A Rede Financeira Global da Ripple é Parceira da China … Notícia


LianLian International um provedor de serviços de pagamento com sede na China, se associou à RippleNet para oferecer transações transfronteiriças mais rápidas e menos dispendiosas para seus clientes nos EUA, Europa e China, de acordo com uma Anúncio de 7 de fevereiro no blog de Ripple .

RippleNet é a rede global descentralizada de Ripple, composta por bancos e outras instituições financeiras, que lida com as confirmações em tempo real de transações financeiras.

Brad Garlinghouse, CEO da Ripple, twittou que Ripple " acabou de abrir a porta para o maior mercado de comércio eletrônico do mundo ":

LianLian usará a solução centralizada de pagamento de software da Ripple, xCurrent que é adaptado para trabalhar com instituições financeiras, permitindo que os bancos confirmem os detalhes do pagamento em tempo real antes de cada transação e após cada entrega.

LianLian já lista o PayPal e a Apple como seus parceiros estratégicos, servindo mercados como Amazon, Ali Express e Ebay. Em referência à parceria de Ripple, Arthur Zhu, CEO da LianLian, disse:

"Com a RippleNet, melhoraremos ainda mais essa experiência e aumentaremos nossa participação de mercado, oferecendo aos clientes pagamentos instantâneos e bloqueados por todo o mundo nas 19 moedas que atualmente Apoio, suporte. Estamos ansiosos para trabalhar com a Ripple para transferir fluxos de pagamento entre a China e os membros da RippleNet em novos mercados. "

Ripple tem parcerias com mais de 100 instituições financeiras, recentemente parceando em meados de janeiro com Moneygram para acelerar

A parceria RippleNet e LianLian vem em um momento em que a China vem aumentando a regulamentação criptográfica, removendo anúncios criptográficos em redes sociais e motores de busca e que proíbe as trocas estrangeiras em cima das primeiras restrições cambiais domésticas .

Crédito imobiliário não segue a redução da Selic – 08/02/2018 – Mercado


O tomador de empréstimo para a compra do imóvel pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação), que usa recursos da poupança, continua encontrando um CET (custo efetivo total) do crédito em dois dígitos na maioria dos principais bancos do país.

O CET é o termômetro para a escolha do financiamento, porque, além da taxa de juros, inclui todos os encargos da operação, como seguros e custos contratuais.

Compradores poderiam supor que a queda vertiginosa da Selic, a taxa básica de juros do Brasil, ao longo do ano passado seria acompanhada de uma redução igualmente significativa nos juros do financiamento imobiliário, mas não foi o que aconteceu.

Até houve certo alívio. A taxa média de juros para crédito habitacional no mercado passou de 15,4% em dezembro de 2016 para 11% em 2017, segundo o Banco Central. A Selic do período, porém, caiu quase pela metade, de 13,75% ao ano para 7%, chegando a 6,75% nesta quarta (7).

Os bancos atribuem o ritmo mais lento na queda das taxas imobiliárias às dificuldades de captação da poupança e aos juros futuros.

Embora tenha fechado 2017 com captação líquida de R$ 17,13 bilhões, maior saldo positivo desde 2014, a poupança patinou durante o ano.

Além disso, Gilberto Duarte de Abreu Filho, presidente da Abecip (associação das entidades de crédito imobiliário), explica que “quando os bancos emprestam a dez anos, que é o tempo médio que o financiamento costuma ficar em suas carteiras, eles precisam ver o custo do dinheiro em dez anos”.

E contratos para 2028 estão com taxas de 10,2% ao ano. “Existe uma diferença de taxa de curto e longo prazo devido a riscos políticos e fiscais associados às reformas e à eleição”, diz Marink Martins, da corretora Icap.

Cenários

Fabrízio  Ianelli, superintendente executivo de negócios imobiliários do Santander, diz ver sinais de reação na poupança. “Se ela voltar com força e a curva de juros futuros começar a baixar, isso pode estimular uma redução nas taxas”, afirma.

Para Abreu Filho, se a reforma da Previdência passar, as taxas futuras caem no dia seguinte. “Se não acontecer neste ano, podem subir.”

Ainda que não exerce influência total nos juros imobiliários, a queda da Selic é um bom sinal para o mercado, avalia Leandro José Diniz, diretor de empréstimos e financiamentos do Bradesco. “O desemprego, que parou de aumentar, e a redução da Selic sugerem que as famílias podem ter maior capacidade financeira”, diz.

Adiar muito o empréstimo na espera de quedas bruscas nas taxas, porém, pode não funcionar. “Ainda que elas possam cair, deve haver certo embaraço conforme a eleição se aproxima. Para quem pensa sobre o assunto hoje, até maio pode ser melhor para decidir”, diz o planejador financeiro Marcelo Milech.

Para líderes, emenda aglutinativa não aumenta apoio da base à reforma da Previdência – Notícias


Por Ricardo Brito

BRASÍLIA (Reuters) – Líderes da base aliada afirmaram à Reuters que as concessões feitas pelo governo na reforma da Previdência, condensadas na emenda aglutinativa divulgada nesta quarta-feira pelo relator da proposta, deputado Arthur Maia (PPS-BA), em nada modifica o apoio dos parlamentares em favor da matéria.

As lideranças também enxergam dificuldades para aprovar a proposta na Câmara até o fim do mês, apesar do discurso otimista do governo de que, até lá, haverá apoio suficiente para passar o texto.

A nova versão traz as três inovações já anunciadas em novembro passado –a exclusão de qualquer modificação das regras para trabalhadores rurais e para os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a redução do tempo mínimo de contribuição de 25 para 15 anos– e acrescenta o direito de integralidade de pensão a cônjuges de policiais mortos em combate.

Pouco depois da apresentação do novo texto, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, admitiu que o governo considera a possibilidade de fazer novas concessões à proposta até a data limite para a apreciação da proposta, dia 28 de fevereiro.

Essas mudanças não podem, ressaltou, mexer no eixo principal da reforma, que é a adoção de uma idade mínima e um único tipo de regime previdenciário para todos os brasileiros.

O líder do PP na Câmara, Arthur Lira (AL), disse que as últimas modificações em nada influenciam os votos dos deputados. Ele alertou ainda para o fato de que novas concessões podem ter o efeito contrário ao pretendido com a reforma, ou seja, não ajude na melhoria das contas públicas do país.

“O governo vai ter que trabalhar para aprovar a reforma”, disse Lira, ao destacar que o governo precisa conquistar de 30 a 40 votos dos 308 necessários, mesma conta de Marun. Para tanto, Lira defendeu, é preciso fazer ajustes na reforma e tentar garantir o apoio dos governadores à proposta, o que também defende o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O líder do PR na Casa, José Rocha (BA), vai na mesma linha do colega do PP. Para ele, em vez das últimas mudanças, o governo precisa atender a demandas dos deputados da base, que reivindicam a liberação de emendas e a entrega de cargos. Há ainda, destacou, o receio dos parlamentares de apoiar a proposta e terem prejuízo eleitoral.

“Ainda há um medo dos deputados de não se reeleger”, afirmou José Rocha.

Um terceiro deputado, que deixou esta semana a liderança de um partido da base, disse que há um clima de desânimo entre os aliados quanto à aprovação da reforma. Ele afirmou que, além das recentes mudanças não surtirem efeito em termos de voto para a proposta, os deputados estão preocupados em apoiar a reforma e o texto não avançar no Senado.

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), deu indicações de que a proposta não vai tramitar de forma acelerada, se passar.

“Isso tira o entusiasmo, fazer um sacrifício e a reforma não seguir adiante”, afirmou essa liderança, que pediu para falar sob a condição do anonimato. Para ele, ainda assim, se colocar em votação agora na Câmara a matéria não será aprovada.

Nesta quarta, o PSDB –partido com 46 deputados– reafirmou sua decisão de fechar questão em favor da reforma sem, no entanto, prever punições a parlamentares que votarem contra a proposta.

Procurada pela Reuters, a assessoria de imprensa do novo líder do PSDB na Câmara, Nilson Leitão (MT), disse que o tucano ainda não havia feito uma análise das mudanças apresentadas pelo relator da reforma.

Os tucanos deixaram a base aliada de Temer no final do ano passado, mas o atual presidente da legenda, o governador paulista e pré-candidato à Presidência Geraldo Alckmin, tem defendido o voto do partido na reforma de olho num eventual apoio do presidente Michel Temer e de partidos aliados à sua campanha ao Palácio do Planalto.

Relator entrega novo texto de reforma da Previdência e confirma mudanças – Notícias


O relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), entregou nesta quarta-feira o novo texto da proposta e confirmou as mudanças já esperadas sobre trabalhadores rurais, Benefício de Prestação Continuada (BPC), redução de tempo de contribuição e aposentadoria para cônjuges de policiais mortos em combate.

Segundo Oliveira Maia, o novo texto representa aquilo que é consenso na base do governo para se iniciar a discussão da matéria na Câmara em 19 de fevereiro, dentro do cronograma previsto.

O relator entregou o novo texto da proposta de reforma da Previdência após apresentá-lo na noite passada a líderes da base. Segundo Oliveira Maia, ainda existem vários outros pontos que são objeto de reivindicações de parlamentares e que não estão impedidos de constar no texto.

“Pode haver modificações no plenário”, disse o relator a repórteres após a entrega do texto, acrescentando, no entanto, que a orientação é fazer apenas modificações que impliquem em votos a favor da proposta.

Votos necessários

O governo, que batalha para obter os exigidos 308 votos dentre 513 deputados para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), calcula ter aproximadamente 270 votos, e trabalha com uma margem de 40 a 50 parlamentares a serem convencidos.

Na terça-feira (6), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que a votação da reforma da Previdência está mantida para o próximo dia 20, apesar de reconhecer que no momento a matéria não tem o apoio necessário para ser aprovada.

“Está mantida”, disse Maia a jornalistas, sobre a votação da reforma, após se reunir com o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), na sede da prefeitura paulistana.

“Vamos trabalhar. Acho que alguns têm muita ansiedade. Eu tenho paciência e equilíbrio para discutir a reforma da Previdência”, disse Maia.

(Com Reuters)

Recebemos um salário de fome, diz aposentado

O Testemunho Escrita da cadeira da SEC sugere uma moderação para Cryptocurrencies, mas as ICOs são avisadas



O testemunho escrito de Jay Clayton, presidente da Comissão de Valores Mobiliários (SEC), foi divulgado em 5 de fevereiro de 2018. Ele vem à frente do testemunho oral do presidente perante o Comitê do Senado dos Estados Unidos sobre Banca, Habitação e Urbanismo Assuntos em 6 de fevereiro de 2018 sobre questões de "Moedas virtuais: o papel de supervisão da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA e da Comissão de Negociação de Futuros de Mercadorias dos Estados Unidos". Geralmente, o testemunho escrito reflete de perto a linguagem que podemos esperar no depoimento oral hoje . Passando pelo testemunho escrito, há várias opções importantes para tomar nota. (Se as opiniões das cadeiras contidas neste artigo parecem familiares, é porque eles co-autor de uma publicação no Wall Street Journal em 24 de janeiro de 2018, aparentemente sentando as bases antes do seu testemunho.) Ponto 1: SE você procura levantar capital para financiar uma empresa através de uma OIC, a SEC vê isso como a oferta e venda de títulos e sua empresa está sujeita às leis que regem a venda de títulos. Para aqueles no mundo da criptografia, isso é uma má notícia se a moeda na qual você é investido for determinada a ser uma segurança real. Na página 3 de seu testemunho escrito, Clayton declarou: Não deve haver mal-entendidos sobre a lei. Quando os investidores são oferecidos e vendidos títulos – que até o momento as ICOs foram em grande parte – eles têm direito aos benefícios das leis de valores mobiliários estaduais e federais e os vendedores e outros participantes do mercado devem seguir essas leis. Parece que o presidente Clayton acredita que a maioria das ICOs são títulos não registrados; ou seja, se eles devem ser considerados como tais, eles violariam as leis estaduais e federais. Clayton evidencia ainda essa suposição, observando: "Para aqueles que procuram levantar capital para financiar uma empresa, como muitos no espaço da ICO procuraram fazer, uma entrada primária na jurisdição da SEC é a oferta e venda de valores mobiliários, conforme estabelecido no Securities Act de 1933. "Aqui, Clayton está afirmando que empreendimentos que buscam levantar fundos através de uma OIC devem considerar, como uma" entrada primária ", se registrar como segurança com a SEC. No cerne dos pontos do presidente aqui é um argumento que a indústria enfrentou de forma fundamental, especialmente nas OIC. Esse argumento é, como Clayton coloca na página 6 de seu testemunho: "A moeda ou o token são uma segurança?" Enquanto Clayton demora em dizer que a resposta à sua pergunta ICO depende dos fatos individuais de cada moeda ou token, ele afirma que "até o momento não foram registradas ICOs com a SEC, e a SEC também não aprovou para listar e negociar quaisquer produtos negociados em bolsa (como ETFs) detentores de criptografia ou outros ativos relacionados a cryptocurrencies". Como Clayton chega Esse ponto: como uma definição governante de valores mobiliários, o presidente Clayton citou o § 2 (a) (1) do Securities Act de 1933, bem como o § 3 (a) (10) do Securities Exchange Act de 1934. (Estes dois atos são dois dos três principais órgãos jurídicos que descrevem a maioria dos regulamentos do setor de investimentos dos EUA – o terceiro é a Lei de Conselheiros de Investimento de 1940, ou o "Ato 40" coloquialmente.) Essas seções definem uma segurança como "inclusive [ing]entre outros itens, "um contrato de investimento t. "De acordo com as leis federais ao abrigo do Título 15 do Código dos EUA, um contrato de investimento é" um investimento de dinheiro em uma empresa comum com uma expectativa razoável de que os lucros sejam derivados dos esforços empresariais ou gerenciais de outros ". Veja 15 USC §§ 77b-77c.Point # 2: Os reguladores dos EUA aplicam a mesma análise de "fatos e circunstâncias", utilizando uma estrutura baseada em princípios para determinar se as OIC e os mercados de moeda criptográfica devem ser classificados como valores mobiliários. Este é um potencial suspiro de alívio para a indústria de criptografia. Se as cadeiras continuam firmes nesse ponto, parece que qualquer repressão em diferentes moedas virá de forma fragmentada e sobre os méritos das moedas de forma individual, em vez de uma decisão amplamente varrida. Referindo-se em seu depoimento a um relatório emitido em 25 de julho de 2017, nos tokens DAO como um caso de teste, a cadeira parece sugerir que a metodologia para determinar que os tokens DAO são títulos deve ser alegorizada para outras moedas ou tokens oferecidos no espaço. A seguir, na página 7 de seu depoimento, a presidente afirma que "a mensagem da Comissão aos emissores [those who conduct the ICO] e os profissionais do mercado no espaço eram claros: aqueles que usariam a tecnologia do razão maior distribuída para levantar capital ou se envolver em transações de títulos devem tomar as medidas apropriadas para garantir o cumprimento das leis federais de valores mobiliários ". Ponto 3: Estamos fazendo isso em nome de" Proteção ao Investidor ". Esta é a linha de propagação preventiva de Medo, Incerteza e Dúvida (FUD) que está sendo rebocada por cada regulador que protege uma economia mais próspera que a da Coréia do Norte. No entanto, o ponto que o presidente Clayton faz em criptografia não é sem mérito. Os tipos específicos de proteção ao investidor que a nova aplicação do atual quadro regulatório para cryptocurrencies espera melhorar: a divulgação inadequada ou inexistente (KYC / AML), a volatilidade (problemas semelhantes a falhas instantâneas, problemas de classe de ativos endêmicos que podem causar uma marca pânico entre todas as classes de ativos investidos); e todo o roubo e fraude na indústria. Como a cadeira coloca na parte de seu depoimento escrito intitulado "Execução", tem havido uma nova unidade cibernética estabelecida na Divisão de Execução da SEC em setembro de 2017, focada em má conduta envolvendo a indústria especificamente visando esses tipos de comportamentos listados acima. Ponto 4: as criptografia não são "moeda", mas algumas delas não são "títulos". O presidente não sai diretamente e diz diretamente isso, mas na página 5 de seu testemunho escrito, ele afirma: enquanto há cryptocurrencies que, pelo menos, como atualmente projetado, promovido e usado, não parecem ser títulos, simplesmente chamar algo de uma "moeda" ou de um produto baseado em moeda não significa que não seja uma segurança. A cadeira observa um pouco acima, em seu depoimento de que "a SEC não possui uma supervisão direta das transações em moedas ou commodities, incluindo plataformas de negociação de moeda". Ponto 5: Mas poupe alguma proibição para o investidor individual médio … Proibindo que certas classes de investidores participem uma segurança ou mercado não é nada novo. Por exemplo, certas ofertas privadas só são permitidas para investidores individuais credenciados, enquanto outros são reservados para as classes de investidores mais específicas. Como investidores individuais no espaço de criptografia ("Investidores de varejo" ou "Investidores da Main Street"), as seguintes declarações no testemunho escrito são desanimadoras. O presidente da SEC, Clayton, afirma na página 2 de seu testemunho escrito de que seus esforços "foram conduzidos por vários fatores, mas principalmente pela preocupação de que muitos investidores da Main Street não entendam todos os fatos e riscos relevantes envolvidos". Embora não seja nenhuma surpresa Para os investidores, as criptografia são atualmente uma classe de ativos volátil e arriscada, até mesmo a dica de que os investidores da Main Street não entendem essa noção, muitas vezes serve de razão para restringir os investidores de varejo não credenciados do acesso a instrumentos financeiros mais complicados ou ilíquidos. Além disso, afirmou: "Muitas plataformas de negociação são mesmo chamadas de" intercâmbios ". Estou preocupado que essa aparência seja enganadora." Na opinião de Clayton, os investidores que negociam nessas bolsas não recebem muitas das proteções de mercado que elas fariam nas tradicionais trocas de investimento . Enquanto o presidente poderia ser louvado pelo seu sentimento em proteger os investidores, especialmente porque os riscos de negociação em trocas expuseram os investidores à perda no passado, a visão alternativa de sua declaração é que o presidente da SEC procura encontrar uma maneira de regularizar os intercâmbios que proporcionam acesso aos Investidores de Varejo – deixando as criptografas legalmente acessíveis apenas para aqueles suficientemente educados sobre os riscos, o produto e o espaço ou, como no caso de investidores credenciados, permitindo que apenas os ricos invistam em criptografia. Teremos uma atualização em Takeaways da audiência do Senado em breve. Este artigo apareceu originalmente na revista Bitcoin.

Prazo para inspeção da Anvisa deve cair 80% – 07/02/2018 – Mercado Aberto


O tempo de espera para importar produtos de saúde e equipamentos médicos deverá cair dos atuais 30 meses para um período de 90 a 180 dias, segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Há 672 pedidos na fila, segundo o dado mais recente, de outubro de 2017.

Antes que itens como próteses e similares possam desembarcar no Brasil, é preciso que o órgão envie um técnico para inspecionar as fábricas fora do país.

Uma resolução publicada no fim de 2017 permite que a Anvisa aceite auditorias de outras autoridades. A mudança será implementada até junho, afirma Jarbas Barbosa, presidente da agência.

“A Anvisa fez 280 inspeções em 2017, e quase metade disso foi nos Estados Unidos. A regra deles é praticamente igual à nossa, então essa equivalência será, na prática, reduzir a fila pela metade.”

A resolução amplia o que já começou a ser feito em um convênio com Austrália, Canadá, Estados Unidos e Japão, mas ainda será necessário ver quais serão os requisitos, diz Felipe Kietzmann, presidente do conselho da Abimed (do setor).

A agência se reunirá com as entidades no fim de fevereiro para discutir a possibilidade de inspeções feitas por terceiros também no Brasil, afirma Paulo Henrique Fraccaro, da Abimo (que representa a indústria nacional).

Contrato atípico

A gestora Horus GGR vai incorporar pelo menos mais três galpões logísticos ao seu fundo de investimento imobiliário, que hoje têm oito ativos, diz Telêmaco Genovesi Jr., fundador da empresa.

São contratos atípicos de locação, com no mínimo cinco anos de duração e empreendimentos desenvolvidos sob medida para locatários.

“A multa [para rescisão ou devolução do imóvel] nessa modalidade é o pagamento do restante do contrato, então a vacância acaba não fazendo sentido.”

A Horus GGR acaba de captar R$ 270 milhões em sua segunda rodada para o fundo, quase R$ 160 milhões a menos que a demanda.

A gestora planeja lançar um fundo nesse formato para outros segmentos, mas as negociações são incipientes.

Outras companhias já possuem veículos similares, como o Votorantim Asset, que tem um fundo com 64 agências e imóveis do Banco do Brasil, com patrimônio líquido é de R$ 1,5 bilhão.

Há um interesse crescente tanto de investidores como de proprietários que querem vender ativos, diz Fábio Carvalho, diretor financeiro da Alianza, que captou R$ 100 milhões para um FII de contrato atípico em dezembro.

Uma segunda oferta virá se o mercado estiver bem e se houver boas oportunidades de ativos.

Quem oferece mais

As casas de leilão aproveitam o momento em que a crise ainda gera bens para serem ofertados e, ao mesmo tempo, há demanda de pessoas físicas e investidores com apetite para fazer lances.

Novos clientes, como pessoas físicas, passaram a vender imóveis nesse canal, diz André Zukerman, leiloeiro da casa com seu sobrenome.

“O aumento da inadimplência e a retomada por instituições financeiras também aumentaram o estoque.”

Os donos originais das propriedades que surgem em leilões deixaram de pagar prestações durante a crise, e até o bem ser colocado à venda leva-se um tempo, geralmente para tentativas de negociações com o banco.

A Sold, tradicionalmente especializada em itens miúdos, nota aumento de oferta de itens de empresas que já começaram a se renovar, como as redes de hotéis, diz o leiloeiro Henri Zylberstajn.

“Outros setores, como de franquias, pequeno varejo e restaurantes, ainda não superaram a crise e vendem seus bens em leilão em decorrência de fechamentos.”

Parceiro nos EUA Marcos Siqueira, um dos sócios da Radar PPP, fará parte da equipe de parcerias público-privados do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), em Washington (Estados Unidos). Ele ficará três anos afastado da consultoria no Brasil.

Conflito… A maioria (62%) dos millennials, categoria de marketing para se referir a público jovem, usa aplicativos de lojas até cinco vezes por semana, segundo uma pesquisa da Aruba, empresa que pertence à Hewlett Packard.

…de gerações Parte deles (13,5%) entra até dez momentos nesse tipo de programa. Uma minoria (48%) de baby-boomers, nascidos após a Segunda Guerra, usa apps de varejo cinco vezes por semana, e ninguém por dez instâncias.

Frutos do mar A rede de restaurantes Vivenda do Camarão vai modernizar sua linha de produção e suas fazendas que produzem crustáceos. Os investimentos previstos pela empresa para este ano são de R$ 3,5 milhões.

Inevitável As catástrofes naturais geraram perdas econômicas de US$ 353 bilhões (cerca de R$ 1,12 bilhão) no mundo em 2017, de acordo com a consultoria e corretora de seguros Aon, que levantou dados de 330 ocorrências.

De volta Uma comitiva de empresários e representantes do governo organizada pela CNI (confederação da indústria) retorna do Vale do Silício nesta quinta (8). O grupo visitou sedes de empresas como IBM, Qualcomm e Facebook.

Programa de… A Petrobras publicou 11 anúncios de leilões em janeiro pela casa Superbid. Ela oferta bens como motores, bombas etc.

…desinvestimentos É o mesmo número de avisos que a estatal fez em 2017 inteiro. No ano passado, houve concentração em dezembro.

Endereço A petroleira colocou somente imóveis a leilão em 2016. Foram dez anúncios naquele ano. Esse tipo de ativo não voltou a ser ofertado.

com Felipe Gutierrez, Igor Utsumi e Ivan Martínez-Vargas

Juro subirá lá fora, e políticos não sabem o tamanho da encrenca – 07/02/2018 – Alexandre Schwartsman


Tivemos na semana passada a última reunião do Federal Reserve sob o comando de Janet Yellen, quando se decidiu pela manutenção dos juros básicos americanos entre 1,25% e 1,50% anual, sinalizando, porém, que a taxa subirá durante o ano, ainda que deva se manter abaixo do nível que, espera-se, prevalecerá no longo prazo.

Apesar da mensagem tranquilizadora, o mercado de títulos começa a mostrar preocupação: a taxa de juros para dez anos, talvez a mais importante do sistema solar, subiu de algo como 2,5% ao ano para pouco mais de 2,8% anuais do começo de janeiro para cá, o nível mais elevado desde o observado no fim de 2014.

Não se trata, à primeira vista, de um grande movimento e, para falar a verdade, é ainda um nível historicamente baixo (para os mais curiosos, a série desde 1953 pode ser vista aqui, mas já foi suficiente para afetar não só o dólar no Brasil mas as Bolsas em todo o mundo, que sofreram forte queda.

O fato é que os dados mostram a economia americana crescendo na casa de 2% a 2,5% ao ano desde 2010, suficiente para reduzir de modo persistente a taxa de desemprego, que caiu de 10% ao final de 2009 para 4,1% nos últimos quatro meses, nível que parece representar o pleno emprego naquele país.

Apesar de outras medidas (mais amplas) de desemprego sugerirem a possibilidade de alguma folga escondida no mercado de trabalho americano, tal folga, se existir, também não é das maiores. Não por acaso, o salário médio por hora subiu quase 3% em janeiro deste ano, o ritmo mais forte desde junho de 2009. De forma consistente, as projeções no mercado de títulos para a inflação subiram para pouco mais de 2% ao ano no horizonte de dez anos.

É bom deixar claro que não estamos falando de gigantesca aceleração inflacionária; no entanto, na comparação com os últimos anos, período em que salários não pressionaram a inflação, trata-se de uma dinâmica visivelmente distinta.

O receio, portanto, do mercado de renda fixa, que se exprime na forma de juros mais elevados, parece refletir a percepção de que a reação da política monetária terá que ser um tanto mais rápida, e mais vigorosa, do que as três elevações de 0,25% que se imaginavam como o cenário mais provável para 2018.

Esse risco se agrava na presença do estímulo proveniente do corte de impostos aprovado no fim do ano passado, que deve elevar a demanda no curto prazo ainda mais rapidamente.

Até agora vivemos um momento muito particular da economia global: conjugamos crescimento forte e disseminado com liquidez abundante, que estimula a busca por taxas de retorno (e risco) mais elevadas.

O primeiro ajuda o desempenho das nossas exportações, portanto nosso equilíbrio externo; já a segunda tem anestesiado investidores no que se relaciona à paralisia reformista mesmo em face de um sério desequilíbrio fiscal no país.

É bom ter em mente que essa janela não permanecerá aberta indefinidamente. Se, de fato, estamos observando os primeiros movimentos da transição para um mundo mais normal, com taxas de juros mais elevadas nos países ricos, reformas se tornam ainda mais urgentes.

Pelo andar da carruagem, contudo, o mundo político ainda não se deu conta do tamanho da encrenca. Quando perceber, poderá ser tarde demais.

Todos direitos reservados a traderize.com.

Moedas aceitas no site: