Dólar sobe e fecha a R$ 3,74, de olho em guerra comercial entre EUA e China – Economia


O dólar comercial fechou esta segunda-feira (18) em alta de 0,27%, cotado a R$ 3,74 na venda. Na sexta-feira (15), a moeda norte-americana caiu 2,15%.

Investidores estavam cautelosos em meio a temores de uma guerra comercial entre Estados Unidos e China. Na sexta-feira, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou taxas de 25% sobre US$ 50 bilhões de importações chinesas. No final de semana, o governo chinês anunciou tarifas adicionais sobre produtos dos EUA, mesmo sob ameaça de retaliação de Trump.

A alta do dólar também foi influenciada pela notícia de que o ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu para que seja colocado em pauta no dia 26 de junho novo pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso há mais de dois meses por crime de corrupção. Lula lidera as pesquisas de intenção de voto nos cenários em que aparece como candidato.

A continuidade da atuação do Banco Central no mercado de câmbio nesta sessão ajudou a conter, em parte, a alta no dólar. O BC prometeu ofertar US$ 10 bilhões em swap cambial tradicional (equivalente à venda futura de dólares) nesta semana. Desse total, US$ 1 bilhão foi ofertado já nesta segunda-feira.

(Com Reuters)

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$20 bilhões: graças a Blockchain, economia informal do Quênia se abre para o mundo


A banca de vegetais frescos de Janeffer Wacheke, em Nairobi, usa tecnologia que ajuda a resolver um problema que os bancos quenianos até agora não conseguiram resolver – medindo a qualidade de crédito dos negociantes na economia informal de US$ 20 bilhões do país.

A mãe de 40 anos, mãe de dois filhos, está entre centenas de varejistas de pequeno porte que podem usar seu celular para obter empréstimos para comprar tomates, cebolas ou bananas diretamente dos produtores e entregá-los à startup queniana Twiga Foods Ltd. Isso economiza Wacheke. uma viagem ao mercado, onde ela teria que pechinchar sobre os preços e depois transportar as mercadorias sozinha. Está reduzindo seus custos e ajudando-a a criar um histórico de crédito.

“Minhas orações foram atendidas”, disse Wacheke enquanto colocava tomates em uma caixa sob um telhado de ferro corrugado em sua barraca nos arredores do centro da cidade de Nairobi. “Nos negócios, você precisa ser rápido. Quanto mais você paga, mais você obtém empréstimos maiores e mais você pode vender. Isso realmente me ajudou.”

Dados Negligenciados

O aplicativo oferecido pela Twiga, que obtém sua receita de comprar produtos frescos no atacado e vendê-los a varejistas como a Wacheke, usa a mesma tecnologia que impulsiona criptomoedas como o Bitcoin para monitorar como ela ordena estoque e seus hábitos de pagamento. A plataforma blockchain mobile – desenvolvida pela International Business Machines Corp. – é um de um número crescente de aplicativos que tentam resolver um grande obstáculo ao crescimento da África: a falta de financiamento.

O acesso ao crédito no setor informal não é bem conhecido porque os dados são negligenciados ”, disse Anzetse Were, economista de desenvolvimento com sede em Nairobi. “Se você quiser penetrar nos mercados da África, precisa ter uma estratégia para o setor informal.”

Melhor acesso

Os bancos na maior economia da África Oriental têm sido avessos a emprestar para pequenas empresas porque não conseguiram avaliar os riscos de entidades individuais, confiando em seu julgamento do setor, disse Habil Olaka, diretor executivo da Associação de Bancos do Quênia.

“Atualmente, as pequenas empresas têm problemas para acessar crédito, porque são assumidas como um grupo, mas se você tem um bom histórico, cria sua própria pontuação, portanto seu desempenho no mercado de crédito lhe dá acesso e melhores condições”, disse ele.

Via: Bloomberg.com

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Há 90 anos, Amelia Earhart era a 1ª mulher a cruzar o Atlântico de avião – Economia


A história de Amelia Earhart já foi contada até em filme (foto: Smithsonian Institution)

A norte-americana Amelia Earhart foi uma das pioneiras da aviação. Sua fama mundial começou há exatos 90 anos, quando se tornou a primeira mulher a fazer uma travessia aérea pelo oceano Atlântico. No dia 17 de junho de 1928, aos 30 anos de idade, Amelia decolava de Terra Nova (Canadá) a bordo do Fokker F.VIIb/3m para uma viagem de 3.600 quilômetros e 20 horas e 40 minutos de duração até Burry Port (País de Gales).

Nesse voo histórico, Amelia ainda não estava no comando do avião. Ela viajava apenas como passageira. O Fokker F.VIIb/3m era comandado pelo piloto Wilmer Lower Stultz com o auxílio do copiloto e mecânico Louis Edward Gordon. Nem por isso o feito de Amelia foi menos valorizado na época.

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No dia seguinte ao voo, a aventura de Amelia ganhava as manchetes de jornais em todo o mundo. O sucesso do voo se tornava ainda mais histórico porque no mesmo ano outras três mulheres que voavam como passageiras já haviam morrido tentando serem as primeiras a realizar uma travessia aérea pelo Atlântico.

 Com o patrocínio de outra mulher

A ideia de fazer o primeiro voo transatlântico com uma mulher a bordo surgiu da socialite americana Amy Phipps. Foi ela quem arrendou o avião para essa missão. O plano original é que ela mesmo estivesse a bordo do Fokker F.VIIb/3m naquele 17 de junho. No entanto, por conta dos riscos da viagem, Amy foi convencida pela família a desistir da ideia.

Foi então que Amelia Earhart, que já era piloto de avião há cinco anos, foi convidada a participar do voo. Ela só não poderia estar no comando da aeronave porque ainda não tinha a licença para fazer voos por instrumentos. Sua licença permitia apenas voos visuais, com a navegação baseada em referências no solo.

Entre as pioneiras, Amelia Earhart é a mais famosa (foto: Smithsonian Institution)

Uma ponta de frustração e um novo desafio

O fato de ter sido apenas uma passageira durante o voo não deixou Amelia completamente satisfeita. Em suas primeiras entrevistas após o pouso, ela teria dito: “Stultz fez todo o voo. Eu fui apenas bagagem, como um saco de batatas. Talvez um dia eu tente sozinha”.

Amelia não só tentou como, quatro anos mais tarde, se tornou a segunda pessoa e a primeira mulher da história a fazer sozinha a travessia aérea do Atlântico. Com isso, Amelia se igualava ao aviador Charles Lindbergh.

Após esse feito, Amelia recebeu a condecoração Distinguished Flying Cross, um reconhecimento das Forças Armadas dos Estados Unidos por atos de heroísmo e conquista extraordinária em missões aéreas.

Amelia desapareceu em 1937 quando tentava entrar para a história mais uma vez. Durante uma das etapas de sua viagem de volta ao mundo, o avião Lockheed L-10 Electra desapareceu no oceano Pacífico. Os corpos de Amelia Earhart e do navegador Fred Noonan nunca foram encontrados.

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Egito eleva preços dos combustíveis e do gás de cozinha para ajudar economia – Notícias


O Egito anunciou neste sábado aumentos acentuados nos preços do combustível e gás de cozinha como parte das reformas econômicas do país e medidas de austeridade projetadas para revisar a economia debilitada do país.

Os novos preços entraram em vigor na manhã de sábado, disse o Ministério do Petróleo em

Comunicado.

Os preços do gás de cozinha aumentaram de 60 para 100 libras (de US$ 3,30 para US$ 5,60)

por cilindro para uso comercial, aumento de mais de 60%, e de 30 para 50 libras (US$ 1,68 a US$ 2,80) por cilindro para uso doméstico.

A gasolina comum aumentou de 5 libras para 6,75 libras (de US$ 0,28 para US$ 0,38) por litro, ou um aumento de 34%.

Esta é a terceira vez que o governo aumenta os preços dos combustíveis desde que as medidas de austeridade foram anunciadas no final de 2015. A medida deve levar a inflação a acelerar ainda mais.

As autoridades anunciaram os aumentos enquanto os egípcios celebravam o Eid al-Fitr, o feriado que vem no final do mês sagrado do Ramadã. Elas temem que os aumentos possam causar protestos, assim como ocorreu quando houve aumento nas tarifas de metrô no Cairo em maio.

Nas últimas semanas, as autoridades aumentaram as tarifas de metrô em até 250%, água em até 45% e eletricidade em 26%.

As altas ocorrem em meio a um programa mais amplo de reformas econômicas, que incluiu o corte de subsídios, a imposição de um imposto sobre valor agregado e flutuação de moeda. As medidas foram destinadas a qualificar um período de três anos o valor de US$ 12 bilhões de empréstimos do Fundo Monetário Internacional, que o Egito conseguiu em 2016. Fonte: Associated Press

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CEO da Western Union não se impressionou ao testar a Ripple e não viu “nenhuma economia real”


A Western Union, o maior serviço de transferência de dinheiro do mundo, acenou no começo do ano quando confirmou que havia feito parceria com a Ripple para conduzir um teste de blockchain envolvendo a criptomoeda XRP.

No entanto, seis meses depois do teste, o CEO da Western Union, Hikmet Ersek, disse que a empresa ainda não viu nenhuma economia de custo real que justifique a revisão de seu sistema para usar XRP para pagamento de pagamentos internacionais.

“Estamos sempre sendo criticados pelo fato de a Western Union não ser eficiente em termos de custos, blá, blá, blá, mas nós não vimos essa parte da eficiência ainda durante nossos testes”, disse Ersek à Fortune. “O problema prático é que ainda é muito caro”, acrescentou ele, sem entrar em detalhes.

Ersek, disse que não queria “acabar” o teste do blockchain e que a Western Union ainda consideraria o uso do XRP como solução se a Ripple pudesse demonstrar uma eficiência real. melhoria em relação ao seu sistema atual.

Sem surpresa, a Ripple discordou desses comentários, e Asheesh Birla – vice-presidente sênior de produtos da empresa – disse à Fortune que não é surpresa que a Western Union não tenha visto uma melhoria tremenda, pois só fez 10 transações usando o XRP.

Western Union só fez 10 transações usando XRP

“Se eles tivessem que aumentar o volume em escala, talvez você visse algo, mas com 10, não é surpresa que eles não estejam vendo economias de custo”, disse Birla. “Eles fazem milhões de transações por mês e não me surpreendo que, com 10 transações, não tenham resultados impressionantes”.

No entanto, Ersek também jogou sombra nas criptomoedas durante suas observações programadas perante o Clube Econômico, dizendo à platéia que as nações “são construídas sobre bandeiras, constituições, fronteiras e moedas” e que nenhuma criptomoeda vai mudar isso.

“Os consumidores nos dizem o que querem”, acrescentou. “As pessoas não estão pagando as contas do hospital em criptos”.

Enquanto isso, a Ripple parece estar recuando de sua previsão ousada de que “dezenas” de bancos bancos adotariam o XRP até 2019, segundo a Reuters.

“Começamos com o blockchain clássico que amamos”, disse Marcus Treacher, vice-presidente sênior de sucesso do cliente da Ripple. “O feedback dos bancos é que você não pode colocar o mundo inteiro em um blockchain”.

Via: CCN.com

11º MEETUP FOXBIT – LIGHTNING NETWORKS (17-04-2018)

A FoxBit, uma das maiores corretoras de Bitcoin do Brasil, estará promovendo seu 11º Meetup em São Paulo, amanhã, dia 17-04-2018. O tema principal da discussão será a tecnologia da…


Cerca de R$ 15 bi devem entrar na economia com PIS/Pasep, diz ministro do Planejamento – Notícias


BRASÍLIA, 14 Jun (Reuters) – Do total de cerca de R$ 34,3 bilhões que estão disponíveis para saques do PIS/Pasep para todos que trabalharam entre 1971 e 1988, apenas R$ 15 bilhões deverão mesmo entrar na economia, afirmou nesta quinta-feira (14) o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, em entrevista à NBR.

Na véspera, o governo ampliou os saques do PIS/Pasep para todos que trabalharam entre 1971 e 1988, disponibilizando ao todo R$ 39,3 bilhões (dos quais R$ 5 bilhões já foram sacados), que poderiam representar, de acordo Colnago, impacto positivo de 0,50 ponto percentual do PIB (Produto Interno Bruto).

“Nós temos R$ 34,3 bilhões que podem ser sacados, são 25 milhões de cotistas”, afirmou o ministro. “Nós gostaríamos que os R$ 34 bilhões fossem sacados, mas temos uma estimativa prudente que em torno de R$ 15 bilhões sejam sacados”, acrescentou ele.

A investida do governo vem em meio à perda de força da economia neste ano, abalada pela falta de confiança dos agentes econômicos e potencializada pela greve dos caminhoneiros no final de maio. De modo geral, as previsões de expansão do PIB em 2018 foram reduzidas para menos de 2%, depois de rondarem 3% poucos meses atrás.

No ano passado, o governo havia tomado medida semelhante, liberando saques das contas inativas do FGTS, que somaram R$ 44 bilhões e ajudaram a dar algum ímpeto à economia após dois anos de profunda recessão. Em agosto do ano passado, o Planejamento estimava o impacto dos saques do FGTS no PIB de 2017 em 0,6 ponto percentual.

“A economia vinha ganhando tração no primeiro trimestre, tivemos o incidente dos caminhoneiros e agora a gente precisa retomar esse crescimento”, completou o ministro.

Dólar sobe 2,64% e fecha a R$ 3,812, na maior alta diária em mais de um ano – Economia


O dólar comercial fechou esta quinta-feira (14) em alta de 2,64%, cotado a R$ 3,812 na venda. É o segundo avanço seguido da moeda norte-americana e a maior valorização percentual diária desde 18 de maio de 2017 (+8,15%), um dia após a divulgação dos áudios da conversa entre o presidente Michel Temer e o empresário Joesley Batista. Na véspera, o dólar subiu 0,17%.

O mercado estava cauteloso, após o Banco Central Europeu (BCE) anunciar que vai acabar com seu programa de compras de títulos, mas que isso não significava juros maiores no curto prazo. Com isso, investidores estavam preferindo aplicações em dólares, o que fazia a moeda se valorizar em relação às demais.

No Brasil, agentes do mercado citavam que também contribuía para a alta do dólar a proximidade do fim do lote de US$ 20 bilhões em swaps cambiais tradicionais –equivalentes à venda futura de dólares– que o Banco Central anunciou que injetaria no mercado até o fim desta semana.

Nesta sessão, o BC fez três leilões de swaps, somando desde a sexta-feira (8) até agora US$ 18 bilhões. O último leilão do dia, de 20 mil contratos, foi realizado no meio da tarde, quando o dólar avançava ao redor do mundo.

(Com Reuters)