Wall Street fecha em queda após Fed sinalizar mais duas altas de juros neste ano – Notícias


(Reuters) – Os índices acionários dos Estados Unidos encerraram uma sessão volátil em queda nesta quarta-feira após o Federal Reserve elevar as taxas de juros conforme o esperado e projetar um ritmo ligeiramente mais rápido de alta de juros para este ano.

O índice Dow Jones caiu 0,47%, a 25.201 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,4%, a 2.776 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,11%, a 7.696 pontos.

Agora, são esperadas duas novas altas de juros até o fim do ano, ante expectativa anterior de apenas mais uma.

O banco central dos Estados Unidos, que elevou sua taxa de juros em um quarto de ponto percentual para uma faixa de 1,75% a 2%, também derrubou sua antiga promessa de estimular a economia “por algum tempo”.

“A expectativa agora é para quatro aumentos de juros no total em 2018. O consenso estava mais para três, caminhando em direção a quatro, então eu acho que isso é um pouco de surpresa”, disse Katie Nixon, diretora de investimentos do Northern Trust Wealth Management.

“Parece que o Fed está muito mais confiante agora na inflação alcançar, talvez até superar um pouco, sua meta, então eles estão adiantando alguns dos aumentos.”

As novas projeções de membros do Fed sugerem que a inflação poderá ficar acima da meta de 2% do Fed, alcançando 2,1% neste ano e permanecendo neste patamar até 2020.

As ações estavam voláteis após o comunicado, mas fecharam quase perto das mínimas da sessão e vendas foram generalizadas, com a maior parte dos índices do S&P encerrando em queda.

(Reportagem adicional de Lewis Krauskopf e SruthiShankar)

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Chefe do BC diz que não vai usar taxa de juros para conter alta do dólar – Notícias


O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, afirmou nesta quinta-feira (7) que a entidade não usará a taxa básica de juros (Selic) para conter a disparada do dólar.

Em entrevista coletiva, Goldfajn disse que a política monetária (de juros) é separada da política cambial e que não há relação mecânica entre as duas. “A política monetária olha para as expectativas de inflação e o balanço de riscos, e não será usada para controlar taxa de câmbio.

Com a recente disparada do dólar, que fechou esta quinta-feira em alta de 2,28%, cotado a R$ 3,926 na venda, analistas passaram a especular que o BC poderia subir a taxa de juros em um ponto percentual (dos atuais 6,5% para 7,5% ao ano) até o final do ano, começando já na próxima reunião, marcada para os dias 19 e 20 de junho.

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Juros altos fazem os bancos serem o melhor negócio no Brasil


Há décadas as revistas especializadas publicam, ano após ano, os resultados esplêndidos nos lucros dos bancos, os quais sempre ultrapassam os recordes dos anos anteriores. Estas reportagens não passam indiferentes.

Aliás, desde o final da década de 90, os bancos vêm discutindo publicamente suas margens de lucro, seu “spread”, tendo até mesmo o Banco Central se movimentado para produzir um estudo sobre o tema, que vem sendo acompanhado e faz parte de uma agenda de trabalho com o nome BC+, “Mais Cidadania Financeira”, “Legislação mais Moderna”, “SFN mais Eficiente” e “Crédito mais Barato”.

Ao contrário de todo este movimento, inclusive no âmbito legislativo, o que se vê, ou melhor, o que não se vê é a redução do “spread” bancário. O que pode ser facilmente verificado na apresentação do senhor Ilan Goldfajn, presidente do Banco Central, em painel denominado “Projeto Spread Bancário”, que consta a evolução na base de concessão de crédito e no mesmo caminho o crescimento do “spread”.

Os bancos concedem mais e mais crédito e, de forma contraditória, o “spread” não diminui, pois com uma base maior de clientes ele deveria ser menor. Contradição esta que fica gritante ao se observar os princípios para a concessão e barateamento do crédito, que são: educação financeira dos tomadores, legislação moderna, bancos mais eficientes e, consequentemente, crédito mais barato.

Na questão educação financeira ainda há um longo caminho a ser percorrido, pois as crises de superendividamento ainda são parte do cotidiano de crédito. Contudo, legislação moderna e bancos eficientes já são o presente e não metas para futuro. E isso se vê desde o início da democratização do crédito, com a chamada Lei da Reforma Bancária (L. 4.595/64) e com as que lhe seguiram, tais como o DL 70/67 (crédito imobiliário), DL 167/67 (crédito rural), o DL 413/69 (crédito industrial), o DL 911/69 (alienação fiduciária), a Lei 6.313/75 (crédito à exportação), 6.840/80 (crédito comercial), entre outros.

Todas estas leis serviram para modernizar e colocar o sistema financeiro brasileiro como um dos mais evoluídos do mundo. Não bastasse, já que os bancos gritavam dia a dia quanto a necessidade da atualização da legislação, foram editadas modernas leis de Falência e Recuperação Judicial (Lei n.º 11.101 em 2005) e de garantias e instrumentalização de créditos (Leis n.ºs 9.514/97; 10.931/04), entre outras, que possibilitam a rápida recuperação do crédito e até mesmo o completo afastamento das garantias nos processos de recuperação judicial.

Mas os “spreads” baixaram?

O preço em antecipar o futuro (que é a definição de juros) é cada vez maior, como é cada vez maior a vertente dos lucros dos bancos, o que não é ruim para os acionistas, mas é extremamente perverso para a sociedade, pois o que mudou desde 1992? E vejam, antecipar o futuro não precisa necessariamente ser de um sonho de consumo, mas o que é mais comum no dia a dia: um empresário tendo que realizar o pagamento da folha de salários, atender uma demanda de matéria prima, ou mesmo um empregado tendo que ir ao supermercado, utilizando o crédito como um complemento do salário.

Ninguém quer tabelamento, tarifação, pois se sabe que estas bruxarias não funcionam e apenas agravam a economia. Mas como o diesel, para usar o exemplo atual, o crédito é uma das molas propulsoras da economia e se o Banco Central quer, realmente, um “Sistema Financeiro mais Eficiente” e um “Crédito mais Barato”, é o momento de agir com mais vigor contra margens de lucro somente possíveis em operações à margem da lei.

 

Inflação na Turquia fica acima do esperado em meio e alimenta expectativa de alta de juros – Notícias


Por Daren Butler

ISTAMBUL (Reuters) – Os preços ao consumidor da Turquia saltaram 1,62 por cento em maio, acima do esperado, ampliando as expectativas de que o banco central vai elevar a taxa de juros de novo na quinta-feira.

Em reunião de emergência no dia 23 de maio, o banco central elevou os juros em 3 pontos percentuais para sustentar a lira. A moeda havia despencado depois que o presidente Tayyip Erdogan, crítico dos altos custos de empréstimos, disse que exerceria influência sobre a política monetária após as eleições turcas em 24 de junho.

Após os dados de inflação, a lira foi abaixo de 4,6 ante o dólar de 4,6563 no fechamento na sexta-feira. Às 7h16 (horário de Brasília), era negociada a 4,6316 por dólar.

“O mercado está interpretando esse número como tão ruim que na verdade é bom porque vai deixar ao banco central muito pouco espaço em sua próxima reunião para não elevar os juros de novo”, disse o estrategista da BlueBay Asset Management Timothy Ash.

Em pesquisa da Reuters, analistas projetavam que o índice de preços ao consumidor subiria 1,45 por cento na comparação mensal. Os dados do Instituto Turco de Estatísticas mostraram que o índice saltou 12,15 por cento na base anual, contra 10,85 por cento em abril.

“No curto prazo a alta da inflação pode continuar devido aos efeitos de base, mas uma tendência de queda começará no segundo semestre do ano com medidas coordenadas de políticas fiscal e monetária”, disse no Twitter o vice-primeiro-ministro Mehmet Simsek.

Desconto de US$ 68,4 mi que o Brasil deu em juros de empréstimos para Cuba é ilegal, aponta TCU – 02/06/2018 – Mercado


O governo brasileiro concedeu descontos da ordem de US$ 68,4 milhões (cerca de R$ 255,6 milhões) nos juros de empréstimos concedidos pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento) a Cuba.

O governo da ilha caribenha usou o dinheiro para construir o porto de Mariel, inaugurado em 2014, com a presença da então presidente Dilma Rousseff (PT). De acordo com o TCU (Tribunal de Contas da União), estes descontos foram ilegais em pelo menos quatro operações de crédito a partir de 2010 com o BNDES.

Para a realização do empréstimo, foi utilizado um mecanismo financeiro previsto pelo Tesouro Nacional chamado Proex-equalização, que permite baixar os juros de um empréstimo a um país estrangeiro por até dez anos (120 meses).

O objetivo é conseguir competir com outros países que ofereçam condições mais vantajosas, e a União paga a diferença. 

O governo brasileiro decidiu, porém, conceder o benefício por 25 anos (300 meses), o que, afirma o TCU, é ilegal segundo a legislação vigente.

O órgão de controle também constatou que as condições oferecidas pelo BNDES não só foram iguais às disponíveis no mercado internacional naquele momento, mas sim ainda melhores.

Contatados pela reportagem, o BNDES e os ministérios envolvidos nestas negociações afirmam que colaboram com todas as auditorias e investigações (leia mais abaixo).

Se a regra vigente tivesse sido obedecida, o desconto máximo possível nos juros dos empréstimos concedidos a Cuba seria de US$ 54,629 milhões no total —ou cerca de R$ 204 milhões. Com o aumento de prazo, o desconto concedido passou para US$ 123,11 milhões. A diferença (US$ 68,4 milhões) é o valor que foi considerado ilegal pelo TCU. 

A avaliação faz parte de uma auditoria sigilosa, à qual o UOL teve acesso, que o TCU está realizando em todos os negócios do BNDES com empresas envolvidas na Operação Lava Jato.

“Este valor preliminar corresponde a um aumento nos dispêndios com equalização em 125% em relação ao valor que seria gasto caso as operações tivessem seguido as condições regulamentares, uma vez que as aprovações propiciaram a ampliação do benefício da equalização por 15 anos acima do limite máximo legalmente permitido”, afirma o relatório do tribunal de contas.

Os empréstimos do BNDES a Cuba começaram em 2009, no segundo mandato do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (de 2007 a 2010), e continuaram no primeiro mandado de sua sucessora, Dilma Rousseff (de 2011 a 2014).

Empréstimo

Ao todo, o BNDES emprestou US$ 682 milhões, ou R$ 2,55 bilhões, para a construção do porto de Mariel e de projetos de infraestrutura no entorno, como uma rodovia que leva até o local.

As obras foram feitas pela construtora brasileira Odebrecht. A empreiteira diz que colabora com a Justiça do Brasil e dos países onde atua (leia mais abaixo). 

Os órgãos diretamente responsáveis pelas irregularidades apontadas pelo TCU são a Camex (Câmara de Comércio Exterior), que reúne representantes dos ministérios da Fazenda e das Relações Exteriores, entre outros, para formular a política de comércio internacional do Brasil, e o Cofig (Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações), responsável por gerir o fundo da União que garante os empréstimos.

Em março de 2017, a Folha mostrou que o governo brasileiro assumiu riscos altos ao apoiar os negócios da Odebrecht em Cuba.

Na visão do governo Lula, o processo de abertura econômica em Cuba criava oportunidades para as empresas brasileiras e a queda do embargo comercial imposto pelos EUA era questão de tempo, tornando necessário que elas se posicionassem antes de rivais de outros países. 

Hoje, mais de quatro anos após a inauguração, a Zona Especial de Desenvolvimento de Mariel caminha a passos lentos e encontra dificuldade de atrair empresas. Até agora, apenas duas empresas brasileiras estão instaladas no local.

A burocracia afugenta os investidores. De acordo com o governo cubano, US$ 1,2 bilhão (R$ 4,5 bilhões) foi investido em Mariel até agora.

Venezuela deu calote

Nesta semana, o UOL mostrou que o governo brasileiro fez outras manobras financeiras irregulares para dar um desconto de R$ 735 milhões no valor pago pelo seguro de empréstimos a países da América Latina, África e Caribe.

No início de maio, foi revelado que a exposição total do fundo que garante estes empréstimos é de R$ 64 bilhões.

Em março, o UOL já havia mostrado que a Venezuela deu um calote de quase R$ 1 bilhão em empréstimos, tomados juntos ao BNDES e ao Credit Suisse, e que o governo brasileiro assumiria a dívida com recursos do FGE (Fundo de Garantia à Exportação).

Após o calote, a Câmara dos Deputados teve que aprovar de maneira emergencial um manejo de recursos do Orçamento da União para cobrir esse prejuízo e outro referente a um calote de Moçambique (ocorrido no ano passado), com recursos do seguro-desemprego.

Depois do calote, o governo federal alterou as regras para a concessão do seguro.

O UOL procurou Celso Amorim, ex-ministro das Relações Exteriores de 2003 a 2010, no governo Lula, para comentar quais eram os objetivos do Brasil com a política de empréstimos a outros países naquela época.

“Era um objetivo do governo aproximar o Brasil dos países africanos e latino-americanos”, afirmou Amorim.

“Não era uma questão ideológica, era política. Avaliamos que o país tinha muito a ganhar aumentando a presença nestes países, dentro da geopolítica mundial. A aproximação econômica, concessão de empréstimos, era só uma das frentes de atuação”, disse o ex-ministro.

Analista vê ingenuidade

Gustavo Fernandes, professor do mestrado de gestão e políticas públicas da FGV (Fundação Getúlio Vargas), criticou este investimento específico. “No caso do porto de Mariel, acredito que era muita ingenuidade investir lá”, afirma.

“Mesmo que a abertura econômica acontecesse na ilha, eles ficam a cerca de 100 km de distância dos Estados Unidos. Quem você sinceramente acha que seria o principal parceiro comercial da ilha, os EUA ou o Brasil?”, questiona Fernandes.

“Não teríamos a menor condição de competir com eles, construímos um porto para os cubanos e os americanos usarem. Sem falar que a queda do embargo e a tal abertura econômica não vieram até hoje, logo não tem muito o que fazer por lá com aquele porto.”

Ministério da Fazenda e BNDES dizem que colaboram

O Ministério da Fazenda, por meio de sua assessoria de imprensa, afirma que está prestando todas as informações solicitadas pelo órgão de controle para auxiliar as análises das equipes de auditoria.

“Até o momento, a única determinação recebida do TCU foi a elaboração, com o auxílio da ABGF (Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias), de estudos referentes à sustentabilidade atuarial do FGE”, diz a nota enviada ao UOL.

De acordo com a Fazenda, apenas após este estudo será possível dizer se as práticas apontadas pelo TCU comprometem ou não suas finanças. O ministério destaca também que o aperfeiçoamento dos mecanismos do FGE é um objetivo comum com os órgãos de controle.

O BNDES, também por meio de sua assessoria de imprensa, informa que está atendendo a todas as requisições e prazos do TCU e que colabora totalmente com a realização das auditorias sobre as operações de crédito em questão.

O banco público afirma que até o momento não há parcelas em atraso por parte do governo cubano.

Procurado pela reportagem, por meio de sua assessoria de imprensa, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços não respondeu até a publicação desta reportagem.

O UOL também procurou representantes do consulado de Cuba em São Paulo, por email e telefone, mas não conseguiu resposta.

Investigação continua na Lava Jato

O TCU abriu em maio processos administrativos para apurar responsabilidades individuais de servidores públicos nas ilegalidades encontradas na auditoria.

Os achados também foram enviados para o MPF (Ministério Público Federal) e à PF (Polícia Federal) para serem incluídos nas investigações da Operação Lava Jato.

O principal processo na Justiça que envolve este caso é a denúncia por corrupção passiva e ativa da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra o ex-presidente Lula, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), os ex-ministros dos governos do PT Antônio Palocci e Paulo Bernardo e o empresário Marcelo Odebrecht.

Os políticos são acusados de receber US$ 40 milhões de propina da empreiteira.

De acordo com a denúncia, apresentada no final de abril, executivos da Odebrecht contaram em delação premiada que prometeram a propina ao PT em troca de a empreiteira ser beneficiada em contratos e decisões do governo, incluindo nos empréstimos para outros países que contratassem os serviços da Odebrecht.

Em nota, a construtora afirma que “está colaborando com a Justiça no Brasil e nos países em que atua”.

De acordo com a assessoria de imprensa, a Odebrecht  assinou acordo de leniência com as autoridades de Brasil, Estados Unidos, Suíça, República Dominicana, Equador, Panamá e Guatemala.

“[A Odebrecht] implantou um sistema para prevenir, detectar e punir desvios ou crimes. E adotou modelo de gestão que valoriza não só a produtividade e a eficiência, mas também a ética, a integridade e a transparência”, diz a nota.

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Um artigo de André Lara Resende para o jornal Valor Econômico deu início a um grande debate sobre o impacto dos juros altos na inflação. Neste vídeo …

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Artigo: A Velha Batalha contra o Novo Autor: Leandro Narloch Disponível em: Parte do livro “Um pequeno passo para a Liberdade” Leituras Relacionadas …

Bullard, do Fed, pede “cautela” em relação a mais altas de juros – Notícias


O presidente da distrital do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) em St. Louis, James Bullard, reiterou nesta terça-feira sua visão de longa data de que seria um erro implementar mais altas de juros nos EUA.

“A cautela pode ser justificável ao decidir sobre elevar ainda mais a taxa de juros no curto prazo”, disse Bullard em discurso na capital japonesa, Tóquio.

Bullard não vota nas reuniões de política monetária do Fed neste ano. Há quase dois anos, ele vem defendendo taxas de juros baixas, diante das mudanças na economia americana. Em razão disso, Bullard se opõe à estratégia do Fed de elevar seus juros básicos gradualmente.

Há grandes expectativas de que o Fed volte a elevar seu juro básico – atualmente numa faixa de 1,5% a 1,75% – em junho. Em março, quando foi anunciado o último ajuste, dirigentes da instituição previram três elevações ao longo de 2018, mas alguns deles acreditam que a força do mercado de trabalho e o avanço da inflação poderão permitir até mais aumentos neste ano.

Segundo Bullard, as expectativas de inflação baixa dos mercados financeiros são um bom motivo para não elevar juros até que as expectativas demonstrem mais confiança de que o Fed irá trazer a inflação de volta para a meta de 2% de forma sustentável.

Bullard avalia também que a política monetária do Fed chegou a um ponto neutro no que diz respeito à atividade econômica. Além disso, ele teme que novas altas de juros levem os rendimentos de bônus de curto prazo a superar os de papéis de mais longo prazo, num movimento conhecido como inversão da curva de juros. Esse tipo de precificação normalmente é associada à uma crise econômica iminente.

“A curva de juros nominal pode se inverter neste ano ou em 2019, o que seria um sinal negativo para as perspectivas macroeconômicas dos EUA”, alertou Bullard. Fonte: Dow Jones Newswires.