Pelo menos US $ 20 bilhões em investimentos da Crypto aguardam a simplificação da custódia, aprovação


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<p><b> Há rumores de dinheiro institucional muito aguardado, grande investimento em criptografia está chegando. Um dos muitos contratempos envolve a regulamentação da custódia, já que grandes fundos e as empresas do ecossistema melhor posicionadas buscam uma maneira suave de proteger seguramente as posses de criptomoedas, aliviando os maiores medos das baleias: roubo e perdas. </b></p>
<p><em><b> Também lê: </b><a href= Troll Slayer: Derek Magill defende dinheiro eletrônico peer-to-peer contra a difamação

Baleias de investimento querem garantia de custódia

“Há muitos investidores onde a custódia era a barreira final. No próximo ano, o mercado reconhecerá que a custódia é um problema resolvido. Isso irá liberar uma grande onda de capital ”, disse Kyle Samani, do fundo de hedge Multicoin Capital, a Olga Kharif e Sonali Basak por telefone.

Os acordos de custódia no financiamento legado tradicional são bem compreendidos e considerados. Metais preciosos, diamantes e até dinheiro são cuidadosamente guardados por instituições confiáveis ​​como o JP Morgan. O admirável mundo novo da criptomoeda assusta as grandes finanças, portanto, um arranjo regulado e avesso ao risco, completo com seguro de responsabilidade civil, é, segundo alguns profissionais, a chave para o grande dinheiro entrar no espaço de maneira substancial.

 US $ 20 bilhões em investimento da Crypto aguarda a simplificação da custódia, aprovação

O banco popular de ecossistemas, Coinbase, está entre os que anunciaram movimento nessa área. Como essas páginas relataram no mês passado, ela “anunciou um novo conjunto de serviços com o objetivo de atrair mais jogadores de dinheiro, como os muitos novos fundos de hedge criptográficos que surgem o tempo todo. Ela lançará um custodiante de criptomoedas em parceria com uma corretora regulamentada pela SEC para um grupo de clientes iniciais que inclui uma confirmação, Parceiros Autônomos, Boost VC, Meta Estável, Multicoin Capital, Polychain Capital, Scalar Capital e Walden Bridge Capital. ”[19659010] Mais ou menos ao mesmo tempo, o banco de investimentos Nomura, com sede em Tóquio, anunciou seu novo empreendimento, Komainu. Ele foi “estabelecido para ajudar a superar as barreiras para investimento institucional em criptografia com uma solução de custódia e oferecer novos serviços, padrões e melhores práticas.” Jez Mohideen, da Nomura, explicou: “Os gestores globais de investimento têm sido impedidos de participar plenamente mercados de ativos, limitados pelo risco operacional e regulatório. Nossa nova parceria estabelecerá os padrões exigidos que trarão tranqüilidade para os investidores em ativos digitais e fornecerão ferramentas e produtos para permitir uma melhor integração com veículos de investimento mais tradicionais, como fundos mútuos. ”

Quando Lambo?

A Coinbase estima O valor de US $ 20 bilhões em criptografia é deixado de lado até que as soluções de custódia façam sentido. Os ativos criptográficos fluirão para os serviços de custódia assim que estiverem disponíveis, estima Sam McIngvale, líder do projeto Coinbase – e esse número é provavelmente consideravelmente maior com a onipresença das ofertas iniciais de moedas, por exemplo.  Pelo menos US $ 20 bilhões na Crypto Investment espera a simplificação da custódia, aprovação

“Esses projetos abririam o caminho para vastas extensões de investidores se expandirem em criptografia”, Bloomberg afirma, “potencialmente revivendo os preços nos mercados que caíram nas últimas semanas. A custódia criptografada regulada permitiria que mais compradores institucionais – como fundos de hedge e pensões – investissem em Bitcoin, Ether e em uma infinidade de outras moedas. Corretoras de varejo teriam uma maneira mais segura de permitir que os clientes adicionassem criptografia a carteiras recheadas com ações e títulos. ”

A clareza regulatória nessa área também parece ser primordial para o crescimento futuro nos círculos profissionais. Literalmente centenas de fundos surgiram nos últimos anos, divulgando um tipo ou outro de criptografia, e os gerentes se preocupam com o fato de que, às vezes, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos poderia começar com os processos, fazendo perguntas mais tarde. Coinbases do mundo, aguardando aprovação formal, ajudariam muito a aliviar essas preocupações.

Você espera que grandes fundos institucionais entrem no mercado de criptografia em breve? Deixe-nos saber nos comentários.


Imagens através do Pixabay


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Brasil seguirá dependente de caminhões por pelo menos 20 anos, diz FDC – Notícias


A matriz brasileira de transporte não deverá passar por significativa alteração nos próximos 20 anos mesmo que o governo federal consiga implementar todos os projetos já em andamento – como duplicações de rodovias e subconcessão de ferrovias como a Norte-Sul – e mantenha o estoque atual em infraestrutura. A constatação é da Fundação Dom Cabral (FDC), que lança nesta quinta-feira, 21, a Plataforma de Infraestrutura em Logística de Transportes (PILT), construída com base em dados públicos, de órgãos governamentais e de empresas parceiras, como Arteris, Grupo CCR e EcoRodovias.

O diagnóstico da FDC mostra ainda que, com o portfólio atual de projetos federais e se nada mais for proposto, o Brasil continuará dependente das rodovias e com um custo extremamente alto nesse modal até 2035. A instituição estima que o custo total do País com transporte tenha atingido R$ 166 bilhões em 2015 (ano usado como base para os cenários), com 70% desse montante consumido nas rodovias. Em 2035, esse custo subirá para R$ 233,3 bilhões, ao passo que a participação das rodovias nos custos se manterá praticamente igual, em 68%.

Caso os principais projetos federais nos setores de rodovias, portos, hidrovias e ferrovias saiam do papel até 2025 e nada mais seja feito até 2035, o custo logístico dos embarcadores de carga subirá quase R$ 130 bilhões. “E esse custo vai para algum lugar. Ou cai a margem das empresas, ou é repassado ao consumidor final”, afirma Paulo Resende, coordenador do Núcleo de Logística, Infraestrutura e Supply Chain da FDC.

Como a crise recente com a greve dos caminhoneiros expôs, o Brasil precisa investimentos de longo prazo em ferrovias e hidrovias, as mais apropriadas para transportar determinados tipos de cargas por longas distâncias, defende a FDC.

Pelas contas da fundação, se 10% da carga transportada em rodovias (medidas em toneladas por quilômetro útil, TKU) for transferida para as ferrovias, haveria uma economia de custo de 2,4%, equivalente a R$ 4,85 bilhões em 2025 e R$ 5,6 bilhões em 2035. Se as hidrovias assumirem aquele papel, a economia de custo é maior ainda, de 4,5%, correspondendo a R$ 8,92 bilhões em 2025 e R$ 10,3 bilhões em 2035.

Porém, a FDC frisa que, no curto prazo, o planejamento público para o setor não pode deixar de lado as rodovias. “A concentração de fluxos de cargas não permite, de forma nenhuma, que o Brasil tome a decisão brusca de, de repente, partir para a ferrovia e a hidrovia e esquecer das rodovias para transporte de longa distância”, pontua Resende.

O especialista defende que o poder público tenha uma visão “estratégica, e não passional” sobre o modal rodoviário. “Ao planejarmos o curto prazo, não podemos romper o sistema rodoviário. Se rompermos, imediatamente teremos graves problemas, como vimos recentemente”, acrescenta.

Saiba como assistir à próxima Copa ao vivo com menos de R$230 por mês – De grão em grão


Participar dos jogos da Copa do Mundo no próprio estádio é mais acessível do que se imagina. O investimento necessário pode parecer elevado quando o montante a ser pago é avaliado à vista, mas ele se torna atingível com planejamento.

Quais os principais gastos?
Passar uma semana no país sede de uma Copa do Mundo pode gerar despesa de pelo menos R$12 mil para uma pessoa em uma semana. Por se realizar internacionalmente, esse valor deve ser expresso em dólar e seria de aproximadamente US$ 3 mil.
Os principais gastos podem ser divididos em quatro categorias: passagem, hospedagem, ingressos e gastos gerais. Essas despesas são apresentadas na tabela abaixo.

Lista de gastos e valores necessários para a viagem de uma semana para assistir a três jogos da Copa do Mundo no país sede.

Como na maior parte das viagens, passagem e hospedagem respondem por mais da metade do orçamento total. Portanto, um bom planejamento e a utilização de novas tecnologias podem reduzir o custo de seu passeio.
Antes de explicar como é possível tornar o passeio mais barato, veja como ele já é possível.

Quanto investir?
Segundo o artigo de Nicola Pamplona, os brasileiros que estão entre os 1% mais ricos possuem uma renda de R$28 mil no ano. Portanto, incluir uma despesa de mais de R$12 mil no orçamento de um ano parece algo fora de cogitação.
O segredo para tornar esse sonho possível está na disciplina de poupar e não resgatar o investimento quando ele começar a crescer.
Por exemplo, se poupar apenas R$ 229 por mês é possível ter em 48 meses, ou seja, quatro anos, o valor necessário. Anualmente, você deve reajustar o valor poupado da variação do IPCA. Portanto, considerando o IPCA projetado para doze meses à frente de 4%, em junho do ano que vem, deve elevar o valor poupado para R$238,16 (= 229*1,04).
O prazo trabalha a seu favor devido à dinâmica dos juros compostos. Portanto, se iniciar agora a poupança para a copa dos Estados Unidos em 2026, precisará investir apenas R$104 por mês.
Mas como o valor da viagem é em dólar, você deve estar se questionando onde pode investir valores tão baixos de forma que ainda consiga ter alguma proteção cambial.

Onde investir?
Conforme expliquei em artigo anterior, uma boa forma de investimento para no médio e longo prazo ganhar da variação cambial são títulos referenciados à inflação.
Esses títulos proporcionam o rendimento de uma taxa de juros adicional à variação da inflação medida pelo IPCA.
Como o valor a poupar mensalmente é baixo, o ideal é investir por meio dos títulos públicos na plataforma do Tesouro Direto.
O título de renda fixa ideal para investir seria aquele que tivesse vencimento idêntico ao momento em que desembolsa a compra do pacote. Entretanto, não há na plataforma do Tesouro Direto título referenciado a IPCA com vencimento em 2022.
Assim, o melhor título para investir tanto para a copa do Catar quanto dos EUA é o Tesouro IPCA 2024. Esse título é vendido com rentabilidade de IPCA + 5,84% ao ano e tem vencimento aproximadamente entre as duas copas. De forma conservadora, considerei um rendimento real – acima da inflação – de apenas 5% ao ano nos cálculos.

Como tornar o passeio ainda mais barato e divertido?
Alguns custos não aumentam na mesma proporção do número de pessoas. Por exemplo um quarto duplo ou triplo de hotel não vai custar duas ou três vezes mais caro que um individual.
Logo, se for com um colega ou com uma turma de amigos, a despesa de hospedagem por pessoa sairá mais barata. Aplicativos de hospedagem também disponibilizam alojamento para grupos com tarifas mais baratas que em hotéis. Lembro que a hospedagem é um custo importante. Portanto, economizar nesse item promoverá uma redução considerável do custo total.
Se conseguir juntar um grupo de amigos é possível obter desconto inclusive na despesa mais relevante, a passagem.
Juntar um grupo de amigos para realizar a viagem juntos pode trazer vantagens adicionais à economia financeira. Além de tornar o passeio mais divertido, o grupo acaba incentivando e trazendo mais disciplina para que todos cumpram com a poupança mensal.

Michael Viriato é professor de finanças do Insper e sócio fundador da Casa do Investidor.

Portos de Santos e Paranaguá recebem menos caminhões com grãos em junho – Notícias


Por José Roberto Gomes

SÃO PAULO (Reuters) – A chegada de caminhões com grãos aos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR), por onde é escoada boa parte da safra agrícola brasileira, está menor na parcial de junho em meio às discussões sobre o tabelamento de fretes, embora algumas logísticas e negócios pontuais tenham impedido uma retração ainda maior.

Em Santos, o principal porto da América Latina, chegaram 22,4 por cento menos caminhões nos dez primeiros dias do mês frente igual momento do ano passado, totalizando cerca de 13 mil veículos, segundo a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).

Essa quantidade é ainda 25 por cento menor frente os mais de 17 mil observados entre 1º e 10 de maio, antes dos protestos dos caminhoneiros.

Em Paranaguá, a diminuição foi de 14,2 por cento entre 1º e 14 deste mês. Conforme a administração portuária (Appa), uma média de 1.098 caminhões carregados com grãos chegou ao porto nesse período, ante 1.281 na comparação anual.

As chegadas têm sido suficientes para garantir os embarques, mas não para recompor os estoques locais, disse a Appa, acrescentando que as reservas estão na metade da capacidade máxima de 1,5 milhão de toneladas desde os protestos de caminhoneiros.

LOGÍSTICA E NEGÓCIOS

Associações do agronegócio vêm relatando que as indefinições quanto à tabela de fretes têm travado negócios e o escoamento, principalmente de soja, cuja safra recorde acabou de ser colhida.

Na véspera, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu ações contra o tabelamento, mantendo-o em vigor pelo menos até quarta-feira da próxima semana, quando o ministro Luiz Fux realizará uma audiência com as partes envolvidas.

“Temos a expectativa de que o ministro (Fux) tome um decisão de, neste primeiro momento, dar tempo para as partes dialogarem e buscarem um acordo”, afirmou o assistente executivo da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), Lucas Trindade.

A entidade informou nesta sexta-feira que a exportação de soja do Brasil entre 3 e 9 de junho caiu em meio aos efeitos da greve dos caminhoneiros e problemas para contratar frete em função da tabela mínima aprovada pelo governo.

Mas Trindade explicou que Paranaguá, ao contrário, conta com uma logística mais favorável para recebimento de soja, uma vez que há mais silos próximos e cooperativas com caminhões próprios. O Paraná é o segundo maior produtor da oleaginosa, atrás apenas de Mato Grosso.

“Paraná tem uma logística menos prejudicada dada a proximidade dos silos com o porto. É muito diferente do cenário geral do Brasil. Não são muitas cargas interestaduais (que chegam à Paranaguá)”, explicou.

Em Santos, a ferrovia tem um papel importante no recebimento de cargas, o que ajuda a evitar uma redução maior nos estoques e nas movimentações nos terminais.

“O modal rodoviário representa 61 por cento do total do açúcar, 19 por cento do farelo, 25 por cento do milho e 51 por cento da soja… O restante chega por ferrovia”, destacou a Codesp.

Uma fonte do setor de soja afirmou à Reuters, sob condição de anonimato, que algumas empresas têm usado frotas próprias ou realizando “acordos específicos” para o escoamento de soja de armazéns até os portos, à revelia da tabela de fretes, garantindo uma parte do fluxo de transporte.

Conforme a fonte, esses negócios são para honrar contratos de exportação. Já a retirada do produto nas propriedades “não está ocorrendo”.

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Produção industrial e varejo da China crescem menos que o esperado em maio – Notícias


A produção industrial, as vendas no varejo e os investimentos em ativos fixos tiveram em maio expansão mais moderada que a projetada por analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires.

De acordo com dados do Escritório Nacional de Estatísticas (NBS, na sigla em inglês), a produção industrial chinesa cresceu na margem 0,58% em maio e 6,8% na comparação com igual mês de 2017. A projeção de analistas era de crescimento anual de 7,0%.

A produção de aço somou 97,1 milhões de toneladas em maio, crescimento de 11% em relação a igual mês de 2017. No intervalo de janeiro a maio, foram produzidas 434,7 milhões de toneladas – expansão em base anual de 6,2%.

Já a de petróleo foi de 16 milhões de toneladas, queda de 1,6% ante o mesmo mês do ano passado. Do começo do ano até maio, a soma foi de 78,2 milhões de toneladas, recuo de 2% na comparação anual.

Atividade

O setor de varejo na China apresentou crescimento na margem de 0,29% em maio. Em base anual, a expansão das vendas foi de 8,5%, ante projeção de alta 9,6%.

Os investimentos em ativos fixos não-rurais subiram 6,1% em maio, na comparação anual, enquanto o mercado previam expansão de 7,0%.

Já as vendas de moradias cresceram 12,8% na comparação do intervalo de janeiro a maio com o mesmo período de 2017. Em igual comparação, as construções iniciadas tiveram expansão de 10,8%. Fonte: Dow Jones Newswires.

Alerta: Preço do Bitcoin pode cair para menos de $6.000, segundo analista, mas para longo prazo não se preocupe


Ran Neu Ner, fundador da Onchain Capital, e apresentador do Cryptotrader na CNBC Africa, estava no programa Fast Money, da CNBC, oferecendo sua previsão de que o bitcoin deverá sofrer um movimento de baixa em relação ao dólar americano, possivelmente chegando a US$ 5.900.

Bitcoin é o ouro digital

O problema, de acordo com Neu Ner, não tem a ver com quaisquer hacks recentes em exchanges, da mesma forma que qualquer banco que está sendo roubado não significa que haja algum problema com o dólar americano. No entanto, ele enquadra Bitcoin como ouro digital, e precisa haver uma demanda para sustentar seu valor. Essa demanda simplesmente ainda não chegou, levando ao mercado de ações atual da Bitcoin. Ele não forneceu detalhes sobre exatamente como essa demanda deveria ser criada para contrabalançar a tendência atual.

Holders, continuem tranquilos. Day traders, se preocupem

O conselho de Neu Ner foi que, se você acredita no potencial da tecnologia blockchain de permear todos os setores de negócios, seus altos e baixos de curto prazo, medidos em semanas ou até meses, não importam. Se o preço do Bitcoin for de 20, 40 ou 80 mil dólares em questão de anos, ninguém se importará se comprar a 6 mil dólares. Somente os day traders que trabalham em escalas de menos de um ano devem se preocupar com as quedas atuais no valor de mercado.

No entanto, Neu Ner ofereceu que havia um marco significativo se o Bitcoin caísse para US$ 5.000. Isso, segundo ele, é mais ou menos onde se torna difícil para as mineradoras manter a lucratividade em suas operações. A queda abaixo desse ponto poderia fazer com que as operações de mineração mudassem para outras moedas ou saíssem do Bitcoin, levando a mudanças na infraestrutura do Bitcoin que poderiam prejudicar sua viabilidade a longo prazo. Neu Ner não entrou em detalhes sobre quais poderiam ser exatamente as conseqüências do Bitcoin ser menos lucrativo para o meu, mas estava claro que US$ 5.000,00 era um ponto de preço para prestar uma atenção especial.

Deve-se notar que a análise de Neu Ner foi restrita a Bitcoin, e ele não mencionou outras criptomoedas. Ele falou de forma intercambiável sobre a tecnologia blockchain e o Bitcoin, deixando claro se ele achava que o Bitcoin sustentava a totalidade do mercado de criptomoedas, ou se o mercado de criptomoedas sobreviveria a um significativo crash do Bitcoin. A possibilidade alternativa de o Bitcoin perder o domínio e outras criptomoedas que preenchem o vazio não foi discutida.

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Análise Técnica: até quanto cai o Bitcoin?

Postado em junho 13, 2018

Dash firma parceria com Coinapult

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Opinião: MCash – Resposta a Jonhnes Carvalho (Minerworld)

Recentemente, o Guia do Bitcoin denunciou um scam em potencial envolvendo a suposta moeda digital MCash. Parece que Jonhnes Carvalho, um dos responsáveis pela Minerworld, ficou bastante incomodado com nossa…


Bitcoin Despenca US $ 1.000 em Menos de 24 Horas; Troca é Hackeada


Desde às 20h de sábado (09), iniciou-se a queda de US $ 7.200. A estabilização durou cerca de dezesseis horas, chegou a cair forte, atingindo US $ 6.640.

Na cotação em dólar, esse é o menor preço dos últimos 60 dias.

Gráfico BTC / USD da Bitfinex

Alta do dólar segura cotação no Brasil

Apesar da queda na cotação do bitcoin que teve a duração, o preço no Brasil teve sofrido menos. O motivo, porém, é a alta do dólar, que atinge o valor de R $ 3,90 nos últimos dias. Como o Bitcoin é cotado em dólar, os judeus também "sofrem" com essa variável.

De acordo com o Índice de Bitcoin, a criptomoeda é negociada agora a R $ 27.310, com uma desvalorização de -5,34% no dia

Gráfico do Índice de Bitcoin (IPB)

Órgão regulador dos EUA quer ter a manipulação de preços

O The Wall Street Journal de acordo com a fonte anônimas, disse que a Comissão de Negociação de Contratos Futuros de Mercadorias dos Estados Unidos (CFTC, na sigla em inglês) disse: "Algumas bolsas de bitcoin para fornecer dados comerciais extensos para determinar se há uma distorção ou não os mercados de criptografia."

Reguladores abriram a uma investigação depois que o CME Group Inc. introduza os futuros contratos de bitcoin em dezembro, de acordo com as fontes. Os preços finais dos futuros baseiam-se nos preços das bolsas Coinbase, Kraken, itBit e Bitstamp. The articles of 'the distorted the prices of data future are regulatory by government.

O CME foi às bolsas que compartilhavam os dados de programação em janeiro. Várias bolsas optaram por não cumprir, alegando que o pedido do CME era invasivo. Quando o CME alterou a sua intenção de negociar, os tipos de cotações de cotação de cotação de cotação

Espera-se que o CME e a CFTC estão sob controle para a realização dos contratos futuros . As bolsas devem cooperar como investigações, de acordo com Laurie Bischel, porta-voz do CME.

Jesse Powell, presidente-executivo da Kraken, divulgou um comunicado na sexta-feira afirmando que a “Veja recentemente declarada” da CFTC está fazendo com que as bolsas questionem sua participação no índice. The possible to manipulating the market of the bitcoin were exagerated, and that any a risk manipulating the market of the bitcoin were exagerated.

De acordo com a CCN, a Bitstamp optou por não comentar sobre a investigação ea Coinbase não respondeu a um pedido de comentário.

Mais uma troca hackeada

Desta vez, a vítima foi uma troca da Coréia do Sul, onde uma bolsa chamada Coinrail perdeu mais de US $ 40 milhões em Altitude and tokens of ICOs, Depois de um ataque no final de semana.

O Coinrail não é uma troca muito grande, mas ainda assim, um grande interesse.

De acordo com um foram encontrados como pertencentes ao invasor, hackers conseguiram US $ 19,5 milhões em fichas NPXS, que foram emitidas pelo ICO Pundi X. Além disso, foram tiradas mais US $ 13,8 milhões de Aston X, um projeto de ICO construindo uma plataforma para descentralizar documentos, US $ 5,8 milhões em tokens Dent, ICO focado em dados móveis e mais de US $ 1,1 milhão em Tron, um criptoativo com mais de US $ 3 bilhões de valor de mercado. Além disso, também obtiveram volumes menores de cinco tokens.

Em todos os casos, as empresas que emitem os tokens não foram invadidas, os tokens que foram capturados pertencem aos usuários do Coinrail.

Como criptomoedas estão nadando em um mar de sangue. De acordo com a página 19 de 1945905 do Portal do Bitcoin, todos os criptoativos têm a última derrota nas últimas 24 horas

Fonte: Portal do Bitcoin

superior a 10% nas últimas 24h, menor que a dos últimos 60 dias.

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Trabalhador informal ganha até 10% menos do que antes da crise – Notícias


O trabalhador brasileiro que exerce uma atividade informal hoje ganha em valores reais, já considerada a inflação, até 10% menos do que ganhava há quatro anos, antes do início da crise, segundo cálculos da consultoria LCA com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

O rendimento real caiu para todas as faixas etárias de trabalhadores que estavam fora do mercado formal, na comparação entre o primeiro trimestre de 2014, ano em que o País vivia uma sensação de pleno emprego, e os três primeiros meses deste ano.

Sem direitos trabalhistas, esses brasileiros viram a renda diminuir e a vulnerabilidade aumentar. A renda real deles vinha aumentando entre o início de 2012, primeiro ano da Pnad Contínua, até 2014. A partir de 2015, com a recessão e a reversão do emprego, esse rendimento começou a cair.

Os números levam em consideração os empregados em empresas privadas sem carteira assinada e os trabalhadores por conta própria. O total de trabalhadores nessa situação aumentou de 35,7 milhões, no primeiro trimestre de 2012, para 38 milhões no mesmo período deste ano – a maioria deles com idades entre 26 e 50 anos.

“A crise transformou formais em informais e colocou no mercado algumas pessoas que nunca tinham precisado trabalhar. Para essas pessoas, a porta de entrada foi a informalidade”, afirma Cosmo Donato, da LCA.

Os informais brasileiros com idades entre 19 e 25 anos foram os que mais perderam – tiveram uma queda de 9,6% do rendimento médio mensal, passando de R$ 1.042 por mês para R$ 941,70, enquanto os trabalhadores mais velhos perderam entre 5% e 7% da renda.

O rendimento real dos formais também caiu, mas a queda nas três principais faixas etárias é menor do que entre os trabalhadores informais que tinham a mesma idade.

Segundo Donato, é natural que o rendimento real do trabalhador tenha caído nesse período. “O trabalhador informal sempre teve de sobreviver em condições complicadas, mas sua renda foi muito afetada porque a crise fez com que a única forma de inserção de milhões de pessoas no mercado fosse pelo trabalho sem carteira assinada ou por conta própria.”

Donato lembra que dois fenômenos costumam ocorrer durante períodos de recessão: o trabalhador formal aceita ganhar menos para exercer a mesma função, e a falta de vagas empurra trabalhadores menos qualificados para a informalidade.

“O grosso do emprego está nas empresas pequenas, que geralmente têm menos condições de oferecer qualificação ao trabalhador”, diz o professor do Insper, Sérgio Firpo. “Muitas dessas empresas não têm nem CNPJ e sobrevivem com uma série de restrições. O empregador acha que, se contratar formalmente, quebra.”

Mais vulneráveis

A informalidade também cresceu mais entre os brasileiros que têm de 19 a 25 anos do que nas demais faixas etárias: aumentou 5,4% entre 2016 e o ano passado, enquanto a média, considerando as quatro faixas, foi de 2,5%.

“Muitos jovens tiveram de antecipar a entrada no mercado para recuperar parte da renda da família. Quando o chefe da casa, geralmente mais qualificado, perdeu o emprego, os outros componentes da família acabaram aceitando o emprego que apareceu”, diz Donato.

Produtividade caiu

Carlos Augusto Porto tem 49 anos e é trabalhador informal desde 2016. Antes da recessão, o ajudante de pedreiro participou da construção de terminais de ônibus na Grande São Paulo, trabalhou em obras da empresa de saneamento de São Paulo, a Sabesp, e ajudou a fabricar peças para trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Agora, torce para aparecer um “bico” na reforma de alguma residência.

Com a queda do mercado imobiliário e a paralisação das obras de infraestrutura nos anos de crise, as oportunidades de trabalho desapareceram. “Vim do interior de Minas Gerais para São Paulo há 30 anos e quase sempre trabalhei na construção civil. A gente sempre acha que as coisas vão melhorar, mas os sinais ainda são muito fracos. Está ficando mais caro ser otimista”, diz Porto.

Ganhando antes salário mensal de R$ 1.400 na empresa terceirizada onde trabalhava, Porto agora recebe R$ 100 por dia. “Mas, às vezes, só consigo trabalhar duas vezes na semana. Continuo deixando currículos em empresas, mas tudo ainda está bem fraco. Hoje em dia, uma porta se fecha, mas não abre uma janela do lado. Não abre nem basculante.”

Porto é um exemplo de como profissionais qualificados e experientes foram empurrados para o mercado informal pela recessão, diz o economista Fernando Veloso, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas. “Esse movimento de aumento do emprego informal não apenas prejudicou a alta da renda das pessoas, mas acabou comprometendo o futuro do País.”

Estudo publicado por economistas do Ibre aponta que quase metade da perda de produtividade do Brasil durante os anos de crise se deve ao aumento da informalidade no mercado de trabalho.

Entre 2014 e 2017, a queda acumulada da produtividade do trabalho foi de 3,6%, em parte pela redução da eficiência das empresas, mas principalmente pelo aumento do emprego em empresas informais, de baixos resultados. Segundo os pesquisadores, 46% do recuo da produtividade do trabalho nesse período se deveu ao aumento da informalidade.

Retrocesso

Na avaliação e Fernando Veloso, economista do Ibre, os anos de crise ajudaram a reverter parte do ganho de produtividade que ocorreu no País nos anos 2000, quando houve uma explosão na formalização. Mais estruturadas, as empresas que se formalizam têm maior acesso a recursos tecnológicos e crédito e acabam atraindo empregados mais qualificados e produtivos, explica.

André dos Santos, de 59 anos, achava que nunca mais teria de voltar para a informalidade. Filho de feirantes, trabalhou como camelô por mais de dez anos até conseguir montar uma pequena loja de roupas femininas em 2008, na região da Rua 25 de Março, em São Paulo, conhecida pela concentração de lojas de comércio popular.

“A crise me pegou e tive de fechar a loja em 2016. Cheguei a ter três funcionários, mas a cada feriado fraco de vendas tinha de demitir alguém. Fui segurando as pontas até não ser mais possível.” Hoje, ele trabalha como vendedor de açaí próximo à Feirinha da Madrugada, no Brás, e reclama das vendas mais fracas.

“É um fenômeno contrário ao que tinha acontecido no mercado de trabalho do País antes. Mais de 80% do ganho de produtividade dos anos 2000 foi devido à formalização. O trabalhador ganhou produtividade, de 2000 a 2009. Agora, o que se vê é um fenômeno oposto, não chega a ser uma reversão completa, mas é uma situação muito preocupante”, diz Veloso.

Efeitos

O estudo aponta que a contribuição da informalidade para a redução da capacidade produtiva aumentou ao longo do tempo. Nos últimos trimestres da recessão, sobretudo a partir de 2017, o efeito da falta de formalização é maior.

“Em contrapartida, uma empresa que mantém o trabalhador fora do mercado formal acaba privando esse profissional de crescer, se especializar, ter contato com novas tecnologias. Isso é claro, além de não conceder os mesmos direitos que um trabalhador formal”, diz Veloso. Em média, um trabalhador formal é quatro vezes mais produtivo do que um que está na informalidade.

Ele lembra que, em geral, a informalidade aumenta em todas as crises. “Mas a recuperação está demorando, o que acaba fragilizando ainda mais o mercado de trabalho. Com a perspectiva de que o País cresça menos do que o esperado este ano, também fica mais difícil que o impacto da informalidade na produtividade diminua.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Brasil crescerá menos de 2% neste ano devido a paralisação, afirma Itaú – 08/06/2018 – Mercado


O Brasil crescerá menos, e abaixo de 2%, neste ano devido à paralisação dos caminhoneiros que afetou o abastecimento em todo o país, ao mesmo tempo em que também piorou o quadro fiscal, segundo relatório do banco Itaú divulgado nesta sexta-feira.

Agora, a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país para este ano está em 1,7%, contra 2% antes, e em 2,5% para 2019, frente a 2,8%.

“A revisão (do cenário econômico) considera o aperto recente das condições financeiras e algum impacto das paralisações no crescimento de 2018, via oferta (-0,1 ponto percentual) e via demanda (-0,1 p.p.)”, escreveu em nota o economista-chefe do banco, Mario Mesquita.

A paralisação dos caminhoneiros contra os elevados preços do diesel durou mais de 10 dias e praticamente parou o país, afetando o abastecimento e a produção. O governo acabou cedendo ao pleito da categoria e anunciou medidas para reduzir o preço do combustível, com custo fiscal de R$ 13,5 bilhões, entre subsídios e renúncia tributária.

Segundo Mesquita, esse cenário também afeta a confiança dos agentes econômicos, efeito que deverá ser sentido nos próximos meses. “As concessões feitas pelo governo para terminar a paralisação têm impacto fiscal, e a paralisação da produção, ainda que temporária, aumenta a incerteza da economia. A conseqüência é uma redução da confiança de consumidores e empresários”, afirmou.

Diante disso, o banco piorou as projeções de déficit primário deste ano a 2,1% do PIB, sobre 1,9% antes, e para 2019 a 1,4%, contra 1,2%.

“O governo adotou uma série de medidas na negociação para encerrar a paralisação dos caminhoneiros, gerando um impacto fiscal negativo líquido de R$ 6 bilhões no resultado primário de 2018”, disse Mesquita.

O Itaú também elevou suas contas para o dólar no fim de 2018 e de 2019, R$ 3,70, ante R$ 3,50. Para a inflação medida pelo IPCA, o cenário é menos apertado, com projeções de 3,8% este ano e 4,1% em 2019, 0,1 ponto percentual a mais do que a conta anterior em ambos os casos.

Assim, Mesquita manteve o cenário de que o Banco Central deve manter a Selic em 6,5 por cento até o fim do ano. “A dinâmica cambial pode influenciar as próximas decisões apenas se impactar de forma relevante as expectativas de inflação”, acrescentou.