Sistema blockchain para mercado imobiliário da Suécia foi testado com sucesso


A autoridade de registro de terras da Suécia e um grupo de bancos, empresas e startups participantes completaram a terceira fase de um piloto de blockchain em andamento.

Foi anunciado sexta-feira que a Lantmäteriet passou no checkpoint de testes com a ajuda de vários parceiros. Entre elas estão as empresas financeiras SBAB Bank e Landshypotek, a startup blockchain ChromaWay, a consultoria de tecnologia Kairos Future, o portal de busca de imóveis Svensk Fastighetsförmedling, a telecom Telai Sverige e a empresa de TI Evry.

O grupo de empresas, em suma, forneceu diferentes elementos que, combinados, formaram os componentes do piloto blockchain. Por exemplo, Telia e Evry ajudaram a verificar uma transação ao vivo entre um comprador e um vendedor, de acordo com as declarações. Uma demonstração ao vivo realizada esta semana incluiu a verificação do lado do cliente das assinaturas digitais aprovadas pelo governo e a exportação final dos contratos legais necessários.

Os envolvidos com a iniciativa disseram que o contrato inteligente que facilitou a transação está em conformidade com as leis e regulamentos da União Europeia, incluindo as regras de privacidade da GDPR.

Henrik Hjelte, executivo-chefe da ChromaWay, disse em um comunicado que “em um ambiente distribuído como um blockchain, você não pode ter um servidor central para verificar identidades, tudo tem que ser baseado em assinaturas e verificado pelo usuário”.

O líder do projeto, Jörgen Modin, adicionou:

“Embora o projeto use serviços de ID centralizados, ou seja, aqueles aprovados pelo governo, em um ambiente blockchain, essas assinaturas devem ser submetidas ao mesmo escrutínio de todo o resto, e, portanto, verificamos em cada cliente todo o caminho até o certificado raiz “.

O projeto começou no início do ano passado, quando a Lantmäteriet autorizou a parceria com a ChromaWay e outras empresas para explorar como os blockchains privados podem realizar transações imobiliárias.

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Uma declaração de independência do Ciberespaço

Postado em junho 17, 2018

EOS mal foi lançada e já trouxe bug na sua blockchain, congelando todas as transações da rede



A blockchain da EOS foi interrompida depois que um aparente bug no software mainnet fez com que a rede parasse inesperadamente e indefinidamente.

De acordo com um post da EOS New York publicado em nome dos 21 maiores produtores de blocos e nós standby, a mainnet parou inesperadamente no dia de ontem, após o que os produtores de bloco iniciaram uma teleconferência para identificar e discutir o assunto. Uma hora depois, os produtores de bloco de espera desligaram seus nós e fizeram backup de dados de blockchain para ajudar a garantir que nenhum histórico de rede fosse perdido.

Os desenvolvedores identificaram o problema às 13:02 UTC, e uma atualização publicada no canal Telegram EOS Mainnet Updates afirmou que o criador do EOS, Block.one, está desenvolvendo um patch de software.

“A causa raiz foi devido a como as transações diferidas foram tratadas. A correção está sendo lançada em breve pela BlockOne.”

Essa versão de software, que será emitida sob a tag 1.0.5, introduzirá uma correção de nodes. Uma vez que os produtores de blocos tenham atualizado seus nós, os blocos serão repetidos até o último bloco irreversível – 1027597, de acordo com o CryptoLions.io – e os produtores de blocos serão sincronizados entre si. Finalmente, a cadeia será reaberta ao acesso público.

Aa rede EOS só foi ativada em 14 de junho, e essa falha de rede ocorreu menos de 48 horas depois que o blockchain entrou em operação.

Embora os produtores de blocos tenham se esforçado muito para manter os usuários informados sobre o estado da rede, o fato de que o blockchain está atualmente sendo depurado em uma teleconferência destacou porque muitos críticos argumentaram que a EOS não é uma criptomoeda suficientemente descentralizada.

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Por que o etanol está sucateado? Subsídio à gasolina foi uma das causas – Notícias


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Após quase uma década em crise, o setor sucroalcooleiro sofre com o sucateamento das usinas e a estagnação da produção de cana-de-açúcar, apesar do bom momento para o mercado de etanol. Uma das razões para a crise do setor, que teve fechamento de dezenas de usinas, foi o subsídio para a gasolina no governo Dilma, segundo especialistas.

Nos últimos meses, a alta do preço da gasolina deu um alívio ao setor, com mais procura pelo etanol. Isso aconteceu porque ficou mais em conta para o consumidor. Sempre que o litro fica abaixo de 70% do preço da gasolina, vale a pena encher o tanque com o combustível feito de cana.

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Safra de cana deve diminuir 10%

Entretanto, a maioria das usinas continua com dívidas elevadas e sem recursos para investir em equipamentos ou na renovação dos canaviais. O resultado será uma queda de cerca de 10% no volume de cana processada na próxima safra (2018/19) em relação à atual (2017/18), que foi de 640 milhões de toneladas no país.

A luz no fim do túnel para o setor é o RenovaBio, programa do governo federal que pretende ampliar a participação de biocombustíveis na matriz energética brasileira até 2030. Em processo de regulamentação, o programa só deverá entrar em vigor em 2020.

“Vamos ter que sobreviver até lá”, disse Antonio de Padua Rodrigues, diretor técnico da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar). Entenda qual é a situação atual da indústria sucroalcooleira brasileira.

80 usinas de etanol fecharam em dez anos

Nos últimos dez anos, 80 usinas de açúcar e etanol fecharam as portas, e outras 70 entraram em processo de recuperação judicial. Atualmente, 367 usinas estão em atividade, a maior parte (297) localizada no Centro-Sul do país, segundo dados da Unica.

Entre as causas da crise que abateu o setor, estão longos períodos de preço baixo do açúcar no mercado internacional, o congelamento do preço da gasolina no Brasil durante o governo de Dilma Rousseff e o forte encolhimento da economia do país em 2015 e 2016.

Subsídio da gasolina e excesso de açúcar causaram crise

“Houve um excesso de otimismo no setor até 2010 por causa do crescimento da frota de automóveis flex. Muitas usinas foram abertas nessa época. Daí veio o congelamento da gasolina, que tirou a competitividade do etanol. Além disso, no mercado internacional, a oferta de açúcar cresceu muito, derrubando os preços. Muitas empresas ficaram em situação difícil”, afirmou Luciano Nakabashi, professor da Faculdade de Economia e Administração da USP em Ribeirão Preto (FEA-RP/USP).

“O setor está praticamente estagnado. Não há investimentos em aumento de produção das usinas nem em renovação dos canaviais. Muitas empresas fecharam. As que continuam em atividade estão endividadas e com pouca capacidade de investir”, disse Tamar Roitman, pesquisadora da FGV Energia.

Etanol está custando em média 65% da gasolina

Nakabashi afirmou que o mercado de açúcar apresentou melhora em 2016 e início de 2017, após um período de cinco anos de preços baixos. “Mas foi uma melhora passageira. As cotações voltaram a cair novamente a partir da metade de 2017. Hoje, há excesso de açúcar no mundo.”

O que está mantendo o setor em pé atualmente, segundo o professor da FEA-RP, é a produção de etanol, cujo preço voltou a ser competitivo em relação à gasolina em diversos estados, graças ao fato de a Petrobras ter adotado a política de acompanhar os preços internacionais para o combustível fóssil.

Com a disparada nas cotações do petróleo, o preço da gasolina nas refinarias subiu cerca de 11% apenas no mês de maio. “Por isso, as usinas estão preferindo direcionar a maior parte da produção para o etanol”, disse Nakabashi.

Para o etanol ser vantajoso para o consumidor, ele precisa custar 70% do valor da gasolina ou menos. Esse percentual corresponde à relação energética entre os dois combustíveis. Na prática, se um carro roda dez quilômetros com um litro de gasolina, ele andará sete quilômetros com um litro de etanol.

Levantamento de preços da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) mostra que o preço médio do litro do etanol no país estava em R$ 2,98 na semana de 3 a 9 de junho, enquanto o litro da gasolina custava, em média, R$ 4,60. Ou seja, o etanol estava valendo 64,8% do preço da gasolina.

Etanol será mais produzido que açúcar

Segundo Rodrigues, da Unica, mais de 60% da próxima safra (2018/19) de cana será direcionada à produção de etanol. Na safra passada, o biocombustível respondeu por 55% da produção, enquanto os 45% restantes foram destinados à fabricação de açúcar. “As usinas brasileiras têm essa flexibilidade, de virar a torneira do açúcar para o etanol. A próxima safra será predominantemente alcooleira.”

Apesar do reescalonamento da produção, o volume de etanol deverá ficar estável porque a safra de cana deverá encolher cerca de 10% em relação às 640 milhões de toneladas processadas na última safra.

Em 2017, o Brasil produziu 14 bilhões de litros de etanol hidratado (que vai direto para o tanque dos carros flex e a etanol) e 12 bilhões de etanol anidro (que é misturado à gasolina), segundo dados da ANP.

“Como as usinas estão descapitalizadas, a safra será menor porque boa parte do canavial está envelhecida, o que afeta a produção. Além disso, houve alguns problemas climáticos que afetaram o plantio”, disse o diretor técnico da Unica. Depois de um período de excesso de chuvas, em janeiro e fevereiro, as regiões produtoras de cana sofreram com a estiagem em abril.

RenovaBio pode ser salvação, mas só a partir de 2020

A vantagem competitiva do etanol em relação à gasolina, observada nos últimos meses, ainda não será suficiente para tirar o setor sucroalcooleiro da crise que já dura quase uma década, disse Rodrigues.

“A recuperação do setor ainda é tímida. A situação para o etanol está melhor hoje, mas para o açúcar, não. O açúcar tem um fator cíclico. O problema é que os ciclos de preço baixo têm durado muito mais tempo do que os ciclos de preço alto”, afirmou o diretor técnico da Unica.

A esperança das usinas está na Política Nacional de Biocombustíveis, o RenovaBio, programa do governo federal instituído pela Lei 13.576/17 para estimular o uso de biocombustíveis, como etanol e biodiesel, e reduzir o consumo de derivados de petróleo.

Entre as metas do RenovaBio estão o aumento da participação dos biocombustíveis no consumo, de 20,0% para 28,6%, e a redução de 80% para 71,4% da fatia dos combustíveis fósseis.

Usinas vão receber mais por terem combustível verde

Além do estímulo à produção de etanol, o RenovaBio criará uma nova fonte de receita para as usinas: os Créditos de Descarbonização (CBIO). Os CBIOs serão emitidos pelos produtores de biocombustíveis e negociados na Bolsa de Valores.

As distribuidoras de combustíveis terão de comprar os CBIOs, como forma de compensar a venda de combustíveis poluentes acima das metas de redução de emissões estabelecidas no RenovaBio.

A emissão dos CBIOs seguirá critérios de sustentabilidade. Além de considerar o volume de biocombustível produzido, a emissão também levará em conta a nota de eficiência energético-ambiental de cada usina.

“O programa trará maior previsibilidade aos preços do etanol, o que deve estimular investimentos”, disse Tamar, da FGV Energia. “Além disso, o produtor terá uma receita extra com a emissão dos CBIOs. A expectativa é que esse ganho seja repassado para os preços dos biocombustíveis, ajudando a reduzir os preços ao consumidor.”

Rodrigues, da Unica, estima que, com o apoio do RenovaBio, a produção anual de etanol hidratado saltará dos atuais 14 bilhões de litros para 32 bilhões de litros em 2030.

Veja como é fabricado o etanol brasileiro

5 por cento do Monero em circulação foi extraído por malware, segundo pesquisa


A 11 de junho relatório pela empresa de segurança de rede e empresa Palo Alto Networks descobriu que cerca de 5 por cento de todos Monero (XMR) em circulação foi minado maliciosamente.

Para a pesquisa, a mineração foi feita via crypjacking, a prática de usar o poder de processamento de computadores de outros usuários para criptografar sem a permissão dos proprietários. A equipe coletou dados – cerca de 470.000 amostras exclusivas – sobre quantos mineradores de crypjacking foram identificados dentro da plataforma Wildfire da Palo Alto Network.

O relatório encontrou 3.773 emails conectados com pools de mineração, 2.995 URLs de pools de mineração, 2.341 carteiras XRM, 981 Carteiras Bitcoin (BTC), Carteiras 131 Electroneum (ETN), 44 Carteiras Ethereum (ETH) e 28 Carteiras Litecoin (LTC)

Segundo Grunzweig , Monero tem um "in monopólio confiável ”sobre as criptomoedas direcionadas por malware, com um total de US $ 175 milhões explorados maliciosamente (cerca de 5% de todo o Monero atualmente em circulação). O Monero tem um valor total de mercado de cerca de US $ 1,9 bilhão, negociado por cerca de US $ 119 e cerca de 10% ao longo de um período de 24 horas.

Das 2.341 carteiras encontradas pelo Monero, apenas 55% 1,278) tem mais de 0,01 XMR (atualmente vale cerca de US $ 1,19)

O relatório também observa que os dados não incluem mineradores Monero baseados na web ou outros mineiros que não puderam acessar, o que significa que os 5% provavelmente são muito baixos

 Distribuição de criptomoedas direcionadas por mineradores maliciosos "src =" https://cointelegraph.com/storage/uploads/view/eccae41fac94b9221ee488e139757f06.png "title =" Distribuição de criptomoedas direcionadas por mineradores maliciosos " /> </p>
<p dir= Distribuição de criptomoedas dirigidas por mineradores maliciosos Fonte: Palo Alto Networks

Segundo o relatório, o hashrate total para o cryptojacking do Monero – cerca de 19 mega-hashes por segundo ( MH / s) trazendo cerca de US $ 30.443 ay – equivale a cerca de 2% do poder de hashing global da rede Monero. O relatório afirma que as três principais fontes do Haiti possuem cerca de US $ 2.737, US $ 2.022 e US $ 1.596 por dia.

Em um email para a Cointelegraph, Justin Ehrenhofer do Monero Malware Response WorkGroup escreveu isso porque o Monero é “construído sem casos de uso explícitos”. pessoas “podem aproveitar a privacidade do Monero e os recursos de prova de trabalho acessíveis para seu próprio ganho pessoal ilegítimo.”

Por esse motivo, o grupo de trabalho de malware é um grupo de voluntários que trabalha na educação de usuários de criptografia sobre como evitar malware e cryptojacked:

“A comunidade Monero está interessada em ajudar vítimas de mineração indesejada de sistemas e outras ações nefastas […] Nunca seremos capazes de impedir que todas as máquinas sejam comprometidas. A proporção de moedas estimada para ser extraída com o Monero fala em grande parte com o número de máquinas comprometidas. Além de minerar o Monero, eles podem estar enviando spam e monitorando usuários. Esperamos que nossas contribuições limitem o comportamento indesejado na fonte. ”

Ontem, a polícia japonesa informou que abriu uma investigação sobre um caso de criptografia Monero com o uso do software de mineração Coinhive. Na semana passada, uma equipe de segurança descobriu que mais de 40.000 computadores estavam infectados com malware de mineração, inclusive para o Monero, de setores como finanças, educação e governo.

Eletrobras diz que greve de trabalhadores da holding foi suspensa – Notícias


RIO DE JANEIRO (Reuters) – A estatal Eletrobras informou que foi suspensa nesta terça-feira uma greve de funcionários da holding iniciada na véspera por sindicatos e inicialmente prevista para se estender por 72 horas, segundo comunicado da companhia.

“Na Eletrobras holding a greve foi interrompida pela manhã e já houve retorno ao trabalho”, disse em nota a estatal, sem detalhar os motivos do fim da paralisação.

A companhia adicionou que ainda não tem informações sobre a situação em outras empresas do grupo.

(Por Rodrigo Viga Gaier)

Relatório: $ 1,1 Bln In Crypto foi roubado este ano


Cybersecurity empresa Carbon Black anunciou que cerca de US $ 1,1 bilhões em moeda digital foi roubado no primeiro semestre de 2018, a CNBC relatou 07 de junho.

A empresa de segurança disse que os criminosos tirar proveito do web escura para facilitar roubo em larga escala criptografia . Estimativas mostram que há 12.000 mercados e 34.000 ofertas associadas a hackers criptografados podem ser aproveitadas. A dark web só pode ser acessada com a aplicação de software especial e permite que os usuários permaneçam anônimos e praticamente não rastreáveis.

O estrategista de segurança Carbon Black Rick McElroy, entrevistado pela CNBC, disse que os custos básicos de malware uma média de US $ 224 e pode custar apenas US $ 1,04. McElroy acrescentou que às vezes vem com uma forma de suporte ao cliente. De acordo com o relatório, o mercado de malware vale US $ 6,7 milhões.

O relatório observa que os roubos podem ser realizados por cartéis do crime organizado ou gangues criminosas, mas muitas vezes é um engenheiro altamente treinado que trabalha sozinho e procura um meio de renda suplementar. Conforme explicado por McElroy, o ciber-roubo é “muito fácil de fazer” e qualquer um poderia ser capaz, não apenas grupos notórios de hackers. Ele acrescentou:

"Você tem nações que estão ensinando codificação, mas não há empregos. Poderia ser apenas duas pessoas na Roménia que precisam pagar aluguel."

Ao contrário de operações bancárias e financeiras convencionais, Os detentores de criptomoedas não têm apoio institucional para proteger suas economias ou cobrir suas perdas em caso de fraude ou ataques de hackers. McElroy disse:

"Geralmente nós confiamos nos bancos, as ferramentas estão lá fora, mas os investidores precisam saber como fazer isso. Muitas pessoas não estão cientes desta nova corrida do ouro, as pessoas estão usando carteiras de nuvem e não protegendo seu dinheiro". "

Pelo estudo, intercâmbios foram o alvo mais popular para cibercriminosos neste ano, representando 27% dos ataques.

Ontem Cointelegraph reportou que a equipe de segurança GuardiCore descobriu uma campanha de mineração de manipulação de tráfego malicioso e cryptocurrency. A campanha chamada Operação Prowli infectou mais de 40.000 máquinas em vários setores, incluindo finanças, educação e o governo .

Relatório: $ 1,1 bi em criptos foi roubado este ano


A empresa de segurança cibernética Carbon Black anunciou que cerca de US $ 1,1 bilhão em moeda digital foi roubada no primeiro semestre de 2018, informou a CNBC em 7 de junho.

A empresa de segurança disse que os criminosos se aproveitam da teia escura para facilitar o roubo de criptos em larga escala. Estimativas mostram que há 12.000 mercados e 34.000 ofertas associadas a hackers de criptomoedas podem ser aproveitadas. A web escura só pode ser acessada com a aplicação de um software especial e permite que os usuários permaneçam anônimos e, na maioria das vezes, não rastreáveis.

O estrategista de segurança do Carbon Black, Rick McElroy, que foi entrevistado pela CNBC, disse que o malware básico custa em média US$ 224 e pode custar apenas US$ 1,04. McElroy acrescentou que às vezes vem com uma forma de suporte ao cliente. Segundo o relatório, o mercado de malware vale US$ 6,7 milhões.

O relatório observa que os roubos podem ser realizados por cartéis do crime organizado ou grupos criminosos, mas muitas vezes é um engenheiro altamente treinado que trabalha sozinho e está procurando um meio de renda suplementar. Conforme explicado por McElroy, o ciber-roubo é “muito fácil de fazer” e qualquer um poderia ser capaz, não apenas grupos notórios de hackers. Ele adicionou:

“Você tem nações que estão ensinando codificação, mas não há empregos. Poderia ser apenas duas pessoas na Romênia precisando pagar aluguel.”

Ao contrário das operações financeiras bancárias e convencionais, os detentores de criptomoedas não têm apoio institucional para proteger suas economias ou cobrir suas perdas em caso de fraude ou ataques de hackers. McElroy disse:

“Geralmente confiamos nos bancos, as ferramentas estão lá fora, mas os investidores precisam saber como fazer isso. Muitas pessoas não estão cientes dessa nova corrida do ouro, as pessoas estão usando carteiras de nuvem e não garantindo seu dinheiro.”

De acordo com o estudo, os intercâmbios foram o alvo mais popular para os cibercriminosos neste ano, representando 27% dos ataques.

Ontem, o Cointelegraph informou que a equipe de segurança do GuardiCore descobriu uma campanha de mineração de manipulação de tráfego e criptomoedas de malware. A campanha chamada Operação Prowli infectou mais de 40.000 máquinas em vários setores, incluindo finanças, educação e governo.



O GitHub foi adquirido pela Microsoft


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A Microsoft, a gigante global do software, acaba de anunciar que irá adquirir o GitHub

GitHub é o google docs para desenvolvedores, que permite que eles colaborem e compartilhem trabalhos entre si com facilidade. Os principais princípios da empresa estão centrados no licenciamento de fonte aberta, que permite aos desenvolvedores acessar, usar e ajustar o código escrito por outros com o objetivo final de querer melhorá-lo.

>> Coins Lose Big in May

Por que a Microsoft?

A Microsoft tem sido extremamente cética em relação ao código aberto no passado, pois ameaça diretamente sua tecnologia proprietária, mas parece que a empresa agora está fazendo a mudança para tentar acompanhar todos os outros. O CEO da Microsoft, Steve Ballmer, chegou a ser citado chamando o Linux de “ câncer ” no passado. Você vê que o Linux e outros softwares construídos com tecnologia de código aberto são em sua maioria gratuitos, o que ameaça diretamente o controle da Microsoft sobre qual software é colocado nos PCs.

Apesar do grande abraço da empresa de software livre, os desenvolvedores do GitHub são O GitHub havia afirmado anteriormente que se esforçaria para permanecer independente e até mesmo planejado para o IPO em 2017, mas a empresa tem lutado para encontrar um novo CEO.

desde agosto

Há uma substituição do GitHub chamada GitLab, mas os desenvolvedores ainda estão divididos nas notícias.

Outro usuário do Twitter respondeu à notícia dizendo:

Não houve todas as respostas negativas a esta notícia de última hora.

O que você acha? RIP GitHub? Deixe os seus comentários abaixo

Imagem em destaque: Steemit

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Como a Califórnia foi da beira da falência à 5ª economia do mundo – 03/06/2018 – Mercado


Estados Unidos, China, Japão, Alemanha… e Califórnia.

Se fosse um país, o Estado mais populoso dos Estados Unidos seria uma das cinco maiores economias do mundo.

A Califórnia acaba de recuperar esse posto, que ocupou a partir de 2002 e perdeu após a crise financeira de 2008, quando sua economia sofreu uma queda e o Estado chegou a flertar com a falência.

Como a Califórnia se recuperou?

“É um êxito sensacional, e não se deve tanto ao quão grande é (o Estado têm quase 40 milhões de habitantes, mas sua economia supera, por exemplo, a do Reino Unido, que tem 60 milhões), mas à alta produtividade dos seus trabalhadores”, diz Lee Ohanian, professor de Economia da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA).

DIVERSIFICAÇÃO E ATRATIVIDADE

No total, o Produto Interno Bruto (PIB) da Califórnia superou US$ 2,7 trilhões (R$ 10,05 trilhões) em 2017. Em comparação, o PIB do Brasil foi equivalente a US$ 1,8 trilhão e o do México, de US$ 1,04 trilhão.

Para Stephen Levy, diretor do Centro para Estudo Continuado da Economia da Califórnia, um instituto de pesquisa local, o importante não é chegar a ser a quinta economia do mundo, mas os motivos por trás disso.

“Todas as partes do Estado contribuem para tal, não só a zona da Baía de São Francisco”, destaca ele.

O economista explica que o volume de comércio na região sul “está batendo recordes”, a hotelaria e o turismo seguem crescendo. Além disso, as indústrias de entretenimento e, claro, a de tecnologia são motores do Estado.

“Fica claro o quão atraente é a Califórnia quando levamos em conta que muita gente quer se mudar para cá. Ao mesmo tempo o custo de moradia é elevado, o trânsito é difícil, os impostos são altos, é preciso pagar taxas adicionais para combater a poluição, há custos por emissão de gases”, acrescenta.

“É um Estado que possibilita a quem quer que seja viver bem, não importa de onde a pessoa vem, sua religião e orientação sexual.”

Irena Asmundson, economista-chefe do Departamento de Finanças da Califórnia, explicou que os todos setores econômicos, com exceção do agrícola, contribuíram para o aumento do PIB no ano passado de cerca de US$ 127 bilhões (R$ 472,7 bilhões).

Os setores financeiro e imobiliário lideraram esse avanço ao agregar US$ 26 bilhões ao crescimento do PIB, seguidos pela indústria de tecnologia, com US$ 20 bilhões, e a manufatura, com US$ 10 bilhões.

“A maior parte da contribuição do setor de manufatura vem de empresas relativamente pequenas, muito especializadas”, explica Asmundson.

O GRANDE PARADOXO

O crescimento é normalmente visto como algo positivo, mas, para muitos californianos, as cifras mais altas do PIB não se traduzem necessariamente em maior prosperidade.

Se nos concentramos em questões como pobreza e dificuldade no acesso a moradia, não parece que estamos falando da quinta economia mundial.

Para começar, segundo os dados mais recentes do Censo americano, um em cada cinco californianos vive na pobreza, ou seja, 20,4%, em comparação com 14,7% da população americana em geral. É o índice mais alto do país –e o mesmo ocorre em pobreza infantil.

Além disso, a Califórnia tem 140 mil sem-tetos, um problema presente em cidades como Los Angeles e San Francisco. “São 25% dos moradores de rua do país, e cerca de 10% estão apenas em Los Angeles”, diz Ohanian.

“É um Estado com uma grande desigualdade. A moradia é caríssima. O preço médio de uma casa é US$ 540 mil. Só cerca de 30% dos lares podem se permitir pagar uma hipoteca assim, assumindo que dão 20% de entrada. As políticas econômicas foram prejudiciais para muita gente, ainda que isso não tenha sido intencional.”

Ohanian prevê ainda mais dificuldades no futuro da Califórnia caso não mude seu rumo. “O Estado enfrentará uma outra crise se não adotar políticas diferentes no pagamento de pensões e no sistema de saúde.”

Trata-se de uma preocupação compartilhada por outros analistas econômicos, que questionam como a Califórnia vai arcar com os gastos nessas duas áreas.

Outros analistas avaliam que a situação fiscal da Califórnia é sólida o suficiente para enfrentar esses desafios.

Eles recordam que, quando o governador democrata Jerry Brown assumiu, em 2011, encontrou um déficit orçamentário de US$ 27 bilhões (R$ 101 bilhões, em valores atuais) e que, agora, após oito anos de expansão econômica, o Estado tem um superávit de US$ 6 bilhões (R$ 22,6 bilhões).