICOs, para moedas virtuais e, em seguida, para DLT. A DLT precisa da menor regulamentação e, de fato, a SEC e a CTFC parecem encorajar qualquer pessoa a querer expandir. As ICOs estão na outra extremidade, exigindo uma maior regulamentação. As moedas virtuais estão no meio, necessitando de proteção contra fraudes e manipulação de mercado.

Depoimento de hoje

A audiência de hoje foi refrescante no sentido de que o presidente Giancarlo e o presidente Clayton ficaram entusiasmados com o potencial da tecnologia descentralizada e criptomoeda durante a audiência.

Clayton dividiu em 3 categorias: DLT, criptomoedas e ICOs. Conforme indicado nos pré-testemunhos, a CTFC estava interessada em permitir o crescimento de DLT e moedas digitais, enquanto observava atentamente os fraudadores nas ICOs.

Giancarlo estava muito otimista em seus sentimentos em relação à criptomoeda. Em sua declaração de abertura, ele disse que “devemos a essa geração respeitar o interesse em criptomoedas e punir aqueles que as perseguem”. Ele falou sobre o quão interessados estão seus filhos no mundo Bitcoin e que foi excitante vê-los tão interessados em finanças.

“O presidente da CFTC, Giancarlo, abre com uma história de seus 3 filhos em idade universitária que estão entusiasmados com #Crypto, como a maioria dos millenials estão. Ele defendeu que abraçássemos #criptomoedas. Coisas boas! Podemos agradecer a seus filhos por isso. #PayWithLitecoin”

Ele também mencionou o CFC Lab : A organização da CFTC para educar a Main Street em criptomoeda. Giancarlo sublinhou que a educação era a via mais importante a tomar ao acompanhar criptomoedas; a CFTC nunca realizou tanto acesso educacional quanto eles tem feito nesta área.

O senador Crapo mencionou que nem as agências têm jurisdição completa sobre moedas digitais e ICOs. Giancarlo e Clayton concordaram que “podem precisar de autoridades adicionais para regulamentar”, mas antes que eles possam concordar com isso, eles devem aprender mais sobre o mundo da criptomoeda. Clayton também abordou brevemente a questão de que a SEC não tem dinheiro suficiente para contratar mais pessoas.

Quando o senador Cotton perguntou a Giancarlo sobre o valor do Bitcoin, Giancarlo respondeu com “ Se não houvesse Bitcoin, não haveria DLT “. Ambos, Clayton e Giancarlo sabem que as criptomoedas são importantes para o desenvolvimento de DLT, e querem que a tecnologia cresça sem que alguém sofra no processo. Giancarlo também disse que o piso do Bitcoin não poderia ser zero. Isso porque o valor do Bitcoin está “ligado a mineração “.

Não houve muita conversa sobre o regulamentação tributária . Clayton e Giancarlo também admitiram que não têm jurisdição sobre estados-nação, como a Venezuela , usando criptomoedas para evitar sanções.

Clayton mencionou que enquanto ETFs em Bitcoin atualmente não estão prontos, “haverá espaço no futuro”.

Por fim, o senador Warren perguntou a Clayton como eles podem tornar as ICOs mais seguras. Clayton respondeu que muitas ICOs estão, de fato, violando as leis existentes e que elas “devem prestar mais atenção” porque a SEC vai investigar essas violações ainda mais.

A melhor solução, segundo Giancarlo e Clayton, seria:

  • Educar as massas sobre Bitcoin e criptomoeda.

  • Use a jurisdição que eles têm sobre os mercados de futuros do Bitcoin para coletar dados e acompanhar os mercados para que ninguém fique muito machucado

  • Use o grupo de trabalho para ir atrás de “golpistas” que estão atacando os investidores da “Main Street” em esquemas de pirâmide da ICO e criptomoeda sem valor.

Em resumo, a criptomoeda permitirá mais crescimento para os Estados Unidos da mesma forma que a internet fez. Os Estados Unidos devem ser um líder nesse aspecto e garantir que ninguém seja ferido no processo. Os cripto HODLers (conservadores) tanto concordam que a notícia foi muito otimista .

Em uma nota lateral, Giancarlo achava que “ HODL ” era um acrônimo para “Hold On for Dear Life” (retenha para uma vida boa).

​Giancarlo disse HODL a um grupo de senadores



Singapura confirma que não vai ‘banir’ as criptomoedas… | News


O vice-primeiro ministro de Cingapura, Tharman Shanmugaratnam, emitiu um novo comentário sobre o compromisso do governo de “não proibir” as criptomoedas como parte de seus planos regulatórios.

Em uma série de quatorze declarações publicadas segunda-feira, 5 de fevereiro em resposta a perguntas feitas pelos membros do parlamento terça-feira, Tharman Shanmugaratnam, vice-primeiro ministro e ministro encarregado do órgão regulador da Autoridade Monetária de Cingapura (MAS), confirmou uma ampla política de transferência de criptomoedas para o futuro.

“...(MAS) tem estudado de perto esses desenvolvimentos e os riscos potenciais que eles colocam. A partir de agora, não há nenhum caso forte para proibir o comércio de criptomoedas aqui,” disse o vice-ministro.

“Mas estaremos sujeitando os envolvidos como intermediários aos nossos regulamentos contra a lavagem de dinheiro. E vamos continuar destacando para os cingapurianos que eles poderiam perder suas camisas quando eles investem dinheiro em criptomoedas.”

Como o Japão, a Cingapura tem se destacado como um ambiente permissivo tanto para as criptomoedas quanto para a inovação Blockchain nos últimos anos.

Em contraste com a China e Indonésia, a cidade-estado preferiu a Blockchain em particular como parte de sua tentativa de se tornar um centro global para a tecnologia.

Dirigindo-se à disparidade entre Cingapura e seus vizinhos, Shanmugaratnam observou que os volumes envolvidos eram comparativamente pequenos e a exposição ao sistema financeiro era insignificante.

Por enquanto, a natureza e a escala do comércio de criptomoedas em Cingapura não representam riscos para a segurança e integridade do nosso sistema financeiro“, continuou.

“…Além disso, as conexões entre o comércio de criptomoedas e o sistema financeiro de Cingapura também não são significativas no momento. O sistema bancário de Cingapura não tem nenhuma exposição significativa (sic) a entidades globais e locais que lidam com criptomoedas. Portanto, não temos preocupações de risco sistêmico mais amplos em relação às criptomoedas.”

No mês passado, o diretor-gerente da MAS, Ravi Menon, pareceu otimista com o futuro dos criptos quando ele divulgou na mídia dizendo que ele esperava que os recursos e sua tecnologia subjacente sobrevivessem a um grande acidente.