Barril do Brent fecha em baixa de 0,23% – Notícias


Londres, 19 jun (EFE).- O barril de petróleo Brent para entrega em agosto fechou nesta terça-feira em baixa de 0,23% no mercado de futuros de Londres, cotado a US$ 75,09.

O petróleo do Mar do Norte, de referência na Europa, terminou o pregão no International Exchange Futures (ICE) US$ 0,18 abaixo do valor final da sessão de ontem.

O temor de uma guerra comercial entre Estados Unidos e China pressionou hoje o preço do petróleo, devido à possibilidade de que um cenário conflitivo desacelere o crescimento da economia global e a demanda pela matéria-prima.

Além disso, também pesou para a queda do preço a expectativa dos investidores sobre a possibilidade de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) decida nesta semana aumentar seu nível de produção.

Dólar sobe e fecha a R$ 3,744, com disputas comerciais entre EUA e China – Economia


O dólar comercial fechou esta terça-feira (19) em alta de 0,12%, cotado a R$ 3,744 na venda. É o segundo avanço seguido da moeda norte-americana, que subiu 0,27% na véspera.

Investidores estavam cautelosos diante do aumento nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China. O presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou impor tarifa de 10% sobre US$ 200 bilhões em bens chineses, e Pequim alertou que deve retaliar.

No Brasil, a alta do dólar foi contida, em parte, pela atuação do Banco Central no mercado de câmbio, que manteve os leilões de swaps cambiais tradicionais (equivalentes à venda futura de dólares) nesta sessão. Além disso, o BC prometeu ofertar US$ 10 bilhões em novos contratos de swaps cambiais nesta semana.

(Com Reuters)

Mais uma empresa fecha parceria com a R3 para uso da blockchain Corda



O maior consórcio de seguros blockchain do mundo usará a plataforma Corda do R3 para construir seus próximos produtos, anunciou a empresa na segunda-feira.

A Blockchain Insurance Industry Initiative (B3i), empresa independente fundada pela Allianz, Aegon e Swiss Re, e apoiada pela AIG e AIA, usará a plataforma para promover um protótipo de blockchain de resseguro, bem como usar um sistema de contratos inteligentes para reduzir a burocracia , de acordo com um comunicado de imprensa.

A B3i “concluiu que a plataforma Corda oferece a melhor solução blockchain disponível, fornecendo uma base sólida para que o B3i ofereça eficientemente valor comercial aos seus clientes” após uma extensa revisão de blockchains de código aberto disponíveis, de acordo com o release.

De acordo com o comunicado de imprensa, espera-se que a “integração total dos nós do Corda” seja ativada “nos ambientes de TI profissionais e compatíveis que são usados ​​pelos clientes do B3i”.

O R3 – que é o seu próprio consórcio de empresas bancárias – lançou a plataforma Corda em outubro de 2017 e visa a tecnologia em diferentes tipos de entidades de negócios dentro do setor financeiro.

Richard Brown disse em comunicado que “a B3i escolheu a Corda como sua plataforma preferida e nossa equipe de engenharia está ansiosa para trabalhar de perto com a excelente equipe da B3i para trazer suas soluções inovadoras para o mercado”.

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Binancecoin, a criptomoeda que nada contra a corrente

Postado em junho 19, 2018

Alguns marcos históricos relativos ao Bitcoin

Que tal relembrar alguns acontecimentos históricos importantes do bitcoin desde a sua criação até agora? Então vamos lá… Índice0.1 1º de novembro de 2008 – Satoshi Nakamoto escreve seu artigo…


Coinbase Fecha Conta de Rival do Twitter Gab Sem Explicação


A Coinbase, uma das maiores exchanges de criptomoedas do mundo, fechou recentemente a conta de uma rede social rival do Twitter, aparentemente sem qualquer explicação. A conta era presumivelmente utilizada para gerir doações.

Isto, de acordo com o cofundador e CEO do Gab, Andrew Torba, que revelou o que aconteceu através da sua rede social, que se descreve como uma plataforma onde valores como a liberdade individual e a liberdade de expressão vêm primeiro. Torba escreveu (traduzido):

“[A] Coinbase baniu a conta do Gab. Corretoras / carteiras centralizadas são cancerígenas e contraditórias a tudo o que as criptomoedas representam.”

Na sua publicação Torba acrescentou ainda uma imagem da mensagem que a Coinbase enviou à sua empresa. Nesta, é possível ler-se apenas que a corretora baseada em San Francisco teve de fechar a conta, e avisa que a rede social deve retirar os seus fundos.

Vários usuários aconselharam Torba a utilizar uma outra solução em que este pudesse controlar as chaves privadas das carteiras de criptomoedas que viesse a gerir, e apontaram algumas opções que permitem fazer isto.

Enquanto uns usuários afirmaram que o que a Coinbase, empresa que se autoavalia em mais de US$ 8 bilhões, fez vai contra os valores do Bitcoin por se tratar de censura e elitismo, outros afirmaram que a corretora é uma empresa privada que pode fazer o que entende ser melhor.

Gab e o mundo das criptomoedas

O Gab é uma rede social fundada em 2016 em resposta a controvérsias com censuras em grandes redes sociais como o Facebook e o Twitter. Estas chegaram a ver antigos empregados afirmar que artigos conservadores eram manualmente censurados, e até na comunidade das criptomoedas a conta @bitcoin chegou a ser banida do Twitter sem aparente razão.

Torba criou o Gab para lutar com aquilo que ele chama o “grande monopólio social da esquerda,” tendo já entrado em batalha legal com estes titãs dos mídias sociais. Os fundos que a empresa utiliza para gerir esta batalha vêm de donativos feitos por usuários, em Bitcoin, Ethereum, e por PayPal.

Acredita-se que a conta da Coinbase era utilizada para gerir os donativos que a rede social recebia. É de notar que esta tem a decorrer a sua própria oferta inicial de moedas (ICO), que já angariou mais de US$ 5 milhões que serão utilizados para ajudar a empresa a fazer crescer a sua plataforma.

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Wall Street fecha com leve baixa, mas ações de energia sobem – Notícias


Por Chuck Mikolajczak

NOVA YORK (Reuters) – O Dow Jones e o S&P caíram modestamente nesta segunda-feira, encerrando bem abaixo das mínimas da sessão, com ganhos nas ações de energia ajudando a reduzir as quedas decorrentes das preocupações da guerra comercial após a retaliação da China às tarifas dos EUA.

O índice Dow Jones caiu 0,41 por cento, a 24.987 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,212616 por cento, a 2.774 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 0,01 por cento, a 7.747 pontos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na semana passada que estava levando adiante as tarifas sobre 50 bilhões de dólares em importações chinesas, o que levou a uma rápida resposta de Pequim, que disse que colocaria impostos sobre várias commodities americanas.

A Boeing, que tem servido como proxy para tensões da guerra comercial com a China, já que é a maior exportadora dos EUA para o país, caiu 0,9 por cento como o maior empecilho para o Dow Jones. A fabricante de equipamentos de construção Caterpillar caiu 0,9 por cento.

Os fabricantes de chips, que dependem da China para grande parte de sua receita, também saíram perdendo. O índice de semicondutor perdeu 0,99 por cento, seu pior desempenho diário em um mês. A Intel , com 3,4 por cento, foi o maior obstáculo para o S&P 500 e o Nasdaq para as preocupações com tarifas e um rebaixamento feito pela Northland Securities.

“Você está vendo as narrativas comerciais sendo marteladas, ou pelo menos se deparando com alguns ventos contrários significativos e, como resultado, você está vendo a compressão nas avaliações”, disse Peter Kenny, estrategista sênior de mercado do Global Markets Advisory Group.

Dólar sobe e fecha a R$ 3,74, de olho em guerra comercial entre EUA e China – Economia


O dólar comercial fechou esta segunda-feira (18) em alta de 0,27%, cotado a R$ 3,74 na venda. Na sexta-feira (15), a moeda norte-americana caiu 2,15%.

Investidores estavam cautelosos em meio a temores de uma guerra comercial entre Estados Unidos e China. Na sexta-feira, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou taxas de 25% sobre US$ 50 bilhões de importações chinesas. No final de semana, o governo chinês anunciou tarifas adicionais sobre produtos dos EUA, mesmo sob ameaça de retaliação de Trump.

A alta do dólar também foi influenciada pela notícia de que o ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu para que seja colocado em pauta no dia 26 de junho novo pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso há mais de dois meses por crime de corrupção. Lula lidera as pesquisas de intenção de voto nos cenários em que aparece como candidato.

A continuidade da atuação do Banco Central no mercado de câmbio nesta sessão ajudou a conter, em parte, a alta no dólar. O BC prometeu ofertar US$ 10 bilhões em swap cambial tradicional (equivalente à venda futura de dólares) nesta semana. Desse total, US$ 1 bilhão foi ofertado já nesta segunda-feira.

(Com Reuters)

Dow Jones fecha em baixa de 0,34% – Notícias


Nova York, 15 jun (EFE).- O índice Dow Jones Industrial fechou nesta sexta-feira em baixa de 0,34%, em um pregão marcado pela imposição de novas sobretaxas à China por parte dos Estados Unidos.

O principal indicador da Bolsa de Nova York caiu 84,83 pontos e chegou a 25.090,48. O seletivo S&P 500 recuou 0,11%, para 2.779,42, e o índice composto da Nasdaq retrocedeu 0,19% e fechou aos 7.746,38.

Desde o início da jornada, a bolsa esteve dominada pela decisão do presidente americano, Donald Trump, de impor tarifas de 25% a importações chinesas no valor de US$ 50 bilhões.

Com um mercado já nervoso pelo risco de uma guerra comercial, as novas medidas anunciadas por Trump afetaram a bolsa, sobretudo após a rápida reação da China, que anunciou que responderá aos EUA “com as mesmas medidas impositivas”.

Pequim também declarou que os acordos comerciais firmados por ambas as partes ficam invalidados após a imposição de novas tarifas americanas.

No entanto, com o passar das horas as quedas foram diminuindo e o S&P 500 chegou ficar momentaneamente positivo, embora finalmente tenha voltado a cair para o vermelho.

O Dow Jones, que ao longo do dia chegou a cair 280 pontos, limitou os danos e perdeu apenas 84 ao término das operações. O principal indicador de Wall Street encadeou o quarto dia consecutivo no vermelho e acabou com um retrocesso semanal de aproximadamente 0,9%.

Impactadas pela queda do preço do petróleo, as empresas energéticas foram de longe as que mais sofreram hoje, com uma queda de 2,11%. Também registraram perdas outros setores como o das matérias-primas (-0,63%) e o tecnológico (-0,45%), enquanto as empresas de alguns âmbitos fecharam com altas consideráveis, como as de bens de consumo essencial (1,32%) e as de telecomunicações (1,17%).

Dentro do Dow Jones, as maiores baixas foram de Caterpillar (-2,05%), Chevron (-1,94%), General Electric (-1,55%) e Exxon Mobil (- 1,49%). Os lucros foram liderados por Procter & Gamble (1,80%), seguida por Nike (1,53%) e Coca-Cola (1,24%).

Em outros mercados, a onça do ouro caía até US$ 1.282,80, enquanto o rendimento dos bônus do Tesouro a dez anos caía até 2,922%.

Barril do Texas fecha em baixa de 2,7% – Notícias


Nova York, 15 jun (EFE).- O barril do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou nesta sexta-feira em baixa de 2,7%, com o mercado aguardando as decisões dos países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e aliados a respeito da produção.

Ao final das operações a viva voz na Bolsa Mercantil de Nova Iorque (Nymex), os contratos futuros do WTI para entrega em julho caíram US$ 1,83 em relação ao pregão de ontem.

Analistas apontaram que o mercado permanece à espera das decisões que serão tomadas na reunião que a Opep realizará na próxima semana para analisar os níveis de produção.

A reunião, que acontecerá em Viena entre 22 e 23 de junho, também contará com a participação da Rússia e de outros produtores que se somaram ao acordo firmado no final de 2016 pela Opep para reduzir o bombeamento de petróleo.

Por sua vez, os contratos de gasolina para entrega em julho terminaram o dia a US$ 2,09 o galão, registrando baixa de US$ 0,07, enquanto os de gás natural com vencimento no mesmo mês fecharam com perda de US$ 0,05, a US$ 3,02 por cada mil pés cúbicos.