Eleição, dólar, reformas? Que mensagens o BC passou com decisão de juros? – Notícias


Economistas ficaram especialmente atentos ao comunicado do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) divulgado na noite desta quarta-feira (20). A decisão de manter a taxa Selic em 6,5% ao ano já era amplamente esperada.

O que os especialistas buscaram no texto foi a avaliação do BC sobre os impactos da greve dos caminhoneiros e também sobre a piora do cenário externo nas últimas semanas.

Chamou atenção o fato de o Banco Central ter aumentado a ênfase sobre a necessidade de realização das reformas estruturais, como a da Previdência.

Veja quais foram as principais mensagens do documento, na opinião dos economistas consultados pelo UOL.

Greve dos caminhoneiros afetará inflação apenas em junho

A paralisação dos caminhoneiros, realizada nos últimos dias de maio, provocou aumento nos preços principalmente dos alimentos e combustíveis. Mas seus efeitos serão sentidos apenas na inflação do mês de junho.

O Banco Central indicou no comunicado que a alta da inflação não se estenderá ao longo dos meses seguintes. Desta forma, a inflação ainda ficará abaixo do centro da meta estabelecida pelo Banco Central, de 4,5% neste ano. A previsão é que o IPCA encerre 2018 em torno dos 3,9%, segundo economistas consultados pelo Boletim Focus.

A explicação para a inflação controlada está na fraqueza da economia, que impede que a indústria e o comércio repassem aumentos de preços para o consumidor. “Os efeitos da greve na inflação serão mitigados pela ociosidade tanto no mercado de trabalho como no uso do capital produtivo”, diz Tatiana Pinheiro, economista do Santander.

Efeito da greve sobre o crescimento econômico ainda é incerto

Ao se referir ao ritmo de atividade da economia, o Banco Central voltou a repetir no comunicado o texto que já vinha usando em outras reuniões: “O Copom reitera que a conjuntura econômica prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural.”

Em outras palavras, os juros precisam ficar baixos para estimular empresas a investir e consumidores a gastar, fazendo a economia crescer. O desempenho do país no primeiro trimestre já havia decepcionado os economistas, com o PIB apontando crescimento de 0,4% no período.

As expectativas para expansão da economia em 2018, que começaram o ano em 3,0%, já haviam sido reduzidas para casa de 1,7% antes mesmo da greve dos caminhoneiros.

“O efeito da greve sobre a economia ainda é incerto. O Copom deixou essa questão em aberto no comunicado porque os indicadores que podem apontar quanto a atividade foi prejudicada ainda não saíram”, afirma Roberto Indech, analista da Rico Investimentos.

“Eu acredito que o impacto da greve sobre a inflação é pontual. Mas o impacto sobre a atividade não será pontual. A economia está fraca e vai piorar”, afirma José Francisco Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator. Na sua opinião, a greve colaborou para aumentar a sensação de insegurança de investidores, empresários e consumidores em relação à recuperação do país.

Copom cobra realização de reformas estruturais

O Banco Central não costuma abordar questões políticas em suas decisões. O BC procura ser neutro em relação a questões de governo. No entanto, o comunicado da reunião do Copom desta quarta-feira aumentou a ênfase em relação à necessidade de o governo aprovar reformas estruturais, como a da Previdência e a tributária.

“O Comitê enfatiza que a continuidade do processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira é essencial para a manutenção da inflação baixa no médio e longo prazos, para a queda da taxa de juros estrutural e para a recuperação sustentável da economia”, diz o comunicado.

“Esse termo ‘essencial’ é uma novidade no comunicado dessa reunião em relação aos comunicados anteriores. Mostra que o BC está preocupado com a questão. Houve uma ênfase nessa questão”, afirma Gonçalves, do Banco Fator.

Copom não fala de eleições, mas tema pode influenciar decisão

A próxima decisão do Copom será anunciada em 1º de agosto, em plena corrida eleitoral. O comunicado desta quarta não mencionou a volatilidade nos mercados provocada pelas pesquisas eleitorais que sugerem o crescimento de Jair Bolsonaro (PSL) e Ciro Gomes (PDT) nas pesquisas.

“O BC não vai colocar a questão eleitoral na pauta do Copom porque seu papel é ser independente politicamente. Mas é evidente que se trata de uma questão relevante e que pode influenciar as próximas decisões”, diz Roberto Indech, da Rico.

“A questão política vai aparecer na alta do dólar, dos juros futuros e dos indicadores de risco. Embora o BC não fale claramente em política ou eleições, podemos entender que ele está considerando essa questão quando menciona os ‘choques’ no comunicado”, afirma Gonçalves, da Fator.

Conforme o comunicado do Copom, “choques que produzam ajustes de preços relativos devem ser combatidos apenas no impacto secundário que poderão ter na inflação prospectiva.” Ainda segundo o Banco Central, “é por meio desses efeitos secundários que esses choques podem afetar as projeções e expectativas de inflação e alterar o balanço de riscos.”

BC reitera que não vai usar Selic para segurar o dólar

O comunicado do Copom praticamente repetiu a declaração dada pelo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, no dia 7 de junho, quando o dólar disparou e chegou a valer R$ 3,96. Política monetária e política cambial são separadas. Não há “relação mecânica” entre as duas.

Dentro desse raciocínio, a taxa Selic deve ser usada apenas para controle da inflação. Por isso, o Banco Central não aumentará os juros como forma de conter uma eventual disparada do dólar.

“O câmbio não afeta diretamente a inflação. Como diz o BC, não há relação mecânica. Há um efeito indireto, que depende de uma série de circunstâncias, para que o dólar efetivamente faça a inflação subir. No cenário atual, a fraqueza da economia vai mitigar uma eventual alta da inflação.”

A piora do câmbio está relacionada diretamente ao processo de aumento dos juros nos Estados Unidos pelo Federal Reserve, o banco central daquele país. Tal processo provoca migração de recursos de grandes investidores de países emergentes em direção aos Estados Unidos, prejudicando as moedas desses países, incluindo o Brasil.

County em Montana adia decisão de suspender operações de mineração de Bitcoin – Crypto Currency News


 operações de mineração bitcoin

Após uma onda de operações de mineração Bitcoin em áreas com eletricidade acessível, locais como o Condado de Missoula, em Montana, precisavam tomar uma decisão sobre o impacto dessas operações na região.

foi relatou que a pegada energética da Bitcoin (BTC) quase dobrou em seis meses e esperava-se que crescesse. De acordo com o estudo, o Bitcoin poderia estar usando aproximadamente 0,5% da energia mundial até o final do ano, quase a mesma quantidade usada pela Holanda

. É desnecessário dizer que a maioria das pessoas pode não querer que isso aconteça. Na quinta-feira, a Comissão do Condado de Missoula decidiu adiar sua decisão sobre a suspensão da mineração Bitcoin para agosto de 2018, de acordo com o site de notícias local Missoulian . e comentários do público foram feitos sobre o tema das operações de mineração Bitcoin

Comissário do Condado de Missoula Jean Curtiss tinha dito no final da audiência que "todos entendemos que não entendemos" enquanto o comissário do condado Cola Rowley observou que este poderia ser um bom momento para a “educação e divulgação”.

O condado teme que a energia consumida por essas operações possa “representar uma confiabilidade e segurança y riscos para sistemas de distribuição elétrica locais e afetam tarifas elétricas para outros clientes ” e que “ as altas cargas de energia podem representar um risco de incêndio e criar lixo eletrônico ”.

a decisão imporia uma proibição de um ano à mineração Bitcoin e a qualquer atividade de criptomoeda nova ou em expansão.

>> A Tether (USDT) manipulou realmente as altas de preços de todos os tempos do Bitcoin (BTC)?

Outras regiões que suspenderam projetos de mineração de Bitcoin incluem a província canadense de Québec, que anunciou em março que a empresa de serviços públicos Hydro-Québec não irá receber mais aplicações para o desenvolvimento de operações de mineração.

A demanda por energia estava começando a exceder a oferta que a Hydro-Québec poderia fornecer.

Você acha que essas operações de mineração de Bitcoin devem ser suspensas até encontrarmos fontes de energia reutilizáveis?

Imagem: DepositPhotos / znm666

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Decisão da SEC de que Ethereum não é um caminho de segurança para os futuros da ETH


Chris Concannon, presidente da CBOE Global Markets, disse que os futuros da Ethereum ( ETH ), que a empresa vem “considerando” desde dezembro de 2017, poderão ser oferecidos em breve, Bloomberg 14 de junho

O comentário de Concannon segue a notícia de que um oficial sênior da Comissão de Valores Mobiliários ( SEC ) declarou que a líder altcoin Ethereum não será regulamentada como garantia.

O presidente da CBOE disse que a posição da SEC poderia significar que o órgão regulador dos EUA permitiria que a bolsa de opções acrescentasse futuros da Ether ao seu portfólio:

“Estamos satisfeitos com a decisão da SEC de esclarecer as transações atuais da Ether. Este anúncio abre um importante obstáculo para os futuros do Ether, caso em que estivemos considerando desde que lançamos os primeiros futuros do Bitcoin em dezembro de 2017.

Lançamento do CBOE em dezembro de Bitcoin (BTC) futuros provocaram uma grande manifestação pela criptomoeda – cujo preço na época em 10 de dezembro subiu de cerca de US $ 15.000 para cerca de US $ 16.800 – trazendo tanto volume de negociação para o site que caiu temporariamente. O primeiro contrato futuro expirou em 17 de janeiro a um preço de cerca de US $ 10.900, tornando-se uma vitória para os ursos.

Futuros do Bitcoin apareceram nos noticiários desta semana por outras razões, como o Fundstrat Lee apontou para a expiração do contrato como uma possível razão para o recente preço do Bitcoin. Bitcoin está sendo negociado atualmente por cerca de US $ 6.541, um pouco mais de 1 por cento ao longo de um período de 24 horas para pressionar o tempo.

STF amplia restrição de foro a ministros de Estado com decisão sobre Blairo Maggi – Notícias


BRASÍLIA (Reuters) – A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ampliar o entendimento que restringiu o alcance do foro privilegiado para ministros de Estado e conselheiros de Tribunal de Contas do Estado (TCEs), ao analisar o questionamento sobre uma denúncia contra o ministro da Agricultura e senador licenciado, Blairo Maggi (PP-MT).

O colegiado foi na linha do entendimento adotado, no início do mês passado, pelo plenário do STF de que o alcance dessa prerrogativa para os parlamentares servia apenas para os crimes cometidos no exercício do cargo e que tinham relação direta com a função.

O novo entendimento da 1ª Turma ocorreu na análise de questionamento sobre se uma denúncia contra Maggi deveria ficar no Supremo ou ser remetida a instâncias judiciais inferiores.

Maggi foi acusado criminalmente de corrupção ativa sob a acusação de participar –quando era governador de Mato Grosso, em 2009– de um esquema de compra e venda de cadeiras no Tribunal de Contas do Estado.

A maioria da Turma decidiu remeter o caso de Blairo para a Justiça Federal de Mato Grosso.

Em nota, a assessoria de Maggi disse que quando o ministro decidiu abrir mão de disputar à reeleição ao Senado, antes do julgamento do STF restringindo o foro, mostrou “desconsiderar qualquer hipótese de se valer de foro privilegiado em julgamentos”.

“A remessa do caso à Justiça de Mato Grosso é um desdobramento natural da investigação. O ministro reafirma sua confiança na Justiça, onde provará sua inocência”, acrescenta a nota.

Um conselheiro do TCE do Mato Grosso, Sérgio Ricardo de Almeida, denunciado com Maggi, também responderá na primeira instância, com a adoção do mesmo entendimento da Turma do STF.

(Por Ricardo Brito; Edição de Alexandre Caverni)

TRF-5 derruba decisão que suspendeu efeitos da tabela de preços mínimos de frete – Notícias


O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) derrubou nesta sexta-feira, 8, a decisão que suspendia os efeitos da tabela de preços mínimos para o frete na contratação de transporte rodoviário de carga. A liminar tinha sido concedida nesta quinta-feira, 7, por um magistrado da justiça federal da Rio Grande do Norte (RN), para quem a iniciativa do governo era inconstitucional.

Uma das exigências dos caminhoneiros para encerrar a paralisação das últimas duas semanas, a Medida Provisória 832/2018, publicada pelo governo no dia 30 de maio, prevê uma “Política de Preços Mínimos de Transporte Rodoviário de Cargas”. A Resolução número 5.820/2018 – ANTT, por sua vez, passou a estabelecer que os preços mínimos têm caráter “vinculante” (com a tabela de frete), devendo ser utilizados no cálculo da contratação do frete.

Ao atender ao recurso da Advocacia-geral da União (AGU), o vice-presidente do TRF-5, desembargador federal Cid Marconi Gurgel de Souza, afirmou que a suspensão da MP e da resolução interfere nas premissas de um acordo firmado pelo Poder Executivo.

“Há que se realçar, em verdade, que o processo de negociação ainda não terminou, eis que, de acordo com notícias amplamente divulgadas pela mídia, ainda estão sendo revisados os valores fixados na tabela (foi noticiado, inclusive, que a primeira tabela já haveria sido substituída por uma nova, após reunião entre os interessados e integrantes do Executivo federal)”, afirma Gurgel na decisão.

De acordo com o desembargador, a sociedade brasileira tem sido “testemunha” do processo de negociação em que se envolveu o Poder Executivo desde o início da greve dos caminhoneiros. “Pode-se dizer que as liminares, proferidas num momento em que as partes ainda buscam um consenso, pode interferir neste processo e, pior, inviabilizá-lo, sobretudo se de fato se concretizar o efeito multiplicador referido na inicial”, considerou o magistrado.

AGU e Eletrobras recorrem de decisão que suspende privatização de distribuidoras – Notícias


SÃO PAULO (Reuters) – A Advocacia-Geral da União (AGU) e a estatal Eletrobras recorreram ao Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região para derrubar decisão que suspendeu o processo de privatização de distribuidoras de eletricidade da companhia no Norte e Nordeste.

A decisão em tutela de urgência exige que a Eletrobras realize em até 90 dias um estudo sobre o impacto da desestatização sobre contratos de trabalho nas empresas antes de seguir com o processo de venda, o que aumentou o pessimismo de investidores quanto ao avanço do negócio.

A venda das distribuidoras é vista como importante pelo governo para viabilizar a própria desestatização da Eletrobras, que segue entre as promessas do presidente Michel Temer, uma vez que essas subsidiárias são fortemente deficitárias e reduzem a lucratividade da empresa.

A AGU defendeu no recurso que se a venda das distribuidoras não acontecer até o final de julho a Eletrobras será obrigada a liquidar as companhias, o que envolveria o desligamento dos funcionários, entre outras medidas, “o que será muito mais prejudicial aos empregados”.

“A alienação permitirá que a Eletrobras transfira sociedades ainda deficitárias, porém minimamente saneadas, para a iniciativa privada, com a manutenção da prestação do serviço público e de empregos”, adicionou o órgão que defende o governo.

O recurso ainda argumentou que os direitos trabalhistas dos empregados não serão afetados pela desestatização e que a exigência de apresentação de estudo de impacto foi fundamentada em uma convenção da Organização Internacional do Trabalho “que sequer é reconhecida pelo Brasil” e “não existe no ordenamento jurídico brasileiro”.

Segundo a AGU, o recurso foi distribuído para a desembargadora Gisele Bondim Lopes Ribeiro, da 7ª Turma do TRT1.

(Por Luciano Costa; edição de Roberto Samora)

Tribunal russo revoga decisão de bloquear site Bitcoin


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<p>                 Regulamento<br />
              </p>
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<p><strong> Um tribunal russo revogou uma decisão judicial anterior de bloquear um site relacionado a bitcoins porque contém informações sobre criptomoedas. A Suprema Corte ordenou que o tribunal da cidade ouça o recurso. </strong></p>
<p><em><strong> Também se lê: <a href= Yahoo! Japão confirma entrada no espaço criptográfico

Corte russa anulou decisão anterior

 Corte russa anula decisão de bloquear site Bitcoin
O Tribunal da Cidade de São Petersburgo anulou a decisão do Tribunal Distrital de Vyborgsky de São Petersburgo para bloquear o site Bitcoininfo.ru na Rússia

“O Tribunal da Cidade de São Petersburgo anulou a decisão de o tribunal distrital para reconhecer as informações postadas no site Bitcoininfo.ru, ”Tass informou o tribunal da cidade explicando na segunda-feira, 4 de junho.

“ O Tribunal Distrital de Vyborg de São Petersburgo considerará novamente o caso do bloqueio do site em criptocurrencies, www.bitcoininfo.ru, ”Rapsi aprendeu com o tribunal da cidade, acrescentando:

O tribunal da cidade cancelou a decisão de bloquear o site e enviou o caso [back] para o Tribunal Distrital de Vyborg para uma nova audiência. 19659012] Problema com a divulgação de informações criptográficas

Este caso começou em julho de 2016, quando o Tribunal do Distrito de Vyborgsky em São Petersburgo decidiu bloquear o site Bitcoininfo.ru na ausência do proprietário do site. O tribunal "considerou a declaração do Ministério Público que o site contém informações sobre criptomoedas" e decidiu bloquear o site, a publicação detalhada.

 Tribunal russo anula decisão de bloquear Bitcoin Website Segundo o caso Tass explicou que o Ministério Público exigiu que o site fosse bloqueado com base em seu conteúdo sobre criptomoedas que "não se prestam a controle estatal", "promovem o crescimento da economia paralela" e "não têm certas propriedades de consumo".

O representante do proprietário do site, Sarkis Darbinyan, disse à publicação que as ações do promotor "ocorrem sem o envolvimento dos proprietários do site", acrescentando que nenhum deles recebeu "pedidos de remoção de informações proibidas e o tribunal da cidade". recusa-se a aceitar recursos após o bloqueio real dos sites. ”

Ele detalhou ainda:

De acordo com as declarações do e o Ministério Público de São Petersburgo, cerca de 100 sites dedicados a criptomoedas foram bloqueados.

O administrador do domínio recorreu contra a decisão do tribunal, acreditando ser ilegal. No entanto, o tribunal da cidade não considerou seu recurso, então ele apelou para a Suprema Corte da Federação Russa, que posteriormente ordenou que o tribunal da cidade considerasse sua reclamação.

Em março, o Tribunal da Cidade de São Petersburgo derrubou a proibição. 40 sites relacionados a bitcoins que oferecem informações sobre criptomoedas e serviços de câmbio na Rússia, como reportado anteriormente pelo news.Bitcoin.com .

Você acha que os sites de bitcoins serão finalmente desbloqueados na Rússia? ? Deixe-nos saber na seção de comentários abaixo.


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Site russo sobre criptomoedas volta ao ar após decisão judicial



Um tribunal da cidade de São Petersburgo, Rússia, derrubou uma decisão tomada por um tribunal distrital em 2016 que efetivamente bloqueou o site bitcoininfo.ru de mídia de criptomoedas para os habitantes do país.

A decisão surgiu após o tribunal receber uma ordem da Suprema Corte da Rússia em abril para revisar o caso.

“O Tribunal da Cidade de São Petersburgo anulou a decisão do tribunal distrital de reconhecer as informações postadas no site do Bitcoininfo.ru”, disse o tribunal da cidade em um relatório do Tass na terça-feira.

O dono do site disse à agência de notícias que as declarações do promotor público de São Petersburgo revelaram que cerca de 100 sites de mídia de criptomoedas haviam sido bloqueados após a decisão.

Em julho de 2016, o tribunal distrital de Vyborg, em São Petersburgo, decidiu bloquear o bitcoininfo.ru sem permitir que os proprietários do site passassem por um teste inicial. A base da decisão era que as criptomoedas são “um meio de pagamento e acumulação virtual” e, portanto, fornecer informações relacionadas é ilegal, pois poderia minar a moeda fiduciária do país.

Após a proibição, o tribunal da cidade de São Petersburgo também recusou o recurso dos donos de sites para reconsiderar o caso, disse o relatório, até que a Suprema Corte revogou a decisão.

A decisão mais recente surge no momento em que a Rússia está em processo de elaboração e aprovação de um marco regulatório para o setor de criptomoedas – que se espera estar pronto no verão deste ano, conforme anteriormente exigido pelo presidente Vladimir Putin.

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Breve introdução ao EOS

Postado em junho 05, 2018

AGU consegue derrubar no TRF-1 decisão que obrigava CPI sobre dívida pública – Notícias


A Advocacia Geral da União (AGU) conseguiu nesta terça-feira derrubar no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) decisão da véspera que obrigava o Congresso Nacional a criar uma comissão, com poderes de Comissão Parlamentar de Inquérito, para realizar auditoria da dívida pública brasileira.

A decisão foi informada pela assessoria de imprensa da AGU há pouco em breve comunicado, sem detalhes.

Na segunda, o juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho havia atendido a pedido da Associação Auditoria Cidadã que pretendia dar cumprimento à disposição prevista na Constituição para determinar um pente-fino na dívida.

Para o magistrado, não era “razoável admitir” que, passadas quase três décadas da promulgação constitucional, o Congresso não tenha ainda dado integral e efetivo cumprimento ao da Constituição.

O juiz tinha determinado a aplicação de multa pessoal de 100.000 reais por dia de descumprimento ao presidente do Congresso, o senador Eunício Oliveira (MDB-CE).

Governo coreano esclarece posição após decisão judicial da Suprema Corte


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<p>                 Regulamento<br />
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<p><strong> O governo sul-coreano esclareceu sua posição em resposta à recente decisão do Supremo Tribunal do país afirmando que a criptomoeda é um ativo com valor mensurável que pode ser confiscado. O governo diz que sua posição deve ser vista separadamente da da Suprema Corte. </strong></p>
<p><em><strong> Também se lê: <a href= Yahoo! Japão confirma entrada no espaço Crypto

Resposta do governo coreano

 Governo coreano esclarece posição após decisão judicial da Suprema Corte O principal regulador financeiro da Coréia do Sul, a Comissão de Serviços Financeiros (FSC), respondeu à decisão do país Suprema Corte reconhece as criptomoedas incluindo bitcoin como ativos, de acordo com a mídia local.

A Suprema Corte determinou na quarta-feira, 30 de maio, que criptomoedas são ativos que podem ser confiscados como resultado criminal. O caso envolve um operador de site pornô e seu 191 BTC. Esta decisão representa a primeira vez que o Tribunal reconheceu a criptomoeda como propriedade.

O chefe do comitê de contramedidas de criptomoedas do FSC, Hong Sung-ki, foi citado pela Aktv esclarecendo:

O julgamento do Supremo Tribunal e a posição do A política do governo deve ser vista separadamente

Não ativos financeiros, nenhuma mudança nos regulamentos

Na quinta-feira, 31 de maio, o presidente do FSC Choi Jong-gu participou do sexto aniversário da Youth Banking Foundation em Gangnam-gu, Seul. Comentando o julgamento da Suprema Corte, a Sporbiz o citou enfatizando:

O Supremo Tribunal Federal reconhecendo o valor dos ativos e se a moeda virtual é um produto financeiro… é uma questão separada

 O governo coreano esclarece posição após decisão judicial da Suprema Corte O Ministro da Estratégia e Finanças, Kim Dong-yeon, foi citado pela publicação confirmando que “moedas virtuais como bitcoin não são ativos financeiros.”

Enquanto o FSC foi citado pela Zdnet Korea admitindo que “pode-se dizer que existe o valor da propriedade ”, a Comissão insiste que, quanto aos regulamentos criptográficos,“ não há mudança alguma ”.

Além disso, o regulador financeiro revelou:“ Examinaremos de perto as tendências na discussão das regulamentações internacionais sobre criptomoeda, como o G20, e examinar a institucionalização na Coréia. ”O FSC observou ainda que em relação a“ atos ilegais relacionados a transações em moeda virtual, como lavagem de dinheiro “O governo vai responder seriamente”

Opiniões divididas

Comentando tanto a decisão da Suprema Corte quanto a resposta do FSC, um funcionário da Associação Coreana de Indústrias de Bloqueios foi citado pelo Fnnews dizendo que é um bom julgamento a Corte reconheceu “o valor econômico da bitcoin”, acrescentando:

O governo e a Assembléia Nacional devem prestar atenção à decisão da Suprema Corte e planejar uma política para incorporar as transações de criptomoedas ao sistema o mais rápido possível. 19659019] A associação está atualmente trabalhando com as trocas de criptomoeda do país, incluindo Bithumb e Upbit, para reforçar a auto-regulação. A autoavaliação está sendo conduzida pelos intercâmbios sob a orientação da associação.

Você acha que o governo sul-coreano deveria prestar mais atenção à decisão da Suprema Corte? Deixe-nos saber na seção de comentários abaixo


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