"E-Bike Cryptocurrency", o primeiro do mundo, ganha $ 26 por cada 1600 quilômetros


Um comerciante de ciclismo do Reino Unido confirmou que entregaria a primeira bicicleta elétrica do mundo que gera criptomoeda mídia local relatou 12 de junho.

50cycles, sediada em Londres, começará a oferecer sua linha de veículos TOBA em agosto por meio de uma parceria com a LoyalCoin “voltada para a fidelidade do cliente”.

“Esta não é apenas a primeira bicicleta elétrica do gênero, mas também será a primeira produto nunca ser tokenized e que emite recompensa para uso ", CEO Scott Snaith 50cycles disse indústria publicação Cycling Industry News.

Usando o e-bike, pilotos irá gerar LoyalCoins equivalente em valor a £ 20 ($ 26,50) por mil milhas (1609 quilômetros).

Os tokens são livremente negociáveis ​​como LoyalCoin existe como uma integração com outros esquemas de fidelidade, enquanto 50cycles também os aceitará como pagamento por produtos.

Blockchain-based fazer incursão Em vários países este ano, os desenvolvedores sabem do estado desarticulado de muitas opções de fidelidade atualmente disponíveis em vários setores.

Enquanto isso, os participantes iniciais do esquema e-bike precisarão se esforçar para colher as recompensas potenciais, como o produto mais barato TOBA será vendido a £ 1695 ($ 2250).

AT&T ganha na Justiça e comprará Time Warner neste mês – Notícias


Washington, 12 Jun 2018 (AFP) – Um juiz federal dos Estados Unidos autorizou sem condições, nesta terça-feira (12), a fusão por 85 bilhões de dólares das gigantes AT&T e Time Warner, que criará um colosso para competir no mercado de comunicação e internet.

O juiz Richard Leon disse que o governo dos Estados Unidos não deu evidências suficientes que indiquem que a aliança entre o maior provedor de TV a cabo do país e a gigante do entretenimento Time Warner prejudique a concorrência no mercado.

Leon alertou ao governo que atrasar o acordo por meio de uma apelação poderá causar um dano irreparável às duas companhias.

“O governo tentou o golpe e perdeu”, disse o magistrado.

A AT&T não demorou a comemorar. “Estamos felizes” com essa decisão “e prevemos concluí-la em 20 de junho no mais tardar, a fim de começar a propor aos consumidores vídeos mais acessíveis, móveis e inovadores”, disse em declaração por escrito à AFP David McAtee, diretor jurídico da AT&T.

O advogado da AT&T, Daniel Petrocelli, destacou que o governo não apresentou “a menor prova” de uma potencial ameaça aos consumidores.

Ele lamentou que a ação judicial tenha atrasado a fusão. “Mas estamos aliviados. Ficou tudo para trás”, disse à imprensa.

AT&T é a maior operadora de TV a cabo dos Estados Unidos e segunda em telefonia móvel. A Time Warner é um grupo de veículos que contra, entre suas empresas, com a cadeia HBO, os estúdios de cinema Warner e a rede de notícias CNN.

Em nota, o governo americano expressou seu descontentamento.

“Estamos decepcionados pela decisão do tribunal de hoje. Ainda achamos que o mercado da televisão paga será menos competitivo e menos inovador” com esta fusão, disse em nota Makan Delrahim, do Departamento de Justila.

Ele acrescentou que terá que “refletir sobre as futuras etapas”.

TIME WARNER INC.

AT&T CORPORATION

Trabalhador informal ganha até 10% menos do que antes da crise – Notícias


O trabalhador brasileiro que exerce uma atividade informal hoje ganha em valores reais, já considerada a inflação, até 10% menos do que ganhava há quatro anos, antes do início da crise, segundo cálculos da consultoria LCA com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

O rendimento real caiu para todas as faixas etárias de trabalhadores que estavam fora do mercado formal, na comparação entre o primeiro trimestre de 2014, ano em que o País vivia uma sensação de pleno emprego, e os três primeiros meses deste ano.

Sem direitos trabalhistas, esses brasileiros viram a renda diminuir e a vulnerabilidade aumentar. A renda real deles vinha aumentando entre o início de 2012, primeiro ano da Pnad Contínua, até 2014. A partir de 2015, com a recessão e a reversão do emprego, esse rendimento começou a cair.

Os números levam em consideração os empregados em empresas privadas sem carteira assinada e os trabalhadores por conta própria. O total de trabalhadores nessa situação aumentou de 35,7 milhões, no primeiro trimestre de 2012, para 38 milhões no mesmo período deste ano – a maioria deles com idades entre 26 e 50 anos.

“A crise transformou formais em informais e colocou no mercado algumas pessoas que nunca tinham precisado trabalhar. Para essas pessoas, a porta de entrada foi a informalidade”, afirma Cosmo Donato, da LCA.

Os informais brasileiros com idades entre 19 e 25 anos foram os que mais perderam – tiveram uma queda de 9,6% do rendimento médio mensal, passando de R$ 1.042 por mês para R$ 941,70, enquanto os trabalhadores mais velhos perderam entre 5% e 7% da renda.

O rendimento real dos formais também caiu, mas a queda nas três principais faixas etárias é menor do que entre os trabalhadores informais que tinham a mesma idade.

Segundo Donato, é natural que o rendimento real do trabalhador tenha caído nesse período. “O trabalhador informal sempre teve de sobreviver em condições complicadas, mas sua renda foi muito afetada porque a crise fez com que a única forma de inserção de milhões de pessoas no mercado fosse pelo trabalho sem carteira assinada ou por conta própria.”

Donato lembra que dois fenômenos costumam ocorrer durante períodos de recessão: o trabalhador formal aceita ganhar menos para exercer a mesma função, e a falta de vagas empurra trabalhadores menos qualificados para a informalidade.

“O grosso do emprego está nas empresas pequenas, que geralmente têm menos condições de oferecer qualificação ao trabalhador”, diz o professor do Insper, Sérgio Firpo. “Muitas dessas empresas não têm nem CNPJ e sobrevivem com uma série de restrições. O empregador acha que, se contratar formalmente, quebra.”

Mais vulneráveis

A informalidade também cresceu mais entre os brasileiros que têm de 19 a 25 anos do que nas demais faixas etárias: aumentou 5,4% entre 2016 e o ano passado, enquanto a média, considerando as quatro faixas, foi de 2,5%.

“Muitos jovens tiveram de antecipar a entrada no mercado para recuperar parte da renda da família. Quando o chefe da casa, geralmente mais qualificado, perdeu o emprego, os outros componentes da família acabaram aceitando o emprego que apareceu”, diz Donato.

Produtividade caiu

Carlos Augusto Porto tem 49 anos e é trabalhador informal desde 2016. Antes da recessão, o ajudante de pedreiro participou da construção de terminais de ônibus na Grande São Paulo, trabalhou em obras da empresa de saneamento de São Paulo, a Sabesp, e ajudou a fabricar peças para trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Agora, torce para aparecer um “bico” na reforma de alguma residência.

Com a queda do mercado imobiliário e a paralisação das obras de infraestrutura nos anos de crise, as oportunidades de trabalho desapareceram. “Vim do interior de Minas Gerais para São Paulo há 30 anos e quase sempre trabalhei na construção civil. A gente sempre acha que as coisas vão melhorar, mas os sinais ainda são muito fracos. Está ficando mais caro ser otimista”, diz Porto.

Ganhando antes salário mensal de R$ 1.400 na empresa terceirizada onde trabalhava, Porto agora recebe R$ 100 por dia. “Mas, às vezes, só consigo trabalhar duas vezes na semana. Continuo deixando currículos em empresas, mas tudo ainda está bem fraco. Hoje em dia, uma porta se fecha, mas não abre uma janela do lado. Não abre nem basculante.”

Porto é um exemplo de como profissionais qualificados e experientes foram empurrados para o mercado informal pela recessão, diz o economista Fernando Veloso, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas. “Esse movimento de aumento do emprego informal não apenas prejudicou a alta da renda das pessoas, mas acabou comprometendo o futuro do País.”

Estudo publicado por economistas do Ibre aponta que quase metade da perda de produtividade do Brasil durante os anos de crise se deve ao aumento da informalidade no mercado de trabalho.

Entre 2014 e 2017, a queda acumulada da produtividade do trabalho foi de 3,6%, em parte pela redução da eficiência das empresas, mas principalmente pelo aumento do emprego em empresas informais, de baixos resultados. Segundo os pesquisadores, 46% do recuo da produtividade do trabalho nesse período se deveu ao aumento da informalidade.

Retrocesso

Na avaliação e Fernando Veloso, economista do Ibre, os anos de crise ajudaram a reverter parte do ganho de produtividade que ocorreu no País nos anos 2000, quando houve uma explosão na formalização. Mais estruturadas, as empresas que se formalizam têm maior acesso a recursos tecnológicos e crédito e acabam atraindo empregados mais qualificados e produtivos, explica.

André dos Santos, de 59 anos, achava que nunca mais teria de voltar para a informalidade. Filho de feirantes, trabalhou como camelô por mais de dez anos até conseguir montar uma pequena loja de roupas femininas em 2008, na região da Rua 25 de Março, em São Paulo, conhecida pela concentração de lojas de comércio popular.

“A crise me pegou e tive de fechar a loja em 2016. Cheguei a ter três funcionários, mas a cada feriado fraco de vendas tinha de demitir alguém. Fui segurando as pontas até não ser mais possível.” Hoje, ele trabalha como vendedor de açaí próximo à Feirinha da Madrugada, no Brás, e reclama das vendas mais fracas.

“É um fenômeno contrário ao que tinha acontecido no mercado de trabalho do País antes. Mais de 80% do ganho de produtividade dos anos 2000 foi devido à formalização. O trabalhador ganhou produtividade, de 2000 a 2009. Agora, o que se vê é um fenômeno oposto, não chega a ser uma reversão completa, mas é uma situação muito preocupante”, diz Veloso.

Efeitos

O estudo aponta que a contribuição da informalidade para a redução da capacidade produtiva aumentou ao longo do tempo. Nos últimos trimestres da recessão, sobretudo a partir de 2017, o efeito da falta de formalização é maior.

“Em contrapartida, uma empresa que mantém o trabalhador fora do mercado formal acaba privando esse profissional de crescer, se especializar, ter contato com novas tecnologias. Isso é claro, além de não conceder os mesmos direitos que um trabalhador formal”, diz Veloso. Em média, um trabalhador formal é quatro vezes mais produtivo do que um que está na informalidade.

Ele lembra que, em geral, a informalidade aumenta em todas as crises. “Mas a recuperação está demorando, o que acaba fragilizando ainda mais o mercado de trabalho. Com a perspectiva de que o País cresça menos do que o esperado este ano, também fica mais difícil que o impacto da informalidade na produtividade diminua.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Desenvolvedor ganha US$120 mil expondo falhas no EOS


A EOS é uma plataforma que promete substituir o Ethereum, processando milhões de transações por segundo sem taxas. Contudo, algumas falhas de segurança já tinham sido descobertas, por uma companhia chinesa. A Qihoo 360 reportou falhas épicas no EOS, que poderiam expor os nodes a ataques que os transformariam em “zumbis”, o que na prática permitiria a alguém tomar controle da rede. Depois disso, o time passou a oferecer uma recompensa de US$10.000 para cada hacker a expor falhas no EOS.

O programador Guido Vranken descobriu nada menos do que 12 falhas, ganhando US$120 mil em menos de uma semana. O time da EOS já está trabalhando nas falhas, e o hacker recebeu um agradecimento público por parte da empresa. Os membros da EOS ficaram tão impressionados com o trabalho do programador que ofereceram a ele um emprego permanente.

Apesar de não ter confirmado nem rejeitado a oferta publicamente, é pouco provável que Vranken aceite. Várias companhias oferecem recompensas para hackers que consigam quebrar seu código, e ele ganha a vida assim desde 2014. Além das falhas no EOS, Vranken já encontrou 92 bugs em gigantes como Twitter, Tor, Dropbox, Yahoo!, Slack e Trello. Às vezes ele posta mais detalhes em seu website oficial.

O EOS recentemente encerrou o maior ICO da história em 01 de junho de 2018, depois de um ano aberto. Nesse período, o EOS arrecadou mais de US$4 bilhões de dólares, que serão usados para financiar projetos que sejam baseados na plataforma. No momento em que essa reportagem é escrita,  a EOS é a quinta maior criptomoeda, com capitalização de mais de US$12 bilhões.

As falhas no EOS vão além do código. Uma pesquisa feita por um usuário do Reddit mostrou que 1% dos endereços EOS detém 86% de todos os tokens. Os 10 maiores detém quase 50% da riqueza da rede. Para efeito de comparação, o EOS tem pouco mais de 160.000 carteiras registradas, enquanto o Bitcoin já possui 22 milhões.

Essa concentração de riqueza gera preocupações de um esquema pump and dump. Essas carteiras gigantes (whales) estariam concentrando riqueza, para descarregar tudo no mercado quando o preço aumentar. Necessariamente isso vai acontecer? Claro que não. Mas quem quer que queira investir em EOS deve ficar atento às movimentações nessas wallets, para sinais de um esquema em andamento.

E você, o que acha do EOS? É o projeto que vai derrubar o Ethereum ou é apenas mais um scam, só em uma escala muito maior? Deixe sua opinião nos comentários.

Conheça o Mercado Bitcoin, maior corretora de criptomoedas da América Latina

Desenvolvedor ganha US$120 mil expondo falhas no EOS

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Projeto inovador para regulamentação cripto ganha apoio dos partidos no Congresso


O projeto de lei que regulamenta a favor da tecnologia blockchain e das criptomoedas recebeu apoio unânime no Congresso espanhol, relatou a Europa Press ontem, 30 de maio.

O projeto de iniciativa, acordado com o partido parlamentar majoritário Partido Popular (Partido do Povo), ganhou o apoio de todas as partes presentes na reunião do Comitê de Finanças e Assuntos Públicos da Câmara na quarta-feira.

O documento pede uma revisão dos regulamentos relativos a criptomoedas como o Bitcoin(BTC), bem como ao blockchain, propondo a introdução da tecnologia no mercado espanhol através de “ambientes de teste controlados”, comumente referidos como ‘sandboxes regulamentares’

O Congresso concordou em promover o blockchain como um sistema eficiente e desintermediário de pagamentos e transferências, defendendo a necessidade de promover startups fintech em particular.

O projeto ainda levanta a necessidade de “mecanismos proporcionados” para garantir que todas as entidades que implementam a nova tecnologia cumpram com as obrigações de divulgação de informações para o Tesouro espanhol e arquivem suas declarações fiscais. Ele também destaca possíveis armadilhas associadas aos ativos financeiros de “alto risco”, alegando que “a disseminação adequada de informações” é crucial para proteger os investidores.

Para este fim, o rascunho propõe que o governo coopere com a Comissão Nacional do Mercado de Valores Mobiliários (CNMV) e o Banco da Espanha para coordenar uma posição regulamentar comum em relação à criptomoeda no contexto europeu mais amplo.

Há uma semana, Barcelona revelou que lançaria um espaço especializado em blockchain no centro de tecnologia da cidade para promover o crescimento e a inovação no ecossistema digital local. Em fevereiro, a Comissão Europeia anunciou o lançamento de um importante Observatório e Fórum Blockchain com o objetivo de “unir” a economia da UE em torno da nova tecnologia.

Enquanto se une no blockchain, o clima regulatório da UE em relação às criptomoedas tem sido até agora mais cauteloso, com a recente ratificação das medidas legislativas contra lavagem de dinheiro (AML) que abordam os riscos associados com criptomoedas. As principais casas de câmbio baseadas na Europa foram recentemente chamadas aos reguladores da UE para fornecer mais clareza e transparência para os mercados cripto.



Regulamento de criptografia voltado para a inovação ganha apoio entre partidos no Congresso


O projeto de lei que regulamentaria favoravelmente a tecnologia blockchain e criptomoedas recebeu apoio unânime no Congresso espanhol, Europa Press relatou ontem, 30 de maio.

O projeto de iniciativa, acordado com a maioria parlamentar O Partido Popular ganhou o apoio de todas as partes presentes na reunião do Comitê de Finanças e Função Pública da Câmara na quarta-feira.

O documento pede uma revisão dos regulamentos relativos a criptocorrências, como Bitcoin (BTC) bem como blockchain, propondo a introdução da tecnologia para o mercado espanhol através de "ambientes de teste controlados", comumente O Congresso concordou em promover o blockchain como um sistema eficiente de custos e desintermediação de pagamentos e transferências, defendendo a necessidade de fomentar as startups de fintech em particular.

O esboço ainda aumenta a necessidade. por “mecanismos proporcionados” para garantir que todas as entidades que implementam a nova tecnologia cumpram as obrigações de divulgação de informações ao Tesouro espanhol e arquivem suas declarações fiscais. Também destaca possíveis armadilhas associadas aos ativos financeiros de “alto risco”, afirmando que “a disseminação adequada de informações” é crucial para proteger os investidores.

Para este fim, o projeto propõe que o governo coopere com a Comissão Nacional do Mercado de Valores Mobiliários ( CNMV) e do Banco de Espanha para coordenar uma posição regulamentar comum sobre criptografia no contexto europeu mais amplo.

Uma semana atrás, Barcelona revelou iria lançar um espaço especializado blockchain no centro de tecnologia da cidade para promover crescimento e inovação no ecossistema digital local. Em fevereiro, a Comissão Européia anunciou o lançamento de um importante Observatório e Fórum Blockchain com o objetivo de “unir” a economia da União Européia em torno da nova tecnologia.

até agora foi mais cauteloso, com a recente ratificação de medidas legislativas contra lavagem de dinheiro (AML) que abordam os riscos associados com criptocorrências. Recentemente, as principais bolsas de cifragem baseadas na Europa chamaram os reguladores da UE para fornecer mais clareza e transparência aos mercados de criptografia.

Mercado Bitcoin ganha os holofotes em janeiro – Blog Mercado Bitcoin


Apesar da cotação do Bitcoin estar em queda, o interesse pelas moedas digitais não diminuiu no primeiro mês de 2018

O período de festas passou, o ano mudou e, mesmo assim, a maior corretora de moedas digitais da América Latina continua a fazer sucesso e mantém o posto de uma das principais fontes em reportagens.

Confira abaixo as publicações que conversaram com a gente para entender os detalhes do inovador universo dos ativos financeiros digitais.

Jornal do Comércio do Rio Grande do Sul

Publicação ressalta o crescimento das discussões sobre o Bitcoin ser uma bolha e Rodrigo Batista, nosso CEO, comenta o fato da moeda virtual ter mais investidores que a Bolsa de Valores.

Leia mais: http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/12/cadernos/empresas_e_negocios/602247-discussao-sobre-bolha-do-bitcoin-ganha-forca.html

UOL

Na reportagem “Quer investir em bitcoin? Veja dicas e cuidados antes de começar”, o portal aponta o Mercado Bitcoin como uma das principais empresas do país.

Saiba mais: https://economia.uol.com.br/financas-pessoais/noticias/redacao/2018/01/04/investimento-bitcoin-dicas-cuidados.htm

Folha de São Paulo

O jornal conversou com nosso CEO Rodrigo Batista para saber sua opinião sobre a possibilidade de regulação das moedas digitais no Brasil.

Clique aqui para ler mais: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/01/1949911-corretoras-fazem-lobby-por-regulacao-de-moeda-virtual.shtml

Exame

Publicação cita a empresa em reportagem que trata se as criptomoedas devem ou não ser regulamentadas pelo governo brasileiro.

Confira: https://exame.abril.com.br/blog/primeiro-lugar/bitcoin-regulamentar-ou-nao-eis-a-questao/

Vice

A reportagem “Entenda por que fundos de investimento do Brasil estão proibidos de investir em Bitcoin” conversou com Luiz Roberto Calado, economista-chefe do Mercado Bitcoin, para entender as perspectivas para a regulação do setor.

Veja: https://www.vice.com/pt_br/article/ne4k3z/entenda-por-que-fundos-de-investimento-do-brasil-estao-proibidos-de-investir-em-bitcoin

Jornal da Band

Equipe do noticiário conversou com Rodrigo Batista, nosso CEO, sobre as profissões com melhores oportunidades para 2018.

Assista em: http://noticias.band.uol.com.br/jornaldaband/videos/ultimos-videos/16380061/veja-quais-as-profissoes-com-melhores-oportunidades-em-2018.html

Folha de São Paulo

A publicação contou com os conhecimentos de Luiz Roberto Calado, economista-chefe do Mercado Bitcoin, para explicar que a má gestão coloca a viabilidade do petro, moeda digital da Venezuela, sob dúvidas.

Leia mais: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2018/01/1950783-ma-gestao-poe-viabilidade-de-moeda-virtual-da-venezuela-sob-duvidas.shtml

O Estado de São Paulo

Jornal conversou com Luiz Roberto Calado, nosso economista-chefe, para entender os motivos pelos quais o mercado não acredita que o Bitcoin é uma bolha mesmo após queda abaixo dos US$ 10 mil.

Não perca: http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,bitcoin-vai-abaixo-de-us-10-mil-mas-mercado-nao-ve-bolha,70002155049

Exame

Reportagem “Corretoras de bitcoins travam batalha contra os bancões” cita a companhia entre as instituições que encontram dificuldades para manter suas contas-correntes funcionando.

Saiba mais: https://exame.abril.com.br/blog/primeiro-lugar/corretoras-de-bitcoins-travam-batalha-contra-os-bancoes/

Época Negócios

Publicação falou com nosso economista-chefe Luiz Roberto Calado para saber como a alta volatilidade do Bitcoin afeta os investidores.

Confira: http://epocanegocios.globo.com/Mercado/noticia/2018/01/epoca-negocios-bitcoin-cai-abaixo-de-us-10-mil-e-assusta-investidor.html

A Tribuna

Reportagem investiga a queda do Bitcoin e conta com a ajuda de Luiz Roberto Calado, nosso economista-chefe, para compreender o mercado.

Clique para ler mais: http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/economia/bitcoin-cai-abaixo-de-us-10-mil-e-assusta-investidor/?cHash=00503613ff993b3f95c058ffcb408b6d

Jornal do Tocantins

Publicação contou com os conhecimentos de nosso economista-chefe, Luiz Roberto Calado, para esclarecer a queda na cotação do Bitcoin.

Leia mais: https://www.jornaldotocantins.com.br/editorias/noticias/economia/bitcoin-cai-abaixo-de-us-10-mil-e-assusta-investidor-1.1441527

BondeNews

Luiz Roberto Calado, nosso economista-chefe, comentou o crescimento do número de transações da corretora mesmo com a queda do Bitcoin.

Veja: https://www.bonde.com.br/bondenews/economia/bitcoin-cai-abaixo-de-us-10-mil-e-assusta-investidor-455752.html

O Tempo

Publicação fez reportagem sobre a baixa no valor do Bitcoin e contou com a ajuda de Luiz Roberto Calado, nosso economista-chefe, para desvendar os motivos disso.

Leia mais: http://www.otempo.com.br/capa/economia/bitcoin-cai-abaixo-de-us-10-mil-e-assusta-investidor-1.1563916

G1

Reportagem do portal intitulada “Bitcoin já tem mais que o dobro de investidores da bolsa no Brasil” conversou com Rodrigo Batista, nosso CEO, para falar sobre o aumento no número de interessados em moedas digitais.

Confira: https://g1.globo.com/economia/educacao-financeira/noticia/bitcoin-ja-tem-mais-que-o-dobro-de-investidores-da-bolsa-no-brasil.ghtml

InfoMoney

Matéria trata sobre como o sucesso do Bitcoin estimulou que para cada pessoa física na bolsa há o dobro de investidores em moedas digitais e cita o Mercado Bitcoin como uma das empresas que mais cresceu com a alta da cotação.

Saiba mais: http://www.infomoney.com.br/mercados/bitcoin/noticia/7221408/sucesso-bitcoin-para-cada-cpf-bolsa-existem-dois-investidores-criptomoedas

Correio Braziliense

Publicação cita a empresa em reportagem intitulada “Pressão de bancos e governos faz Bitcoin despencar”.

Veja mais: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2018/01/24/internas_economia,655231/pressao-de-bancos-e-governos-faz-bitcoin-despencar.shtml

Glamour

Revista fez um guia sobre tudo que você precisa saber para investir na moeda digital mais famosa do mundo e citou o Mercado Bitcoin como uma das empresas que intermedeiam a negociação de criptomoedas.

Não deixe de ler: http://revistaglamour.globo.com/Lifestyle/Carreira-e-dinheiro/noticia/2018/01/bitcoins-tudo-que-voce-precisa-saber-para-investir-na-famosa-moeda-digital.html

Tecnologia 3D ganha aplicação na odontologia


Já bastante difundida na engenharia automotiva, mecânica e civil, a modelagem 3D ganha novas aplicações a cada dia. Uma das mais recentes é na odontologia. O uso de scanners e modeladores tridimensionais para diagnósticos, planejar tratamentos, cirurgias, confeccionar ossos, próteses e peças ortodônticas pela impressão 3D ou usinagem computadorizada começa a se difundir entre os dentistas brasileiros.

Estima-se, no entanto, que apenas 1% dos 290 mil dentistas do País já tenha migrado para a odontologia digital. Assim como ocorreu no design de carros, que deixou de ser uma atividade artesanal para ser mediada pela computação, a odontologia digital vai mudar a forma como as coisas são feitas na atividade. Mas também trará benefícios, como a redução no tempo de tratamento, das consultas e de confecção de peças ortodônticas, maior precisão em todas as etapas e conforto para o paciente.

De forma geral, os tratamentos odontológicos são concebidos a partir da documentação e de um modelo da boca normalmente feito de gesso. Com base nos dados e no modelo, é possível prever as movimentações do “aparelho”, planejar cirurgias e confeccionar próteses, pontes, coroas, para citar os exemplos mais comuns. Às vezes, as peças de gesso têm problemas de precisão devido a vários fatores. Quando isso ocorre, o paciente precisa fazer um novo molde, os custos aumentam e o tratamento atrasa.

Com a odontologia digital, esse problema é eliminado. A documentação passa a ser digital. O modelo da boca é uma imagem tridimensional .STL gerada por software CAD/CAM e coletada por um scanner intraoral. O arquivo .STL pode ainda ser mesclado no CAD/CAM com a tomografia da arcada do paciente em formato DICOM, dando ao dentista uma visão detalhada da cavidade bucal, da mandíbula, do maxilar e das raízes.

“A partir do modelo 3D, o dentista planeja o tratamento, cirurgias, troca informações com colegas, radiologistas e protéticos, num processo mais integrado, rápido e com menos custo”, resume Danilo Henrique, sócio-diretor da Dental Factory, empresa especializada em soluções para o segmento. Embora seja possível reproduzir fisicamente o modelo tridimensional com uma impressora 3D, o arquivo .STL passa a ser o ambiente de trabalho do dentista e dos demais profissionais envolvidos no tratamento.

A fabricação de peças ortodônticas, por exemplo, se hoje é essencialmente artesanal, o protético do futuro vai “modelar” as peças no computador, tendo como referência o escaneamento bucal do paciente. A fabricação também será automatizada, já que o CAD/CAM converte o 3D em comandos para fresadoras e impressoras 3D.

Para Danilo Henrique, a odontologia digital agiliza o tratamento ao diminuir a possibilidade de erros e acelerar a fabricação de peças. Ao fazer previsões sobre as movimentações do tratamento ortodôntico, por exemplo, a tecnologia permite ao dentista encomendar de uma vez a “impressão” de todos os alinhadores do tratamento, tecnologia que vem substituindo aos poucos os brackets e arames, economizando tempo e dinheiro.

Os exemplos, no entanto, vão além. Na reconstrução buco-maxilo-facial, um dos procedimentos mais complexos da odontologia, a tecnologia 3D pode diminuir pela metade o tempo de cirurgias, ao permitir que o dentista simule antes virtualmente o procedimento, modele e fabrique com muito mais precisão as guias que vão orientar os cortes ósseos. Nos casos que exigem a substituição da estrutura óssea, o osso pode ser modelado e literalmente “impresso” em material biocompatível. A grande vantagem é que dá para prever com mais precisão como ficará o rosto do paciente após o procedimento.

Na implantodontia, o 3D permite planejar a disposição dos implantes e a necessidade de enxertos ósseos a partir da tomografia. Com o escaneamento é possível unir os exames e projetar guias cirúrgicas precisas, o que dá maior segurança e assertividade. “Se por exemplo, paciente tiver um escaneamento anterior e perder os dentes, as próteses poderão ser fresadas exatamente como os dentes originais”, completa Henrique.

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‘Votação da previdência ganha mais força’


A condenação do ex-presidente Lula em segunda instância favorece a votação da reforma da Previdência ainda em fevereiro, segundo o economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio da consultoria MB Associados e secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda no primeiro governo Fernando Henrique Cardoso. “Se a gente admitir que o populismo perdeu força, dá para pensar que a reforma terá mais fôlego para ser votada em fevereiro”, disse em entrevista ao Estado. Para ele, porém, ainda é importante que se faça uma reforma incluindo os militares e que o próximo presidente reduza as desonerações fiscais para melhorar as contas públicas. Apontado como um dos possíveis formuladores do programa econômico para uma eventual campanha do governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) à presidência, ele diz apenas ter conversado com o político este ano. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Analistas dizem que a decisão da Justiça da última semana enfraqueceu, na corrida eleitoral, tanto o nome de Lula como o de Bolsonaro, que ganhava apelo justamente por ser o anti-Lula, um cenário que abriria caminho para um candidato de centro-direita. Isso anima o investidor?

Anima antes o mercado financeiro. Do ponto de vista de decisão de investimento, anima alguma coisa. Mas a parte maior, de investimento em infraestrutura, não muda. Se um candidato realmente reformista ganhar as eleições, aí os investimentos melhoram a partir de 2019. E a grande fonte de investimentos dos próximos anos tem de vir da infraestrutura. Por enquanto, acho mais fácil algumas empresas anteciparem a recontratação de funcionários. Esse tipo de decisão, sim, pode ser antecipado.

As chances de a reforma da Previdência ser aprovada mudaram?

O discurso de que não existe problema na Previdência é populista e não se sustenta economicamente. Se a gente admitir que o populismo perdeu sua força (com a condenação de Lula) e sabendo que a questão da Previdência terá de ser enfrentada, seja quem ganhe a eleição, me parece que dá para pensar que, se bem encaminhada, a reforma terá mais força para ser votada em fevereiro.

Os candidatos ao Legislativo não continuam com medo de perder voto por causa da reforma?

É verdade, mas não tenho certeza de que quem votar a favor da reforma perderá a eleição. O que tenho dificuldade de ver é (uma votação da reforma) em novembro, depois das eleições, quando todo mundo estará olhando quem ganhou e qual será o novo governo. Ou é em fevereiro ou vai ficar para o próximo (presidente).

O julgamento de quarta-feira passada tem outras consequências para a economia?

O primeiro resultado é que o dólar esvazia e a Bolsa sobe com a hipótese de que a candidatura do Lula e a agenda que ele estava prometendo enfraqueceram. O que acho que menos muda é a questão da privatização (da Eletrobrás). A tendência é dizer que facilitaria, porque a polarização entre esquerda (Lula) e direita (Bolsonaro) fica menor, mas não tenho essa convicção porque a grande resistência (à privatização) não está na esquerda, está na política tradicional. O caso Petrobrás diminuiu o poder da esquerda de se colocar contra a agenda da privatização.

A condenação do Lula dá força ao discurso liberal?

Sim, mas, dentro disso, tem uma gradação: você tem a proposta do Novo – um liberal stricto sensu – e uma proposta como a do Geraldo Alckmin, liberal mas social-democrata. Pessoalmente, acho que a segunda vertente é mais apropriada para um país com a distribuição de renda tão ruim como a do Brasil. Nesse sentido, esse centro ainda está muito disputado. Mas, nessa nova situação, o populismo levou um tiro. O Lula não será candidato e, com isso, deve se esvaziar a proposta do Bolsonaro.

O sr. é apontado como um dos economistas consultados pelo governador Geraldo Alckmin para se preparar para a disputa presidencial. Vocês têm conversado?

Conversei com ele (neste ano). O que falei para ele é o que estou falando para você: qual caminho acho mais adequado, que é o (mesmo) que ele imagina. Mas não se colocou ainda nenhuma coisa de programa.

Houve convite para uma eventual equipe econômica?

Eu conversei com ele. Só isso. Objetivamente, só isso.

Quais perspectivas o sr. vê para o teto dos gastos? Muitos economistas dizem que vai estourar já no ano que vem…

Não tenho essa convicção. Em agosto, tinha muita gente boa dizendo que estourava ainda neste ano. Agora isso sumiu do ar. Se a gente elege um reformista, se cresce 3,5% neste ano e no ano que vem, a trajetória que você constrói vai muito mais rapidamente do que se pensa para uma coisa sustentável. Não necessariamente o teto vai estourar no ano que vem, mas precisa haver a reforma da Previdência. A crise fiscal é profunda. Têm de entrar na Previdência os militares e o setor público, além de enfrentar coisas como o excesso de desonerações, por exemplo.

O próprio empresariado, que defende os candidatos reformistas, é contra o fim da desoneração, que poderia reduzir o déficit. Como resolver essa equação?

O reformista vai ter de enfrentar oposição para duas coisas. A primeira é que a economia brasileira tem de ser mais aberta, para dar mais frente à competitividade. Portanto, (o empresário) pedir socorro (proteção) de tarifas por causa das importações não vai poder acontecer com a frequência a que boa parte deles se acostumou. A segunda coisa: tem de resolver a parte fiscal. Tem de ter uma redução disso (desoneração). O empresário reclama com uma certa razão do sistema tributário, mas a solução não é dar redução de impostos, que aumenta o déficit. Porque aí a inflação fica maior, e os juros, mais altos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Campanha Janeiro Branco chega a sua 5ª edição e ganha todo o país


Estudos apresentados pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e Mistério da Saúde do Brasil indicam que o Brasil tem experimentado um crescimento vertiginoso das problemáticas relativas à Saúde Mental/Saúde Emocional dos indivíduos e da sociedade como um todo. Segundo a OMS (dados de 2017), a sociedade brasileira é a recordista latino-americana em casos de depressão, a campeã mundial em relação à ansiedade e o 4º colocado em relação ao crescimento das taxas de suicídio entre os jovens da América Central e da América do Sul.

São altos os índices de violência (em domicílios, no trânsito ou em escolas), criminalidade, suicídios, alcoolismo, drogadição, depressão, preconceitos, entre outros, que colocam em risco o equilíbrio mental, emocional, comportamental e relacional dos indivíduos da nossa sociedade.

Porém, de acordo com psicólogo Leonardo Abrahão, idealizador da Campanha Janeiro Branco, apesar da necessidade evidente de colocar o assunto em pauta, muito pouco ainda se discute a respeito.

“Através da Campanha Janeiro Branco pretendemos estimular a criação de uma “cultura da saúde mental” no mundo e, ao mesmo tempo, difundir um conceito ampliado de Saúde Mental/Saúde Emocional como um estado de equilíbrio – individual e coletivo – sem o qual não é possível viver satisfatoriamente em sociedade. Escolhemos o mês de janeiro para mobilização pelo fato de que, por força cultural da simbologia atribuída à virada de ano, as pessoas estão predispostas a pensar sobre as suas vidas em diversos aspectos e, a cor branca, porque, também simbolicamente, queremos mostrar às pessoas que, como em uma folha em branco, qualquer um pode escrever e reescrever a sua própria história, desenhando e redesenhando novas possibilidades perante a vida”, pontua Abrahão.

Segundo o idealizador da Campanha que, a cada dia, ganha mais adeptos nas cidades brasileiras e nas redes sociais, urge sensibilizarmos as mídias, as instituições sociais, públicas e privadas, e os poderes constituídos, públicos e privados, em relação à importância de projetos estratégicos, políticas públicas, recursos financeiros, espaços sociais e iniciativas socioculturais empenhadas(os) em valorizar e em atender as demandas individuais e coletivas, direta ou indiretamente, relacionadas aos universos da Saúde Mental.

Com o slogan “quem cuida da mente, cuida da vida”, Abrahão, milhares de psicólogos(as), outros profissionais da saúde e cidadãos de todo o país estão se mobilizando para chamar a atenção de toda a sociedade – e, principalmente, das autoridades – para as questões e as demandas da Saúde Mental no Brasil e no mundo, uma vez que a Campanha nascida em Uberlândia(MG) em 2014 já se difundiu para outras nações e continentes.

Campanha ocorrerá em várias cidades do Brasil:

Em sua 5ª edição (2018), a Campanha Janeiro Branco contou com a poderosa ajuda da Internet para ser conhecida e admirada em todo o Brasil. Sites voltados às temáticas da psicologia, milhares de psicólogos(as) e outros profissionais ligados à saúde e à assistência social de todo o país estão aderindo à proposta e organizando ações em suas cidades, como, por exemplo, compartilhamento de posts, palestras-relâmpago sobre Saúde Emocional em salas de espera de hospitais, em escolas, empresas, igrejas, parques, praças, auditórios, faculdades e todos os espaços públicos e privados em que as pessoas possam ser inspiradas e incentivadas a pensarem sobre Saúde Mental em uma perspectiva preventiva, integral e em termos tanto individuais, quanto coletivos.

Além de palestras-relâmpago, profissionais da Saúde estão organizando distribuição de balões e fitas brancas em praças das cidades, tira-dúvidas virtual e presencial sobre Saúde Mental e a importância da Psicoeducação, entrega de panfletos explicativos sobre Saúde Emocional em escolas, em empresas e a proposição de projetos de lei às autoridades locais, regionais e nacionais para que o mês de Janeiro seja legalmente reconhecido como o Mês do Janeiro Branco e da Conscientização sobre Saúde Mental nos calendários oficiais dos municípios e estados brasileiros.

Mais detalhes sobre a programação e novidades, podem ser encontrados em: www.janeirobranco.com.br e www.facebook.com.br/campanhajaneirobranco

Serviço:
GRATUITO
Campanha Janeiro Branco – São Paulo
Data: 28/01
Horário: 9h às 12h
Local: Parque Ecológico Vila Prudente (Parque Lydia Natalizio Diogo)
Endereço: Rua João Pedro Lecór – Jardim Avelino, São Paulo – SP