Fitch reafirma rating BB- do BNDES e mantém perspectiva estável – Notícias


A agência de classificação de risco Fitch reafirmou o rating do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em BB- e manteve a perspectiva estável. O anúncio reflete a visão de que a instituição de fomento receberia apoio do governo federal do Brasil se houvesse necessidade, explica a agência em comunicado.

A nota de crédito do banco é amparada nesse potencial suporte e alinhada à nota soberana brasileira.

“Como um banco de desenvolvimento estatal, a estratégia do BNDES é diretamente ligada às políticas econômicas do governo, e potencialmente sujeita a influência política. A saída de gestores de cúpula do BNDES tem sido frequente em anos recentes e o banco teve três trocas de presidente desde 2016”, escreve a Fitch.

Em contraponto, a agência sublinha que o banco de fomento foi escrutinado por uma variedade de investigações oficiais em diversas de suas operações de empréstimo e investimento no Brasil e no exterior, mas, “até agora, nenhuma conduta irregular foi identificada”.

“O crescimento de empréstimos do BNDES tem sido negativo desde 2016”, destaca ainda a Fitch.

Greve de caminhoneiros impacta carga de energia em maio, que fica estável, diz ONS – Notícias


SÃO PAULO (Reuters) – A carga de energia do sistema interligado do Brasil ficou praticamente estável em maio, com alta de 0,1 por cento, após subir em março e abril, em meio a impactos da greve de caminhoneiros sobre a demanda nas últimas duas semanas do mês, apontou em boletim nesta sexta-feira o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

“O comportamento da carga do sistema, que vinha apresentando sinais de crescimento em decorrência da retomada da economia, teve seu desempenho impactado pelo cenário do mercado externo e pelas incertezas econômicas e políticas”, afirmou o ONS, ressaltando também os efeitos da paralisação de caminhoneiros.

(Por Luciano Costa)

IEA mantém estável projeção de demanda por petróleo, mas alerta sobre oferta da Opep – Notícias


Por Amanda Cooper

LONDRES (Reuters) – A demanda por petróleo deverá manter em 2019 o ritmo de crescimento visto neste ano, graças a uma sólida economia global, mas o mundo pode enfrentar uma escassez no final do próximo ano, se a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) não cobrir eventuais déficits de suprimento, alertou nesta quarta-feira a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês).

O relatório serve como um alerta para os maiores exportadores globais, que vão se reunir na próxima semana em Viena para discutir suas políticas de fornecimento.

A IEA disse que espera que a demanda global por petróleo aumente em 1,4 milhão de barris por dia em 2019, para superar 100 milhões de bpd no segundo trimestre.

A agência espera que a demanda cresça no mesmo ritmo neste ano, em previsão estável ante seu relatório de maio.

“Um sólido pano de fundo econômico e a assunção de preços mais estáveis são fatores-chave. Riscos incluem a possibilidade de preços mais altos e interrupções no comércio. Alguns governos estão considerando medidas para aliviar pressões de preços sobre os consumidores”, disse a agência com sede em Paris em relatório seu mensal.

“Existe a possibilidade de uma revisão para baixo em nossas previsões econômicas para os próximos meses. A economia global está sentindo algum impacto devido aos elevados preços do petróleo.”

Os preços do petróleo subiram em um terço, para cerca de 76 dólares o barril, perto de um pico atingido no final de 2014, desde que a Opep e outros produtores, como a Rússia, começaram a cortar a produção em janeiro de 2017.

A IEA disse que vê um cenário em que a produção do Irã e da Venezuela pode estar 1,5 milhão de bpd menor que hoje, devido à crise venezuelana e sanções dos EUA aos iranianos.

“Se os outros 12 membros da Opep forem continuar bombeando ao mesmo ritmo de maio, uma potencial escassez poderia surgir e levar a uma queda nos estoques de mais de 1,6 milhão de bpd no quarto trimestre de 2019”, afirmou o relatório.

O preço em dinheiro do Bitcoin é estável


 Bitcoin Cash News

O preço do Bitcoin Cash (BCH) continua a ser negociado em torno da marca de US $ 1k, após ter recentemente atingido a baixa de um mês, de US $ 890, no início desta semana. Os analistas de mercado afirmam que o mercado de criptomoedas atingiu o fundo e agora espera movimento positivo para a maioria das moedas. De fato, alguns especialistas técnicos estão sugerindo que os investidores reduzam as posições vendidas

Chefe da estratégia técnica da Fundstrat Global Advisors diz Achamos que a configuração é muito atraente aqui. Se você é baixo, achamos que você deve ser muito cuidadoso e reduzir sua exposição breve. Acho que, se você quiser ser comprido, é aqui que começa a adicionar aqui sua longa exposição .

Fonte: twitter.com

Os participantes do mercado estão apoiando a posição Global Advisors da Fundstrat; eles acreditam que as médias móveis e outros fatores técnicos estão formando o padrão de alta.

O potencial para maior adaptação também poderia suportar o movimento do preço Bitcoin Cash. Devere Group, que tem clientes de mais de 100 países, anunciou que adicionaria o Bitcoin Cash ao seu recém-lançado aplicativo de troca de criptografia Devere Crypto.

Coin.ph, o principal conversor de criptomoedas nas Filipinas, começou suportando o Bitcoin Cash em sua plataforma. Eles dizem que a adição é uma tentativa de oferecer suporte a redes de pagamento de blockchain de menor custo.

Usando esses novos ecossistemas de blockchain, os clientes Coins poderão se beneficiar de uma ampla variedade de serviços criados sobre essas tecnologias ", Disse a empresa em uma declaração [1965905].

IOTA e Cardano estão se movendo mais alto

Source Image: coinmarketcap.com

Embora o restante do mercado de criptomoedas permaneça limitado por faixa, IOTA (MIOTA) e Cardano (ADA) estão gerando ganhos substanciais. A IOTA é a maior ganhadora entre as dez maiores criptocorrências atualmente. Seu preço subiu 9% hoje cedo para o nível de US $ 1,87. Cardano, que é a sétima maior moeda baseada em capitalização de mercado, é o segundo maior ganhador hoje. O preço da moeda da ADA subiu 5% hoje cedo. O resto das dez principais moedas estão fazendo pequenos movimentos laterais

Imagem em destaque: Twitter

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Preço médio de venda de imóvel residencial fica estável em janeiro, diz FipeZap – Notícias


SÃO PAULO (Reuters) – O preço médio de venda de imóveis residenciais iniciou 2018 com estabilidade, mostrou o índice FipeZap, que monitora a venda de apartamentos prontos em 20 cidades brasileiras com base em anúncios na Internet.

Em janeiro, o indicador teve variação nominal negativa de 0,01 por cento, para um preço médio de 7.554 reais por metro quadrado, conforme a queda de preço em cidades como Rio de Janeiro (-0,35 por cento), Belo Horizonte (-0,32 por cento) e Contagem (MG) (-0,36 por cento) compensou a alta em municípios como São Caetano do Sul (SP) (+0,65 por cento), Recife (+0,54 por cento) e Florianópolis (+0,4 por cento). Levando em consideração a expectativa de inflação de janeiro ter sido de 0,4 por cento, o índice iniciou o ano com queda real de 0,41 por cento.

Em 12 meses, o índice FipeZap acumula recuo nominal de 0,54 por cento e queda real de 3,41 por cento.

Conforme o levantamento, 11 das 20 localidades monitoradas registraram queda nominal no preço do imóvel residencial em 12 meses, com destaque para Rio de Janeiro (-4,72 por cento), Niterói (-3,14 por cento) e Fortaleza (-2,87 por cento).

A pesquisa sinalizou ainda que o que Rio de Janeiro continuou sendo o município com o metro quadrado residencial mais caro (9.719 reais), seguido por São Paulo (8.688 reais) e Distrito Federal (7.842 reais). Na outra ponta, Contagem (3.509 reais), Goiânia (4.112 reais) e Vila Velha (4.650 reais) eram as cidades com os imóveis mais baratos.

(Por Gabriela Mello)

Itaú Unibanco tem lucro quase estável no 4º tri; crédito volta a crescer – Notícias


Por Aluisio Alves

SÃO PAULO (Reuters) – O Itaú Unibanco teve leve alta do lucro no quarto trimestre ante os três meses anteriores, uma vez que a retomada da lucrativa operação de crédito e o aumento expressivo das receitas com serviços compensaram os efeitos de maiores provisões para calotes.

O maior banco privado do país anunciou nesta segunda-feira que seu lucro recorrente de outubro a dezembro somou 6,28 bilhões de reais, alta sequencial de 0,4 por cento e de cerca de 8 por cento ante igual etapa de um ano antes.

Impulsionado por linhas como cartão de crédito e para empresas na América Latina, o estoque de empréstimos do banco fechou o ano em 593,7 bilhões de reais, um aumento de 3,2 por cento em relação a setembro, em uma reversão de tendência depois de vários trimestres em queda diante de uma economia em recessão.

O movimento confirma a tendência mostrada por Santander Brasil e Bradesco, que na semana passada reportaram seus resultados do quarto trimestre, ambos reportando aceleração do crédito.

A queda residual da margem financeira com clientes do Itaú Unibanco com clientes sobre o terceiro trimestre, devido aos efeitos da queda da Selic, foi compensada por maiores ganhos com tesouraria, fazendo a margem financeira gerencial recuar 0,1 por cento, a 16,75 bilhões.

As receitas com serviços subiram 3,4 por cento também sequencialmente, a 8,65 bilhões de reais, também refletindo o desempenho do setor de cartões e do aumento do crédito. Em 12 meses, a alta nesta linha foi de 8,3 por cento.

O avanço dos empréstimos veio acompanhado de melhora na qualidade da carteira, com o índice de inadimplência acima de 90 dias batendo em 3 por cento, ante 3,2 por cento três meses antes e 3,4 por cento no fim de 2016. O chamado NPL creation, um espécie de indicador antecedente da inadimplência, caiu para o menor nível desde março de 2014.

Ainda assim, o custo de crédito -despesa com calotes e ajuste de valor de papéis de empresas detidos pelo banco, menos valores vencidos recuperados- cresceu 5,1 por cento na passagem do terceiro para o quarto trimestre, a 4,19 bilhões de reais. Na comparação ano a ano, o custo do crédito caiu 34 por cento.

O banco atribuiu o aumento sequencial dessa linha a maiores despesas com provisões para perdas esperadas com inadimplência, que subiram 160 milhões contra o terceiro trimestre, principalmente no banco de varejo, refletindo aumento do crédito de pessoas físicas, e na América Latina, devido à exposição a grandes empresas no Chile.

As despesas não decorrentes de juros, que incluem salários, cresceram 4,7 por cento sobre o trimestre anterior e 3,8 por cento ano a ano, para 12,38 bilhões de reais.

No fim, esse conjunto levou o Itaú Unibanco a registrar uma rentabilidade sobre o patrimônio líquido de 21,9 por cento no quarto trimestre, alta sequencial de 0,3 por ponto percentual e de 0,8 ponto sobre um ano antes.

PROJEÇÕES

O Itaú Unibanco fechou o ano fora das margens previstas para as principais linhas das previsões, com o crédito e margem piores, mas com receitas de serviços crescendo mais e as despesas administrativas subindo menos que do que as projeções.

Para 2018, o banco previu alta de 4 a 7 por cento do estoque de crédito, mas espera que sua margem com cliente oscile de um intervalo de queda 0,5 por cento a alta de 3 por cento.

O Itaú Unibanco também previu para este ano alta de 5,5 a 8,5 por cento das receitas com serviços e seguros e que suas despesas administrativas subirão de 0,5 a 3,5 por cento.