Banco BBVA e companhia energética Repsol fazem parceria para desenvolver soluções financeiras Blockchain


O grande grupo bancário espanhol, BBVA e a também espanhola Repsol assinaram um acordo para desenvolver soluções baseadas em blockchain para serviços bancários corporativos, de acordo com um anúncio publicado em 20 de junho.

O produto de BBVA e Repsol foi desenvolvido usando várias tecnologias blockchain diferentes, ou seja, Hyperledger e a rede de testes Ethereum. Nuria Ávalos, chefe de Blockchain e Experimentação Digital na Repsol, comentou a colaboração:

“A Repsol quer participar ativamente de ambientes colaborativos. O Blockchain é uma tecnologia disruptiva que veio para ficar e o acordo com o BBVA avança nossa estratégia de conduzir a digitalização em todas as áreas de nossa atividade”.

O acordo supostamente faz parte da maior estratégia recente do BBVA de aplicar a tecnologia blockchain no banco corporativo.

A solução mais recente é supostamente uma evolução da plataforma projetada pelo BBVA para conduzir todo o processo de empréstimo usando blockchain, desde a negociação dos termos até a assinatura. Em abril, o BBVA tornou-se o primeiro banco global a emitir um empréstimo corporativo, no valor de 75 milhões de euros (US $ 86 milhões), usando a tecnologia de livro-razão distribuído (DLT), da qual o blockchain é um tipo. A mudança reduziu o tempo de processamento de dias para uma questão de hora.

Ontem, o presidente do BBVA, Carlos Torres, disse que o blockchain “não está maduro”, citando a “volatilidade das moedas subjacentes” e possíveis problemas de compatibilidade com autoridades fiscais e reguladores financeiros entre as principais questões a serem tratadas. No entanto, ele acrescentou que as vantagens do blockchain são tão importantes para os negócios da empresa, que “quando ele estiver maduro e os reguladores estiverem prontos”, o BBVA quer ter as ferramentas necessárias para aplicar a tecnologia em casos de uso relevantes.



Notícias Altcoin | Stellar (XLM) e IOTA (MIOTA) fazem um mergulho frio – Crypto Currency News


 Altcoin News "title =" Notícias da Altcoin. "/>
</figure>
<p><span style= Altcoin News – Bitcoin (BTC) está em baixa quarta-feira, mas assim é a maioria das altcoins no mercado. Isto é provavelmente devido ao hack Coinrail, que ocorreu no final de semana.

Como todas as dez maiores moedas estão em baixa hoje, selecionamos as moedas para denunciar. Depois de muito debate, nós decidimos pela Stellar e pela IOTA.

Altcoin News | 13 de junho de 2018

Stellar XLM Preço 🚀

Stellar (XLM) está sendo vendido por US $ 0,21. Isso coloca a XLM abaixo de 10,68% nas últimas vinte e quatro horas.

 altcoin news

Fonte: CoinMarketCap

Stellar (XLM) é classificada como a sexta maior moeda virtual. A XLM tem um valor de mercado de US $ 4,04 bilhões, com um volume de US $ 47,79 milhões em 24 horas.

Em 21 de maio, a Stellar anunciou seu "7th Stellar Build Challenge". Esta é uma das últimas notícias de Stellar, mas é uma boa notícia. Aqui está o que o blog Stellar tinha a dizer sobre o desafio:

 altcoin news MIOTA Preço

Atualmente, o IOTA (MIOTA) está sendo vendido por US $ 1,20. Isso coloca a altcoin abaixo de 12,42% nas últimas vinte e quatro horas

 altcoin news

Fonte: CoinMarketCap

Por perspectiva, MIOTA teve uma queda significativa no preço desde última quarta-feira. Em 6 de junho a MIOTA estava sendo vendida por US $ 1,68.

O último anúncio da IOTA veio na sexta-feira, 8 de junho. Foi nesse dia que a IOTA anunciou que se uniu à Volkswagen. Por quê? Eles estarão trabalhando na integração do blockchain no setor automotivo.

The Takeaway

Lembre-se de que IOTA e Stellar não são as únicas duas altcoins de hoje. O Ripple (XRP) caiu 8,75%, o Litecoin caiu 11,70% e o Cardano caiu 10,95% nas últimas vinte e quatro horas. O que é interessante notar é que nem todas essas altcoins foram diretamente afetadas pelo hack Coinrail, mas estão sofrendo com isso.

Por essa razão, recomendo ficar atento a mais notícias de altcoin amanhã e na sexta-feira. Se o mercado de criptografia despencou nos últimos três dias, é provável que continue a fazê-lo.

O que você acha?

Imagem em destaque: Facebook

Se você gostou deste artigo Clique para compartilhar

Deutsche Bank, Allianz e Auto1 fazem parceria para criar plataforma Blockchain para financiamento de carros


O grupo alemão de seguros Allianz e o Deutsche Bank fizeram uma parceria com a Auto1 para oferecer financiamento de automóveis usando a tecnologia blockchain, informou a Cointelegraph auf Deutsch em 7 de junho. Os três parceiros criaram uma nova empresa chamada “Auto1 Fintech”, da qual juntos possuem eles possuem mais de 50%.

O novo empreendimento oferecerá produtos de seguro e refinanciamento de empréstimos para concessionárias de veículos que compram veículos da Auto1, disse o co-CEO Hakan Koc em entrevista à Bloomberg. A Auto1, que é apoiada pelo SoftBank Group Corp, é uma bolsa on-line de carros usados que os compra de indivíduos e depois os revende para agências.

As confirmações de pagamento de empréstimo e refinanciamento serão registradas em uma blockchain. O novo processo permitirá ostensivamente que as concessionárias refinem imediatamente suas compras, em vez de usar um processo baseado em papel que pode atrelar seu patrimônio por mais de duas semanas. A Auto1 espera que a nova plataforma blockchain ajude a empresa a diversificar suas ofertas e promover a lealdade do cliente. Segundo Koc:

“Estamos liberando capital e nossos clientes estão mais líquidos como resultado. É uma vitória”.

A Auto1 está tentando se tornar a plataforma de internet dominante para carros usados. Enquanto eles já estão ativos na Alemanha, eles expandiráo para a França e a Polônia ainda neste ano, de acordo com Koc. No início deste ano, o SoftBank’s Vision Fund investiu € 460 milhões (US $ 540 milhões) na Auto1, avaliando a empresa em cerca de € 2,9 bilhões (US $ 3,4 bilhões).

 

Outras empresas automotivas em todo o mundo estão testando aplicativos de tecnologia blockchain, desde transações financeiras simples até suporte de condução  de veículos autônomos. Em um projeto piloto, a Daimler AG, a gigante automotiva por trás da Mercedes-Benz, lançou um programa baseado em blockchain para recompensar a direção ecologicamente correta. Os condutores que praticam hábitos de condução respeitadores do ambiente, ou seja, condução suave e segura a baixas velocidades, receberão MobiCoins, que poderão então ser trocadas por bilhetes VIP para eventos e outras recompensas.

Em março, a gigante automotiva norte-americana Ford Motors apresentou uma patente para um método de comunicação veículo-veículo que envolve a troca de tokens cripto para gerenciar o fluxo de tráfego. Um exemplo de uma interação potencial seria se um motorista estivesse atrasado para um compromisso, eles poderiam pedir para passar outros veículos pelos próximos 10 minutos em troca de um certo número de tokens.



Juros altos fazem os bancos serem o melhor negócio no Brasil


Há décadas as revistas especializadas publicam, ano após ano, os resultados esplêndidos nos lucros dos bancos, os quais sempre ultrapassam os recordes dos anos anteriores. Estas reportagens não passam indiferentes.

Aliás, desde o final da década de 90, os bancos vêm discutindo publicamente suas margens de lucro, seu “spread”, tendo até mesmo o Banco Central se movimentado para produzir um estudo sobre o tema, que vem sendo acompanhado e faz parte de uma agenda de trabalho com o nome BC+, “Mais Cidadania Financeira”, “Legislação mais Moderna”, “SFN mais Eficiente” e “Crédito mais Barato”.

Ao contrário de todo este movimento, inclusive no âmbito legislativo, o que se vê, ou melhor, o que não se vê é a redução do “spread” bancário. O que pode ser facilmente verificado na apresentação do senhor Ilan Goldfajn, presidente do Banco Central, em painel denominado “Projeto Spread Bancário”, que consta a evolução na base de concessão de crédito e no mesmo caminho o crescimento do “spread”.

Os bancos concedem mais e mais crédito e, de forma contraditória, o “spread” não diminui, pois com uma base maior de clientes ele deveria ser menor. Contradição esta que fica gritante ao se observar os princípios para a concessão e barateamento do crédito, que são: educação financeira dos tomadores, legislação moderna, bancos mais eficientes e, consequentemente, crédito mais barato.

Na questão educação financeira ainda há um longo caminho a ser percorrido, pois as crises de superendividamento ainda são parte do cotidiano de crédito. Contudo, legislação moderna e bancos eficientes já são o presente e não metas para futuro. E isso se vê desde o início da democratização do crédito, com a chamada Lei da Reforma Bancária (L. 4.595/64) e com as que lhe seguiram, tais como o DL 70/67 (crédito imobiliário), DL 167/67 (crédito rural), o DL 413/69 (crédito industrial), o DL 911/69 (alienação fiduciária), a Lei 6.313/75 (crédito à exportação), 6.840/80 (crédito comercial), entre outros.

Todas estas leis serviram para modernizar e colocar o sistema financeiro brasileiro como um dos mais evoluídos do mundo. Não bastasse, já que os bancos gritavam dia a dia quanto a necessidade da atualização da legislação, foram editadas modernas leis de Falência e Recuperação Judicial (Lei n.º 11.101 em 2005) e de garantias e instrumentalização de créditos (Leis n.ºs 9.514/97; 10.931/04), entre outras, que possibilitam a rápida recuperação do crédito e até mesmo o completo afastamento das garantias nos processos de recuperação judicial.

Mas os “spreads” baixaram?

O preço em antecipar o futuro (que é a definição de juros) é cada vez maior, como é cada vez maior a vertente dos lucros dos bancos, o que não é ruim para os acionistas, mas é extremamente perverso para a sociedade, pois o que mudou desde 1992? E vejam, antecipar o futuro não precisa necessariamente ser de um sonho de consumo, mas o que é mais comum no dia a dia: um empresário tendo que realizar o pagamento da folha de salários, atender uma demanda de matéria prima, ou mesmo um empregado tendo que ir ao supermercado, utilizando o crédito como um complemento do salário.

Ninguém quer tabelamento, tarifação, pois se sabe que estas bruxarias não funcionam e apenas agravam a economia. Mas como o diesel, para usar o exemplo atual, o crédito é uma das molas propulsoras da economia e se o Banco Central quer, realmente, um “Sistema Financeiro mais Eficiente” e um “Crédito mais Barato”, é o momento de agir com mais vigor contra margens de lucro somente possíveis em operações à margem da lei.