Crédito imobiliário deve ganhar força no Brasil em 18 meses, diz Moody’s – 18/06/2018 – Mercado


O financiamento imobiliário residencial deve ganhar força no Brasil nos próximos 12 a 18 meses, com um declínio gradual da inadimplência nas faixas de atraso iniciais e a classe média lentamente retornando a uma situação financeira mais sólida após a recessão econômica dos últimos anos. Incertezas políticas, no entanto, são um entrave. 

A avaliação é da agência de classificação de risco Moody’s em relatório divulgado nesta segunda-feira (18) sobre financiamento imobiliário em países emergentes (Brasil, México, Rússia, Turquia e África do Sul).

“O crescimento da classe média e da urbanização impulsionará a expansão do mercado de financiamento imobiliário nos principais mercados emergentes”, afirmou Antonio Tena, vice-presidente e analista sênior da Moody’s.

No Brasil, os financiamentos imobiliários com recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) totalizaram R$ 4,11 bilhões em abril, aumento de 8,1% em relação a março e avanço 31,2% na comparação com igual mês do ano passado, de acordo com a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). No acumulado em 12 meses, porém, o montante financiado de R$ 45,25 bilhões ainda mostra pequeno recuo, de 0,3%, em relação aos 12 meses anteriores.  

Segundo a Moody’s, o mercado brasileiro de crédito imobiliário residencial se expandiu substancialmente nos últimos dez anos impulsionado pelo crescimento da classe média, baixas taxas de desemprego e maior renda disponível.

O relatório observa que, hoje, o desemprego brasileiro está em níveis altos, mas pondera que ele caiu para 12,2% em janeiro de 2018, de 13,7% em março de 2017.

“Ao mesmo tempo, os ganhos reais das famílias vêm crescendo desde junho de 2017 devido à recuperação econômica e à inflação em mínimas históricas”, diz a Moody’s. 

O estudo destaca também que vários mercados de habitação estão experimentando uma forte apreciação do preço dos imóveis, atribuída à alta inflação, mas o Brasil é a exceção, “dada a recente recessão em 2015 e 2016 e a subsequente deflação dos preços da habitação.”

Pesquisa Focus, do Banco Central, publicada também nesta segunda mostra que economistas veem inflação de 3,88% em 2018 e de 4,1% em 2019.

Segundo a Moody’s, outro recorde de baixa, dessa vez das taxas de juros em 2017, permitiram que bancos renegociassem condições com tomadores de crédito, um quadro que deve continuar apoiando o desempenho do financiamento imobiliário. 

Apesar da escalada do dólar ante o real nas últimas semanas, o mercado não alterou a visão de que a taxa básica de juros, a Selic, será mantida na atual mínima histórica de 6,5% ao ano após a reunião desta quarta (20) do Copom (Comitê de Política Monetária) e também até o fim do ano. A valorização da moeda americana, no entanto, pode elevar as taxas de juros futuros —referência para o financiamento imobiliário, em que são assumidos compromissos de longo prazo. 

Fatores demográficos também beneficiariam o crédito imobiliário no Brasil.

Segundo a agência, a taxa bruta de matrícula no ensino superior —um indicador das expectativas para o crescimento da classe média— mostra uma melhora clara em quase todos os países, especialmente na Turquia e no Brasil.

Um número maior de famílias na classe média teria mais acesso a crédito bancário para garantir os financiamentos de imóveis residenciais, aponta a agência. Na avaliação da Moody’s, muitas das pessoas que chegam à classe média têm acesso ao financiamento imobiliário pela primeira vez na vida.

“O Brasil ainda tem um déficit habitacional significativo de cerca de seis milhões de moradias, com a maioria da população vivendo em áreas urbanas. Para essas famílias, um financiamento representa a oportunidade de adquirir uma residência potencialmente por toda a vida, um incentivo para os mutuários se manterem em dia com seus pagamentos”, diz o relatório. 

Pesquisa da Fundação João Pinheiro mostrou que o gasto excessivo com aluguel (acima de 30% do orçamento familiar) é o fator que mais pressiona o atual déficit habitacional no Brasil.

A Moody’s diz ainda que a Turquia e, em menor medida, o Brasil estão mostrando uma taxa de aceleração rápida no número de autorizações de habitação, “um indicador prospectivo de uma oferta crescente de imóveis residenciais.”

O avanço do crédito imobiliário brasileiro esbarra na concessão de empréstimo à construção e na recuperação do setor. Enquanto o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil cresceu 0,4% no primeiro trimestre, a construção civil recuou 0,6%.

O saldo de crédito para financiamento imobiliário a pessoas jurídicas com recursos direcionados caiu de R$ 38,6 bilhões em abril de 2017 para R$ 32,5 bilhões, segundo o BC.

Enquanto isso, o saldo para pessoas físicas passou de R$ 478,4 bilhões em abril de 2017 para R$ 510,4 bilhões em abril deste ano. E a taxas médias de juros recuou, de 13,7% para 10,8%.

A Moody’s espera um crescimento do PIB brasileiro de 2,5% para 2018 e de 2,7% em 2019, “um nível significativo de expansão diante da magnitude da última recessão econômica”, disse —e acima da projeção do Focus para 2018, de 1,76%.

O relatória da agência acrescenta, no entanto, que ainda há incertezas políticas precedendo as eleições de outubro.

“Embora exista um alto grau de consenso entre os líderes políticos de que a reforma previdenciária é necessária para salvaguardar a sustentabilidade fiscal, implementá-la poderia paralisar o crescimento econômico e o ritmo da recuperação financeira dentro da classe média”, afirma a Moody’s, acrescentanto que poderiam ser observadas ainda desaceleração no ritmo de investimentos corporativos e na criação de novos empregos.

Entre profissionais do setor de crédito imobiliário, o entendimento é de que a aprovação de tais reformas levaria a uma queda nas taxas de juros futuros e, consequentemente, a uma redução nos juros cobrados aos consumidores.
 
 

Poder de Computação da Rede do Bitcoin Subiu 600% nos Últimos 12 Meses


(Foto: Shutterstock)

A hashrate da rede do bitcoin tem subido a pique nos últimos meses, tendo ido de cerca de quatro exahash por segundo para mais de 37, apesar de a criptomoeda ter visto o seu preço descer de quase $20,000 para cerca de $6,500.

O ano passado o Portal do Bitcoin noticiou que a hashrate da rede do Bitcoin tinha feito história ao chegar aos quatro exahash por segundo, ultrapassando a potência dos mais poderosos supercomputadores.

Para chegar a esse patamar, foram necessários mais de oito anos de evolução de todo o ecossistema das criptomoedas. Em comparação, nas últimas semanas a rede viu a hashrate subir por cinco exahash, antes de cair sete a pique, de acordo com o agregador de dados BitcoinWisdom.

A ascensão do preço do bitcoin ajudou a sua rede a ser considerada a mais segura da história, visto que pelas palavras de Christopher Bendiksen, chefe de pesquisa na firma CoinShares, todo este poder de computação se traduzir em segurança, recompensada em bitcoins.

Estes dados acabaram por levar a alguma preocupação com a comunidade, no entanto, visto que apenas quatro mining pools – BTC.TOP, SlushPool, AntPool, BTC.com – representam perto de 62% de toda a hashrate da rede, de acordo com o site Blockchain.info.

Uma outra questão levantada quando se fala em mineração de bitcoin é a da energia consumida. Ainda de acordo com Christopher Bendiksen, grande parte dos relatórios acerca desta foram exagerados, visto que pelos seus cálculos estes, alegadamente, multiplicaram por dois o valor real de energia consumida.

O valor a que a CoinShares chegou foi de 35 TWh, sendo que a fonte primária dos mineradores do bitcoin aparentou ainda ser a hidroelétrica, uma fonte de energia renovável que não emite poluentes. Num estudo feito pela empresa lê-se (traduzido):

“Contra relatórios anteriores da pegada de carbono da rede bitcoin (32 milhões de toneladas) – a nossa pesquisa: 1) não encontra nenhuma prova dessa alegação, e 2) de fato identificou a fonte primária de energia para a rede de mineração ser a hidroelétrica.

De acordo com Bendiksen a energia renovável é preferida pelo carvão ser demasiado caro, e pela competição em busca do lucro na mineração obrigar mineiros a encontrarem fontes sazonais que permitam reduzir custos.

Este estudo evidenciou ainda que anualmente, de acordo com dados dos últimos quatro anos e meio, a hashrate do bitcoin cresce 300%, enquanto a eficiência dos mineiros cresce cerca de 80%. O custo por hash, ou seja pela potência, decresce cerca de 50%.

Isto significa que todos os anos, um dólar investido em equipamento de mineração compra o dobro da potência que no ano passado, potência esta que produz apenas metade do que viria a produzir. Ainda assim, um aumento na potência implica um aumento na segurança da rede, sendo a centralização das mining pools o único ponto preocupante.

Leia também: Análise Técnica Bitcoin 18/06/18

 

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Preço Bitcoin Cash Watch – BCH / USD afunda mais, bate três meses de baixa – Crypto Moeda Notícias


 Bitcoin Cash Price Watch

Principais destaques:

  • Bitcoin Cash diminuiu ainda mais na quarta-feira, caindo para uma baixa de três meses de US $ 800.

  • BCH / USD desde então se recuperou para a faixa de preço de US $ 820- $ 830

  • O cryptocurrency está em uma grande corrida de baixa, estabelecendo um grande apoio em US $ 820.

Bitcoin Cash afunda ainda mais, atinge três meses de baixa

Na quarta-feira, Bitcoin Cash continuou seu declínio desde o início desta semana, mesmo atingindo uma baixa de três meses de US $ 800 por um breve momento. O BCH / USD desde então se recuperou, agora negociando na faixa de preço de US $ 820 a US $ 830. O mercado de criptomoedas está fortemente pessimista agora, e a pressão de venda varreu a maior parte dos ganhos do final de 2017.

O Bitcoin Cash está atualmente em uma grande tendência de baixa. Ele estabeleceu um grande apoio em US $ 820 e uma grande resistência em US $ 855. Apesar do rápido recuo em sua baixa de três meses, o BCH / USD pode ver mais ações adversas no final do dia no momento de baixa. Há uma falta de catalisadores para enviar o Bitcoin Cash de volta à sua resistência e reverter a tendência atual.

No lado positivo, o Bitcoin Cash precisa superar sua resistência para subir até o próximo nível crítico, a US $ 875. Uma aproximação de US $ 1.000 mais uma vez é improvável no curto prazo. No lado negativo, uma quebra abaixo do suporte de US $ 820 geraria outra tendência de baixa que poderia empurrar o BCH / USD para US $ 800. Tradingview

Quanto aos técnicos, o MACD indicador está enviando um sinal de alta de curto prazo para o preço em dinheiro Bitcoin. O indicador RSI mostra que o Bitcoin Cash está em território de sobre-compra. O volume de negociação aumentou gradualmente, mas a pressão de compra não é alta o suficiente para causar uma grande correção.

Olhando para os indicadores técnicos:

  • MACD por hora – Sinal de alta

  • RSI por hora – Bitcoin Dinheiro em território de sobre-compra [19659004] Nível de resistência – $ 855

  • Nível de suporte – $ 820

Imagem destacada: Depositphotos / © leungchopan

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Negociante de Bitcoin é Condenada a 30 Meses de Prisão nos EUA 


Trader Theresa Tetley (Foto: Arquivo pessoal)

A Justiça dos Estados Unidos condenou uma negociante de Bitcoin da cidade de Los Angeles a mais de dois anos de prisão por ter feito operações ilegais de troca de bitcoins por dinheiro. De acordo com o NBC Los Angeles, a negociante Theresa Tetley, de 50 anos, obteve lucros de US$ 300 mil por ano.

Tetley, que usava o apelido ‘Bitcoin Maven’ (Especialista em Bitcoin), é acusada de alimentar um sistema financeiro no mercado negro da Califórnia. Ela praticou essas ações proibidas a partir da plataforma ‘Localbitcoins’ entre 2014 e 2017.

A ‘expert’ também fez transações de US$ 6 milhões a US$ 9,5 milhões durante esse período. Ela já se declarou culpada por não avisar nenhum órgão financeiro do governo americano da troca de 80 BTCs a US$ 70 mil cada, que segundo documentos oficiais da promotoria, envolvia lucros obtidos através de tráfico de drogas.

Ainda, segundo o relatório da Justiça, Tetley, condenada a 30 meses de prisão, guardava 40 BTCs, US$ 292.264 e 25 barras de ouro. Os valores foram apreendidos por policiais em março deste ano e o destino será os cofres públicos.

O governo dos Estados Unidos têm tido forte postura em relação a práticas relacionadas a criptomoedas nos últimos meses. A Comissão de Valores Mobiliários (SEC) ‘barrou’ uma série de ICOs de startups que não obtiveram licença para a oferta.

Em maio, na operação Cryptosweep (Operação Varredura Cripto) da Associação Norte-Americana de Administradores de Valores (NASAA), muitas ‘empresas’ foram notificadas para encerramento imediato das atividades, bem como orientadas que tal atividade viola a lei estadual de valores mobiliários.

Pelo menos 70 casos estão sendo investigados. Desses, 35 já foram averiguados e confirmadas fraudes com ICOs, segundo a NASAA.

No entanto, nenhuma ação legislativa decisiva ainda foi tomada pelo governo dos EUA para regular o mercado de criptomoedas, um fato que muitos argumentam que está atrasando o desenvolvimento da indústria de blockchain.

O caso da ‘Bitcoin Maven’ é considerado o primeiro do tipo no sul da Califórnia. Outros traders de bitcoin também enfrentaram as autoridades americanas em outras jurisdições no ano passado.

Em Detroit, o trader Sal Mansy foi condenado em dezembro de 2017 a 366 dias de prisão por operar de forma parecida com a de Theresa Tetley. Ele também usou a plataforma ‘Localbitcoins’ para ‘fazer’ mais de 2 milhões de dólares num período de dois anos.

 

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Relatório: Transações Suspeitas nos Meses de Coinrail da Bolsa Coreana Antes de Hackear


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<p>                 Exchanges<br />
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<p><strong> Após o anúncio da empresa sul-coreana de troca de criptografia Coinrail ter sido hackeada, uma publicação local informou que alguns bancos identificaram transações suspeitas na bolsa e pararam de fornecer serviços à empresa meses antes do incidente. </strong></p>
<p><em><strong> Leia também: <a href= Yahoo! Japão confirma entrada no espaço Crypto

Transações suspeitas detectadas

A sétima maior troca de criptomoedas da Coréia do Sul, a Coinrail, anunciou que foi hackeada no domingo, 10 de junho, com os ladrões visando várias altcoins. O prejuízo é estimado em cerca de 45 bilhões de won (~ US $ 42 milhões), segundo a mídia local.

 Report: Transações Suspeitas no Coinrail da Bolsa Coreana Meses Antes de Hack O mais atingido foi o NPXS da Pundi X. lançado token que representa cerca de dois terços do volume de negociação do Coinrail. Outras moedas supostamente roubadas incluem ATX, NPER e DENT, escreveu a bolsa em seu site.

Na segunda-feira, a Chosun informou que, em fevereiro, alguns bancos locais detectaram atividades de lavagem de dinheiro no Coinrail. A publicação citou um funcionário do banco revelando:

Vários bancos que negociaram com o Coinrail descobriram transações suspeitas de lavagem de dinheiro em Coinrail em fevereiro, e alguns bancos tomaram medidas para deter seus depósitos de fundos em abril

. não oferecem razões específicas para a suspensão do serviço, observou a agência de notícias.

Na Coréia do Sul, os bancos podem se recusar legalmente a prestar serviço a cripto- tratos de acordo com a Lei de Uso e Transações Financeiras e Diretrizes de Prevenção à Lavagem de Dinheiro em Moeda Virtual. use contas de nome real. O sistema de nomes reais foi implementado pelos reguladores no final de janeiro . No entanto, a taxa de conversão foi baixa .

Violação de Segurança e Investigação Policial

 Relatório: Transações Suspeitas no Coinrail da Bolsa Coreana Meses Antes de Hackear
O aviso no site da Coinrail. O incidente do Coinrail atraiu muita atenção da mídia porque seu suposto hack seria o maior roubo cibernético na Coréia do Sul até o momento pelo equivalente ganho. Dois outros hacks importantes no país dizem respeito a outra bolsa, Youbit que sofreu violações de segurança em abril e novamente em dezembro. Youbit estava operando sob o nome Yapizon em abril, no entanto, mudou seu nome após o primeiro hack.

No momento da redação deste artigo, a troca do Coinrail está offline e há uma nota de manutenção do sistema em seu site . O aviso afirma que, atualmente, 70% do total de moedas no Coinrail foram transferidas com segurança para o armazenamento a frio. "Cerca de 80% das moedas que foram confirmadas para serem vazadas foram congeladas / retiradas / resgatadas ou equivalentes … enquanto o restante está sob investigação com investigadores, bolsas relacionadas e desenvolvedores de moedas", escreveu a bolsa, acrescentando:

O dano exato das moedas / tokens vazados está sendo confirmado, o que pode exigir algum tempo com as moedas.

"Investigadores visitaram a bolsa ontem para averiguar se foi um acidente ou um crime", citou o jornal Korea Times. Agência de Polícia do Cyber ​​Bureau na segunda-feira. A polícia, a Agência Coreana de Desenvolvimento da Internet (KISA) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação estão investigando o caso, detalhou Ddaily. “A KISA está em cena desde o dia 10 e está analisando a causa do incidente em conjunto com a Agência Nacional de Polícia.”

O que você acha do suposto hack de Coinrail? Deixe-nos saber na seção de comentários abaixo.


Nota do editor: Algumas citações foram traduzidas do coreano. Imagens cortesia do Shutterstock e Coinrail


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Bitcoin em Queda Livre – cai para três meses de baixa em meio ao coinrail Hack Saga



A Bitcoin, a criptomoeda número um, está em queda livre, ao mesmo tempo em que continua perdendo pelo terceiro dia consecutivo. No entanto, o declínio registrado hoje, 10 de junho de 2018, tem visto o Bitcoin atingir um mínimo de três meses. Slide de 10 por cento em 24 horas leva Bitcoin abaixo de US $ 7.000 Bitcoin começou o dia de negociação em cerca de US $ 7.600 de acordo com CoinMarketCap. No momento de escrever este artigo, o preço do BTC caiu para US $ 6.700, perdendo quase US $ 1.000 em menos de
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O post Bitcoin em Freefall – cai para três meses em baixo Coinrail Hack Saga apareceu em primeiro lugar no Bitcoinist. com.

Dados mostram a mudança de "Hodlers" para especuladores em Bitcoin nos últimos 6 meses


Dados da Chainalysis mostram que a quantidade de Bitcoin de propriedade de investidores de longo prazo é agora quase igualada por especuladores de curto prazo, de acordo com o Financial Times report 8 de junho.

uma empresa de pesquisa blockchain que analisa “conexões entre entidades na blockchain do Bitcoin”.

Desde dezembro de 2017, a quantidade de Bitcoin mantida por day traders subiu para 5,1 milhões de BTC, quase igual ao valor detido por investidores de longo prazo – aqueles que detêm as moedas por mais de um ano – o que equivale a cerca de 6 milhões de BTC, no que tem sido chamado de “evento de liquidez”.

Os dados da Chaionysis, compartilhados com o Financial Times, também mostram que “[Bitcoin] Os volumes de negociação caíram agora em conjunto com os preços, de perto de [$4 bln] diariamente em dezembro para [$1 bln] hoje ”. Philip Gradwell, economista-chefe da Chainalysis, acredita que este aumento súbito de liquidez tem sido um ver ”por trás do recente declínio do preço da Bitcoin.

Além disso, os dados da Chainalysis também mostram um desequilíbrio na distribuição de riqueza da Bitcoin, com um pequeno número de investidores – coloquialmente denominados“ baleias ”- detendo uma quantidade desproporcional de criptomoeda

Dos cerca de 17 milhões de Bitcoin disponíveis, os dados mostram que, em abril de 2018, cerca de 1.600 carteiras Bitcoin mantinham pelo menos 1.000 bitcoins cada, igualando quase 5 milhões de BTC e respondendo por quase um terço de toda a Bitcoin em circulação

Os dados da Chainalysis levantam questões relativas à manipulação dos mercados de criptografia por um pequeno número de investidores. Enquanto as instituições começaram a conquistar uma fatia do mercado, muitos acreditam que o futuro do Bitcoin dependerá de qual abordagem os reguladores tomarão.

Argentina e FMI chegam a acordo de 36 meses no valor de US$ 50 bilhões – Notícias


A Argentina e o Fundo Monetário Internacional (FMI) fecharam nesta quinta-feira um acordo stand-by para o empréstimo de US$ 50 bilhões ao país por um período de 36 meses. De acordo com a diretora-gerente da instituição, Christine Lagarde, os termos ainda serão submetidos ao conselho executivo do órgão.

Com o acordo, a Argentina modificou suas metas de resultado primário e de inflação. Segundo o governo argentino, “para assegurar uma rápida convergência do equilíbrio fiscal”, a meta do déficit primário deste ano passou a ser de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) e de 1,3% do PIB em 2019. Segundo Lagarde, o pacto prevê que o país alcance superávit primário até 2020.

“Para reduzir a inflação, o plano reforça o esquema de metas com tipo de câmbio flutuante e fortalecimento da autonomia do Banco Central da República da Argentina (BCRA)”, disse nota do Ministério da Fazenda argentino. Agora, as metas de inflação passam a ser de 17% no próximo ano, de 13% em 2020 e de 9% em 2021.

De acordo com o Ministério da Fazenda argentino, “o programa é inovador, já que protege especialmente os setores mais vulneráveis. Em efeito, se inclui explicitamente o monitoramento de indicadores sociais e, pela primeira vez na história em um programa do FMI, uma salvaguarda que permite aumentar o gasto social se o governo argentino considerar necessário”.

IPC-Fipe sobe 0,19% em maio e acumula inflação de 1,54% em 12 meses – Notícias


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,19% em maio, revertendo queda de 0,03% em abril e ganhando força em relação à alta marginal de 0,01% observada na terceira quadrissemana do mês passado, segundo dados publicados hoje pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

O resultado de maio ficou perto do teto de 12 estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast, que iam de estabilidade a alta de 0,20%, e acima da mediana, de +0,11%.

Entre janeiro e maio, o IPC-Fipe registrou avanço de 0,22%. No período de 12 meses até maio, o índice acumulou inflação de 1,54%.

Em maio, migraram para inflação ou ganharam força os segmentos de Alimentação (de -0,10% em abril para 0,62% no mês passado), Transportes (de 0,05% para 0,59%) e Despesas Pessoais (de -0,27% para 0,32%).

Por outro lado, ampliou deflação o item Habitação (de -0,13% para -0,35%), passou a mostrar deflação o segmento de Vestuário (de 0,15% para -0,10%) e subiram com menos intensidade as categorias Saúde (de 0,91% para 0,49%) e Educação (de 0,11% para 0,05%).

Veja abaixo como ficaram os itens que compõem o IPC-Fipe em maio:

– Habitação: -0,35%

– Alimentação: 0,62%

– Transportes: 0,59%

– Despesas Pessoais: 0,32%

– Saúde: 0,49%

– Vestuário: -0,10%

– Educação: 0,05%

– Índice Geral: 0,19%

Projetos Blockchain vão do boom ao busto em 15 meses


A análise do governo chinês concluiu que a duração média de um projeto de blockchain é de 1,22 anos, segundo relatório de 28 de maio.

China International Big Data Industry Expo 2018 em Guizhou, He Baohong da Academia de Informação e Comunicações da China Technology (CAICT) disse que apenas 8% dos projetos blockchain já lançados ainda estão vivos.

Ele liberou a informação como parte da revelação do relatório do CAICT sobre as tendências da indústria de blockchain

O CAICT é um instituto de pesquisa científica diretamente controlado pelo governo chinês na forma do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação (MIIT)

. China Money Network (CMN), incluem “aumentar a integração do fluxo de dados e ativos”, bem como “ritmo acelerado do crescimento de ativos digitais”.

Apesar de tudo, a paisagem continua sendo um sucesso, de acordo com He.

“(Esses projetos) saíram muito rapidamente, mas morrem rapidamente também”, cita o diretor-geral da empresa.

Em circunstâncias globais, os governos estão acelerando seus esforços para estabelecer padrões unificados a fim de ajudar a bloquear projetos para obter aplicações da vida real. ”

Pequim continua ativamente envolvida no blockchain e no cryptocurrency insight, no início deste mês produzindo primeiras classificações oficiais para 26 ativos de criptografia. O esquema deve se expandir, incorporando também projetos de blockchain e ativos adicionais.

Talvez sem surpresa, ele permaneceu otimista com a oferta de blockchain da China.

“Estabelecemos programas verificáveis ​​de blockchain na China, e quase 200 empresas privadas manifestaram interesse em participar ”, acrescentou.

“ (Isso) ajudará a bloquear a tecnologia e a indústria a tornarem-se mais transparentes e abertas. ”

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