Previsão de Bitcoin e Ethereum: Down – mas certamente não fora



As ações de preço da Bitcoin e Ethereum não conseguiram romper com suas tendências de baixa no mês passado – e os investidores estão se preparando para níveis mais baixos de suporte no futuro próximo. Condições de mercado positivas provavelmente poderiam levar a um influxo de investidores pela primeira vez, assim como veteranos aumentando suas posições na base. Uma Recapitulação Rápida Se você tiver tomado posições de longo prazo em Bitcoin ou Ethereum entre agora e novembro do ano passado
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‘Minha dificuldade era aceitar ficar de fora do controle’, diz dono da Sapore sobre fusão – 17/06/2018 – Mercado


Foram seis meses de intensa negociação, mas na sexta-feira (15), a IMC (International Meal Company), dona das redes Viena e Frango Assado, e a Sapore, que produz refeições corporativas, assinaram o acordo para unir suas operações, conforme antecipou a Folha.
 
As duas empresas, de cara, percebiam que o negócio criaria valor para a operação de ambas, mas as dificuldades vieram em fechar o percentual que cada uma teria no novo negócio. Isso fica evidente no formato da operação. Daniel Mendez, empresário uruguaio dono da Sapore, queria ter participação de controle (50% mais uma ação), mas a atual administração e os acionistas da IMC não cederam a esse percentual.
 
O negócio é anunciado com Mendez ficando com 35% do capital da nova empresas e os acionistas da IMC, com 65%. No entanto, ao mesmo tempo será lançada, pela Sapore, uma oferta pública de aquisição de ações para 25% do capital da IMC, a um preço que envolve prêmio de 20% sobre a cotação atual da empresa em bolsa.

 

Se mais de 25% dos acionistas da IMC quiserem entregar seus papéis, haverá um rateio entre todos. Se menos de 25% dos acionistas concordarem, haverá uma operação de redução de capital da IMC.

Tudo isso foi pensado para que ao final do processo, Mendez tenha cerca de 42% da nova empresa, e não os 35% inicialmente divulgados, transformando-se no principal acionista da companhia. A conta dessa oferta por 25% pelas ações da IMC ficará com os atuais acionistas da empresa –a Sapore vai emitir uma dívida, calculada em R$ 387 milhões, que será depois abraçada pela IMC. Isso só foi possível porque a IMC era uma empresa sem endividamento relevante.
 
“Eu sempre fui dono da minha empresa, por isso a minha dificuldade em aceitar ficar de fora do controle”, afirma Mendez. “Mas no decorrer desse processo, eu entendi todo o aprendizado que existe para ser uma companhia aberta e todo o valor que isso tem. Por isso, concordei em ficar com os 42%”, diz o executivo.
 
Mendez será o presidente do conselho de administração da IMC. “Eu já exerço essa função na Sapore. Há mais um ano, convivo com uma gestão independente na empresa”, diz. Além dele, o conselho terá três indicados da Sapore e três da IMC.
 
Newton Maia, presidente da IMC, desde 2016, continuará no comando da nova empresa por um período de dois anos, ao lado da atual diretoria. A presença de Maia, responsável por uma reestruturação de muito sucesso na IMC, era uma exigência dos fundos que são acionistas da companhia.
 
Mendez e Maia avaliam que a convivência entre ambos será positiva. “A IMC nunca teve um conselho de perfil passivo. Nós sempre quisemos um envolvimento direto dessas pessoas no negócio”, diz. 
 
Por um período de três anos, para que essa gestão tenha a tranquilidade e a estabilidade necessárias, diz Mendez, o direito de voto de qualquer acionista da IMC será limitado a 15% das ações, mesmo que ele possua mais do que isso. A IMC, desde que o fundo Advent vendeu ações da empresa e reduziu sua fatia de 80% para 10%, em novembro do ano passado, não possui um controlador definido.
 
Os executivos não quiseram falar em números de sinergias estimadas para a junção das companhias. No mercado, primeiro se falou em R$ 150 milhões, mas nos últimos dias, esse número foi reduzido para entre R$ 50 milhões e R$ 90 milhões.
 
“Somos uma empresa com ações negociadas em bolsa e ainda não decidimos se vamos divulgar essa estimativa ao mercado”, afirma Maia. “Mas hoje o que podemos dizer é que conforme vamos conversando cada vez mais descobrimos novas possibilidades de sinergias”, diz o executivo.
 
As sinergias possíveis, diz Maia, são do ponto de vista de logística, distribuição e cozinhas inteligentes  —esse que seria um novo foco de desenvolvimento da IMC, mas que já funciona a pleno vapor na Sapore e será totalmente absorvido. Por outro lado, a Sapore poderá aprender com a IMC como potencializar seus negócios no varejo —no início deste ano, ela lançou a marca Yurban, uma espécie de loja de conveniência de comida fresca. Juntas, também pretendem ampliar a presença internacional.
 
Os executivos afirmam que, no momento, a empresa não prevê demissões. Os negócios, dizem, são distintos e complementares. “O time que faz compras hoje tem uma cabeça na IMC e outra na Sapore. Não podemos abrir mão disso nesse momento de integração”, diz Maia.

“Precisamos manter os diferenciais que levaram as empresas chegarem onde estão nesse momento. O que queremos é buscar as sinergias e fazer o negócio andar o mais rápido possível. Para isso, precisamos de gente”, afirma Mendez, destacando que a sua empresa cresceu muito em pessoal depois de servir as refeições na Copa e Olimpíada no Brasil e muitas dessas pessoas continuam por lá até hoje.

A operação ainda precisará ser aprovada pelos acionistas em assembleia e os executivos avaliam que a maioria deles já se mostrou favorável à operação. 

TRF-5 cassa liminares que permitiam empresas do RN ficarem fora do tabelamento de frete – Notícias


BRASÍLIA (Reuters) – O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) cassou nesta sexta-feira liminares concedidas a duas empresas do Rio Grande do Norte que permitiam a elas serem excluídas das normas que regulamentam a Política de Preços Mínimos de Transporte Rodoviário de Cargas, o chamado tabelamento de preços de frete.

A decisão atendeu a recurso apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU).

Em sua decisão, o presidente em exercício do TRF-5, desembargador Cid Marconi Gurgel de Souza, afirmou que a manutenção das liminares estaria interferindo em premissas de um “acordo firmado pelo Poder Executivo, acordo este no qual a fixação da tabela de fretes mínimos constituiu uma das principais bases de sustentação”.

“Há que se realçar, em verdade, que o processo de negociação ainda não terminou, eis que, de acordo com notícias amplamente divulgadas pela mídia, ainda estão sendo revisados os valores fixados na tabela (foi noticiado, inclusive, que a primeira tabela já haveria sido substituída por uma nova, após reunião entre os interessados e integrantes do Executivo federal)”, disse o magistrado.

Para o desembargador, “é prudente e oportuno que, em atenção à ordem pública e à ordem administrativa, sejam, ao menos por ora, asseguradas as bases do acordo ou, no mínimo, asseguradas as premissas de confiança e credibilidade necessárias para que referido acordo possa ser enfim arrematado”.

(Reportagem de Ricardo Brito)

Token Huobi (HT), Tether (USDT), Vechal (VEN) – Altcoins a olhar para fora em junho – Smartere



SmartereHuobi Token (HT), Tether (USDT), Vechain (VEN) – Altcoins para olhar para fora em junhoSertereumNo momento, um monte de moedas digitais são tendências no verde, navegando em um início positivo para o mês de junho . Muitos investidores em moeda digital também poderiam estar atentos para identificar potenciais oportunidades de investimento. Existem muitos … e muito mais »

Juro subirá lá fora, e políticos não sabem o tamanho da encrenca – 07/02/2018 – Alexandre Schwartsman


Tivemos na semana passada a última reunião do Federal Reserve sob o comando de Janet Yellen, quando se decidiu pela manutenção dos juros básicos americanos entre 1,25% e 1,50% anual, sinalizando, porém, que a taxa subirá durante o ano, ainda que deva se manter abaixo do nível que, espera-se, prevalecerá no longo prazo.

Apesar da mensagem tranquilizadora, o mercado de títulos começa a mostrar preocupação: a taxa de juros para dez anos, talvez a mais importante do sistema solar, subiu de algo como 2,5% ao ano para pouco mais de 2,8% anuais do começo de janeiro para cá, o nível mais elevado desde o observado no fim de 2014.

Não se trata, à primeira vista, de um grande movimento e, para falar a verdade, é ainda um nível historicamente baixo (para os mais curiosos, a série desde 1953 pode ser vista aqui, mas já foi suficiente para afetar não só o dólar no Brasil mas as Bolsas em todo o mundo, que sofreram forte queda.

O fato é que os dados mostram a economia americana crescendo na casa de 2% a 2,5% ao ano desde 2010, suficiente para reduzir de modo persistente a taxa de desemprego, que caiu de 10% ao final de 2009 para 4,1% nos últimos quatro meses, nível que parece representar o pleno emprego naquele país.

Apesar de outras medidas (mais amplas) de desemprego sugerirem a possibilidade de alguma folga escondida no mercado de trabalho americano, tal folga, se existir, também não é das maiores. Não por acaso, o salário médio por hora subiu quase 3% em janeiro deste ano, o ritmo mais forte desde junho de 2009. De forma consistente, as projeções no mercado de títulos para a inflação subiram para pouco mais de 2% ao ano no horizonte de dez anos.

É bom deixar claro que não estamos falando de gigantesca aceleração inflacionária; no entanto, na comparação com os últimos anos, período em que salários não pressionaram a inflação, trata-se de uma dinâmica visivelmente distinta.

O receio, portanto, do mercado de renda fixa, que se exprime na forma de juros mais elevados, parece refletir a percepção de que a reação da política monetária terá que ser um tanto mais rápida, e mais vigorosa, do que as três elevações de 0,25% que se imaginavam como o cenário mais provável para 2018.

Esse risco se agrava na presença do estímulo proveniente do corte de impostos aprovado no fim do ano passado, que deve elevar a demanda no curto prazo ainda mais rapidamente.

Até agora vivemos um momento muito particular da economia global: conjugamos crescimento forte e disseminado com liquidez abundante, que estimula a busca por taxas de retorno (e risco) mais elevadas.

O primeiro ajuda o desempenho das nossas exportações, portanto nosso equilíbrio externo; já a segunda tem anestesiado investidores no que se relaciona à paralisia reformista mesmo em face de um sério desequilíbrio fiscal no país.

É bom ter em mente que essa janela não permanecerá aberta indefinidamente. Se, de fato, estamos observando os primeiros movimentos da transição para um mundo mais normal, com taxas de juros mais elevadas nos países ricos, reformas se tornam ainda mais urgentes.

Pelo andar da carruagem, contudo, o mundo político ainda não se deu conta do tamanho da encrenca. Quando perceber, poderá ser tarde demais.

Dólar cai e vai abaixo de R$3,15 com mercado apostando Lula fora da corrida eleitoral – Notícias


Por Claudia Violante

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar operava em queda e abaixo de 3,15 reais nesta sexta-feira, com os investidores apostando que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode ficar fora da corrida eleitoral deste ano após sua condenação por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro ter sido confirmada por unanimidade em segunda instância.

A cena externa favorável também ajudava no movimento do mercado local, ajudado ainda pela expectativa de entrada de mais recursos após a captação da Petrobras.

Às 10:19, o dólar recuava 0,30 por cento, a 3,1494 reais na venda, mas chegou a cair mais de 1 por cento e bater 3,1201 reais na mínima da sessão, movimento que perdeu força com a entrada de compradores pelas baixas cotações.

O dólar futuro era negociado praticamente estável porque, na sessão passada, chegou a cair quase 3 por cento ao reagir com mais força à decisão final do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) contra Lula, dada após o fechamento do mercado à vista.

“Os atuais níveis de preços atraem investidores interessados em comprar, mas como o clima está bastante favorável, acho que o fôlego pode não ser tão forte para içar a moeda (norte-americana)”, afirmou o profissional da mesa de derivativos de uma corretora local.

Na quarta-feira, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) decidiu por unanimidade manter a condenação de Lula pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, adicionando obstáculos às pretensões do petista de disputar novamente a Presidência da República em outubro.

Lula é visto pelos mercados financeiros como alguém que teria menor compromisso com a agenda reformista e com os ajustes fiscais. A decisão do TRF-4 já havia feito o dólar à vista despencar quase 2,5 por cento no pregão passado.

Na véspera, o ex-presidente aceitou a indicação do PT para ser pré-candidato à Presidência da República pelo partido.

Além da cena política, os mercados também se mostravam mais otimistas com a expectativa de mais ingressos de capital de fora após a estatal Petrobras informar a captação de 2 bilhões de dólares em notas.

O dólar também caía ante uma cesta de moedas e divisas de países emergentes, como o peso mexicano e o rand sul-africano.

Embora as declarações na quinta-feira do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que ele quer um “dólar forte” contradigam as de seu secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, investidores suspeitavam que uma queda prolongada da moeda norte-americana pode ser provável.