Cotações das moedas latino-americanas frente ao dólar – Notícias


Bogotá, 22 jun (EFE).- Cotações das moedas latino-americanas frente ao dólar:.

Países Moeda Preços Variação

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ARGENTINA Peso 27,50 ( 1,78%).

BOLÍVIA Boliviano 6,96 ( 0,00%).

BRASIL Real 3,784 (-0,56%).

COLÔMBIA Peso 3.016,62 ( 0,97%).

COSTA RICA Colón 570,67 (-0,08%).

CUBA Peso/CUC 1,00 (controlado).

CHILE Peso 636,80 ( 0,54%).

EL SALVADOR Colón 8,75 ( 0,00%).

GUATEMALA Quetzal 7,48 ( 0,00%).

HONDURAS Lempira 24,13 ( 0,00%).

MÉXICO Peso 20,00 ( 1,23%).

NICARÁGUA Córdoba 31,51 (-0,03%).

PARAGUAI Guarani 5.709 (-0,08%).

PERU Sol 3,285 ( 0,00%).

R.DOMINICANA Peso 49,42 ( 0,00%).

URUGUAI Peso 32,15 ( 0,34%).

VENEZUELA Bolívar Forte Não disponível.

(O dólar americano é a moeda de Panamá e Equador).

Com dólar em alta, BC reforça atuação no mercado de câmbio – 22/06/2018 – Mercado


Em um cenário de dólar em alta, o Banco Central (BC) vai reforçar a atuação no mercado de câmbio nos próximos dias. A autoridade monetária anunciou nesta sexta-feira (22) que usará um instrumento que pode injetar US$ 3 bilhões no mercado.

Na segunda-feira (25), o BC fará um leilão de linha nesse valor. Na prática, o mecanismo funciona como uma venda de dólares com compromisso de recompra. A data para que o BC compre de volta os US$ 3 bilhões foi agendada para o dia 2 de agosto.

A injeção da moeda americana no mercado brasileiro aumenta a oferta e pode pressionar para baixo a cotação. Nesta sexta-feira, o dólar encerrou as negociações cotado a R$ 3,78. Na semana, a valorização é de cerca de 1,5%

A utilização de leilões de linha pelo BC não tem sido rotineira. A última vez que o instrumento foi usado foi no dia 29 de março, em valor menor, de US$ 2 bilhões.

Em nota, o Banco Central informou também que continuará ofertando contratos de swap cambial na próxima semana “de acordo com as condições de mercado, para prover liquidez e contribuir para o bom funcionamento do mercado de câmbio”. O swap é uma operação equivalente a uma venda de dólares no mercado futuro.

“O BC reafirma que não vê restrições para que o estoque de swaps cambiais exceda consideravelmente os volumes máximos atingidos no passado”, diz a nota.

A autoridade monetária afirmou ainda que o BC e o Tesouro Nacional continuarão a atuar de forma coordenada no mercado de juros para garantir liquidez e contribuir para o seu bom funcionamento.

Dólar sobe ante real, na contramão do exterior, após atuação do BC – Notícias


SÃO PAULO (Reuters) – O dólar encerrou esta a sexta-feira em alta e na contramão do exterior, com os investidores mais cautelosos com a cena política local e após atuação do Banco Central.

A autoridade, na semana, colocou metade dos 10 bilhões de dólares que previa injetar no sistema por meio de leilões de swap cambial tradicional, com o mercado atento sobre os próximos passos da autoridade monetária.

O dólar fechou em alta de 0,53 por cento, a 3,7831 reais, depois de ir a 3,7876 reais na máxima do dia. Na semana, acumulou valorização de 1,42 por cento. O dólar futuro subia cerca de 0,35 por cento.

(Por Claudia Violante)

Dólar cai e volta a R$3,75 com exterior e de olho no BC – Notícias


Por Claudia Violante

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar operava em baixa e já de volta ao patamar de 3,75 reais nesta sexta-feira, acompanhando a cena externa em dia de esperado fluxo mais fraco devido ao jogo da seleção do Brasil pela Copa do Mundo da Rússia pela manhã.

O mercado também estava atento às ações futuras do Banco Central, já que as intervenções anunciadas pela autoridade monetária se referiam a esta semana apenas.

Às 9:59, o dólar recuava 0,27 por cento, a 3,7532 reais na venda, depois de ter recuado 0,51 por cento na véspera. O dólar futuro caía cerca de 0,50 por cento.

Na semana passada, o BC informou que injetaria 10 bilhões de dólares nesta semana em swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Até a véspera, colocou 4 bilhões de dólares.

Para este pregão, por enquanto, o BC apenas anunciou oferta de até 8.800 swaps para rolagem do vencimento de julho.

A ação mais contundente do BC veio nas últimas semanas diante do movimento de forte aversão ao risco, que chegou a levar o dólar para acima do patamar de 3,90 reais, devido sobretudo à cena política local.

Pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais de outubro não têm mostrado avanços de pré-candidatos que os mercados consideram como mais comprometidos com ajuste fiscal e reformas.

No exterior, em dia de correção após fortes movimentos de aversão ao risco diante de temores com a disputa comercial entre Estados Unidos e China, o dólar caía ante uma cesta de moedas e divisas de países emergentes, como o rand sul-africano e o peso chileno.

Apesar do pregão mais positivo, os mercados continuavam atentos à cena política, a poucos dias do julgamento pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) de novo pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso há mais de dois meses por crime de corrupção.

Os investidores entendem que, uma vez solto, Lula pode atuar como importante cabo eleitoral de um candidato que os desagradem.

“Os investidores ficam atentos ao ‘risco Lula’, às vésperas do julgamento de recurso que pede a liberdade do petista pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), na próxima terça-feira (26)”, escreveu a corretora CM Capital Markets.

Dólar firma queda ante real após nova atuação do BC – Notícias


Por Claudia Violante

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar firmou trajetória de baixa e operava perto do patamar de 3,75 reais após o Banco Central intensificar sua atuação no mercado de câmbio nesta quinta-feira.

Até esta tarde, a moeda norte-americana era negociada com leves variações, em meio a preocupações com o exterior e com o mercado de olho na cena política local.

Às 16:28, o dólar recuava 0,39 por cento, a 3,7678 reais na venda, depois de subir 1 por cento na véspera. Na máxima deste pregão, a moeda norte-americana foi a 3,8046 reais e, na mínima, a 3,7534 reais.

O dólar futuro tinha baixa de cerca de 0,15 por cento.

“O BC não está deixando a moeda ir além dos 3,80 reais”, afirmou o gerente da mesa de câmbio do banco Ourinvest, Bruno Foresti.

Pela manhã, quando o dólar chegou ao patamar de 3,80 reais, a autoridade monetária ofertou e vendeu integralmente 20 mil novos swaps cambiais, equivalentes à venda futura de dólares, o que reduziu o movimento de alta da moeda norte-americana naquele momento.

Durante a tarde, no entanto, o dólar voltou a subir e o BC fez o segundo leilão, com as mesmas condições e resultados do primeiro. Com isso, já injetou o equivalente a 4 bilhões de dólares em swaps, do total de 10 bilhões de dólares prometido para esta semana.

O BC também realizou leilão de até 8.800 swaps para rolagem do vencimento de julho, vendidos integralmente. Assim, já rolou 6,6 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence no mês que vem. Se mantiver e vender esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

Entre os dias 8 e 15 passados, o BC já havia feito leilões de novos swaps, equivalentes a 24,5 bilhões de dólares, para tentar acalmar os mercados diante de preocupações com a cena externa e política local, a poucos meses das eleições de outubro.

“Acho que ele deveria deixar o câmbio flutuar um pouco. Espero que anuncie apenas que vai atuar no mercado cambial quando necessário”, acrescentou Foresti, para quem o efeito surpresa poderia ter mais efeito sobre o mercado.

A opinião é compartilhada por outros especialistas, que avaliam que o mercado esteve mais racional nesta semana e o BC apenas deveria reforçar que seguirá monitorando as condições, sem anunciar previamente o volume das intervenções que pretende fazer.

Durante a sessão, além do exterior, o mercado também monitorava o cenário político doméstico, diante da dificuldade de candidatos que considerem mais comprometidos com o ajuste fiscal de subirem nas pesquisas de intenção de voto.

Outra preocupação era o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que pode colocar em liberdade o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, marcado para o dia 26. Nessa situação, ele seria um forte cabo eleitoral, podendo favorecer a disputa de candidatos que menos agradam aos investidores.

No mercado externo, o dólar operava em queda ante uma cesta de moedas e também ante divisas de países emergentes

Ansiedade com dólar e depressão – 21/06/2018 – Vinicius Torres Freire


Quase não se oferece trabalho decente. O número de empregos com carteira assinada cresce a menos de 1% ao ano. O nível de utilização da capacidade da indústria é o menor em duas décadas, ao menos. A taxa de desemprego mal se move, na prática, desde fins de 2017.

O crescimento da renda (PIB) per capita não deve passar de 1,5% em dois anos (2017-2018), isso depois da segunda pior recessão desde o começo do século 20.

Neste país se discute um aumento da taxa básica de juros, da Selic. Mas o Banco Central não buliu com os juros na reunião desta quarta-feira (20), como desejavam alguns negociantes de dinheiro, do “mercado”, e economistas ortodoxos, porém esquisitos.

A hipótese de alta da Selic, não é totalmente desprovida de sentido, decerto. Somos capazes de produzir catástrofes novas.

Uma viagem duradoura do dólar para as estrelas, para o espaço sideral dos R$ 4,50 e além, poderia alterar expectativas de inflação e mesmo a inflação de fato, mesmo nesta economia com traços de ansiedade sob risco de depressão. Pelos números que o Banco Central divulgou em seu comunicado desta quarta-feira, porém, a inflação esperada está nas metas até 2019.

Assim, defender a alta da Selic desde já equivale a jogar a política monetária no lixo (em vez de se ocupar de inflação, passaria a mirar uma meta de câmbio), um improviso que nem de heterodoxo se pode chamar.

Além do mais, de quanto seria o aumento necessário para colocar o câmbio “no lugar”? Qual lugar, aliás? Mercadistas heterodoxos têm um número? Meio ponto a mais na Selic seria conversinha mole.

As taxas de juros “básicas” do mercado já subiram. Financiar investimentos está mais caro; talvez esse salto dos juros de abril para cá também apareça no custo do crédito bancário. Não é o único motivo que deve emperrar mesmo a recuperação nanoscópica da economia que víamos no primeiro terço do ano.

Mesmo antes do caminhonaço, a confiança de consumidores e empresas murchava outra vez. Não deve ter melhorado em junho, dada a variedade de tumultos e motivos de desânimo.

Nesta economia que emprega níveis muito baixos de seus recursos produtivos, sob risco de nova estagnação, em tese parece mais improvável um repasse da alta do dólar para os preços, como tanto se tem dito por aí. Essa discussão, ressalte-se, é histericamente precoce, pelos dados que estão à vista.

No entanto, mesmo o Banco Central deixou uma porta aberta para a possibilidade de o pior acontecer.

Sim, o ambiente mundial está tumultuado, tanto pela política econômica e pela diplomacia dementes de Donald “Nero” Trump quanto pela mudança da política monetária americana.

Sim, o país pode sofrer um choque de besteira, programas de governo para 2019 que prometem virar a economia do avesso e, assim, expor de vez as nossas tripas podres.

Então, nesse caso, talvez o dólar viajasse para as estrelas, com risco aumentado de repasse da alta de custos para os preços. Mas esse provavelmente seria apenas um sintoma de uma crise mais ampla.

Em resumo, não faz sentido bulir com os juros por causa do câmbio, tão cedo. Caso o país discuta modos de se explodir, durante a campanha eleitoral, talvez o assunto entre em pauta. O problema desapareceria em breve, em caso de um surto de sensatez.

Caso decidamos nos explodir, a Selic não será o maior dos nossos problemas.

Eleição, dólar, reformas? Que mensagens o BC passou com decisão de juros? – Notícias


Economistas ficaram especialmente atentos ao comunicado do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) divulgado na noite desta quarta-feira (20). A decisão de manter a taxa Selic em 6,5% ao ano já era amplamente esperada.

O que os especialistas buscaram no texto foi a avaliação do BC sobre os impactos da greve dos caminhoneiros e também sobre a piora do cenário externo nas últimas semanas.

Chamou atenção o fato de o Banco Central ter aumentado a ênfase sobre a necessidade de realização das reformas estruturais, como a da Previdência.

Veja quais foram as principais mensagens do documento, na opinião dos economistas consultados pelo UOL.

Greve dos caminhoneiros afetará inflação apenas em junho

A paralisação dos caminhoneiros, realizada nos últimos dias de maio, provocou aumento nos preços principalmente dos alimentos e combustíveis. Mas seus efeitos serão sentidos apenas na inflação do mês de junho.

O Banco Central indicou no comunicado que a alta da inflação não se estenderá ao longo dos meses seguintes. Desta forma, a inflação ainda ficará abaixo do centro da meta estabelecida pelo Banco Central, de 4,5% neste ano. A previsão é que o IPCA encerre 2018 em torno dos 3,9%, segundo economistas consultados pelo Boletim Focus.

A explicação para a inflação controlada está na fraqueza da economia, que impede que a indústria e o comércio repassem aumentos de preços para o consumidor. “Os efeitos da greve na inflação serão mitigados pela ociosidade tanto no mercado de trabalho como no uso do capital produtivo”, diz Tatiana Pinheiro, economista do Santander.

Efeito da greve sobre o crescimento econômico ainda é incerto

Ao se referir ao ritmo de atividade da economia, o Banco Central voltou a repetir no comunicado o texto que já vinha usando em outras reuniões: “O Copom reitera que a conjuntura econômica prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural.”

Em outras palavras, os juros precisam ficar baixos para estimular empresas a investir e consumidores a gastar, fazendo a economia crescer. O desempenho do país no primeiro trimestre já havia decepcionado os economistas, com o PIB apontando crescimento de 0,4% no período.

As expectativas para expansão da economia em 2018, que começaram o ano em 3,0%, já haviam sido reduzidas para casa de 1,7% antes mesmo da greve dos caminhoneiros.

“O efeito da greve sobre a economia ainda é incerto. O Copom deixou essa questão em aberto no comunicado porque os indicadores que podem apontar quanto a atividade foi prejudicada ainda não saíram”, afirma Roberto Indech, analista da Rico Investimentos.

“Eu acredito que o impacto da greve sobre a inflação é pontual. Mas o impacto sobre a atividade não será pontual. A economia está fraca e vai piorar”, afirma José Francisco Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator. Na sua opinião, a greve colaborou para aumentar a sensação de insegurança de investidores, empresários e consumidores em relação à recuperação do país.

Copom cobra realização de reformas estruturais

O Banco Central não costuma abordar questões políticas em suas decisões. O BC procura ser neutro em relação a questões de governo. No entanto, o comunicado da reunião do Copom desta quarta-feira aumentou a ênfase em relação à necessidade de o governo aprovar reformas estruturais, como a da Previdência e a tributária.

“O Comitê enfatiza que a continuidade do processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira é essencial para a manutenção da inflação baixa no médio e longo prazos, para a queda da taxa de juros estrutural e para a recuperação sustentável da economia”, diz o comunicado.

“Esse termo ‘essencial’ é uma novidade no comunicado dessa reunião em relação aos comunicados anteriores. Mostra que o BC está preocupado com a questão. Houve uma ênfase nessa questão”, afirma Gonçalves, do Banco Fator.

Copom não fala de eleições, mas tema pode influenciar decisão

A próxima decisão do Copom será anunciada em 1º de agosto, em plena corrida eleitoral. O comunicado desta quarta não mencionou a volatilidade nos mercados provocada pelas pesquisas eleitorais que sugerem o crescimento de Jair Bolsonaro (PSL) e Ciro Gomes (PDT) nas pesquisas.

“O BC não vai colocar a questão eleitoral na pauta do Copom porque seu papel é ser independente politicamente. Mas é evidente que se trata de uma questão relevante e que pode influenciar as próximas decisões”, diz Roberto Indech, da Rico.

“A questão política vai aparecer na alta do dólar, dos juros futuros e dos indicadores de risco. Embora o BC não fale claramente em política ou eleições, podemos entender que ele está considerando essa questão quando menciona os ‘choques’ no comunicado”, afirma Gonçalves, da Fator.

Conforme o comunicado do Copom, “choques que produzam ajustes de preços relativos devem ser combatidos apenas no impacto secundário que poderão ter na inflação prospectiva.” Ainda segundo o Banco Central, “é por meio desses efeitos secundários que esses choques podem afetar as projeções e expectativas de inflação e alterar o balanço de riscos.”

BC reitera que não vai usar Selic para segurar o dólar

O comunicado do Copom praticamente repetiu a declaração dada pelo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, no dia 7 de junho, quando o dólar disparou e chegou a valer R$ 3,96. Política monetária e política cambial são separadas. Não há “relação mecânica” entre as duas.

Dentro desse raciocínio, a taxa Selic deve ser usada apenas para controle da inflação. Por isso, o Banco Central não aumentará os juros como forma de conter uma eventual disparada do dólar.

“O câmbio não afeta diretamente a inflação. Como diz o BC, não há relação mecânica. Há um efeito indireto, que depende de uma série de circunstâncias, para que o dólar efetivamente faça a inflação subir. No cenário atual, a fraqueza da economia vai mitigar uma eventual alta da inflação.”

A piora do câmbio está relacionada diretamente ao processo de aumento dos juros nos Estados Unidos pelo Federal Reserve, o banco central daquele país. Tal processo provoca migração de recursos de grandes investidores de países emergentes em direção aos Estados Unidos, prejudicando as moedas desses países, incluindo o Brasil.

Dólar sobe em relação ao euro e ao iene – Notícias


Nova York, 20 jun (EFE).- O dólar ganhou força em relação ao euro e ao iene nesta quarta-feira, graças ao esfriamento das tensões comerciais dos Estados Unidos que vinham afetando os mercados financeiros nos últimos dias.

Ao término do pregão nos mercados financeiros de Nova York, o euro era cotado a US$ 1,1577, valor inferior ao da rodada de negociações de ontem no mesmo horário, que foi de US$ 1,1589.

Em relação à moeda japonesa, o dólar subiu de 110,06 para 110,36 ienes. A divisa americana também se valorizou em relação ao franco suíço e ao dólar canadense, mas terminou o dia sem variação no câmbio com libra esterlina.

Comparado com uma cesta de seis divisas, o dólar teve hoje um avanço de 0,12%, em meio a sinais de calmaria após os riscos de que explodisse uma guerra comercial aberta entre os Estados Unidos e China.

Confira a cotação do dólar em relação a algumas das principais divisas internacionais:.

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MOEDA CÂMBIO ANTERIOR.

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EURO/DÓLAR 1,1577 1,1589.

DÓLAR/IENE 110,36 110,06.

DÓLAR/LIBRA ESTERLINA 0,7591 0,7591.

DÓLAR/FRANCO-SUÍÇO 0,9960 0,9941.

DÓLAR/DÓLAR CANADENSE 1,3310 1,3287.

Cotações das moedas latino-americanas frente ao dólar – Notícias


Bogotá, 19 jun (EFE).- Cotações das moedas latino-americanas frente ao dólar:.

Países Moeda Preços Variação.

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ARGENTINA Peso 28,20 (-0,36%).

BOLÍVIA Boliviano 6,96 ( 0,00%).

BRASIL Real 3,746 (-0,13%).

COLÔMBIA Peso 3.030,18 (-0,41%).

COSTA RICA Colón 570,76 (-0,14%).

CUBA Peso/CUC 1,00 (controlado).

CHILE Peso 639,80 (-0,36%).

EL SALVADOR Colón 8,75 ( 0,00%).

GUATEMALA Quetzal 7,48 ( 0,00%).

HONDURAS Lempira 24,12 ( 0,00%).

MÉXICO Peso 20,52 (-0,00%).

NICARÁGUA Córdoba 31,49 ( 0,00%).

PARAGUAI Guarani 5.693,00 (-0,12%).

PERU Sol 3,285 (-0,15%).

R.DOMINICANA Peso 49,41 ( 0,00%).

URUGUAI Peso Feriado.

VENEZUELA Bolívar Forte Não disponível.

(O dólar americano é a moeda de Panamá e Equador).