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Blockchain: 8 maneiras que essa tecnologia impacta o marketing digital


Bitcoin. Criptomoeda. Ethereum. Essas palavras-chave relacionadas estão em praticamente todos os lugares, e parece que todo mundo quer aprender mais sobre blockchain, a tecnologia por trás de tudo isso.

Especialistas dizem que esse ano será o ano do blockchain. Essa tecnologia é capaz de impactar drasticamente diversas indústrias. O que a popularização do blockchain significa para o marketing digital?

1. As marcas conseguirão segmentar os consumidores de maneira mais inteligente

Por ser uma tecnologia nova, é impossível prever com 100% de certeza como o blockchain irá impactar o marketing digital.

É essencial que os consumidores consigam desenvolver um relacionamento duradouro com as marcas. O público é muito receptivo a experiências de usuário e um valor de marca únicos, além de transparência e segurança,” afirma Mariana Campelo, sócia da agência e consultoria Aporama Marketing Digital.

Pela segurança e transparência do blockchain, podemos dizer que essa tecnologia oferece a possibilidade para as marcas de interagir de maneira mais transparente com seus seguidores e consumidores.

2. A privacidade dos usuários será protegida e as marcas ganharão mais confiança

Com o blockchain os usuários terão maior controle sobre a quantidade de informações pessoais que eles revelam ao navegar na web. Pode-se até imaginar que os usuários estarão mais dispostos a fornecer informações pessoais se houver uma recompensa, como por exemplo, uma remuneração ao visualizar anúncios.

3. A indústria de verificação de fraudes vai crescer

A publicidade online é complexa quando se trata de garantir que a mídia seja comprada e entregue. Blockchain tornará isso mais transparente. As empresas de verificação de fraudes irão utilizar o blockchain para impedir que bots fraudem anúncios. O blockchain nos permitirá verificar quem, como e onde os anúncios são exibidos. Uma outra área que será impactada pelo blockchain será a área de soluções de pagamentos, que terão maior segurança.

4. Publicidade se tornará mais transparente

A implementação gradual do blockchain fornecerá transparência nos dados de performance de marketing. Isso gera estudos mais críveis e dados mais consolidados.

5. Teremos menos influenciadores mas em melhor qualidade

O marketing digital com influenciadores vai mudar. Com blockchain, os profissionais de marketing digital poderão ver se os seguidores são reais pessoas ou bots. Isso irá inevitavelmente reduzir o número de influenciadores mas irá deixar somente os com real seguidores e real engajamento.

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Criptomoedas na Venezuela (Dash Dinheiro Digital)

Postado em junho 18, 2018

Criptomoedas na Venezuela (Dash Dinheiro Digital)


Rodrigo Digital, do canal Dash Dinheiro Digital, está na Venezuela para um circuito de palestras e produções para mostrar um pouco da realidade da economia local, assolada pela hiperinflação, e falar da importância das criptomoedas para o povo venezuelano.

A Dash tem sido uma moeda especialmente usada naquele país em função de suas taxas baixas de transação e velocidade rápida, além da ampla campanha que a comunidade venezuelana entusiasta da moeda realiza.

No vídeo abaixo, Rodrigo fala do quão barato é a gasolina por lá e mostra a enorme quantidade de papel moeda que representa 25 centavos de dólar na hora de pegar o troco no país de Nicolás Maduro.

Quando voltar da viagem, Rodrigo irá fazer um breve documentário da experiência que ele está tendo por lá, na tentativa de educar o povo para que fuja da hiperinflação e busque refúgio na DASH para preservar o pouco valor que as pessoas têm em função do regime político e econômico desastroso.

As criptmoedas não são apenas “o futuro”, mas em muitos lugares elas já são “o presente”. Todo o sucesso ao Rodrigo, à Dash, às criptomoedas em geral e, acima de tudo, ao povo da Venezuela.

Ezequiel Gomes

Guia do Bitcoin

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Infomoney espalha FUD sobre Bitcoin e Criptomoedas

Postado em junho 18, 2018



Banco digital é mais barato, mas pode ser difícil resolver problemas – Notícias


Praticamente sem cobrar tarifas e com menos burocracia, os bancos digitais estão avançando no mercado brasileiro, especialmente sobre o público mais jovem. Especialistas ouvidos pelo UOL, porém, afirmam que os consumidores enfrentam mais dificuldades no momento de resolver um problema. 

Como essas instituições não possuem agência física, os clientes precisam fazer pedidos e resolver todas as dúvidas por meio de plataforma digitais, principalmente chats. 

“Os consumidores estão encantados com as facilidades, mas há muitos riscos por trás dessas operações”, disse a economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) Ione Amorim.

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Meio virtual joga mais responsabilidade para clientes

Ione afirmou que a migração dos serviços para as plataformas virtuais trouxe mais responsabilidade para as mãos dos consumidores e, consequentemente, um ônus maior para eles.

“Quem realiza todas as operações é o cliente. Se houver um erro no pagamento, por exemplo, ele responde por isso. O banco passa a ser a plataforma de negociação”, disse a economista.

Na opinião de Ione, a facilidade para contratar um produto bancário pode induzir o consumidor a tomar decisões sem refletir sobre as condições oferecidas. Ao tomar um empréstimo, por exemplo, ele pode olhar apenas o valor da parcela e não analisar todo o custo envolvido na transação.

“Essas informações não estão em nenhum aplicativo. O cliente pode contratar um serviço até por acidente, ao teclar indevidamente no celular”, disse.

Consumidor pode desistir em até sete dias

O consultor jurídico da Associação de Defesa do Consumidor e Trabalhador (Abradecont), Willian Rocha, disse que, como as transações são todas feitas digitalmente, os consumidores podem desistir em até sete dias a partir de sua assinatura.

Esse período é conhecido como prazo de arrependimento e está previsto no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor. “Como essas transações são feitas digitalmente, esse dispositivo se aplica. Mas o consumidor precisa ter boa-fé ao solicitar o cancelamento”, disse.

Segundo Rocha, o cliente não deve, por exemplo, pedir um empréstimo para cobrir o cheque especial temporariamente e, dentro de uma semana, devolver o dinheiro. “Existe muita polêmica sobre isso. O direito deve ser considerado quando não há má-fé”, afirmou.

Efetivação de empréstimo depende de dupla confirmação

O diretor de Autorregulação da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Amaury Oliva, disse que o prazo de arrependimento é previsto em normativo da instituição.

“Quando contrata um empréstimo por meio remoto, o consumidor pode pedir o seu cancelamento em sete dias desde que devolva o valor e os juros que incidiram sobre ele nesse período”, disse.

Oliva afirmou que os normativos também preveem a chamada dupla confirmação para que um empréstimo seja efetivado no meio digital. “O cliente contrata o crédito e o sistema pergunta se ele tem certeza que quer realizar a operação. O cliente também tem direito a informações objetivas e claras sobre o crédito oferecido”, afirmou.

Banco oferece tutoriais na internet e atendimento nas redes 

Priscila Salles, superintendente de Marketing e Relacionamento com o Cliente do Banco Inter, disse que a instituição oferece, na sua página na internet, uma série de vídeos com tutoriais sobre as operações e com dicas sobre investimentos.

Os consumidores também podem ler artigos para tirar suas dúvidas antes de entrar em contato por meio do chat da página do banco ou nas próprias redes sociais.

Segundo Priscila, cerca de 70% das pessoas que leem os textos não chegam a entrar no chat. Priscila disse que o cliente também pode conversar diretamente com o atendente antes de buscar ajuda nos textos.

Outra aposta do banco, de acordo com a superintendente, é o fechamento de parcerias com influenciadores digitais que dão dicas sobre investimentos. “Além do chat, há o atendimento por telefone. Mas os canais que hoje fazem diferença são as redes sociais. O cliente entra no chat do Facebook, por exemplo, e não precisa de nenhum outro tipo de burocracia”, disse.

Chat do Facebook e canais de voz

O diretor-executivo de Pessoa Física do Banco Original, Marcelo Santos, disse que uma das inovações adotadas pela instituição é o sistema de atendimento por meio do chat do Facebook.

Segundo ele, o objetivo principal dos canais de atendimento online é tirar dúvidas a respeito de atividades do dia a dia, como depósito, transferência e uso dos aplicativos.

“Hoje, 70% dos contatos são para dúvidas ou informações resolvidas sem intervenção humana. Quando é um caso que requer alguma resolução do Banco Original, o cliente é redirecionado automaticamente para os canais de voz no qual é atendido por consultores”, afirmou Santos.

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Na era digital, agência bancária ‘encolhe’ – Notícias


Depois de um movimento que fechou 7% das agências bancárias do País nos últimos dois anos, capitaneado por BB e Bradesco, as instituições financeiras estão lançando mão de uma nova estratégia em um momento em que o atendimento presencial perde espaço para os meios digitais. De olho na visibilidade de suas marcas, os bancos agora optam por reduzir o tamanho dos pontos de atendimento. Para ocupar o espaço ocioso, vale trazer novos serviços – como espaços de coworking – e até instalar um café onde antes ficavam caixas eletrônicos.

A redução das agências – seja em número absoluto ou pela diminuição do espaço ocupado por cada uma delas – é uma forma de os bancos reduzirem custos com aluguel ou liberarem imóveis próprios para venda. Há duas semanas, por exemplo, o BB anunciou o leilão de 26 propriedades onde antes funcionavam agências. O Bradesco, por seu turno, já reduziu à metade duas agências na Avenida Paulista – uma cedeu parte de sua área ao espaço cultural Japan House e outra, a uma loja da rede americana Starbucks.

Após essas duas experiências, o Bradesco está preparando um estudo para identificar outros espaços que possam ser locados a terceiros, segundo Josué Augusto Pancini, vice-presidente do banco. No Itaú, a tendência de redução de espaços também é clara, diz o executivo Tadeu Sassi. Atualmente, nos planos do banco, uma agência padrão precisa de 250 a 300 metros quadrados de área. Há cinco anos, o espaço projetado variava de 1 mil a 1,5 mil metros quadrados. Ele descarta, porém, um processo significativo de encerramentos: “A agência vai continuar no mesmo local, só que menor.”

‘Sala de visita’

O Santander diz não querer reduzir seu número de agências – entre os principais bancos do País, o espanhol é o menos pulverizado, com 2,26 mil pontos. O modelo que o banco vem adotando é o de “sala de visitas”, define Paschoal Pipolo Batista, sócio da Deloitte, referindo-se à tendência de criação de espaços de convivência pelos bancos. “Antes, todas as agências eram iguais. Agora, são testados novos formatos, que permitem alguma personalização.”

Em uma agência do Santander da Avenida JK, em São Paulo, há espaço para coworking, com internet grátis, salas de reunião e até um café da rede Havanna totalmente integrado ao ponto de atendimento. Segundo Ede Viani, diretor executivo do Santander Brasil, estão previstos mais 15 espaços parecidos nas principais capitais do País dentro dos próximos dois anos. A rede Havanna anunciou no fim do mês passado que fechou um acordo para abrir outras cafeterias em parceria com o banco espanhol.

Enquanto alguns bancos descartam a criação de agências especializadas, o Santander tem investido fortemente nesse tipo de conceito. No Centro-Oeste, a instituição vem testando um modelo de pequenas lojas, voltadas ao agronegócio, que funcionam em espaços muito mais enxutos do que os de uma agência comum, em imóveis de 50 a 80 metros quadrados. O banco já tem 12 espaços do tipo e está com 8 em fase de implantação.

A Caixa Econômica Federal, que recentemente implantou um plano para ampliar sua rentabilidade, não tem em vista um fechamento relevante de agências, afirma Nelson Antonio de Souza, presidente do banco público. Ele diz que a instituição tem hoje menos de 4 mil agências e que tem obrigações que não se aplicam a outros bancos, como o pagamento de benefícios sociais e de FGTS, que exigem o atendimento presencial. “Só vamos fechar agências que estejam próximas uma da outra, desde que não haja prejuízo para o cliente.”

Cortes de custos

O Banco do Brasil, que fechou cerca de 700 agências nos últimos 18 meses, se viu com um número considerável de imóveis em mãos. Procurado, o banco não deu entrevista, mas informou, por meio de nota, que, dos pontos encerrados, 80% eram alugados e 20% eram próprios.

Enquanto no caso dos espaços locados basta devolver o imóvel ao proprietário, a advogada Larissa Lancha Arruy, do escritório Mattos Filho, explica que a situação das agências próprias é um pouco mais complicada. Segundo ela, o Banco Central proíbe que as instituições financeiras mantenham imóveis em sua carteira que não sejam para uso próprio. Logo, depois que as propriedades deixam de abrigar agências, é necessário criar um cronograma de venda para não descumprir a legislação.

Além de aliviar os gastos dos bancos com imóveis, o movimento de fechamento ou redução de agências tem causado demissões, diz Juvandia Moreira Leite, presidente da Contraf-CUT, sindicato que reúne os trabalhadores do setor financeiro. “O que a gente percebe é que, além de as agências terem sido fechadas, as que permaneceram funcionando têm um grande déficit de funcionários para atender o público.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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