Futuros do aço sobem na China com relatos de extensão de cortes de produção – Notícias


XANGAI (Reuters) – Os contratos futuros do aço na China subiram nesta quinta-feira após quatro pregões de perdas, impulsionados pela especulação no mercado de que os cortes de produção em algunas usinas do país poderão ser estendidos para além do inverno (no Hemisfério Norte).

O contrato mais ativo do vergalhão de aço na Bolsa de Xangai subiu 0,3 por cento, para 3.931 iuanes (624,02 dólares) por tonelada.

“Há expectativas de que os cortes de produção serão ampliados, melhorando o sentimento do mercado apesar da demanda mais fraca”, disse um operador em Xangai.

O governo da China ordenou que 28 cidades cortassem a produção de aço entre meados de novembro e meados de março para conter a poluição no ar.

O minério de ferro na Bolsa de Dalian caiu 1 por cento, para 506,5 iuanes por tonelada. O minério para entrega no porto de Qingdao recuou 0,05 por cento, para 72,88 dólares por tonelada.

(Por Ruby Lian e Josephine Mason)

Bolsonaro é de esquerda na economia, afirma dono da Riachuelo – 31/01/2018 – Mercado


Publicidade

Para o empresrio Flvio Rocha, da Riachuelo, o Brasil precisa de um candidato que alinhe ideias conservadoras para a economia e a sociedade.

O candidato Jair Bolsonaro, no entanto, popular pelo discurso conservador nos costumes, mas tem ideias econmicas “de esquerda”.

A declarao foi dada antes do incio de debate com o tambm empresrio Pedro Passos, da Natura e colunista da Folha, no evento Lide para o futuro, realizado na capital paulista nesta noite de quarta (31).

As ideias do empresrio se disseminaram a partir do lanamento do movimento empresarial Brasil 200, batizado em aluso aos 200 da Independncia do pas, que ser em 2022 (ano em que se encerra o mandato do presidente eleito neste ano).

Na plateia, 250 convidados, entre empreendedores e executivos de empresas e bancos. Integrantes do MBL tambm estavam l com a expectativa de que “algum nome poltico surgiria durante o evento”.

Rocha diz acreditar que o povo brasileiro seja extremamente conservador, em grande maioria contra o desarmamento, a favor da reduo da maioridade penal e contra a discusso sobre gnero.

Essa a pauta do povo brasileiro, “mas falar disso se tornou politicamente incorreto”.

“[Jair] Bolsonaro o nico que est nadando de braada na onda conservadora, mas que de esquerda na economia porque ele estatizante antes de mais nada”, disse.

Na opinio do empresrio, isso perigoso porque o candidato “tem a frmula para ganhar a eleio, mas no to tem a frmula para conservar a economia”.

Rocha diz considerar o candidato Presidncia uma pessoa simptica e ‘bonssima’, mas que est sem coerncia entre os discursos econmico e social.

“Sem o discurso do Bolsonaro liberal da economia, desestatizante, privativista, reformista, no h esperana de consertar o pas.”

Ficar apenas no discurso sem andar “de sapatos pelo pantanoso terreno dos costumes” tambm a falha do partido Novo, na opinio do empresrio.

‘A gente precisa de um [ex-presidente americano, Ronald] Reagan ou de uma [ex-primeira ministra do Reino Unido, Margaret] Thatcher, algum que seja liberal na economia e conservador nos costumes. isso que o povo t pedindo muito’, afirmou.

Questionado sobre uma possvel candidatura, Rocha afirma no ter perfil, nem haver tempo para uma campanha. Segundo ele, ” preciso gente de peso, de muita representatividade”.

‘ possvel que saia algum de dentro do movimento [empresarial], concluiu antes de subir ao palco.

Na última reunião de Yellen, Fed decide manter taxas de juros nos EUA – Notícias


Washington, 31 jan (EFE).- O Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, decidiu nesta quarta-feira manter os juros de referência do país entre 1,25% e 1,5%, na última reunião de Janet Yellen como presidente da instituição.

Em comunicado divulgado após uma reunião de dois dias sobre a política monetária dos EUA, o Fed, que agora será comandado por Jerome Powell, destacou que prevê que a inflação no país suba neste ano, o que indica a possibilidade de um ajuste nas taxas de juros no próximo encontro da instituição, em março.

Socialismo e liberdade não cabem na mesma frase


Nicolás Maduro I

Uma coisa que poderão notar em meus textos é serem pautados por uma chamada à realidade, de forma que possamos parar de nos enganar com armadilhas tão óbvias. Tal como muitos faziam quando a crise que vivemos hoje batia à porta ou tantos outros que acham que é possível viver de otimismo sem entender o que de fato é necessário. Muitos são os que tentam adequar a realidade ao modelo que enxergam como ideal, quando na verdade o oposto devia ser feito. Sabe aquela história da fábula da cama de Procusto, onde ele cortava as pernas de quem não cabia na cama de ferro de sua hospedaria? Basicamente é a mesma coisa que fazem na tentativa de encaixar o modelo do socialismo com liberdade. Como é impossível de um caber no outro, cortam suas pernas. Vamos por partes.

A primeira coisa que devemos entender aqui é o que de fato é o socialismo. Esse modelo prega que os meios de produção e propriedades sejam coletivizados, ou seja, na verdade ninguém seria dono de absolutamente nada, exceto o Estado, de forma que este pudesse definir para onde iria o investimento, como as coisas devem ser feitas e controlar todo o sistema. Os que defendem esse modelo alegam que assim haveria menos desigualdade e menos pobreza. Aí que está! Desigualdade não é um problema, desde que não haja pobreza. Além disso, colocar todo mundo sob o mesmo escopo elimina a essência individual de cada pessoa, retira dela seus dons naturais e a transfere para um mundo em que apenas o coletivo importa. E qual o problema disso? Chegaremos lá.

Um conceito muito importante de microeconomia que serve para tudo é o de utilidade marginal. Basicamente, este conceito diz que cada coisa, cada produto, cada serviço, tem uma utilidade diferente para cada pessoa diferente, fazendo com que essas pessoas atribuam um “preço” diferente para elas. Podemos colocar o trabalho sob esta análise também, já que sempre vai existir uma pessoa mais preguiçosa, para a qual o trabalho tem menos importância do que passar o dia inteiro dormindo e, sempre vai ter a pessoa que, ao contrário do primeiro, gosta de produzir e se sentir útil, tendo como motivação a recompensa, que geralmente é o dinheiro (o preço do trabalho) e também o de construir alguma coisa. A utilidade marginal do trabalho é totalmente diferente para o sujeito A e o sujeito B e, portanto, colocar ambos sob o mesmo regime e querer que tenham as mesmas recompensas, fatalmente dará errado. O socialismo anula o ser humano em suas potências e, ao ignorar nossa natureza, cria uma sociedade artificial e doente.

No capitalismo, justamente pela propriedade privada ser garantida, ou seja, o capital é de alguém e há liberdade de trocas, existe uma real formação de preços através da oferta e demanda, refletindo as preferências dos consumidores e esse capital empreendido será direcionado de acordo com essas preferências. Como no socialismo os preços não são definidos pelo mercado para bens e serviços, não dá para conhecer a fundo a situação real e ter uma estratégia razoável, criando uma realidade artificial. Possivelmente haverá problemas e dispêndios desnecessários que não serão corrigidos, o Estado inchado beneficia apenas os que estão dentro dele, além do grande problema de, pelo fato de as empresas serem de monopólio estatal e não terem lucro como objetivo, diminui muito a eficiência da produção. Num sistema capitalista, é de interesse particular que a empresa obtenha lucro, senão não há motivos para a existência da mesma e, com isso, sempre haverá melhorias em todos os âmbitos, procurando suprimir os gargalos e ineficiências, desenvolvendo novas tecnologias, criando soluções, entre outras coisas. A diferença crucial entre os dois sistemas está na produção do que a sociedade quer e não do que o Estado julga que a sociedade quer, sem de fato levar em consideração o desejo desta. Veja o caso de Cuba, com muitos médicos e problema de abastecimento de alimentos, por exemplo. Quem definiu essas prioridades?

Há problemas no capitalismo? Sim, é claro, mas apenas através de geração de riqueza poderemos diminuir a pobreza. E por que a desigualdade não é o problema principal? Basicamente porque algumas pessoas se destacarão e serão responsáveis por gerar empregos para outras medianas. Você acha que, por exemplo, Bill Gates deveria ganhar o mesmo salário que você? Ele se arriscou, pesquisou, inovou, teve ideias brilhantes. Não por acaso é um bilionário, que por sinal contribui muito com a sociedade através de sua fundação de caridade. Eu não tenho problema nenhum com pessoas mais bem-sucedidas e com mais dinheiro que eu. Em vez de invejá-las, as admiro, procuro saber suas histórias e quero fazer por mim algo construtivo que me gere, além de satisfação pessoal, renda suficiente para fazer o que gosto. É muito importante saber que todos nós somos diferentes em nossa essência individual e que o que serve para mim, não necessariamente serve para você ou qualquer outra pessoa. É por isso que colocar todo mundo num mesmo nível (de pensamento, ideias, produtividade e capacidade) anula a coisa mais preciosa do ser humano, a liberdade de escolha.

E por que então falo que socialismo e liberdade não podem coexistir? A resposta não está bem clara? Se o Estado é quem comanda tudo retirando a liberdade individual de cada um de empreender, expandir, criar e inovar, seremos todos robôs de um sistema pernicioso. E qual o efeito de tudo isso? Basta olhar nosso vizinho, a Venezuela. Não há comida suficiente, as empresas foram ou estão indo embora, há racionamento de alimentos, remédios e outras coisas, não há emprego, não há vida digna. 87% da população, em pesquisa recente, não tem renda suficiente nem para manter uma alimentação minimamente satisfatória e quase 30% vivem em pobreza extrema. Que beleza de igualdade, não é mesmo? Todo mundo miserável e sem acesso ao básico para se viver com dignidade. Enquanto isso, a classe política se esbalda com dinheiro público vivendo no luxo, enquanto na propaganda dizem se importar com os pobres. Soa familiar?

Além das questões mercadológicas que inviabilizam o socialismo e suprime a liberdade individual, ainda há o fato de que essas políticas não conseguem ser realizadas sem uso irrestrito da força e quebra da democracia. Não há democracia num local onde apenas exista uma opinião e isso é o exato oposto de liberdade. Liberdade é poder usar nossas características únicas em um sistema de trocas voluntárias. Liberdade é poder usar a cabeça para criar, empreender e inovar. Liberdade é poder escolher como queremos viver.

Liberdade! A palavra mais bonita do dicionário. Se o socialismo tira a essência do indivíduo, na verdade cria apenas uma prisão travestida por um sonho de igualdade. Tal como água e óleo, socialismo não se mistura com liberdade.

Eu só quero ser livre.

 

Quer saber de economia e política todos os dias? Me siga no Facebook.

Importante: As opiniões contidas neste texto são do autor do blog e não necessariamente refletem a opinião do InfoMoney.

Santander Brasil não vê deterioração na qualidade de sua carteira de crédito – Notícias


(Reuters) – O Santander Brasil não vê deterioração na qualidade de sua carteira de empréstimos, apesar do rápido crescimento do crédito, afirmou o diretor financeiro do banco Angel Santodomingo Martell a analistas durante teleconferência sobre o balanço nesta quarta-feira.

Na mesma teleconferência, o presidente-executivo do banco, Sergio Rial, disse que a instituição planeja continuar com o crescimento em sua carteira de crédito.

A carteira de crédito ampliada do grupo cresceu 7,8 por cento em 2017, para 347,9 bilhões de reais.

(Reportagem de Carolina Mandl)

Meirelles reitera confiança na aprovação da reforma da Previdência – 30/01/2018 – Mercado


Publicidade

O ministro da Fazenda Henrique Meirelles confia que a reforma da previdncia ser votada no final de fevereiro e que o governo conseguir os votos para a aprovao no Congresso.

“J existe o conceito de inviabilidade de no se fazer a reforma”, afirmou.

Meirelles fez uma apresentao dos dados da economia brasileira para plateia formada por investidores, durante evento realizado pelo banco Credit Suisse, nesta tera-feira (30), em So Paulo.

“No uma opo poltica, mas uma necessidade quase matemtica. Temos que garantir que o brasileiro do futuro receber a aposentadoria”, afirmou o ministro, apontado como pr-candidato presidncia.

Questionado, Meirelles disse que decidir se ser candidato presidncia somente em abril, quando se encerra o prazo para descompatibilizao do ministrio.

Durante a palestra, Meirelles explicou que a “sensao de bem-estar” proporcionada pela melhora dos indicadores econmicos comear a ser sentida neste ano e que isso pode influenciar as eleies.

O discurso do ministro segue a estratgia adotada pelo presidente Michel Temer, que no ltimo domingo foi ao programa do Slvio Santos tentar sensibilizar a populao para necessidade da reforma.

Meirelles explicou aos investidores que as pessoas que representam os 20% da populao com o perfil mais baixo de renda no conseguem chegar aos 35 anos de contribuio, pois passam grandes perodos da vida sem emprego formal ou desempregados. Citou tambm o exemplo do Mxico, onde a idade mdia para aposentadoria de 72 anos. No Brasil de 59 anos e seis meses.

Meirelles destacou que caso a Reforma da Previdncia no seja aprovada os gastos com aposentadoria vo comprometer 80% do oramento em 2026.

“No vai ter para a educao, sade, segurana e nem para as emendas parlamentares”, afirmou o ministro.

Projees

Antes de Meirelles, quem fez previses relacionando poltica e economia foi Luis Stuhlberg, da Verde Asset, um dos gurus do mercado financeiro. “Um cenrio ruim seria a centro-direita ter trs candidatos e nenhum deles passar para o segundo turno”, afirmou..

Para Stuhlberg a condenao em segunda instncia do ex-presidente Lula favorece a aprovao de reformas, como a da previdncia. Porm, o economista v que o crescimento do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) nas pesquisas de inteno de voto ainda no primeiro semestre pode “gerar um constrangimento para o PIB crescer neste ano”.

Sthulberg compara a situao, caso ela ocorra, com o cenrio de 2002, quando Lula, que venceu as eleies, disparou ainda no primeiro semestre nas pesquisas. “A volatilidade do mercado comearia entre abril e maio em um cenrio parecido com 2002”, projeta o economista.

Os regulamentos amigáveis ​​com a criptografia na Bielorrússia poderiam atrair capital estrangeiro e ICOs



No final de 2017, o presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, assinou um "Decreto de Desenvolvimento da Economia Digital", destinado a desenvolver o setor de TI do país e atrair empresas, capital e talentos de cadeias de blocos de todo o mundo. "A Bielorrússia se torna o primeiro estado no mundo, que abre grandes oportunidades para o uso da tecnologia blockchain ", disse Lukashenko. "Temos todas as oportunidades para se tornar um centro de competência regional neste campo". Segundo a Agência de Notícias da Bielorrússia, a nova regulamentação dá "uma séria vantagem competitiva" ao país na criação de uma economia digital do século XXI. Ele fornece condições amigáveis ​​e regulamentos simplificados para as empresas residentes do Hi-Tech Park (HTP), um cluster para TI inovadora. A Bielorrússia promove o HTP como uma zona econômica especial com um regime fiscal e jurídico especial. Em particular, a Bielorrússia quer oferecer regulamentos abrangentes para negócios com base na tecnologia blockchain, bem como legalizar criptografia, inicial Coin Offerings (ICOs) e contratos inteligentes no nível naçional. Espera-se que a Portaria de Desenvolvimento da Economia Digital entre em vigor em março de 2018, três meses após sua publicação. "Agora, o povo da Bielorrússia pode listar e promover ICOs, criar e vender cryptocurrencies, estabelecer trocas de criptografia e fazer outras operações com dinheiro digital, "Relatou RT. As empresas estrangeiras poderão aproveitar os regulamentos simplificados e permissivos do país, registrando uma empresa local. Vale ressaltar que muitas transações com cripto tokens não serão tributadas e estarão isentas de IVA até 2023. De acordo com a Reuters, o decreto destina-se a atrair empreendimentos de criptografia que procuram escapar à cryptocurrency e aos regulamentos da ICO, cada vez mais restritivos em O resto do mundo. "O decreto é um avanço para a Bielorrússia", disse à Reuters o ministro da Bielorrússia, Anton Myakishev. "Dá à indústria a possibilidade de dar um passo em frente no seu desenvolvimento e permite ao capital estrangeiro a possibilidade de chegar a Bielorrússia e trabalhar em condições confortáveis". "Estou firmemente convencido de que o efeito será enorme", disse Mikhail Myasnikovich, presidente de o Conselho da Assembléia Nacional da República da Bielorrússia, observado em uma entrevista na televisão nacional, acrescentando que a Bielorrússia tornou-se o primeiro país no mundo a adotar regulamentações globais de negócios para criptografia baseada em blocos, contratos inteligentes e ICOs. "Até onde eu sei, somos pioneiros neste campo", disse Myasnikovich. "Nenhum país já disse com tanta certeza que está pronto para trabalhar na criação de um análogo de um centro financeiro ou monetário internacional. O decreto descreve todos os processos em detalhes, nomeadamente o registro, o roteamento e a tributação. "" Nosso país permite um ambiente legal para usar a cadeia de blocos ", disse o empresário de TI, Viktor Prokopenya. "Esta tecnologia pode ser comparada com o desenvolvimento da Internet na década de 1990. A web transformou muitos campos profissionais. Assim, a cadeia de blocos ". Prokopenya acrescentou que a nova regulamentação não vai tão longe quanto o reconhecimento de criptografia como meio de pagamento na Bielorrússia, mas reconhece a mineração de criptografia como uma atividade comercial legítima. De acordo com uma peça de opinião publicada no The Washington Post, intitulado "Por que a Bielorrússia autoritária liberalizaria criptografia?", os regulamentos permissivos de criptografia na Bielorrússia poderiam forçar a Rússia a seguir o exemplo. O vice-ministro das Finanças da Rússia, Alexei Moiseev, reconheceu que o forte regulamento da cryptocircuito na Rússia poderia encorajar a saída de ICOs da Rússia para o país vizinho. Parece plausível, de fato, que, mesmo que alguns países introduzam regulamentos criptográficos que permitam às empresas fazerem coisas eles não poderiam fazer em casa, as empresas mais inovadoras do mundo se deslocariam para esses países. Isso poderia forçar outros países a adotar regulamentos criptográficos próprios, criando um poderoso efeito de dominó. Este artigo apareceu originalmente na revista Bitcoin.

Dólar sobe 0,42% e fecha a R$ 3,18, na segunda alta seguida – Economia


dólar comercial fechou esta terça-feira (30) em alta de 0,42%, cotado a R$ 3,18 na venda. É o segundo dia seguido de valorização. Na véspera, a moeda subiu 0,84%. 

Investidores acompanham os esforços do governo do presidente Michel Temer para aprovar a reforma da Previdência. A votação da proposta está marcada para 19 de fevereiro na Câmara dos Deputados, mas o governo ainda não possui os votos suficientes.

No exterior, o banco central norte-americano anuncia na quarta-feira (31) sua decisão sobre os juros do país. Juros maiores nos EUA podem atrair para lá recursos aplicados em outras economias, como a brasileira.

(Com Reuters)