Guardia recua e diz que governo não aumentará impostos para compensar queda do diesel – Notícias


Por Marcela Ayres

BRASÍLIA (Reuters) – O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, afirmou nesta terça-feira que “em nenhum momento” o governo trabalha com aumento de impostos para compensar a queda de preços do diesel, voltando atrás em relação ao que havia dito na véspera, quando citou a medida como uma solução para compensar as perdas fiscais.

“O mecanismo que governo adotará será a redução de incentivos fiscais para compensar queda de impostos sobre diesel”, disse Guardia em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

Na véspera, o ministro afirmou que o governo teria que aumentar impostos ou retirar benefícios tributários para cobrir parte do custo da redução de 16 centavos em PIS/Cofins e Cide sobre o diesel, calculado em 4 bilhões de reais no total.

“Haverá aumento (de impostos) para alguém? Sim”, disse ele na ocasião, acrescentando que o movimento não aumentaria a carga tributária, pois apenas compensaria a perda que seria registrada na outra ponta.

Aos parlamentares, Guardia argumentou estava citando eventual aumento de impostos dentro das possibilidades previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). E que o governo irá optar pela redução de benefícios fiscais “que não vai afetar a carga de impostos para a população em geral, vão afetar segmentos empresariais específicos”.

A fala de Guardia na véspera fez surgir críticas no setor empresarial e no Congresso, num ano eleitoral marcado por fortes incertezas.

Guardia continuou sem detalhar quais benefícios estão sendo avaliados para compensar a queda nos preços do diesel, limitando-se a apontar que cresceram entre 2010 e 2015, na casa de 1 ponto do Produto Interno Bruto (PIB).

No domingo, o presidente Michel Temer anunciou redução do preço do diesel em 46 centavos de real por litro por 60 dias, entre outras medidas, atendendo às reivindicações dos caminhoneiros. Mesmo assim, a categoria mantinha a paralisação, iniciada na semana passada, que tem provocado desabastecimento em todo o país.

Guardia voltou a explicar que desses 46 centavos, 30 centavos serão bancados até o final do ano pela União, via subsídios de 9,5 bilhões de reais, coberto por uma sobra de 5,7 bilhões de reais que o governo tem em relação à meta de déficit primário, além de corte de despesas de 3,8 bilhões de reais.

Os 16 centavos adicionais virão pela eliminação da Cide e redução de PIS/Cofins sobre o diesel, implicando perda de receita de 4 bilhões de reais que, por lei, deverá ser compensada por outras fontes.

O ministro reafirmou que a aprovação da reoneração da folha de pagamento pelo Congresso Nacional é essencial, mas insuficiente para garantir a cobertura integral do buraco. E, por isso, terá de buscar outras receitas.

Abastecimento de combustíveis melhora mas ainda é ruim em alguns Estados, diz ANP – Notícias


RIO DE JANEIRO, 29 Mai (Reuters) – O abastecimento de combustíveis apresentou melhoras pelo país com a redução do movimento de paralisação dos caminhoneiros, mas a situação ainda está longe do ideal e deve demorar pelo menos uma semana para voltar ao normal, disse nesta terça-feira o diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) Aurélio Amaral.

Segundo o diretor da ANP, há uma maior fluidez de abastecimento em grandes cidades como Rio de Janeiro e Brasília, depois que algumas associações de caminhoneiros responsáveis pelo movimento recomendaram o fim da paralisação após um pacote de medidas do governo em atendimento a demandas da categoria.

Também contribuiu para a melhora no abastecimento de combustíveis a realização de escoltas de tropas federais a caminhões-tanques por todo país.

“A situação está melhorando. No RJ já há postos com algum combustível. Em Brasília já não há mais bloqueio nas bases de distribuição, com caminhões saindo em comboios e postos já abastecendo”, disse o diretor da ANP à Reuters.

“Dependendo da logística de cada lugar, volta ao normal em cerca de uma semana, mas em alguns lugares até mais de uma semana”, acrescentou.

Apesar da melhora, ainda há locais onde a situação é considerada delicada em termos de abastecimento de combustíveis. Uma grande preocupação das autoridades é com o Porto de Suape, um polo importante para a Região Nordeste.

“Lá em Suape a situação ainda é crítica e continua ruim também em Minas, Rondônia, São Paulo, Roraima, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Sergipe”, acrescentou o diretor, que disse esperar uma melhora ao longo do dia.

No Rio de Janeiro, os militares que assumiram o fluxo de entrada e saída da caminhões-tanque da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), diversas escoltas estão sendo feitas tanto de cargas de combustível como de alimentos. De madrugada, 300 caminhões de alimentos foram escoltados para as centrais de distribuição de gêneros alimentícios, que estavam em falta em mercados, bares e restaurante.

De acordo com o gabinete de intervenção federal na segurança pública do RJ, foram escoltados mais de 125 caminhões-tanque no Estado desde domingo.

Posto não é obrigado a dar desconto de R$ 0,46 em diesel, diz advogado – Notícias


Num cenário de livre mercado, o governo não pode garantir que a redução de R$ 0,46 no valor do diesel nas refinarias seja repassado integralmente aos preços das bombas nos postos de gasolina, afirmaram analistas ouvidos pelo UOL.

Os postos não são legalmente obrigados a dar nenhum desconto. E, diferentemente do que afirmou o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, um especialista disse que o Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência (Cade) não tem a função fiscalizadora de preços. Os órgãos de defesa do consumidor (Procons), por sua vez, possuem papel limitado nesse processo.

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Nesta segunda-feira (28), o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, disse que o Cade e os Procons terão papel fundamental para fiscalizar os preços nos postos e fazer com que o desconto chegue ao consumidor final.

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que o governo deve criar uma norma para que os Procons estaduais possam fiscalizar se os postos vão mesmo dar o desconto.

Postos não são obrigados a repassar desconto, diz advogado

O advogado José Del Chiaro, especialista em defesa da concorrência e ex-secretário de Direito Econômico do Ministério da Justiça, disse que a livre concorrência é garantida no Brasil e que os postos de gasolina não são obrigados a repassar a redução de 46 centavos ao consumidor.

“Pode ter fiscalização? Sim, pode. O posto é obrigado a repassar o desconto? Acho que não é obrigado. Ele pode até repassar um reajuste maior ou menor dos preços. O que ele não pode é praticar um preço abusivo”, disse.

Chiaro afirmou que a margem de lucro dos postos de gasolina é definida por seus donos, não pelo governo.

“A margem de lucro é definida pelo posto, não pelo governo. O que o governo garante é a redução no preço cobrado entre a Petrobras e a distribuidora e entre a distribuidora e o posto. Até aí, acredito que o governo consiga fazer. Agora, do posto para o consumidor, é uma questão muito delicada”, disse.

Para o advogado, a equipe econômica conseguiria garantir o repasse da redução no preço do óleo ao consumidor final se fizesse um tabelamento de preços. Mesmo assim, essa seria outra medida questionável num cenário de livre mercado.

“Tabelar preço hoje é um retrocesso”, disse.

Cade não tem papel fiscalizador de preços

Del Chiaro disse ainda que, diferentemente do que afirmou o ministro da Fazenda, o Cade não tem papel fiscalizador de preço. Segundo ele, o órgão antitruste está na sua função de verificar se houve locaute durante a greve, quando os empresários coordenam e incentivam a mobilização.

“O Cade tem de olhar o locaute, a cartelização, viabilizar a livre concorrência, não fiscalizar preços”, disse.

O advogado também afirmou que o Procon pode fiscalizar, mas tem “papel limitado” nesse processo.

“O Procon pode monitorar, mas não pode estabelecer uma margem para o preço do combustível. O Procon vai aplicar uma multa, e o posto ou o sindicato vão ao Judiciário derrubar essa multa. O posto tem o direito de colocar a margem de lucro dele”, afirmou Del Chiaro.

Multa por prática abusiva pode chegar a R$ 6 milhões

O presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), José Geraldo Tardin, disse que a apropriação do lucro por parte do varejo está no “caráter do brasileiro” e que há o risco de o desconto não chegar integralmente ao consumidor.

“Isso está inserido no caráter do brasileiro. Quando houve a isenção fiscal [a dispensa no pagamento de tributos por algumas áreas] feita pelo governo petista, nem todo mundo repassou isso”, disse. “Agora, com a greve, vimos postos vendendo o litro da gasolina por R$ 9,90”, afirmou Tardin.

Na avaliação do presidente do Ibedec, os Procons têm um papel importante nesse processo porque podem pedir aos postos de gasolina uma planilha de custo comprovando o repasse do desconto no diesel ao consumidor.

Se a documentação apresentada pelos postos não comprovar que a redução no preço do óleo está em linha com os seus custos, eles podem ser notificados por prática abusiva de preços. “Se for comprovada a prática abusiva, a multa vai de um salário mínimo a R$ 6 milhões”, afirmou.

Tardin afirmou que o Cade, por sua vez, pode verificar se há uma prática de cartelização, com a combinação de preços entre empresas concorrentes. “Isso aconteceu em Brasília em 2016 e o Cade conseguiu fazer uma intervenção para reduzir os preços”, disse.

Decisão dos postos depende das distribuidoras, diz sindicato

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo (Sincopetro), José Alberto Paiva Gouveia, disse que os postos poderão repassar a redução no preço do diesel integralmente aos consumidores se, primeiro, as distribuidoras efetuarem esse desconto.

“Eu não compro da Petrobras, mas sim das distribuidoras. Como o mercado delas é livre e o meu também, elas podem repassar o desconto ou não”, disse.

“Se as distribuidoras repassarem o desconto, não tenho dúvidas de que podemos repassar a redução de R$ 0,46 no preço do diesel aos consumidores”, afirmou.

De acordo com Gouveia, o papel do sindicato é informar aos postos de gasolina o preço repassado pelas distribuidoras. “A partir disso, eles tomam a decisão”, disse.

Tabelamento do preço do frete é uma “aberração”

O advogado José Del Chiaro afirmou que o tabelamento do preço do frete, uma das medidas que constam do acordo entre o governo e os caminhoneiros, “é uma aberração em todos os sentidos”.

Segundo ele, primeiro, essa medida fere a livre concorrência garantida pela Constituição.

Além disso, em função de uma política de subsídios à compra de caminhões implementada no governo Dilma Rousseff, há muitos caminhoneiros endividados com o financiamento dos veículos. Nessa situação, eles possivelmente vão se submeter ao tabelamento para conseguir recursos e pagar suas contas.

“Hoje há uma espécie de leilão. Os caminhoneiros cobram menos pelo frete e ganham o contrato. Agora, endividados, eles vão prestar o serviço pelo preço mínimo estabelecido na tabela”, disse,

Para Del Chiaro, essa medida vai “completamente contra a regra do livre mercado” e pode contribuir para encarecer toda a cadeia produtiva que envolve o transporte de cargas.

Vendas no varejo chegam a cair mais de 30% com greve dos caminhoneiros, diz Cielo – 29/05/2018 – Mercado


As vendas no varejo no país caíram fortemente nos últimos dias em meio ao agravamento dos efeitos da paralisação dos caminhoneiros, afirmou à Reuters nesta segunda-feira o diretor de Inteligência da Cielo, Gabriel Mariotto

Segundo dados do ICVA, índice da companhia que mede a atividade do varejo, o faturamento do varejo no sábado caiu 20% ante data comparável do ano passado. No domingo, a queda foi de 28%. As maiores quedas foram nas regiões Sul e Sudeste do país, com recuos de 37% e 29% no domingo.

 

Segundo  Mariotto, apesar das dúvidas em relação aos desdobramentos da paralisação nos próximos dias, já é possível apontar um recuo do setor ante maio do ano passado.

“Provavelmente vai ter uma desaceleração”, disse o executivo.

O setor mais atingido foi naturalmente o de postos de combustíveis. Entre terça e quinta-feira da semana passada, o setor teve um pico de faturamento, com altas de cerca de 30% em relação a datas comparáveis do ano passado, com pessoas correndo aos postos para encher o tanque de seus veículos.

“Mas esse efeito já foi mais do que compensado pela queda forte a partir de sexta-feira, com o esvaziamento dos postos”, disse Mariotto.

Um movimento parecido de menor intensidade vem acontecendo em outras áreas, como os supermercados e estabelecimentos que comercializam alimentos, como restaurantes, disse ele.

Uma das poucas exceções, por enquanto, é o setor de farmácias e drogarias, que aparentemente ainda não acusou os efeitos da paralisação dos caminhoneiros, concluiu.

“Ele vai colocar a sociedade contra nós”, diz caminhoneiro sobre Temer – 28/05/2018 – Mercado


Alexandre Bastos de Araujo, 46, é caminhoneiro há 28 anos. Assim como o pai, dois irmãos e um sobrinho. A família, que vive em Esteio, na região metropolitana de Porto Alegre, está entre o grupo de caminhoneiros que segue em paralisação no Rio Grande do sul nesta segunda-feira (28). 

“Não é uma greve, é um movimento para chamar a atenção do governo, para partir dele a redução de mordomias, de encargos. A carga tributária é muito alta, é isso que a gente está reivindicando. Os motoristas não querem seguir viagem porque não tem lógica tirar do óleo diesel e repassar para a gasolina. O governo já fez promessas e não trouxe benefício nenhum. Isso é uma conta injusta, quem vai pagar é a sociedade e ele vai colocar a sociedade contra nós”, diz ele. 

Segundo Alexandre, o movimento é “geral”, com envolvimento em massa de caminhoneiros dos três estados da Região Sul. Ele diz que nas quase três décadas em que trabalha com transporte, nunca teve tanta dificuldade como agora. 

“Chegamos ao fundo do poço. A carga tributária está nos esmagando. A gente já tinha dado recado em 2015, o governo fez pouco caso”. No final da tarde de segunda, ele estava entre os caminhoneiros que fez carreata pelo Centro de Porto Alegre até o Parque Moinhos de Vento, onde encontraram um grupo a favor da intervenção militar, que também segurava faixas em apoio à paralisação. Alexandre, porém, diz que a pauta não é uma das prioridades do movimento agora. 

“Não vou opinar sobre isso aí”, respondeu à reportagem. “O nosso objetivo é que o governo faça uma conta melhor, que não ponha a sociedade contra os caminhoneiros. A gente não quer que a sociedade pague essa conta. Esse movimento é geral, tu vê os carros buzinando [em apoio], a sociedade está junto com a gente”. 

De acordo com informações do governo do Rio Grande do Sul, há 241 pontos sendo monitorados ainda com movimentação de caminhoneiros, na região metropolitana e no interior. “As reivindicações legítimas foram atendidas em grande parte, agora nós damos sequência às operações para dar andamento ao abastecimento”, declarou o vice-governador, José Paulo Cairoli (PDS). 

No município de Charqueadas, a 60 km de Porto Alegre, um protesto de caminhoneiros e apoiadores, em frente à fábrica da GKM, bloqueou uma rodovia temporariamente. Mas o Comando Rodoviário da Brigada Militar, a polícia militar gaúcha, diz que nenhum dos 131 pontos que seguem com protestos em rodovias estaduais está bloqueado. Os manifestantes estariam pedindo apenas a parada dos caminhoneiros. 
 

Durante o dia, houve protestos também em frente à Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), que atende Rio Grande do Sul, parte de Santa Catarina e Paraná, além de outros estados por cabotagem. As cargas de combustíveis que saíram do local, para abastecer o Aeroporto Internacional Salgado Filho e viaturas de segurança pública, foram escoltadas pelo Exército e pela Brigada.



Diante do local, dezenas de pessoas, incluindo mulheres e crianças, estavam acampadas com faixas pedindo a intervenção militar e “fim da roubalheira”. Em outro ponto, na mesma via, outro grupo segurava um cartaz dos “motoristas de aplicativos pela redução dos combustíveis”. Comércios locais, como borracharias, guinchos e oficinas exibiam placas de apoio. Uma delas, à porta do estabelecimento, dizia: “somos todos caminhoneiros”. 



O Gabinete de Crise do governo do Rio Grande do Sul, criado para atender as questões geradas pela greve dos caminhoneiros, diz que as situações mais graves no estado são as de cargas vivas, transporte de rações e gargalos para setores de avicultura, suinocultura e laticínios no interior. 

Estoques de leite seguem sendo descartados, mas ocorrências para distribuição de medicamentos já diminuíram. Dados consolidados, apresentados no fim da tarde, apontam que 72 postos de Porto Alegre já voltaram a ter combustíveis, além de 14 na região metropolitana e 88 no interior.

John McAfee diz que há uma guerra contra as criptocorrências



No último episódio de "John McAfee Says", o ativista de tecnologia e especialista em segurança da Internet declarou que há uma guerra contínua contra as criptomoedas. "É, de fato, uma guerra" Ele divulgou essa revelação em um vídeo postado em seu Twitter em 27 de maio. Segundo a McAfee, forças poderosas estão tentando atrapalhar o progresso da revolução da criptomoeda. McAfee começou por inequivocamente declarar a realidade da luta em curso: Se você sabe como
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O post John McAfee diz que há uma guerra em Cryptocurrencies apareceu pela primeira vez em Bitcoinist.com.

Maia minimiza atritos com governo e diz que importante é desmobilizar grevistas – Notícias


Após encontro com o presidente Michel Temer durante a tarde, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), minimizou na noite desta segunda-feira, 28, possíveis atritos entre ele e o governo em razão da crise provocada pela greve dos caminhoneiros. Ele afirmou que o “mais importante” agora é conseguir a desmobilização dos grevistas, construir soluções e que a pauta de reivindicações dos manifestantes avance no Congresso Nacional.

“Isso já passou. O importante agora é que o governo avançou nessa pauta, dando desconto equivalente a zerar o PIS-Cofins do óleo diesel. Então essa pauta está passada”, afirmou Maia ao chegar à Câmara. “O que a gente precisa agora é olhar para frente. O que aconteceu, alguns estavam certos, outros errados, mas o mais importante é que se restabeleceu o diálogo”, completou, ressaltando que se encontrou com Temer e com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE).

Maia disse que os atritos que aconteceram foram motivados por “visões distintas” sobre o tema entre ele e o Palácio do Planalto e uma “priorização exclusiva” da questão fiscal por parte do governo. “Sempre disse que a minha posição, e vai continuar sendo, é que a melhor forma para você compensar aumentos maiores no preço do petróleo é em cima dos impostos regulatórios”, declarou.

Questionado sobre a declaração do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, sobre a existência de infiltrados na greve dos caminhoneiros, o presidente da Câmara afirmou que é possível, mas que agora é o importante é desmobilizar os caminhoneiros. “Acho que pode ter um pouco de tudo, mas o que precisa agora é ter equilíbrio”, disse. Segundo ele, o dano à economia será muito grande se isso não ocorrer nas próximas horas”, afirmou. Pelas contas dele, com a crise, o crescimento do PIB brasileiro neste ano poderá ser menor do que os 3% que projetava até então.

Maia afirmou ainda que, apesar de ter errado no cálculo da renúncia com a alíquota zero do PIS-Cofins, não errou pela omissão. “Erro e acerto com aquilo que acredito. Tenho certeza que, independente do cálculo, o caminho era o correto. Tanto era que, de alguma forma, o governo acabou atendendo aquilo que a Câmara fez na quarta-feira, sem vitoriosos e sem derrotados”, declarou. “O importante é que a pauta avance”, minimizou novamente.

Queda de Preços da Ethereum Possivelmente Devido à Grande Venda da ETH pela EOS, Relata Diz


O preço de Ethereum (ETH) caiu hoje, 28 de maio, com o site de tecnologia TrustNodes culpando a queda em um grande sell-off ETH na troca de criptografia Bitfinex que eles atribuem à EOS .

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<p dir= Cripto Persona Twitter WhalePanda também pesou com uma opinião semelhante sobre o papel da EOS na ETH sell-off de hoje:

Ethereum está sendo negociado atualmente em torno de US $ 515, uma queda de 8,49% em um período de 24 horas até o momento da impressão.

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<p dir= No início deste mês, TrustNodes relatou que EOS gastou cerca de US $ 950 milhões em ETH nos últimos 30 dias, de acordo com uma análise de terceiros de dados de criptografia feed de dados Santiment. Hoje, a TrustNodes escreve que cerca de 180.000 ETH foram negociados em uma hora no Bitfinex, em oposição aos 20.000 ETH por hora normalmente gravados pela Bitfinex e pelas bolsas GDAX e OKEx.

TrustNodes sugere que EOS é a festa Negociando a grande quantidade de ETH, como eles observam que EOS gastou US $ 1 milhão em ETH quatro dias atrás, e hoje o número é aumentado para cerca de US $ 1,4 milhão

 TrustNodes "src =" https://cointelegraph.com/storage "[19659022] [19659022] [19659022] O Etherscan mostra que o endereço da carteira marcado como <a href= EOSCrowdsale ainda tem cerca de 200.000 ETH e carteira endereço marcado EOS-proprietário em torno de 916.000, juntos igual a mais de 1,1 mln ETH.

De acordo com dados de CoinMarketCap Bitfinex comercializou cerca de US $ 238 milhões em ETH durante um período de 24 horas no momento da impressão, enquanto o OKEx é menos da metade disso em torno de US $ 104 milhões, nd Huobi por cerca de US $ 98 milhões

 Ethereum Markets "src =" https://cointelegraph.com/storage/uploads/view/8627af18554b8950dc755b509d73fdc3.png "title =" Ethereum Markets "/> [19659015AEOS</a>que lançará sua mainnet em 2 de junho, está <a href= negociando atualmente por cerca de US $ 12, uma queda de mais de 4% em um período de 24 horas no momento da impressão.

Preço do Bitcoin chegará a US $ 5.700 no curto prazo, diz analista


Willy Woo, respeitado analista de criptomoedas e ativos digitais, declarou recentemente que é muito provável que o preço do Bitcoin caia abaixo da marca de US $ 6.000 no curto prazo.

Atrito recente no mercado

Desde meados de maio, o preço do Bitcoin tem repetidamente falhado em provar que pode manter um nível de suporte nos US $ 10.000, o mercado de criptomoedas como um todo tem estado em uma tendência contínua de queda.

A grande maioria dos tokens e pequenos criptomoedas seguiram essa tendência que está sendo liderada pela Ethereum e pelo Bitcoin. Tanto para cima quanto para baixo, o movimento dos preços estão volatilizado, registrando quedas ainda maiores do que o próprio Bitcoin durante os períodos de correção.

Em 25 de maio, Woo destacou que o preço do Bitcoin provavelmente cairia abaixo dos US $ 6.000, provando assim que os níveis estáveis ​​de preços de longo prazo estariam acima entre US $ 5.500 a US $ 5.700. Em relatórios anteriores, a CCN observou que a marca dos US $ 6.500 é um preço que causa um nível forte de suporte.

No curto prazo, o Bitcoin deverá ficar abaixo dos US $ 7.000 e até mesmo no nível comprovado de suporte em US $ 6.500. Devido à sua incapacidade de se manter com um preço acima desse nível, o Bitcoin continuará buscando níveis inferiores a US $ 6.000, mas acima dos US $ 5.000.

Willy Woo destacou 4 principais motivos que sustentam sua afirmação:

Sinal NVT alto (indicador de picos altos e baixos do BTC)
Alta volatilidade
NTV padrão muito alto
Volumes com um perfil de pico abaixo dos US $ 6.800.

Segundo Woo:

“O indicador NTV ainda está muito alto. Precisamos de mais volumes de transação na Blockchain para justificar o preço atual ou ele irá para baixo para ajustar a diferença. Impulsionar a atividade transacional com a queda dos preços é bastante improvável. A volatilidade também é ainda muito alta. Estou procurando uma faixa de preços baixos com volatilidade, que tende a ser um sinal para o fim da correção e o início da próxima fase de acumulação. Ainda há chances para que os preços caiam ainda mais “.

O sinal NVT é indicativo de negociação desenvolvido por Woo, que é essencialmente uma relação (rede padrão valor NTV-) dividido pelo valor de transação dentro da Blockchain e é atisada através da média móvel (médio), excepto que, em vez de aplicar suavização para a avaliação da rede e da avaliação da transacção, o indicador NVT aplica-se apenas ao valor da transação, o que gera um gráfico mais digerível pelo público em geral.

Embora o preço do Bitcoin não seja suficiente para quebrar a barreira dos US $ 5.000, Woo afirmou o seguinte.

“O Bitcoin não conseguirá ficar no patamar dos US $ 7.000 e inevitavelmente cairá para US $ 6.000”

Mas porque a intensidade do colapso desde o final de 2017, Woo destacou que em 2018 não se repetirá um período semelhante ao de 2014 e este reajuste será realizado em duas fases.

“Então, em resumo, minha melhor estimativa. Um lento sangramento até US $ 6.800, em seguida, um slide mais rápido para US $ 5.700, em seguida, uma desaceleração e, finalmente, uma área plana. Essa é a suposição instruída baseada nos perfis de volume e nos dados fundamentais que enquadram a taxa de movimento”.

O preço do Bitcoin irá se recuperar quando chegar nos US $ 5.700

Em outubro de 2017, depois de quase dobrar o preço em um período de 3 meses, o preço do Bitcoin chegou a US $ 5.700. O que nos diz que o preço do Bitcoin voltaria aos níveis de 9 meses atrás.

No entanto, a marcação de criptomoeda é significativamente diferente de outubro do ano passado. Seus volumes são, respectivamente, maiores em magnitude e a infraestrutura média fornecida por empresas como Coinbase e Gemini é inédita em comparação com as plataformas disponíveis em 2017.

Dada a diferença de volume e estrutura do mercado em relação aos anos anteriores a 2017. Woo e outros cripto-analistas concordaram que a próxima recuperação ciclo Bitcoin levam menos tempo para iniciar, possivelmente final de 2018.

Fonte

Bitcoin lança o SegWit, especialista faz previsão de US$ 10.000

Max Keizer aumentou sua previsão de preço do Bitcoin para US$ 10.000, enquanto a comunidade celebra a ativação do SegWit. Juntando figuras como Andreas Antonopoulos e Bobby Lee, Keizer, que é notoriamente otimista…


Com pauta política, greve na Petrobras pode ser questionada, diz especialista – Notícias


SÃO PAULO (Reuters) – A greve dos petroleiros da Petrobras, prevista para quarta-feira, poderá ser questionada na Justiça já que o motivo do movimento não estaria relacionado diretamente a questões trabalhistas, na avaliação de um especialista.

“A lei de greve trata das relações de trabalho, de um lado patrão e de outro empregado… A greve dos petroleiros não tem nenhuma pauta de relação trabalhista… É uma pauta política”, afirmou Luiz Antonio dos Santos Júnior, sócio da Veirano Advogados.

Segundo ele, a Petrobras teria legitimidade para questionar a greve.

“Seria uma ação pedindo que seja declarada a abusividade da greve e liminar para que não façam a greve, sob pena de multas diárias para os grevistas…”, afirmou.

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e seus sindicatos filiados convocaram a categoria para uma greve nacional de advertência de 72 horas. Eles prometem começar o movimento grevista a partir do primeiro minuto de quarta-feira, dia 30.

A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) também indica greve por tempo indeterminado a partir de 30 de maio.

Entre as reivindicações, os sindicalistas colocam a redução dos preços dos combustíveis e a saída do presidente da Petrobras, Pedro Parente.

Segundo o advogado, já há diversos casos de ganho de causa para empresas em ações semelhantes, como uma em que o Tribunal Superior do Trabalho julgou abusiva uma greve sobre uma medida provisória que tratava sobre questões portuárias.

Procurado, o coordenador-geral da FUP, José Maria Rangel, disse que a greve é contra o processo de privatização da empresa, “que está em curso e tem causado transtornos”.

“Aumentaram em 20 por cento a gasolina de janeiro a abril deste ano. Isso não é motivo para realizar uma greve?”, declarou ele, acrescentando que a categoria tomou “todas as medidas necessárias para ter a legitimidade que a lei de greve exige”.

Rangel disse que a greve está mantida, ainda que a estatal tenha enviado nesta segunda-feira uma carta à força de trabalho da companhia na qual pede uma reflexão sobre uma paralisação e defende que o movimento não seria positivo nem para a empresa e nem para o país, em um momento de protestos país afora.

“É uma greve de advertência, a gente busca efetivamente, esquentar a categoria e aproveitar o momento, dialogar com a sociedade, porque ela está pagando a segunda gasolina mais cara do mundo.”

O sindicalista disse que a greve deverá atingir todo o sistema Petrobras, incluindo refinarias, plataformas de petróleo, terminais da Transpetro e térmicas.

Normalmente, a Petrobras mantém durante greves o funcionamento das unidades com suas equipes de contingência.

(Por Roberto Samora)