Privatização da Eletrobras e cessão onerosa são prioridades do governo, diz Marun – Notícias


O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, afirmou nesta quinta-feira, 14, que a pauta prioritária do Planalto no Legislativo antes do recesso parlamentar tem dois focos: a aprovação dos projetos de desestatização das distribuidoras da Eletrobras e da cessão onerosa.

“A cessão onerosa e a desestatização são as pautas que o governo gostaria e pretende contribuir para que sejam aprovadas, antes do recesso. É sim possível a aprovação nas duas Casas desses dois temas”, disse Marun. “É absoluta a necessidade de que isso (desestatização) aconteça, tanto para que as empresas possam cumprir sua missão de bem atender a população quanto em função da situação financeira das mesmas nos dias de hoje.”

O Planalto prometeu trabalhar pela aprovação dos projetos na Câmara e no Senado, logo após o Congresso apreciar a medida provisória que criou o Ministério da Segurança Pública.

O presidente Michel Temer se reuniu no fim da manhã com os líderes do governo na Câmara e no Senado. Além de Marun, participaram Esteves Colnago, ministro do Planejamento, o senador Romero Jucá (MDB-RR), líder do governo no Senado, o deputado André Moura (PSC-SE), líder do governo no Congresso, e o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), líder do governo na Câmara.

Frete

Sem dar prazo, o ministro afirmou também que o governo vai se manifestar na ação judicial que questiona a fixação de uma tabela mínima de preços para o frete, por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux.

“Os compromissos que o governo assumiu com o setor, especialmente dos caminhoneiros autônomos, durante as negociações que resultaram no fim do movimento, estão sendo e serão todos cumpridos. Inclusive a defesa judicial da tabela de fretes”, declarou a jornalistas após a reunião no Planalto.

Venda de distribuidoras da Eletrobras é uma das prioridades no Congresso, diz Marun – Notícias


BRASÍLIA (Reuters) – O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse nesta terça-feira que um projeto de lei que visa permitir a venda de distribuidoras de energia da Eletrobras é um dos focos da gestão do presidente Michel Temer no Congresso Nacional, assim como o cadastro positivo e a criação do Ministério de Segurança Pública.

Marun, que falou com jornalistas após conversa com os ministros Eduardo Guardia (Fazenda) e Esteves Colnago (Planejamento) e lideranças do Congresso, disse ainda que o governo quer discutir a autonomia do Banco Central no Congresso, mas sabe que o tema é polêmico.

(Reportagem de Mateus Maia)

Governo monitora caminhoneiros ‘radicais’, mas movimento se encerrou, diz Marun – 02/06/2018 – Mercado


O ministro da secretaria de governo, Carlos Marun, afirmou neste sábado que “radicais” tentam organizar, pelo Whatsapp, uma retomada da greve dos caminhoneiros.

De acordo com o ministro, o movimento é pontual, está sendo monitorado pelo governo e não deve prosperar.

Para tentar ressuscitar o os atos, grupo liderado pelo caminhoneiro autônomo Wallace Landim, o “Chorão”, tenta reunir manifestantes em Brasília. Neste sábado (2), apenas cinco caminhões se concentraram em frente ao estádio Mané Garrincha, na capital federal.

Na avaliação de Marun, os motivos que levaram os caminhoneiros à greve não existem mais, já que o governo atendeu aos pleitos da categoria.

“Realmente, existem alguns radicais tentando fazer com que o movimento se retome através do WhatsApp, mas nós temos a expectativa de que isso não vai acontecer”, afirmou à Folha.

“Nós continuamos mobilizados, continuamos atentos, as coisas estão sendo monitoradas, mas até agora não existe motivo para que a gente mude o entendimento de que o movimento efetivamente se encerrou”, disse.

Padilha, Marun, Guardia e outros ministros participam de reunião com Temer – Notícias


O presidente Michel Temer está reunido com dez ministros e um secretário há mais de uma hora para tratar da paralisação dos caminhoneiros em todo o País, que chega ao sétimo dia neste domingo, 27. Os ministros fizeram uma reunião inicial de acompanhamento da crise por cerca de duas horas antes da chegada de Temer e, depois, por volta das 11h15, seguiram para o gabinete do presidente.

A expectativa é que as novas reivindicações dos manifestantes sejam discutidas no encontro. A categoria pede agora a ampliação de 30 para 60 dias no prazo de congelamento do preço do diesel, com desconto de 10%.

Estão presentes os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Torquato Jardim (Justiça), Carlos Marun (Secretaria de Governo), Sergio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional), Moreira Franco (Minas e Energia), Raul Jungmann (Segurança Pública), Eduardo Guardia (Fazenda), Esteves Colnago (Planejamento), a advogada-geral da União, Grace Mendonça, e o ministro interino Eumar Roberto Novacki (Agricultura). Também participa o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid.

Pelo Twitter, o General Villas Boas, comandante do Exército, disse há pouco que participa de uma reunião paralela, sob a coordenação do general Silva e Luna, ministro Defesa, para uma vídeo-conferência com os responsáveis pelas áreas de atuação na solução da greve.

Durante a noite de sábado, 26, entre balanço das 19h e das 22h divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), aumentou o número de pontos de manifestação identificados em rodovias federais de 1.163 para 1179. Desse total, 625 pontos foram desbloqueados entre o início das manifestações até as 22h de ontem. O número de pontos bloqueados de acordo com o último balanço é de 554.

Mais cedo, o general Santos Cruz, Secretário Nacional de Segurança Pública, participou da primeira reunião com os ministros, sem Temer. Antes de entrar, ele afirmou que a Força Nacional é um contingente pequeno, que está distribuído pelo País, e não é suficiente para “influir decisivamente em qualquer ação” para tentar acabar com a greve dos caminhoneiros.

Ele também afirmou que não existe o mínimo risco” das Forças Armadas cometerem algum tipo de erro ao requisitar veículos particulares, medida que foi autorizada ontem por meio de decreto. “Nosso pessoal é muito bem preparado. Não existe o mínimo risco de cometer qualquer erro, de cometer qualquer coisa fora da lei, qualquer coisa que seja condenável do ponto de vista não só legal, da própria educação.”

Questionado se uma possível greve dos petroleiros poderia representar um efeito cascata de paralisações no País, o general disse que “é preciso tomar cuidado com a exploração do movimento por interesses partidários”.