Crescimento dos EUA vai acelerar, mas inflação pode surpreender, prevê FMI – Notícias


Washington, 14 Jun 2018 (AFP) – O crescimento da economia dos Estados Unidos irá acelerar, sustentado pelo estímulo orçamentário do governo Trump, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Mas a entidade alertou para a inflação, que pode surpreender, e o potencial impacto das medidas protecionistas, nesta quinta-feira (14).

Em seu exame anual da maior economia do mundo, o Fundo confirma uma projeção de crescimento de 2,9% neste ano e de 2,7% em 2019, o que marcará “o período mais longo de expansão” da história dos Estados Unidos.

O FMI alerta, contudo, para o risco “maior de uma inflação surpreendente” e do potencial impacto negativo das tarifas de importação.

Entre as boas notícias, o Fundo destacou que a maioria das economias do mundo poderão se beneficiar, no curto prazo, da expansão da economia americana.

O FMI destacou particularmente que os Estados Unidos parecem se aproximar do pleno emprego, já que atualmente o nível de desemprego está em 3,8%, seu nível mais baixo desde a década de 1960.

– Guerra comercial deixa apenas derrotados -Contudo, o FMI alertou que existem preocupações claras com as consequências de uma eventual guerra comercial generalizada, e que essas preocupações crescem “mais e mais”.

O FMI apresentou seu relatório sobre a economia americana no contexto do Artigo IV da organização, e em suas conclusões alertou sobre a adoção unilateral de tarifas por parte de Washington, que pode ter consequências desastrosas para o comércio mundial.

O governo do presidente Donald Trump decidiu revisar as relações comerciais dos Estados Unidos.

Como parte dessa nova política, impôs pesadas tarifas às importações de aço e alumínio, inclusive do México e do Canadá, dois aliados do Acordo de Livre-Comércio da América do Norte (Nafta, na sigla em inglês).

De acordo com o FMI, a adoção de restrições comerciais “pode ter consequências negativas para a economia dos Estados Unidos e seus associados”.

Por isso, a entidade fez um pedido para os países “resolverem suas discordâncias comerciais sem recorrer às tarifas aduaneiras e outras barreiras”.

A disputa pode “criar um ciclo de represálias”, alerta o Fundo, levando aos países para justificaram as restrições às importações em nome da segurança nacional, “afetando o fornecimento de transnacionais americanas e países emergentes mais vulneráveis”

A diretora-geral do FMI, Christine Lagarde, alertou que uma guerra comercial “não tem vencedores, mas perdedores dos dois lados”.

– Rápido aumento dos juros – No plano interno, os cortes de impostos que estimulam uma economia que já está no máximo de seu potencial indicam “uma inflação mais rápida que o previsto”, alerta o FMI.

“Isso poderia forçar o Federal Reserve a acelerar (seu ritmo de aumento das taxas de juros) e provocar volatilidade e turbulências” nos mercados financeiros.

O Fed acaba de elevar seus juros pela segunda vez no ano a prevê voltar a fazê-lo pelo menos outros duas vezes.

Sua previsão de inflação de 2,1% em 2018, com base no índice PCE, é inferior à do FMI, que antecipa 2,8%.

O FMI também teme que a atual política econômica americana tenha “repercussões importantes sobre as empresas, os lares e o endividamento de outros países”, especialmente os que têm grandes dívidas em dólares.

“Isso poderia precipitar uma revisão líquida dos fluxos de capitais”, fortalecendo o dólar, alerta a instituição.

Washington reagiu imediatamente, expressando suas divergências com o Fundo sobre as perspectivas a médio prazo da maior economia do mundo.

“Embora apreciemos o trabalho do FMI e tenhamos as mesmas projeções a curto prazo sobre o crescimento da economia, discordamos sobre suas projeções a médio e longo prazo”, escreveu o Tesouro em nota.

“O Departamento do Tesouro está convencido de que nossas políticas, inclusive a reforma fiscal e a desregulamentação que busca impulsionar a produtividade, gerarão mais crescimento durável”, afirma o governo Trump, que projeta um crescimento durável superior a 3%.

FMI alerta sobre “insustentável” dívida e risco de inflação surpresa nos EUA – Notícias


Washington, 14 jun (EFE).- O Fundo Monetário Internacional (FMI) advertiu nesta quinta-feira sobre a “insustentável dinâmica em ascensão” da dívida pública dos Estados Unidos e de “um maior risco de inflação surpresa” devido ao enorme estímulo fiscal impulsionado pelo presidente Donald Trump.

“O efeito combinado das políticas de impostos e despesas do Governo Federal fará com que o déficit supere 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019. Isto é quase o dobro do que há apenas três anos”, indicou o relatório de revisão anual da economia americana do FMI, conhecido como “artigo IV”.

Neste sentido, ressaltou, “o aumento no déficit federal exacerbará uma já insustentável dinâmica em ascensão na relação entre dívida pública e PIB (…) que seguirá crescendo até superar 90% do PIB em 2024”.

Além disso, a instituição liderada por Christine Lagarde acrescentou que o planejado estímulo fiscal, com agudos cortes de impostos para as empresa e em menor medida para os trabalhadores, “aumenta o risco de uma alta da inflação maior do que o esperado”, o que “forçaria o Federal Reserv a realizar um ajuste monetário mais rápido dom que o previsto”.

“Potencialmente, criando volatilidade e alterações nos mercados financeiros dos EUA (…) poderia precipitar um regresso dos fluxos de capital, particularmente em mercados emergentes”, disse o FMI.

O Fundo manteve as previsões de crescimento de abril para os EUA, que são de 2,9% para este ano e 2,7% para o próximo, mas por sua vez elevou as de inflação para 2,8% e 2,4%, respectivamente.

Argentina venderá US$ 7,5 bilhões de crédito do FMI para reforçar orçamento – Notícias


Buenos Aires, 13 jun (EFE).- O Ministério de Finanças da Argentina comunicou nesta quarta-feira que anunciará “em breve” um programa de venda de “até US$ 7,5 bilhões” provenientes do empréstimo estipulado com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para “apoio orçamentário”.

“O programa consistirá em vendas diárias pré-anunciadas que serão executadas de um mecanismo de leilões realizados pelo Banco Central (BCRA) a pedido do Tesouro”, destaca um comunicado divulgado pela pasta.

A iniciativa procura suprir as necessidades de pesos argentinos do mercado cambial, que está marcado por uma forte queda da moeda nacional frente à moeda americana e ao euro.

No último dia 7, o ministro da Fazenda, Nicolás Dujovne, acompanhado do presidente do BCRA, Federico Sturzenegger, anunciou os detalhes do acordo em “stand by” por três anos com o FMI por US$ 50 bilhões, aos quais serão somados US$ 5,65 bilhões fornecidos por outros organismos, para diminuir a inflação, conseguir equilíbrio tributário e evitar uma crise.

Em entrevista coletiva, foi explicado que os fundos estarão disponíveis a partir de 20 de junho, quando se dará o primeiro desembolso, por cerca de US$ 15 bilhões que serão aplicados para reforçar as verbas orçamentárias e as reservas do Banco Central.

O governo tinha solicitado negociar um acordo com o FMI no início de maio, em meio às fortes turbulências financeiras que fizeram com que o peso argentino tenha caído quase 30% em relação ao dólar em dois meses, o que fez o BCRA perder mais de US$ 7 bilhões de reservas monetárias.

Apesar de ter destacado que o plano inclui manter um regime de taxa de câmbio flutuante, nesta terça-feira a entidade bancária teve que voltar a intervir vendendo no mercado de divisas US$ 695 milhões para conter a tendência de baixa do peso argentino que voltou a ser registrada desde a última sexta-feira, depois de serem divulgados os detalhes do acordo.

Ao mesmo tempo em que o governo tornava pública sua iniciativa de vender “até US$ 7,5 bilhões” do empréstimo para “apoio orçamentário”, a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, aplaudia em Washington os “ambiciosos objetivos fiscais” e “metas de inflação realista” do plano da Argentina para solicitar o resgate.

Lagarde informou que as autoridades argentinas solicitaram que “um terço” do apoio seja desembolsado com a aprovação do programa e que a metade desse montante (US$ 7,5 bilhões) esteja disponível para apoio orçamentário”, e que o resto seja tratado com caráter precautório.

Está previsto que o acordo entre a Argentina e a organização seja aprovado formalmente em 20 de junho.

Argentina e FMI chegam a acordo de 36 meses no valor de US$ 50 bilhões – Notícias


A Argentina e o Fundo Monetário Internacional (FMI) fecharam nesta quinta-feira um acordo stand-by para o empréstimo de US$ 50 bilhões ao país por um período de 36 meses. De acordo com a diretora-gerente da instituição, Christine Lagarde, os termos ainda serão submetidos ao conselho executivo do órgão.

Com o acordo, a Argentina modificou suas metas de resultado primário e de inflação. Segundo o governo argentino, “para assegurar uma rápida convergência do equilíbrio fiscal”, a meta do déficit primário deste ano passou a ser de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) e de 1,3% do PIB em 2019. Segundo Lagarde, o pacto prevê que o país alcance superávit primário até 2020.

“Para reduzir a inflação, o plano reforça o esquema de metas com tipo de câmbio flutuante e fortalecimento da autonomia do Banco Central da República da Argentina (BCRA)”, disse nota do Ministério da Fazenda argentino. Agora, as metas de inflação passam a ser de 17% no próximo ano, de 13% em 2020 e de 9% em 2021.

De acordo com o Ministério da Fazenda argentino, “o programa é inovador, já que protege especialmente os setores mais vulneráveis. Em efeito, se inclui explicitamente o monitoramento de indicadores sociais e, pela primeira vez na história em um programa do FMI, uma salvaguarda que permite aumentar o gasto social se o governo argentino considerar necessário”.

Capa da Revista do FMI Mostra Bitcoin como a Evolução do Dinheiro


Arte disponível no site do FMI mostra “evolução” das finanças no mundo digital.
Foto: Reprodução/FMI

O FMI (Fundo Monetário Internacional) marca presença no intenso debate global sobre as criptomoedas. Na última edição de sua revista, a foto de capa trouxe o Bitcoin como se fosse a evolução do dinheiro. Nos textos internos, a entidade defendeu que os governos e demais formuladores de políticas criem mecanismos para sua regulamentação, em vez de simplesmente ignorá-las ou sufocá-las.

Em artigo na revista do FMI, a diretora-geral Christine Lagarde comparou as criptomoedas e fintechs com a invenção do telefone por Alexander Graham Bell, no século XIX – vista com desconfiança no início, mas que depois se consolidou como uma das grandes invenções da humanidade.

A partir dessa anedota, Lagarde defende no artigo que é preciso se proteger dos riscos potenciais trazidos pelas novas tecnologias. No entanto, ao mesmo tempo afirma que o mundo não se feche para as inovações e avanços que elas permitem alcançar.

Christine admite que a tarefa é dura para os formuladores de políticas, mas pontua que é muito melhor encontrar formas de acompanhar de perto as criptomoedas e fintechs do que cometer o erro de ignorá-las.

“Devemos manter uma mente aberta sobre os ativos de criptografia e tecnologia financeira de forma mais ampla, não apenas por causa dos riscos que eles representam, mas também por causa de seu potencial para melhorar nossas vidas”.

Christine Lagarde durante conferência (Foto: Center for Global Development/Flickr)

Ceticismo e oportunidades

Não é a primeira vez que o FMI se pronuncia a respeito das criptomoedas. Um outro artigo na edição de março da revista do Fundo tratou especificamente das novas moedas digitais, que ao mesmo tempo oferece benefícios e coloca riscos ao sistema atual.

A própria Lagarde disse, em entrevista à CNN em fevereiro deste ano, que a ação reguladora internacional em cima das criptomoedas é inevitável.

Neste mês de junho, o Fundo lançou ainda um relatório chamado Monetary Polícy in the Digital Age, no qual explica que que “os ativos criptográficos podem um dia reduzir a demanda por dinheiro do Banco Central”.

Destacado pelo portal Bitcoin.com, o estudo do FMI observa que a crise financeira global de 2008 renovou o ceticismo para determinados setores, como o financeiro. E ponderou a possibilidade de ativos digitais afetarem as políticas monetárias tradicionais.

Ao mesmo tempo, o estudo sugere que os bancos centrais poderiam criar suas próprias criptomoedas e que há muitos desafios – mas também oportunidades – nesta era digital.

“Eles podem permanecer relevantes ao fornecer unidades de conta mais estáveis do que os ativos criptográficos e tornando o dinheiro do banco central atrativo como um meio de troca na economia digital”, conclui o documento do FMI.

 

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FMI diz Bitcoin poderia criar menos demanda por dinheiro Fiat regular baseado na dívida


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<p><b> Neste mês, o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou um relatório sobre a política monetária global na era digital que explica que “os ativos criptográficos podem um dia reduzir a demanda por dinheiro do banco central”. O estudo do FMI foi escrito após uma discussão da equipe do FMI. que detalha que as criptomoedas poderiam um dia diminuir a demanda por moedas fiduciárias ao criar uma mudança de “dinheiro de crédito para dinheiro de commodities”. </b></p>
<p><b><em><strong> Também Leia: </strong></em></b><em> <a href= Streamers Twitch Agora Podem Dizer Com Quatro Criptomoedas

Eventualmente será mais amplamente adotado

Uma coisa é certa que o FMI tem muito a dizer hoje em dia sobre a tecnologia Bitcoin e outras soluções de criptomoeda. Mais recentemente, o diretor administrativo do FMI, Christine Lagarde teve muitas palavras positivas a dizer sobre as moedas digitais. Além disso, o FMI também mostrou uma imagem do dinheiro evoluindo com uma imagem de um bitcoin que foi exibida na primeira página do site IMF we b . Agora, o FMI divulgou um relatório escrito por uma variedade de pesquisadores do FMI que afirmam:

Não podemos descartar a possibilidade de que alguns ativos criptográficos sejam adotados mais amplamente e cumpram mais as funções do dinheiro em algumas regiões ou privadas. -commerce networks

 Detalhes do Relatório do FMI As Criptomoedas Podem Criar Menos Demanda para a Fiat
Esta foto é exibida em um dos artigos apresentados na página principal do site do FMI.

A mudança de pagamento

O estudo observa que a crise financeira global e os resgates dos bancos "renovaram o ceticismo em alguns setores" do mundo e existe a possibilidade de ativos digitais afetarem o mercado monetário global tradicional. políticas. Fala-se também de uma "mudança de pagamento" dentro do estudo, onde as criptomoedas podem substituir o decreto em algumas regiões.

“Tal mudança também poderia pressagiar uma mudança na forma como o dinheiro é criado na era digital: do dinheiro do crédito ao dinheiro das commodities, podemos voltar ao ponto em que estávamos no Renascimento”, explica o relatório do FMI.

Os economistas continuam a debater as origens do dinheiro e por que os sistemas monetários parecem ter alternado entre commodities e crédito ao longo da história. Se os ativos criptográficos realmente levarem a um papel mais proeminente para o dinheiro das commodities na era digital, a demanda por moeda do banco central provavelmente cairá.

 Detalhes do relatório do FMI Criptomoedas poderiam criar menos demanda para a Fiat
Alguns especialistas argumentaram que os computadores pessoais nunca seriam adotados, e que os tablets seriam usados ​​apenas como bandejas de café caras, então acho que pode não ser prudente descartar as moedas virtuais ”, disse a diretora do FMI, Christine Lagarde em setembro. O papel do FMI também detalha como os bancos devem reagir com a pressão competitiva e eles devem continuar a solidificar as moedas fiduciárias como uma “unidade de conta”. Criptomoedas, entretanto, de 1973. , ter dificuldade em se tornar uma unidade de conta padrão, observa o FMI, e isso ocorre porque "a avaliação é largamente baseada em crenças que não estão bem ancoradas", o que fez com que a maior parte da curra digital As pesquisas são bastante voláteis.

O artigo do pesquisador menciona que os bancos centrais poderiam contrabalançar com suas próprias moedas digitais. Ele continua dizendo que os bancos têm muitos desafios e oportunidades nesta era digital, mas eles precisam reconquistar a confiança do público para permanecer relevante. "Eles podem permanecer relevantes ao fornecer unidades de conta mais estáveis ​​do que os ativos criptográficos e tornando o dinheiro do banco central atrativo como meio de troca na economia digital", conclui o documento do FMI.

O que você pensa sobre o relatório do FMI? Quão positiva esta organização é em relação às criptomoedas? Deixe-nos saber seus pensamentos nos comentários abaixo.


Imagens via Shutterstock, Getty Images e o site do FMI.


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Vice-Diretor do FMI: Bancos Centrais precisam competir com as Criptomoedas


Um vice-diretor do Departamento de Mercado Monetário e de Capitais do Fundo Monetário Internacional acredita que os bancos centrais precisam oferecer moedas fiduciárias “melhores” para se defender de qualquer concorrência potencial de moedas criptografadas.

As sugestões vieram em um artigo publicado quinta-feira, escrito pelo vice-diretor Dong He. Nesse artigo – que ostenta o slogan “Os ativos criptográficos podem um dia reduzir a demanda por dinheiro do banco central” – Ele argumenta que os bancos centrais podem querer considerar a adoção de alguns conceitos para “impedir a pressão competitiva dos ativos de digitais”

É uma declaração notável e que ecoa comentários anteriores de He bem como outros funcionários do FMI, incluindo a diretora Christine Lagarde. De fato, Lagarde, em março, disse durante um evento que os reguladores deveriam implantar alguns elementos da tecnologia para “combater fogo com fogo”.

Seu argumento no último artigo baseia-se na possibilidade de que, se moedas digitais e ativos de criptos sofrerem uma adoção mais ampla, há uma chance de os bancos centrais perderem sua capacidade de influenciar a economia por meio de táticas como mudanças na taxa de juros.

O vice-diretor sugeriu que o aperto na regulamentação poderia impulsionar os bancos centrais.

“as autoridades governamentais devem regulamentar o uso de ativos criptográficos para evitar a arbitragem regulatória e qualquer vantagem competitiva injusta que os ativos criptográficos podem derivar de uma regulamentação mais leve”, escreveu ele. “Isso significa aplicar rigorosamente medidas para impedir a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo, fortalecendo a proteção do consumidor e tributando efetivamente as transações de criptomoedas.”

Ele também apontou para a ideia de os bancos centrais criarem seus próprios ativos digitalizados que poderiam ser trocados de maneira peer-to-peer.

“Por exemplo, eles poderiam tornar o dinheiro do banco central amigável ao usuário no mundo digital, emitindo fichas digitais próprias para complementar dinheiro físico e reservas bancárias. Essa moeda digital do banco central poderia ser trocada, peer to peer de maneira descentralizada, como ativos criptográficos são”, o artigo passou a dizer.

É uma ideia que vários bancos centrais estão pesquisando, embora as opiniões divergem quanto à eficácia de tais propostas. Apenas nesta semana, por exemplo, um funcionário da Autoridade Monetária de Hong Kong (o banco central da região) disse que atualmente não tem planos para o lançamento de uma moeda digital, apesar de suas pesquisas na área.

Criptomoeda emitida pelo Banco Central: FMI, BoE, Hong Kong


 Roundup da Criptomoeda Emitida pelo Banco Central: FMI, BoE, Hong Kong "title =" Criptomoeda emitida pelo Banco Central: FMI, BoE, Hong Kong "/> </a></div>
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<p>                 Economia<br />
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<p><strong> Nos últimos dias, os bancos centrais de todo o mundo têm explorado ativamente a perspectiva de emissão de moedas digitais. O Banco da Inglaterra (BOE) continuou a avançar com a pesquisa de modelos para as moedas emitidas pelo banco central, com o governador do BOE, Mark Carney, expressando sua abertura à idéia de emitir uma moeda digital no futuro. Em outras notícias, um relatório publicado por um funcionário do Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou os bancos centrais que eles devem se adaptar às inovações trazidas pelas criptomoedas. Por fim, o secretário interino de Hong Kong para serviços financeiros e o Tesouro indicou que a Autoridade Monetária “não tem planos para emitir [central bank-issued digital currency] neste estágio, mas continuará a monitorar o desenvolvimento internacional”. </strong></p>
<p><em><strong> Também ler: [19659005] Os fundadores da Stripe discutem a decisão de abandonar os serviços de pagamento da BTC </em></a></p>
<h2 style= Relatório oficial dos autores do FMI discutindo as moedas digitais emitidas pelo Banco Central

 <a href= Um artigo de autoria do vice-diretor do Departamento de Mercados Monetários e de Capitais do FMI, Dong He, argumentou que as criptomoedas podem ter um impacto negativo na demanda por moeda do banco central no futuro e que os bancos centrais devem ser adaptáveis ​​à mudança do cenário financeiro.

O artigo afirma que “os ativos criptográficos podem um dia reduzir a demanda por moeda do banco central”, acrescentando que os bancos centrais devem considerar medidas para "impedir a pressão competitiva dos ativos de criptografia podem exercer sobre as moedas fiduciárias" e tornar as moedas fiduciárias "mais atraentes para a era digital".

Ele argumenta que “os bancos centrais devem manter a confiança do público em moedas fiduciárias e permanecer no jogo em uma economia de serviços digital, compartilhada e descentralizada. Eles podem permanecer relevantes ao fornecer unidades de conta mais estáveis ​​do que os ativos criptográficos e tornando o dinheiro do banco central atrativo como meio de troca na economia digital. ”

O artigo acrescenta que“ as autoridades governamentais devem regular o uso de ativos criptográficos para evitar a arbitragem regulatória e qualquer vantagem competitiva injusta que os ativos criptografados possam derivar de uma regulamentação mais leve. Isso significa aplicar rigorosamente medidas para impedir a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo, fortalecendo a defesa do consumidor e tributando efetivamente as transações de criptografia. ”

Crise de Criptomoedas do Banco da Inglaterra em Créditos Continuados do Banco Central

 BoE, Hong Kong Autoridades do Banco da Inglaterra fizeram um “ avanço significativo ” em suas pesquisas sobre diferentes modelos de moedas emitidas pelo banco central.

Para assegurar que atualmente não tenha planos de desenvolver e emitir uma moeda digital, o presidente do Banco de Inglaterra, Mark Carney, recentemente expressou que está de mente aberta em relação à possibilidade de uma criptocorrência emitida pelo banco central enquanto fala em Estocolmo. Apesar dos comentários, Carney afirmou que qualquer desenvolvimento de uma moeda virtual lastreada em bancos centrais não estaria ocorrendo em um futuro próximo [1965900] "[T] o futuro do banco central pode envolver menos banqueiros centrais", disse Carney.

Autoridade monetária de Hong Kong rejeita emissão de criptografia do banco central

 Criptomoeda emitida pelo Banco Central Round Up: FMI, BoE, Hong Kong Joseph Chan, o secretário interino dos serviços financeiros e do tesouro, recentemente rejeitou a perspectiva de emitir uma moeda digital do banco central (CBDC) enquanto fazia uma pergunta no parlamento.

Chan afirmou que a Autoridade Monetária de Hong Kong (HKMA) “realizou pesquisas sobre CBDC. Ao mesmo tempo, o HKMA observa que os benefícios do CBDC e seus ganhos de eficiência dependerão das circunstâncias reais de uma jurisdição. No contexto de Hong Kong, a infraestrutura e serviços de pagamento já eficientes tornam a CBDC uma proposta menos atraente. A HKMA não tem planos de emitir CBDC nesta etapa, mas continuará monitorando o desenvolvimento internacional. ”

Qual é a sua opinião sobre as criptocorrências emitidas pelo banco central? Conte-nos na seção de comentários abaixo


Imagens cedidas pela Shutterstock


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Oficial do FMI solicita regulamentação e adoção de tecnologia pelos bancos para combater a “competição da cripto”


Um funcionário do Fundo Monetário Internacional (FMI) sugeriu que os bancos centrais precisam tornar as moedas fiduciárias “mais atraentes para a era digital” em um artigo publicado em 31 de maio. O vice-diretor do Departamento de Mercados Monetários e Capital, Dong He, sugeriu três respostas para combater a potencial concorrência aos bancos centrais das criptomoedas.

Primeiro, He afirmou que “os bancos centrais devem continuar a se esforçar para tornar as moedas fiduciárias melhores e mais estáveis”. Ele ressaltou o papel que a expertise e a experiência coletiva desempenham na formulação de políticas monetárias. O artigo cita Christine Lagarde, diretora-gerente do FMI, que disse que “a melhor resposta dos bancos centrais é continuar a executar uma política monetária eficaz, ao mesmo tempo que está aberta a novas idéias e novas demandas, à medida que as economias evoluem”.

O vice-diretor então argumentou que é necessário regulamentar o uso de ativos cripto para suspender a arbitragem regulatória e qualquer “vantagem competitiva injusta” que os ativos cripto podem obter de uma regulamentação mais leve. Ele explicou:

“Isso significa aplicar rigorosamente medidas para impedir a lavagem de dinheiro e o financiamento ao terrorismo, fortalecendo a proteção do consumidor e tributando efetivamente as transações de cripto.”

Ele também sugeriu a emissão de uma moeda digital do banco central (CBDC) para “tornar seu dinheiro mais atraente para uso como veículo de liquidação”. Ele disse que um CBDC poderia reduzir os custos de transação para indivíduos e pequenas empresas, bem como permitir transações de longa distância. :

“Por exemplo, eles poderiam tornar o dinheiro do banco central amigável ao usuário do mundo digital, emitindo tokens digitais próprios para complementar o dinheiro físico e as reservas bancárias. Essa moeda digital do banco central poderia ser trocada, peer-to-peer de maneira descentralizada, assim como os ativos cripto.”

Ele sugeriu que os bancos centrais podem lucrar com a tecnologia subjacente dos ativos cripto, afirmando que a formulação de políticas monetárias pode se beneficiar da tecnologia ao melhorar as previsões dos bancos centrais usando big data, inteligência artificial e aprendizado de máquina.

Funcionários do FMI criticaram duramente as criptomoedas no passado e sugeriram que sejam mais rigorosamente regulamentadas. No início deste ano, Christine Lagarde afirmou que a regulamentação das criptomoedas é “inevitável” e necessária em nível internacional, com foco na regulação de “atividades” sobre “entidades”.

Em março, Lagarde disse que os mercados de cripto devem ser regulados pelas mesmas leis que se aplicam aos mercados tradicionais. Ela argumentou que as criptomoedas poderiam ameaçar a estabilidade dos mercados financeiros tradicionais, e que as regulamentações devem ser desenvolvidas em escala global com a ajuda do FMI.



Solicitações oficiais do FMI para regulamentação e adoção de tecnologia pelos bancos para combater a "competição de criptografia"


Um funcionário do Fundo Monetário Internacional (FMI) sugeriu que os bancos centrais precisam tornar as moedas fiduciárias “mais atrativas para a era digital” em um artigo publicado em 19 de maio de 1945. Diretor Adjunto do Departamento Monetário e de Capitais Mercados Departamento Dong Ele sugeriu três respostas para combater a concorrência potencial para os bancos centrais de criptocorrências .

Em primeiro lugar, Ele afirmou que, "[Central banks] deve continuar a se esforçar para tornar moedas fiat melhores e mais estáveis ​​unidades de conta ”. Ele enfatizou o papel que a expertise e a experiência coletiva desempenham na formulação de políticas monetárias. O artigo cita FMI Diretora Christine Lagarde, que disse que “a melhor resposta dos bancos centrais [to crypto] é continuar a executar uma política monetária eficaz, estando aberta a novas idéias e novas demandas à medida que as economias evoluírem.

O vice-diretor então argumentou que é necessário regulamentar o uso de ativos de criptografia para suspender a arbitragem regulatória e qualquer “vantagem competitiva injusta” que os ativos de criptografia podem obter de uma regulamentação mais leve. Ele explicou:

“Isso significa aplicar rigorosamente medidas para impedir a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo, fortalecendo a proteção ao consumidor e tributando efetivamente as transações de criptografia.”

Ele também sugeriu a emissão de um banco digital (CBDC) para “tornar seu dinheiro mais atraente para uso como veículo de liquidação”. Ele disse que um CBDC poderia reduzir os custos de transação para indivíduos e pequenas empresas, bem como permitir transações de longa distância:

“Por exemplo, eles poderiam tornar o dinheiro do banco central amigável ao usuário no mundo digital, emitindo fichas digitais próprias para complementar o dinheiro físico e as reservas bancárias. Essa moeda digital do banco central poderia ser trocada, peer to peer de maneira descentralizada, como os ativos criptográficos. ”

Ele sugeriu que os bancos centrais podem lucrar com a tecnologia subjacente dos ativos criptográficos, dizendo que a formulação de políticas monetárias pode se beneficiar da tecnologia ao melhorar as previsões dos bancos centrais usando big data inteligência artificial

e aprendizado de máquina.

Autoridades do FMI criticaram duramente as criptomoedas no passado e sugeriram que sejam mais rigorosamente regulamentadas. No início deste ano, Christine Lagarde declarou que a regulação das criptomoedas é “inevitável” e necessária em nível internacional, com foco na regulação de “atividades” sobre “entidades”.

Em março, Lagarde disse que os mercados de criptografia devem ser regulados pelas mesmas leis que se aplicam aos mercados tradicionais. Ela argumentou que as criptomoedas podem ameaçar a estabilidade dos mercados financeiros tradicionais, e que as regulamentações devem ser desenvolvidas em escala global com a ajuda do FMI.

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