EOS mal foi lançada e já trouxe bug na sua blockchain, congelando todas as transações da rede



A blockchain da EOS foi interrompida depois que um aparente bug no software mainnet fez com que a rede parasse inesperadamente e indefinidamente.

De acordo com um post da EOS New York publicado em nome dos 21 maiores produtores de blocos e nós standby, a mainnet parou inesperadamente no dia de ontem, após o que os produtores de bloco iniciaram uma teleconferência para identificar e discutir o assunto. Uma hora depois, os produtores de bloco de espera desligaram seus nós e fizeram backup de dados de blockchain para ajudar a garantir que nenhum histórico de rede fosse perdido.

Os desenvolvedores identificaram o problema às 13:02 UTC, e uma atualização publicada no canal Telegram EOS Mainnet Updates afirmou que o criador do EOS, Block.one, está desenvolvendo um patch de software.

“A causa raiz foi devido a como as transações diferidas foram tratadas. A correção está sendo lançada em breve pela BlockOne.”

Essa versão de software, que será emitida sob a tag 1.0.5, introduzirá uma correção de nodes. Uma vez que os produtores de blocos tenham atualizado seus nós, os blocos serão repetidos até o último bloco irreversível – 1027597, de acordo com o CryptoLions.io – e os produtores de blocos serão sincronizados entre si. Finalmente, a cadeia será reaberta ao acesso público.

Aa rede EOS só foi ativada em 14 de junho, e essa falha de rede ocorreu menos de 48 horas depois que o blockchain entrou em operação.

Embora os produtores de blocos tenham se esforçado muito para manter os usuários informados sobre o estado da rede, o fato de que o blockchain está atualmente sendo depurado em uma teleconferência destacou porque muitos críticos argumentaram que a EOS não é uma criptomoeda suficientemente descentralizada.

Newwegg, Namecheap e mais de 100 mil empresas começam a aceitar Bitcoin Cash

Mais de 100.000 lojas parceiras da BitPay agora aceitam Bitcoin Cash. A Bitcoin Cash foi totalmente integrada no serviço BitPay, os usuários descobriram que estão aceitando esta criptomoeda, embora não tenham recebido nenhuma notificação. “Eu apenas…


Steve Wozniak: Alguém me roubou sete bitcoins

  O co-fundador da Apple, Steve Wozniak, disse que ladrões roubaram dele sete bitcoins. “Eu tinha sete bitcoins, que foram roubados por fraudadores“, confessou Wozniak durante cúpula de negócios na…


A bola já está rolando na Copada sobrevivência do consumidor – 13/06/2018 – Maria Inês Dolci


Matéria desta Folha, que comprova desinteresse recorde (53%) em relação à Copa, não surpreende. Os brasileiros estão maduros o suficiente para perceber que outra grande competição já começou a ser travada, e se acentuará tão logo termine a Copa do Mundo: a do esforço para chegar até as eleições, em outubro, com mínimas condições de sobrevivência e consumo.

A batalha do consumidor será para superar, no dia a dia, os efeitos do movimento de caminhoneiros, empresas e políticos; as ações dos especuladores no mercado do dólar, e o estresse que antecede a votação para presidente.

Até agora, a economia anêmica e o absurdo índice de desemprego impediram maior contaminação dos preços. Quem garante que isso continuará indefinidamente?

Produtos como óleo de soja, todos os derivados do trigo (farinha, pão, massas, biscoitos), açúcar, combustíveis, eletroeletrônicos, medicamentos e veículos são afetados, em maior ou menor grau, pela escalada do dólar.

Sem contar, é claro, as viagens ao exterior – a lazer, estudo ou negócios –, que em muitos casos não podem ser evitadas. Este ano, o dólar já subiu quase 20%, fruto de uma especulação criminosa e covarde, pois há reservas cambiais de sobra.

Frente a este pesadelo de uma noite de inverno, os consumidores devem ficar duplamente alertas. Têm de comparar cada preço e adiar compras menos urgentes, além de substituir produtos e serviços quando necessário e possível.

Essa postura é totalmente diferente daquela de ‘fiscais do Sarney’, em que o governo da época tentou terceirizar à população a responsabilidade pela manutenção de um tabelamento de preços natimorto. Também pagamos até hoje os custos de barbeiragens econômicas do governo anterior, como o adiamento dos reajustes dos combustíveis, a desoneração de algumas áreas da economia em detrimento de outras e cofres abertos sem lastro.

Como sofrimento pouco é bobagem, ficamos sabendo agora que há uma corrida maluca por cargos nas agências reguladoras. Imaginem o que ocorrerá devido à disputa política em agências encarregadas de arbitrar relações entre consumidores e empresas, em áreas como saúde, energia e telecomunicações.

Enfim, as notícias não são boas e enfraquecem o interesse no principal campeonato mundial de futebol. Dificilmente algum brasileiro não assistirá às partidas da seleção. Daí a reunir família, vizinhos e colegas para amplas comemorações vai uma grande distância. Estamos mais preocupados em sobreviver a este cruel 2018 .

A não ser que as conquistas da seleção brasileira de futebol sejam tão animadoras que mudem este estado de espírito. Torcemos por isso, porque mau humor não melhora economia nem política.

General Motors diz que tarifas nos EUA já elevam seus custos – Notícias


Detroit, Estados Unidos, 12 Jun 2018 (AFP) – As elevadas tarifas dos Estados Unidos sobre as importações de aço e alumínio aumentaram os gastos da General Motors (GM), mas a empresa ainda examina o impacto dessa decisão, afirmou nesta terça-feira (12) sua presidente-executiva Mary Barra.

“Notoriamente, queremos manter a rentabilidade nos nossos veículos. Estamos vendo o aumento dos custos”, disse.

“Estamos trabalhando para entender o impacto” das tarifas, pois indicou que há “inúmeros fatores no comércio, e a indústria do automóvel é um negócio muito complexo”.

Barra afirmou ainda que as negociações para atualizar o Acordo de Livre-Comércio da América do Norte (Nafta, na sigla em inglês) não foram concluídas e deu a entender que o panorama é incerto.

Desde 1 de junho, o governo do presidente Donald Trump impôs tarifas de 25% sobre o aço e de 10% sobre o alumínio provenientes de grandes parceiros, como União Europeia, Canadá e México – que começaram a executar medidas de represália.

Já a renegociação do Nafta está estagnada por exigências de Washington de que os automóveis fabricados em países-membros tenham maior quantidade de componentes americanos para ficarem isentos de tarifas.

Barra disse que, apesar da incerteza comercial, a GM não viu a necessidade de alterar suas previsões de longo prazo.

“No chegamos a uma posição na qual devemos mudar nossos planos”, disse.

str-dg/hs/gm/ja/ll

BMW Brasil já adiou planos em um ano por ausência do Rota 2030 – Notícias


(Bloomberg) — Sem uma definição sobre a nova política industrial do setor automotivo brasileiro, chamada de Rota 2030, a expectativa por um anúncio, ainda sem data certa para ocorrer, deixa a situação preocupante e angustiante, impedindo qualquer definição sobre estratégia e investimentos para o futuro, segundo Helder Boavida, presidente e CEO do BMW Group Brasil.

Boavida disse que o mercado, até agora, tem reagido e mostrado crescimento, e cita como fatores adicionais de preocupação as eleições presidenciais e a indefinição política. “Precisamos desta definição para termos previsibilidade, para definirmos os nossos planos para aquilo que vai ser o futuro”, disse ele em entrevista em 7 de junho, no escritório da empresa, em São Paulo.

“Independentemente disso, a BMW continua super comprometida com o Brasil”, disse Boavida, acrescentando que o segmento premium automotivo cresce em 2018 pela primeira vez nos últimos três anos. “E nós estamos crescendo o dobro” dos pares.

Ele cita o aumento nas vendas das marcas BMW e Mini no Brasil, e a maior participação de mercado em relação às concorrentes diretas, mas “muito aquém do que são as nossas necessidades”. Para ele, apesar de as vendas sinalizarem que o pior ficou em 2017, na parte industrial a indefinição sobre o Rota 2030 não permite tomar decisões que tinham de ter sido tomadas há um ano. “Temos produtos que têm ciclos de vida de sete anos e que precisam dessa previsibilidade para serem feitos e neste momento estão atrasados”.

Rentabilidade e Câmbio

Boavida esclarece que a decisão de construir a fábrica no Brasil, na cidade de Araquari, Santa Catarina, levou em conta o cenário do Inovar Auto, que estimulava as montadoras a investirem em plantas locais em troca de benefícios na tributação de modelos importados. “Não temos dúvida nenhuma de que, pelo menos enquanto existiu o Inovar Auto, porque agora estamos no vazio, não há forma mais eficiente de vender no Brasil do que produzir os carros localmente”. A situação atual em termos de rentabilidade, sem o Rota 2030, “é a pior de todas, que é não ter um regime”.

Para o executivo, a BMW consegue viver com e sem regimes, “mas nos digam para onde o governo quer ir, para onde o país quer ir para tomarmos as nossas decisões”. Sem divulgar quais as metas de rentabilidade, Boavida disse a operação brasileira não tem atingido os objetivos e que “tem sido um desafio muito grande”.

“Essa, talvez, é a maior preocupação. Com uma fábrica com um nível de ociosidade de 50% é muito difícil atingir os objetivos de rentabilidade, senão quase impossível”. Apesar da dificuldade, o executivo disse que sem a instalação da fábrica, a BMW não teria a base de clientes atual “e o negócio seria de outra dimensão”.

Além da ausência da política setorial, apontada como principal fator de preocupação, Boavida cita ainda a evolução cambial. “Diria que são os dois temas principais que temos hoje”, disse ele acrescentando também a complexidade fiscal do país como “algo estrutural” e que “complica muito as nossas operações”.

Exportação?

Boavida lembra que a situação no passado já era complicada, porque a montadora precisava de um componente de exportação para equilibrar a fábrica e reduzir a ociosidade, em meio à queda do mercado brasileiro. “Hoje em dia, além de termos um mercado que não se restabeleceu completamente, de continuarmos a não ter os acordos de livre comércio, não temos um regulamento do setor que estabeleça regras claras”.

Ele explica que a fábrica brasileira, inaugurada em 2014, não abastece os países vizinhos pela ausência de tratados de livre comércio com o Brasil e porque nos acordos atuais de comércio, o nível de conteúdo local exigido para exportar é muito elevado e todas as marcas premium, pelo volume, não conseguem atingir o patamar de nacionalização. “Isso passaria a ser viável com acordos de livre comércio ou com um nível de conteúdo local menos exigente, que permitiria cumprir essas regras e realizar a exportação”.

“O Brasil tem um potencial enorme. Acreditamos nesse potencial, pena ser um potencial que vamos vendo ser adiado ano após ano. O que falta, de fato, é um pouco de estabilidade e um pouco de visão para esse país possa se desenvolver”.

“O que acho importante para o Brasil é que o país tenha um resultado eleitoral onde saia uma democracia reforçada, onde o populismo não exista, onde exista muito mais uma visão de longo prazo, em que se aposta muito mais na educação, em que o Brasil se abra muito mais ao mundo exterior em termos comerciais, com verdadeiros acordos de comércio com outros países, que o Brasil se torne um país mais fácil de se governar, notadamente em termos fiscais”.

Agora já é possível viajar de ônibus no Brasil pagando com Bitcoin


Se você é de Londrina, Paraná, você já tem um motivo para comemorar! A empresa de transportes rodoviários Viação Garcia, anunciou em seu site oficial que agora aceita Bitcoin como forma de pagamento para suas viagens.

O Guia do Bitcoin incentiva que mais empresas e pessoas adotem as criptomoedas como meio de pagamento, pois está estimulando e disseminando cada vez mais os incontáveis benefícios proporcionados a todos os brasileiros.

A empresa postou em seu site:

Viação Garcia aceita moeda virtual

Pioneira no país, a empresa inova mais uma vez no atendimento ao cliente

A Viação Garcia, empresa do Grupo GBS, iniciam hoje (06), a venda de passagens online via criptomoedas. No país, é o primeiro grupo de transporte de passageiros a aceitar este sistema digital de moeda descentralizada como pagamento.

O grupo optou, em um primeiro momento, por utilizar  Bitcoins (BTC), a moeda virtual mais conhecida hoje no mercado. Segundo a direção, até julho, outras duas criptomoedas serão aceitas: a BitcoinCash e a  Litecoin.

Para adquirir passagens via bitcoins, o cliente acessa o site da empresa Viação Garcia (www.viacaogarcia.com.br) e segue o processo normal de compra online. Na tela de opção de pagamento ele deverá fazer a escolha: pagamento em cartão ou bitcoin.

Ao escolher a opção bitcoin, o cliente deverá abrir sua carteira virtual e escanear o código que aparece na tela do site. Feito isso, é só confirmar e pronto, a compra foi realizada. O voucher será encaminhado ao e-mail do cliente confirmando o pagamento e também o comprovante para o embarque.”

Encontre mais empresas que aceitam Bitcoin

Quer pagar em Bitcoin? O CoinMap é uma ferramenta que também mostra e localizada todos os comerciantes que aceitam Bitcoin no Brasil e no mundo.

Link da notícia: http://www.viacaogarcia.com.br/noticias/a-viacao-garcia-aceita-moeda-virtual

P2P – A economia dos iguais

Negociação P2P implica parceiro igual e relacionamento econômico sem intermediários. Rede de pares Uma rede pe2 (peer-to-peer) é chamada assim, porque todos os participantes da rede são equipotentes, ou seja,…


BITCOIN – JÁ OUVIU FALAR SOBRE ELE?




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Mercado de imóveis corporativos no Brasil já saiu da crise, mas eleições podem conter retomada em 2018 – Notícias


Por Gabriela Mello

SÃO PAULO (Reuters) – O mercado brasileiro de escritórios corporativos neste ano dará continuidade à recuperação iniciada em 2017, quando registrou crescimento de quase 270 por cento na ocupação em São Paulo e superior a 100 por cento no Rio de Janeiro, apoiado na melhora da economia e da confiança entre os empresários.

Para 2018, a expectativa é de que os preços dos imóveis se estabilizem antes de retomarem a trajetória de alta interrompida pela mais severa recessão em décadas, mas esse processo não será uniforme e tende a variar conforme a região, mostrou estudo da consultoria imobiliária NAI Brazil.

A companhia, que é fruto de uma associação da Engebanc Real Estate com a NAI Global, quinto maior grupo de corretagem do mundo, atua no gerenciamento e supervisão de projetos, além de fazer avaliações de propriedades, tendo entre os clientes empresas como Petrobras, grandes bancos e redes de varejo.

“O mercado ainda não está 100 por cento recuperado da crise mas ficou claro no fechamento do ano passado que o pior ficou para trás… 2018 tende a ser bom e pode ser espetacular se tivermos um cenário eleitoral benigno ao fim do primeiro semestre”, afirmou à Reuters o presidente da NAI Brazil, Marcelo da Costa dos Santos.

Santos explicou que o mercado de escritórios corporativos tende a operar normalmente até o fim de junho ou início de julho, dando continuidade ao desempenho positivo do último trimestre do ano passado, mas a indefinição na política pode retardar o ritmo de atividade até as eleições. Ainda segundo ele, o desfecho mais favorável para o setor seria a vitória de um candidato de centro-direita com agenda reformista.

Na cidade de São Paulo, cujo estoque nas principais zonas empresariais somava mais de 5 milhões de metros quadrados, as locações superaram o total de desocupações em 194.845 metros quadrados em 2017, alta de 267 por cento ante os 53.084 metros quadrados apurados em 2016.

“O ano de 2017 foi o melhor da série histórica desde 2012 tanto na absorção líquida quanto bruta”, observou Daniel Iannicelli, diretor de serviços corporativos, escritórios e varejo da NAI Brazil.

Com isso, a disponibilidade em São Paulo caiu a 21 por cento, de 22,3 por cento no ano anterior. Apenas no segmento de alto padrão, essa taxa recuou para 20,3 por cento, de 25,1 por cento em 2016. Para imóveis intermediários, o percentual foi a 21,8 por cento, de 19,2 por cento.

Segundo Iannicelli, inquilinos ainda encontram preços e condições contratuais atrativos, o que deve favorecer o chamado “flight to quality”, uma migração para empreendimentos mais sofisticados e com melhor especificação técnica nos próximos meses.

Ele ressaltou, no entanto, que as entregas de novos imóveis devem cessar neste ano, abrindo uma janela para consumo dos estoques antes da chegada de novos lançamentos. “Esse novo estoque estará quase todo consumido em dois anos, dependendo da região”, explicou o diretor.

No caso do Rio de Janeiro, que vive uma crise de segurança pública e das finanças estaduais, a disponibilidade subiu 36 por cento em 2017, de 31,5 por cento no ano anterior, muito embora as ocupações tenham superado as desocupações em 2.680 metros quadrados, marcando uma inversão do resultado líquido negativo de 101.514 metros quadrados de 2016.

“O Rio de Janeiro tem uma peculiaridade interessante… a diferença de preços entre alto padrão e intermediário é menor, então não se vê tanto flight to quality”, explicou Iannicelli, acrescentando que a NAI Brazil já tem uma demanda contratada de 20 mil metros quadrados no mercado carioca.

GALPÕES INDUSTRIAIS E LOGÍSTICOS

Diferentemente do setor de escritórios corporativos, 2017 foi o pior ano para o mercado brasileiro de galpões industriais e logísticos, com queda de 24 por cento nas ocupações ano a ano, apontou o levantamento da NAI Brazil.

O desempenho negativo foi puxado principalmente pelo Rio de Janeiro, onde a disponibilidade cresceu de 19,2 para 25,3 por cento, ofuscando números mais positivos em outras praças, notavelmente São Paulo, que respondeu por 71 por cento de tudo que foi locado em 2017.

“São Paulo, Pernambuco e Minas Gerais estão perto de uma retomada mais contundente, enquanto o Rio de Janeiro e o Paraná estão um pouco atrás e devem ter lentidão na recuperação”, disse Abiner Oliveira, diretor de serviços industriais e logísticos da NAI Brazil.

Em São Paulo, destacou Oliveira, 87 por cento das ocupações ocorreram na Grande São Paulo, com destaque para os municípios de Guarulhos, Cajamar e o Grande ABC, onde a disponibilidade já beira um nível “saudável” de 15 por cento.

“Guarulhos liderou por causa do trecho norte do Rodoanel (leiloado em janeiro pelo governo paulista), mas Cajamar também foi bastante demandado, tendo vocação para grandes locações com inquilinos alugando acima de 15 mil metros quadrados”, afirmou Oliveira.

Na avaliação dele, a tendência para o setor de galpões industriais e logísticos como um todo é de crescimento, com menor pressão de preço e vacância mais controlada. “Não haverá tanta flexibilidade nas negociações e concessões como carência alongada e descontos tendem a diminuir, dependendo das eleições”, explicou Oliveira.

Bitcoin Continua em Queda e US$ 8.000 já é Realidade; Altcoins Despencam


Um novo dia começou mas a situação continua a mesma. Bitcoin amanhece mais um dia em queda, tendo chegado a US$ 8.094 às 7:00 na Bitstamp.

Gráfico BTC/USD da Bitstamp

Esse é o menor preço desde o dia 25 de novembro do ano passado.

Ao conversar com um grande amigo meu, experiente no mercado e trader a vários anos, ele disse que o principal suporte do bitcoin agora encontra-se perto dos US$ 7.000, portanto, eu não me assustaria caso o bitcoin chegasse próximo disso.

No Brasil, a coisa também está feia e o bitcoin já acumula uma queda superior a 20% desde ontem, sendo negociado agora próximo aos R$ 25.000. O volume nas últimas 24 horas nas principais exchanges do Brasil foi de 4.098 BTC, um volume bem alto perto do normal.

Uma outra coisa interessante é que há exatamente 1 ano atrás, o bitcoin era cotado a US$ 960. Dito isso, a criptomoeda acumula uma alta de quase 800% em 365 dias.

Tratando-se de notícias que possam justificar a queda, nada diferente do que já foi informado ontem.

Altcoins em queda

Entre as criptomoedas, o bitcoin é o que está mais suportando a queda. Com exceção dele, todas as altcoins desvalorizaram mais de 20% nas últimas 24 horas. Com isso, o bitcoin volta a aumentar o seu marketcap, que agora é de 36%.

Cardano, NEM e Stellar amarguram as piores quedas, com mais de 30% cada.

O valor de mercado das criptomoedas agora representa agora  US$ 390 bilhões, menos de 50% do que já foi um dia, quando chegou a US$ 830 bilhões.

Leia Também: Janeiro foi o Sétimo Pior Mês da História do Bitcoin

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