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Pernod Ricard mira millennials chineses com entrega de coquetéis – Notícias


(Bloomberg) — A destilaria francesa Pernod Ricard está mirando os millennials chineses com serviços como o de entrega de kits de coquetéis com o objetivo de dobrar a participação dos destilados internacionais no mercado de bebidas alcoólicas do país, de 1 trilhão de yuans (US$ 156 bilhões).

Depois de se estabelecer na China com marcas de alto padrão como o uísque Chivas Regal e o conhaque Martell, a empresa busca sustentar o crescimento atraindo a crescente classe média do país, disse o CEO Alexandre Ricard. O objetivo é elevar a participação dos destilados de estilo ocidental na China, dos atuais 1 por cento de volume para 2 por cento até 2025.

“Há aqui uma grande oportunidade com o enorme número de consumidores chineses de classe média com renda disponível suficiente, que continuará crescendo no futuro”, disse Ricard, em entrevista em Shenzhen, onde a empresa está organizando um evento para investidores e analistas.

A Pernod está fazendo uma grande aposta de que suas marcas para o mercado de massa, como a vodca Absolut e o uísque Ballantine’s, farão sucesso em um país onde a cultura de consumo de bebidas alcoólicas é dominada pelo baijiu, baseado em grãos. A empresa afirma ser líder no mercado de destilados internacionais da China com uma participação de 40 por cento, à frente de rivais como Diageo.

Muitas das inovações locais da empresa francesa são adaptadas ao mercado de comércio eletrônico e suas velozes mudanças. Como recebem entregas rápidas de pedidos on-line, os consumidores preferem garrafas menores, disse Ricard. A empresa também está vendendo kits com todos os ingredientes para coquetéis clássicos, entregues em domicílio em até uma hora. A Pernod quer expandir o serviço para fora da China, disse a diretora de marca da Pernod China, Liya Zhang.

Em outro aceno aos millennials chineses, a vodca Absolut patrocinou um concurso de rap na televisão. Além disso, a Pernod Ricard começou a vender highballs, uma combinação de uísque e refrigerante popularizada pelas lojas de conveniência japonesas, já pré-misturados.

Consumidores de baijiu

A Pernod Ricard está tentando converter os consumidores de baijiu com uma linha de Chivas chamada Distinction, feita para ser tomada em pequenas doses durante refeições com vários pratos, a exemplo do baijiu. A forte bebida local é parte essencial das reuniões sociais e celebrações na China.

A Ásia tem impulsionado o crescimento da Pernod Ricard. As vendas líquidas na China e na Índia, dois mercados importantes, cresceram 19 por cento e 14 por cento, respectivamente, no período de nove meses até março.

“Foram necessários 15 anos para chegar a 1 por cento”, disse Ricard, em referência à penetração atual dos destilados internacionais na China. “O tempo que resta para dobrar essa fatia até 2025 é ao mesmo tempo longo e curtíssimo.”

To contact Bloomberg News staff for this story: Rachel Chang em Shanghai, wchang98@bloomberg.net

Novo malware de mineração de Monero mira dispositivos… | News


Pesquisadores da empresa chinesa de segurança cibernética 360Netlab descobriram um novo malware de mineração de criptomoeda baseado em Android que infecta dispositivos Android vulneráveis para minar moedas digitais, conforme relatado em uma postagem no blog oficial da empresa em 6 de Fevereiro.

Como a 360Netlab informou, o script ADB.Miner pode afetar qualquer tipo de dispositivo Android, incluindo smartphones, tablets e aparelhos de televisão. O malware infecta o dispositivo para retirar as moedas Monero (XMR) e envia todos os fundos adquiridos para uma única carteira. [Nbsp]

De acordo com a publicação do blog da 360Netlab, o script de mineração de criptomoeda ADB.Miner vem infectando dispositivos desde 5 de Fevereiro, conseguindo se infiltrar em mais de 7.000 dispositivos Android , principalmente na China e na Coreia do Sul . Os pesquisadores enfatizam que a velocidade de proliferação do ADB.Miner é alta, uma vez que o número de dispositivos afetados dobra a cada 12 horas. [Nbsp]

O malware está sendo espalhado usando o Debug Bridge (ADB) publicamente acessível em uma porta aberta 5555, que normalmente está fechada. Na fase atual da pesquisa, os especialistas em segurança afirmam que “não tem ideia sobre como e quando esse porta foi aberta”.

Na semana passada, a Cointelegraph relatou outro caso de malware de mineração, desta vez de Monero, o botnet da Smorinru, que conseguiu roubar mais de 9 mil Moneros desde Maio de 2017. Anteriormente, em 26 de Janeiro, o malware da mineração de Monero atacou os PCs dos usuários através de anúncios on-line que servem o código Coinhive, que afetou grande número de usuários e sites em todo o mundo.



Privatização da Eletrobras entra na mira do TCU – 06/02/2018 – Mercado


A resistência política de parlamentares contra a venda da Eletrobras chegou ao TCU (Tribunal de Contas da União), braço do Congresso que, nesta quarta (7), deve criar auditoria especial para verificar possíveis irregularidades na venda da estatal e nos demais projetos de concessão de Michel Temer.

O pedido será apresentado pelo ministro Vital do Rego, que levantou dúvidas sobre o modelo de privatização da estatal de energia.

Em seu comunicado aos demais ministros, ele considera que o lance mínimo de R$ 12 bilhões pode não refletir a realidade da empresa, que tem R$ 171 bilhões em ativos e um patrimônio de cerca de R$ 47 bilhões.

“O cenário traz duas preocupações (…). A primeira se refere à adequação do suposto preço mínimo de venda da Eletrobras (…). A segunda está relacionada à capacidade de esta Corte de Contas manter um efetivo processo de fiscalização dessa imensa quantidade de desestatização em um período tão curto de tempo”, diz na comunicação.

Por isso, o ministro pedirá ainda que a Secex (Secretaria de Controle Externo) do TCU apresente, em um mês, um plano de ação para fiscalizar as desestatizações deste ano anunciadas por Temer.

O governo federal anunciou para este ano 75 projetos de desestatização –privatizações, concessões e prorrogações de contratos em vigor. Estimativas do governo indicam que esses projetos em ferrovias, rodovias e aeroportos devem gerar cerca de R$ 28,5 bilhões em arrecadação aos cofres da União entre outorgas e bônus.

As empresas vencedoras dos leilões devem investir cerca de R$ 132 bilhões.

Técnicos do TCU que participam dessas discussões afirmam que essa auditoria pode se expandir até para as estatais estaduais em que a União é acionista, como a Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo) e o CeasaMinas.

A venda da Eletrobras é uma das principais medidas previstas pela equipe econômica para reforçar o caixa e ajudar no cumprimento da meta de deficit de R$ 159 bilhões neste ano.

Em um primeiro momento, o governo pensou em fazer a venda por meio de medida provisória, mas enfrentou tanta resistência dos congressistas e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), que terminou enviando um projeto de lei no final de janeiro para que o assunto avançasse e os recursos pudessem ser contabilizados no Orçamento deste ano.

Maia, que tenta viabilizar sua candidatura à sucessão de Temer, quer ter protagonismo na agenda econômica liderada pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), que tenta se viabilizar como o candidato do próprio governo à sucessão.

Além da Eletrobras, o Congresso também terá de avaliar uma medida provisória que trata da venda de seis distribuidoras hoje sob controle da estatal. O assunto está atrelado à venda da Eletrobras.

Há ainda discussões sobre como ficarão os contratos de fornecimento de combustível para regiões Norte e Nordeste e a revitalização do rio São Francisco. Esses tópicos interessam aos políticos que têm nessas áreas seus redutos eleitorais e, segundo técnicos que definiram o modelo, escondem um passivo de mais de R$ 120 bilhões.

Além disso, o governo enfrenta resistência de parlamentares que discordam das medidas legais que permitiram a devolução de concessões com problemas para relicitação –caso do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), e da prorrogação de contratos que tiveram desequilíbrio financeiro devido, especialmente, a falhas na elaboração dos projetos e da recessão, que fez despencar a demanda.