Pimentel desativa Palácio Tiradentes para cortar gastos em MG – 03/02/2018 – Mercado


O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), anunciou nesta sexta (2) que o Palácio Tiradentes, um dos prédios da Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, será desativado para cortar gastos. Segundo nota do governo, o edifício gera uma despesa anual de cerca de R$ 5 milhões.

Os servidores que hoje trabalham no prédio serão transferidos para os edifícios Minas e Gerais, também na Cidade Administrativa. O complexo, que custou mais de R$ 1 bilhão, foi inaugurado pelo ex-governador Aécio Neves (PSDB) e é objeto de investigação da Operação Lava Jato.

De acordo com o governador, os prédios que serão ocupados têm, atualmente, 1.428 estações de trabalho livres, que geram despesas de energia, manutenção e limpeza mesmo desocupadas. Com a mudança, o governo diz esperar reduzir em 40% os gastos.

Em julho de 2017, Pimentel aprovou projeto que cria seis fundos para levantar R$ 20 bilhões em até quatro anos. Uma das medidas permite a transferência de cerca de 5.700 imóveis do Estado para um fundo imobiliário, mediante pagamento de aluguel pelo governo. Entre os imóveis, está o complexo da Cidade Administrativa.

O anúncio foi mal recebido pela oposição, que acusou o governador de vender o patrimônio do Estado e criar despesas para aliviar a crise fiscal. Em entrevista à Folha, o secretário da Fazenda do Estado, José Afonso Bicalho, afirmou que a medida é necessária para captar verba sem a necessidade de um empréstimo formal, o que não seria autorizado dado o endividamento e a crise financeira de Minas Gerais.

Temor sobre juros nos EUA derruba Bolsas – 03/02/2018 – Mercado


O fortalecimento do mercado de trabalho americano, se boa notícia por confirmar a recuperação econômica da maior potência mundial, teve o efeito colateral de mergulhar as principais Bolsas em terreno negativo, diante da perspectiva de mais aumentos de juros nos EUA.

Foi uma sucessão de perdas. A Bolsa brasileira recuou 1,7% e teve a primeira queda semanal desde a encerrada em 15 de dezembro.

O dólar também reagiu e se valorizou em todo o mundo. No Brasil, a moeda subiu 1,45%, para R$ 3,215.

O Dow Jones, índice das ações mais negociadas de Nova York, perdeu 2,54%, na maior queda diária desde 24 de junho de 2016. Foi ainda a pior semana em mais de dois anos, desde a encerrada em 8 de janeiro de 2016.

O S&P 500 recuou 2,12%, na maior desvalorização diária desde 9 de setembro de 2016. Na semana, a queda foi de 3,85%, a pior também desde a encerrada em 8 de janeiro de 2016.

A Nasdaq caiu 1,96%. Na semana, a retração foi de 3,53% –a maior desvalorização desde a semana encerrada em 5 de fevereiro de 2016.

Tudo vermelho na Europa também. A Bolsa de Londres recuou 0,63%. Paris teve queda de 1,64%. Em Frankfurt, a desvalorização foi de 1,64%.

As perdas generalizadas ocorreram após a notícia de que os Estados Unidos criaram 200 mil vagas de trabalho em janeiro –20 mil acima do esperado por analistas.

O dado forte já faz especialistas revisarem o cenário para o ano e projetarem mais altas de juros no país –o Fed, banco central americano, sinaliza três aumentos. Se confirmado, tende a atrair dinheiro de investidores para a segurança dos títulos públicos americanos, tirando recursos das Bolsas.

“O noticiário lá fora pesou, com preocupação sobre o aperto monetário nos principais bancos centrais. Há sinalização de mudança no Japão e dúvidas sobre o Fed”, afirma Mário Roberto Mariante, analista-chefe da Planner Corretora.

Analistas veem ainda realização de lucros.

“Tem espaço para realização, e a justificativa começa a vir lá de fora. Do lado doméstico, temos só a reforma da Previdência pela frente. É uma queda natural, é saudável realizar [embolsar lucro] um pouco. A gente capturou um mau humor lá fora que, se persistir, pode continuar pesando na semana que vem.”

Criptomoeda é só ponta do iceberg, diz especialista – 03/02/2018 – Mercado


Em meio ao frenesi do bitcoin, o canadense Don Tapscott, autor de Blockchain Revolution e diretor do Blockchain Research Institute que iniciou suas atividades no Brasil no fim de janeiro, se apressa em desfazer a confusão entre a tecnologia e as criptomoedas, que considera só uma pequena parte do seu potencial.

Ele diz que a grande oprotunidade do blockchain ainda está fora do radar das discussões sobre uma possível bolha de bitcoin e aponta a rastreabilidade de cadeias de produção como o próximo setor a ser modernizado.

Montadoras de eletrônicos espalhadas pelo mundo, por exemplo, poderão usar uma rede distribuída e altamente criptografada para rastrear e controlar o caminho de cada peça dos seus aparelhos.

Uma grande rede de supermercados, quando tem algum problema com comida, seria capaz de rastrear de onde veio a carne, qual foi a alimentação daquele animal e detectar o problema na origem, usando blockchain. Acho que esta será a próxima grande coisa.

Blockchain é a tecnologia em que se baseia a bitcoin. É uma espécie de livro-caixa global em que as operações não podem ser apagadas.

Em dezembro de 2017, a rede de hipermercados Walmart anunciou uma aliança de segurança alimentar em blockchain, desenhada pela IBM em parceria com a Universidade de Tsinghua, na China, e a rede JD.com, um dos maiores e-commerces daquele país, para compartilhar informações de venda, armazenagem e fornecimento, permitindo o rastreio de produtos alimentícios. O projeto-piloto foi montado para acompanhar o caminho de produtos com carne de porco.

A transportadora dinmarquesa Maersk também já usa o sistema de blockchain da IBM para rastrear a documentação de cargas marítimas da fábrica ao comprador final.

A Foxconn, montadora chinesa responsável por produtos da Apple, também deu seu passo na tecnologia, em março de 2017, criando uma financeira capaz de gerar empréstimos às subsidiárias usando tecnologia blockchain, em parceria com a Dianrong, dispensando bancos como intermediários.

Em São Paulo para palestra na 11ª Campus Party, Tapscott comenta que a reação dos bancos e governos ao bitcoin e similares vem da ignorância e do medo de perder o papel na vida financeira dos seus cidadãos e a regulamentação existente já é o bastante para proteger o consumidor.

Se você está cometendo fraude, todo país tem leis antifraude. Se você está vendendo assassinatos em bitcoin na deepweb, existem leis para assassinato em qualquer país, basta aplicá-la, diz.

Antes de chegar a São Paulo, Tapscott esteve em Davos, para atuar como consultor do Fórum Econômico Mundial. Após um ano de frenesi em torno das criptomoedas, governos e bancosquerem entender melhor o que está por trás do hype e encontrar soluções para regulamentação. Bancos estão se mexendo rápido agora, porque viram uma ameaça surgindo e não uma oportunidade. Os governos, por sua vez, podem ter um papel muito positivo ou muito negativo, não há meio-termo.”

Ao passo que o Canadá tem feito testes pilotos de financiamento estudantil usando o blockchain Ethereum, países como Coreia do Sul ameaçaram proibir a oferta de criptmoedas no mercado e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) brasileira proibiu os fundos de investirem em bitcoin, por não o considerarem um ativo financeiro.

Bitcoin afunda 20,9% e tem pior semana em 3 anos – 03/02/2018 – Mercado


Não foram só os mercados acionários que tiveram uma semana ruim. O bitcoin, criptomoeda que se valorizou 1.403% no ano passado, despencou 20,9% nos últimos cinco dias, em meio a preocupações com aumento da regulação sobre as moedas virtuais no mundo. No ano, a queda já alcança 40,1%.

Nesta sexta (2), a criptomoeda atingiu o valor mínimo de US$ 7.614, mas conseguiu se recuperar e fechou cotada a US$ 8.569 –o menor preço registrado desde 24 de novembro do ano passado.

O temor de que esse mercado seja regulado preocupa investidores. Na quinta-feira (1º), a Índia prometeu proibir o uso de criptomoedas, em uma decisão que acompanha China e Coreia do Sul na promessa de impedir essas transações.

Os dois últimos países estão entre os principais mercados de bitcoins e outras moedas virtuais.

O G20, grupo que reúne as economias mais desenvolvidas, também deve discutir uma estrutura regulatória mundial para as criptomoedas na conferência que realizará em março. O objetivo é introduzir regras que protejam os investidores e previnam atividades ilícitas.

A queda desta semana trouxe o valor de mercado total das criptomoedas para cerca de US$ 409 bilhões, metade da máxima alcançada em janeiro, de acordo com informações do site Coinmarketcap.com.

A preocupação acabou contaminando outras moedas. A ethereum caiu 13,5% e a ripple recuou 26,9% na semana. Não são só governos e organismos multilaterais que estão apertando o cerco contra moedas virtuais. Na terça (30), o Facebook disse que vai banir anúncios que promovam produtos financeiros e serviços atrelados a criptomoedas, assim como ofertas iniciais de moedas.

Além da questão regulatória, ataques hackers têm preocupado investidores.

Na semana passada, a Bolsa de criptomoedas Coincheck, sediada em Tóquio, informou que sofreu um roubo de 58 bilhões de ienes (cerca de R$ 1,7 bilhão) em moedas NEM.

O fato reforçou preocupações de segurança. A Coincheck disse que vai devolver os recursos a cerca de 260 mil donos de moedas em ienes.

Pagamento a elétricas pode chegar a R$ 90 bi – 03/02/2018 – Mercado


A dívida bilionária que os consumidores de energia pagam mensalmente a transmissoras poderá ter seu prazo prorrogado de 8 para 25 anos. Na prática, isso reduziria a parcela paga por ano, mas pode ampliar o valor total desembolsado em até R$ 30 bilhões por causa das correções monetárias.

O valor será corrigido por uma taxa fixada pela Aneel (agência reguladora).

A dívida, provocada por mudanças regulatórias feitas em 2012, pelo governo Dilma, havia sido calculada em R$ 62,2 bilhões.

Com a alteração, o valor pode passar a até R$ 93 bilhões ao fim dos 25 anos, segundo a Anace, associação que reúne grandes consumidores de energia.

O cálculo não é exato, pois pode sofrer com diferentes variáveis ao longo de um prazo tão extenso. O aumento do custo financeiro, porém, será de, no mínimo, R$ 20 bilhões, estima Ricardo Savoia, diretor da consultoria Thymos.

O argumento do governo para rever a conta é que está em andamento um pacote de melhorias que dará mais eficiência ao setor elétrico, e o aumento poderá ser compensado por outras economias futuras que ocorreria, segundo apurou a Folha.

O imbróglio que gerou a dívida começou em 2012, quando a então presidente Dilma Rousseff antecipou a renovação das concessões das transmissoras. Em troca, foi prometida uma indenização, para compensar investimentos antigos não amortizados.

A negociação em torno da dívida foi longa e a cobrança só começou em agosto de 2017. Os valores definidos, porém, não são consensuais. Entidades de indústrias entraram com ações judiciais questionando a tarifa, que consideram elevada. Hoje, R$ 9 bilhões do montante total estão travados por liminares, e outras ações aguardam análise.

Procurados, o Ministério de Minas e Energia, a Aneel e a EPE (Empresa de Pesquisa Energética) não comentaram.

ELETROBRAS

A nova forma de cobrança poderá ajudar o processo de privatização da Eletrobras, segundo analistas.

Um impacto positivo seria a redução da conta de luz no curto prazo, que seria de 2%, em média, segundo a Thymos.

Esse alívio poderia amenizar o impacto de um eventual aumento da tarifa provocado pela privatização da Eletrobras, reduzindo a resistência ao projeto, avalia Jorge Pereira da Costa, vice-presidente da consultoria Roland Berger. “Pode ser uma tentativa de retirar argumentos desfavoráveis à privatização.”

Outro benefício seria o possível fim da briga judicial em torno da dívida, o que daria mais garantia de que os recursos entrariam no caixa.

Do valor total, 72% iria para a Eletrobras –só Furnas receberia 37%, e a Chesf, 21%.

A medida, porém, ainda está em negociação. Tanto transmissoras quanto consumidores criticaram a proposta.

A Anace diz que manterá a ação judicial, porque discorda da cobrança como um todo, e não só dos termos de pagamento. “O consumidor não tem que pagar nada. Além disso, falta transparência. Esses cálculos estão corretos? Que auditoria foi feita?”, diz o presidente, Carlos Faria.

Do outro lado, a Abrate, que reúne transmissoras públicas e privadas, manifestou preocupação com a redução dos valores recebidos por ano.

“Com o pagamento em 25 anos, a receita [anual] é bem menor. Isso afeta nossa capacidade de atender aos investimentos que o ministério exige. As empresas aprovaram em 2017 seus planos de negócio contando com esse dinheiro. Se não se concretizar, vai ser uma frustração grande, é claro que vai ter problema”, diz Mario Miranda, presidente da associação.

Além disso, a medida passará pelo crivo dos acionistas da Eletrobras, afirma Laura Souza, do Machado Meyer Advogados. “Se houver resistência, o governo deve rever.”

Gasolina, etanol e diesel renovam novas máximas nos postos do Brasil – 02/02/2018 – Mercado


Os preços médios de gasolina, etanol e diesel renovaram máximas nominais nos postos do Brasil nesta semana, mantendo uma tendência vista neste início do ano, segundo pesquisa da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Os valores da gasolina subiram 0,55% ante a semana anterior, para uma média nacional de R$ 4,221 por litro; os do diesel avançaram 0,4%, para R$ 3,395 por litro; enquanto os do etanol avançaram 0,7% , para R$ 3,023 por litro, informou a ANP nesta sexta-feira (2)

Os valores recordes nominais foram apurados com base em série histórica da ANP, que não leva em conta a inflação.

Os preços mais altos no país seguem as cotações do petróleo e também decorrem de um aumento de tributos dos combustíveis (PIS/Cofins) em meados do ano passado.

A alta registrada nas cotações dos três combustíveis nesta semana ocorre apesar de a Petrobras, que monopoliza o refino de petróleo do país, ter anunciado altas e baixas nos valores do diesel e da gasolina ao longo da semana.

Os valores dos postos não dependem apenas das cotações da Petrobras, que também sofre concorrência de importadores de combustíveis. Além disso, as margens das distribuidoras e revendas influenciam nos preços aos consumidores.

Nesta semana, a maior alta diária anunciada pela Petrobras para o diesel foi de 0,8% –em vigor no dia 30 de janeiro. No caso da gasolina, a maior alta, também de 0,8%, entrou em vigor em 2 de fevereiro.

Setor pesqueiro pressiona para voltar a exportar à UE – 02/02/2018 – Mercado Aberto


A indústria brasileira de pescados pressiona o Ministério da Agricultura para que o órgão revogue a suspensão das exportações do setor à União Europeia, em vigor desde 3 de janeiro.

A decisão foi tomada por recomendação da UE, feita depois que inspeções europeias no Brasil identificaram falhas na fiscalização sanitária de embarcações.

Suspendemos a exportação para que a Europa não o fizesse. Vamos propor que o Inmetro fiscalize os barcos. A ideia é retomar as vendas em março, diz Luís Rangel, secretário de defesa agropecuária.

A venda de atum e tamboril foi bem afetada. Se isso não for resolvido logo, prejudicará também a exportação de lagosta, afirma Eduardo Lobo, presidente da Abipesca (da indústria da pesca).

A filial brasileira da espanhola Jealsa, que exporta parte da sua produção no Ceará à matriz, demitiu 125 de seus 350 funcionários.

O plano era dobrar as vendas à Espanha e chegar a R$ 35 milhões neste ano, mas fomos surpreendidos, diz o diretor Santiago Rodríguez.

A piscicultura também não pode vender à UE, o que é um erro porque não usamos embarcações. Isso afeta a reputação do produto brasileiro, diz Francisco Medeiros, da Peixe BR (entidade do setor).

Conseguimos manter o preço, mas tivemos de dar explicações a compradores nos Estados Unidos, diz Breno Davis, da GeneSeas, que exporta 20% da produção.

Compra de laboratório

A rede de laboratórios médicos Sabin vai investir R$ 130 milhões neste ano, principalmente na abertura, reforma e aquisição de unidades.

A empresa, que no ano passado comprou grupos regionais em Brasília, Campinas (SP) e Franca (SP), fechou nesta quinta (1) a incorporação do Trindade, em Santa Catarina, que têm oito unidades no Estado. Os valores da transação não foram divulgados.

Já iríamos iniciar operações na região de Florianópolis com a construção de dois centros. Com a compra, chegaremos também a Imbituba (SC) e Garopaba (SC), diz a presidente da empresa, Lídia Abdalla.

A companhia pretende fechar ao menos mais uma aquisição e abrir no mínimo 10 pontos em 2018.

Haverá também, ainda neste ano, aportes em maquinário para a rede, com destaque para a tecnologia nas áreas de biópsia, detecção de tumores e diagnóstico por imagem.

Quase 95% das nossas análises são processadas na unidade do paciente, apenas os exames mais complexos são levados à sede em Brasília. Por isso, fazemos investimentos locais.

R$ 830 milhões
foi o faturamento em 2017

225
número total de unidades da companhia

Novos canais

O mercado de TV por assinatura teve queda de 5% no ano passado, segundo a Anatel. Desde o início da crise, em 2014, para cá, 2 milhões de casas perderam o serviço.

Dois fatores explicam a piora: a recessão econômica e a concorrência indireta com a internet em casa, afirma Sandro Cimatti, sócio da consultoria CVA, que prepara um estudo sobre o tema.

As famílias que perderam renda cortaram TV por assinatura, mas elas continuam com internet, onde também podem ver vídeos.

A queda não atingiu todos os grupos de forma homogênea. A Oi aumentou em 15% sua base de assinantes.

Vendemos TV em cima da base de consumidores de telefonia fixa, com pacote com banda larga e plano para celular, afirma diretor de varejo, Bernardo Winik.

A Claro, a que perdeu o maior número de assinantes, também é a que tem mais clientes. Em nota, diz que o desempenho reflete a situação econômica do país.

Mais códigos de barras

Os pedidos para registrar códigos de barras aumentaram 25,7% em janeiro, na comparação com o mesmo mês de 2017, segundo a GS1 Brasil (Associação Brasileira de Automação), que recebe as solicitações.

O indicador é considerado um medidor da intenção de lançamento de produtos, por ser uma das primeiras etapas do processo industrial.

O crescimento foi puxado principalmente pelo setor têxtil, que teve um avanço de 200%, seguido pelo de bebidas (55,6%) e de vestuário e acessórios (21,4%).

Na comparação com o mês de dezembro, porém, a variação foi negativa. Houve uma retração de 9,4%, ao se desconsiderar efeitos sazonais.

A expectativa para 2018, segundo a GS1, é que sejam registrados mais pedidos do que em 2017.

Calçados A Side Walk começará a vender seus sapatos em redes multimarca. Os itens hoje são vendidos em 25 lojas próprias e 25 franquias.

Medo… Ataques cibernéticos são o principal risco a ser enfrentado em 2018 no setor bancário, segundo 77% das instituições ouvidas pela EY.

…virtual A porcentagem representa um crescimento de 26% em relação à pesquisa do último ano, de acordo com a consultoria.

Não… Oito em cada dez diretores dizem já ter contratado um profissional que se mostrou incompatível com sua equipe, segundo a Robert Half.

…deu liga Os principais motivos citados foram a falta de espírito de equipe e a dificuldade de adaptação. A consultoria ouviu 403 executivos.

com FELIPE GUTIERREZ, IGOR UTSUMI e IVAN MARTÍNEZ-VARGAS

Instituições reforçam compromisso com todas as normas financeiras – 02/02/2018 – Mercado


A empresa SR Rating, do presidente do BNDES, defendeu em nota “a qualidade técnica e a independência das operações classificadas pelo seu comitê”.

Segundo a empresa, “com 25 anos de atuação no mercado, a SR Rating reafirma seu compromisso com o rigor e a excelência técnica das suas análises e está à disposição das autoridades” para esclarecimentos.

“O economista Paulo Rabello de Castro é um dos sócios da SR Rating, hoje licenciado. Hoje, ele que estava em Brasília, após ter conhecimento da operação de busca e apreensão em sua residência, no Rio, se dirigiu voluntariamente para prestar esclarecimentos à Polícia Federal”, afirmou a SR.

Segundo a SR, “o comitê de classificação de risco da agência aprovou, entre 2009 e 2010, operações de crédito contratadas para o Grupo Mudar. Por norma, as agências de classificação de risco não têm acesso a informação sobre os futuros compradores, entre eles o Postalis”.

Em nota, o banco BNY Mellon afirmou que a PF esteve no escritório da instituição “em decorrência de uma investigação em curso, que entendemos envolver uma séria de outras instituições. Estamos cooperando integralmente com as autoridades”.

Em nota, o Postalis afirmou que “não tem outras informações sobre a operação Pausare, deflagrada hoje [ontem] pela Polícia Federal, além daquelas publicadas no site oficial da própria PF”.

“O Postalis está sob intervenção da Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar) desde outubro de 2017 e tem todo interesse de que os fatos investigados sejam esclarecidos com a maior brevidade possível”, afirmou o fundo de pensão.

Em nota, Milton Lyra afirmou que “não é e nunca foi intermediário de qualquer repasse a congressistas. Tampouco teve qualquer tipo de negócio com o fundo Postalis. O empresário é o principal interessado na conclusão das investigações, para o que colabora integralmente no esclarecimento das falsas acusações das quais tem sido vítima”.

O ex-presidente do BNY Mellon do Brasil José Carlos Xavier de Oliveira não foi localizado pela reportagem, assim como o grupo Canabrava e a Mudar Master.

O BNDES informou que não há qualquer relação entre a operação da PF e as atividades do banco.

O Postalis informou ainda que a sede do instituto, em Brasília, “não foi alvo de diligência” e está funcionando normalmente nesta quinta-feira (1º), “bem como os núcleos regionais em todo o Brasil”. 

Mercado Bitcoin ganha os holofotes em janeiro – Blog Mercado Bitcoin


Apesar da cotação do Bitcoin estar em queda, o interesse pelas moedas digitais não diminuiu no primeiro mês de 2018

O período de festas passou, o ano mudou e, mesmo assim, a maior corretora de moedas digitais da América Latina continua a fazer sucesso e mantém o posto de uma das principais fontes em reportagens.

Confira abaixo as publicações que conversaram com a gente para entender os detalhes do inovador universo dos ativos financeiros digitais.

Jornal do Comércio do Rio Grande do Sul

Publicação ressalta o crescimento das discussões sobre o Bitcoin ser uma bolha e Rodrigo Batista, nosso CEO, comenta o fato da moeda virtual ter mais investidores que a Bolsa de Valores.

Leia mais: http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/12/cadernos/empresas_e_negocios/602247-discussao-sobre-bolha-do-bitcoin-ganha-forca.html

UOL

Na reportagem “Quer investir em bitcoin? Veja dicas e cuidados antes de começar”, o portal aponta o Mercado Bitcoin como uma das principais empresas do país.

Saiba mais: https://economia.uol.com.br/financas-pessoais/noticias/redacao/2018/01/04/investimento-bitcoin-dicas-cuidados.htm

Folha de São Paulo

O jornal conversou com nosso CEO Rodrigo Batista para saber sua opinião sobre a possibilidade de regulação das moedas digitais no Brasil.

Clique aqui para ler mais: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/01/1949911-corretoras-fazem-lobby-por-regulacao-de-moeda-virtual.shtml

Exame

Publicação cita a empresa em reportagem que trata se as criptomoedas devem ou não ser regulamentadas pelo governo brasileiro.

Confira: https://exame.abril.com.br/blog/primeiro-lugar/bitcoin-regulamentar-ou-nao-eis-a-questao/

Vice

A reportagem “Entenda por que fundos de investimento do Brasil estão proibidos de investir em Bitcoin” conversou com Luiz Roberto Calado, economista-chefe do Mercado Bitcoin, para entender as perspectivas para a regulação do setor.

Veja: https://www.vice.com/pt_br/article/ne4k3z/entenda-por-que-fundos-de-investimento-do-brasil-estao-proibidos-de-investir-em-bitcoin

Jornal da Band

Equipe do noticiário conversou com Rodrigo Batista, nosso CEO, sobre as profissões com melhores oportunidades para 2018.

Assista em: http://noticias.band.uol.com.br/jornaldaband/videos/ultimos-videos/16380061/veja-quais-as-profissoes-com-melhores-oportunidades-em-2018.html

Folha de São Paulo

A publicação contou com os conhecimentos de Luiz Roberto Calado, economista-chefe do Mercado Bitcoin, para explicar que a má gestão coloca a viabilidade do petro, moeda digital da Venezuela, sob dúvidas.

Leia mais: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2018/01/1950783-ma-gestao-poe-viabilidade-de-moeda-virtual-da-venezuela-sob-duvidas.shtml

O Estado de São Paulo

Jornal conversou com Luiz Roberto Calado, nosso economista-chefe, para entender os motivos pelos quais o mercado não acredita que o Bitcoin é uma bolha mesmo após queda abaixo dos US$ 10 mil.

Não perca: http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,bitcoin-vai-abaixo-de-us-10-mil-mas-mercado-nao-ve-bolha,70002155049

Exame

Reportagem “Corretoras de bitcoins travam batalha contra os bancões” cita a companhia entre as instituições que encontram dificuldades para manter suas contas-correntes funcionando.

Saiba mais: https://exame.abril.com.br/blog/primeiro-lugar/corretoras-de-bitcoins-travam-batalha-contra-os-bancoes/

Época Negócios

Publicação falou com nosso economista-chefe Luiz Roberto Calado para saber como a alta volatilidade do Bitcoin afeta os investidores.

Confira: http://epocanegocios.globo.com/Mercado/noticia/2018/01/epoca-negocios-bitcoin-cai-abaixo-de-us-10-mil-e-assusta-investidor.html

A Tribuna

Reportagem investiga a queda do Bitcoin e conta com a ajuda de Luiz Roberto Calado, nosso economista-chefe, para compreender o mercado.

Clique para ler mais: http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/economia/bitcoin-cai-abaixo-de-us-10-mil-e-assusta-investidor/?cHash=00503613ff993b3f95c058ffcb408b6d

Jornal do Tocantins

Publicação contou com os conhecimentos de nosso economista-chefe, Luiz Roberto Calado, para esclarecer a queda na cotação do Bitcoin.

Leia mais: https://www.jornaldotocantins.com.br/editorias/noticias/economia/bitcoin-cai-abaixo-de-us-10-mil-e-assusta-investidor-1.1441527

BondeNews

Luiz Roberto Calado, nosso economista-chefe, comentou o crescimento do número de transações da corretora mesmo com a queda do Bitcoin.

Veja: https://www.bonde.com.br/bondenews/economia/bitcoin-cai-abaixo-de-us-10-mil-e-assusta-investidor-455752.html

O Tempo

Publicação fez reportagem sobre a baixa no valor do Bitcoin e contou com a ajuda de Luiz Roberto Calado, nosso economista-chefe, para desvendar os motivos disso.

Leia mais: http://www.otempo.com.br/capa/economia/bitcoin-cai-abaixo-de-us-10-mil-e-assusta-investidor-1.1563916

G1

Reportagem do portal intitulada “Bitcoin já tem mais que o dobro de investidores da bolsa no Brasil” conversou com Rodrigo Batista, nosso CEO, para falar sobre o aumento no número de interessados em moedas digitais.

Confira: https://g1.globo.com/economia/educacao-financeira/noticia/bitcoin-ja-tem-mais-que-o-dobro-de-investidores-da-bolsa-no-brasil.ghtml

InfoMoney

Matéria trata sobre como o sucesso do Bitcoin estimulou que para cada pessoa física na bolsa há o dobro de investidores em moedas digitais e cita o Mercado Bitcoin como uma das empresas que mais cresceu com a alta da cotação.

Saiba mais: http://www.infomoney.com.br/mercados/bitcoin/noticia/7221408/sucesso-bitcoin-para-cada-cpf-bolsa-existem-dois-investidores-criptomoedas

Correio Braziliense

Publicação cita a empresa em reportagem intitulada “Pressão de bancos e governos faz Bitcoin despencar”.

Veja mais: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2018/01/24/internas_economia,655231/pressao-de-bancos-e-governos-faz-bitcoin-despencar.shtml

Glamour

Revista fez um guia sobre tudo que você precisa saber para investir na moeda digital mais famosa do mundo e citou o Mercado Bitcoin como uma das empresas que intermedeiam a negociação de criptomoedas.

Não deixe de ler: http://revistaglamour.globo.com/Lifestyle/Carreira-e-dinheiro/noticia/2018/01/bitcoins-tudo-que-voce-precisa-saber-para-investir-na-famosa-moeda-digital.html

Balança comercial tem superavit  de US$ 2,8 bi em janeiro – 01/02/2018 – Mercado


O Brasil teve superavit comercial de US$ 2,768 bilhões em janeiro, segundo melhor resultado para o mês da série iniciada em 1989, ajudado pelo resultado recorde obtido nas exportações, informou o Mdic (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços) nesta sexta-feira (1º).

O dado veio um pouco pior que expectativa de saldo positivo em US$ 3,026 bilhões, segundo pesquisa Reuters com analistas. Olhando para os meses de janeiro, ficou atrás apenas do superavit obtido em 2006, de US$ 2,835 bilhões.

No primeiro mês do ano, as exportações cresceram 13,8% sobre igual mês do ano passado, pela média diária, a US$ 16,968 bilhões, melhor desempenho para o período desde o início da série histórica.

As importações, por sua vez, cresceram em um ritmo ainda mais acentuado, na esteira da retomada econômica. Na comparação com janeiro do ano passado, o aumento foi de 16,4%, para US$ 14,199 bilhões.

Após a balança comercial brasileira ter encerrado 2017 com superavit recorde de US$ 67 bilhões, o Mdic projeta que neste ano o saldo ficará positivo em US$ 50 bilhões, já que a aceleração da atividade em 2018 deve elevar as importações. 

DESTAQUES

Em janeiro, as exportações foram puxadas pelos manufaturados, que cresceram 23,6% sobre um ano antes, a US$ 6,327 bilhões, com destaque para a elevação de 474,4% nas vendas de aviões, para US$ 198 milhões.

As exportações nas demais categorias também subiram. A alta foi de 11,2% nos produtos básicos, para US$ 7,544 bilhõess, e de 1,1% em semimanufaturados, para US$ 2,625 bilhões.

Já as importações em janeiro foram impulsionadas pelos combustíveis e lubrificantes, que registraram aumento de 96,3% sobre igual mês do ano passado.

Também subiram as compras de bens de consumo (+19,2%), bens de capital (+11,4%) e bens intermediários (+5,8%).