Índices acionários europeus avançam com ações de energia mas temores comerciais persistem – Notícias


Por Helen Reid e Julien Ponthus

LONDRES (Reuters) – Dados econômicos melhores que o esperado da zona do euro e os ganhos nas ações de energia diante do acordo da Opep para um aumento na produção de petróleo ajudaram na recuperação dos mercados acionários europeus no final de uma semana marcada por preocupações com a guerra comercial.

O índice FTSEurofirst 300 subiu 1,18 por cento, a 1.506 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhou 1,09 por cento, a 385 pontos.

Apesar da alta, o STOXX terminou a semana com queda de 1,1 por cento devido aos temores de protecionismo global, particularmente no setor automobilístico.

As ações das montadoras europeias e do índice alemão DAX recuaram brevemente durante a tarde depois que o presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou impor tarifa de 20 por cento sobre importações de carros da União Europeia.

As montadoras alemãs Daimler, Volkswagen e BMW, que dependem de vendas aos EUA, encerraram o dia com perdas respectivamente de 0,3, 1,1 e 0,2 por cento.

As petrolíferas também impulsionaram o mercado devido ao acordo da Opep para um aumento na produção de petróleo. A Total e a Royal Dutch Shell subiram 3,3 por cento.

O crescimento empresarial da zona do euro se recuperou em junho e encerrou o segundo trimestre expandindo a um ritmo melhor do que o esperado, mas a expansão da indústria foi a mais fraca em 18 meses devido a preocupações comerciais, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês).

Os bancos sustentaram os ganhos depois que os 35 maiores bancos dos Estados Unidos passaram no primeiro estágio de um teste anual de estresse do Federal Reserve. O índice bancário europeu subiu 1,3 por cento.

Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 1,67 por cento, a 7.682 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 0,54 por cento, a 12.579 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 1,34 por cento, a 5.387 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,99 por cento, a 21.888 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 0,93 por cento, a 9.792 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 1,90 por cento, a 5.575 pontos.

Índices acionários da China têm pior semana em quase cinco meses – Notícias


XANGAI (Reuters) – Os mercados acionários da China fecharam em alta nesta sexta-feira, mas registraram a pior perda semanal desde o início de fevereiro uma vez que as preocupações com uma guerra comercial em larga escala entre China e Estados Unidos prejudicaram a confiança do investidor.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,45 por cento, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,49 por cento, depois de atingir nova mínima de dois anos no início do pregão.

Na semana, o SSEC caiu 4,4 por cento, enquanto o CSI300 perdeu 3,8 por cento, ambos registrando a pior semana desde o início de fevereiro.

Havia poucos sinais de alívio nas tensões comerciais entre China e EUA. O secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, afirmou na quinta-feira que os EUA precisam dificultar que seus parceiros comerciais tenham barreiras comerciais altas para alcançar o objetivo do presidente Donald Trump de tarifas mais baixas.

Já o índice MSCI, que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, tinha alta de 0,46 por cento às 7h21 (horário de Brasília), recuperando-se depois de ter atingido mais cedo a mínima em seis meses diante de sinais de que a disputa entre EUA e China começa a prejudicar os lucros coporativos.

. Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,78 por cento, a 22.516 pontos.

. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,15 por cento, a 29.338 pontos.

. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,49 por cento, a 2.889 pontos.

. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,45 por cento, a 3.609 pontos.

. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,83 por cento, a 2.357 pontos.

. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,38 por cento, a 10.899 pontos.

. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,38 por cento, a 3.287 pontos.

. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,11 por cento, a 6.225 pontos.

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Índices acionários da China avançam após Trump e Kim assinarem acordo de desnuclearização – Notícias


XANGAI (Reuters) – Os mercados acionários da China avançaram nesta terça-feira, com a melhora do sentimento depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, assinaram um acordo para a desnuclearização da península coreana.

Washington anunciou que irá fornecer garantias de segurança a seu antigo inimigo.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 1,23 por cento, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,91 por cento, interrompendo uma série de três sessões de perdas consecutivas.

Os ganhos setoriais foram liderados pelas ações de consumo e de saúde, que subiram 3,5 e 1,7 por cento, respectivamente.

No entanto, a cautela ainda prevalecia, com investidores preocupados com as condições de liquidez em meio a riscos de crédito e mais listagens de gigantes de tecnologia que poderiam enfraquecer o financiamento já apertado.

No restante da região, o encontro entre Trump e Kim ajudou a impulsionar os mercados. No entanto, houve algum desconforto entre os investidores sobre o resultado das negociações, dadas as relações tensas entre as duas nações.

O índice MSCI, que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, tinha variação positiva de 0,01 por cento às 7:44 (horário de Brasília).

. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,33 por cento, a 22.878 pontos.

. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,13 por cento, a 31.103 pontos.

. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,91 por cento, a 3.080 pontos.

. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 1,23 por cento, a 3.826 pontos.

. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,05 por cento, a 2.468 pontos.

. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,04 por cento, a 11.144 pontos.

. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,32 por cento, a 3.430 pontos.

. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,15 por cento, a 6.054 pontos.

Índices acionários europeus recuam pressionados por dados fracos e temores com comércio – Notícias


Por Danilo Masoni e Julien Ponthus

MILÃO (Reuters) – Os mercados acionários europeus recuaram nesta sexta-feira, com preocupações sobre o comércio global e a desaceleração econômica na região pesando sobre a confiança do investidor antes da reunião do Banco Central Europeu (BCE) na próxima semana, que pode sinalizar planos para reduzir seu estímulo monetário.

O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,24 por cento, a 1.506 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,21 por cento, a 385 pontos.

O índice alemão DAX caiu 0,35 por cento depois que dados ampliaram os sinais de que a maior economia da Europa começou o segundo trimestre com fraqueza.

“Parece que a desaceleração na Europa é algo mais sério do que se pensava”, disse Giuseppe Sersale, gerente de portfólio da Anthilia.

Ele disse que a perspectiva para as ações europeias não é particularmente clara, devido ao enfraquecimento da economia e à possibilidade de o BCE discutir se deve ou não encerrar gradualmente suas compras de títulos.

O índice italiano caiu 1,9 por cento uma vez que o nervosismo acerca dos planos de gastos do novo governo adicionaram nova pressão sobre os títulos da Itália. Os bancos italianos, que têm grande exposição à dívida soberana, perderam 2 por cento.

“A turbulência na Itália é um problema, mas o BCE parece estar ignorando isso e querendo avançar com a normalização das políticas … É um pouco arriscado”, disse Sersale.

O Deutsche Bank também recuou 0,7 por cento e o Commerzbank teve queda de 1,6 por cento. O credor alemão minimizou a ideia de que um acordo com o rival Commerzbank poderia se concretizar em breve, depois que a Bloomberg informou que os principais acionistas haviam sido consultados sobre uma potencial união.

Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,30 por cento, a 7.681 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,35 por cento, a 12.766 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,03 por cento, a 5.450 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 1,89 por cento, a 21.355 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,84 por cento, a 9.746 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,16 por cento, a 5.615 pontos.

Setor de tecnologia sobe para máxima de 17 anos mas não sustenta principais índices acionários europeus – Notícias


Por Danilo Masoni e Kit Rees

MILÃO (Reuters) – O mercado acionário europeu terminou em queda nesta terça-feira diante das preocupações com a situação política na periferia da região, apesar de o setor de tecnologia ter atingido a máxima de 17 anos.

O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,32 por cento, a 1.513 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,31 por cento, a 387 pontos, ao devolver os ganhos no final da sessão pressionado pelas ações bancárias.

Entretanto, o índice de tecnologia subiu 1,5 por cento e atingiu o nível mais alto desde junho de 2001, com o ânimo impulsionado pela alta nas ações da Apple e com notícias de aquisição envolvendo a Microsoft.

A fabricante de chips holandesa ASM estava entre os melhores desempenhos, com alta de 5,8 por cento, depois que o Credit Suisse começou o monitoramento das ações com uma classificação “outperform”, citando expectativas de crescimento saudável devido à crescente complexidade dos semicondutores.

O analista de ações da Prime Partners Jerome Schupp disse que empresas como a desenvolvedora de softwares SAP ou a fabricante de chips Infineon estão indo relativamente bem, embora tenha dito que o tamanho do mercado norte-americano oferece aos investidores mais opções para obter exposição tecnológica.

A SAP e a Infineon ganharam 1,2 e 2,7 por cento, respectivamente.

O setor de tecnologia da informação tem peso de apenas 5 por cento no índice MSCI Europa, em comparação com 26 por cento no MSCI EUA.

No entanto, as preocupações com a política italiana não estavam longe, dada a volatilidade que os índices viram na semana passada quando dois partidos anti-establishment conseguiram formar uma coalizão, pondo fim a três meses de impasse político.

Declarações nesta terça-feira do novo primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, prometendo aumentar os gastos não foram bem recebidos pelos mercados.

As ações dos bancos italianos Intesa Sanpaolo, Unicredit e BPER estavam entre as maiores quedas no índice bancário, que registrou a maior perda entre os setores ao recuar 1,7 por cento.

Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,70 por cento, a 7.686 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 0,13 por cento, a 12.787 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 0,22 por cento, a 5.460 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 1,18 por cento, a 21.750 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,66 por cento, a 9.686 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 0,01 por cento, a 5.584 pontos.

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Bancos impulsionam índices acionários europeus conforme acordos voltam ao foco – Notícias


Por Helen Reid

LONDRES (Reuters) – Os mercados acionários europeus ampliaram a recuperação nesta segunda-feira, impulsionados por ações bancárias com acordos tomando o foco após uma semana de tensões políticas na Itália e Espanha e atritos comerciais entre os Estados Unidos e seus aliados.

O índice FTSEurofirst 300 subiu 0,22 por cento, a 1.518 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhou 0,31 por cento, a 388 pontos.

As preocupações dos investidores com o comércio foram ofuscadas por dados muito fortes de empregos nos EUA na sexta-feira.

Na Europa, notícias sobre fusões e aquisições, particularmente no setor financeiro, impulsionaram os maiores movimentos.

O setor bancário chegou a subir 1,3 por cento, depois que o Financial Times informou que o Unicredit e o Société Générale estavam explorando uma fusão que muitos investidores esperam que possa pavimentar o caminho para uma maior consolidação no setor.

O índice, no entanto, reduziu alguns ganhos, já que analistas notaram obstáculos regulatórios a qualquer acordo. As ações do Société Générale subiram 0,7 e do Unicredit caiu 0,8 por cento, depois de reduzir ganhos durante a sessão.

O banco britânico CYBG, no entanto, teve alta de 2,2 por cento depois de ter aumentado sua oferta pelo banco rival Virgin Money em 7 por cento.

As ações do Deutsche Bank subiram 2,5 por cento em seu segundo dia de recuperação de uma mínima recorde na quinta-feira depois que o Federal Reserve, banco central norte-americano, considerou “problemáticas” suas operações nos Estados Unidos.

O índice espanhol teve alta de 1,2 por cento depois que um importante assessor do novo primeiro-ministro Pedro Sanchez rejeitou os pedidos da oposição para eleições antecipadas. Enquanto as ações italianas recuaram 0,5 por cento, revertendo ganhos anteriores com a queda do entusiasmo inicial sobre o país ter evitado nova eleição.

O índice FTSEurofirst 300 fechou em alta de 0,22 por cento, a 1.517 pontos.

Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 0,51 por cento, a 7.741 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 0,37 por cento, a 12.770 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,14 por cento, a 5.472 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,45 por cento, a 22.009 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 1,22 por cento, a 9.750 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 1,21 por cento, a 5.584 pontos.

(Por Helen Reid)

Índices acionários da China recuam pressionados por start-ups após alertas de lucros – Notícias


XANGAI (Reuters) – Os mercados acionários da China recuaram nesta quinta-feira, com o índice de start-ups fechando na mínima em mais de seis meses, uma vez que os investidores venderam papéis de empresas que devem reportar resultados fracos em 2017 e realizaram lucros antes do feriado do Ano Novo Lunar.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, teve queda de 0,71 por cento, enquanto o índice de Xangai perdeu 0,99 por cento, registrando perdas pela quarta sessão.

O subíndice do setor financeiro avançou 0,41 por cento, o de consumo recuou 1,07 por cento, o imobiliário caiu 0,13 por cento e o de saúde perdeu 1,36 por cento.

O índice de start-ups da China ChiNext Composite caiu 2,17 por cento e caminha para registrar a pior perda semanal em 21 meses, com uma profusão de empresas emitindo alertas de lucros.

O índice MSCI, que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, recuava 0,34 por cento às 7h29 (horário de Brasília), revertendo ganhos anteriores diante da pressão dos mercados chineses.

. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 1,68 por cento, a 23.486 pontos.

. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,75 por cento, a 32.642 pontos.

. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,99 por cento, a 3.446 pontos.

. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,71 por cento, a 4.245 pontos.

. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,08 por cento, a 2.568 pontos.

. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,51 por cento, a 11.160 pontos.

. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,37 por cento, a 3.547 pontos.

. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,87 por cento, a 6.090 pontos.