França adverte sobre várias plataformas de criptomoedas não autorizadas


 A França alerta para várias plataformas de criptografia não autorizadas "title =" A França alerta para várias plataformas de criptomoedas não autorizadas "/> </a></div>
</p></div>
<p>                 Regulamento<br />
              </p>
</p></div>
<p><strong> A autoridade reguladora dos mercados financeiros da França emitiu uma nova advertência contra plataformas não autorizadas que oferecem investimentos em criptomoeda. O regulador adicionou quatro sites à sua lista de domínios na lista negra que oferecem investimentos criptográficos sem autorização. </strong></p>
<p><em><strong> Também se lê: <a href= Yahoo! O Japão confirma entrada no espaço Crypto

O regulador francês de mercados financeiros, a Autorité des Marchés Financiers (AMF), alertou na segunda-feira “o público contra várias empresas”

propondo investimentos atípicos sem estar autorizado a fazê-lo. ”

A AMF é uma autoridade pública independente responsável por garantir que as poupanças investidas em produtos financeiros sejam protegidas. De acordo com a Lei n. 2016-1691 sobre a transparência, nenhuma oferta de investimento pode ser comercializada diretamente na França sem um número de registro ou aprovação prévia da AMF

 França adverte várias plataformas de criptografia não autorizadas Ao lado da advertência de segunda-feira, o regulador também publicou uma lista de quatro “novos sites não autorizados que oferecem investimentos atípicos”. Os quatro sites são bitoraxe.com, solutioncrypto.com, solution-crypto.com e connect-coin.fr. No momento da redação deste artigo, connect-coin.fr já está offline. Os outros três ainda estão ativos, mas o solution-crypto.com redireciona todo o tráfego para o solutioncrypto.com

A AMF publicou anteriormente uma lista de 15 sites que oferecem investimentos criptográficos sem autorização. O regulador mantém três listas de sites não autorizados – um para produtos estrangeiros, um para opções binárias e outro para outros bens, incluindo diamantes, vinhos e criptomoedas. A agência começou a rastrear sites na lista negra em julho do ano passado e começou a incluir sites de criptografia em dezembro.

AMF Preocupado com a Crypto

A AMF tem monitorado perdas em criptomoedas através do seu centro de serviços Epargne Info, que recebe reclamações de investimento e reivindicações. Durante a apresentação do relatório anual da AMF no mês passado, o presidente Robert Ophèle disse:

Durante os primeiros quatro meses do ano, dos mais de 4.000 pedidos processados ​​pelo nosso centro Epargne Info-services, 700 envolveram criptos ativos com cerca de 250 alegações ou relatórios relatando mais de € 9 milhões (~ US $ 10,43 milhões) em perdas.

Ele acrescentou que as criptomoedas assumiram opções binárias e contratos altamente alavancados por diferença (CFDs) como o problema mais premente.

atualmente criando uma estrutura legal para ofertas iniciais de moedas (ICOs), que deve ser finalizada no próximo ano. A agência começou a restringir os derivativos de bitcoin em fevereiro. Em abril, o país reduziu a alíquota do imposto sobre ganhos de capital criptografados de 45% para 19%.

O que você acha da AMF alertar os investidores sobre essas plataformas não autorizadas? Deixe-nos saber na seção de comentários abaixo


Imagens cortesia da Shutterstock e AMF


Precisa calcular suas propriedades de bitcoin? Verifique nossa ferramentas seção.

França pede que ex-presidente-executivo do Carrefour abra mão de aposentadoria – 17/06/2018 – Mercado


​O governo francês pediu ao ex-executivo-chefe do Carrefour que abdicasse de seu pacote de aposentadoria, disse um porta-voz neste domingo (17), afirmando que ele não deixou o maior varejista da Europa em um estado que mereça um generoso pagamento.

Os acionistas aprovaram o pagamento de 13 milhões de euros a Georges Plassat com mais de 68% dos votos em uma assembleia anual de acionistas na sexta-feira (15), provocando uma onda de críticas dos sindicatos, das federações de funcionários e do ministro das Finanças.

Carrefour disse no sábado que Plassat, que deixou o cargo em julho de 2017, decidiu não aplicar uma cláusula em sua demissão, com o qual obteria cerca de 4 milhões de euros por se comprometer a não entrar para um concorrente. 

“Quando você fracassou na direção de uma empresa —e esse é o caso— você não sai com 13 milhões de euros. Ele desiste de 4 milhões de euros em uma cláusula de não concorrência aos 69 anos, é uma piada”, disse o porta-voz do governo, Benjamin Griveaux, ao canal France 3.

“Ele recebe 500 mil euros em aposentadoria por ano, 40 mil euros por mês, acho que isso é suficiente e ele deveria ter desistido de seu pacote de 13 milhões de euros, a coisa toda, não apenas 4 milhões”, acrescentou Griveaux.

Desde a saída de Plassat, seu sucessor Alexandre Bompard teve que anunciar cortes de empregos e fechamentos de lojas para melhorar o desempenho, ao mesmo tempo em que lança uma ofensiva de comércio eletrônico e busca uma parceria chinesa.

Griveaux disse que o pacote de Plassat equivalia a um “comportamento agressivo” e pediu aos sindicatos patronais AFEP e Medef que garantissem que as empresas seguissem suas diretrizes de remuneração dos executivos.

As duas federações disseram no sábado que revisariam suas diretrizes não vinculantes, que a maioria das grandes empresas francesas listadas atualmente segue.

França pede que ex-CEO do Carrefour abra mão de aposentadoria – Notícias


PARIS (Reuters) – O governo francês pediu ao ex-executivo-chefe do Carrefour que abdicasse de seu pacote de aposentadoria, disse um porta-voz neste domingo, afirmando que ele não deixou o maior varejista da Europa em um estado que mereça um generoso pagamento.

Os acionistas aprovaram o pagamento de 13 milhões de euros a Georges Plassat com mais de 68% dos votos em uma assembleia anual de acionistas na sexta-feira, provocando uma onda de críticas dos sindicatos, das federações de funcionários e do ministro das Finanças.

O Carrefour disse no sábado que Plassat, que deixou o cargo em julho de 2017, decidiu não aplicar uma cláusula em sua demissão, com o qual obteria cerca de 4 milhões de euros por se comprometer a não entrar para um concorrente. 

“Quando você fracassou na direção de uma empresa – e esse é o caso – você não sai com 13 milhões de euros. Ele desiste de 4 milhões de euros em uma cláusula de não concorrência aos 69 anos, é uma piada”, disse o porta-voz do governo, Benjamin Griveaux, ao canal France 3.

“Ele recebe 500.000 euros em aposentadoria por ano, 40.000 euros por mês, acho que isso é suficiente e ele deveria ter desistido de seu pacote de 13 milhões de euros, a coisa toda, não apenas 4 milhões”, acrescentou Griveaux.

Desde a saída de Plassat, seu sucessor Alexandre Bompard teve que anunciar cortes de empregos e fechamentos de lojas para melhorar o desempenho, ao mesmo tempo em que lança uma ofensiva de comércio eletrônico e busca uma parceria chinesa.

Griveaux disse que o pacote de Plassat equivalia a um “comportamento agressivo” e pediu aos sindicatos patronais AFEP e Medef que garantissem que as empresas seguissem suas diretrizes de remuneração dos executivos.

As duas federações disseram no sábado que revisariam suas diretrizes não vinculantes, que a maioria das grandes empresas francesas listadas atualmente segue.

(Por Leigh Thomas)

Vendido jarro de porcelana chinesa do século XVIII por EUR 4,1 mi em leilão na França – Notícias


Montbazon, França, 10 Jun 2018 (AFP) – Um jarro de porcelana que pertenceu ao imperador chinês Qianlong (1736-1795) foi arrematado por 4,1 milhões de euros por um comprador francês durante um leilão na França, constatou um correspondente da AFP.

Com os gastos, a venda alcança os cinco milhões de euros, segundo Philippe Rouillac, comissário do leilão no castelo de Artigny, em Montbazon (centro), 10 vezes mais do que o preço de saída.

O jarro, que leva a marca do imperador Qianlong, quarto na dinastia manchu Qing, foi arrematado em 10 minutos.

“É uma francesa (representando o comprador por telefone) que superou 17 chineses vindos de todo o mundo para recuperar seu patrimônio nacional”, assinalou Rouillac.

Segundo a especialista de arte do Oriente Extremo Alice Jossaume, trata-se de um dos dois jarros do imperador Qianlong – “o homem mais poderoso de sua época” – que existem no mundo.

O outro jarro similar foi vendido por 1,8 milhão de euros pela Sotheby’s em Hong Kong em abril de 2016.

O jarro vendido neste domingo irá “para o apartamento parisiense de um colecionador”, disse Rouillac, acrescentando que “talvez possa ser emprestado ao Museu Guimet”, dedicado à arte asiática, em Paris.

Foi Rouillac quem descobriu por acaso a peça em meados de abril durante uma visita a um castelo desta região francesa.

França e Alemanha ainda têm diferenças sobre reforma da zona do euro, diz autoridade francesa – Notícias


PARIS (Reuters) – A França e a Alemanha progrediram, mas ainda precisam concordar em um plano de ação para as reformas da zona do euro, afirmaram autoridades francesas e alemãs à Reuters, depois que ministros de Finanças de ambos os países se reuniram em negociações em Paris no sábado.

O Ministro das Finanças francês Bruno Le Maire encontrou seu equivalente alemão Olaf Scholz em Paris no sábado em uma tentativa de diminuir suas diferenças.

“Discutimos todas as questões proeminentes e fizemos progresso substancial, trocando documentos e conversando noite adentro”, disse um oficial francês. “Ainda temos algum trabalho para fazer antes de conseguirmos concordar em um plano de ação”.

Um porta-voz do Ministério das Finanças alemão disse: “Conseguimos progredir significativamente com nossos amigos franceses em direção a uma proposta de reforma para a zona do euro, e continuaremos nossas conversa na semana que vem”.

A autoridade francesa confirmou que ambos os ministros concordaram em continuar as negociações durante a semana, provavelmente por vídeo conferência.

(Reportagem de Myriam Rivet em Paris e Michael Nienaber em Berlim)

França trabalha com Alemanha e UE por resposta ‘firme e única’ contra tarifas – Notícias


O governo da França está trabalhando com a Alemanha e as autoridades da União Europeia uma “resposta firme e única” contra a imposição de tarifas de importação de aço e alumínio pelos Estados Unidos, de acordo com um conselheiro próximo ao presidente Emmanuel Macron.

Segundo a fonte, Macron está “extremamente mobilizado” na resposta a ser dada aos EUA. O presidente francês já havia pedido ao seu homólogo americano, Donald Trump, no mês passado a isenção permanente das tarifas de importação.

Anunciada nesta quinta-feira pela manhã, a medida volta a impor barreira tarifária de 25% sobre as importações de aço e 10% sobre as de alumínio. Além da UE, o México e o Canadá terão de pagar a alíquota para comercializar os seus produtos siderúrgicos em solo americano.

Ao reimpor as tarifas, Trump argumentou que os governos de Bruxelas e de seus vizinhos não apresentaram avanços para diminuir a venda de produtos siderúrgicos aos EUA, o que, segundo ele, ocorreu com o Brasil, a Argentina e a Austrália. O governo americano alegou necessidade de manter a segurança nacional ao impor as tarifas. Fonte: Associated Press.

PIB da França cresce 0,2% no 1º trimestre, mostra revisão – Notícias


A economia da França cresceu menos do que inicialmente estimado entre janeiro e março. Revisão publicada nesta quarta-feira pelo Insee, como é conhecido o instituto de estatísticas do país, mostra que o Produto Interno Bruto (PIB) francês teve expansão de 0,2% no primeiro trimestre ante os últimos três meses de 2017. Originalmente, o Insee havia calculado avanço de 0,3%.

O indicador mostra que a desaceleração da França foi ainda mais intensa em relação ao quarto trimestre do ano passado, quando seu PIB registrou alta de 0,7% ante os três meses anteriores. Fonte: Dow Jones Newswires.

Preços dos combustíveis batem recorde na França e Reino Unido – Notícias


Os bloqueios de refinarias e as paralisações de caminhões ainda não estão entre as estratégias para conter o preço dos combustíveis na Europa. Consumidores, contudo, já sentem os efeitos do aumento recente do preço do barril de petróleo e da política de não intervenção no mercado. Em alta constante há mais de dois anos, os combustíveis atingiram neste mês preços recordes em países como França e Reino Unido.

Os preços nos postos correspondem ao aumento da cotação do petróleo no mercado internacional. Com a barreira dos US$ 80 por barril do tipo Brent prestes a ser ultrapassada, a variação desde fevereiro já supera os 30% em euros.

A consequência dessa política é a explosão do preço nos postos para o consumidor. Nas últimas dez semanas, os aumentos têm sido constantes, o que levou o diesel a bater recorde em solo francês e britânico.

Outros fatores que influenciam no preço no curto prazo são a taxa de câmbio, a política fiscal nacional, as exigências regulatórias, além de fatores sazonais e de eventuais períodos de redução de estoques.

Segundo o site especializado GlobalPetroPrices.com, que faz acompanhamento e análise do mercado europeu, a cada 10% de altas ou baixas no preço do barril de petróleo, a repercussão é, em média, de 3% na Europa. Para efeitos de comparação, nos Estados Unidos, onde a carga fiscal é mais baixa, o mesmo impacto é de 7%.

Isso ocorre porque, por princípio, quanto mais altas forem as taxas que incidem sobre os preços, menor é a variação da cotação do petróleo ao consumidor final. A expectativa de especialistas é de que, em média, o litro de gasolina feche o ano em € 1,29 no conjunto de 36 países europeus, um balanço que inclui todos os maiores mercados do continente.

Já a situação do diesel é ainda mais alarmante. O caso da França ilustra bem o avanço do preço do combustível nos últimos 12 meses. Em alta há nove semanas, o litro do combustível chegou aos consumidores nos últimos dias a € 1,46 – superando o recorde registrado em agosto de 2012, de € 1,459 por litro. A título de comparação, em julho de 2017 o preço do litro do diesel estava em € 0,97.

Sem intervenção. Apesar da alta nos combustíveis, na França não se fala em intervenção na política de preços. Quando acontece, é de forma pontual, em caso de crise aguda, penúria ou anomalia do mercado, e autorizadas por lei por, no máximo, seis meses.

A exemplo do Brasil, as greves podem provocar efeitos importantes na economia, mas a capacidade de paralisação dos caminhoneiros é menor. É que o custo de transporte e distribuição é limitado, e corresponde a cerca de 7% a 8% do preço final do produto. Além disso, a concorrência é elevada – o mercado é aberto a todas as grandes petrolíferas europeias, como Total, BP ou Shell, e o principal meio de suprimento são os oleodutos, que respondem por 50% do total transportado.