Você viu? Criptomoedas em propaganda da Ford



Todo mundo sabe que as criptomoedas são um sucesso, mesmo após as recentes baixas no preço das criptos elas continuam chamando atenção agora não só dos cripto-entusiastas, mas também dos profissionais de propaganda de grandes empresas como a Ford.

No Youtube já está chato, quase todos os vídeos tem uma propaganda sobre criptomoedas, com algum segredo ultra secreto que irá mostrar como se tornar o próximo milionário investindo no próximo “Bitcoin”.

Mas agora as propagandas com criptomoedas começaram a aparecer na grande mídia e quem saiu na frente foi a Ford, que visando atingir um público jovem entusiasmado com a alta das criptomoedas, que passaram a procurar outros investimentos após a recente baixa do mercado, a Ford em sua propaganda destacou um beneficio das criptomoedas, as taxas e foi esse um dos focos da propaganda, destacando que ao comprar o automóvel em questão, no caso o Ford KA o comprador terá zero taxa.

Veja abaixo a propaganda da Ford:

Estamos ansiosos esperando se a próxima propaganda da Ford vai abordar o tema das criptomoedas.

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Waves é listada na Huobi

Postado em junho 21, 2018

LocalMonero: A plataforma de venda P2P da criptomoeda Monero

Após uma semana do lançamento da LocalMonero.co e os compradores e vendedores da criptomoeda voltada para a privacidade, já negociaram monero em muitos países ao redor do mundo. A monero (XMR) é agora mais…


Tabelar frete é ir contra ‘regra pétrea’ da economia, diz Fundação Dom Cabral – Notícias


Tabelar o frete rodoviário, como está sendo proposto pelo governo federal, é uma medida que vai contra a regra “pétrea” de oferta e demanda que rege a economia, avalia Paulo Resende, coordenador do Núcleo de Logística, Infraestrutura e Supply Chain da Fundação Dom Cabral (FDC). “Acho que qualquer poder que quiser mediar uma discussão de tabela de frete corre o risco de mediar uma coisa que não dá fruto”, disse durante evento da FDC para lançar a Plataforma de Infraestrutura em Logística de Transportes (PILT).

Ainda na discussão sobre o frete, o especialista disse enxergar um “vácuo preocupante de intermediação técnica” no País. “A intervenção da instância suprema do Judiciário mediando situações desse tipo nos mostra a grande distorção institucional que o Brasil vive”, opina Resende.

Conforme dados da plataforma lançada nesta quinta-feira pela FDC, os embarcadores de carga deverão ver um aumento de cerca de R$ 130 bilhões de seus custos logísticos até 2035 – cenário que considera a implementação dos principais projetos federais nos setores de rodovias, portos, hidrovias e ferrovias até 2025 e a manutenção do estoque de infraestrutura existente.

Porém, Paulo Resende destaca que essa elevação dos custos nos próximos 20 anos não irá, necessariamente, se reverter em alta do frete. “O frete é um preço final, é uma remuneração final. Você tem a formação dos custos e o frete. Entre o frete e a formação dos custos, você tem a margem, seja do autônomo ou das transportadoras. Se nós tivermos um olhar estratégico, uma das formas de melhorar a margem do caminhoneiro e do transportador é melhorar a infraestrutura brasileira”, conclui.

"Vender Criptomoedas é como Vender a Apple em 2001", diz CEO da eToro


Com a fachada da loja da Apple (Foto: Ashokboghani / Flickr)

Com mais de US $ 9 milhões levantados por ICOs desde o início do ano como criptomoedas vivem um boom semelhante ao da internet no fim dos anos 90. Pesquisadores ouvidos pela Business Insider relacionam o momento com a “bolha da internet”: grande parte dos projetos falham, mas eles são líderes para hoje, como Google e Amazon.

“Na minha visão de prazo longo, vender [empresas de] é hoje um fornecedor de maçã em 2001”, disse Yoni Assia, investidor de bitcoin e ethereum e CEO da eToro, plataforma de negociação que a opera de criptomoedas.

, uma escala dessa proporção “nunca existiu antes, nem mesmo na bolha da internet”. Assia exemplifica: um livro whitepaper e, facilmente, 100 mil milionários leem o documento. Se 1 mil colocam US $ 10 mil, um ICO já consegue $ 10 milhões

Nesse contexto, claro que há ceticismo. Para Assia, “95% das startups terminarão em nada”. A visão é semelhante a outros investidores, como Obi Nwosu, CEO da exchange de bitcoin Coinfloor.

Para ele, um dos 20 projetos mais procurados, serão as “dezenas de fornecedores aplicativos matadores”. Já Dominik Schiener, criador da criptomoeda IOTA, acreditou que menos de 10 dos mais de 1.400 projetos relacionados a novos empreendimentos ligados a [19659021] blockchain, que está entre as tecnologias mais promissoras para os negócios . This content is present in the middle of the world, in the middle content, and the different resources to the process. [19659022] produtos e serviços nessa área chegaram a US $ 9,2 bilhões em 2021, 10 vezes mais do que os US $ 945 milhões registrados no ano passado. Para 2018, uma projeção é de US $ 2,1 bilhões.

Leia também: Análise Técnica Bitcoin 21/06/18

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Projeto que viabiliza venda das distribuidoras da Eletrobras é adiado e preocupa setor – 21/06/2018 – Mercado


A votação do projeto que lei que viabiliza a venda das distribuidoras de energia da Eletrobras no Norte foi adiada mais uma vez nesta quarta (20), o que gerou apreensão entre o setor elétrico. 

O objetivo do projeto é permitir que as dívidas bilionárias das companhias sejam pagas com fundos setoriais —ou seja, incluídas na conta de luz do consumidor—, o que possibilitaria a atração de investidores aos leilões, marcados para o dia 26 de julho.

A solução é apontada por analistas do setor como a única saída para evitar outro cenário ainda mais grave: a liquidação das empresas. 

A liquidação é considerada uma medida extrema, pois geraria dúvidas sobre a continuidade da prestação do serviço, a possibilidade de uma demissão em massa de funcionários e uma enorme transferência de passivos à Eletrobras, controladora das empresas. 

“Criaria um problema, porque nunca houve uma liquidação de uma concessionária na história”, afirmou Nelson Leite, presidente da Abradee, associação das distribuidoras de energia.  

As quatro distribuidoras localizadas no Norte do país acumulam passivos de R$ 29,8 bilhões. A Amazonas Energia tem a situação mais grave, com débitos de R$ 20,37 bilhões. 

A solução é essencial para atrair interessados ao certame e evitar a liquidação, principalmente no caso da empresa amazonense, afirma Gustavo de Marchi, sócio do  Décio Freire & Associados. 

A cada vez menor janela de oportunidade para votar o projeto, porém, preocupa o setor. 

Há um requerimento de urgência que aguarda votação do plenário da Câmara, para que o texto siga diretamente ao plenário. 

Para que a urgência do projeto de lei seja aprovada, é preciso o voto de 257 deputados –o que será difícil na próxima semana, em que a bancada nordestina deverá se ausentar para participar das festas juninas em seus estados, diz o analista político Leandro Gabiati.

Ainda haveria a possibilidade de votação na primeira semana de julho, a última antes do recesso parlamentar. No entanto, a pauta da Câmara segue disputada, e a matéria ainda deverá passar pelo Senado, ele explica. 

A Eletrobras já obteve autorização para prorrogar a prestação do serviço nos seis estados enquanto o leilão não é realizado —falta apenas a aprovação da prorrogação na assembleia de acionistas da estatal. 

No entanto, analistas do mercado avaliam que os atrasos podem prejudicar o interesse dos investidores e, à medida que as eleições se aproximam, a votação fica ainda mais difícil. 

O equacionamento das dívidas das distribuidoras do Norte era um dos pontos presentes na medida provisória 814, que caducou no último mês. O projeto de lei é uma nova tentativa de aprovar a medida. 

Associações do setor elétrico também pressionam pela inclusão de outra solução que estava presente na MP 814: a resolução do chamado risco hidrológico, briga do setor que tem gerado um rombo de R$ 6 bilhões não pagos por geradores hidrelétricos. 

No entanto, há uma resistência em incluir esta e outras emendas para simplificar a tramitação e garantir que o problema das distribuidoras seja resolvido. 

O governo já trabalha formas de resolver o problema do risco hidrológico no âmbito regulatório, sem que haja a necessidade de passar pelo Congresso. 

Brasil ’empata’ em desigualdade e toma goleada da Rússia em educação – Notícias


Países com diferenças históricas, climáticas e culturais à primeira vista inconciliáveis, Brasil e Rússia há quase 20 anos fazem parte do mesmo grupo de emergentes, os Brics, graças às características que têm em comum na economia.

Assim como Índia, China e África do Sul, os demais países que compõem a sigla, ambos viveram um ciclo de prosperidade até 2010, impulsionado também pelo aumento nos preços internacionais de commodities – o petróleo no caso da sede da

Quase dez anos depois, contudo, o cenário é outro: os dois países tentam se recuperar depois de dois anos de recessão e, tanto lá quanto aqui, a retomada é lenta.

A “ressaca” após período de boom econômico, avaliam especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, também é reflexo das similaridades entre as duas economias. Ambas dependem da exportação de produtos básicos, cujos preços recuaram, perdem com a baixa produtividade do trabalho e com a falta de inovação na indústria.

Ao contrário do Brasil, entretanto, a dívida pública russa praticamente não subiu durante a crise – avançou de 15,9% do PIB para 17,4% entre 2015 e 2017, contra um salto de 72,5% do PIB para 83,9% aqui – e a taxa de desemprego não foi além dos 5%, em parte por pressão do governo Putin para que as empresas não demitissem.

Mas isso não quer dizer que a população não tenha sentido os efeitos da recessão. Os salários encolheram durante esse período, e os russos ainda não recuperaram seu poder de compra.

Em ambos os países, a renda é altamente concentrada. A Rússia tem 101 bilionários – mais que o dobro do Brasil -, e 20 milhões estão abaixo da linha de pobreza, levando em conta as estimativas do governo, consideradas conservadoras.

Apesar da desigualdade elevada, contudo, o país tem desempenho compatível com o de países europeus nos rankings internacionais de avaliações de alunos, como o Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) – uma diferença marcante, já que o Brasil ocupa as últimas posições da lista e tem o pior resultado quando se leva em consideração os testes de matemática.

O analfabetismo foi erradicado ainda antes da Segunda Guerra e praticamente não existem crianças fora da escola, conta a professora Elena Vássina, natural de Moscou, que dá aulas de literatura e cultura russa na Universidade de São Paulo (USP).

“Com três ou quatro anos as crianças já começam a decorar poemas de (Alexander) Pushkin na escola”, diz ela, que embarca neste sábado para o país da Copa para assistir aos jogos em casa.

Recessão com inflação alta

O colapso nos preços do petróleo é apontado como principal responsável pela crise econômica que fez o PIB da Rússia encolher 2,5% em 2015 e 0,2% em 2016 – tombo menor que o do Brasil, de 3,5% em cada um dos dois anos.

Cotado a mais de US$ 100 até o início de 2014, o barril chegou a valer menos de US$ 30 em 2016. A commodity é o principal produto de exportação dos russos, representando cerca de 50% de tudo o que país vende ao exterior, entre petróleo cru, refinado e gás.

Além da queda nos preços, as sanções econômicas impostas à Rússia pelos Estados Unidos e União Europeia em 2014, logo após a anexação da Crimeia – região que estava sob o controle da Ucrânia – também tiveram papel importante na crise, acrescenta Nafez Zouk, da consultoria Oxford Economics.

Com menos exportações, o volume de dólares no país diminuiu. Para evitar que a Rússia “vendesse todas as suas reservas” na tentativa de segurar a cotação da moeda americana, o Banco Central passou a adotar o regime de câmbio flutuante, explica o economista, e deixou o rublo desvalorizar.

A moeda chegou a perder 50% do valor nesse período e provocou um salto na inflação, que chegou a ficar ainda mais alta que no Brasil. Em 2015, atingiu 12,9%, contra 10,67% por aqui.

Desemprego baixo e ‘contratação três por um’

A trajetória do desemprego mostrada pelos dados oficiais, entretanto, praticamente não se alterou. Enquanto no Brasil a taxa atingiu 12,8%, na Rússia ela não passou de 5,6%.

Isso se explica, em parte, pelo chamado “desemprego oculto”, que cresceu nesse período, diz o economista russo Victor Krasilshchikov.

Incentivadas pelo governo, as empresas reduziram as remunerações e mantiveram o volume de contratações de novos empregados.

“Elas contratam três pessoas com o salário de uma”, diz o especialista, que é chefe do grupo de pesquisa do Centro de Estudos do Desenvolvimento do Instituto Nacional de Pesquisa de Economia e Relações Internacionais (Imemo).

“Existe uma pressão política para não demitir”, concorda William Jackson, da Capital Economics, acrescentando que, além do corte nos salários, as empresas também reduzem as horas de trabalho e dão férias coletivas para evitar cortes de pessoal.

Com o aumento da inflação e a redução dos salários, contudo, a renda do trabalho vem encolhendo de forma contínua desde a crise, diminuindo o poder de compra dos russos.

“O consumo foi o que mais sentiu (os efeitos da recessão). O fardo da crise recaiu majoritariamente sobre os trabalhadores”, avalia Zouk, da Oxford Economics.

Apesar da recuperação dos preços do petróleo, que favorece a retomada da economia do país, o economista pondera a Rússia enfrenta entraves similares aos do Brasil – problemas estruturais que diminuem seu potencial de crescimento, como a baixa produtividade do trabalho, a falta de inovação e a economia relativamente fechada e pouco competitiva.

Um dos países com maior concentração de riqueza

Com 101 bilionários – contra 43 no Brasil -, a Rússia está entre os países que mais concentra riqueza no mundo, conforme o Global Wealth Report do banco Credit Suisse.

Os 10% mais ricos detêm 77,4% de toda a riqueza do país, contra 72,3% no Brasil. O economista Tony Schorrocks, um dos autores do levantamento, que há dez anos trabalha na base de dados, explica que a estimativa leva em consideração todo o patrimônio pessoal, de propriedade a ativos financeiros, descontadas as dívidas.

É diferente, por exemplo, do indicador da desigualdade de renda usado pelo Banco Mundial. Tomando essa medida, os 10% mais ricos na Rússia acumulam quase 30% dos rendimentos, enquanto no Brasil o percentual sobe para pouco mais de 40%.

“Essa é uma medida (a concentração de riqueza) importante quando se analisa, por exemplo, a mobilidade social entre as gerações e a persistência da desigualdade. Os filhos não herdam a renda do trabalho dos pais, mas o patrimônio”, ele pondera.

“Além disso, os ricos não gastam seu dinheiro só em produtos de luxo. Eles, em muitos casos, têm influência sobre a mídia e fazem grandes doações a partidos políticos”, acrescenta.

No caso da Rússia, diz o economista, a concentração seria em parte reflexo da transição do regime comunista da União Soviética, em que praticamente não havia propriedade privada, para o capitalismo.

Nas últimas décadas, um grupo pequeno de pessoas influentes explora os principais recursos do país – não por acaso, os bilionários russos no topo da lista atuam no setor de óleo e gás e na indústria do aço.

Na base da pirâmide, as estatísticas oficiais apontam que pouco mais de 13% da população do país, 20 milhões, está abaixo da linha de pobreza, estabelecida em pouco mais de 10 mil rublos (cerca de US$ 155) pelo governo.

Krasilshchikov, economista do Imemo, pondera que, se levada em conta a métrica usada pelas Nações Unidas para definir pobreza – se a família gasta mais da metade da renda para comprar alimento -, 30% dos russos seriam considerados pobres.

A pobreza é maior nas pequenas cidades rurais – onde vive um quarto da população, contra 14% no Brasil -, diz o economista, do que nos grandes centros, como Moscou e São Petersburgo.

Dostoiévski no ‘ensino médio’

Apesar da desigualdade elevada, o acesso à educação pública de qualidade na Rússia é quase universal, diz a professora Elena Vássina, que se divide entre São Paulo e Moscou.

Herança do período comunista, o programa de ensino é igual em todo o território e há boas escolas mesmo nas cidades menores. “O ensino era muito ideologizado, mas o comunismo investiu muito em educação. É uma tradição russa que vem desde o século 18”, ela ressalta.

Clássicos como Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski, e Guerra e Paz, de Liev Tolstói, ela conta, são leituras obrigatórias para os jovens de 15 e 16 anos. Nos cursos de literatura nas universidades, a carga horária é três vezes maior do que na USP, por exemplo, onde Vássina leciona.

Não por acaso, o desempenho do país em avaliações como o Pisa é muito superior ao do Brasil. Tanto nos testes de leitura quanto nos de matemática, a Rússia está acima da média da OCDE, que reúne as economias mais desenvolvidas do mundo.

O Brasil segue na lanterna. É o pior em matemática e tem o terceiro pior desempenho em leitura, atrás do Peru e da Indonésia.

A austeridade fiscal de Putin

Das diferenças entre os dois países, a trajetória das contas públicas também chama atenção.

Desde meados dos anos 2000 a dívida bruta do governo está relativamente estável, e assim se manteve também durante a recessão. No Brasil, os reiterados deficits nos resultados do governo – que hoje gasta mais do que arrecada – e a trajetória de crescimento da dívida são considerados um dos maiores riscos de médio prazo para a economia.

“A austeridade fiscal na Rússia talvez venha da memória do que aconteceu nos anos 90”, afirma Jackson, da Capital Economics, referindo-se à crise da dívida russa, quando o país decretou moratória e teve de renegociar a dívida externa.

Putin manteve as torneiras fechadas durante a crise e conseguiu se reeleger neste ano mesmo com a política fiscal contracionista – ou seja, com redução do gasto público -, geralmente impopular.

“No momento atual da política na Rússia, em que Putin governa quase em um sistema autocrático, praticamente não existe oposição e inquietação social. Muitas vezes você tem que engolir e aceitar (as medidas do governo)”, diz Zouk, da Oxford Economics.

Bithumb Hack não muda os fundamentos do Bitcoin, diz o fundador da Litecoin, Charlie Lee


O recente hack da principal troca de criptografia Bithumb “realmente não muda os fundamentos do Bitcoin” Litecoin (LTC) fundador Charlie Lee afirmou em uma entrevista com CNBC 20 de junho.

De acordo com Lee, a queda de preço é uma reação típica do mercado para as notícias sobre o hack, e "acontece o tempo todo, Porque as pessoas ficam com medo. De acordo com Lee, o hack de uma troca de criptografia não afeta Os fundamentos do Bitcoin (BTC) exatamente da mesma forma que um assalto a banco não devem afetar o preço do ouro : [19659003] “Se a troca não protege as moedas bem o suficiente e é hackeada, ela realmente não muda os fundamentos da moeda que eles estão protegendo.”

Considerando o recente hack, Lee afirmou que troca de criptografia agora estão explorando e aprendendo as maneiras de proteger melhor os fundos dos clientes. Conforme Lee, o processo está melhorando, mas ainda "há muito a melhorar".

Lee também enfatizou uma "mudança de paradigma para as finanças pessoais com o Bitcoin", significando que as pessoas precisam se acostumar a proteger suas moedas. muito melhor do que as finanças tradicionais. ”

Segundo Lee, apesar da queda de 60% a 70% no ano passado, o Bitcoin ainda está“ indo muito bem ”, alegando que sua rede se tornou muito mais forte nos últimos anos. Lee diz que o preço atual do Bitcoin parece estar "desarticulado do desenvolvimento real do Bitcoin", e sugere que o preço vai se recuperar e "subir de volta em breve".

Na entrevista, Lee também sugeriu que o mercado está atualmente em uma posição de urso, mas é difícil dizer quanto tempo vai durar – três a quatro anos, ou um dia:

“Eu estive neste espaço por sete a oito anos e já vi urso mercados duram de três a quatro anos. Assim, este poderia ser um mercado de três a quatro anos ou poderia se recuperar amanhã. ”

Em 19 de junho, o principal cripto de troca de criptografia da Coréia do Sul foi hackeado levando a perda de US $ 30 milhões em criptocorrência. A bolsa teve que suspender temporariamente todos os depósitos e pagamentos. De acordo com Coinmarketcap o volume de negócios de 24 horas da Bithumb caiu para cerca de US $ 236 milhões de US $ 374 milhões reportados em 19 de junho, movendo a troca da sexta para a sétima maior troca de criptografia por volume de comércio.

Akon lança Akoin para ser "salvador da África"



O cantor e compositor norte-americano Akon tornou-se a mais recente celebridade a lançar uma criptomoeda – afirmando sua crença de que a tecnologia subjacente “poderia ser a salvadora da África”. Akoin 'Will Be Center OfTransactional Life' Originalmente relatado por Page Six, Akon – que é originalmente do Senegal – revelou no Festival Internacional de Criatividade do Cannes Lions deste ano que ele quer usar o Akoin como parte de um gigantesco desenvolvimento de 2000 acres chamado Akon Crypto City. Akon
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O post Akon Lança Akoin para ser "Salvador da África" ​​apareceu em primeiro lugar no Bitcoinist.com.

Analistas Preocupados com o Impacto da Mineração da Criptografia no Preço da Ação da AMD


Enquanto ações da Advanced Micro Devices Inc. (AMD) tiveram um crescimento substancial no último mês devido a um boom de mineração com criptomoedas dois analistas alertam que os investidores poderiam ficar desapontados caso a mineração caia, o MarketWatch divulgou 20 de junho.

No mês passado, as ações da AMD ganharam cerca de 30% graças às unidades de processamento gráfico (GPUs) produzidas pela empresa, que se estabeleceram como hardware efetivo para mineração de criptografia. Alguns analistas, no entanto, expressaram preocupação de que o recente sucesso das ações da AMD possa não durar muito se a mineração de criptografia se reduzir, ou se mineiros escolherem GPUs por outros fabricantes.

Stacy Rasgon, analista da Bernstein, afirma que ao longo do curso do recente boom de criptomoedas, as GPUs da AMD beneficiaram os mineradores, embora os dispositivos tenham sido originalmente projetados para jogos. Ragson disse que a cadeia de suprimentos da GPU para os gamers estava restrita em toda a indústria. Caso os mineradores migrem para os produtos da AMD, ela acredita que a empresa “pode sofrer não apenas quedas de unidades em um declínio cripto, mas também pressões de preço médio de venda se reduzir as tendências, potencialmente exacerbando quaisquer efeitos”.

Joseph Moore O Morgan Stanley também se preocupa com o impacto da criptografia, afirmando que a AMD está “enfrentando um iminente Nvidia lançamento do produto que pode não ter resposta por mais um ano.” Ele explicou:

“Cryptocurrency strength compensou o progresso lento e constante que estabeleceu o momento nos microprocessadores de desktops e servidores após vários anos longe desses mercados – mas que receitas mais altas levaram a despesas operacionais mais altas, o que aumenta ainda mais a barreira para o negócio de processadores se o ímpeto de criptografia desaparecer. "

Até agora, neste ano, as ações da AMD ganharam 61%, fechando hoje em US $ 16,52.

 AMD preço de ações de seis meses" src = "https: // cointelegraph .com / armazenamento / uploads / view / 9514a1384f0cb979e5fbee838e997d7b.gif "title =" Preço da ação de seis meses da AMD "/> </p>
<p dir= Preço da ação de seis meses da AMD. Fonte: Nasdaq

Apesar do crescimento da criptografia de mineração desde para a indústria de placas gráficas, o CEO da AMD Lisa Su recentemente expressou cautela em torno de blockchain e cryptocurrency, dizendo que é "um pouco de uma distração, no curto prazo." Su disse que blockchain e mineração constituíram cerca de 10 por cento da receita da AMD ao longo do trimestre.

Após seis anos, presidente da Embrapa deixará cargo em outubro – 21/06/2018 – Vaivém das Commodities


Maurício Lopes, presidente da Embrapa, deixa o cargo em 12 de outubro, período que encerra seu mandato.

O conselho de administração da Embrapa, reunido nesta quarta-feira (20), decidiu pela abertura do processo de sucessão na presidência em sua próxima reunião, no fim de julho, e o atual presidente não pleiteou ampliação do mandato.

O processo será semelhante ao último realizado para a seleção dos diretores-executivos, em atendimento à Lei das Estatais.

Segundo informações, o processo de sucessão da presidência da Embrapa não altera a revisão estrutural, conduzida pela diretoria-executiva e atualmente em discussão com os empregados.

Não haverá mudança estrutural antes da conclusão do processo de sucessão na empresa. Caberá ao novo presidente e aos atuais diretores-executivos a decisão por sua implantação em acordo com os órgãos superiores.

A gestão de Maurício Lopes, no cargo desde 2012, gerou algumas polêmicas na empresa. Uma delas foram as críticas do pesquisador Zander Navarro, feitas no início deste ano.

Para ele, houve uma substituição de pesquisadores por uma geração com pouco vínculo com a agropecuária.

Além disso, a Embrapa não teria ajustado a agenda de pesquisas às demandas crescentes da agropecuária.

Os trabalhos da empresa cada vez mais se voltam para ricos segmentos do empresariado rural, afirmou Navarro.

Em resposta ao pesquisador, à época, a empresa disse que os resultados dos trabalhos são amplamente divulgados e que há um aprimoramento constante da prática de gestão.

A empresa informou em nota, ainda, que as tecnologias desenvolvidas são voltadas para todos os segmentos da agropecuária.

Navarro foi demitido e, após decisão judicial, retornou ao trabalho.

A gestão de Lopes está sendo marcada, ainda, por polêmicas devido a uma proposta de atualização da empresa.

As propostas estão sendo feitas por uma força-tarefa e têm gerado descontentamento de parte dos funcionários da empresa. 

As reformas vão desde a retirada de nomes específicos das Embrapas regionais (que passariam a ser apenas Embrapa em todo o país) à junção de áreas administrativas de várias unidades.

A Embrapa tem afirmado que essas propostas de reformas são para dar mais agilidade à empresa.

 

Procura externa pela soja brasileira segura ritmo de queda

A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China e as perspectivas, por ora, de uma boa safra americana de soja começam a fazer efeito sobre a renda dos produtores brasileiros.

O contrato de julho da leguminosa foi negociado, em média, a US$ 10,24 por bushel (27,2 quilos) no mês passado. Nesta quarta-feira (20), a soja esteve a US$ 8,90 na Bolsa de Chicago.

A queda se refletiu no preço recebido pelo produtor. No início de junho, a saca de soja valia R$ 70 em Sorriso (MT). Nesta quinta, estava em R$ 62, segundo Adriano Gomes, analista de mercado da AgRural.

Boa parte dessa queda dos preços da soja no Centro-Oeste se deve, porém, à confusão instalado no setor com o tabelamento de frete.

Não fosse a evolução nos custos dos fretes, a queda poderia ter sido menor, uma vez que a demanda pela soja brasileira continua aquecida.

Em Paranaguá, a saca recuou apenas R$ 4 neste mês, para R$ 83 nesta quarta. O ritmo menor da queda se deve ao pagamento de um prêmio pelo produto brasileiro de US$ 1,50 por bushel.

Esse prêmio mostra quanto o valor da soja brasileira, negociada em Paranaguá, supera o da leguminosa na Bolsa de Chicago.

Há duas semanas, o pagamento do prêmio estava entre US$ 0,80 a US$ 0,85, segundo Gomes.

O dólar em alta deveria elevar as receitas em reais, mas as indefinições no mercado de frete fazem com que os compradores fiquem retraídos.

Com o comprador fora do mercado e preços em queda, o produtor também fica retraído, segundo o analista da AgRural.

O primeiro contrato de soja fechou nesta quarta-feira em US$ 8,8950, valor próximo dos US$ 8,8900 de terça-feira (19), quando havia registrado forte queda.

Na liderança A região paulista de Barretos foi a que obteve o maior Valor Bruto de Produção da agropecuária no estado, em 2017, conforme estimativas do Instituto de Economia Agrícola.

Mudança de posição Classificada em segundo lugar em 2016, Barretos assumiu a liderança em 2017 ao somar R$ 3,83 bilhões de receitas agropecuárias. Em segundo lugar, vem São João da Boa Vista, com R$ 3,47 bilhões.

Total O Valor Bruto da Produção do estado somou R$ 76,2 bilhões em 2017. Esses dados proveem da produção e de preços das cadeias de produtos animal e vegetal de 50 produtos selecionados.

A saga da EOS continua – sete contas congeladas


A saga EOS parece estar ficando mais complicada com o passar do tempo. Sete contas da EOS que foram comprometidas por uma tentativa de phishing foram congeladas pelos 21 produtores da rede, levando a uma crise constitucional para o governo da EOS.

Esta foi uma iniciativa EOS911 – um novo protocolo de segurança projetado basicamente para recuperar fundos roubados e ajudar as vítimas de golpes de phishing. O problema começou quando várias contas foram vítimas dos golpes. Os produtores de blocos enfrentaram desprezo por violar conscientemente as regras da Constituição da EOS.

A EOS42, produtora de blocos da EOS, sediada em Londres, disse que a fonte da notícia:

“DADA À NATUREZA SENSÍVEL DESTE CASO, OS PRODUTORES DE BLOCO DEBATERAM ESTA DECISÃO DIFÍCIL POR MAIS DE DUAS HORAS HOJE EM UMA CHAMADA. POR UM ÚNICO, PROTEGER OS PORTADORES TOKEN, POR OUTRO, SOBRE UMA MUDANÇA DRAMÁTICA DO NOSSO PAPEL NA CONSTITUIÇÃO E DO CONTRATO DE PESQUISA, QUE SERÁ O EXECUTOR DAS DECISÕES DE ARBITRAGEM, NÃO SER TAMBÉM JUÍZO E JÚRI.”

De acordo com os relatórios da CNN, o EOS Core Arbitration Forum [ECAF], o órgão a quem essa decisão específica foi delegada inicialmente se recusou a congelar as contas, uma vez que tais ações podem ser autorizadas apenas pelos órgãos arbitrários do blockchain. Os produtores de bloco EOS só podem executar as decisões.

O Artigo III da Constituição da EOS destaca a violação:

“OS MEMBROS CONCEDEM O DIREITO DE CONTRATO E DE PROPRIEDADE PRIVADA AOS OUTROS, PORTANTO, NENHUMA PROPRIEDADE DEVE MUDAR AS MÃOS EXCETO COM O CONSENTIMENTO DO PROPRIETÁRIO, POR UM PEDIDO VÁLIDO DE ARBITRADOR OU POR UM REFERENDO COMUNITÁRIO.”

As respostas foram misturadas. O multimilionário Bitcoin Charlie Shrem twittou:

“SE A ADOÇÃO DE MASSA CRIPTO ENVOLVE ALGUÉM QUE TENHA O PODER PARA CONTROLAR, CONGELAR OU REVERSAR UMA TRANSAÇÃO. SE ENVOLVE ALGUÉM QUE TENHA O PODER DE EDITAR OU REVERSAR DADOS NA CADEIA. SE ENVOLVER A IMUTABILIDADE, ENTÃO A ADOÇÃO EM MATÉRIA DE CRIPTO NÃO É DIGNA DE EXISTIR. ”

Bem-renomado autor, Domenic Thomas twittou:

“A ADOPÇÃO EM MASSA NUNCA VAI ACONTECER DURANTE O MOMENTO QUE OS USUÁRIOS PODEM PERDER TUDO PERDENDO UMA CHAVE PRIVADA OU SENDO HACKEADOS. NÓS PODEMOS ACREDITAR QUE É ALGO TOLO, MAS A PESSOA MÉDIA NÃO QUER REALMENTE A LIBERDADE. ELES DARÃO MUITO PARA SENTIR-SE PROTEGIDOS. ”

Houve alguns, como a EOS Nation, uma comunidade de defensores da EOS que defendeu o movimento em favor da EOS. Eles disseram:

“POR QUE OS #BLOCKPRODUCERS PROCEDERAM COM AS CONTAS CONGELAR? YVES, DA @EOS_NATION, DÊ-NOS O RAZO POR QUE OS #BLOCKPRODUCERS ACTARAM NESTE MODO E POR QUE UMA #GOVERNEDBLOCKCHAIN ​​É TÃO IMPORTANTE PARA O ECOSSISTEMA. @ TBCOX @EOSNEWYORK @EOS_CANADA @CANNON_EOS YOUT .UBE / GXDNK9GDWEG ”

Não há constituição ratificada para uma rede EOS. EOS42 pensou que seria melhor congelar as contas, uma vez que a constituição não é codificada, e sim ratificada. Um procedimento também foi oferecido pela EOS42, através do qual os usuários podem julgar se suas contas foram comprometidas. A conta será descongelada de outra forma.

Apenas alguns dias após o lançamento de seu mainnet, esta violação mentém o fluxo de controvérsias enfrentadas pela EOS.

Fonte: https://bitcoinwarrior.net/2018/06/the-eos-saga-continues-seven-eos-accounts-frozen/

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