Noticia que cidade chinesa irá lançar exchange governamental causa confusão


O governo municipal da cidade de Chongqing, na China, está ponderando a formação de uma “exchange de ativos digitais blockchain”, mas ninguém sabe ao certo o que isso significa.

Na quinta-feira, o Comitê de Economia e Informação, uma agência de desenvolvimento econômico que faz parte do órgão executivo do governo de Chongqing, publicou cinco medidas que a cidade tomará para promover a tecnologia blockchain na área.

Além de atrair talentos mais especializados com recursos adicionais, o comunicado disse que se concentrará na construção de um ecossistema de blockchain, que incluiu o “estabelecimento de uma exchange de ativos digitais blockchain”.

Com esse texto, o esforço foi inicialmente antecipado pela comunidade de criptomoedas chinesa como sendo uma exchange de criptomoeda apoiada pelo governo, e foi então circulada como tal entre a mídia local e na plataforma de rede social Weibo.

Mais tarde na quinta-feira, no entanto, o aviso foi excluído do site da agência. A razão, como sugerido pelos relatórios locais, é que o governo central ordenou a suspensão do projeto, uma vez que poderia entrar em conflito com a proibição existente sobre o comércio de criptomoedas e as ofertas iniciais de moeda (ICOs).

Posteriormente, o site oficial do governo da cidade de Chongqing republicou a mesma declaração na manhã de sexta-feira – incluindo a menção da “exchange de ativos digitais blockchain”.

Perguntado sobre a suposta suspensão e se o movimento ponderado é construir uma exchange de criptomoedas, um funcionário do governo da agência disse que eles não estavam autorizados a revelar mais detalhes.

Então, sexta-feira, uma fonte de notícias local citou informações do governo indicando que os ativos digitais podem não ser os mesmos tokens ou criptomoeda da exchange de ativos digitais blockchain parece ser uma plataforma que facilita as trocas de “ativos não-padrão” que são digitalizados através da tecnologia blockchain. Como tal, a plataforma não seria aberta ao público, diz o relatório.

De acordo com uma definição do Comitê Regulador Bancário da China, ativos não-padrão referem-se a títulos que podem assumir a forma de cartas de crédito, empréstimos de crédito, etc. Eles podem ser trocados entre instituições, mas não são negociáveis ​​em uma bolsa secundária.

Esse sistema está aderindo cada vez mais a blockchain e vários bancos comerciais privados chineses já começaram a pilotar um sistema baseado em blockchain para transferir transações de cartas de crédito em uma blockchain do consórcio.

Liberland, uma nação construída com bitcoin

Bem vindo a Liberland. Satoshi Nakamoto projetou o bitcoin para perturbar o mercado financeiro global. Mas um homem tem um plano ainda mais controverso para a blockchain: construir um país. …


Western Union não irá adicionar suporte de transferência de criptografia no futuro próximo, diz CEO


Western Union Co. O CEO Hikmet Ersek disse que o serviço global de transferência de dinheiro não acrescentará uma solução de transferência de criptografia aos seus serviços em breve, anunciou o

em 13 de junho.

Falando no Economic Club of New York , o chefe da maior empresa de transferência de dinheiro do mundo explicou que os clientes se inclinam em direção à moeda fiduciária em relação às moedas digitais, devido à possibilidade de uma utilização mais ampla de ativos tangíveis, como dinheiro. Ele disse:

“Os consumidores nos dizem o que querem. As pessoas não estão pagando suas contas hospitalares em criptos. ”

Ersek também listou bancos centrais “ postura geralmente cética em relação às criptomoedas como uma razão para não expandir seus serviços para ativos digitais. De acordo com Ersek, os bancos centrais não estão dispostos a abrir mão do controle sobre sua moeda local para mudar para uma alternativa digital ou descentralizada. Ele disse que "as nações são construídas sobre bandeiras, constituições, fronteiras e moedas", acrescentando que nenhum banco central de uma moeda de reserva consideraria desistir desse tipo de controle.

Em dezembro do ano passado, Western Union lançou uma campanha contra transações de transferência eletrônica envolvendo câmbio digital devido aos regulamentos internos da empresa. Em um post de um usuário do Reddit, a empresa teria dito ao Kraken que não processaria uma transação relacionada a moedas digitais porque era contra regras internas.

Em fevereiro, a Western Union confirmou que era transações de teste com o uso do sistema de liquidação baseado em blockchain da Ripple. Ersek disse: "Estamos procurando especialmente na liquidação de processamento e otimização de capital de giro, também na parte de regulamentação, na parte de conformidade nas capacidades de blockchain."

Trump e Irã se estranham sobre preços do petróleo antes de reunião da Opep – Notícias


WASHINGTON/LONDRES (Reuters) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o Irã trocaram farpas sobre os preços do petróleo nesta quarta-feira, com Trump culpando a Opep pela alta dos preços da commodity e Teerã acusando-o de estimular a volatilidade depois de ter saído do acordo global de armas nucleares no mês passado.

Trump começou o mais recente toma-lá-da-cá quando reiterou seu ataque à Opep em um tuíte que dizia que os preços do petróleo estavam muito altos e o cartel estava “de volta.”

Os preços do petróleo subiram cerca de 60 por cento no último ano depois que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e alguns produtores não-membros, incluindo a Rússia, começaram a reduzir a oferta em 2017. O cartel se encontrará em 22 e 23 de junho em Viena, e deve começar a aumentar a produção, talvez antes da validade dos limites no fim do ano.

O governador iraniano da Opep, Hossein Kazempour Ardebili, contra-atacou Trump em declaração à Reuters. “Você não pode instituir sanções em dois membros-fundadores da Opep e ainda assim culpar a Opep pela volatilidade dos preços”, ele disse, se referindo ao próprio país e à Venezuela. “Isso são negócios, Sr. Presidente, nós achávamos que você sabia disso.”

O acordo de oferta de petróleo continuará até o fim de 2018, mas os planos para a sua continuação são incertos. O cálculo mudou depois de Trump ter anunciado em maio que Washington estava se retirando do acordo de 2015 que restringia o programa nuclear do Irã.

A decisão dos EUA tem pressionado clientes europeus e asiáticos a parar de importar petróleo do Irã ou negociar com o país. A Arábia Saudita, rival do Irã e maior produtor da Opep, e a Rússia, maior produtor do mundo e integrante do acordo, já aumentaram a oferta. A Arábia Saudita apoiou a decisão de Trump de sair do acordo nuclear com o Irã.

(Por Susan Heavey, Doina Chiacu e Alex Lawler; Reportagem adicional por Jessica Resnick-Ault)

AIE prevê que economia global forte irá impulsionar demanda por petróleo em 2019 – Notícias


O apetite mundial por petróleo deverá continuar robusto até o fim do próximo ano, segundo avaliação da Agência Internacional de Energia (AIE).

Em relatório mensal publicado nesta quarta-feira, a AIE apresentou pela primeira vez sua previsão de demanda para 2019, estimando que o aumento na procura por petróleo será de 1,4 milhão de barris por dia (bpd), semelhante ao deste ano. Parte significativa do avanço se deverá à demanda do setor petroquímico, diz a agência.

“Combinado com o forte crescimento econômico, o desenvolvimento da indústria petroquímica mundial irá sustentar o aumento na demanda por petróleo”, afirma o documento.

A AIE, no entanto, alertou que há riscos que podem comprometer suas projeções. “(Esses riscos) incluem a possibilidade de preços mais altos, enfraquecimento da confiança na economia, protecionismo comercial e uma possível valorização adicional do dólar americano”, diz a agência, que tem sede em Paris e presta consultoria a governos e empresas sobre tendências na área de energia.

Ainda no relatório, a AIE estima que o avanço da oferta fora da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) diminuirá de 2 milhões de bpd este ano para 1,7 milhão de bpd em 2019. Os EUA têm exibido “de longe” o maior ganho e deverá responder por cerca de 75% do aumento na oferta fora da Opep neste e no próximo ano, calcula a agência. O documento, porém, destaca que gargalos logísticos e de infraestrutura devem limitar parte do crescimento da produção americana, que é impulsionada pelo óleo de xisto.

A AIE afirma que a produção da Opep subiu 50 mil bpd em maio, a 31,69 milhões de bpd. O resultado é atribuído principalmente à Arábia Saudita, considerada líder informal do cartel. Em relatório divulgado ontem, a Opep estimou o acréscimo na sua produção do mês passado em 35 mil bpd, também graças à oferta saudita.

A alta na produção da Arábia Saudita, o maior exportador mundial de petróleo, vem antes de uma importante reunião da Opep marcada para o próximo dia 22, em Viena. No encontro, Opep e outros grandes produtores que não pertencem ao cartel, incluindo a Rússia, deverão discutir a possível ampliação da oferta do grupo.

Por um acordo que está em vigor desde o começo do ano passado, Opep e aliados têm reduzido sua produção combinada em cerca de 1,8 milhão de bpd, numa tentativa de conter um excesso de oferta que vinha pesando nas cotações do petróleo desde 2014.

O pacto, que ajudou a impulsionar os preços do petróleo em mais de 40%, deverá expirar no fim de 2018. No entanto, riscos geopolíticos que ameaçam a oferta do Irã e da Venezuela – ambos membros da Opep – ajudaram o petróleo tipo Brent a superar temporariamente a marca de US$ 80 por barril no mês passado, levando sauditas e russos a expressarem o desejo de encerrar o acordo antes do previsto.

Também no documento de hoje, a AIE diz que os estoques comerciais da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) – entidade formada por países industrializados com forte consumo de petróleo, incluindo os EUA – atingiram em abril uma nova mínima em três anos, de 2,809 bilhões de barris. Esse patamar está 27 milhões de barris abaixo da meta da Opep de alcançar a média dos últimos cinco anos, segundo a agência. Fonte: Dow Jones Newswires.

UE irá agir contra tarifas dos EUA para aço e alimínio, diz Merkel – Notícias


BERLIM (Reuters) – A Europa implementará medidas contra as tarifas norte-americanas em aço e alumínio, afirmou a chanceler alemã, Angela Merkel, neste domingo, manifestando pesar sobre a decisão abrupta do presidente Donald Trump de retirar o apoio dos Estados Unidos para um comunicado do G7.

     “A retirada, por assim dizer, via tweet é claro … séria e um pouco deprimente”, disse Merkel, em uma entrevista para a televisão da ARD, após a cúpula do G7 no Canadá.

     Assim como o Canadá, a União Europeia está preparando contra-medidas às tarifas dos EUA sobre aço e alumínio importações, disse Merkel.

(Reportagem de Michael Nienaber)

UE pede aos EUA que isentem empresas europeias de sanções econômicas contra Irã – Notícias


Ministros de Finanças da França, Alemanha, Reino Unido e da União Europeia escreveram carta ao secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, e ao secretário de Estado, Mike Pompeo, na qual dizem que a iniciativa de Washington de impor sanções contra Teerã, após a retirada dos EUA do acordo nuclear internacional com o Irã, estaria prejudicando o esforço desses países para preservar o comércio iraniano. Além disso, o bloco pediu isenção de sanções impostas pelos EUA a companhias europeias.

“No estado atual, as sanções secundárias dos EUA poderiam impedir a UE de continuar com um alívio significativo de sanções contra o Irã”, disseram os ministros na carta, que foi revisada pelo Wall Street Journal. O documento equivale a uma admissão das autoridades europeias de que há pouco que o bloco possa fazer para garantir que as empresas europeias permaneçam em solo iraniano. Os EUA alertaram repetidamente que empresas europeias estarão no fogo cruzado se continuarem negociando com o Irã quando o período de ajuste para a implementação das sanções terminar. A essas companhias foi dado o prazo até 6 de agosto para o encerramento das transações em dólares. Empresas de energia têm até 4 de novembro.

Algumas empresas anunciaram planos para suspender a atividade no Irã, incluindo a gigante francesa Total e, nesta terça-feira, a montadora Peugeot. “Os europeus vão enfrentar as sanções efetivas dos EUA”, disse o conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, John Bolton, no fim de semana após Trump retirar Washington do pacto nuclear.

Ainda na carta, as autoridades europeias classificaram as sanções dos EUA como uma ameaça à segurança europeia. “Como aliados, esperamos que os EUA se abstenham de tomar medidas para prejudicar os interesses de segurança da Europa”, disseram. O documento pede, ainda, amplas isenções para empresas da UE que assinaram contratos depois que o acordo nuclear iraniano entrou em vigor, em janeiro de 2016 e pede isenções para manter canais financeiros com o Banco Central do Irã e outros credores iranianos que não foram penalizados pelo bloco europeu.

O ministro de Finanças da França, Bruno Le Maire, disse que não tem qualquer indicação de que a carta receberá uma resposta positiva dos EUA. “Mnuchin pediu que submetêssemos nossos pedidos e é isso o que estamos fazendo. Esperamos que os EUA adotem uma abordagem sensata que permita que os negócios legítimos das empresas europeias continuem”, afirmou Le Maire. Fonte: Dow Jones Newswires.

Grupo automobilístico francês PSA prepara saída do Irã – Notícias


Paris, 4 jun (EFE).- O grupo automobilístico francês PSA anunciou nesta segunda-feira que prepara sua saída do mercado iraniano para respeitar o embargo imposto pelos Estados Unidos a esse país após o abandono por Washington do acordo nuclear iraniano.

A companhia, cujas marcas Peugeot e Citroën tinham filiais conjuntas no Irã, indicou em comunicado que após o anúncio da saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã, “iniciou o processo de suspensão das atividades” dessas empresas “para se adequar à lei americana”.

O presidente americano, Donald Trump, anunciou em 8 de maio a retirada de seu país e o reatamento das sanções suspensas após o pacto.

A retirada será efetiva em 6 de agosto, quando voltarão a ser impostas as sanções às compras de notas de dólares por parte do Governo do Irã, à aquisição de dívida iraniana e ao comércio de ouro e outros metais preciosos, entre outros.

Além disso, em 6 de novembro serão retomadas as restrições à compra de petróleo e produtos petroquímicos iranianos, às operações com portos e empresas marítimas iranianas e às transações de instituições financeiras com o Banco Central do Irã.

Essa decisão supôs um duro golpe para as empresas europeias com negócios no país persa, onde tinham acrescentado sua presença desde assinatura do acordo nuclear de 2015 e a suspensão das sanções internacionais em janeiro de 2016.

A PSA lembrou que tinha assinado acordos de filiais conjuntas com as companhias iranianas Khodro em junho de 2016 e Saipa em outubro desse ano, “conforme às resoluções da ONU e à regulamentação americana, europeia e francesa em vigor, para oferecer aos clientes iranianos veículos modernos das marcas Peugeot e Citroën”.

O grupo indicou hoje que “segue atenciosamente a evolução do contexto regulamentar e está em contato com as autoridades dos países afetados para estar em conformidade com todas as normativas”.

O PSA precisou que, junto com o Governo francês, está em contato com as autoridades americanas para uma possível “derrogação”, e apontou que suas atividades no Irã ” representam menos de 1% do número de negócios”, por isso que a suspensão anunciada não modifica o seu atual plano financeiro.

Serviço de Alfândega da Coréia irá desenvolver uma plataforma alfandegária baseada em Blockchain


O Serviço de Alfândega da Coréia (KSC) assinou um MoU com a operadora coreana de Malltail para desenvolver uma plataforma alfandegária baseada em blockchain para a indústria de e-commerce, reportou a mídia local Chosun hoje 29 de maio.

Malltail é o principal serviço de encaminhamento de encomendas ao consumidor para a Coreia, com mais de um milhão de usuários. Sua operadora coreana, a Korea Center, será encarregada do desenvolvimento comercial e técnico da plataforma alfandegária baseada em blockchain, que será operada pela KCS para sete centros de distribuição Malltail nos EUA, Japão e Alemanha.

A empresa prevê que, uma vez que a tecnologia seja implementada em grande escala, o processo de despacho aduaneiro de mercadorias será simplificado através do compartilhamento de dados e da geração automática de declarações aduaneiras, resultando em um serviço alfandegário mais transparente e eficiente.

No início deste mês, o vice-presidente de corretagem alfandegária da gigante de remessas UPS, Chris Rubio, falou em favor da tecnologia em uma audiência do congresso americano sobre blockchain. Rubio propôs que um sistema de rastreamento global baseado em blockchain beneficiaria corporações de todos os tamanhos e ajudaria a “reduzir fricções”, enfatizando o aumento da “integridade, transparência, equilíbrio e segurança” que a blockchain traria para as remessas internacionais.

No início deste ano, os principais membros do setor de logística – que emprega a maioria das pessoas no mundo – disseram à Cointelegraph que a tecnologia blockchain é “uma solução incomparável” para transformar a transferência de bens, serviços e valor globalmente.



Irã: Adoção ou Rejeição de Criptografia?


Um dos principais benefícios do Bitcoin e das criptocorrências é a capacidade de enviar fundos pelo mundo muito mais rápido do que através de métodos convencionais.

Isso permite que pessoas ignorem trocas internacionais e transferências bancárias internacionais, o que pode levar dias ou semanas para processar a transferência de fundos entre países.

Também oferece uma solução para milhões de pessoas que vivem em países afetados por sanções internacionais. O Irã teve de suportar as consequências do isolamento econômico durante anos, o que afeta o dia a dia de seus cidadãos.

Em 2015, o Irã teve sanções econômicas levantadas depois que o país concordou em marcar para baixo seu programa nuclear para atender aos padrões estabelecidos pela Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA).

Antes disso, o país foi separado do sistema bancário internacional através da proibição de usar SWIFT – a rede usada pelos sistemas financeiros para enviar e receber e transações de pista

O levantamento de sanções de 2015 ofereceu ao Irã um leve alívio depois de anos sendo bloqueado pela economia global em várias frentes

A capacidade de usar criptomoeda para retirar dinheiro do país já foi notada No Irã. O presidente da Comissão Parlamentar iraniana de Assuntos Econômicos, Mohammad Reza Pourebrahimi, disse que os cidadãos movimentaram US $ 2,5 bilhões do país em criptomoeda

.

Redução das moedas virtuais pelo banco central iraniano

A decisão do banco central do Irã de proibir bancos domésticos e instituições financeiras de lidar com moedas criptografadas.

Conforme citado pela Bloomberg, o Banco Central iraniano traçou uma linha clara na areia, com preocupações de lavagem de dinheiro através do utilização de criptocorrências:

“Todas as sucursais de bancos, instituições de crédito e câmbios de moeda devem manter-se livres de qualquer venda ou compra dessas moedas e evitar compromissos que facilitem ou promovam tais moedas. Serão tomadas medidas contra aqueles que infringem os regulamentos. ”

A iniciativa também foi liderada por esforços do governo para unificar as regras e regulamentos de seus mercados e taxas de câmbio – devido a uma queda no valor da moeda nacional do Irã, a

Isso veio à tona depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que os Estados Unidos se retirariam do acordo nuclear iraniano que foi negociado em 2015.

Em fevereiro, a AIEA havia dito que o Irã ainda estava em conformidade com o acordo, conforme relatado pelo Independent . No entanto, o anúncio de Trump significa que o país poderia ver sanções de longa data voltarem em julho

Irã desenvolvendo criptomoeda experimental

Em uma reviravolta estranha de eventos, e apesar da proibição do banco central no comércio de criptomoedas, Tecnologia de Informação e Comunicações do Irã ( O ministro das TICs, Mohammad Javad Azari-Jahromi anunciou no final de abril que um modelo experimental de criptomoeda estatal estava pronto.

A moeda virtual iraniana foi desenvolvida pelo ministério das TIC e pelo Irã. Banco Central. A idéia foi apresentada por Azari-Jahromi em fevereiro:

“Em uma reunião com o conselho de administração do Post Bank sobre moedas digitais baseadas no blockchain, prescrevi medidas para implementar a primeira moeda digital baseada em nuvem do país.” [19659012] Azari-Jahromi diz que a proibição do banco central não se aplica à nova criptomoeda

Irã e Rússia em discussões

Na sequência da decisão de Trump de puxar o acordo nuclear do Irã, Irã e Rússia são Acredita-se estar considerando o uso de criptomoedas como meio de lidar com as sanções econômicas dos EUA que cortam o uso do sistema de transferência SWIFT.

Pourebrahimi confirmou que o banco central iraniano havia se comprometido a desenvolver propostas para o uso de criptomoedas entre os dois países, e que os países estavam alinhados:

“Eles [Russia] compartilham nossa opinião. Dissemos que, se conseguirmos levar adiante esse trabalho, seremos os primeiros países que usarão criptomoedas na troca de mercadorias. ”

Pensamentos do Irã

A situação geopolítica em torno do Irã está fora do alcance das autoridades. Um homem comum na rua, no entanto, os iranianos conseguiram se manter experientes em tecnologia ao longo dos anos.

Arame Bandari, pesquisador do Iran Blockchain Labs, disse à Cointelegraph que apesar da imposição de duras sanções internacionais, seus compatriotas mantiveram o Resto do mundo:

“Como você sabe, o Irã enfrentou vários tipos de sanções durante os últimos 40 anos, mas você deve considerar que a população jovem e escolar iraniana está sempre adaptada com os mais recentes avanços tecnológicos.”

que o ambiente tornou a vida difícil para pesquisa e desenvolvimento. Isso foi reduzido pela vontade do governo iraniano de fomentar a educação e o desenvolvimento tecnológico:

“Durante os últimos 5 anos, testemunhamos muitos bons apoios governamentais para a economia baseada no conhecimento e observamos que muitos conhecimentos [small to medium enterprises] floresceram. ”

Segundo o pesquisador, existe um ecossistema de startups de saúde estabelecido na capital iraniana Teerã, assim como em Esfahan e Shiraz. Isto levou à construção e criação de parques tecnológicos, incubadoras, plataformas de crowdfunding e aceleradores de negócios – "abrindo caminho para a implementação de uma economia baseada na tecnologia / conhecimento".

Bandari também acredita que poderia ser possível para o Irã para usar criptomoedas para facilitar o comércio com países como a Rússia.

No entanto, ele também enfatizou o recente governo reprimir o uso de criptomoedas tem sido difícil. A saída de um enorme volume de rials forçou a mão do governo iraniano, e Bandari disse que plataformas cambiais fecharão os serviços nas próximas semanas.

Perspectiva de um outsider

Universidade Européia de São Petersburgo, professor sênior de economia política Nikolay Kozhanov Especialista em assuntos externos iranianos, falou com Cointelegraph sobre as possibilidades geopolíticas do uso de criptomoedas entre os dois países

Kozhanov disse que o Irã está considerando o uso de criptomoedas para contornar as sanções, em reação direta à possibilidade de ter sanções antigas restaurado e sendo cortado do sistema SWIFT:

“Eles estão procurando opções para contornar essas sanções. Anteriormente, eles tentaram estabelecer conexões bancárias diretas usando moedas locais como opções de pagamento, mas o problema é que você está tirando moedas preferenciais como o euro e o dólar dessas bolsas. ”

“ Os exportadores de produtos estão perdendo dinheiro porque eles geralmente estão jogando com a diferença entre as taxas de câmbio entre as moedas. Algumas autoridades do governo iraniano e do banco central estão cientes de que as criptomoedas poderiam ser uma solução. ”

Kozhanov disse que o fato de os países terem aberto discussões sobre o uso de criptomoedas para comércio bilateral e investimento entre a Rússia eo Irã É muito sério sobre isso. ”

A questão crucial é se e quando os dois países poderiam adotar criptomoedas como meio de facilitar o comércio. Como Kozhanov explica, não é uma previsão fácil de fazer.

“Para ser honesto, não tenho certeza se, em primeiro lugar, será a primeira experiência do uso de criptomoedas para facilitar o comércio. O Irã não fez isso antes, então, até certo ponto, é um experimento. Segundo, a decisão ainda não foi tomada no próprio Irã. ”

Outro fator atenuante é a complexa relação entre o governo iraniano e a lei islâmica:

“ O Irã é governado de acordo com as leis islâmicas, que regulam fortemente o sistema bancário. esfera. Em geral, os economistas islâmicos proíbem tudo o que não é criado pelo trabalho. Você não pode obter "lucro do nada". No meu entender, até certo ponto as criptomoedas entram nessa categoria. ”

Uma decisão que não pode ser apressada

Parece altamente improvável que o Irã seja apressado em usar criptomoedas em escala nacional e internacional. Há muitas partes de trabalho a serem resolvidas e algumas relações altamente complexas entre o governo e o banco central, bem como a aplicação de leis islâmicas.

No entanto, caso novas sanções sejam impostas novamente, as criptomoedas podem abrir novas possibilidades para o país e seu lugar na economia global.

Fevereiro é limite do governo para Previdência, mas proposta não irá a voto se houver risco de derrota – Notícias


Por Maria Carolina Marcello

BRASÍLIA (Reuters) – O governo ainda se articula para angariar votos para a reforma da Previdência e trabalha com o dia 28 de fevereiro como data limite para votá-la, mas se a perspectiva for de derrota, não colocará a proposta em votação.

Como parte dessa movimentação para aglutinar mais apoio à reforma, governistas pressionaram e conseguiram que o relator da proposta, Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), divulgasse o novo texto da medida, bem mais desidratado do que o aprovado pela comissão especial da Câmara que analisou o tema no ano passado.

“Vamos colocar em pauta com os votos necessários para aprovarmos”, disse o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), acrescentando que até lá o trabalho do governo será criar um “ambiente” favorável entre os deputados. “Seria um atentado colocar em votação uma matéria sabendo que você não aprovará essa matéria.”

“A ideia do presidente (Rodrigo) Maia é que a partir do dia 19 discutiremos a Previdência na Casa e nós, como governo, vamos trabalhar junto com a base para concluirmos esse enfrentamento até o dia 28”, acrescentou.

Além da apresentação do texto, a estratégia do governo inclui a expectativa que governadores se empenhem junto a seus deputados para elevar o placar de cerca de 270 votos favoráveis à medida. Por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), ela precisa de 308 votos dentre os 513 deputados em dois turnos de votação para ser aprovada na Câmara. Depois, ainda precisa passar pelo Senado.

Dentro dessa linha de ação, os chefes dos governos estaduais já foram avisados que há pautas de interesse dos Estados, como a da securitização de dívidas, que aguardam votação na Câmara. A mensagem não é exatamente uma ameaça ou um toma-lá-dá-cá, mas um lembrete de que se governadores ajudarem agora poderão ser ajudados mais à frente, informou uma fonte que acompanha o assunto de perto.

Em outra tentativa de consquistar votos, o governo também investe no discurso de que ainda há espaço para modificações no texto apresentado informalmente na terça-feira à noite a líderes da base e na manhã desta quarta-feira a jornalistas.

“Não estamos fechando as portas para negociação”, disse o relator da proposta, nesta quarta, ao divulgar a emenda que englobará as mudanças anunciadas.

A nova versão traz as três inovações já anunciadas em novembro passado –a exclusão de qualquer modificação das regras para trabalhadores rurais e para os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a redução do tempo mínimo de contribuição de 25 para 15 anos– e acrescenta o direito de integralidade de pensão a cônjuges de policiais mortos em combate.

Segundo o relator, há apenas dois pontos inegociáveis na proposta: o estabelecimento de uma idade mínima de 62 anos para mulheres e de 65 anos para homens, e a equiparação, ao final de todo o processo de transição, entre trabalhadores dos setores público e privado.

“Do presidente da República ao gari, ninguém poderá receber acima do teto”, disse Oliveira Maia a jornalistas.

Qualquer mudança, no entanto, terá de ser traduzida em votos favoráveis à PEC, ressaltaram tanto o relator quanto o líder do governo.

Mas ainda que tenha defendido a necessidade de votação da medida e demonstrado otimismo em conseguir as condições necessárias para aprovar a medida ainda em fevereiro, Aguinaldo não descartou uma retirada de pauta por falta de votos e nem a possibilidade de votação em novembro, após as eleições.

Para ele, caso se confirme a impossibilidade de votação em fevereiro, o tema voltará à pauta quando encontrar um ambiente “propício”.

A proposta deve ter sua discussão em plenário formalmente iniciada no dia 20 de fevereiro, segundo Aguinaldo. E pelos cálculos de Arthur Maia, a votação só deve ocorrer na semana seguinte.